Polícia

Falhas de segurança: Auxílio emergencial empresário Luciano Hang coloca programa em xeque

FRAUDADO — Hang, dono da rede de Lojas Havan: CPF do empresário foi usado por estelionatários no programa do auxílio emergencial Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Menos de 20 dias depois da polêmica do filho do apresentador William Bonner constar na base de dados do auxílio emergencial, o programa de transferência de renda do governo para trabalhadores informais — principal medida de combate aos danos econômicos causados pela pandemia de coronavírus —, está no centro de um novo escândalo: o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, é um dos 55 milhões de beneficiários do chamado ‘coronavoucher’. Hang não é nem informal e muito menos de baixa renda, já que é listado como um dos bilionários do país na lista da revista Forbes. Logo, o pagamento do auxílio emergencial no nome e no CPF do empresário, mostra, mais uma vez, as gritantes falhas de segurança do sistema de concessão do benefício. As seguidas fraudes colocam em xeque a funcionalidade do programa mais celebrado da pandemia pelo executivo e acendem um alerta sobre a fragilidade dos bancos de dados do governo.

Luciano Hang, aliado de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro, tomou conhecimento que seu nome estava na base de dados do auxílio emergencial, inclusive com parcelas já pagas, nesta terça-feira, 2, após o vazamento de dados pessoais do empresário e de autoridades pelo grupo de hackers Anonymous, que tornou pública informações sigilosas na segunda-feira. Em uma publicação no Twitter atribuída ao grupo, hackers tentaram usar o nome, CPF, data de nascimento e o nome da mãe do empresário para cadastrá-lo no auxílio emergencial. Porém, ao preencher os dados, o sistema da Caixa informa que Hang já estava cadastrado e recebeu a primeira parcela de 600 reais do programa. Em nota, o empresário condena o vazamento de dados pelo Anonymous e pede investigações a Polícia Federal tanto pela divulgação de suas informações pessoais como no cadastro indevido ao auxílio.

O auxílio emergencial é, pela lei, concedido a trabalhadores informais (ou seja, sem registro em carteira), microempreendedores individuais, autônomos que contribuem para o INSS e também beneficiários do Bolsa Família. O principal requisito do programa é ter renda de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou até três salários mínimos na família (3.135 reais). Além de não ter contrato, o pleiteante não pode ser aposentado ou pensionista, receber seguro-desemprego ou ser funcionário público. Quem não é cadastrado no CadÚnico ou recebe Bolsa Família precisa se inscrever em um aplicativo da Caixa Econômica. Os dados do cadastro são passados para a Dataprev, que é quem deve verificar se aquele CPF têm direito ao auxílio. A empresa de tecnologia do governo cruza os dados informados na porta de acesso ao auxílio emergencial com 17 bancos de dados, entre eles o Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis), onde há dados de contribuições previdenciárias e benefícios recebidos. Também são checados bancos de dados de vínculos empregatícios e da Receita Federal. A função desses cruzamentos é identificar se o candidato ao benefício faz realmente jus ao benefício. Depois do cruzamento, os dados são enviados ao Ministério da Cidadania, que é quem dá o aval definitivo para o pagamento e, só depois o CPF é liberado para a Caixa. Se tiver renda maior, por exemplo, há o bloqueio. Porém, a prática não funciona como a teoria. É gravíssimo que um sistema cheio de fases — inclusive com a homologação feita pelo Ministério, permita esse tipo de fraude.

O governo afirma que os dados informados são de responsabilidade do pleiteante e que, tentativas de burlar a legislação do auxílio estão sujeitas a devolução do auxílio. No entanto, indícios de crime são comunicados a Polícia Federal. “A CGU e a Advocacia-Geral da União (AGU) também estão atuando na fiscalização e no ajuizamento de ações, respectivamente, em todo o processo de pagamento do auxílio emergencial. É determinação do governo do presidente Jair Bolsonaro não tolerar a ação de criminosos que queiram burlar as regras do auxílio emergencial”. Ao ser questionado pelo caso do filho de Bonner, o Ministério da Cidadania afirmou que trabalhava para disponibilizar o nome de todos os beneficiários do programa no Portal da Transparência. Nesta terça-feira, a promessa foi novamente feita, mas novamente com o prazo para “os próximos dias”. A pasta também ressalta um site para que pessoas que receberam o auxílio indevidamente possam devolver os recursos aos cofres públicos, porém não informa o quanto já foi devolvido.

