Resposta exagerada do sistema imune aumenta mortalidade da Covid-19, diz estudo

Foto: Reprodução/CNN

A hiperatividade do sistema imunológico pode ser uma das causas da alta mortalidade da Covid-19 com relação a outras doenças do aparelho respiratório. Pesquisadores do Reino Unido apontam que um descontrole na resposta imune ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode acabar por inflamar exageradamente os tecidos de órgãos afetados, agravando a doença e podendo levar à morte.

Assim como outros vírus respiratórios, como os que causam a Influenza A (gripe comum) ou mesmo outros coronarívus (MERS-CoV e a SARS-CoV), o novo SARS-CoV-2 causa um tipo muito particular de tempestade de citocinas, moléculas usadas pelo corpo para indicar às células de defesa onde a infecção está localizada e começar o processo de extinção do vírus.

Essas moléculas de localização, as citocinas, são dividias em duas classes, as pró-inflamatórias e as anti-inflamatórias. Durante as infecções pelos vírus da gripe comum, da MERS e da SARS, o corpo libera essas duas classes de citocinas de maneira equilibrada, de forma que as citocinas pró-inflamatórias sejam enviadas para combater o vírus invasor e, depois, as anti-inflamatórias avisem o sistema imunológico que é preciso relaxar as defesas para não agredir os órgãos.

O que os pesquisadores descobriram ao longo do estudo, é que, em casos graves de Covid-19, a resposta imune é diferente. Os níveis das citocinas anti-inflamatórias IL-2, IL-10, IL-4 ou IL-5 não sobem como deveriam, o que causa uma desregulação do IFN tipo 1, que é o processo de recrutamento dos leucócitos, que combatem o vírus invasor. A falta de um freio eficiente acaba fazendo com que essas células agridam o corpo.

Em resumo, em casos graves de Covid-19, as células pró-inflamatórias são convocadas, mas como o mecanismo anti-inflamatório está desregulado, o corpo não entende a hora que precisa encerrar o combate.

O sistema imunológico acaba estabelecendo um ciclo exacerbado da inflamação e agredindo os órgãos. Essa hiperindução de citocinas pró-inflamatórias causa quadros de inflação grave do aparelho respiratório. “É um dos fatores que contribuem para a mortalidade observada com o coronavírus 2019”, escreveram os pesquisadores.

Com o estudo, os pesquisadores esperam colaborar para a produção de tratamentos mais eficientes, que trabalhem as particularidades das doenças respiratórias. Segundo os cientistas, “o estudo poderia ajudar os especialistas a identificar intervenções que aliviam a síndrome de liberação de citocinas e diferentes doenças, e avaliar se poderiam utilizá-las nos casos de COVID-19”.

CNN Brasil

Variante da Covid pode demandar 3ª dose da Coronavac, aponta estudo preliminar

Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Pesquisadores brasileiros descobriram que duas doses da Coronavac podem não ser suficientes para a variante brasileira do novo coronavírus (P1), identificada primeiro em Manaus, capital do Amazonas, em dezembro de 2020.

A pesquisa, ainda preliminar, traz outro alerta importante: os anticorpos de quem já teve o novo coronavírus com a cepa mais comum da doença não garantem imunidade contra esta variante.

Apesar do alerta, pesquisadores que participaram do estudo, José Luiz Proença Módena e Fabiana Granja, ambos da Unicamp, destacaram que a aplicação do imunizante deve continuar e que essa é a “única forma de prevenir casos graves da doença”.

O estudo, conduzido por cientistas da USP, Unicamp, Universidade de Oxford entre outras instituições, sugere que a cepa, presente em pelo menos 17 estados brasileiros, é capaz de driblar a capacidade neutralizante dos anticorpos produzidos tanto por quem já pegou Covid-19, como por quem já recebeu duas doses da Coronavac.

O artigo chama a atenção para a possibilidade de novas variantes do Sars-CoV-2 serem mais resistentes às vacinas contra Covid-19. Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram o plasma de oito pessoas que participaram dos testes da fase 3 da Coronavac e que já haviam sido imunizados com as duas doses da vacina no final de agosto.

Os pesquisadores confrontaram a capacidade dos anticorpos presentes no plasma de “vencerem” a nova variante P1 e a cepa do vírus que mais circula no País, da linhagem B, e perceberam que o vírus conseguiu escapar. Não há informações no estudo sobre a gravidade da doença para quem se reinfectar ou se infectar com a cepa P1 mesmo tendo sido vacinado.

“Nossos dados, em hipótese alguma, indicam que a Coronavac não funciona. Só chama atenção para o fato de que as medidas de controle da doença precisam continuar mesmo entre os que já tomaram a vacina, que dá proteção contra formas graves e é a única forma de aliviarmos a pressão sobre o sistema de saúde”, afirmou o coordenador Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes da Unicamp, professor José Luiz Proença Módena.

Resposta imune

A Coronavac é produzida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica Sinovac e é a principal vacina contra a Covid-19 distribuída pelo Ministério da Saúde através do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Em nota, o Butantan informou que a vacina “induz ampla resposta imune” contra a Covid-19 e que “realiza estudos próprios em relação à variante identificada no Amazonas. Os resultados devem ser conhecidos nos próximos dias”.

“As novas variantes aumentam a chance de reinfecção. Quem já teve pode não estar protegido”, afirmou a pesquisadora Fabiana Granja, responsável pela manipulação do vírus em laboratório.

Anticorpos

Em outra conclusão que inspira preocupação, os cientistas analisaram o plasma sanguíneo de 19 pessoas que tiveram Covid-19. O resultado: há uma diminuição em seis vezes das chances de os anticorpos neutralizarem a nova variante.

Os pesquisadores seguem trabalhando e afirmaram que novos resultados, realizados com a análise do sangue de outras pessoas, estão mostrando os mesmos dados que os iniciais.

“É um alerta. Vamos continuar pesquisando. Talvez seja necessária a aplicação de uma dose de reforço, ou de vacinar as pessoas todo ano contra a Covid-19, como fazemos no caso da Influenza (gripe). As pessoas devem tomar a vacina, porque é ela quem vai evitar a ida ao hospital”, afirmou.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Calça cravada, rindo de orelha a orelha com essa informação, mais uns milhões garantido, e quando aparecer uma segunda cepa vem a quarta dose a terceira cepa a quinta dose desse placebo e por aí vai , e o governo federal só pagando e afundando o país.
    Ôh, governo de bom coração , e se não quiser pagar o STF obriga e o governo que se vire aumentando a sua dívida vendendo títulos públicos para arrecadar dinheiro e pagar . E todos aqueles ligados ao calça cravada nos estados ganham, menos o povo.

  2. Santos disse:

    Obrigado aos governadores em especial ao governador João Dória, por ter assumido a frente no combate ao coronavirus.
    Qto ao irresponsável, espero que seja preso, o qto antes, por crime contra a saúde pública.

  3. JOSÉ disse:

    Assistam o vídeo da Dra. Roberta Lacerda, muito esclarecedor.

    • b disse:

      e depois leiam a bula do remédio que ela recomenda, na parte q fala sobre o fígado

  4. Tico de Adauto disse:

    DoriaVac vacinando o Brasil 👏👏👏

  5. Roque Santeiro disse:

    Nenhuma essas vacinas até agora fabricadas, garante com segurança total a imunização do vacinado. As diversas variações de eficácia são preocupantes e limitantes, bem como, o surgimento de novas cepas, imunizar só não resolve, apenas minimiza.

  6. luciano disse:

    Vacina da China só podia ser de péssima qualidade

  7. CNN disse:

    Logo será uma por mês!

  8. Salatiel disse:

    Os fabricantes da Vacina contra o Covid estão rindo a toa, vários estão ficando bilionários segundo uma reportagem, quanto mais vacinas melhor para eles. Se a vacina salvar mesmo vidas que fiquem cada vez mais ricos, agora se a indústria estiver se aproveitando do caos, logo saberemos.

  9. Amo Lula disse:

    Começou a BAGAÇA , compraram gato por lebre , quem confia nessa VACINA 🤦🏼‍♂️, chá e reza braba NÃO FAZ MAL A NINGUÉM, é o jeito !!!

  10. Bolsonaro RN disse:

    Mais motivos, E haja mais dinheiro pra governadores e prefeito, de grão em grão a galinha enche o papo.

Estudo analisa inflamação de gânglios linfáticos após vacina de Covid-19

Foto: American Roentgen Ray Society/American Journal of Roentgenology)

Em artigo publicado no American Journal of Roentgenology, a pesquisadora Shabnam Mortazavi, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, avaliou o inchaço de gânglios linfáticos axilares em mulheres que foram vacinadas contra a Covid-19.

