Diversos

Estudo com ranking de transparência de contratações emergenciais durante pandemia destaca RN apenas em 21º entre estados e Natal em 23º em capitais

Ranking da transparência dos estados nas contratações emergenciais durante a pandemia de Covid-19 feito pela Transparência Internacional — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Os governos de Roraima e São Paulo são os menos transparentes na divulgação dos contratos emergenciais feitos durante a pandemia de Covid-19, mostra ranking inédito divulgado nesta quinta-feira (20) pela Transparência Internacional. Entre as capitais, o pior índice é o da Prefeitura de Belém.

Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Paraná aparecem com uma avaliação ótima. Já entre as capitais, João Pessoa e Goiânia lideraram o ranking. O Rio Grande do Norte aparece na Zona Vermelha, como regular – apenas em 21º lugar. Entre capitais, o cenário ainda é pior para Natal, também como regular, na 23ª posição.

A ONG analisou os sites, redes sociais e portais de transparência dos governos de todos os 26 estados e do Distrito Federal e de todas as 27 capitais.

O resultado indica que boa parte dos governos estaduais e municipais não está cumprindo as exigências da Lei Federal nº 13.979/2020, que regulamentou as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia do coronavírus. Essa legislação exige transparência nas contratações emergenciais.

Ao não dar transparência aos contratos feitos sem licitação, os governos dificultam a fiscalização e impedem que a sociedade veja como o dinheiro público está sendo usado durante a pandemia do coronavírus.

“A flexibilização dos controles e a realização dos procedimentos sem o processo licitatório acabam aumentando o risco de corrupção”, afirma Guilherme France, coordenador da pesquisa da Transparência Internacional.

“Nós vimos nas últimas semanas diversos indícios de irregularidades em contratos (relacionados à Covid-19), no Rio, em Santa Catarina, que foram identificados justamente pelas informações divulgadas por esses portais.”

Com recursos e equipes maiores, segundo a ONG, os 26 estados do país e o DF tiveram melhor desempenho, com pontuação média de 59 pontos em 100 possíveis. Já as prefeituras das capitais tiveram média de 45 pontos.

Cerca de metade dos estados recebeu nota boa ou ótima, entre 79 e 100. Dos restantes, apenas São Paulo e Roraima tiveram nota ruim, de 20 a 39.

Já entre as prefeituras das capitais, que têm menos recursos e equipes de transparência, segundo a ONG, só cinco tiveram nota boa ou ótima. Outras nove tiveram nota ruim. Belém foi a única com avaliação péssima, de 0 a 19.

Ranking de transparência das prefeituras das capitais nas contratações emergenciais durante a pandemia da Covid-19 feito pela Transparência Internacional — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Nível abaixo do recomendado

Na avaliação da Transparência Internacional, o nível de transparência oferecido pelos estados e prefeituras está abaixo do recomendado. E isso não só dificulta a fiscalização como pode dar margem a desvios e prejuízos aos cofres públicos.

No caso de São Paulo, que ficou entre os piores estados, não estão facilmente disponíveis informações básicas dos contratos emergenciais, como o valor e o prazo de execução. “São informações exigidas por lei”, afirma France.

Nos portais de Roraima, não há nem os nomes dos fornecedores e o bem ou o serviço contratado.

Ele explica que algumas informações estão disponíveis no Diário Oficial e outras em arquivos pdf que precisam ser baixados, mas que isso não significa que há transparência.

“Não é viável pedir que o cidadão fique lendo o Diário Oficial para conseguir as informações. A importância da transparência é justamente que todo mundo consiga acessar e entender as informações”, diz.

A situação em Belém é ainda pior. Não é possível nem sequer ver as informações dos contratos no site. É preciso acessar um link, que leva para uma nuvem e de lá baixar os arquivos em pdf.

Metodologia

Os critérios de avaliação do ranking se basearam no guia de Recomendações para Transparência de Contratações Emergenciais em Resposta à Covid-19. O manual foi lançado há duas semanas e produzido em conjunto com o Tribunal de Conta da União (TCU).

Na época, segundo a ONG, todos os governos avaliados no ranking receberam orientações e foram notificados que passariam a ser avaliados periodicamente com base nesses critérios.

