Saúde

Luciano Hang vai a Brasília para que empresas possam comprar vacinas de imediato

Foto: Reprodução/Facebook

O empresário Luciano Hang, da Havan, disse a O Antagonista que deve ir a Brasília ainda nesta semana apresentar ao governo Bolsonaro um abaixo-assinado para que a lei que permite a empresas comprarem vacinas contra a Covid seja aperfeiçoada.

Pela norma sancionada pelo presidente da República, a iniciativa privada só pode adquirir doses dos imunizantes para livre distribuição depois que todos dos grupos prioritários forem vacinados pelo governo federal. Pelos cálculos de Hang, isso só ocorreria, em uma projeção otimista, no segundo semestre.

“A lei veio com problema de fabricação. O Congresso e o governo deveriam dar liberdade total para os empresários comprarem vacinas para seus colaboradores. O governo precisa de licitação para comprar, é um processo demorado. O setor privado tem muito mais velocidade. Eu comprei recentemente 200 cilindros de oxigênio para Manaus. Não fiquei fazendo muito cotação. Queria para o dia seguinte e consegui. O setor privado é mais rápido e muitos empresários estão querendo comprar vacinas.”

Perguntamos se há vacina disponível no mercado, caso o setor privado consiga essa autorização mais ampla e de imediato.

“Estamos conversando com um laboratório que nos garantiu 8 milhões de vacinas. Eu tenho uma outra pessoa que me venderá mais 1 milhão de vacinas. Tem, sim, temos que conseguir. Mas, com a lei do jeito que está, isso é impraticável.”

O abaixo-assinado pedindo flexibilização e aperfeiçoamento da lei, segundo Hang, já tem 100 mil assinaturas. O empresário rebateu críticas de que o setor privado está querendo “furar a fila” da vacinação.

“Isso é bobagem. Lamentavelmente, de novo, estão tentando fazer política com a vacina. Eu vou vacinar meus colaboradores e isso vai abrir espaço na fila do SUS. Foi uma maldade terem colocado dificuldades nessa lei da vacina. Precisamos destravar isso logo. Ninguém aguenta mais. As pessoas estão ficando neuróticas.”

Hang, considerado bolsonarista, também quis ponderar que “não tem político de estimação nem partido político”.

“Eu só quero o bem do Brasil.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Esse Veio da Havan gera mais emprego que a maioria das Prefeituras do Brasil, ele tem o meu respeito.

  2. Até o Luciano Hang está abrindo os olhos diante deste governo que perdeu cometamente o controle da situação. Quem sabe outros passem a pensar como ele e forcem a promoção de uma mudança de rumo.

  3. Tá certo, se as grandes empresas compra-se pra vacinar seus funcionários, estariamos noutro patamar.

    1. Prioritário, não existe capitalismo selvagem, existe sim, socialismo selvagem! Quem gera emprego e renda é o capitalismo, sempre será.

    2. Se tivessem deixado o setor privado comprar, ja não teríamos Lockdown, 50% da população vacinada e imunizada, igual a israel. Deixar na mão de esquerdalha, faz como fatão está fazendo, vacinando a passo de tartaruga, e muitas morte acontecendo. Tem que vacinar 24 horas, sem intervalo, tempo pra vacinar, é mais mortes.

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Diversos

Luciano Hang construirá o prédio mais alto do Brasil, e um dos maiores do mundo

Foto: Eduardo Marques/Tempo Editorial/

Luciano Hang, bilionário dono da Havan e um dos empresários mais ricos do Brasil, não esconde seus planos ambiciosos e o jeito extravagante. Sua mais nova empreitada: construir o prédio mais alto do Brasil, e um dos mais altos do mundo, em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

O edifício terá, nos planos de Hang, 132 andares. As informações são da revista Veja.

Anteriormente, havia sido divulgado que o prédio teria 120 andares, mas segundo a Veja, esse número cresceu.

Ainda de acordo com a publicação, o edifício ficará situado na Avenida Atlântica, onde Hang comprou um terreno pelo valor de R$ 140 milhões para lançar as fundações de seu novo empreendimento.

Na semana passada, o empresário bolsonarista, que chegou a ser internado recentemente junto à sua esposa depois de contrair o novo coronavírus, e que perdeu a mãe por conta da COVID-19, voltou a se engajar em movimentos contrários às medidas de isolamento para conter o espalhamento do vírus.

As informações são da Folha de S.Paulo.

Segundo o jornal, Hang viajou para Bauru, cidade do interior de São Paulo, na sexta-feira (12), para integrar um protesto que pede a reabertura do comércio no município.