A reação foi identificada nos casos dos imunizantes da Moderna e da Pfizer/BioNTech e já tinha sido observada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Por se assemelhar a características de tumores malignos, o efeito colateral tem chamado a atenção de profissionais da saúde desde o início da vacinação no país norte-americano.

Mortazav analisou registros de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 de um total de 23 mulheres, entre 21 e 49 anos. Todas apresentaram inflamação dos gânglios linfáticos na axila do mesmo lado do braço em que foi aplicada a vacina. Dentre as pacientes, 13% foram classificadas como sintomáticas em decorrência da presença de caroços. Em 43%, o inchaço foi detectado acidentalmente em exames de rastreamento, como mamografia, ultrassom e ressonância magnética. E em outros 43% dos casos, a reação foi identificada a partir de diagnósticos por imagem realizados por motivos distintos.

No caso das mamografias, um nódulo foi considerado anormal quando o tamanho, a forma ou a densidade dele divergiam das proporções dos demais nódulos axilares. Para ultrassonografias, identificou-se a irregularidade com base na avaliação da espessura cortical e na proeminência do nódulo comparada à axila oposta. Em ressonâncias magnéticas, foram considerados anormais os nódulos assimétricos em tamanho ou número em relação à outra axila.

Os resultados mostraram que 57% das mulheres estavam com um nódulo anormal. Esses dados foram obtidos durante um intervalo médio de 9,5 dias entre o recebimento da primeira dose de vacina e a realização dos exames. “O estudo destaca a inflamação dos gânglios linfáticos axilares do mesmo lado do braço vacinado com Pfizer/BioNTech ou Moderna como uma reação em potencial com a qual radiologistas devem estar familiarizados”, declara, em nota, Mortazavi.

A pesquisa ainda ressalta que as informações são importantes para que as reações não sejam confundidas com tumores malignos. De acordo com Mortazavi, para melhorar a avaliação dos casos de inchaço dos gânglios linfáticos e das suas possíveis causas, é fundamental levar em consideração a data em que o paciente foi vacinado contra o Sars-CoV-2 e o braço em que o imunizante foi aplicado.

No último dia 15 de fevereiro, o site da empresa de saúde University Hospitals, nos EUA, entrevistou a especialista em radiologia da mama Holly Marshall, médica no Cleveland Medical Center, que não esteve envolvida no estudo. Ela explicou à publicação que a reação não necessariamente é preocupante. “O inchaço pode ser um sinal de que o seu corpo está produzindo anticorpos em resposta à vacina, como é esperado”, disse. “É um acontecimento normal enquanto o corpo está construindo uma resposta imunológica para combater o vírus.”

Galileu – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Não criemos pânico, a vacina da Pfizer é muito moderna, usa uma tecnologia diferente do "feijão com arroz" aplicada na Coronavac (que é a mais amplamente aplicada no país) e a vacina da Sinovac é "tão perigosa" quanto do sarampo, catapora e outras aí com o vírus inativado. Ou seja, o risco é baixíssimo.

    A da Pfizer ainda não veio ao Brasil, então não há porque associar vacinas a tumores de qlqr natureza.

Estudo sugere risco ao reduzir 10 dias de quarentena para infectados

FOTO: ALISSA ECKERT, MS; DAN HIGGINS, MAM/CDC/REUTERS

Resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) sugerem que pode ser arriscado reduzir de 14 para dez dias o tempo de quarentena indicado para casos leves e moderados de COVID-19, como recomendou em outubro o Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

No estudo, apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), os pesquisadores do IMT-USP trabalharam com 29 amostras de secreção nasofaríngea de pacientes com diagnóstico confirmado por teste de RT-PCR. O material foi coletado em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Araraquara no décimo dia após o início dos sintomas e, em laboratório, inoculado em culturas de células.

Em 25% dos casos, o vírus presente nas amostras se mostrou capaz de infectar as células e de se replicar in vitro. Em teoria, portanto, pessoas que tivessem contato com gotículas de saliva expelidas por 25% desses pacientes no período em que o material foi coletado ainda poderiam ser contaminadas. Os dados completos da pesquisa foram divulgados na plataforma medRxiv, em artigo ainda sem revisão por pares.

“Recomenda-se que os infectados com sintomas leves permaneçam totalmente isolados em casa, sem contato com ninguém, durante todo o período de quarentena. E há uma grande pressão para reduzir o tempo de isolamento – tanto por fatores econômicos como psicológicos. Mas, se o objetivo da quarentena é mitigar o risco de transmissão do vírus, 25% [de pacientes com vírus viável] é uma proporção muito alta”, avalia Camila Romano, coordenadora da investigação.

Como explica a pesquisadora, a quarentena de 14 dias foi estabelecida ainda no início da pandemia com base no tempo médio que leva, após o início dos sintomas, para o SARS-CoV-2 deixar de ser detectado no teste de RT-PCR. Em geral, esses primeiros estudos foram feitos com indivíduos com doença moderada ou grave, que precisaram ser hospitalizados.

“Partiu-se do princípio de que quando a carga viral é tão baixa a ponto de ser indetectável nesse tipo de exame – considerado padrão-ouro para o diagnóstico da COVID-19 – o risco de transmissão torna-se muito pequeno. Naquela época nem sequer havia testes suficientes para diagnosticar todos os casos suspeitos e menos ainda para liberar os pacientes com sintomas leves da quarentena. Então estabeleceu-se como padrão o período de 14 dias para infectados não hospitalizados”, explica Romano.

Estudos posteriores mostraram ser possível detectar o RNA viral nas vias respiratórias pelo teste de RT-PCR por um período até superior a 14 dias. Contudo, segundo esses mesmos trabalhos, após o oitavo ou nono dia de sintomas dificilmente se conseguia isolar em pacientes com quadros leves ou moderados o vírus ainda viável, ou seja, com a capacidade de se replicar em células.

Desse modo, em meados de 2020, o CDC passou a rever as recomendações referentes ao período de quarentena. Para pessoas expostas ao SARS-CoV-2 sem diagnóstico confirmado por teste molecular, estipulou-se que um isolamento de dez dias seria suficiente para reduzir o risco de transmissão para 1%. Para casos confirmados com sintomas leves ou moderados, o isolamento poderia ser interrompido dez dias após o início dos sintomas, considerando a resolução da febre por pelo menos 24 horas. Este período, entretanto, deveria ser estendido em caso de COVID-19 grave, em pacientes com algum tipo de comprometimento imunológico ou caso o infectado ainda estivesse manifestando sintomas.

“No Brasil, a regra ainda é a quarentena de 14 dias, embora alguns municípios estejam cogitando reduzir para dez dias. Em países como a Suíça, infectados com sintomas leves são liberados do isolamento após sete dias apenas”, conta Romano à Agência FAPESP. “À medida que mais estudos vêm sendo feitos em populações diferentes e com metodologias mais sensíveis, percebemos que ainda é muito cedo para ‘bater o martelo’ sobre o tempo ideal de quarentena. Estamos vendo países sendo atingidos por novas ondas da doença e cada vez menos o isolamento de 14 dias é seguido. É importante levar em conta os dados mais recentes ao repensar políticas de isolamento”, defende a pesquisadora.

Metodologia

O estudo descrito no artigo é parte de um projeto ainda em andamento, cujo objetivo é avaliar a transmissão domiciliar do SARS-CoV-2 na cidade de Araraquara. A cidade decretou lockdown no dia 15 de fevereiro, depois que foi detectada em pacientes locais a nova variante brasileira do vírus, conhecida como P1.

Graças a uma parceria com os gestores municipais, os pesquisadores do IMT-USP conseguiram contatar pacientes com sintomas leves que tiveram o diagnóstico de COVID-19 confirmado por RT-PCR em uma UBS local e não foram hospitalizados.

Foram convidadas para participar 53 pessoas com idades entre 17 e 60 anos que testaram positivo no décimo dia de sintomas. Somente 29 das 53 amostras coletadas continham material suficiente e bem conservado e puderam ser utilizadas nos experimentos.

Em um laboratório com nível 3 de biossegurança (NB3) sediado no IMT-USP, as amostras selecionadas foram incubadas com linhagens de células Vero – originárias de rim de macaco –, modelo mais usado em estudos sobre coronavírus.

“O experimento consiste em oferecer para o vírus um ambiente adequado para ele se replicar. Inoculamos a secreção nasofaríngea coletada dos pacientes nas culturas celulares e acompanhamos durante quatro ou cinco dias”, conta Romano.

Esse intervalo, segundo a pesquisadora, é suficiente para observar se o contato com o vírus provoca um efeito citopático, ou seja, se as células em cultura começam a morrer. A variação da carga viral nas linhagens foi quantificada pela mesma técnica de RT-PCR usada no diagnóstico.

Em 25% dos casos avaliados observou-se um efeito citopático significativo, acompanhado de aumento na carga viral.

