Saúde

Covid-19: estudo feito no Chile aponta eficácia de 89,68% da Coronavac para internações em UTI

(Foto: Reprodução/Facebook Instituto Butantan)

Um estudo conduzido pelo governo chileno mostrou que a Coronavac – aplicada amplamente no país – tem eficácia de 58,49% para casos sintomáticos de covid-19, de 86,02% na prevenção de hospitalizações, 89,68% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e de 86,38% na prevenção de morte por covid-19.

“A vacina Coronavac continua apresentando importantes sinais de eficácia contra a SARS-CoV-2 para casos de internação, internação em UTI e óbito. No entanto, sua eficácia na prevenção da doença diminui de 67% para 58,49%. Portanto, a discussão sobre uma dose de reforço é oportuna”, defende Dr. Rafael Araos, um dos líderes da pesquisa.

Além da coronavac, são consideradas no relatório publicado nesta terça-feira (3) as vacinas Pfizer e Astrazeneca – as três são aplicadas no Brasil. Os dados são atualizados mensalmente, mas essa é a primeira vez que os imunizantes da Pfizer e da Astrazeneca são incluídos na análise.

De acordo com o estudo, “todas as vacinas contra SARS-CoV-2 usadas no Chile mantêm altos níveis de eficácia para evitar hospitalização, admissão na UTI e morte.”

O Chile já administrou mais de 24,8 milhões de doses, em pessoas com mais de 16 anos, de fevereiro a julho de 2021. Desse total, 13.163.094 receberam a primeira dose e 12.167.623 são pessoas que completaram a vacinação, o que representa 87% e 80% respectivamente da população-alvo a ser vacinada.

Eficácia da Pfizer e da Astrazeneca

Com relação à vacina da Pfizer, o estudo demonstrou uma eficácia de 87,69% na prevenção de covid-19 sintomático, de 97,15% na prevenção de hospitalizações, 98,29% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e 100% eficaz para prevenir a morte.

“A vacina também mostra diminuição da proteção contra covid-19, mas permanece estável nas demais variáveis, com bons números referentes a evitar internação, internação em UTI e óbito”, avalia Dr. Araos.

Já a Astrazeneca, ainda segundo o estudo chileno, se mostrou 68,68% eficaz na prevenção de covid-19 sintomático,100% eficaz para prevenir hospitalização, 100% em admissão na UTI e 100% eficaz para prevenir a morte. Mesmo com os índices de 100%, o médico chileno responsável pela pesquisa ressalta que tempo de seguimento desse imunizante no país é menor, por isso esses resultados devem ser confirmados no futuro.

Globo, via Crescer

Opinião dos leitores

  1. Caligula, pra você e pro gado bolsonarista só funciona o seguinte: Covaxin no braço e Ozonio na cloaca!

  2. Calígula: Imperador Romano. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante, cruel e depravada. Por exemplo, manter relações incestuosas com as suas irmãs e até mesmo obrigá-las a prostituir-se, ESTE É APOIADOR DO BOZO!!! 🤡🤡🤡🤡🤡

  3. Este estudo demonstra a necessidade de uma terceira dose, também mostra que as pessoas vacinadas pela coronavac podem vir a óbito, pois anteriormente se passou a informação que não haveria óbitos de pessoas vacinadas pela coronavac.
    A população precisa de um posicionamento do laboratório, algo tem que ser feito, não se pode deixar ao acaso.

  4. Fraca, fraquinha e fraquerma.
    Essa aguavac, vão ter que aplicar, terceira, quarta e quinta dose por diante.

    1. todo bolsonarista defende o que não presta: milicianos, corruptos, antivacinas, terra plana. Fujam dessas pessoas.

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Saúde

Vacinas da Oxford e Pfizer funcionam contra cepa Delta, confirma estudo

Foto: (Aaron Chown-WPA Pool/Getty Images) Reprodução/Getty Images

Um estudo publicado nessa quarta-feira, 21, na revista científica New Englad Journal of Medicine, uma das mais importantes do mundo, confirmou que as vacinas contra Covid-19 da Pfizer-BioNTech e de Oxford-AstraZeneca oferecem alta proteção contra a variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia. No entanto, apenas após a aplicação da segunda dose.

Os resultados mostraram que após uma dose, a eficácia estimada da vacina da Pfizer contra casos sintomáticos de Covid-19 causados pela variante delta foi de aproximadamente 36%. Para a vacina de Oxford, a taxa de proteção foi de 30%. Após duas doses, esses índices subiram para 88% para a vacina BNT162b2 (Pfizer) e 67% para a ChAdOx1 nCoV-19 (Oxford).

Para fator de comparação, a eficácia de uma dose destas vacinas contra a variante Alfa, identificada pela primeira vez no Reino Unido e que também foi considerada mais contagiosa quando surgiu, foi cerca de 48,7%. Após duas doses da Pfizer essa taxa subiu para 93,7% e para 74,5% após duas injeções da AstraZeneca.

“Apenas diferenças modestas na eficácia das vacinas foram observadas com a variante delta em comparação com a variante alfa após o recebimento de duas doses. Diferenças na eficácia absoluta das vacinas foram mais marcantes após o recebimento do primeiro dose.”, concluem os autores.

O número de casos e os períodos de acompanhamento não foram suficientes para estimar a eficácia da vacina contra casos graves, incluindo hospitalização e óbito. Mas estudos feitos em Israel, no Reino Unido e nos Estados Unidos apontam para alta proteção contra esses desfechos. Estes países enfrentam um aumento exponencial no número de novos diagnósticos de infecção pelo novo coronavírus, em especial entre pessoas que não estão vacinadas ou não completaram o esquema de vacinação, pela disseminação da variante delta. Por outro lado, esse aumento não foi visto nas hospitalizações e mortes.

Os autores do novo estudo admitem que o estudo tem limitações e devem ser interpretados com cautela, incluindo o fato dos resultados serem observacionais. Mesmo assim, eles afirmam que “a descoberta dá suporte a esforços para maximizar a aplicação de duas doses das vacinas entre as populações vulneráveis”.

Vacinação no Brasil

A publicação destas evidências, associadas à preocupação com a chegada da variante delta ao Brasil fez com que muitos estados e cidades decidissem antecipar a aplicação da segunda dose das vacinas de Oxford-AstraZeneca e da Pfizer-BioNTech, em vez de esperar as 12 semanas recomendadas pelo Ministério da Saúde. No entanto, a pasta, especialistas e entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações e a Sociedade Brasileira de Pediatria, recomendam a manutenção da orientação do governo. A justificativa é que, neste momento, é mais importante avançar na quantidade de pessoas imunizadas, mesmo que parcialmente, em vez de completar o esquema de imunização de um pequeno número da população.

Além disso, especialistas alegam que existe a possibilidade de a variante delta nem conseguir se espalhar pelo Brasil, como aconteceu em outros países, devido à alta disseminação da variante Gamma, identificada em Manaus, que também é mais transmissível.

Até esta quarta-feira, 21, 43,8% da população brasileira está parcialmente imunizada com uma dose. Destas, 16,9% já completaram o esquema com duas doses ou com a dose única da Janssen.

Veja

 

Opinião dos leitores

  1. A “queridinha” da boiada Janssen, é a menos eficaz.
    A CoronaVac iniciou os estudos…
    Minha opinião: todas são boas.

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Saúde

Anvisa autoriza estudo de terceira dose de vacina da AstraZeneca

Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira a realização de um estudo para avaliar a segurança e a eficácia da terceira dose da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19. Também nesta segunda, a agência deu aval a uma pesquisa para avaliar a eficácia do medicamento proxalutamida contra o novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro defendeu no domingo uma avaliação sobre o remédio.

O estudo da terceira dose da AstraZeneca ocorrerá apenas no Brasil, com 10 mil voluntários em cinco estados, com participantes do estudo inicial da vacina. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda dose.

Serão incluídos voluntários entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à Covid-19, como profissionais de saúde. Gestantes ou pessoas com comorbidade.