Bauru se encontra atualmente na fase vermelha, a mais dura em restrições dentro das categorizações estabelecidas pelo estado de São Paulo.

Ele cedeu ainda o estacionamento de uma loja da Havan para a realização do protesto.

Hang falou também sobre a morte da mãe, vítima da COVID-19. Em entrevista à revista Veja, ele disse que Ele disse que lamenta não ter recorrido a remédios comprovadamente sem eficácia, como a cloroquina, no tratamento da mãe. “Talvez ela tivesse se salvado”, disse Hang à revista.

Yahoo Notícias

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Saúde

Mãe do empresário Luciano Hang morre aos 82 anos após ser internada com Covid-19

Foto: Acervo pessoal

Regina Modesti Hang, 82 anos, mãe do empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas varejistas Havan, morreu nesta quinta-feira (4), em São Paulo.

Ela estava internada no hospital Sancta Maggiore, da rede Prevent Sênior, na Zona Sul da capital paulista, desde 31 de dezembro, após ser diagnosticada com Covid-19.

“É com profunda tristeza que a Havan comunica o falecimento de Regina Modesti Hang, 82 anos, mãe de Luciano Hang. Ela ficará marcada por sua simplicidade e generosidade, na memória e no coração dos que passaram por sua vida. Dona Regina sempre esteve ao lado do filho, presente nas inaugurações e nos momentos mais importantes destes quase 35 anos de história de Havan. Era nossa ‘cliente número 1’, a primeira a comprar em cada filial inaugurada pelo Brasil”, disse a nota da empresa sobre a morte.

Luciano Hang também esteve internado no mesmo hospital para tratar da Covid-19 e recebeu alta no último dia 20 de janeiro. Ele foi hospitalizado dez dias depois da mãe, após fazer exames preventivos e testar positivo para a doença, ao lado da esposa.

Nas redes sociais, o empresário de Santa Catarina lamentou a perda da mãe para a doença.

“A dor de perder uma mãe é inexplicável, é um buraco enorme que se abre no peito, mas logo será preenchido por saudades e boas lembranças dos momentos únicos que compartilhamos juntos”, disse Luciano Hang em postagem no Instagram.

“Minha mãe, como todas as mães, são anjos da guarda que Deus escolhe para enviar a Terra e cuidar de nós. Hoje, ela volta para os braços de seu Criador para descansar em paz”, completou.

No dia que teve alta, Luciano Hang fez uma live de dentro do hospital da Prevent Senior e relatou que a mãe chegou a ter 95% do pulmão comprometido por causa do coronavírus, mas que ela vinha se recuperando.

“Desde o dia 31 de dezembro estou com a minha mãe no hospital. Ela chegou a ficar com 95% do pulmão comprometido. A minha mulher também testou positivo e eu, dez dias atrás, também resolvi fazer o teste e descobri que estava assintomático. […] Apesar de estar assintomático, eu fiz o teste e tinha a presença do vírus no pulmão. Resolvi ficar no hospital para fazer o tratamento que eu acredito, preventivo e precoce”, disse Hang em 20 de janeiro.

Regina Modesti Hang deixa dois filhos, João Luiz e Luciano, noras, netos e bisnetos. A celebração de despedida será reservada apenas aos familiares, segundo o comunicado da Havan.

Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Caros pense numa coisa que não existe em é ódio. Ele o Luciano defende esses remédios e afirmou que está curado graças a esses remédios. Então eu fiz uma pergunta.; Se ele tomou e curou-se por que não deu a sua genitora? Vocês vão contra a ciência que já disse repetidas vezes não servem. Se servissem teriam salvado a mãe do referido. Fato.

  2. Deus lhe dê o reino eterno. Minhas condolências. Mais farei a pergunta: Luciano você não deu cloroquina, ivermectina ou hidroxicloroquina a sua querida mãe não? Ou será que a ciência está certa e vocês errados?

    1. Até numa hora dessas em que alguém perde a mãe, vem um imbecil postar asneiras e ofensas. Cara, se liga, se a mãe dele partiu, leve-se em consideração a idade avançada, a qual provavelmente você não atingirá, por ser portador de tanta mágoa e ódio nesse coração enegrecido.

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Diversos

Empresário Luciano Hang é internado com Covid-19 em São Paulo

Foto: Reprodução/Instagram

Luciano Hang, 58, dono da rede de lojas Havan, testou positivo para a Covid-19 e está internado em um hospital da Prevent Sênior na capital paulista.

O empresário de Santa Catarina é um dos expoentes do bolsonarismo no Brasil e segue à risca as pautas defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Hang está estável e internado há alguns dias na unidade Dubai do Hospital Sancta Maggiore, no Morumbi.