A ineficiência do pagamento do auxílio emergencial levanta questionamentos sobre a ampliação do ‘coronavoucher’ em um momento que o governo decide se abre mais os cofres públicos para pagamento de parcelas emergenciais do auxílio. O Ministério da Economia já admite cálculos para saber quantas parcelas e qual o valor pode ser pago. Até o momento, o governo já disponibilizou 154 milhões para o pagamento das três parcelas do auxílio emergencial e, ampliar, aumenta ainda mais o rombo nas contas públicas. Pelo grande impacto econômico, é fundamental que a transferência de renda seja segura, isto é, chegue nas mãos de quem precisa, e não fonte de golpes entre espertalhões. Quem perde com tudo isso é o país, que desampara os vulneráveis e tem sua capacidade de políticas públicas eficientes cada vez mais questionadas.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Pelo que vejo, trocaram os corruptos de Lula pelos de Bolsonaro. Fazem uso do dinheiro público para fortalecimento político.

  2. Não sou defensor do governo, pelo contrário acho que a pior escolha que o país fez na história, colocar esse presidente, no entanto, o erro não é do sistema, mas da falta de caráter de muitas pessoas. No Fantástico do último domingo, mostrou que cerca de 150 mil brasileiros que moram em Portugal deram entrada no auxílio emergencial.
    Será possível?
    O Brasileiro só quer ser Pelé, ninguém quer ser Ronaldinho.

  3. Por favor, onde encontro a lista dos beneficiados? Favor postar o endereço. Desde já agradeço.

  4. Quem reclamava que o bolso familia tinha e tem fraudes………olha aí a esculhambação. Demita esse Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, digo Ministro Cidadania. Sei la qual cadeira esse comunista ta.

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Campanha de Flávio acusa Dino de usurpar competência do TSE para liberar “mentira”

Fotos: Alexandre Lago e Adriano Machado / Reuters

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acusou o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de usurpar a competência da Justiça Eleitoral ao derrubar uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e determinar o restabelecimento de publicações relacionadas à falsa informação sobre Nossa Senhora Aparecida.

Em nota divulgada neste domingo (27), o jurídico da campanha classificou o STF como um “órgão estranho à Justiça Eleitoral” e criticou a decisão de Dino. A equipe de Flávio afirmou que o ministro teria determinado a “devolução da mentira ao ambiente informacional” ao suspender a ordem de remoção do conteúdo.

A remoção dos conteúdos havia sido tomada na sexta-feira (25) pelo ministro André Mendonça, do TSE, após ação apresentada por Flávio. Mendonça determinou a retirada de uma publicação do humorista Antonio Tabet e proibiu a divulgação de conteúdos semelhantes, sob multa diária de R$ 30 mil.

Tabet recorreu ao STF, alegando que a publicação tinha caráter satírico e político e não citava nominalmente Flávio. Ao analisar o recurso, Dino considerou que intervenções estatais sobre opiniões e informações devem ser excepcionais, especialmente durante o período eleitoral, e determinou o restabelecimento do conteúdo.

A campanha de Flávio afirmou ainda que a decisão de Dino causa “perplexidade” por ter partido, segundo a equipe jurídica, de uma autoridade sem competência para interferir no processo eleitoral. A nota também questiona o fato de o recurso ter sido direcionado ao STF em vez de seguir a tramitação na Justiça Eleitoral.

A falsa informação de que Flávio pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil começou a circular nas redes sociais em 23 de setembro. O candidato negou a existência de qualquer proposta nesse sentido e ratificando que a informação é falsa.