Bem Estar – G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Banco Master liquidado: TCU fiscaliza, mas Banco Central já decretou o fim

Foto: Luh Fiuza/Metrópoles

A liquidação do Banco Master não tem volta. O presidente do TCU, Vital do Rêgo, afirmou ao Metrópoles que o caso é um “fato consumado” e que o Banco Central tem plenos poderes para decidir sobre o fechamento de bancos, desde que haja irregularidades claras. O tribunal, segundo ele, vai apenas fiscalizar se o BC cumpriu a lei.

Vital criticou a “espetacularização” do caso e reforçou que a atuação do TCU segue o artigo 70 da Constituição, que garante fiscalização sobre a administração direta e indireta. Ele deixou claro que não entra no mérito, apenas garante que a autoridade monetária respeite regras e normas legais.

O relator, ministro Jhonatan de Jesus, decidirá se a inspeção do BC será suspensa após recurso da autoridade monetária. Enquanto isso, setores da sociedade civil e o mercado financeiro soam o alarme, temendo interferência externa que possa enfraquecer a autonomia do Banco Central em decisões cruciais para a economia.

Associações como a ANBCB e a Frente Parlamentar de Comércio e Serviços alertam: o caso Master revela uma tensão institucional preocupante, deixando o BC em posição delicada, quase de suspeição. Mas, para Vital, a liquidação já é realidade, e o tribunal só vai garantir que o ato siga dentro da lei, sem interferir no resultado final.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro cercado por 8 agentes e escolta pesada: a prisão que virou espetáculo

Foto: Reprodução

Desde 22 de novembro, a Polícia Federal mantém Jair Bolsonaro sob um esquema especial de segurança na Superintendência da PF, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. O cuidado não é só da PF: a Polícia Penal Federal se juntou à festa e atua na custódia e nas escoltas do ex-presidente, segundo informações do Metrópoles.

No quartel da prisão, oito agentes da Polícia Penal dividem plantões diários, em duplas, garantindo que Bolsonaro esteja sempre vigiado. Cada saída do prédio, como a feita nesta quarta-feira (7) para exames médicos no Hospital DF Star, vira operação conjunta da PF e da PPF, com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal.

A participação da Polícia Penal Federal começou logo no dia da prisão, atendendo a pedido da própria PF. O objetivo oficial é reforçar a segurança, mas a logística revela o tamanho do aparato montado em torno de um ex-presidente condenado por tramar contra a democracia.

Enquanto Bolsonaro cumpre sua pena de mais de 27 anos, o governo federal gasta dinheiro público com um esquema pesado de vigilância. Um lembrete de que, por trás das manchetes, o Brasil segue lidando com os efeitos do governo que tentou subverter a Constituição.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Cidade Nova sob terror: facção expulsa moradores e impõe lei do medo na Zona Oeste

Foto: Reprodução

A paz em Cidade Nova, Zona Oeste de Natal, virou memória. Na madrugada da última terça-feira (06), criminosos ocuparam o morro da Baixa do Cão, dispararam contra casas e forçaram famílias a abandonar suas residências, deixando colchões e móveis do lado de fora. O terror durou cerca de 30 minutos e deixou o bairro praticamente deserto, segundo informações da 96 FM Natal.

Pelo menos seis homens fortemente armados, com pistolas e fuzis, subiram o morro gritando o nome do Comando Vermelho e espalhando pânico. Os tiros foram ouvidos em bairros vizinhos, como Cidade da Esperança e Planalto, mostrando que o crime não escolhe fronteiras. Câmeras de segurança e imagens da polícia registraram a destruição e o abandono das casas durante a madrugada.

Cidade Nova já havia sentido a força do crime em 2024, mas uma trégua parecia ter chegado com a Operação Território Seguro, que prendeu 32 suspeitos em outubro. Agora, o cenário mostra que facções aproveitam qualquer redução do policiamento para reassumir territórios e impor sua própria lei, deixando moradores reféns do medo.

Não é só Cidade Nova: episódios recentes reforçam o alerta em toda a Grande Natal. Em Mãe Luíza, três criminosos morreram após confronto com a polícia; em Guarapes, quatro homens armados tentaram assaltar uma obra da Caern. Moradores exigem policiamento permanente e ações firmes da Secretaria de Segurança, antes que bairros inteiros voltem a ser reféns das facções.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Moraes barra CFM de investigar Bolsonaro e manda PF interrogar chefe do conselho: “desvio de finalidade”

Foto: Divulgação/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) que investigava o atendimento médico de Jair Bolsonaro enquanto ele estava sob custódia da Polícia Federal. Na decisão, Moraes deixou claro: o CFM extrapolou suas funções e cometeu um desvio de finalidade ao tentar fiscalizar atos da PF.