Na mesma unidade, inaugurada em 2020, está Andrea Hang, a mulher de Luciano, também sob tratamento para a Covid-19. O estado de saúde dela é considerado estável.

O coronavírus também contaminou a matriarca da família Hang. Regina Modesti Hang, 82, também está internada num hospital da Prevent Sênior, em estado mais grave, numa UTI

Procurada, a Prevent Sênior disse que não poderia confirmar o fato por questão de sigilo. Já a assessoria de imprensa da Havan informou que não tinha informações.

Pelas redes sociais, Hang mantém o habitual ritmo de publicações, apesar de sua internação.

Nesta terça-feira (19) escreveu um post motivacional cujo texto é acompanhado por uma ilustração sobre os seis hábitos das pessoas felizes.

Parte do texto diz: “não fazer comentários maldosos sobre os outros, passar longe das fofocas, ser discreto, não se preocupar em exibir suas conquistas e ter bom humor diante das lutas do dia a dia são traços marcantes das pessoas realmente felizes”.

Com acréscimo de informações da Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Melhoras a esse grande brasileiro. Faz mais pelo Brasil do que os políticos, 8ncluindononque ele apoia.Deus o abençoe e à sua família.

  2. Gostaria que as pessoas fizessem suas críticas a qualquer ocupante de cargo público seja lá a qual partido pertença, mas com respeito

    1. As pessoas vêm sendo desrespeitadas por políticos e autoridades já faz muito tempo. E respeito é uma via de mão dupla.

    1. Vai proteger sim, ele protege a todos e que o seguidor do Tonho da Lua qdo sair do hospital agradeça e lembre que não ficou internado por conta de uma gripezinha

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Judiciário

Luciano Hang ganha processo contra jornalista Miriam Leitão

Foto: Reprodução

A 26ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deu decisão favorável à Luciano Hang na tarde dessa terça-feira (30 de junho), em processo que foi movido pela jornalista Miriam Leitão. Esta decisão segue também o que já havia sido determinado na primeira instância.

Miriam moveu um processo contra Hang por danos morais após ela afirmar ter sido ofendida pelo dono da Havan após ele ter a falado que suas opiniões eram de “caráter político ideológico de esquerda”.

O TJ decidiu que o Hang tem direito à livre manifestação, bem como destacou que as sátiras veiculadas pelo dono da Havan em suas redes sociais não foram ofensivas.

A jornalista ainda deverá pagar honorários advocatícios ao escritório Leal & Varasquim, que representou o empresário na causa.

Com informações da Gazeta Brasil e Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

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Diversos

Justiça condena Gregório Duvivier a pagar indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang por tuíte que ‘mata o véio da Havan’

Foto: Reprodução/Montagem

O ator e comediante Gregório Duvivier foi condenado a pagar uma indenização de R$ 25 mil por danos morais ao empresário Luciano Hang. O motivo ? Uma publicação divulgada em sua conta no Twitter em maio de 2019.

Segundo apuração do jornalista Fabio Leite, da Revista Crusoé, a juíza Maria Cristina Slaibi, da 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro entendeu que Duvivier excedeu o limite da liberdade de expressão quando escreveu em uma postagem: “to tisti alguem mata o véio da havan (sic)”.

Dias após a publicação, o próprio humorista voltou à rede social para enfatizar que não desejava a morte do empresário, apoiador do presidente Jair Bolsonaro. E que estava “apenas reproduzindo um meme”.

Em sua sentença, a juíza Maria Cristina ressaltou que, além de exceder a liberdade de expressão, ao utilizar o verbo matar, a condenação tem “caráter repressivo-pedagógico” e ordenou que o humorista retire o verbo matar de sua publicação.

Com informações da Crusoé e Catraca Livre

Opinião dos leitores

  1. É bom que Zé Carioca já pega esse valor pra "interá" os 2,5 milhões de sonegação de imposto. Já ajuda, né?

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Diversos

Empresário Luciano Hang, dono da Havan, é alvo da Receita por sonegação de R$ 2,5 milhões em valores corrigidos de processo de 2013

A Receita Federal descobriu sonegação de contribuição previdenciária por parte da Havan, empresa comandada por Luciano Hang. O crime é semelhante ao que levou o empresário a ser condenado em segunda instância em 2003. Na ocasião, ele fez um acordo para pagar o que devia e a execução da pena acabou suspensa.

O caso mais recente chegou ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que negou recursos e manteve a autuação. Entre contribuições e multas, a Receita cobra da Havan R$ 1.052.000,00. O processo é de 2013. Em valores corrigidos, o crédito tributário cobrado da empresa alcança R$ 2.486.973,20.