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Rogério Marinho diz que Dino atropela Justiça Eleitoral para favorecer Lula e cobra reação de Fachin

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), acusou neste domingo (27) o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de “atropelar” regras da Justiça Eleitoral para favorecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A crítica ocorreu após Dino suspender uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia determinado a remoção de uma publicação do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. Dino determinou o restabelecimento do conteúdo e de outras publicações retiradas pelo mesmo fundamento.

Em nota, Marinho afirmou que Dino invoca a liberdade de expressão para proteger uma publicação contestada e acusou o ministro de ter adotado, nos últimos meses, decisões que, segundo ele, interessariam ao PT.

“Em plena disputa eleitoral, o STF não pode ser instrumento de interferência política”, afirmou Marinho. O senador também pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que “preserve a normalidade constitucional” e impeça que a Corte seja transformada em um “tribunal de exceção eleitoral”.

Dino, por sua vez, justificou a decisão com base na proteção à liberdade de expressão durante o período eleitoral e afirmou que intervenções estatais sobre opiniões e informações devem ser excepcionais, diante do risco de danos irreparáveis provocados pelo calendário eleitoral.

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Caravana 22 reúne Álvaro Dias e Paulinho Freire em grande carreata pela Zona Norte

O domingo foi marcado por uma grande carreata da Caravana 22 pela Zona Norte de Natal. O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), percorreu os bairros da região em uma mobilização que reuniu apoiadores e lideranças políticas. Uma extensa carreata tomou as ruas da Zona Norte, formando uma sequência de veículos que se estendeu por vários quilômetros ao longo do percurso, com saída da Redinha e chegada ao conjunto Parque dos Coqueiros.

A mobilização contou com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire, e da vice-prefeita Joanna Guerra. Na disputa para deputado estadual, acompanharam a carreata o presidente da Câmara Municipal de Natal, Ériko Jácome; a vereadora Anne Lagartixa; e Cleiton da Policlínica. Também participaram as candidatas a deputada federal Nina Souza e Carla Dickson.

A agenda reuniu ainda os vereadores de Natal Luciano Nascimento, Preto Aquino, Irapoã Nóbrega, Kleber Fernandes, Herberth Sena e Subtenente Eliabe, além do secretário municipal de Esporte e Lazer, Hermes Câmara.

A carreata reforça a sequência de mobilizações da Caravana 22 nos últimos dias, que vem percorrendo diferentes bairros de Natal e municípios da Grande Natal, ampliando o contato de Álvaro com a população.

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O ÚLTIMO QUE SAIR APAGUE A LUZ: Vice-prefeita de Cruzeta e grupo de vereadores abandonam Samanda e passam apoiar Zenaide

A última semana antes das eleições de 4 de outubro começa com novos apoios à candidatura de reeleição da senadora Zenaide Maia (PSD). Durante passagem por Cruzeta, a vice-prefeita Elismária Catarina anunciou a adesão à campanha de Zenaide ao lado de um grupo de lideranças que anteriormente apoiava Samanda Alves. Essa migração é um movimento que tem aumentado nos últimos dias.

Também aderiram ao projeto as vereadoras Gaby do Hospital e Kátia do Sindicato e os vereadores Bebeto Diniz, Cypriano Pinheiro, Itan Lobo e Walfredo de Cosme, além de secretários do município.

“Todos viemos se juntar ao projeto de Zenaide Maia. E dia 4 de outubro, não se esqueça: é 555”, afirmou Elismária ao se referir a Zenaide, que é seridoense e que tem serviços prestados a Cruzeta.

A nova adesão reforça a mobilização de Zenaide na reta final da campanha. A senadora conta com o apoio de 115 dos 167 prefeitos do Rio Grande do Norte, além de lideranças políticas presentes em municípios de diferentes regiões do estado. Em Cruzeta, por exemplo, já contava com o apoio da oposição, através do ex-prefeito Sally Araújo, de Sally Júnior e do vereador Patrício de Porfírio.