O caso surgiu depois que Bolsonaro relatou ter caído da cama durante a madrugada. Um relatório médico mostrou que ele estava consciente, orientado, sem déficit neurológico e clinicamente estável. Exames realizados no Hospital DF Star não indicaram qualquer sequela. A Justiça já havia garantido atendimento médico integral, que vinha sendo cumprido.

Além de anular a sindicância, Moraes determinou que o presidente do CFM seja ouvido pela Polícia Federal em até dez dias. O Hospital DF Star também terá que enviar, em 24 horas, todos os exames e laudos médicos relacionados ao caso. Novas investigações semelhantes pelo CFM estão proibidas.

A decisão reforça que órgãos de fiscalização não podem se sobrepor à Justiça ou tentar politizar casos médicos. Bolsonaro segue sem problemas de saúde, enquanto o CFM recebeu um aviso claro: ultrapassou os limites da lei e da ética profissional.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

VÍDEO: Perseguição política ou descaso? Família de Bolsonaro alerta: “algo grave vai acontecer de novo”

Imagens: Reprodução/RecordNews

Carlos e Michelle Bolsonaro denunciaram o que chamam de descaso absoluto com a saúde do ex-presidente. Segundo Carlos, Jair Bolsonaro, de 70 anos, está vivendo um verdadeiro pesadelo político, e sem acompanhamento médico integral, um novo acidente pode ser fatal.

“Se você não tiver um acompanhamento integral — não é de família, é de médico e enfermeiro integralmente acompanhando ele — eu tenho receio e quase certeza de que vai acontecer novamente, e pode ser algo fatal”, alertou Carlos.

Michelle reforçou o alerta, destacando que a prisão em uma cela solitária não é compatível com a idade e problemas de saúde do marido.

“Ele deveria estar em casa. Não deveria estar numa solitária com 70 anos e com vários problemas de saúde. Ele está abalado, não tem como ficar bem na situação em que ele está, não tem como ficar bem tomando medicação por nove meses. Ele sente dores, convive com a dor”, lamentou a ex-primeira dama.

Opinião dos leitores

  1. O Bozo não tem nada, fez uma reca de exames conforme a defesa solicitou. Ele caiu de “maduro”… Vá arrumar o quê fazer, preencher palavras cruzadas…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

VÍDEO: Agente do ICE mata mulher nos Estados Unidos e provoca protestos

Imagens: Reprodução/G1

Um vídeo chocante mostra o momento em que um agente de imigração dos EUA atirou contra uma mulher em Minneapolis, Minnesota, nesta quarta-feira (7). A vítima, cidadã norte-americana de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e acabou batendo o carro contra um poste após ser atingida.

O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que o disparo ocorreu depois que a mulher tentou avançar com o veículo contra os agentes. A secretária Kristi Noem classificou a ação como “terrorismo doméstico” e disse que os agentes agiram em legítima defesa.

A morte gerou protestos imediatos. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou duramente a atuação do ICE e pediu que os agentes federais deixem a cidade e o estado.

Manifestantes se reuniram no local, gritaram palavras de ordem e denunciaram o que chamaram de “caos” causado pela operação federal.

O episódio ocorre em meio a uma ofensiva migratória do governo Trump, que mobilizou cerca de 2.000 agentes na região. Autoridades afirmam que é a quinta morte registrada em operações desse tipo desde 2024, em meio a investigações sobre fraudes envolvendo residentes de origem somali.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

VÍDEO: Bolsonaro sofre desequilíbrio e oscilações de memória na prisão, diz médico

Imagens: Reprodução/RecordNews

O ex-presidente Jair Bolsonaro segue apresentando episódios de tontura, desequilíbrio e oscilações de memória, segundo o cardiologista Brasil Caiado, que o atendeu nesta quarta-feira (7). Os exames foram realizados após uma queda do ex-presidente em sua cela da Polícia Federal.