A sonegação foi detectada em auditoria sobre atos de 2009 e 2010 realizada na empresa, situada em Brusque (SC). Segundo relatórios obtidos pelo Estadão, a Havan deixou de declarar e de recolher devidamente a “contribuição previdenciária patronal”, a “contribuição destinada a terceiros” (SESC, SENAC, SEBRAE, INCRA e FNDE), os “incidentes sobre a rubrica de folha de pagamento aviso prévio indenizado” dos funcionários e até a contribuição empresarial que deveria recolher por patrocínio a time de futebol da cidade.

Além disso, entre janeiro e dezembro de 2010, segundo os fiscais, a empresa inseriu na documentação contábil uma compensação de créditos indevidos. A manobra reduziu a contribuição previdenciária patronal incidente sobre a remuneração dos empregados. Isso levou a Receita a apontar suspeita de falsificação de documento, crime previsto no artigo 297 do Código Penal.

Como a possível falsificação não era crime restrito à seara tributária, uma representação foi enviada ao Ministério Público Federal (MPF) antes de o processo administrativo da Receita estar totalmente encerrado. Na avaliação dos fiscais, a suspeita exigia a comunicação antecipada. O procurador responsável pelo caso, no entanto, entendeu que a suposta falsificação estava englobada pelos demais crimes e que seria necessário aguardar a conclusão da etapa administrativa.

“A eventual prática de falsidade documental que, de plano deve ser absorvida pelo crime de sonegação previdenciária, ocorreu exclusivamente com o intuito de redução das contribuições lançadas de ofício”, salientou o procurador Felipe D’Elia Camargo. Ele também integra a força-tarefa da Operação Lava Jato desde 2018.

Apesar de a representação ter sido enviada em 3 de outubro de 2019, dia seguinte à publicação da decisão definitiva do Carf, o processo administrativo ainda aparecia como “em andamento” no sistema interno consultado pelo procurador.

“A consulta no Sistema Comprot, do Ministério da Fazenda, realizada em 28/10/2019, verificou que o Processo Administrativo Fiscal encontra-se na situação ‘em andamento’, ou seja, ainda não há o trânsito em julgado administrativo”, disse no despacho do arquivamento. “Se ao término do Processo Administrativo Fiscal a Secretaria da Receita Federal do Brasil concluir pela ocorrência de crime, certamente será remetida ao (MPF) a devida representação fiscal para fins penais para a adoção das providências cabíveis”.

Em casos de sonegação, processos são extintos quando a dívida é quitada ou parcelada. A Havan não informou qual providência adotou. Procurada pelo Estadão, a Receita Federal destacou que não comenta casos ou decisões que envolvem contribuintes específicos. A posição do MPF foi acolhida pela Justiça Federal em Santa Catarina no último dia 5 de março.

Após o encerramento absoluto do procedimento administrativo e caso a empresa não queira pagar o desfalque, a Receita poderá novamente enviar uma representação ao MPF. Por sua vez, o órgão ministerial poderá abrir investigação e oferecer denúncia contra Luciano Hang.

Procurada para comentar os apontamentos da Receita Federal, a Havan, por meio do departamento jurídico, disse que “a denúncia é velha” e nem “sequer foi aceita, por inépcia”. A empresa frisou que “não houve qualquer processualização, uma vez que em despacho o magistrado consignou carências e inaptidões no que propunham”. Também ressaltou que “providências jurídicas” foram tomadas contra a circulação de “texto antigo” ainda “na primeira quinzena de abril de 2019”.

A empresa voltou a ser questionada, mas não especificou o texto mencionado. Também não esclareceu a que se refere o termo “denúncia” usado na nota. O acórdão do Carf, que consolidou a derrota da Havan, é de outubro de 2019.

Histórico. A redução ilegal de contribuições previdenciárias já rendeu problemas na Justiça para Luciano Hang. Em 2003, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região manteve uma condenação aplicada pela Vara Federal Criminal de Blumenau. Entre outubro de 1992 e agosto de 1999 o valor sonegado em contribuições, segundo as investigações, chegou a R$ 10,4 milhões.

Na época, a denúncia do MPF sustentou que o empresário fazia um “pagamento por fora” de salários e remunerações de seus funcionários da matriz e da filial de Curitiba. Havia duas folhas. Em uma era lançada a remuneração fictícia, menor. Na outra, os salários realmente pagos. Todas as verbas remuneratórias eram calculadas com base em valores inferiores aos realmente recebidos.