Já o estudo da proxalutamida será realizado, além do Brasil, em outros seis países: Alemanha, Argentina, África do Sul, Estados Unidos, México e Ucrânia. No Brasil serão 50 voluntários, sendo 38 em São Paulo e 12 em Roraima.

O estudo é patrocinado pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals, sediada na China. A Anvisa não divulgou o número total de voluntários.

No domingo, após ter alta do hospital no qual estava internado em São Paulo, Bolsonaro afirmou que iria cobrar do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um estudo sobre a proxalutamida, que segundo ele já estaria sendo utilizada contra a doença em outros países.

De acordo com o blog da colunista Malu Gaspar, estudo conduzido sobre o medicamento apresenta indícios de fraude e falhas graves.

Em abril, Bolsonaro já tinha citado a proxalutamida, fármaco fabricado na China e estudado para o tratamento de câncer de próstata e de mama. Desde o início da pandemia, o presidente já defendeu diversos medicamentos sem eficácia comprovada.

— (A proxalutamida) É uma droga que está sendo estudada e que em alguns países têm apresentado melhora. Existe no Brasil de forma não ainda comprovada cientificamente, de forma não legal, mas tem curado gente. Vou ver se a gente faz um estudo disso daí para a gente apresentar uma possível alternativa. Temos que tentar. Tem que buscar alternativas e, com todo respeito, eu não errei nenhuma. Até quando, lá atrás, eu zerei os impostos da vitamina D — afirmou o presidente.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Capitão…! invista em vacinad,errar é humano,persistir no erro é burrice.Viva a vacina ,que é vida.Vamos depois para a terceira dose,astra Zeneca ,de preferencia.

  2. Esses patetas esquerdopatas ainda não “se tocaram” que as asneiras que postam são lidas apenas pela mesma cambada do mesmo naipe deles. Perdem seu tempo. Espero que ao menos estejam recebendo seus pixulecos.

    1. Vc está enganado! Ultimamente muitos estão abrindo os olhos e vendo que o MINTO das rachadinhas é do mesmo “naipe” (como diz vc) que Lulaladrão, que o diga a rejeição do presidente inepto está ascendente… Eu acho que o PT não paga mais tanto pixuleco como na época que estava na presidência, mas certamente o MINTO e seus apoiadores devem estar “rachando” salários por aí com assessores. É o seu caso ? Ou vc é idólatra de político e fica falando essas asneiras sem noção para defender o MINTO das rachadinhas de besta mesmo?

    2. Saia da bolha, o presidente continua arrastando multidões. Agora, inventaram até passeio de bicicleta em apoio a ele (em Recife). “Motociatas” aos montes, mesmo sem sua presença, recepções calorosas por onde passa. A prova de seu favoritismo é o desespero da esquerdalha, brincando de “impeachment” e com pavor do voto auditável. O povo está com ele, os adoradores de bandidos, como vc, estarão sempre do lado oposto.

  3. Estudo realizado pelo Instituto Pasteur, na França, e já publicado em revista científica, atestou a eficácia da ivermectina contra o vírus da COVID. Bolsonaro teve razão em tudo até agora.

    1. Abestado, O MINTO das rachadinhas defendia CLOROQUINA! Ou vc não sabe a diferença?

  4. Esse cara deveria estar em um manicômio. Só lembrando os acertos dele: disse que era uma gripezinha; disse que não morreria nem 800 pessoas; disse que o tratamento precoce resolvia (hoje até o MS disse não servir); disse que a pandemia acabaria em 2, 3 meses; disse que acabaria no final do ano; disse que user máscaras não resolvia; disse que os atletas não sofreriam nada; disse que seu governo não tem corrupção, quando existe uma quadrilha atuando no MS e no meio ambiente, pelo que veio a tobacco até agora. Só não disse que os irmãos Miranda estão mentindo.

    1. Pior que ele é a legião de admiradores mugindo com força… parecem torcedores fanáticos de time de futebol… não consigo entender… o país indo de mal a pior renda estagnada e preços explodindo e não enxergam…

    2. GRIPEZINHA NO CASO DELE E DAS PESSOAS SEM COMORBIDADES, JA A ESTUPIDEZ E BURRICE É DE MATAR! ELE TA CERTO EM TUDO, GRAÇAS A DEUS

    3. Fora as promessas de campanha descumpridas… combate à corrupção, privatizações (lembram da TV-Lula ?), não negociar com Centrão…, acabar com reeleição…

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Saúde

Vacina da gripe pode reduzir sintomas graves de Covid, diz estudo

Foto: LuAnn Hunt/Pixabay

Um novo estudo com 75 mil pacientes de Covid-19 revelou que indivíduos imunizados contra a gripe podem estar parcialmente protegidos contra alguns dos efeitos mais severos provocados pelo coronavírus. Sintomas como derrames e infecções generalizadas foram menos comuns entre essas pessoas, assim como internações em UTIs.

Os cientistas compararam dados de 37 377 pessoas que contraíram o SARS-CoV-2 e que haviam sido vacinadas contra a influenza com informações de outros 37 377 indivíduos com o coronavírus que não receberam a imunização contra a gripe. Embora a proteção contra a influenza pareça estar relacionada com uma menor frequência de sintomas graves, o número de mortes constatadas por Covid-19 não foi menor entre aqueles que a receberam.

Os resultados do estudo foram apresentados em uma reunião online da Sociedade Europeia de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas. Segundo a pesquisa, pacientes de Covid que não foram vacinados contra a gripe apresentaram chances até 58% maiores de terem um derrame e até 45% maiores de sofrerem infecções graves.

Uma hipótese que explicaria essas conclusões é a de que a imunização contra a gripe estimula o sistema imunológico e, de certa forma, o prepara melhor para combater o coronavírus. Outra possibilidade é a de que pessoas que têm acesso à vacina da gripe tenham melhores índices de saúde no geral.

É importante assinalar que, apesar dos resultados do estudo, a vacina contra a Covid-19 é insubstituível, e a imunização contra a influenza de modo algum compensa sua ausência.

Veja

Opinião dos leitores

    1. Se ainda tem gente que acredita que cloroquina cura covid, pode ser que acreditem também na sua “receita”…

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Saúde

Nitazoxanida contra Covid-19: estudo traz sinais positivos, com redução de carga viral

Foto: Getty Images/SAÚDE

Um estudo recém-divulgado, conduzido por pesquisadores brasileiros, avaliou o uso da nitazoxanida em casos moderados de Covid-19. Publicado na revista científica E-Clinical Medicine, o novo trabalho incluiu 50 indivíduos já internados com sintomas moderados da infecção pelo coronavírus. Eles foram divididos em dois grupos – metade tomando placebo, metade tomando o comprimido, que tem dosagem diferente daquela vendida na farmácia sob o nome comercial Annita.

Os voluntários que receberam a nitazoxanida tiveram alta mais cedo, em média em seis dias, ante 14 dias de hospitalização no braço do placebo (cápsulas sem princípio ativo). Houve ainda maior redução da carga viral e de substâncias inflamatórias nos participantes que tomaram o medicamento real.

Os autores destacam que esse estudo é uma prova de conceito – ou seja, uma espécie de teste inicial que diz se o remédio merece ou não investigações mais aprofundadas, em ensaios clínicos maiores. É preciso tanto confirmar os achados em mais gente quanto ter certeza sobre a segurança do medicamento.

Matéria completa AQUI na Saúde, do grupo Abril.

 

Opinião dos leitores

  1. Annita é um remédio que tem nitazoxanida na composição, indicada para o tratamento de infecções como gastroenterites virais causadas por rotavírus e norovírus, helmintíases causadas por vermes, como Enterobius vermicularis, Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, …

  2. O Dr. Edmilson Migowski, professor da UFRJ fez um trabalho com este medicamento em Volta Redonda/RJ. Nenhum paciente foi a óbito. Não tornaram público até hoje. Muitas pessoas poderiam ser salvas.

  3. Nesse remédio eu boto fé que ajude na Covid… Mas cloroquina só o gado mesmo pra acreditar ainda…

    1. Ei petista, Bolsonaro defendeu o uso desse remédio também.

      🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

      Ja pode dizer que nao bota mais fé 🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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Saúde

CoronaVac tem 86% de efetividade contra mortes, aponta estudo

FOTO: IVAN ALVARADO/REUTERS

A polêmica que se criou em torno da efetividade da CoronaVac após surtos de covid-19 no Chile, mesmo com a vacinação avançada, pode estar perto de acabar. Estudo publicado na quarta-feira (7), no New England Journal of Medicine, mostra que o imunizante teve 86% de eficácia na prevenção de mortes causadas pela doença no país andino.

A pesquisa foi realizada com o acompanhamento dos resultados de 10,2 milhões de pessoas vacinadas com as duas doses da Coronavac entre 2 de fevereiro e 1.º de maio. É o primeiro estudo de efetividade da vacina publicado em uma revista científica. Até então, essa era uma das críticas que o imunizante da chinesa Sinovac recebia.

Entre as pessoas que foram totalmente imunizadas, a eficácia da vacina foi de 65,9% para a prevenção de covid-19, de 87,5% para a prevenção de hospitalização, de 90,3% para a prevenção de internações em UTI, e de 86,3% para a prevenção de morte relacionada à doença.

Cerca de 55% da população chilena já está protegida pelas duas doses, o melhor desempenho na América Latina. Lá, estão sendo aplicadas as vacinas Pfizer, CoronaVac, CanSino e AstraZeneca. A CoronaVac foi a mais usada com 17,2 milhões de doses, seguida pela Pfizer com 4,3 milhões, AstraZeneca, 355 mil e CanSino, 296 mil.

“É o primeiro artigo sólido, publicado na revista mais conceituada do mundo. Os resultados falam por si. A Coronavac tem um excelente desempenho naquilo que mais importa que é salvar vidas”, diz Alexandre Naime, médico infectologista e professor da Unesp.

“É um resultado sólido que contraria as fakenews dos ‘antivaciners’ mostrando que toda vacina conta e impulsiona a necessidade de reforçar a vacinação”, acrescenta o especialista.

No Brasil, a Coronavac é produzida no Instituto Butantan. Apesar de ter sido primeira vacina a ser utilizada na campanha de imunização e a mais usada até abril, ela é constantemente alvo de críticas. “É provavelmente a vacina que mais salvou vidas, milhares, no Brasil. Ela vai ficar para sempre na história”, afirma Naime.

R7, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. Pelo que estamos vendo são pessoas que ja foram vacinadas, que ja pegaram o virus e ficou bom e sendo infectado novamente de forma grave precisando ser entubada e ir ara UTI. agora, se outros virus fabricado pelos laboratórios para roubar mais dinheiro dos miseraveis paises, como o Brasil e Haiti, Congo, guatemala e por ai vai….. ai é outros motivos essa OMS E ESSA CHINA TEM QUE SE RESPONSABILIZAR PELO QUE ACONTECEU COM O MUNDO UMA VERDADEIRA SELECAO .

  2. Mas eu me pergunto… não se dizia lá no início da pandemia que 80% das pessoas, mesmo sem ser vacinadas e que pegaram Covid, apresentam sintomas leves e nem chegam a ser internadas?! Sinceramente, me parece que houve uma falha grande de metodologia nesse trabalho. Ainda não estou convencido da efetividade dessa Coronavac. Vacina sim, mas Vacina efetiva!

    1. Pesquisadores do mundo irão se reunir para convencer a esse abestalhado da efetividade da coronavac. Vai procurar pelo em pulga e deixa de conversar besteira. Vacina sim, não importa qual, o importante é estar vacinado, neurônios destrambelhado.

    2. Esse Bolsovirus eh um filhote da filosofia gramsciana que fica emburrecendo a discussão, sabe ao menos nem argumentar. Vai estudar lularapio esquerdista de cerebro vazio! Vai trabalhar seu sem futuro!

  3. Os “inventores” de vacinas já já chegam por aqui para vomitar pelos dedos e ofender a vacina CoronaVac…
    Idiotas, escrevem pouco e ruim, imagine “elaborar” vacinas.
    Vacina boa, é a que tem no posto.

  4. Lá em janeiro quando essa vacina foi aprovada pela ANVISA a propaganda era que ela era 100% eficiente contra mortes de covid19, em seis meses perdeu 14% da eficiência…

    1. Não existe vacina 100% eficaz contra nenhuma doença… No caso da Covid que surgem cepas novas devido a grande circulação do vírus no mundo, a tendência eh as vacinas perderem a eficácia, inclusive outras como a de Oxford, Pfizer ,etc.

    2. Daqueles que morrem atualmente, há dados consolidados relativos aos vacinados, inclusive qual teria sido a vacina?

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Trânsito

Estudo faz levantamento para instalação de mini-rotatórias no trânsito em Natal

FOTO: STTU

Uma equipe de engenheiros e arquitetos da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana iniciou nesta semana curso de planejamento e construção de mini-rotatórias com o arquiteto e urbanista Carlos Milhor – diretor do Departamento de Engenharia de Trânsito da STTU.

Apesar de sua ampla utilização em todo o mundo, as mini-rotatórias são ainda pouco empregadas no Brasil, justamente pela falta de estudos nacionais e a capacitação dos técnicos que tratam do trânsito nas cidades.

De acordo com Milhor, “apesar da análise dos dados para elaborar o projeto (estudo preliminar), a simplicidade presente na geometria das rotatórias permite resolver complexos problemas de circulação com investimento de baixo custo, além de apresentar uma forma simples e facilmente perceptível pelos condutores – permitindo assim uma homogeneização nos movimentos de conversão, a redução dos índices de sinistros e uma quase inexistência de acidentes com fatalidades.”

Para realização do curso, o arquiteto dividiu o conteúdo programático em dois momentos: o primeiro com a análise dos dados técnicos e toda estrutura teórica; e o segundo com um exercício prático nas vias da cidade.

Na parte teórica, serão analisados – por exemplo – alguns dados e elementos na via onde será implantada a mini-rotatória como: a quantidade de linhas de ônibus que transitam no local e suas respectivas frequências; o volume de pedestres e ciclistas; a geometria do cruzamento existente (plantas do cruzamento); a distância dos cruzamento vizinhos; as proximidades de instalações sensíveis como escolas, asilos e instalações para deficientes; o volume de tráfego pela manhã e tarde separado pelo tipo de veículo; os dados de acidentes nos cruzamentos existentes; as limitações de velocidade de saídas e o regulamento do trânsito nos cruzamentos vizinhos.

A capacitação aborda também os elementos do desenho de uma mini-rotatória: ilha de canalização, ilha central, faixas de retenção e travessias de pedestres perpendiculares, além do sentido de circulação na rotatória e seus aspectos técnicos.

Opinião dos leitores

  1. Devemos observar esse exagero de instalação de lombadas e semáforos… deve existir muita capivara…

  2. Devem também revisar as inúmeras rotatórias instaladas na cidade, que não tem características mínimas de uma rotatória, a exemplo o que vemos nos cruzamentos da Rua Açu com Av. Rodrigues Alves e Rua Açu com Afonso Pena. A sinalização horizontal e vertical é “escondida” em postes (quem dirige olhando para os postes?) além do tamanho diminuto do círculo que compõe as rotatórias, fazendo com que o motorista passe em deslocamento retilíneo nas vias. Isso não é uma rotatória! Inúmeros acidentes e confusões entre motoristas são presenciados diariamente nesses “supostas rotatórias”. Espero que a capacitação realizada traga a revisão nas diversas rotatórias na nossa cidade. Atenção Ministério Público……esses erros crassos do nosso órgão da municipal do trânsito gera risco de morte e graves dados matérias para os condutores de veículos da nossa cidade.

  3. Verdadeira aberração esse grupo de engenheiros da STTU, se o trânsito Natal era ruim, virou uma verdadeira zona! Só sabem colocar sinais de trânsito, faixa de pedestres e canteiros de estacionamento. O que demorava uma hora agora são 2 horas. Deus tenha piedade dos motoristas de Natal!

  4. Deveriam começar consertando ambas as da rota do sol! Tanto da engenheiro quanto a q da acesso à cidade verde! Instale placas preferencial não se caracteriza rotatória e sempre tem vários acidentes! A de Ponta Negra nem se fala! Quem já viu rotatória com via que atravessa direto sem entrar no sentido da rotatória?

    1. A rotatória da Rota do Sol / Cudade Verde precisa urgentemente de quebra molas. Estão esperando morrer alguém importante morrer de acidente para fazer essa modificação?

    1. Pois é Manoel, Natal sempre atrasado, mas aos poucos chegaremos lá, basta não votar em petista para prefeito.

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Geral

FOTOS: Estudo critica aparelho para perder peso que limita abertura da boca

Fotos: Universidade de Otago/Reprodução

Pesquisadores da Nova Zelândia e do Reino Unido desenvolveram um dispositivo odontológico para promover a perda de peso. Chamado de DentalSlim Diet Control, o aparelho limita a abertura da boca, fazendo com que a pessoa não consiga ingerir alimentos sólidos, apenas líquidos.

Adaptado por um dentista, o dispositivo magnético utiliza imãs que prendem os molares superiores aos molares inferiores, limitando assim a abertura da boca a apenas 2 milímetros.

O intuito do aparelho, segundo os pesquisadores, é restringir a alimentação dos pacientes obesos que desejam emagrecer a uma dieta estritamente líquida e que promova uma rápida perda de peso.

“O dispositivo pode ser particularmente útil para aqueles que precisam perder peso antes de se submeter à cirurgia e para pacientes com diabetes para os quais a perda de peso pode iniciar a remissão”, argumentam os pesquisadores.

Como funcionou o estudo

Para avaliar a eficácia e a tolerância das pessoas ao uso do dispositivo, pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, e do Hospital Escola de Leeds, no Reino Unido, realizaram um estudo clínico com sete mulheres obesas que desejavam emagrecer.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica “The British Dental Journal”, da Nature.

As participantes utilizaram o mecanismo por duas semanas e passaram por consultas de revisão após 1, 7 e 14 dias de uso, onde deveriam relatar suas impressões sobre o dispositivo.

Ao fim do período, cada mulher perdeu cerca de 6,36 kg. No entanto, duas semanas após a remoção do dispositivo, houve ganho médio de peso de 0,73 kg.

Vida ‘menos satisfatória’ e constrangimento

Embora o texto afirme que “o dispositivo foi projetado de forma que a configuração mantivesse as vias aéreas, permitisse a fala e a alimentação com dieta líquida”, as pacientes relataram dificuldade em pronunciar algumas palavras.

Entre os efeitos adversos do dispositivo, as mulheres relataram desconforto intenso do atrito do dispositivo com as bochechas e indicaram que “ocasionalmente, se sentiam constrangidas, e que a vida, em geral, era menos satisfatória”.

Apesar dos apontamentos das pacientes, os pesquisadores defendem que o dispositivo não tem efeitos adversos e que o uso do aparelho pode ser uma alternativa mais barata e mais segura do que a cirurgia bariátrica.

“Portanto, sugere-se que muitas pessoas obesas podem achar este um tratamento alternativo atraente para alcançar uma perda de peso bem-sucedida”, afirmam os pesquisadores.

Alto risco de asfixia e outros problemas

Segundo o autor e vice-reitor da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Otago, Paul Brunton, o dispositivo é “uma alternativa não invasiva, reversível, econômica e atrativa aos procedimentos cirúrgicos”.

O estudo clínico, contudo, traz informações que contradizem a frase do autor.

A investigação relata que o uso do mecanismo “oferece alto risco de asfixia” caso os pacientes vomitem ou tentem ingerir alimentos sólidos.

“Foi incorporado um mecanismo de segurança que permite o desligamento do dispositivo em caso de uma emergência, como um ataque de pânico ou quando surge a possibilidade de asfixia”, afirmam os pesquisadores do estudo clínico.

Essa não é a primeira vez que é criado um dispositivo com o propósito de “fechar a boca”. Em 1980, um dispositivo semelhante se tornou popular.

Na época, pacientes que utilizaram o aparelho por cerca de 9 a 12 meses desenvolveram doença gengival. Em alguns casos, houve problemas contínuos com a restrição do movimento da mandíbula e alguns desenvolveram condições psiquiátricas agudas.

Para o dentista especializado em disfunção temporomandibular pela Escola Paulista de Medicina, Gustavo Issas, esse é um dos muitos problemas relacionados à saúde bucal que o uso prolongado do dispositivo pode proporcionar.

“O uso prolongado de um dispositivo que limita a mobilidade da mandíbula pode causar danos temporários ou até mesmo irreversíveis à articulação da face”, afirma Issas.

Para Angélica Messa Gargel, especialista em ortodontia, o uso do dispositivo também impossibilita a higiene bucal, pois dificulta o uso do fio dental e a remoção da placa bacteriana através da escovação.

“Manter a higiene bucal em dia é primordial, pois a boca é a maior cavidade do corpo a ter contato direto com o meio ambiente e acaba sendo porta de entrada para bactérias e outros microrganismos”, afirma

O risco das dietas líquidas

Para Fernanda Imamura, nutricionista especializada em transtornos alimentares pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a restrição alimentar, seja ela qualitativa ou quantitativa, traz diversas consequências negativas para a saúde física e mental, podendo gerar ansiedade, estresse, mau humor e, em muitos casos, ter o efeito contrário ao desejado, promovendo pensamentos obsessivos com a comida.

“Na minha opinião, o dispositivo proposto no estudo desumaniza as pessoas gordas e é praticamente uma forma de tortura”, afirma Imamura.

A obesidade, segundo ela, é algo multifatorial e que “utilizar um imã para que as pessoas fiquem com a boca fechada é ignorar toda a complexidade da alimentação e do ser humano e se distancia completamente do que é promover saúde”.

Imamura explica que dietas líquidas podem ser usadas em casos muito específicos de doenças e de pós-cirúrgicos, mas não devem ser incentivadas para a população como uma estratégia para o emagrecimento ou para a promoção da saúde.

A mastigação é um ato importante, não só biologicamente por promover a movimentação da articulação do músculo, mas também porque é o primeiro passo do processo digestivo.

Além do mais, a alimentação e suas características, como aroma e sabor, envolvem um importante fator psicológico e emocional: afeto.

“Estimular dietas líquidas promove uma relação ruim com a comida, pois é uma forma de restrição alimentar muito intensa e pode ser gatilho para o desenvolvimento de transtornos alimentares”, afirma Imamura.

G1

Opinião dos leitores

  1. Vixe, igualzinho aos que os jumentos e cavalos seguidores do Lularápio usam, meu Deus, que cabresto é esse. Kkkkk

    1. 25 comentários seus na página inicial, 0 que se aproveite. Palmas efusivas para o Calígula, ele merece!

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Esporte

Estudo aponta o melhor horário do dia para prática de atividade física

Foto: MesquitaFMS/Getty Images

O pai da medicina, o grego Hipócrates (460 a.C.-370 a.C), já intuía que o casamento entre a nutrição adequada e a atividade física é que fazia uma pessoa saudável: “Para o homem se manter sadio não basta se alimentar, mas também praticar algum tipo de movimento”. Milênios a fio, contudo, pouco fizeram avançar as certezas científicas da conexão de uma coisa com a outra. Foi apenas no fim dos anos 1940, fruto de uma curiosa experiência, que se confirmou a relevância dos corpos em ação. Um médico do Reino Unido, o inglês Jeremy Morris (1910-2009), ficou convencido de que a ocorrência cada vez maior de ataques cardíacos e doenças coronarianas tinha relação com o sedentarismo e não apenas com a idade ou o stress crônico, como se imaginava. Com verbas escassas, depois da II Guerra, Morris foi criativo.

Ocorreu-lhe que os ônibus londrinos de dois andares eram um laboratório perfeito para sua investigação comparativa, já que os motoristas ficavam o tempo todo sentados e os cobradores subiam e desciam as escadas. Ele acompanhou 35 000 profissionais durante dois anos e descobriu que os condutores, de modo geral, tinham risco duas vezes maior que os cobradores de sofrer um ataque do coração. Pela primeira vez na história, alguém fazia uma ligação direta entre exercício e saúde.

Desde então, entender quanto e como devemos nos movimentar virou uma das áreas mais interessantes e influentes da medicina. A compreensão do funcionamento do organismo que se mexe resultou, agora, em uma novíssima e detalhada certeza: qual hora do dia é a mais adequada para a malhação? Um estudo recente sugere que o melhor momento para a saúde metabólica é o fim da tarde — mais especificamente às 18h30, ao anoitecer. Conduzido pelo reputado Instituto Mary MacKillop da Universidade Católica Australiana, o trabalho avaliou o impacto do treino em dois índices extremamente relevantes, o colesterol e o diabetes. Nenhum estudo havia definido os ponteiros do relógio tão precisamente. Os pesquisadores avaliaram a saúde de 24 homens. Mulheres não foram incluídas para excluir eventuais alterações relacionadas ao ciclo menstrual (mas os resultados são, sim, unissex). Todos os voluntário eram obesos. Durante o trabalho, eles receberam uma dieta específica, composta de 65% de gordura (uma refeição equilibrada contém até 35%). Foram formados dois grupos. Um deles se exercitou todos os dias às 6h30; o outro, às 18h30. Praticaram a mesma atividade, que misturou intervalos breves e intensos de bicicleta ergométrica em um dia com exercícios mais leves e longos na jornada seguinte. Já no quinto dia os especialistas começaram a chegar a algumas conclusões: os exercícios realizados no fim da tarde reduziram o impacto da dieta gordurosa no colesterol e no diabetes. O treino praticado pela manhã não produziu mudanças.

Foto: Arte treino/Veja

Os cientistas ainda não identificaram a razão exata por trás dos resultados, mas há uma hipótese: no decorrer do dia, com o corpo naturalmente aquecido, há reação mais imediata dos músculos. Nesse horário, foi identificada também maior propensão genética à metabolização de proteínas, atalho para fortalecimento corpóreo. Os médicos, no entanto, advertem que não é o caso de ficarmos limitados a determinados horários para fazer exercícios. “Independentemente do período do dia, qualquer atividade física é imensamente melhor do que não fazer nada”, diz Antonio Carlos do Nascimento, doutor em endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Convém sempre beber um pouquinho mais da imaginação pioneira de Hipócrates, antessala antiquíssima do modismo da malhação que começou a brotar nos anos 1980, como mostra a série Physical (leia na pág. 84). A dieta dos voluntários do estudo foi piorada exponencialmente com o objetivo de analisar os efeitos da ginástica mais claramente. No entanto, sabe-se, hoje, tal qual o lendário grego supôs, que a influência da alimentação na saúde e no emagrecimento pode ser ainda maior que a do exercício físico em si. Um estudo recente da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou uma relação da dieta com o diabetes maior do que se acreditava: o consumo de gordura trans (e não só do açúcar) aumenta o risco da doença. Em compensação, a ingestão de gorduras boas, como as encontradas em peixes e óleos vegetais, reduz a probabilidade do desenvolvimento do problema. Os brasileiros não só se alimentam mal como não praticam atividade física a contento. Oito em cada dez adultos não mantêm uma dieta balanceada e quatro em cada dez são considerados sedentários. Na pandemia, o cenário ainda piorou: 20% das pessoas ganharam peso durante as quarentenas, proporção idêntica dos que deixaram os treinos de lado. Resumo da ópera: o bom senso manda comer direito e não parar quieto — e nada como pôr um tênis e sair para dar uma volta nos bonitos crepúsculos do inverno.

Veja

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Saúde

Nova terapia para câncer de próstata reduz em cerca de 40% chance de morte de pacientes com metástase, aponta estudo

Foto: Divulgação

A descoberta de uma nova terapia experimental reduziu em quase 40% as mortes de homens com câncer de próstata agressivo, em comparação a pacientes semelhantes que receberam apenas o tratamento padrão. O estudo, publicado no The New England Journal of Medicine, dá esperança aos pacientes com doença avançada, e abre portas para uma forma promissora de combate ao câncer.

A pesquisa foi pensada para retardar os impactos da doença para pessoas com câncer de próstata metastático, que ainda não possui cura definitiva, e acompanhou 831 pacientes em 10 países por um período médio de 20 meses. O resultado do estudo mostrou que os que receberam o tratamento experimental sobreviveram por uma média de 15,3 meses, em comparação com 11,3 meses para aqueles que tiveram apenas o tratamento padrão, o que representa uma redução de 38%. Além disso, seus tumores eram mais propensos a encolher, seus níveis de antígeno específico da próstata eram mais propensos a cair e o risco de progressão do câncer foi reduzido em 60%.

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se 65.840 novos casos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2020-2022. Isso significa dizer que, a cada 100 mil homens, cerca de 62,95 terão o risco de desenvolver a patologia. Atualmente, esse tipo de tumor é a segunda principal causa de morte entre pessoas do sexo masculino no país, atrás apenas do câncer de pulmão, e acomete principalmente homens com 65 anos ou mais.

A maioria dos tratamentos que prolongam a vida depende da supressão ou do bloqueio dos andrógenos, os hormônios masculinos que alimentam o câncer de próstata. A descoberta, porém, depende de uma molécula radioativa para atingir uma proteína encontrada na superfície das células do câncer de próstata, que retarda a chance de óbito.

“Isso é algo novo, pois você está direcionando a radiação diretamente para o câncer”, disse Karen Knudsen, presidente e executiva-chefe da American Cancer Society. “Você não está apenas destruindo as células cancerosas, você está bombardeando de forma inteligente o lugar que o tumor encontrou para viver”, complementa.

Como funciona o tratamento

O tratamento experimental, denominado lutécio-177-PSMA-617, combina um composto que tem como alvo uma proteína na superfície das células cancerosas da próstata, chamada antígeno de membrana específico da próstata, ou PSMA, com uma partícula radioativa que ataca as células.

A proteína PSMA, que pode ser detectada por exames de imagem, está quase exclusivamente nas células do câncer de próstata e, portanto, o tratamento causa menos danos ao tecido circundante, segundo o Dr. Oliver Sartor, co-investigador principal do estudo e diretor médico do Tulane Cancer Center em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Embora a proteína não seja onipresente nos tumores de próstata, ela é encontrada em mais de 80% dos casos. Entre os pacientes selecionados para o estudo, 87% eram PSMA-positivos. Apenas os homens positivos para o marcador foram incluídos no estudo. Além disso, o estudo envolveu homens com uma forma de câncer de próstata metastático chamado câncer de próstata resistente à castração. Todos os pacientes tinham doença que progrediu apesar dos tratamentos com quimioterapia e terapia hormonal para suprimir e bloquear os andrógenos.

“Esses pacientes receberam basicamente todas as terapias disponíveis”, disse ele. “Este é o primeiro medicamento direcionado ao tumor que realmente resulta em um benefício de sobrevida geral entre pacientes pré-tratados de forma incrivelmente intensa”, conclui Dr. Oliver Sartor.

No entanto, o estudo teve algumas limitações. Devido às dificuldades de conduzir um estudo duplo-cego com um tratamento radioativo, o teste foi aberto: tanto os pacientes quanto os médicos sabiam se estavam ou não recebendo o tratamento. Isso causou alguns problemas no início, pois os pacientes que ficaram desapontados com sua designação se retiraram do estudo.

O Globo

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Saúde

Pólen de árvores pode ajudar a espalhar o Sars-CoV-2 pelo ar, mostra estudo

Foto de árvore de Salgueiro. Japatino/Getty Images

Estudo indica que pólen liberado pelo salgueiro-branco, uma espécie comum nos EUA, pode carregar o vírus e distribui-lo por grandes grupos de pessoas

O pólen é um pó muito fino, com grânulos microscópicos, que contém os gametas masculinos das plantas. Ele flutua no ar, ou é transportado por insetos, até chegar ao pistilo – a parte feminina das plantas, que é fecundada pelos gametas. Muitas espécies liberam pólen, que é mais comum na primavera e causa rinite alérgica em algumas pessoas. Mas um novo estudo indica que ele também pode ter outro efeito: ajudar a carregar o Sars-CoV-2 pelo ar e espalhá-lo por uma área maior.

O estudo, que foi publicado ontem na revista do Instituto Americano de Física (AIP), simulou em computador a propagação dos grãozinhos de pólen do salgueiro-branco (Salix alba), uma árvore comum nos EUA. Os autores consideraram o seguinte cenário: 10 mil grãos de pólen, com vento fraco (4 km/h) e temperatura ambiente de 22 graus, e dois contingentes de pessoas -com 11 e 97 indivíduos, respectivamente- localizados a 20 metros de distância da árvore.

Quando o pólen chega até as pessoas, o coronavírus presente no ar (que foi expelido por alguma delas) adere aos grânulos – e se propaga levado por eles. No grupo menor, de 11 pessoas, isso não faz muita diferença: a nuvem de pólen simplesmente atravessa o grupo e vai embora rápido. Mas no grupo maior, de 97 pessoas, o resultado é outro. Os corpos das pessoas freiam a passagem do ar, fazendo com que o pólen circule entre elas – e o vírus cubra grande parte do grupo, mesmo com os indivíduos a 2 metros um do outro (distanciamento que costuma ser recomendado como medida de prevenção do contágio).

Grãos de pólen liberados por salgueiro-branco e seu espalhamento, ao longo de dois minutos, num grupo de 97 indivíduos.  Foto: AIP Physics of Fluids/Reprodução

Sem a presença do pólen, os vírions desceriam mais rapidamente para o chão, pois estão contidos em microgotículas de saliva (que as pessoas emitem ao falar). Quando o Sars-CoV-2 adere ao pólen, que é mais leve, ele se libera das microgotículas – e pode ficar no ar por mais tempo, bem como cobrir maiores distâncias levado pelo vento.

O estudo também traz um mapa comparando a presença do salgueiro-branco com os casos de Covid-19 registrados nos EUA no ano passado entre abril e agosto – período que engloba a primavera e o verão no hemisfério Norte. Veja abaixo:

Áreas dos EUA com pólen do salgueiro-branco (itens A e B) e regiões com maior incidência per capita de Covid durante o período de polinização. Foto: AIP Physics of Fluids/Reprodução

O estudo se limitou à simulação aerodinâmica, e não entrou na parte biológica. Não modelou, por exemplo, a carga viral dentro da nuvem de pólen, ou quantas das 97 pessoas poderiam desenvolver Covid-19 após serem expostas a ela (inclusive porque a “dose mínima infectante”, quantidade de vírions que um indivíduo precisa aspirar para ter a doença, ainda não foi determinada pela ciência).

O salgueiro-branco não é comum no Brasil – aqui prevalecem outros tipos, como o salgueiro-chorão (Salyx babylonica), que pode ser encontrado em vários estados.

A relação entre pólen e Covid já havia sido apontada, de forma indireta, por um estudo europeu que analisou 130 localidades em 31 países – e constatou que as áreas com mais casos da doença costumavam ter maiores níveis de pólen.

Super Interessante

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Saúde

Covid-19: Revacinação ou reforço em 2022 ainda está em estudo, diz Queiroga; ministro prevê melhoria do cenário epidemiológico para setembro

Foto: Roque de Sá – 21.jun.2021/Agência Senado

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (21) que o governo ainda estuda a possibilidade da realização de um reforço vacinal contra a Covid-19 em 2022 e que negocia com farmacêuticas mais doses de imunizantes para esse cenário.

“Já traçamos um panorama para o ano de 2022. Neste sentido, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ter capacidade plena para produção da vacina com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional, estamos em negociações com farmacêuticas, como a Pfizer e a Moderna, para usar esses agentes no ano de 2022, se for o caso – e é possível que seja – de fazermos um reforço”, disse Queiroga, ao participar de audiência na Comissão Temporária Covid-19 do Senado.

“Claro que ainda não temos todas as respostas, todas as evidências científicas a esse respeito, se será necessário fazer uma nova vacinação como hoje, com duas doses, ou se apenas precisaremos do reforço”, completou.

Queiroga disse que também ainda não está claro, no caso da realização apensa de um reforço, se teria que ser usado o mesmo agente imunizante que o aplicado neste ano ou se poderia ser feito com outro agente, no que ele disse se tratar de uma intercambialidade de vacinas.

O ministro disse que também é importante avançar com o desenvolvimento de vacinas nacionais contra o novo coronavírus e citou exemplos como a Butanvac, do Instituto Butantan, e Versamune, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. “Todas essas vacinas são alvo do nosso interesse.”

Vacinação completa em 2021

Queiroga também voltou a dizer que a projeção do Ministério da Saúde é completar a imunização de todos os brasileiros com mais de 18 anos até o final de 2021.

“Pelos 600 milhões de doses que já dispomos, é possível antever também que tenhamos a população acima de 18 anos imunizada até o final do ano de 2021, o que consideramos, dentro da condição de carência de vacinas no mundo, uma meta bastante razoável e que faz jus a força e a tradição do nosso Programa Nacional de Imunização.”

Antes, o ministro havia dito que pelo ritmo da campanha nas últimas semanas, esse mesmo público deve terminar de receber a primeira dose das vacinas contra Covid-19 em setembro.

“Em relação à nossa campanha de vacinação, estamos muito seguros que vai caminhar com celeridade, tanto que os estados já tratam uma certa ‘disputa’, no bom sentido, para verificar quem está vacinando mais.”

Ministro prevê melhoria do cenário para setembro

Queiroga afirmou aos senadores que o governo prevê para setembro uma melhora do cenário epidemiológico no Brasil, considerando as ações desenvolvidas pela pasta, pelas secretarias estaduais e municipais, e o progresso da campanha de vacinação.

“Para tanto, além da vacinação, do fortalecimento do sistema de saúde para atender os casos graves, temos que envidar com outras ações, como uma ampla política de testagem”, defendeu.

Ele também disse que em 2020 o país fez poucos testes e não adotou uma “política mais apropriada” de isolamento dos casos positivos bem como dos seus contactantes.

“O Ministério da Saúde já aprovou uma política para testagem, com dois pilares: os testes rápidos de antígenos na atenção primária, dedicados aos pacientes sintomáticos, e os pacientes assintomáticos – algo que talvez não tenhamos colocado em prática como uma política pública coordenada nacionalmente – devem ser testados em ambientes de grande circulação, como metrô, rodoviárias e aeroportos.”

Ele disse ainda que o objetivo é testar até 20 milhões de pessoas todos os meses, sendo 1,8 milhão na rede de atenção primária e os demais no setor público.

CNN Brasil

 

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Diversos

Estudo da ONU aponta que Brasil é líder na proteção de florestas

Foto: Banco de imagens/Estadão Conteúdo

O Brasil é o país do mundo que mais dedica território à proteção de vegetação nativa. A afirmação é da Organização das Nações Unidas (ONU), publicada em estudo sobre Áreas Protegidas no Planeta, que considera como terras protegidas as unidades de conservação, parques nacionais, estações hidrológicas e também aquelas destinadas a povos tradicionais, como os indígenas. Entre as dez maiores nações do mundo em extensão territorial, o Brasil está na liderança como o país que mais protege florestas. O ranking preparado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi publicado na revista Oeste. Nele, o Brasil lidera com 30% da área protegida, ao lado da Austrália, que tem 20%, China, com 15,6%, Rússia, com 11,2%, e os demais países com 10% ou menos de proteção. Segundo o doutor em Ecologia e presidente da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda, a proteção ambiental brasileira é quase três vezes maior em comparação com as demais nações.

“Isso não é conhecido e nem reconhecido. Não se fala disso aqui dentro e muito menos lá fora. Eu quase diria que para alguns é importante esconder essa realidade. Essa realidade precisa ser conhecida, temos que conhecer como a própria ONU declara no seu relatório sobre as áreas protegidas do mundo que o Brasil tem a maior rede de áreas protegidas terrestres do planeta, o Brasil representa 6% das terras do mundo, sua extensão territorial, mas das áreas protegidas ele é 12%. Isso precisa ser conhecido para que, num segundo momento, seja reconhecido”, afirma. A extensão das áreas protegidas pelo Brasil equivale a 54% de todo o território europeu. Se projetarmos a dimensão territorial das áreas protegidas do nosso país na superfície da Europa, 15 países ficariam cobertos pela mata. No debate da sustentabilidade, a pauta do desmatamento segue no radar. Nesta semana, uma pesquisa feita pela Coalização Brasil, Clima, Florestas e Agricultura mostrou que 90% dos executivos já utilizam dados de desmatamento para tomar decisões nos negócios. Segundo Evaristo de Miranda, esse tema precisa de gestão. “É um tema que temos que gerir, mas ele é apenas um dos componentes do grande tema da gestão das florestas, da gestão da Amazônia, do desenvolvimento sustentável que compõe com tudo isso”, diz. Novos estudos sobre proteção ambiental estão sendo feitos pela Embrapa com dados do Cadastro Ambiental Rural e do Censo, e a expectativa é que eles sejam publicados nas próximas semanas.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Nao tem link pro estudo pra gente ler? Que conveniente, nao sou burro igual 98% dos brasileiros, vou acreditar quando eu achar esse estudo, ja to procurando a 3 dias e ainda nao econtrei, um estudo dessa importancia acredito que seria facil de achar né? Manda o link pra gente conferir.

  2. Os lacradores, ongs ,Macron, PT, PSOL, essa cambada toda de esquerdista. Eles vão a loucura

  3. Respeitem a inteligencia do. Brasileiro. Só pode ser mais uma MENTIRA DO BOLSONARO E SEUS APOIADORES. Não somos cegos nem surdos. Um governo que o ministro do meio ambiente vende madeira de desmatanento ilegal e um presidente terraplanista e louco que mata a populaçao do Brasil é obvio que acham que tal mentira vai enganar o povo brasileiro. Esta noticia para mim e FALSA: – Em Tempo: Eu sei que você não vai publicar meu comentário más pelo menos vai conhecer minha opinião.

    1. Vc tem razão, esse estudo é de 2008, quando LULA governava o Brasil!
      A Jovem pan é uma agência de extrema direita e seu objetivo e apoiar o genocida fascista Bolsonaro!

  4. Essa notícia dada pela ONU vai matar um bocado de fumador de maconha que se dizem ambientalistas, pense num chute nos escritos desses malandros

    1. Qual é o preconteito retardado ai no brasil contra fumar uma planta? Um bando de cachaceiro inutil pro planeta, burros pra caralho que nunca estudaram porra nenhuma na vida enxendo o saco sem ter argumento algum, aqui na frança todo mundo fuma inclusive vende em lojas na rua msm, entao faz favor de me esclarecer, o que um infeliz energumeno como vc quer dizer quando vc fala “fumador de maconha” ?

  5. O Brasil, sob o governo Bolsonaro, está causando inveja ao resto do mundo. Campeão em vacinação, nosso país está recuperando sua economia com rapidez e dando exemplo aos demais países. Pergunte a um argentino o que ele está achando.

  6. Já ja chega setembro e começa o: fogo na Amazônia! Afinal de contas é o período natural de maior incidência de incêndios naturais. Mas vão culpar o presidente de novo, por causa de um efeito natural anual. Pqp

  7. Kkkkk O que é que eu vou dizer lá em casa? Qual será a narrativa dos propagadores se Fake News? Só vai restar continuarem a tocar fogo na Amazônia na época da estiagem. Alô GloboLixo, alô Leonardo Di Caprio, se pronunciem.

  8. Só para alguns esquerdopatas, fumadores da erva maldita, a culpa do desmatamento e do governo Bolsonaro.
    O que falta é verba paras as ONGs fileiras, que viviam na mordomia.
    Hô Véio arroxado é Bolsonaro.

  9. Acabou com as narrativas dos torcedores políticos radicais, das ONGS estrangeiras e da imprensa doente e ideológica, que querem entregar a Amazônia…Mas no Brasil atual, fatos são menos importantes que narrativas..
    Para os torcedores do quanto pior melhor…ONU fascista ou comunista? Kkkkkkk

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Geral

Estudo controverso publicado em um relatório da UNICEF sugere que pornografia pode ser positiva para crianças

Foto: BBC Brasil

Quando se pensa que já viu de tudo e que não pode ler notícia pior, vem uma nova informação para mudar esse cenário. Uma pesquisa publicada em um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) sugere que não há evidências conclusivas de que crianças expostas à pornografia sejam prejudicadas.

O estudo europeu feito em 19 países da União Europeia que visa entender como políticas públicas podem ser usadas para proteger as crianças de conteúdos nocivos, abusivos e violentos destacou que muitas crianças que foram expostas à imagens pornográficas não ficaram “nem chateadas nem felizes”. Além disso, de acordo com o resultado, 39% delas se sentiram “felizes” depois de ver pornografia.

Tal conclusão revoltou o mundo acadêmico e especialistas, uma vez que há muitos riscos causados pela exposição das crianças à pornografia. “O relatório da UNICEF ignora todos os estudos que demonstram e comprovam os danos que a pornografia causa nas crianças. Ao ignorá-los, o UNICEF joga uma verdadeira ‘roleta russa’ com a saúde e segurança das crianças”, afirmou a vice-presidente e diretora do Instituto de Pesquisa do Centro Nacional de Exploração Sexual, Lisa Thompson.

De fato, afirmar que a pornografia não é prejudicial às crianças certamente é uma conclusão absurda, uma vez que há diversos dados que mostram os malefícios causados por ela.

Um estudo realizado pelo Comitê Britânico de Classificação de Filmes, por exemplo, responsável por indicar a classificação etária dos produtos audiovisuais na Grã-Bretanha, destacou que a pornografia não apenas é facilmente acessada pelas crianças, como também faz mal para elas. Além disso, os resultados apontaram que há uma grande tendência de as crianças se sentirem mal em relação ao próprio corpo.

Outros estudos provam que o acesso à pornografia faz com que jovens e adultos se tornem viciados, porque a pornografia é altamente viciante, uma vez que o efeito que causa no cérebro tem o mesmo impacto do que a cocaína e outras drogas. Além disso, nos sites de conteúdos pornográficos há uma ampla divulgação de sequestros de crianças, tráfico de pessoas e de drogas, sem falar na objetificação de mulheres.

Os responsáveis devem intervir, sim

Para psicólogos, alguns pais e mães acabam sendo permissivos demais. Há quem chegue ao absurdo de pensar que assistir esse tipo de conteúdo na infância pode ajudar a menina ou o menino no desenvolvimento, ou então que é apenas “coisa da idade”.

Um engano que pode prejudicar essa criança por toda a vida. Por isso, os pais e responsáveis que desejam para os seus filhos uma vida mental e física saudável devem buscar impedir o acesso à pornografia.

É essencial proteger as crianças e adolescentes. Para isso, os especialistas deixam claro que manter uma relação de diálogo é o melhor caminho para prevenir que os pequenos se tornem vítimas desse mal.

Hoje, as crianças conseguem acessar o que querem por meio de um único clique. Somente os pais podem ajudá-las a não serem contaminadas e prejudicadas, ou elas correrão o risco de ter todos os relacionamentos futuros prejudicados. Os tutores precisam proteger e, acima de tudo, estar presentes na vida dos filhos.

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Parabéns aos sábios que ajudam a Globo a abater o Imposto de Renda todo ano com “Criança Esperança” e ajuda a financiar a UNICEF para nos presentear com esse tipo de coisa.

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Saúde

Comunidade de inteligência dos EUA analisa teorias sobre origem da Covid-19, entre elas, que o vírus teria ‘escapado’ de laboratório na China

Foto: Thomas Peter/Reuters 

O Escritório da Diretora de Inteligência Nacional (ODNI) dos Estados Unidos emitiu uma declaração pública incomum na quinta-feira (27) sobre o status de sua coleta de informações sobre as origens da pandemia de Covid-19, divulgando divisões dentro da comunidade de inteligência sobre se o vírus escapou de um laboratório na China ou ocorreu naturalmente.

A declaração segue uma ordem do presidente norte-americano, Joe Biden, na quarta-feira para a comunidade de inteligência redobrar seus esforços para descobrir a causa da pandemia nos próximos 90 dias.

A porta-voz da ODNI, Amanda Schoch, reiterou o anúncio de Biden de que a comunidade de inteligência ainda está trabalhando para determinar como o vírus se originou “mas se aglutinou em torno de dois cenários prováveis: ou surgiu naturalmente do contato humano com animais infectados, ou foi um acidente de laboratório”.

Schoch repetiu o que Biden disse na quarta-feira, que há uma diferença de opinião entre várias agências de inteligência e seus graus de confiança nas teorias.

“Enquanto dois elementos da Comunidade de Inteligência tendem para o primeiro cenário e um se inclina mais para o último – cada um com confiança baixa ou moderada. A maioria dos elementos dentro da comunidade não acredita que haja informações suficientes para avaliar uma como mais provável do que o outra”, disse Schoch.

A comunidade de inteligência sob a administração Biden tem sido notavelmente mais transparente sobre seu entendimento sobre certas questões-chave e está disposta a divulgar publicamente as diferenças de opinião entre as 18 agências de inteligência mais do que nos governos anteriores.

No início do ano, foram divulgados diferentes níveis de confiança entre as agências de inteligência sobre a existência de recompensas oferecidas pela Rússia ao Taleban para matar soldados americanos no Afeganistão.

A declaração de quinta-feira também é notável porque mostra que a comunidade de inteligência fez pouco progresso na determinação das origens do vírus desde sua primeira declaração sobre o assunto em abril do ano passado.

Em uma audiência no Congresso no mês passado, a Diretora Nacional de Inteligência, Avril Haines disse ao Comitê de Inteligência do Senado que as agências de inteligência dos EUA ainda não sabem “exatamente onde, quando ou como o vírus da Covid-19 foi transmitido inicialmente” na China.

Mas há uma nova pressão sobre o governo para resolver o problema depois que o Wall Street Journal e a CNN relataram novas informações que ressaltaram a plausibilidade da teoria do laboratório, bem como novos comentários de Anthony Fauci – o principal conselheiro médico de Biden – que reconheceu que ele e outros cientistas podem ter sido muito definitivos em declarações públicas anteriores descartando essa possibilidade.

Um relatório de inteligência dos EUA descobriu que vários pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, foram hospitalizados em novembro de 2019 com sintomas consistentes com Covid-19 e outras doenças sazonais – um novo detalhe sobre a gravidade e o momento em que seus sintomas.

A China relatou à Organização Mundial da Saúde (OMS) que o primeiro paciente com sintomas semelhantes aos de Covid foi registrado em Wuhan em 8 de dezembro de 2019.

O diretor do Laboratório Nacional de Biossegurança de Wuhan, que faz parte do Instituto de Virologia de Wuhan, negou veementemente o relatório, chamando-o de uma “mentira completa” para o tabloide estatal chinês Global Times.

Os legisladores no Capitólio também pressionaram Biden a se aprofundar na origem da Covid-19, já que o governo chinês afirma que o vírus se originou e se espalhou naturalmente.

A senadora democrata Patty Murray, de Washington, presidente do Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado, pediu na quarta-feira “respostas claras” da comunidade de inteligência sobre as origens do coronavírus e disse que seu painel exploraria quaisquer opções adicionais que pudesse.

Também na quarta-feira, a legislação apoiada pelos senadores republicanos Josh Hawley, do Missouri, e Mike Braun, de Indiana, foi aprovada por consentimento unânime exigindo que o governo Biden, especificamente Haines, tire o sigilo de qualquer material relacionado às ligações entre o Instituto de Virologia de Wuhan e as origens da pandemia de Covid 19.

Enquanto isso, os EUA e seus aliados continuam a pressionar a China “para participar de uma investigação internacional completa, transparente e baseada em evidências e a fornecer acesso a todos os dados e evidências relevantes”. O governo chinês também resiste a se envolver na segunda fase de investigação da OMS.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Para o vagabundo-mor, todo dia é sexta-feira. #DireitaVagal

  1. Tem que ser feito por um laboratório de ciências científicas da china comunista, comunismo só trás merda,covid criado por cientistas comunistas para acabar com o mundo,ainda ficam conversando merda, safados, comunismo só faz merda

    1. Apoiado Max Dantas, essa corja de pilantras que adora viver das migalhas do estado, estão ficando sem discurso. Tudo leva a crer que essa teoria é verdadeira, brincar com isso não tem graça, taí o preço, inclusive, esses eternos defensores do comunismo deviam ir viver lá, país simpático, lindo, livre, precisando de trabalhadores, justo, eles, defensores dos regimes totalitários deviam saber que a coisa lá pega, destrói, manda para campos de concentração, humilha e envergonha a família.

    2. A China é mais capitalista e desenvolvida que o Brasil. Vão estudar.
      Comunismo acabou só existe na loucura de vcs!

    1. A canalhice de vcs chega a ser até engraçada. Kkkkkkkkk

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Saúde

EUA pedem que OMS conduza 2ª fase de estudo sobre origem do novo coronavírus

Foto: © Reuters/Phil Noble/Direitos Reservados

Os Estados Unidos (EUA) pediram nessa quinta-feira (27) que a Organização Mundial da Saúde (OM) conduza uma segunda fase de investigação sobre as origens do novo coronavírus, com especialistas independentes tendo acesso completo a dados originais e amostras na China.

Uma equipe liderada pela OMS, que passou quatro semanas na cidade e nos arredores de Wuhan em janeiro e fevereiro com pesquisadores chineses, disse, em um relatório divulgado em março, que o vírus havia provavelmente sido transmitido a partir de morcegos para humanos por meio de outro animal, e que a “introdução por meio de um incidente em laboratório era considerada hipótese extremamente improvável”.

O presidente dos EUA, Joe Biden, determinou que seus assessores encontrem respostas para a origem do vírus que causa a covid-19. Ele afirmou que agências de inteligência dos EUA estão analisando teorias rivais potencialmente incluindo a possibilidade de acidente em um laboratório na China.

O estudo inicial da OMS foi “insuficiente e inconclusivo”, disse a missão dos EUA na ONU em Genebra, em nota ontem, pedindo a condução do que chamou de segunda investigação oportuna, transparente e baseada em evidências, inclusive na China.

“É fundamental que a China ofereça aos especialistas independentes acesso total aos dados originais e completos e às amostras relevantes para entendimento da fonte do vírus e dos estágios iniciais da pandemia”, acrescenta a declaração dos EUA.

A China, por meio de um representante de sua embaixada nos Estados Unidos, disse que apoia “um estudo abrangente de todos os casos iniciais da covid-19 descobertos pelo mundo, e uma investigação minuciosa em bases secretas e laboratórios biológicos”.

Mike Ryan, principal especialista em emergências da OMS, disse na reunião anual de ministros de Saúde na quarta-feira (26): “Fizemos consultas informais com muitos países-membros para ver o que acontece na próxima fase. E vamos continuar a fazer essas discussões nas próximas semanas”.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Se fosse o Trump pedindo a esquerda toda ia contestar, por fazer xenofobia contra o povo chinês! Mas o Biden pode tudo e todo mundo fica caladinho. Realmente não é o que falam é QUEM fala

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