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Thabatta Pimenta incomoda, vira alvo da própria esquerda e sofre assassinato de reputação a uma semana das eleições

Foto: Elpídio Júnior

Nas redes sociais a esquerda diz que ninguém solta a mão de ninguém, diz defender as chamadas minorias sociais e prega o combate ao machismo, ao racismo e à LGBTfobia, mas, na prática, a realidade é bem diferente do discurso. Prova disso é a tentativa de assassinato de reputação que setores do PT estão promovendo contra a vereadora e candidata a deputada federal Thabatta Pimenta (PV).

Desde que começou a aparecer nas pesquisas como uma das favoritas para conquistar uma vaga na bancada potiguar na Câmara dos Deputados, com a possibilidade inclusive de ser mais votada do que a estrela petista Natália Bonavides, Thabatta virou alvo de ataques na reta final da campanha que visam desgastar sua candidatura.

Nas últimas 48 horas, esses ataques se intensificaram. De repente, a vereadora que tinha sua atuação elogiada, sem nunca ser alvo de nenhuma denúncia, começou a ser alvo da artilharia pesada da “companheirada” da esquerda. O vale tudo é tão evidente que estão usando o depoimento de um ex-assessor da candidata que apareceu na última semana da eleição fazendo denúncias sem explicar por que não procurou antes os órgãos competentes para investigar as supostas irregularidades.

Nos bastidores, pessoas ligadas a Natália Bonavides e a Fernando Mineiro, por motivos diferentes, estimulam a desconstrução da candidatura de Thabatta Pimenta. O motivo dos ataques é duplo: a vereadora ameaça destronar Natália do posto de mais votada e, ao mesmo tempo, tirar a vaga de Mineiro, que tende a ficar sem mandato a partir de 2027. Na hora da disputa de verdade, a esquerda joga sujo e passa por cima de qualquer um, incluível dos próprios aliados, para ganhar o jogo.

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[VÍDEO] Empresário que relatou agressão de segurança do casamento do filho de Moraes diz que “se o ministro não for impichado e preso”, cidadãos poderão ser presos por crimes que não cometeram

O empresário Gabriel Kanner, que relatou ter sido agredido por um segurança durante a movimentação nas proximidades do casamento do filho do ministro Alexandre de Moraes, afirmou que, se o magistrado “não for impichado e preso”, cidadãos brasileiros poderão ser presos “por crimes que não cometemos”.

Kanner relatou em vídeo nas redes sociais que havia parado o carro para filmar a movimentação policial nas proximidades do evento, realizado neste sábado (26), em São Paulo. Um segurança atingiu seu celular e, posteriormente, o empurrou pelas costas. O empresário deixou o local após ser orientado a retirar o veículo.

No final do vídeo, Kanner fez acusações contra Moraes. Ele afirmou que o ministro deveria ser responsabilizado por ter supostamente “vendido o Supremo Tribunal Federal por duzentos milhões de reais para o Daniel Vorcaro”.

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[VÍDEO] FUGA OUSADA: Preso por violência doméstica escapa de cela ao passar por vão estreito de grades em Florianópolis (SC)

Uma fuga ousada e inusitada ocorrida em Florianópolis (SC) chamou a atenção e acabou viralizando nas redes sociais. Preso por violência doméstica, um homem conseguiu escapar da Central de Plantão Policial (CPP) ao passar pelo estreito vão entre as barras de ferro da cela.

Câmeras de segurança registraram na madrugada de sábado (26) o momento em que ele coloca os braços e a cabeça pelo espaço da grade e, em seguida, consegue passar o restante do corpo até deixar a cela. Ele havia sido preso horas antes, em flagrante, em uma oficina no bairro Pantanal.

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São Gonçalo alcança 1º lugar no RN em sustentabilidade fiscal e avança na gestão responsável dos recursos públicos

São Gonçalo do Amarante alcançou um novo resultado de destaque na gestão das contas públicas. No Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), o município aparece em 1º lugar no Rio Grande do Norte e 6º lugar em toda a Região Nordeste no pilar Sustentabilidade Fiscal. No cenário nacional, ocupa a 56ª posição entre os municípios avaliados.

O levantamento considera 423 municípios brasileiros e utiliza dados de 2025 do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), do Tesouro Nacional. Conforme as informações divulgadas pelo CLP, o pilar de Sustentabilidade Fiscal analisa quatro indicadores: dependência fiscal, taxa de investimento, despesa com pessoal e endividamento.

O resultado, segundo o secretário municipal de Finanças, Luis Henrique Nóbrega, deve ser compreendido principalmente como demonstração de responsabilidade e organização das contas públicas. “Uma boa colocação em sustentabilidade fiscal não significa que existam recursos financeiros “sobrando” nos cofres municipais. Ela indica a capacidade da administração de manter equilíbrio entre receitas, despesas, investimentos e obrigações, observando os limites e metas fiscais e realizando adequadamente a prestação de contas”, resume o secretário.

A mudança representa um avanço importante na condição fiscal do Município e acompanha o desempenho, agora, registrado pelo Ranking de Competitividade.

Para Luis Henrique, os resultados refletem o trabalho desenvolvido pela gestão do prefeito Jaime Calado desde o início de 2025. “São Gonçalo saiu de uma situação fiscal negativa e hoje está cumprindo seus índices e metas. O mais importante é entender que responsabilidade fiscal não é deixar de investir. É utilizar o dinheiro público com planejamento, dentro da legalidade, honrando os compromissos e criando condições para que o Município possa continuar investindo”, acrescenta o secretário.

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Dino derruba decisão de Mendonça que mandou apagar post de Antônio Tabet sobre Nossa Senhora

Fotos: Gustavo Moreno/STF / Ton Molina/STF

Uma decisão do ministro do STF Flávio Dino determinou neste domingo (27) o restabelecimento de publicações que haviam sido removidas das redes sociais após uma decisão do ministro André Mendonça. Entre os conteúdos está uma postagem do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida.

O post de Tabet dizia que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. A publicação não citava nominalmente Flávio Bolsonaro ou outros integrantes da família.

Mendonça havia determinado a remoção do conteúdo após ação apresentada pela defesa de Flávio Bolsonaro, além de proibir publicações semelhantes e estabelecer multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento.

Ao analisar o recurso de Tabet, Dino considerou que a retirada exigiria presumir que a expressão “família miliciana” se referia a um candidato específico. O ministro também afirmou que a liberdade de expressão deve receber proteção especial durante o período eleitoral.

A decisão de Dino determinou que o TSE e as plataformas digitais sejam notificados para restabelecer os conteúdos removidos, sem impedir eventual responsabilização por abusos após o devido processo legal.

Dino destacou que candidatos e apoiadores podem defender mudanças na legislação relacionada ao título de Nossa Senhora Aparecida, mas também estão sujeitos a críticas. Para o ministro, não havia elementos suficientes para concluir, naquele momento, que a publicação de Tabet era ilícita.

Opinião dos leitores

  1. A corte maior se transformou num comitê político. PQP! Ministros derrubando decisões de outros. Acho que vai rolar um golpe aí, se Flávio vencer. Pelo menos vão tentar.

  2. Essa é a isonomia do “jurista de província”. Pra esquerda decide de um jeito, pra direita decide de outro. E fica chateado quando juristas de verdade ridicularizam quando ele abre o rabo de pavão nos seus votos cheio de juridiquês vazio e incongruentes.

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro faz “chá revelação”, mostra “DNA” e diz que Lula é “pai do Tigrinho”.

VÍDEO: Camila Xavier

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez um “chá revelação” para ironizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusá-lo de ser o “pai do Tigrinho”, durante comício realizado em Aracaju (SE), no sábado (26).

Flávio afirmou que Lula acionou a Justiça Eleitoral para retirar um vídeo em que fazia a associação. Em seguida, disse ter anexado um “exame de DNA” ao processo e retirou de um envelope o “resultado”, em tom de crítica ao presidente.

“Vou anexar no processo que ele entrou contra mim, um exame de DNA para saber quem é o pai do tigrinho”, disse. “Lula, é o pai do Tigrinho! Lula, é o pai do Trigrinho!”, disse Flávio em referência ao jogo de cassino online.

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