“Claro que um experimento feito em laboratório não reproduz com perfeição o que ocorre na natureza. Mas nossos resultados são um indício de que pode haver partículas virais viáveis nas secreções de pacientes no décimo dia de sintomas”, afirma Romano.

Atualmente, o grupo realiza novos ensaios com o objetivo de descobrir como varia, em um mesmo paciente, a dinâmica do risco de transmissão. Amostras estão sendo coletadas diariamente, entre o nono e o 14o dia de sintomas. Esse material será inoculado em culturas celulares para ver em que medida a proporção de amostras com vírus viável diminui com o passar dos dias.

Segundo Romano, os resultados obtidos até agora reforçam a importância de manter a quarentena de 14 dias. “O isolamento, de modo geral, precisa ser intensificado neste momento. Caso contrário, o avanço lento da vacinação exercerá uma pressão seletiva sobre o vírus e favorecerá a emergência de variantes resistentes. Diminuir o isolamento neste momento é extremamente perigoso”, alerta.

O artigo Discontinuation of isolation for persons with COVID-19: Is 10 days really safe? pode ser lido em: www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.01.29.21250753v1.full.pdf.

R7, via Agência Fapesp

Quem já teve Covid-19 pode precisar de apenas 1 dose de vacina, diz estudo, que mostra altos níveis de anticorpos após a primeira aplicação

Foto: Camila Souza/GOVBA/.

Pesquisadores sugerem que pessoas que já tiveram Covid-19 podem precisar de apenas uma dose da vacina para gerar uma forte resposta imunológica contra a doença, mesmo em vacinas cujo regime de administração prevê a aplicação de duas doses. Estudos recentes mostraram que pessoas previamente infectadas tendem a sentir efeitos colaterais mais intensos e apresentar níveis mais altos de anticorpos após a primeira dose da vacina, em comparação com aquelas que nunca tiveram a doença, o que seriam indicativos de que elas podem precisar de apenas uma injeção.

Um estudo publicado recentemente na plataforma pré-publicação medRxiv, mostrou que pessoas que já haviam sido infectadas com o vírus relataram fadiga, dor de cabeça, calafrios, febre e dores musculares e articulares após a primeira injeção mais frequentemente do que aquelas que nunca foram infectadas. Essas pessoas também apresentaram pelo menos 10 vezes mais anticorpos após a primeira dose da vacina do que a média de pessoas não infectadas que receberam duas doses, descobriu um novo estudo.

Os efeitos colaterais após a vacinação são totalmente esperados e são um bom sinal. Eles indicam que o sistema imunológico está montando uma resposta e estará mais bem preparado para combater uma infecção se o corpo entrar em contato com o vírus.

De acordo com os pesquisadores, isso pode significar que as pessoas previamente infectadas precisam apenas de uma injeção para protegê-las de ficarem doentes novamente. Uma única injeção também pode ajudá-las a evitar efeitos colaterais mais desconfortáveis ​​após uma segunda dose.

Outro trabalho, publicado na mesma plataforma, analisou a reação de 59 profissionais de saúde após serem vacinados. Destes, 42 já tiveram a doença. Os resultados mostraram que as pessoas que haviam sido infectadas anteriormente apresentaram, após a primeira dose, os mesmos níveis de anticorpos de pessoas que nunca tiveram a doença tinham após a segunda dose.

Além disso, experimentos em laboratório mostraram que esses anticorpos foram capazes de impedir o vírus de entrar nas células. Diante da baixa disponibilidade da vacina neste primeiro momento, os pesquisadores concluem que aqueles que já tiveram Covid-19 devem receber apenas uma dose da vacina. Ao menos até o fornecimento se estabilizar.

Por outro lado, alguns especialistas acreditam que a estratégia é arriscada. Ambos os estudos avaliaram um pequeno grupo de pessoas vacinadas, portanto, as evidências não seriam suficientes para transformar as descobertas em uma recomendação generalizada e alterar os regimes avaliados nos testes clínicos. “Sou um grande defensor da dosagem certa e do cronograma certo, porque é assim que os estudos foram realizados”, disse a imunologista Maria Elena Bottazzi, do Baylor College of Medicine, ao The New York Times.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roque Santeiro disse:

    É muita especulação.

Todos os vírus que provocam a Covid-19 na população mundial cabem em uma lata de Coca-Cola, diz estudo

Foto: Reprodução/Free Images

Todos os vírus causadores de Covid-19 que circulam no mundo atualmente poderiam caber facilmente em uma única lata de Coca-Cola, de acordo com cálculos de um matemático britânico, cuja soma expõe quanta devastação é causada por minúsculas partículas virais.

Usando taxas globais de novas infecções com a doença pandêmica, juntamente com estimativas de carga viral, o especialista em matemática da Bath University, Kit Yates, descobriu que existem cerca de dois quintilhões de partículas do vírus Sars-CoV-2 no mundo.

Yates usou o diâmetro do Sars-CoV-2 — que tem, em média, cerca de 100 nanômetros, ou 100 bilionésimos de um metro — e então descobriu o volume do vírus esférico.

Mesmo levando em consideração o fato de que as partículas deixam lacunas quando são empilhadas, o total ainda é menor do que a capacidade de uma única lata de Cola-Cola de 330 mililitros (ml), disse ele.

“É surpreendente pensar que todos os problemas, as interrupções, as dificuldades e as perdas de vidas que resultaram no ano passado ocupam um espaço tão pequeno”, disse Yates em um comunicado.

Mais de 2,34 milhões de pessoas morreram na pandemia Covid-19 até agora, e quase 107 milhões de casos foram confirmados em todo o mundo.

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Coca Cola disse:

    A Coca cola patrocina tudo…

  2. Tico de Adauto disse:

    Por isso evito tomar coca cola

Origem da covid-19: pesquisador defende estudo de cavernas de morcego

FOTO: REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

Peter Daszak, membro da equipe liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que busca pistas da origem da covid-19 na cidade chinesa central de Wuhan, disse que é preciso tentar rastrear os elementos genéticos do vírus em cavernas de morcegos.

Zoólogo e especialista em doenças animais, Daszak disse que a equipe em Wuhan vem recebendo informações de como o vírus, identificado primeiramente na cidade no final de 2019, levou a uma pandemia. Ele não entrou em detalhes, mas disse que não há indícios de que ele surgiu em um laboratório.

A origem do coronavírus se politizou muito depois das acusações, sobretudo dos Estados Unidos, de que a China não foi transparente na maneira como lidou com o surto no princípio. Pequim ventilou a hipótese de que o vírus surgiu em outro local.

Daszak se envolveu na pesquisa da origem da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) em 2002-2003, rastreando-a em morcegos que viviam em uma caverna de Yunnan, uma província do sudoeste chinês.

“É preciso fazer uma pesquisa semelhante se formos encontrar a verdadeira origem [da Covid-19] na vida selvagem”, opinou Daszak, presidente da EcoHealth Alliance, sediada em Nova York.

“Este tipo de trabalho para encontrar a fonte provável em um morcego é importante porque, se você conseguir encontrar as fontes destes vírus letais, pode diminuir os contatos com estes animais”, explicou ele à Reuters em uma entrevista.

Não está claro se atualmente a China está estudando suas muitas cavernas de morcegos, mas vírus semelhantes ao SARS-CoV-2 já foram encontrados em Yunnan.

“Estou vendo um quadro surgindo de algumas das possibilidades que parece mais plausível do que antes”, disse Daszak.

Uma possibilidade sendo analisada mais atentamente pela equipe é a de que o vírus podia estar circulando muito antes de ser identificado em Wuhan.

“Isto é algo que nosso grupo está analisando muito intensamente para ver qual nível de transmissão comunitária podia estar acontecendo antes”, disse Daszak.

“O verdadeiro trabalho que estamos fazendo aqui é rastrear desde os primeiros casos até um reservatório animal, e esta é uma rota muito mais tortuosa, e pode ter acontecido ao longo de vários meses, ou mesmo anos.”

Os investigadores estão visitando hospitais, instalações de pesquisa e o mercado de frutos do mar onde o primeiro surto foi identificado, mas seus contatos em Wuhan são limitados a visitas organizadas por seus anfitriões chineses.

Agência Brasil

Esquizofrenia é um dos principais fatores de risco para a Covid-19, diz estudo

Foto: Freepik/Reprodução

Pacientes que sofrem de esquizofrenia têm 2,7 vezes mais chances de morrer de Covid-19, segundo novo estudo publicado na revista JAMA Psychiatry. Com esses resultados, o diagnóstico do transtorno mental pode ser um dos agravantes mais relevantes para a progressão da infecção, atrás somente do fator idade.

Na pesquisa, cientistas analisaram dados de mais de 7.300 pacientes diagnosticados com Covid-19 e tratados em hospitais de Nova York, EUA. Os pacientes que não tinham nenhum diagnóstico de transtorno mental serviram de grupo de controle; já os restantes foram divididos em três grupos: aqueles com problemas no espectro da esquizofrenia, os com diagnóstico de algum transtorno de humor (como depressão ou transtorno bipolar) e, por fim, os pacientes com ansiedade.

Os dados dos voluntários foram ajustados de acordo com vários fatores conhecidos por influenciar na progressão de infecções por Covid-19: sexo, idade, raça e outras comorbidades (como diabetes, doenças cardíacas, câncer e doenças crônicas). Entre os pacientes com algum diagnóstico de transtorno mental, havia 75 pessoas com histórico de esquizofrenia, 564 tinham histórico de transtorno de humor, e 360 sofriam transtorno de ansiedade. Os grupos foram acompanhados por 45 dias.

Comparando os resultados clínicos dessas pessoas com os pacientes sem histórico de transtornos mentais, a equipe não encontrou diferença significativa causada pelos transtornos de humor ou de ansiedade. No entanto, eles verificaram que aqueles com esquizofrenia tinham cerca de 2,7 mais chances de morrer do que os pacientes do grupo controle.

É um número muito significativo – possivelmente o segundo fator mais impactante para a mortalidade da doença depois da idade, segundo os pesquisadores. Em termos de comparação, pacientes com idades entre 45 e 54 anos tinham 3,9 vezes mais chance de morrer de Covid-19 do que pacientes mais jovens, independente se tinham ou não transtornos mentais. A cada 10 anos de idade após os 54, esse risco dobrava. Já pacientes com problemas cardíacos ou diabetes tiveram um risco 1,65 e 1,28 vezes maior de morrer, respectivamente.

A esquizofrenia é um transtorno mental crônico que afeta cerca de 23 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde. Ela é caracterizada por distorções no pensamento, percepção, emoções, linguagem, comportamento e podem incluir alucinações e/ou delírios.

O diagnóstico de esquizofrenia e outros transtornos psiquiátricos já havia sido associado com uma maior chance de contrair Covid-19 em estudos anteriores, mas nenhum outro trabalho havia analisado o impacto desses transtorno na letalidade da doença.

Não se sabe exatamente o que causa esse maior risco de morte em pacientes com esquizofrenia. Sabe-se que pessoas diagnosticadas com o transtorno possuem uma expectativa de vida menor (entre 10 e 20 anos a menos do que pessoas sem a condição), em geral. Mas isso geralmente é associado com outros fatores que comumente acompanham a esquizofrenia, como obesidade, doenças cardíacas ou o hábito de fumar. O estudo, no entanto, descobriu que mesmo ajustando esses fatores entre os pacientes, a esquizofrenia continuou sendo um fator de risco por si só.

Uma hipótese é que existam diferenças genéticas entre os pacientes com esquizofrenia que alteram a resposta imunológica de seus corpos, aumentando o risco de inflamações severas no sistema respiratório; estudos anteriores já demonstraram que há diferenças entre o sistema imunológico de pessoas com esquizofrenia, embora não se compreenda totalmente o fenômeno. Outra hipótese é que as medicações utilizadas nos tratamentos mais comuns de esquizofrenia possam ter um papel no fenômeno. Sabe-se que efeitos colaterais desses fármacos podem incluir ganho de peso e maior risco de desenvolver diabetes, por exemplo.

Mas essa é apenas uma hipótese – e os autores do novo estudo admitem que não incluíram dados sobre medicações em seu estudo, então não dá para concluir nada. Pacientes com esquizofrenia não devem abandonar seus tratamentos com base nisso, alertam os cientistas, mas devem considerar seguir os protocolos de proteção e distanciamento social com mais seriedade.

O estigma e o preconceito que essas pessoas enfrentam também pode estar ligado a cuidados de saúde menos adequados e a negligência da sociedade, que influenciam tanto em uma menor expectativa de vida quanto no tratamento da Covid-19.

A equipe espera que outros estudos sejam feitos para confirmar os resultados e tentar entender melhor o fenômeno. A pesquisa atual tem limitações reconhecidas: incluiu uma população relativamente pequena de pessoas com esquizofrenia e foi feita entre março e maio de 2020, quando Nova York enfrentava sua pior fase na pandemia e o sistema de saúde da cidade estava a beira do colapso, o que pode ter impactado nos resultados finais. Até novas informações, a comunidade médica deve estar atenta para a população de pessoas com transtornos mentais, já que parecem ser especialmente vulneráveis à Covid-19.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bem de vida disse:

    Vocês estão todos é lisos e doentes!!! Kkkkk kkk……

  2. Lourenço disse:

    Eu sou bem aposentado, trabalhei muito, por mérito da minha capacidade e esforço, sou de família Humilde, tenho todo o tempo e prazer do mundo de ler e comentar as baboseiras de vcs e suas em particular 😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀😀

  3. Lourenço disse:

    Pior Zezinho do Gado é a incapacidade de vcs agirem como seres racionais 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭 que Deus tenha piedade de vcs. Agora vc Desmaia e depois vai DeLira.

  4. ZéGado disse:

    Em alguns bovinos, o inchaço na venta por causa da argola é muito preocupante.

    • Tonho Marreta disse:

      Todos sabem que o gado tem chifre, usa argola, tem badalo no pescoço para ser vigiado e recebe o ferrão do dono. Coisa dos eleitores da esquerda, tanto que temos o ZéGado.
      Se essa matéria tem algum fundo de verdade, acho que os zumbis da esquerda poderiam pegar o covid, pois é melhor ficar com esquizofrenia que ser atestado como anencéfalo.

    • Adestrador de jumentos disse:

      Jumento faia em causa própria, o vagabundo chora até hoje a perda da BOQUINHA , chora pelo seu LADRAO DE ESTIMAÇÃO ,
      Estou adestrando jumentos, começo dando pão com mortadela e uma camisa vermelha , com dizeres de qualquer MERDA,

The Lancet: Eficácia da vacina Sputnik V contra Covid-19 é de 91,6%, diz estudo

Foto: Sputnik V/Divulgação

A vacina Sputnik V mostrou grandes resultados em termos de eficácia, imunogenicidade e segurança contra o novo coronavírus em análise intermediária de um ensaio clínico de Fase 3.

A eficácia do imunizante foi de 91,6% em regime de duas doses, de acordo com a revisão do estudo publicada na revista médica The Lancet nesta terça-feira (2).

A análise incluiu dados de 19.866 voluntários, que receberam a primeira e a segunda doses da vacina Sputnik V, ou seu placebo, entre os quais foram confirmados 78 casos de Covid-19.

O estudo apontou que entre os 2.144 idosos com mais de 60 anos que participaram do estudo, a taxa de eficácia foi de 91,8% e, portanto, não diferiu estatisticamente do grupo de 18 a 60 anos.

“Entre os casos analisados, mais de 98% dos voluntários desenvolveram uma resposta imune humoral e 100% uma resposta imune celular. O nível de anticorpos neutralizantes do vírus nos voluntários vacinados com Sputnik V é 1,3 a 1,5 vezes maior do que o nível de anticorpos dos pacientes que se recuperaram da Covid-19”, afirmou, em nota, o Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), que patrocinou o desenvolvimento da vacina.

Ainda de acordo com o RDIF, a Sputnik V será uma das vacinas mais acessíveis do mundo, com preço inferior a US$ 10 (cerca de R$ 54) por dose.

O fundo diz que o imunizante já foi registrado em 16 países: Rússia, República da Bielo-Rússia, Sérvia, Argentina, Bolívia, Argélia, Palestina, Venezuela, Paraguai, Turcomenistão, Hungria, Emirados Árabes Unidos, Irã, República da Guiné, Tunísia e Armênia.

Além disso, ainda nesta semana a vacinação com a Sputnik V começará em 12 países: Bolívia, Cazaquistão, Turcomenistão, Palestina, Emirados Árabes Unidos, Paraguai, Hungria, Armênia, Argélia, República Sérvia da Bósnia, Venezuela e Irã.

CNN Brasil

Estudo vê risco à fertilidade masculina após Covid-19; médicos pedem cautela

Foto: Shutterstock/CNN

Casos graves de Covid-19 podem afetar a qualidade do esperma de um homem, possivelmente afetando sua fertilidade, de acordo com um novo estudo publicado quinta-feira na revista Reproduction.

“Este relatório fornece a primeira evidência direta até o momento de que a infecção por Covid-19 prejudica a qualidade do sêmen e o potencial reprodutivo masculino”, disse o estudo.

No entanto, especialistas não envolvidos na pesquisa estão céticos sobre a conclusão do relatório e pediram cautela na generalização dos resultados da pesquisa.

“É preciso levantar uma nota forte de cautela na interpretação desses dados. Por exemplo, os autores afirmam que seus dados demonstram que ‘a infecção por Covid-19 causa prejuízos significativos da função reprodutiva masculina’, embora apenas mostrem realmente uma associação,” disse Allan Pacey, professor de andrologia da Universidade de Sheffield em South Yorkshire, no Reino Unido, por e-mail.

“Estar doente por causa de qualquer vírus, como a gripe, pode diminuir temporariamente sua contagem de esperma (às vezes para zero) por algumas semanas ou meses. Isso torna difícil descobrir o quanto das reduções observadas neste estudo foram específicas para Covid-19, em vez do que apenas por estar doente “, disse a Dra. Channa Jayasena, consultora em endocrinologia reprodutiva e andrologia do Imperial College London, por e-mail.

Além disso, “é importante notar que não há evidências do vírus da Covid-19 no sêmen e que não há evidências de que o vírus possa ser transmitido via sêmen”, disse Alison Murdoch, que dirige o Newcastle Fertility Centre no International Centre for Life, Newcastle University, no Reino Unido, por e-mail.

Pequeno estudo com 84 homens

O estudo comparou 105 homens férteis sem Covid-19 com 84 homens férteis que testaram positivo para o novo coronavírus. Os pesquisadores, então, analisaram o sêmen dos participantes em intervalos de 10 dias por 60 dias.

Em comparação com homens saudáveis ??sem o novo coronavírus, o estudo encontrou um aumento significativo na inflamação e estresse oxidativo em células de esperma pertencentes a homens com Covid-19. A concentração, mobilidade e forma de seus espermatozoides também foram afetadas negativamente pelo vírus.

As diferenças aumentaram com a gravidade da doença, concluiu o estudo.

“Esses efeitos sobre as células espermáticas estão associados à menor qualidade dos espermatozoides e redução do potencial de fertilidade. Embora esses efeitos tendam a melhorar com o tempo, eles permaneceram significativa e anormalmente maiores nos pacientes com Covid-19, e a magnitude dessas mudanças também foram relacionadas à doença severidade”, disse o pesquisador principal Behzad Hajizadeh Maleki, um estudante de doutorado na Justus Liebig University Giessen, em Hesse, Alemanha, em um comunicado.

Havia também níveis muito mais altos de atividade enzimática ACE2 em homens que tiveram Covid-19, descobriu o estudo.

A ACE2, ou enzima conversora de angiotensina 2, é a proteína que fornece o ponto de entrada para o novo coronavírus se conectar e infectar uma ampla gama de células humanas.

No entanto, não é surpreendente que a Covid-19 possa impactar o sistema reprodutivo masculino porque os receptores ACE2, que são os mesmos receptores que o vírus usa para obter acesso aos tecidos do pulmão, também são encontrados nos testículos, disse Pacey, que também é editor-chefe da revista Human Fertility.

Uma preocupação constante

“Desde o início da pandemia de Covid-19, tem havido uma preocupação compreensível (mas teórica) sobre se o coronavírus pode ter um impacto prejudicial na fertilidade dos homens que são infectados”, disse Pacey.

Depois de revisar cerca de 14 estudos publicados sobre o assunto, ele concluiu que “qualquer efeito mensurável do coronavírus na fertilidade masculina foi provavelmente apenas leve e temporário”.

Os achados do último estudo, acrescentou, podem ser devidos a outros fatores, como o uso de medicamentos para tratar o vírus, que os autores também reconheceram.

“Portanto, tudo que vejo neste conjunto de dados são possíveis diferenças na qualidade do esperma entre homens que estão doentes com doença febril e aqueles que estavam bem. Já sabemos que uma febre pode impactar na produção de esperma, independentemente do que causou isso”, disse Pacey.

Sheena Lewis, professora emérita da Queen’s University Belfast, na Irlanda, compartilhou impressões semelhantes por e-mail: “minha estranheza é que os homens com Covid-19 (no estudo) tinham peso corporal substancialmente maior e estavam em uma série de tratamentos terapêuticos”.

“Sabemos que a obesidade por si só reduz a qualidade do esperma. Os tratamentos contra Covid-19 também podem ter afetado a qualidade do esperma desses homens, em vez do próprio vírus”, disse Lewis.

“Assim, estudos de longo prazo são necessários antes que os testículos sejam considerados um órgão de alto risco específico para Covid-19”, disse Murdoch, de Newcastle.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luna disse:

    Isso é bem a cara da mãe do vírus, redução de natalidade…..
    Uma herança genética dos asiáticos…

Vacina da Pfizer é eficaz contra cepas do Reino Unido e da África do Sul, diz estudo

Foto: Dado Ruvic/Reuters

A vacina desenvolvida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech conserva praticamente toda sua eficácia contra as variantes britânica e sul-africana do vírus da covid-19, informaram as duas empresas em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, 28. Os testes in vitro realizados com o vírus original e as mutações registradas (E484K e N501Y) “não demonstraram a necessidade de uma nova vacina”, segundo os dois laboratórios, que afirmam continuar monitorando essas variantes e estar “prontos para reagir”, se alguma delas se tornar resistente à vacina. A variante brasileira ainda não foi testada pelo laboratório. Chamada de P.1, ela contém várias mutações, entre elas a E484K e N501Y.

O estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, feito em parceria com a Universidade do Texas, foi publicado na plataforma bioRxiv, mas ainda não foi revisado por pares. Os pesquisadores analisaram os anticorpos gerados por 20 pessoas – vacinadas com as duas doses da Pfizer/BioNTech – para três mutações do coronavírus criadas em um laboratório, incluindo as principais mutações das variantes britânica e sul-africana.

Essas mutações são localizadas na proteína spike do vírus, as “pontas” características que estão na superfície e permitem que o coronavírus entre nas células humanas. “O plasma dos indivíduos que receberam a vacina neutralizou todas as variantes”, disseram as empresas, que reconheceram ainda que a neutralização foi “ligeiramente mais leve” nas três mutações da variante sul-africana em comparação com a britânica.

Outro estudo publicado na semana anterior, de pesquisadores da África do Sul, já havia sinalizado a maior resistência da variante sul-africana. Os laboratórios afirmaram que vão seguir adiante com os estudos sobre as mutações, principalmente a sul-africana, e que vão “vigiar a eficácia da vacina no mundo” diante do surgimento de novas variantes.

Mesmo assim, as empresas acreditam que a “flexibilidade da vacina, baseada na tecnologia de RNA mensageiro”, que injeta no corpo instruções genéticas que dizem às células o que fazer, é “apropriada para desenvolver novas versões da vacina, se necessário”./AFP

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo Sá disse:

    As cepas agora têm nacionalidade, mas o vírus CHINÊS não pode ser Chinês??? Duplo padrão. Já está mais que manjado!

Covid-19: Antiviral espanhol plitidepsina reduz 99% da carga viral, diz estudo

FOTO: FREEPIK

Um medicamento antiviral (plitidepsina) produzido pela empresa espanhola PharmaMar e testado em laboratórios de França e Estados Unidos demonstrou causar uma redução de 99% da carga viral do Sars-CoV-2, coronavírus causador da covid-19.

Os experimentos “in vitro” e “in vivo” já realizados em modelos animais com este medicamento, usaado como antitumoral, apresentaram uma eficácia antiviral e um perfil de toxicidade promissores, informou nesta terça-feira (27) a empresa espanhola após a publicação dos resultados na revista Science.

Os autores concluíram que a “plitidepsina” é, “de longe”, o composto mais potente descoberto até agora e sugeriram, portanto, que deveria ser testado em ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19.

O trabalho é o resultado de uma colaboração entre a PharmaMar e os laboratórios dos pesquisadores Kris White, Adolfo García-Sastre e Thomas Zwaka, nos Departamentos de Microbiologia e Biologia Celular, Regenerativa e de Desenvolvimento da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, em Nova York; Kevan Shokat e Nevan Krogan, do Instituto de Biociências Quantitativas da Universidade da Califórnia, em San Francisco; e Marco Vignuzzi, do Instituto Pasteur, em Paris.

Os autores determinaram que “a atividade antiviral da plitidepsina contra o Sars-CoV-2 ocorre através da inibição de um alvo conhecido (eEF1A)” e asseguraram que este medicamento demonstrou “in vitro” uma forte potência antiviral, em comparação com outros antivirais contra o vírus em questão, e também com uma toxicidade limitada.

Em dois modelos animais diferentes de infeção pelo coronavírus, o ensaio demonstrou uma redução na replicação viral, e comprovou uma diminuição de 99% nas cargas virais nos pulmões dos animais tratados com plitidepsina.

Os pesquisadores observam na publicação que, embora a toxicidade seja uma preocupação com qualquer antiviral que vise uma proteína de célula humana, o perfil de segurança da plitidepsina está bem estabelecido em humanos e as doses bem toleradas deste medicamento utilizado no ensaio clínico contra a covid-19 são ainda mais baixas do que as utilizadas nesses experimentos.

A publicação conclui que a plitidepsina atua bloqueando a proteína (eEF1A), que está presente em células humanas, e que é utilizada pelo Sars-CoV-2 para reproduzir e infectar outras células. Este mecanismo culmina em uma eficácia antiviral também “in vivo”.

“Acreditamos que os nossos dados e os resultados positivos iniciais do ensaio clínico da PharmaMar sugerem que a plitidepsina deve ser seriamente considerada para ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19”, destacam os pesquisadores.

A empresa recorda, na mesma nota divulgada nesta terça-feira, que diante da contínua propagação global da doença e do crescente desespero para encontrar um tratamento, o diretor do Instituto Quantitativo de Biociências da Universidade da Califórnia, Nevan Krogan, uniu forças com pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Instituto Gladstone, da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, do Instituto Pasteur e do Instituto Médico Howard Hughes, para a busca de um tratamento.

No momento, a PharmaMar negocia com vários órgãos reguladores para iniciar os ensaios previstos para a fase 3.

R7, com EFE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    E a Cloroquina heim?

  2. Lourenço disse:

    😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭

  3. Manoel disse:

    Ninguém nem comenta sobre remédios com comprovação científica… Só querem saber de cloroquina e azitromicina pq o MINTOmaníaco receitou kkkk

  4. João disse:

    Bem melhor que cloroquina….

Respeitada revista britânica The Lancet publica estudo que destaca sinais positivos da ivermectina no tratamento da covid

Foto: Reprodução

A respeitada revista britânica, The Lancet. publicou em 19 de janeiro mais um estudo sobre o uso da ivermectina no tratamento contra a covid. No artigo, “O efeito do tratamento precoce com ivermectina na carga viral, sintomas e resposta humoral em pacientes com COVID-19 não grave: um ensaio clínico piloto, duplo-cego, controlado por placebo, randomizado”, destaca-se em trecho “uma redução acentuada de anosmia / hiposmia autorreferidos, uma redução da tosse e uma tendência para diminuir as cargas virais e os títulos de IgG mais baixos, o que justifica a avaliação em ensaios maiores”.

O estudo via proporcionado via SGlobal, Instituto de Saúde Global de Barcelona e Clínica Universidad de Navarra, também cita  “sinal positivo encontrado neste piloto, juntamente com evidências emergentes de modelos animais e outros ensaios clínicos, garante a realização de ensaios maiores usando ivermectina para o tratamento precoce de COVID-19”.

Ainda nesse sentido, o piloto mostra uma tendência a diminuir as cargas virais no grupo da ivermectina, uma tendência a diminuir os títulos de IgG que podem refletir doença mais branda e benefício clínico nos sintomas cardinais de COVID-19 associados a danos nos tecidos: anosmia / hiposmia e tosse. “Esses resultados estão de acordo com as evidências emergentes de ensaios em Bangladesh [10,11] e Argentina [12] mostrando uma eliminação viral mais rápida em participantes tratados, bem como com dados recentes de um modelo de hamster SARS-CoV-2 do Instituto Pasteur que também mostrou uma dicotomia sexual marcada no efeito da ivermectina na anosmia / hiposmia [24]”, destaca.

Enquanto se aguarda a confirmação desses resultados, o estudo lança alguma luz sobre o potencial mecanismo de ação da ivermectina contra COVID-19. “Este piloto aponta para um uso potencial de ivermectina em COVID-19 que justifica uma exploração mais aprofundada em ensaios maiores, com resultados clínicos em pacientes com fatores de risco ou doença mais grave. Isso é de particular importância para ambientes com recursos limitados, devido ao baixo preço da ivermectina, ampla disponibilidade e escalabilidade dos processos de fabricação”, diz o artigo.

Um outro trecho do estudo destacado pelo The Lancet faz um resumo do piloto, citando várias limitações importantes que garantem uma interpretação cuidadosa dos resultados. “Em primeiro lugar, foi desenhado para explorar um sinal potencial para o uso da ivermectina no COVID-19, não para fornecer evidências definitivas sobre o assunto, daí o seu pequeno tamanho de amostra. Em segundo lugar, este piloto foi restrito a indivíduos com doença não grave e sem fatores de risco para os quais o tratamento foi fornecido nas primeiras 48 horas de febre ou tosse, isso deve ser levado em consideração para o desenho de quaisquer estudos confirmatórios a serem realizados. Além disso, a quantificação da carga viral apresentada é intrinsecamente limitada pela heterogeneidade nas amostras, mesmo se todas fossem obtidas pelos mesmos médicos, a padronização contra um gene de célula epitelial humana seria necessária para garantir que as cargas virais sejam verdadeiramente comparáveis ​​[39]”, diz.

Por fim, o artigo do The Lancet enaltece o sinal positivo encontrado nesse piloto justifica a realização de estudos maiores usando ivermectina para o tratamento precoce de COVID-19. “Esses ensaios devem incluir pacientes com fatores de risco para doenças graves, bem como pacientes com pneumonia. O potencial para um mecanismo de ação diferente do efeito antiviral direto também abre a porta para a profilaxia pré-exposição em grupos de alto risco”, encerra.

Íntegra de artigo:

https://www.thelancet.com/journals/eclinm/article/PIIS2589-5370(20)30464-8/fulltext

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ildeu Mendes disse:

    Boa tarde!!
    Eu minha família estamos tomando a evermectina. E com ajuda de Deus juntos venceremos a luta!!
    Atenciosamente!!
    Mendes Cabeleireiro!!
    Da cidade Montes Claros MG

  2. Ivan disse:

    E agora petistas adoradores do vírus??? Essa "ciência" num vale…Çey…kkkkkkkkkkkkkkkkkk…Fiquem em casa e só procurem um médico qnd estiverem com falta de ar…

  3. João Macena disse:

    Ricardo Carvalho, vc foi sensacional no seu comentário irônico e inteligente. Parabéns! João Macena.

  4. Arthur disse:

    Venham conhecer Natal, a primeira capital a erradicar os piolhos de sua população. kkkkkkk

  5. Tico de Adauto disse:

    Tomem o remédio, então, gados bovinos. Kkkkkk

    • Ricardo Carvalho disse:

      Você não pode tomar, Tico, ivermectina mata vermes e parasitas! kkkkkkkkkkk

    • Direita radical disse:

      Vc não pode tomar porque não serve pra jumentos, só pra gados.
      #FechadosComBolsonaro

  6. Henrique disse:

    Esses “tratamento precoces” com as “inas” é como tratamento Homeopático: se o paciente não piorar ou morrer, pronto, conclui-se logo que o tratamento é eficaz.
    Se cloroquina e ivermectina dessem certo Manuas não estaria como tá, pois recebeu chuvas desses remédios.

  7. Paulo Henrique disse:

    Ivermectina, irei tomar enquanto não tomar a vacina. Dr. Albert. parabéns. Pelo conhecimento e uso profilático. Além do tratamento dos infectados.👏👏👏

  8. Adriano disse:

    Análise de estudos sobre ivermectina indica eficácia potencial contra Covid-19

    Da CNN, em São Paulo
    21 de janeiro de 2021 às 19:22
    Atualizado 22 de janeiro de 2021 às 09:06

    Parabéns ao Dr Albert Dickson que foi o 1° a levantar essa Bandeira.

    • Bawer disse:

      Sinto orgulho dele por isso. Outro dia ouvir o apresentador Salatiel debochar dele pelo uso e indicação da ivermectina. Deveria perdir perdão agora pela asneira que disse na época.

  9. Manoel disse:

    Sei que pode ser contra a natureza dos ruminantes bovinos pensarem , mas tirem a viseira e leiam: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/didier-raoult-medico-frances-estudo-hidroxicloroquina. Acreditar na ciência e na comprovação científica não eh ser de esquerda, comunista muito menos votar no PT!!! Não existe pílula mágica contra a covid, só Maduro e Bolsonaro querem fazer o povo acreditar nisso! O MINTOmaníaco inepto quer fazer o povo tomar um remédio que JÁ HÁ COMPROVAÇÃO QUE NÃO AJUDA EM NADA CONTRA A COVID! Sabe o porquê ele quer fazer o povo tomar cloroquina? Pq comprou estoque gigante e agora o o ministro da saúde está sofrendo reprimendas do TCU por gastar dinheiro do SUS em mais um devaneio do MINTOmaníaco… Saiam dessa bolha de narrativas bolsopetistas e pesquisem… Não vai doer pensar um pouco, muito menos vai transformar ninguém em petista ou comunista kkkk

    • Neco disse:

      Famosa falácia da falsa proclamação de vitória, com base na seleção direcionada de evidências.