O médico destacou que Bolsonaro estava estável no momento da avaliação e descartou qualquer agressão na cela. “Acho que é uma especulação que não procede”, afirmou, reforçando que a queda provavelmente ocorreu quando ele se levantou sozinho e bateu a cabeça e o dedão em algum objeto.

Brasil Caiado explicou que há um dilema clínico em relação aos medicamentos que Bolsonaro utiliza para tratar crises de soluço, que podem interagir com outros tratamentos.

Suspender a medicação poderia piorar os soluços, mas mantê-la aumenta alguns riscos. A prioridade do médico é minimizar qualquer complicação à saúde do ex-presidente.

O especialista também esclareceu que as suspeitas de crises convulsivas foram descartadas após exames clínicos. A avaliação aponta que a queda, embora preocupante, não se trata de um episódio convulsivo, mas ainda exige atenção devido à idade e histórico de saúde de Bolsonaro.

Opinião dos leitores

  1. Tá todo estrupiado esse bovino , mas tem gente q quer ele pra governar o Brasil. Vai entender o gado!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Faustino pressiona e pede sessão para votar arquivamento de processo contra Brisa

Foto: Francisco de Assis/CMNAT

O vereador Matheus Faustino (União) não quer deixar o caso esfriar. Nesta quarta-feira (7), ele enviou um memorando à presidência da Câmara de Natal pedindo uma sessão extraordinária para que o plenário decida sobre o arquivamento do processo de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT).

Se o pedido for aceito, a votação deve ocorrer já na próxima semana, mesmo com todos os vereadores em recesso. Faustino afirmou que acompanhará o caso de perto e que adotará todas as medidas para que Brisa não “escape de ter usado dinheiro público para interesses políticos partidários”.

A decisão da Comissão Especial Processante foi apertada: 2 a 1 pelo arquivamento. Samanda Alves (PT) e Tárcio de Eudiane (União) votaram a favor, enquanto o relator Daniell Randall (Republicanos) se posicionou contra, alegando irregularidades na convocação, na investidura do suplente e na composição do plenário.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Pressão derruba relator do TCU e suspende inspeção polêmica no Banco Master

Foto: Reprodução

O relator do TCU, ministro Jonathan de Jesus, estuda uma saída honrosa e deve suspender temporariamente a inspeção que determinou no Banco Central sobre o processo de liquidação do Banco Master. A decisão deve ser anunciada ainda hoje e vale pelo menos até o fim do recesso do tribunal, segundo informações da CNN.

O ministro perdeu apoio dentro do próprio TCU e recebeu uma enxurrada de críticas externas. Apesar do presidente Vital do Rêgo tentar sustentar publicamente a atuação da Corte, nos bastidores a avaliação é clara: a iniciativa extrapolou o controle externo tradicional e invadiu competências exclusivas do Banco Central.

Jonathan resiste a um recuo total para não assumir derrota política. A estratégia em estudo é suspender a medida temporariamente, preservando algum grau de iniciativa sem enfrentar diretamente o colegiado. O Banco Central já recorreu, exigindo que qualquer decisão fosse tomada pelo plenário e não de forma monocrática, sinalizando derrota iminente para o relator.

O episódio reforça o debate sobre os limites entre controle externo e supervisão do sistema financeiro, em um momento crítico para a credibilidade das instituições. Executivos interpretam que a declaração de Vital do Rêgo, de que apenas o STF poderia desfazer atos do Banco Central, é um recado político para que o caso não perca força, mesmo com o recuo do TCU.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Exames confirmam traumatismo craniano leve de Bolsonaro

Foto: Reprodução

Os exames realizados no Hospital DF Star, em Brasília, confirmaram que o ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve após queda em sua cela. A lesão foi identificada na região temporal e frontal direita.

Segundo o médico Brasil Caiado, que acompanhou Bolsonaro, não houve crise convulsiva e mais exames não são necessários neste momento. O acompanhamento continuará para esclarecer a origem da lesão.

Após a avaliação, Bolsonaro deixou o hospital e retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena. O resultado dos exames mostra que, apesar do susto, o ex-presidente passa bem, mas seguirá sob observação médica.

Opinião dos leitores

  1. bota ele numa cela coletiva… ele e mais cinco da esquerda… aí com certeza ele vai começar a pagar a pena dele… ou transfere para a Papuda… e daí, eu não sou coveiro….

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *