RN obtém conceito Bom em ranking de Transparência Internacional da Covid-19

O Rio Grande do Norte foi o oitavo Estado do Brasil que mais cresceu em pontuação pelo Ranking de Transparência no Combate à Covid-19, segundo o último boletim, divulgado nessa segunda-feira (29). O ranking avalia como os portais de 26 governos informam sobre contratações emergenciais de forma fácil e ágil. O resultado é uma pontuação de 0 a 100, com nota mais alta conforma melhor transparência.

O estado potiguar alcançou a marca de 77,2 pontos com os 30 somados neste último boletim. Com isso, atingiu o nível BOM de avaliação. A partir de 79 pontos, o nível sobe para ÓTIMO. “Subimos bastante e fomos o oitavo em crescimento no último mês. A partir da próxima ação já esperamos alcançar o nível de transparência conceituado como Ótimo”, prevê o Controlador-Geral do Estado, Pedro Lopes.

O controlador ponderou ainda que limites tecnológicos impedem o Governo do Estado em acelerar ou aumentar ainda mais essa pontuação. “Mas temos trabalhado conforme nossas condições e teremos um excelente resultado, a exemplo do que conquistamos no ranking organizado pela ONG Open Knowledge Brasil”.

Neste ranking, o Rio Grande do Norte chegou a figurar na segunda colocação entre os Estados do país. Apesar de também se tratar de transparência relacionada aos dados a respeito da Covid-19, os critérios para este boletim diferem um pouco e focam em informações sanitárias e epidemiológicas, enquanto o ranking divulgado nesta última segunda-feira se volta a dados de contratações emergenciais.

Com a nova pontuação, o RN ocupa hoje a 18ª colocação neste ranking de transparência. “Podemos melhorar, sobretudo, no quesito da divulgação nas redes sociais, que criamos recentemente, e referente ao Dicionário de Dados, que já iniciamos pesquisa para atendermos com maior qualidade. Apenas esses dois quesitos já nos elevará aos 83,5 pontos e atingiremos o nível ÓTIMO”, pontuou a gestora da Lei de Acesso à Informação da Control, Lenira Fonseca.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bolsomito disse:

    E os 5 milhões? Foi transparente tbm? Cuidado com o Japonês.

  2. Elza Soares disse:

    gestão de transparecia, parabéns governadora

    • Gito disse:

      Não deixa de ser transparente. Até porque todos sabem dos 5 milhões.

  3. Vergonha disse:

    Kkkk quem deu essa pontuação foi o LADRAO CONDENADO LULA??? Cadê os R$ 5.000.000,00 que FATAO doou ???SOCORRO MP

    • Gabriel disse:

      Vergonha é quando a gente vê que a preocupação das pessoas aqui é entrar na esfera política e não na esfera pública, ao invés de parabenizar, Governo municipal, estadual ou federal quando acertam, as pessoas ficam de pirraça. Vergonhoso é o cidadão que não pensa no próximo e quer defender político! A maioria nunca pensa na população e somente em si e aos seus! Pensem antes de postar tantas asneiras!

    • Véi de Rui disse:

      Se esses 5 milhões tivessem sido pago antecipadamente por Bolsonaro, já tinham lhe tirado do mandato e colocado numa prisão, disso eu tenho certeza

    • Birigui disse:

      Bonzinho como é o Gabriel, já já entram na esfera dele.

RN se mantém na 2ª colocação nacional no Ranking Transparência Covid-19, informa ONG

O boletim semanal Transparência Covid-19 divulgado pela ONG Open Knowledge Brasil mantém o Rio Grande do Norte na segunda posição em transparência de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à pandemia.

O Rio Grande do Norte manteve seus 98 pontos, o que reflete o alto índice de transparência e o acompanhamento e monitoramento semanal pela Controladoria-Geral do Estado na divulgação dos dados.

“Essa posição demonstra o compromisso do Governo em manter bem informada a população. Apresentamos dados reais da situação de emergência que passamos. Contribuímos, assim, para conscientização da necessidade do isolamento social”, destacou Lenira Fonseca, gestora da Lei de Acesso à Informação da Control.

No primeiro boletim publicado pela ONG, em 3 de abril, o Estado potiguar apareceu em 11º, então com 29 pontos. Desde então evoluiu na pontuação a cada boletim até os atuais 98 pontos.

Lenira destacou ainda o trabalho da Coordenação de Promoção à Saúde, setor responsável pela gestão de todos os dados, elaboração e divulgação dos boletins epidemiológicos dos dados referentes à pandemia, além de outros vírus respiratórios e sendo o principal instrumento de avaliação.

O trabalho executado pela equipe da Sesap é realizado com o apoio e acompanhamento da Control, responsável pela promoção da transparência pública do Executivo Estadual.

Estudo com ranking de transparência de contratações emergenciais durante pandemia destaca RN apenas em 21º entre estados e Natal em 23º em capitais

Ranking da transparência dos estados nas contratações emergenciais durante a pandemia de Covid-19 feito pela Transparência Internacional — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Os governos de Roraima e São Paulo são os menos transparentes na divulgação dos contratos emergenciais feitos durante a pandemia de Covid-19, mostra ranking inédito divulgado nesta quinta-feira (20) pela Transparência Internacional. Entre as capitais, o pior índice é o da Prefeitura de Belém.

Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Paraná aparecem com uma avaliação ótima. Já entre as capitais, João Pessoa e Goiânia lideraram o ranking. O Rio Grande do Norte aparece na Zona Vermelha, como regular – apenas em 21º lugar. Entre capitais, o cenário ainda é pior para Natal, também como regular, na 23ª posição.

A ONG analisou os sites, redes sociais e portais de transparência dos governos de todos os 26 estados e do Distrito Federal e de todas as 27 capitais.

O resultado indica que boa parte dos governos estaduais e municipais não está cumprindo as exigências da Lei Federal nº 13.979/2020, que regulamentou as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia do coronavírus. Essa legislação exige transparência nas contratações emergenciais.

Ao não dar transparência aos contratos feitos sem licitação, os governos dificultam a fiscalização e impedem que a sociedade veja como o dinheiro público está sendo usado durante a pandemia do coronavírus.

“A flexibilização dos controles e a realização dos procedimentos sem o processo licitatório acabam aumentando o risco de corrupção”, afirma Guilherme France, coordenador da pesquisa da Transparência Internacional.

“Nós vimos nas últimas semanas diversos indícios de irregularidades em contratos (relacionados à Covid-19), no Rio, em Santa Catarina, que foram identificados justamente pelas informações divulgadas por esses portais.”

Com recursos e equipes maiores, segundo a ONG, os 26 estados do país e o DF tiveram melhor desempenho, com pontuação média de 59 pontos em 100 possíveis. Já as prefeituras das capitais tiveram média de 45 pontos.

Cerca de metade dos estados recebeu nota boa ou ótima, entre 79 e 100. Dos restantes, apenas São Paulo e Roraima tiveram nota ruim, de 20 a 39.

Já entre as prefeituras das capitais, que têm menos recursos e equipes de transparência, segundo a ONG, só cinco tiveram nota boa ou ótima. Outras nove tiveram nota ruim. Belém foi a única com avaliação péssima, de 0 a 19.

Ranking de transparência das prefeituras das capitais nas contratações emergenciais durante a pandemia da Covid-19 feito pela Transparência Internacional — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Nível abaixo do recomendado

Na avaliação da Transparência Internacional, o nível de transparência oferecido pelos estados e prefeituras está abaixo do recomendado. E isso não só dificulta a fiscalização como pode dar margem a desvios e prejuízos aos cofres públicos.

No caso de São Paulo, que ficou entre os piores estados, não estão facilmente disponíveis informações básicas dos contratos emergenciais, como o valor e o prazo de execução. “São informações exigidas por lei”, afirma France.

Nos portais de Roraima, não há nem os nomes dos fornecedores e o bem ou o serviço contratado.

Ele explica que algumas informações estão disponíveis no Diário Oficial e outras em arquivos pdf que precisam ser baixados, mas que isso não significa que há transparência.

“Não é viável pedir que o cidadão fique lendo o Diário Oficial para conseguir as informações. A importância da transparência é justamente que todo mundo consiga acessar e entender as informações”, diz.

A situação em Belém é ainda pior. Não é possível nem sequer ver as informações dos contratos no site. É preciso acessar um link, que leva para uma nuvem e de lá baixar os arquivos em pdf.

Metodologia

Os critérios de avaliação do ranking se basearam no guia de Recomendações para Transparência de Contratações Emergenciais em Resposta à Covid-19. O manual foi lançado há duas semanas e produzido em conjunto com o Tribunal de Conta da União (TCU).

Na época, segundo a ONG, todos os governos avaliados no ranking receberam orientações e foram notificados que passariam a ser avaliados periodicamente com base nesses critérios.

Bem Estar – G1

RN ocupa segunda posição em ranking de transparência relativo à Covid-19

O Governo do RN tem a segunda maior nota no Ranking Transparência Covid 19, pontuação medida pela ONG Open Knowledge Brasil. É o que apontou o sexto boletim a partir de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à transparência de informações.

Este foi o sexto boletim, divulgado nesta quinta-feira (7) e destaca o Estado potiguar como ente que mais subiu no ranking. “O Rio Grande do Norte foi o maior destaque da rodada e é um dos novos ocupantes do topo do ranking”, citou o site. No primeiro boletim, publicado em 3 de abril, o Estado apareceu em 11º, então com 29 pontos. No último, em 30 de abril, em 9º, com 74 pontos.

Com a nova colocação e 93 pontos, o Estado potiguar passa da categoria BOM para ALTO, em transparência de informações relativas à Covid-19. “Temos uma sintonia eficiente com a Sesap e com certeza temos como subir ainda mais no ranking. Sabemos quais informações estão falhas e iremos corrigir”, adiantou a gestora da Lei de Acesso à Informação da Control, Lenira Fonseca.

O novo formato de boletim epidemiológico, com apresentação de microdados diários ainda mais detalhados, além das informações sobre quantidade de testes disponíveis pelo Estado, foram alguns dos dados que passaram a ser computados e ajudaram o Estado potiguar a subir no ranking.

De acordo com Lenira, o Rio Grande do Norte deixou de pontuar em apenas um item, a respeito da quantidade de leitos ocupados em relação aos disponíveis. Em outro quesito, o boletim classificou como incompleto ou insuficiente o detalhamento das informações relativas às doenças pré-existentes.

“Compartilhamos a metodologia e critérios utilizados para apuração do Indicador com servidores da Sesap, especialmente com a subcoordenadora de epidemiologia, Luciana Lucchesi. Queremos melhorar cada vez mais a transparência pública do RN. E destaquemos ainda o Portal da Transparência, que passou a unificar as informações referentes à Covid-19 nesta semana”, lembrou a gestora da Controladoria Geral do EStado.

O Índice da ONG Open Knowledge Brasil leva em conta, entre 13 critérios, a hospitalização dos pacientes confirmados, infraestrutura da saúde, ocupação de leitos, testes disponíveis e aplicados, planilhas analíticas, séries históricas e localização dos casos registrados.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberio Maurício da Silva disse:

    Não foi você q criticou a falta de transparência desse governo no caso do covid?

Governo do RN sobe em ranking de transparência relativo ao Covid-19

FOTOS: Elisa Elsie

O Governo do Estado tem avançado na prestação de informações exigida pelo Índice de Transparência da Covid19, organizado pela ONG Open Knowledge Brasil. Os dados apresentados colocam o Rio Grande do Norte na 5ª posição (classificação “BOM”) entre os 27 estados da Federação. O terceiro boletim foi divulgado nesta quinta-feira (23).

“Compartilhamos a metodologia e critérios utilizados para apuração do Indicador com servidores da comunicação e do setor de epidemiologia da Sesap. Queremos melhorar cada vez mais a transparência pública do RN. E, para além do acompanhamento que fazemos, a Sesap tem trabalhado para reforçar essa transparência. A Controladoria Geral do Estado tem como próximo passo ampliar as informações relacionadas ao combate ao covid 19 no Portal da Transparência do Governo”, adiantou a assistente de controle interno e gestora da Lei de Acesso à Informação da Control, Lenira Fonseca.

O Estado potiguar avançou 7 pontos (de 60 para 67) neste terceiro boletim semanal, em relação ao último. O motivo da evolução foi a publicação de informações sobre atendimentos e leitos exclusivos para tratamento do Covid-19. O Índice leva em conta, entre 13 critérios, a hospitalização dos pacientes confirmados, infraestrutura da saúde, ocupação de leitos, testes disponíveis e aplicados, planilhas analíticas, séries históricas e localização dos casos registrados.

Os nomes de cachorros mais escolhidos em 2019 no Brasil foram Mel e Thor, e de gatos, Nina e Tom; veja ranking

Foto: Shutterstock

Os nomes para cachorro preferidos dos brasileiros em 2019 foram Mel, para fêmeas, e Thor, para machos. Os dados são do ‘PetCenso’ da DogHero, empresa de serviços para pets, e que conectou informações através do site e app com tutores de animais de estimação e passeadores.

Alguns responsáveis por pets recorrem a personagens famosos de filmes e celebridades para batizar o animalzinho.

Entre os cachorros fêmeas, Mel ficou em primeiro lugar, seguida de Nina e Luna. Julie, que estava no top 10 em 2018, perdeu espaço para o nome de Cacau no ano passado.

Para os machos, o principal nome adotado é Thor, seguido por Luke e Bob. Já o nome Theo ocupou a quarta posição, no lugar de Fred, que agora está em quinto lugar no ranking.

Já os ‘pais’ e ‘mães’ de gatos têm preferência pelos nomes de Nina, Mia e Simba.

O levantamento tem como base mais de 1,2 milhão de cães e gatos registrados na empresa. Neste ano, o PetCenso também fez um levantamento em relação às raças preferidas de cães e gatos pelos brasileiros. Confira as listas completas.

Os 10 nomes de cachorro preferidos dos brasileiros em 2019

Fêmeas

1. Mel

2. Nina

3. Luna

4. Meg/Mag

5. Lola

6. Amora

7. Bellinha

8. Bela

9. Maia

10. Cacau

Machos

1. Thor

2. Luke

3. Bob

4. Teo

5. Fred

6. Billy

7. Marley

8. Max

9. Zeus

10. Nick

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sérgio disse:

    O meu labrador chama-se Moro. Submisso ao extremo…

  2. Gutto Oliveira disse:

    Bizu para concursos nível superior

  3. Cezario disse:

    Realmente, notícia de suma importância!

Ranking elege as 50 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2020

Foto: Pixabay

Uma pesquisa com funcionários de empresas com atuação no Brasil elegeu os 50 melhores lugares para trabalhar em 2020. O ranking, inédito no país, é realizado pelo site de recrutamento Glassdoor, o segundo maior portal do gênero do mundo. Nesta primeira edição, 20 companhias brasileiras figuram na lista junto com outras empresas com mais de mil funcionários no mundo.

Os setores de tecnologia, serviços financeiros e consultoria são destaques no ranking. A SAP , empresa de softwares corporativos, ocupa o primeiro lugar, com uma nota de 4,6. A consultoria em tecnologia ThoughtWorks (4.5), Google (4.5), Takeda Pharmaceuticals (4.5) e Banco Votorantim (4.5) completam o top 5.

Entre as firmas brasileiras, tiveram destaque a Eurofarma (8º lugar), Nubank Brasil (10º lugar) e Globosat (11º lugar).

A pesquisa, inédita no Brasil, é anunciada simultaneamente em outros 8 países, incluindo Estados Unidos, França, Alemanha. O prêmio também reconhece empresas no México, Singapura, Argentina, Reino Unido e Canadá.

Para constar no ranking, a empresa precisa ter pelo menos mil funcionários ao redor do mundo e contar com a avaliação de, no mínimo, 30 funcionários lotados no Brasil. Para esta primeira edição brasileira, foram consideradas classificações realizadas por colaboradores entre 23 de outubro de 2018 a 21 de outubro de 2019.

As notas vão de 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito. Ao avaliar uma empresa no Glassdoor , os usuários classificam sua satisfação geral, além de critérios como oportunidades de carreira, remuneração e benefícios, qualidade de vida, alta liderança , cultura e valores. Além disso, compartilham sua opinião sobre os prós e contras do ambiente de trabalho e são incentivados a deixar conselhos para a presidência.

Também é perguntado aos profissionais se eles recomendariam seu empregador a um amigo e se acreditam que as perspectivas de negócios para os próximos seis meses são positivas, negativas ou neutras.

Entre mais de um milhão de empresas avaliadas pelo ranking, a nota média é de 3,5. Na visão de Christian Sutherland-Wong, presidente e diretor de operações do Glassdoor, as avaliações dos colaboradores demonstram maior preocupação com a cultura e valores das empresas.

“Os vencedores do prêmio são empresas que colocam a cultura, a missão e as pessoas no centro de tudo o que fazem. E, por isso, seus funcionários as reconhecem como os Melhores Lugares para Trabalhar em 2020”, diz Sutherland-Wong “Além disso, os vencedores deste ano se destacam por promover a transparência, oferecer oportunidades de crescimento na carreira e valorizar o trabalho impulsionado por impacto e propósito”.

Melhores empresas para trabalhar em 2020

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlúcio disse:

    A mamata não ia acabar.

Brasil sobe no ranking das potências militares mundiais

Foto: Exército/divulgação

O Brasil alcançou a posição de 13.ª no ranking mundial das potências militares, de acordo com a revista GlobalFirepower (GFP), que há 14 anos faz um ranking de 137 países de acordo com seu poder de fogo. O levantamento considera tamanho das Forças Armadas em pessoas e veículos, o orçamento para Defesa, sua infraestrutura e sua geografia. No ranking de 2019, o Brasil ganhou uma posição em relação a 2018, ultrapassando o Irã e seguindo como a principal força militar da América Latina.

À frente do Brasil no ranking das potências militares estão, pela ordem, Estados Unidos, Rússia, China, Índia, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Turquia, Alemanha, Itália e Egito.

O Brasil tem um poderio bélico maior que o Canadá e a Austrália (países de dimensão continental, sendo o Canadá até maior que o Brasil). Também supera países mais populosos, como Indonésia e Paquistão, e países que vivem em situação de guerra – casos de Israel, Coreia do Norte e nações do mundo árabe.

Critérios em que o Brasil se destaca no ranking das potências militares

Um dos critérios em que o Brasil se destaca no ranking mundial das potências militares é o número de pessoas à disposição das Forças Armadas. Com um efetivo de 334,5 mil militares na ativa (15.º do ranking) e 1,34 milhão na reserva (7.º do ranking), o Brasil tem 1,67 milhão de pessoas que podem servir o país em uma eventual guerra.

Outro critério em que o Brasil aparece melhor posicionado que seu ranking geral é o do orçamento destinado à defesa. Com US$ 29,3 bilhões (cerca de R$ 123 bilhões), o país é o 11.º que destina mais dinheiro para as Forças Armadas.

No critério “veículos de guerra”, no entanto, o Brasil cai no ranking. É apenas o 40.º país com mais tanques de guerra (437 unidades), o 43.º em número de aviões de combate (43) e o 23.º no número total de embarcações de sua Marinha (110).

Fonte: Global Firepower

Brasil tem amplo domínio militar na América Latina

Na comparação com os demais países da América Latina, de acordo com os números da GFP, o Brasil teria ampla vantagem bélica – tanto no número de militares disponíveis nas suas Forças, quanto na estrutura.

Embora tenha menos tanques de guerra que a Venezuela (437 contra 485), o Brasil tem quase três vezes mais militares na ativa que o país comandado pelo ditador Nicolás Maduro (120 mil venezuelanos na ativa contra 334,5 mil brasileiros). O Brasil também conta com um aparato aéreo e marinho muito maior: são 467 aeronaves e 60 embarcações a mais que a Venezuela.

Atrás do Brasil, a segunda maior força bélica da América Latina é o México, que tem um número relativamente próximo do brasileiro de militares na ativa (277 mil). Mas os mexicanos não dispõem de aparato aéreo e terrestre similar ao do Brasil. Apesar disso, superam o Brasil no número de embarcações.

Em comparação com a Argentina, as Forças Armadas brasileiras têm quatro vezes mais pessoal, três vezes mais aeronaves, o dobro de veículos terrestres e quase o triplo de embarcações. Os argentinos têm um efetivo de 75 mil militares na ativa, 269 aeronaves de guerra, 374 tanques e 42 embarcações na Marinha.

Já a Colômbia tem um efetivo na ativa próximo do brasileiro: são 295 mil militares. É um número significativo para uma população de 48 milhões de habitantes (o Brasil tem 210 milhões de habitantes). Os colombianos também se destacam por possuir 11 submarinos em sua frota – o que o coloca como o 10.º país do mundo com mais embarcações desse tipo.

Gazeta do Povo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Patriota disse:

    Esse ranking teria que ser melhor explicado para tornar-se crível. Agora criticar o EB e as FFAA alegando ociosidade é injusto. Coisa de quem não conhece ou pura desonestidade intelectual mesmo. Para os desavisados: policiamento nas fronteiras é atribuição constitucional da Polícia Federal!!! Conheçam antes de criticar….

  2. gusthenrique disse:

    A tecnologia e treinamento humano valem muito mais, esse ranking não expõe a realidade. Alguém duvida que Israel ganhe com um pé nas costas uma guerra contra o Egito ou Turquia? No entanto, nem aparece nas primeiras colocações. Mesmo na América do Sul, tenho minhas dúvidas se teríamos condições de bater no Chile, por exemplo.

  3. Nono Correia disse:

    Esse ranking é uma falácia completa. Os critérios só levam em conta questões numéricas como orçamento, quantidade de veículos e contingente. Fica de fora, principalmente, a eficiência e modernização dos equipamentos, por exemplo.

    Para se ter uma noção do absurdo, o Brasil aparece na frente do Irã, maior potência militar convencional do Oriente Médio, que desenvolve mísseis capazes de atingir alvos com precisão há 2.500 km e fabrica satélites militares, submarinos, sistemas de defesa aérea, robôs, etc., tudo com tecnologia própria. Fica "na frente" também do Paquistão e Coréia do Norte, duas potências nucleares, sendo que a CN já desenvolve até ICBMS.

    A matéria só serve para estimular o ufanismo tolo dos que acham que o Brasil tem alguma importância econômica e militar no governo dos milicianos.

    • Patriota disse:

      Seu comentário seria perfeito se não fosse a conclusão…a falta de expressividade militar é compreensível, mas a economia brasileira tem importância inquestionável. Seja nos governos nefastos dos "cumpanheros" ou no governo que você adjetiva como miliciano.

  4. Antonio Turci disse:

    Quem é Bozo, cara pálida?

  5. Gil disse:

    Enquanto isso o terreno do 16 BI vive ociosidade, com soldados passando o dia capinando, coçando o saco e sem inimigo à vista, pois os problemas estão na fronteira. Seria muito mais interessante o EB vender aquele elefante banco da Hermes da Fonseca e, com os recursos construir vários batalhões nas regiões fronteiriças no norte do país.

  6. jeam disse:

    O bozo comprou quantos desses?
    graças ao PT de Lula que o brasil se modernizou e jogou as sucatas no lixo.

    Mais vai aparecer idiota dizendo que o bozo é fantástico!!

    • Jorge disse:

      Só lembrando que qdo comprou os caças suecos, embolsou uma grana em propina ne, que ninguém é de ferro. Kkkkkkkkkk

    • Nilo disse:

      O cara ter coragem de defender um canalha como Lula, pqp, tem cada figura!

  7. PITANGA disse:

    Enquanto isso, as fronteiras continuam sendo a bagunça que são.

  8. Silvio. disse:

    Vamos botar esse poder de fogo no rabo de algum baderneiro petista.

Governo do RN pretende alcançar topo no ranking de prestação de contas nos próximos anos

Recente análise da Secretaria do Tesouro Nacional, com base em dados de 2018, apontou o Rio Grande do Norte como a segunda pior apresentação na consistência de informações contábeis entre todos os Estados da Federação. Diante do quadro, o secretário estadual de Planejamento e das Finanças, Aldemir Freire, estabeleceu como meta alcançar as cinco primeiras colocações neste ranking até o fim desta gestão.

“O Rio Grande do Norte vivia uma crise terminal em seu sistema contábil, negligenciado por anos. Reestruturamos totalmente o setor. Trouxemos a contabilidade para a Seplan, convidamos uma missão da STN para avaliar o sistema contábil, convocamos profissionais de renome nacional na área para ocupar postos chaves, e convocamos 20 profissionais concursados, entre analistas contáveis e auditores de controle interno”.

Aldemir Freire estabeleceu ainda como meta que já no relatório de 2020, com base nas informações de 2019, o Estado potiguar alcançará a lista dos dez melhores do país neste ranking de prestação de contas contábil e fiscal e, até o fim do governo, o Top 5.

O contador geral do Estado, Flávio Rocha, reforçou o ambiente insalubre da contabilidade estatual. “Encontramos uma estrutura precária, sem quadro de servidores, ausência de procedimentos contábeis definidos, ausência de normatização própria, carência de conformidade contábil nas secretarias setoriais, falta de sistema integrado entre os poderes. Tudo vem sendo vencido aos poucos e reverteremos esse quadro calamitoso da contabilidade estadual”.

Para elaboração da análise, a STN coletou dados relativos à gestão de informação, gestões contábil e fiscal e ainda gestão contábil versus fiscal, além de itens chamados “dimensões”. Foram 38 verificações de dados, sendo 18 na seara contábil, 13 na dimensão fiscal e sete cruzando dados contábeis e fiscais. E ainda relatórios e demonstrativos de 2018.

A Secretaria do Tesouro Nacional criou esse ranking para avaliar a consistência da informação que o Tesouro recebe por meio do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) e, consequentemente, disponibiliza para acesso público. A intenção deste trabalho é fomentar a melhoria da qualidade da informação utilizada tanto pelo Tesouro Nacional quanto pelos diversos usuários dessa informação.

Banco Pan, BMG e Bradesco lideram ranking de reclamações ao BC

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O banco Pan ficou em primeiro lugar no ranking de reclamações contra instituições financeiras no terceiro trimestre, informou nesta terça-feira(15), o Banco Central (BC). Foram consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

No período, o BC recebeu 646 queixas consideradas procedentes contra o banco, sendo a maioria relacionada à “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (125)”.

Para elaborar o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão.

Assim, é gerado um índice, que representa o número de reclamações do banco para cada grupo de 1 milhão de clientes.

O resultado é, portanto, avaliado pela quantidade de clientes de cada instituição financeira. Com esse cálculo, o Pan ficou com índice 149,58.

Em segundo lugar nas queixas, vem a BMG, com índice 82,22 e 376 reclamações. E, em terceiro, o Bradesco, com índice 24,16 e 2.409 reclamações.

O banco Pan tem 4.318.631 clientes, o BMG, 4.566.863, e o Bradesco, 99.684.907.

Reclamações

No total, o Banco Central recebeu 12.837 reclamações contra todas as instituições financeiras.

A maioria das reclamações é relacionada com a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (2.347) e irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito (1.742).

Como reclamar

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e na regulação do Sistema Financeiro Nacional.

Quando a reclamação chega ao Banco Central, ela é encaminhada para a instituição financeira, que tem prazo de 10 dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.

Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) do banco.

Se o problema não for resolvido, o cliente pode recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo de até 10 dias úteis para apresentar resposta.

Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer à Justiça.

Procurados, banco Pan, BMG e Bradesco ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ronaldo Souza disse:

    ja tive conta no Bradesco. Só problemas !!! na quero de novo mesmo isenta de tudo !!!!..Abre conta no Bradesco e Itau quem gosta de dor de cabeça !!!

Ranking do Ideb gera “guerra virtual” entre escolas de Natal

Foto: Ilustrativa

O ranking com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) divulgado pelo Ministério da Educação com a avaliação das escolas públicas e algumas escolas privadas tem gerado repercussão e guerra de provocações entre diretores de escolas em Natal. Para quem defendia o antigo ranking do Enem, que muitas vezes foi questionado por conta de escolas que manipulavam os números, chegando inclusive a criar dois CNPJ para figurar bem na avaliação, e foi extinto pelo Ministério da Educação, agora está querendo por em xeque os números do Ideb que continuaram ser divulgados como avaliação das escolas.

Alexandre Pinto, diretor do Colégio Ciências Aplicadas, lançou uma campanha pesada para derrubar a credibilidade do Ideb como comparativo entre as escolas. Ele reforça que o ranking do Ideb contou com 11 escolas particulares de Natal que teriam sido escolhidas por sorteio, enquanto que o ranking do Enem, o qual a escola liderou durante alguns anos congrega todas as instituições de ensino, mas deixou de existir em 2017 sem ser mais utilizado pelo próprio MEC.

O ranking atual do Ideb apontou a escola Over como o primeiro lugar pelo segundo ano seguido e lista as demais escolas particulares participantes. O diretor do Over, Carlos André defende a avaliação que foi criada e referendada pela ex-diretora do Inep e uma das criadoras do Enem, Maria Inês Fini, que afirmou que “o verdadeiro índice das escolas é o Ideb”, diz ela em vídeo que circula nas redes sociais.

Ainda segundo a versão do Over, o Ideb foi aberto a todas as escolas particulares que desejassem fazer e não apenas por sorteio e é o único método de avaliação referendado pelo MEC em utilização para medir os níveis de educação. Ainda segundo Carlos André, o MEC deixou de divulgar os dados do ranking do Enem por conta de denúncias que algumas escolas manipulavam os números para obterem resultados que não eram reais.

Resta saber agora se por que quem defendia o ranking do Enem, não aceita os índices do Ideb que tem a chancela oficial do MEC?

Veja vídeos abaixo: 

Over (aqui)

Ciências Aplicadas (aqui)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zuzu disse:

    Fizemos o q foi sugerido pelo "companheiro " minion arrependido, mas a roubalheira foi tão grande nos últimos anos que fica difícil encontrar escolas em nosso estado, com o mínimo de infraestrutura e ensino de qualidade.

  2. Alaca disse:

    Ranking do Enem, não levava em conta escolas que formavam turmas de "feras" para ter aprovação alta. É muito fácil fazer 40 tirar nota boa, agora 400 ou mais é mais ralado.

    • Delano disse:

      Pena que a governadora bloqueou a vinda de escolas militares. Ía deixar essas escolas que são as top de Natal no desespero, pela qualidade de ensino que traria. Infelizmente os jovens do RN foram tolhidos de um privilégio que seria um passo enorme pra seu sucesso na vida. Infelizmente!

    • Minion arrependido disse:

      Homi, se a educação militar fosse tão boa teríamos um presidente que ao menos soubesse ler e falar em público. Outro detalhe, quer modelo bom? Tire teu filho da escola privada e coloque na escola pública de um bairro pobre, participe do conselho escolar e cobre educação de qualidade.

    • Sales disse:

      Minion arrependido é igual ao sem dedo, burro. O cara ser contra escolas militares de Excelência deve comer capim

SE LIGUE – GUIA DE RESPEITO: Ranking lista melhores países para estudantes, empreendedores e imigrantes qualificados

Estocolmo, capital da Suécia; país um dos países mais abertos da OCDE a imigrantes com alta. GETTY IMAGES

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou na quarta-feira (29/5) rankings dos países-membros da entidade mais atraentes para estudantes universitários, empreendedores ou imigrantes altamente qualificados.

Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Suécia e Suíça estão entre as nações mais bem posicionadas nas listas, que levam em conta fatores como facilidade para obter vistos, qualidade de vida e perspectivas de carreira.

Já países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e França têm desempenho oscilante, pontuando bem em alguns quesitos e deixando a desejar em outros.

Os rankings são integrados por 35 dos 36 países da OCDE – a Lituânia, última nação a ingressar no bloco, ficou de fora.

A OCDE é um fórum que promove políticas públicas, realiza estudos e auxilia no desenvolvimento de seus membros. A organização inclui boa parte dos países mais desenvolvidos do mundo e alguns emergentes, como México, Chile e Turquia.

O Brasil tem hoje o status de parceiro-chave da OCDE e pleiteia se tornar membro pleno do grupo. Confira os rankings completos abaixo.

Melhores países para imigrantes qualificados (com mestrado ou doutorado)

Sydney, na Austrália; país tem sociedade inclusiva e oferece boas perspectivas para profissionais qualificados. GETTY IMAGES

Quando a dificuldade de obter um visto não é levada em conta, os EUA lideram esse ranking graças a seu grande mercado de trabalho e à força de sua economia, além das condições fiscais vantajosas e da qualidade das oportunidades profissionais.

Mas o país perde posições por causa de seu alto índice de rejeição de vistos.

Por outro lado, Suécia, Suíça, Luxemburgo e Eslovênia têm sistemas migratórios mais abertos e pontuam bem nesse quesito.

Austrália e Nova Zelândia também estão entre os primeiros colocados, principalmente por terem sociedades inclusivas e boas perspectivas futuras para profissionais.

De forma geral, as nações no topo do ranking têm alto padrão de vida e forte demanda por trabalhadores qualificados.

1 – Austrália

2 – Suécia

3 – Suíça

4 – Nova Zelândia

5 – Canadá

6 – Irlanda

7 – EUA

8 – Holanda

9 – Eslovênia

10 – Noruega

11 – Luxemburgo

12 – Alemanha

13 – Dinamarca

14 – Islândia

15 – Estônia

16 – Reino Unido

17 – Áustria

18 – Finlândia

19 – Bélgica

20 – Eslováquia

21 – Portugal

22 – França

23 – Coreia do Sul

24 – República Tcheca

25 – Japão

26 – Hungria

27 – Espanha

28 – Letônia

29 – Chile

30 – Israel

31 – Polônia

32 – Itália

33 – Grécia

34 – México

35 – Turquia

Melhores países para imigrantes empreendedores

Toronto, no Canadá; país pontua bem quando se consideram facilidade para fazer negócios e regras burocráticas. GETTY IMAGES

Os cinco melhores países para imigrantes quem desejem empreender são diferentes dos mais atraentes para profissionais qualificados.

Canadá, Nova Zelândia, Irlanda e os EUA pontuam bem quando se leva em conta a facilidade para fazer negócios e as regras burocráticas. A Suíça, por sua vez, avança várias posições no ranking por ter os menores impostos para empresas de toda a OCDE.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bosco disse:

    Não sou petralha! Mas com a aprovação da reforma da previdência, o Brasil entra nessa lista.

  2. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Porque VENEZUELA e CUBA não estão nessa lista PTralhas??

Passagem de 2017 para 2018: ranking de corrupção mostra Brasil com nota mais baixa desde 2012

Placa fixada em protesto contra corrupção em Brasília. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters – 16.10.2017

O Brasil caiu nove posições no ranking global de corrupção divulgado na madrugada desta terça-feira (29) pela Transparência Internacional. Com a movimentação, o Brasil figura na 105ª colocação do índice com 180 países e amarga o pior desempenho dos últimos sete anos.

Na passagem de 2017 para 2018, a nota brasileira no IPC (Índice de Percepção da Corrupção) recuou de 37 para 35 pontos em uma escala que varia de 0 a 100. Quanto menor o valor, maior é a percepção de corrupção no país.

Os dados apontam para o pior resultado do Brasil desde 2012, ano em que a Transparência Internacional modificou a metodologia do indicador e permitiu a comparação das informações.

O consultor sênior da Transparência Internacional, Fabiano Angélico, avalia a nova queda do Brasil no índice como fruto da falta de barreiras para impedir que a corrupção continue ocorrendo.

“Os países têm uma queda no índice quando existem casos de corrupção, e a percepção dos entrevistados [empresários, pesquisadores e especialistas] é de que o fenômeno continua ocorrendo sem nenhuma reação institucional”, afirma Angélico.

A nova queda coloca o Brasil empatado no ranking com Argélia, Armênia, Costa do Marfim, Egito, El Salvador, Peru, Timor Leste e Zâmbia. A percepção da corrupção em território nacional também é superior à verificada em alguns países vizinhos, como Colômbia (36), Argentina (40), Chile (67) e Uruguai (70).

A avaliação somente das Américas aponta o Brasil como o 20º colocado do ranking. Somente nos últimos sete anos, o país foi ultrapassado por Jamaica, Suriname, Trinidad e Tobago, Argentina, Guiana, Colômbia e Panamá.

Ao analisar outros países e territórios que apresentaram melhora no índice ao longo dos anos, Angélico destaca a realização de ações de combate à corrupção, programas para melhorar as relações entre os setores público e privado e mudanças governamentais.

Para a Transparência Internacional, todos os países que obtiveram nota abaixo de 50 estão “falhando em sua luta contra a corrupção”. Em 2018, a nota média global da percepção da corrupção oscilou positivamente pela terceira vez consecutiva, de 42,5 para 43,1.

Nações

Na análise entre as 180 localidades pesquisadas para a composição do ranking, 65 obtiveram no ano passado notas menores do que aquelas apresentadas em 2017. Outros 55 países ficaram estáveis e 60 demonstraram melhora.

Mais uma vez, o topo do levantamento foi dominado pelos países escandinavos, que aparecem quatro vezes entre as 10 localidades com menor percepção da corrupção. Os destaques ficam por conta de Dinamarca (88), Finlândia (85), Suécia (85) e Noruega (84).

Figuram também entre as 10 nações melhores ranqueadas no índice Nova Zelândia (87), Singapura (85), Suíça (85), Holanda (82), Canadá (81) e Luxemburgo (81).

Ao analisar os “casos de sucesso” do indicador, a Transparência Internacional destaca alguns fatores em comum entre os países, como sistemas democráticos estáveis, amplas liberdades de imprensa e atuação da sociedade civil.

Por outro lado, A nota mais baixa do índice foi verificada na Somália, com 10 apenas pontos. O país africano é seguido por Síria (13), Sudão do Sul (13), Iêmen (14) e Coreia do Norte (14).

Na avaliação da Transparência Internacional. “a maioria das nações tem progredido muito vagarosamente rumo a um ambiente mais ético e transparente. Nos últimos sete anos, grande número delas teve pouco ou nenhum progresso”.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. junin disse:

    O QUE MAIS REVOLTA É A FALTA DE PUNIÇAO….!!! CONTINUA TUDO MESMO JEITO, SÓ É PUNIDO O PPP… PRETO POBRE E PUTA !!! E A PROVA TÁ AÍ NESSE MAIS NOVO EPISÓDIO DA VALE… FOI FEITO O LOBBY (LEIA-SE ARRUMADO, A EMPRESA VENDIDA E MUITO LUCRATIVA ) E AS PESSOAS(MUITOS JECAS TATU) ESQUECIDAS!!! VEM A TONA NESSE MOMENTO QUE EM TRÊS ANOS PASSADOS DA TRAGÉDIA DA SAMARCO NADA FOI APRENDIDO E NINGUÉM PUNIDO, ATÉ O PROJETO EM RELAÇAO A ISSO REPOUSA NAS GAVETAS DO CONGRESSO DOS DEPUTADOS DORMINHOCOS….!!!

Ranking de transparência da CGU: Natal é a capital com pior desempenho do país

Dados divulgados pela Controladoria Geral da União nessa quarta (12) indicam que a cidade de Natal é a capital do país com o pior desempenho na Escala Brasil Transparente (EBT) que avalia a transparência dos estados e municípios brasileiros. A capital potiguar obteve nota 5,59, enquanto a média das capitais brasileiras foi 8,08. Das capitais, 93% possuem nota maior que 6, sendo que oito delas (30%) estão entre 9 e 10: Vitória (ES), Recife (PE), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Com relação aos demais entes avaliados, 340 municípios (51% do total) conseguiram nota superior a 6 pontos.

A Escala Brasil Transparente busca verificar o grau de cumprimento de dispositivos da Lei de Acesso à Informação (LAI) e de outros normativos sobre transparência nos Estados e no Distrito Federal, além de todos os municípios com mais de 50 mil habitantes, incluindo as capitais (com base nas estimativas do IBGE em 2017). No total, foram avaliados 691 entes federativos – universo que abrange quase 70% da população brasileira.

Ranking por estados

A Escala Brasil Transparente (EBT) – Avaliação 360° revelou que 22 estados e o Distrito Federal (85% das UF) tiveram nota acima de 7. Das capitais, 93% possuem nota maior que 6, sendo que oito delas (30%) estão entre 9 e 10: Vitória (ES), Recife (PE), Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Com relação aos demais entes avaliados, 340 municípios (51% do total) conseguiram nota superior a 6 pontos. O Rio Grande do Norte obteve nota 8,8 e ficou na sétima posição. A média dos estados do país foi de 7,94.

Metodologia

A EBT diferentemente das três edições anteriores, traz uma inovação na sua metodologia. A principal diferença é que além da transparência passiva, também foi avaliada a transparência ativa. Ou seja, além da regulamentação da LAI – existência de canal (presencial e eletrônico) para solicitações de informação pelos cidadãos (SIC) e atendimento desses pedidos – a CGU mapeou como governos estaduais e municipais publicam na internet os dados sobre receitas e despesas, licitações e contratos, estrutura administrativa, obras públicas, lista de servidores, entre outros.

Em caso de discordância em relação a algum item da avaliação da EBT – Avaliação 360°, os gestores públicos devem entrar em contato com a CGU por meio do formulário eletrônico, disponível no Portal da Transparência do Governo Federal, até dia 28 de dezembro de 2018.

Com acréscimo de informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justiceiro disse:

    Bruno do BG, sei que vc tem sangue esquerdista… mano! pelas caridades, ajude-nos a convenser essa elite potiguar de merda a exterminar essas artimanhas ptistas. Faça isso pelo seu, o nosso RN. Ainda quero ver esse RN renascer das cinzas. Povo tudo alienado acreditando num dos maiores chefe de quadrilha chamado LULA. Deus esteja conosco. Abraço.

Ranking da FIFA tem liderança dividida pela 1ª vez na história; veja top 10

A FIFA publicou, esta quinta-feira, o ranking atualizado das seleções e, pela primeira vez em toda a história, a liderança está partilhada entre dois países.

França e Bélgica, que se defrontaram nas meias-finais do Mundial 2018, estão agora na primeira posição, ambos com 1729 pontos. Portugal manteve o sétimo lugar.

Top 10:

1.º Bélgica (1729 pontos)

1.º França (1729 pontos)

3.º Brasil (1663 pontos)

4.º Croácia (1634 pontos)

5.º Uruguai (1632 pontos)

6.º Inglaterra (1612 pontos)

7.º Portugal (1606 pontos)

8.º Suíça (1598 pontos)

9.º Espanha (1597 pontos)

10.º Dinamarca (1581 pontos)

A Bola

IDH do Brasil tem leve variação e país mantém 79ª posição no ranking

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil subiu 0,001 ponto em 2017 na comparação com 2016 chegando a 0,759 numa escala que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), um incremento de 0,14% na renda média per capita do brasileiro garantiu que o país continuasse avançando, mesmo timidamente, no desenvolvimento humano em 2017, apesar de as desigualdades no acesso da população à saúde, educação e perspectivas econômicas ainda persistirem.

O novo índice manteve o Brasil na 79ª posição no ranking que inclui 189 países. Na América Latina, o país ocupa o 5º lugar, perdendo para Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela. O IDH brasileiro está acima da média regional da América Latina e Caribe, de 0,758.

IDH com ajustes

Quando o órgão inclui na conta um ajuste com relação a desigualdades de renda, saúde e educação, o IDH brasileiro despenca para 0,578.

O Brasil tem o 9º pior coeficiente de Gini – que mede exclusivamente a renda – na comparação mundial. Entre os países da América do Sul, o Brasil é o terceiro mais afetado por esse ajuste da desigualdade, ficando atrás do Paraguai e da Bolívia.

Na relação com dados colhidos desde 1990, o país registrou um crescimento de 0,81% da taxa anual do IDH, com acréscimo de mais de 10 anos na expectativa de vida, que passou a ser de 75,7 anos, e de 3,2 anos na expectativa de tempo de escolaridade de crianças a partir do ingresso nas escolas em idade regular. A média de estudos de adultos com 25 anos ou mais passou de 3,8% para 7,8% e a renda dos brasileiros neste mesmo período cresceu 28,6%.

Mundo

Noruega (0,953), Suíça (0,944), Austrália (0,939), Irlanda (0,938) e Alemanha (0,936) lideram o ranking com os melhores resultados. Os cinco últimos países no ranking são: Burundi (0,417), Chade (0,404), Sudão do Sul (0,388), República Centro-Africana (0,367) e Níger (0,354).

A Irlanda registrou um dos maiores crescimentos ao subir 13 posições de 2012 para 2017. Violência, conflitos armados e crises internas fizeram com que países como Síria, Líbia, Iêmen e Venezuela registrassem as maiores quedas do índice, respectivamente, 27, 26, 20 e 16 posições.

Considerando a realidade de 1990, o IDH global aumentou 21,7% e o número de países classificados como de “muito alto desenvolvimento humano” aumentou de 12 para 59 e os de “baixo desenvolvimento humano” caiu de 62 para 38 neste período.

A expectativa de vida das pessoas, ao nascer, passou de 65,4 anos em 1990 para 72,2 anos em 2017 e mais de 130 países conseguiram universalizar as matrículas de crianças no ensino primário. Entretanto, assim como no Brasil, os avanços são ameaçados pelas desigualdades entre países ou até internamente. Mundialmente, a diferença na distribuição de renda chega a 22,6%, enquanto as desigualdades nos ganhos em educação são de 22% e em saúde, 15,2%.

O aumento da expectativa de vida para toda a população também não pode ser confundida, segundo o Pnud, com qualidade de vida. Em média, as pessoas em todo o mundo têm 87% da sua vida com saúde relativamente boa, segundo a estatística, mas, “muitas enfrentarão desafios de saúde nos últimos anos de vida”, destacou o programa apontando a realidade dos países de baixo IDH.

Agência Brasil