    • Neco disse:

      Vou repetir o que disse há pouco: Bolsonaro não obrigou ninguém a fazer nada. No máximo fez uma aposta errada (mas essa discussão tá longe de ser encerrada), num momento em que estava todo o mundo batendo cabeça, sem saber o que fazer. Vide as indas e vindas da OMS sobre muitas abordagens. Sem sequer existir algo devidamente submetido a todos os trâmites científicos (demoram, demandam observação de longo prazo). A clorquina serve para um monte de coisa (pesquise). Se uma parte se estragar, paciência. Ninguém sabia o que fazer mesmo (tinha muito profisisonal renomado recomendado, Marina Bucar,m para citar um nome). Falar em ciência agora que as vacinas estão mais ou menos confiáveis é fácil. Imputar a isso uma tentativa de matar pessoas ou negar a ciência é só narrativa vigarista de perdedor.

    • Direita radical disse:

      Vc com certeza tomaria as "gotitas" do maduro né?
      #CloroquinaMitoCura

  10. Geofla disse:

    Chupa esquerdopatas negacionistas do quanto pior melhor.

  11. Dr. Veneno disse:

    Só não acredita quem não quer.
    Até os médicos q a condenam já tomaram.
    "Faça o q eu digo, mas não faça o q eu faço"

  12. João Dantas disse:

    tomei, tomo e continuarei tomando, eu e minha família, Dr. Albert sempre teve razão.

  13. Lucianobrito disse:

    Aproximadamente 8 milhões de curados no Brasil, essas pessoas foram tratadas com coca cola ou tratamento precoce inclusive com ivermectina? Bolsonaro tem razão esperando 2022.

  14. Roberto Araújo disse:

    O Pateta do Planalto comprou cloroquina para vinte anos e vejam vocês, todos os estudos mostraram nenhum efeito benéfico no tratamento para covid e em alguns casos causaram problemas cardíacos. A azitromicina assim como todo antibiótico combate bactérias, portanto caso sua a covid NÃO se desenvolva para um quadro inflamatório (assim como 80% dos acometidos pela doença, que são quatro leves ou automáticos) não é necessária sua prescrição. O único medicamento que mostrou alguma possibilidade de resultados positivos foi a ivermectina e esse mérito não é do Pateta

    • Deodato disse:

      Roberto você é mais um que nega a realidade.
      Desde sempre Bolsonaro defendeu a ivermectina e a cloroquina contra o covid.
      Tanto que a ivermectina acabou nas farmácias no primeiro semestre de 2020.
      Passou a ser remédio comprado só com receita, depois voltaram atrás.
      Quem NEGOU A EFICÁCIA DA IVERMECTINA FOI O GOVERNADOR DE SÃO PAULO, seguido pelos GOVERNADORES DO NORDESTE. O discurso deles para enganar o povo, era que "não tinha comprovação científica". Isso é de conhecimento público e existem incontáveis vídeos para provar. NÃO MINTA ROBERTO

    • Neco disse:

      Bolsonaro não obrigou ninguém a fazer nada. No máximo fez uma aposta errada (e essa discussão tá longe de ser encerrada), num momento em que estava todo o mundo batendo cabeça, sem saber o que fazer. Vide as indas e vindas da OMS sobre muitas abordagens. Sem sequer existir algo devidamente submetido a todos os trâmites científicos (demoram, demandam observação de longo prazo). A clorquina serve para um monte de coisa (pesquise). Se uma parte se estragar, paciência. Ninguém sabia o que fazer mesmo. Falar em ciência agora que as vacinas estão mais ou menos confiáveis é fácil. Imputar a isso uma tentativa de matar pessoas ou negar a ciência é só narrativa vigarista de perdedor.

    • Bawer disse:

      Quando vc pegar o covid19 é o que vc vai receber e com certeza vai tomar, ivermectina/azitromicina, caso piore para o estado grave, passará a toma hidroxocloriquina.

  15. Ricardo césar disse:

    Bruno Araujo Guevara, o negacionista

  16. Faça o bem disse:

    Só não pode misturar com leite condensado.

    • Direita radical disse:

      Também tá contra indicado para jumentos.
      Gado pode.
      #FechadosComBozoParaSempre

  17. JUAILSON VIEIRA DANTAS disse:

    Depois dizem que o PR é negacionista, vários depoimentos por médicos, revista científica, pessoas que usaram, mas mesmo assim os esquerdopatas continua negando a eficiência, é só não tomar, eu já fiz dois tratamento precoce com IVERMECTINA, mas o bom que não é obrigatório, toma quem quer.

  18. Sérgio disse:

    Tomei e tive bom resultado, nos SINTOMAS. Quanto a evitar a Covid, pelo jeito só a a vacina mesmo. Venha de onde vier.

  19. Rato Branco disse:

    Bom dia. Entendo que o tratamento precoce é usar máscara e não andar em locais com aglomeração de pessoas, lavar as roupas quando sair, limpar as mãos e lavar as máscaras diariamente
    A covid é novidade para a ciência. é como ovo. Um dia a ciência diz que é bom para a saúde, no outro, diz que não presta.
    Prevenção é o melhor modo de evitá-la

    • Calígula disse:

      Essas máscaras não protegem nem contra peidos, vai proteger contra vírus.

    • Natanael disse:

      O povo se contenta com o que a mídia vende e aceita a manipulação.
      Só as máscaras não vão evitar, deveria estar usando luvas descartáveis também.
      Existem centenas de estudos PROVANDO QUE A MEDICAÇÂO PREVINE CONTRA O VÍRUS, aumentando a resistência do organismo.
      Mas os crentes viciados nas narrativas da esquerda, duvidam dos estudos científicos e acreditam nas versões criadas pelos políticos sem qualquer fundamento.

  20. ZéGado disse:

    Coloquem no feijão também

    • Bawer disse:

      Cara faz algum comentário sensato, só falar asneiras. Se tivessem ouvido os infectologistas e médicos e não a OMS e a mídia comprada e adepto do "quanto pior melhor" muitos estariam vivos pra contar vitória.

  21. joao disse:

    Pelo visto a cada dia o presidente tinha razao. Remedios simples e baratos podem salvar vidas. O prefeito de Natal e os verdadeiros infectologistas estao de parabens pela coragem. Esse povo da esquerda e da globo é que sao genocidas.

  22. Tarcísio Eimar disse:

    Fiz antes da ser COVIDADO, durante e após recuperação continuo fazendo. Creio q por isso meus sintomas foram leves, nada que chegasse a afeta meu sistema respiratório.

  23. Júlio César Pessoa disse:

    Eita que o BA agora endoida!!!

  24. Diabinho disse:

    Será que o senador Frances do PT ja leu sobre isso??? Acho que nao… pq nao é favoravel a narrativa deles de quanto pior, melhor.

  25. Chicó disse:

    Aqueles que negam o tratamento precoce deveriam responder criminalmente pelas inúmeras mortes que poderiam ser evitadas. Eles são os verdadeiros negacionistas e genocidas !!!

    • Manoel disse:

      Não existe tratamento precoce em lugar nenhum no mundo! Quanto ao coquetel que querem empurrar no povo sem comprovação alguma estão a cloroquina e a azitromicina, aliás, esses dois já tem vários estudos que comprovam que não há beneficio NENHUM contra a covid! Sobre a ivermectina há alguns estudos iniciais e alvissareiros…

    • Neco disse:

      Tem vários estudos que atestam a eficácia da azitromicina e HCQ. Além de muitos relatos empíricos ainda não tabulados. As prssoas pinçam os frutos que confirmam as suas crenças e ignoram as que a contrariam.

    • Paulo Roberto disse:

      Esse Manoel é um ser desprezível. Um coveiro. Vai de retro!

  26. Romeiro disse:

    Agora eu farei uso

DOSE ÚNICA PODEROSA: Vacina da Johnson & Johnson contra a covid é segura e produz resposta imune, aponta estudo

Foto: Mark Ralston/AFP

A vacina contra covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson obteve indicadores satisfatórios de segurança e produção de resposta imunológica, de acordo com resultados das fases 1 e 2 publicados no periódico científico The New England Journal of Medicine. Os resultados positivos foram obtidos após aplicação única do imunizante em voluntários, com duas dosagens diferentes. Essa característica é tida como o diferencial da vacina, já que representaria uma imunização acelerada da população.

“Uma dose única da (vacina) Ad26.COV2.S induziu uma forte resposta humoral na maioria dos receptores da vacina, com a presença de anticorpos neutralizantes em mais de 90% dos participantes, independentemente da faixa etária ou da dose da vacina”, escreveram os pesquisadores da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, na conclusão do estudo. Os anticorpos aumentaram e se estabilizaram ao longo de uma análise de 71 dias, o que sugere a durabilidade da resposta imune da vacina, acrescentam os especialistas no estudo divulgado na semana passada.

O Brasil é um dos países no qual a empresa desenvolve testes da vacina. A liberação para a condução de estudos de fase 3 ocorreu em agosto e previa 7 mil voluntários. Pessoas de outros países da América Latina também foram recrutadas, ainda que aquém do inicialmente planejado, já que a farmacêutica decidiu reduzir a quantidade global de voluntários. Os dados da fase 3 é que indicarão se o imunizante ofereceu proteção contra o desenvolvimento da covid-19, apontando a sua taxa de eficácia.

No mais recente estudo, os pesquisadores analisaram os resultados da aplicação da vacina em 805 participantes, entre adultos e idosos. Eventos adversos como fadiga, dor de cabeça e dor no local da aplicação foram notados, mas as pessoas tiveram rápida recuperação. Outros casos foram notados, mas os especialistas destacaram que não houve relação com o imunizante.

Outro resultado relevante foi a resposta imunológica gerada pela vacina. A pesquisa mostra que 90% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes 30 dias após a aplicação. O número subiu para 100% quando os dados foram analisados 57 dias após o recebimento da dose, o que indica que uma menor parte do grupo demorou mais tempo para desenvolver a proteção. Os resultados foram obtidos tanto nos grupos mais novos como nos mais velhos, e também foi notado tanto nos que receberam dosagem menor quanto nos que receberam dosagem maior.

A vacina da Johnson & Johnson está nos planos do Brasil. Plano divulgado pelo Ministério da Saúde em dezembro mostra a inclusão de 38 milhões de doses do imunizante. De acordo com o governo federal, 3 milhões de doses dessa vacina seriam disponibilizadas no segundo trimestre de 2021, 8 milhões, no terceiro trimestre, e 27 milhões, no quarto trimestre do ano que vem.

Correio Braziliense

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. C. Bozo disse:

    Só falta comprar. Ficam falando, falando mas não vejo ação. Mas não pode enviar gente do governo federal pra negociar senão nao dá jogo. Ninguém quer fazer negócio com genocida, O filme tá sujo.

  2. Sergio disse:

    De onde apareceu tanto infectologista dando opinião?

  3. Direita Honesta disse:

    Essa vacina, a princípio, parece ser bem melhor do que essa chinesa que está sendo distribuída.

  4. J disse:

    Isso sim eh vacina. Parabéns . A vachina com 50% e 2 doses vai demorar uns 2 anos para imunizar toda a população do Brasil.

    • Manoel disse:

      Né isso! E a gente tendo que tomar a vachina que o MINTOmaníaco agora diz que eh do Brasil, pq o presidente inepto não conseguiu comprar uma outra mais eficiente né! Ele poderia deixar de falar tanta bosta e trabalhar um pouco !

    • ZéGado disse:

      A sua vende na casa do fazendeiro, não precisa esperar essa da Johnson & Johnson.
      Corre 🏃‍♀️ lá!

Recuperar-se de Covid pode dar imunidade por 5 meses, mas não evita transmissão, diz estudo

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Adultos de até 54 anos recuperados de infecção por coronavírus apresentam imunidade por ao menos cinco meses, indica estudo divulgado nesta quinta-feira (14) pelo governo britânico.

Feito pelo PHE (sigla em inglês para Saúde Pública da Inglaterra), o estudo Siren avalia testes regulares de mais de 20 mil profissionais de saúde desde junho do ano passado. Os voluntários têm de 35 a 54 anos, o que não permite tirar conclusões sobre o efeito em idosos (cujas respostas imunológicas tendem a ser mais fracas e breves).

Segundo a líder do estudo, Susan Hopkins, é muito improvável que quem já teve a doença desenvolva infecções graves nas 20 semanas seguintes, “mas ainda existe o risco de adquirir uma infecção e transmitir a outras pessoas”.

A pesquisa, que se baseia em testes PCR (para detectar a infecção) e de anticorpos, encontrou níveis altos de vírus em pessoas que já haviam se recuperado da doença, o que indica que elas devem continuar seguindo as regras de proteção (evitar contatos, usar máscaras, lavar as mãos, entre outros), de acordo com o PHE.

Os pesquisadores alertam que, como o trabalho está em andamento, não é possível descartar que quem contraiu a doença na primeira onda não a contraia novamente. A análise também ocorreu antes da disseminação generalizada da nova variante identificada no Reino Unido, e os pesquisadores estudam agora se os anticorpos fornecem proteção contra essa cepa

O trabalho detectou, de 18 de junho a 24 de novembro, 44 reinfecções em potencial (2 “prováveis” e 42 “possíveis”) entre 6.614 participantes que já haviam tido teste positivo para anticorpos contra o Sars-Cov-2. Nenhum dos 44 casos de reinfecção em potencial foi testado por PCR durante a primeira onda, mas todos foram positivos para anticorpos cont

Considerando que todos os 44 casos fossem reinfecções comprovadas, os dados indicam que a imunidade adquirida naturalmente como resultado de contágio forneceu 83% de proteção contra a reinfecção, em comparação com os que não haviam tido a doença antes. A proteção foi de 94% contra reinfecção sintomática e de 75% contra reinfecção assintomática.

Se forem considerados apenas os dois casos “prováveis” (voluntários que tiveram sintomas claros de doença na primeira onda e foram contagiados durante o estudo), a proteção seria de 99%.

A pesquisa vai continuar a acompanhar os participantes por 12 meses para explorar quanto tempo a imunidade pode durar, a eficácia das vacinas e até que ponto as pessoas com imunidade são capazes de transportar e transmitir o vírus.

O Reino Unido vive um crescimento acelerado de casos e internações nas últimas semanas, depois que a variante encontrada em seu território se tornou dominante no país.

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Japiense disse:

    Oh vírus lazarento!!!

  2. Lula na cadeia disse:

    Ponto pra China. Nunca esqueçamos de onde vem essa praga

Covid-19 pode diminuir tamanho do pênis, diz estudo

Foto: Pixabay

Um estudo que investiga as sequelas de longo prazo da covid-19, publicado neste domingo na plataforma científica MedRxiv, concluiu que a covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis.

O estudo começou a investigar as consequências que o vírus pode deixar no corpo das pessoas há sete meses, e foi conduzido com mais de 3 mil pacientes de 56 países. Além de 3% dos homens terem relatado uma diminuição no tamanho de seu órgão genital, 15% deles relataram algum tipo de disfunção sexual e 11% relataram dor nos testículos.

Já em relação às mulheres, 26% das que menstruam relataram irregularidade nos ciclos, e 36% relataram algum tipo de problema menstrual. Algum tipo de disfunção sexual também foi relatado por 8% delas.

No entanto, as sequelas no sistema reprodutivo estão longe de ser as mais presentes nos voluntários que participaram do estudo. A maior parte deles, mesmo após sete meses de recuperação, relatou ainda sentir fadiga (de 75% a 80%, dependendo da idade), mal-estar pós-esforço (até 75%) e algum tipo de disfunção cognitiva (de 52% a 59%).

Dentre as sequelas neurológicas mais relatadas, estão a dificuldade de concentração (75%) e dificuldade de raciocínio (65%). Além disso, 73% dos pacientes relataram também algum tipo de problema de memória. Dentre estes, a maioria (65%) relatou problemas com a memória de curto-prazo e 35% teve problemas com memórias mais antigas.

“Uma das maiores descobertas para mim foi que não houve diferença na idade para a disfunção cognitiva, perda de memória ou impacto disso na vida diária! Isso aconteceu com tanta frequência no grupo de 18 a 29 anos quanto no grupo com mais de 70 anos”, escreveu a pesquisadora Hannah Davis, uma das autoras do estudo.

O estudo foi feito por voluntários e membros de um grupo de apoio que, desde abril, se dedica a investigar os efeitos a longo prazo da covid-19, e ainda precisa ser revisto por pares.

O Dia – IG

https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2020/12/6054018-covid-19-pode-diminuir-tamanho-do-penis-diz-estudo.html

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ReneGado disse:

    E como é que os ovos n vão doer? O caba isolado 9 meses.

  2. Maria Bernardes disse:

    KKKKKKKKK……
    ESSA FOI BOA !

  3. Tonho disse:

    Já não basta viver de pescoço prá baixo, agora é a moléstia dos cachorros mesmo, vade retro caginbrinba.

  4. João Soares disse:

    bem, acho q vou voltar a ser uma pessoa normal. Kkkkk

  5. Pamela da Pampa disse:

    Oh céus, o do meu irá sumir, se ele pegar!!

  6. Maria disse:

    Há, agora possa ser que os homens fiquem em casa e q logo venha um estudo com mulheres, eu achoooooo que vai sair. Ouvi dizer que diminui o tamanho do bumbum e não vão mais dançar funk , mesmo qdo a música acaba, colocam as mãos acima do joelho e rebolam, seria o funk?

  7. Erasmo disse:

    Perdi 7 cm, fiquei só com 14 cm, pior sequela kkk

  8. Antonio Turci disse:

    Era só o que faltava. KKKKKKKK