Hang foi condenado a três anos, 11 meses e 15 dias de pena privativa de liberdade, além de multa. A punição foi substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento de dez salários mínimos mensais durante o período da condenação. Antes de o empresário ser obrigado a começar a cumprir as penas, fez acordo para pagar parte do débito e parcelar o restante. As prestações são pagas até hoje e estão em dia.

Quem é. Com a ascensão de Jair Bolsonaro, Luciano Hang tornou-se uma voz engajada em movimentos de direita. Crítico contumaz de Lula e Dilma Rousseff, aliou militância e marketing ao antipetismo e à bandeira de combate à corrupção. Ele acumula uma série de polêmicas. Uma delas foi quando obrigou funcionários de suas lojas a aparecerem em vídeo saudando o então candidato Bolsonaro, para quem pediu o voto dos colaboradores. Também foi apontado como um dos empresários por trás do financiamento ilegal de disparo em massa de mensagens pró-Bolsonaro na campanha de 2018, o que o empresário nega.

Hang é alvo do inquérito das Fake News por vínculo com ações de disseminação de notícias falsas e ameaças a ministros do Supremo. A investigação corre em sigilo. Em maio, uma operação da Polícia Federal executou mandados de buscas e apreensão em dois endereços dele, um em Brusque e outro em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Além disso, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou quebra de seus sigilos bancários e fiscal e o bloqueio de redes sociais do empresário.

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. E eu pensava que os nossos apoiadores da direita eram pessoas direitas. Mas parece que foram tirados da mesma saca da farinha podre da esquerda.

  2. Zé Carioca (apelido de Luciano Hang) jamais passou confiança a qualquer pessoa. Mas, não sei por que, conquistou o candidato e hoje Presidente Jair Bolsonaro.

  3. Estamos em estado de exceção. Perseguição explícita. Se deve tem que pagar. Mas, parece que não se trata disso. O STF está dando exemplo disso tudo.

    1. Não tem nada a ver: se sonegou impostos tem que pagar . Um crime desses nos Estados Unidos, só para citar um exemplo, dá uma cadeia pesada ( que o diga Al Capone).

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Polícia

Falhas de segurança: Auxílio emergencial empresário Luciano Hang coloca programa em xeque

FRAUDADO — Hang, dono da rede de Lojas Havan: CPF do empresário foi usado por estelionatários no programa do auxílio emergencial Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Menos de 20 dias depois da polêmica do filho do apresentador William Bonner constar na base de dados do auxílio emergencial, o programa de transferência de renda do governo para trabalhadores informais — principal medida de combate aos danos econômicos causados pela pandemia de coronavírus —, está no centro de um novo escândalo: o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, é um dos 55 milhões de beneficiários do chamado ‘coronavoucher’. Hang não é nem informal e muito menos de baixa renda, já que é listado como um dos bilionários do país na lista da revista Forbes. Logo, o pagamento do auxílio emergencial no nome e no CPF do empresário, mostra, mais uma vez, as gritantes falhas de segurança do sistema de concessão do benefício. As seguidas fraudes colocam em xeque a funcionalidade do programa mais celebrado da pandemia pelo executivo e acendem um alerta sobre a fragilidade dos bancos de dados do governo.

Luciano Hang, aliado de primeira hora do presidente Jair Bolsonaro, tomou conhecimento que seu nome estava na base de dados do auxílio emergencial, inclusive com parcelas já pagas, nesta terça-feira, 2, após o vazamento de dados pessoais do empresário e de autoridades pelo grupo de hackers Anonymous, que tornou pública informações sigilosas na segunda-feira. Em uma publicação no Twitter atribuída ao grupo, hackers tentaram usar o nome, CPF, data de nascimento e o nome da mãe do empresário para cadastrá-lo no auxílio emergencial. Porém, ao preencher os dados, o sistema da Caixa informa que Hang já estava cadastrado e recebeu a primeira parcela de 600 reais do programa. Em nota, o empresário condena o vazamento de dados pelo Anonymous e pede investigações a Polícia Federal tanto pela divulgação de suas informações pessoais como no cadastro indevido ao auxílio.

O auxílio emergencial é, pela lei, concedido a trabalhadores informais (ou seja, sem registro em carteira), microempreendedores individuais, autônomos que contribuem para o INSS e também beneficiários do Bolsa Família. O principal requisito do programa é ter renda de até meio salário mínimo (522,50 reais) ou até três salários mínimos na família (3.135 reais). Além de não ter contrato, o pleiteante não pode ser aposentado ou pensionista, receber seguro-desemprego ou ser funcionário público. Quem não é cadastrado no CadÚnico ou recebe Bolsa Família precisa se inscrever em um aplicativo da Caixa Econômica. Os dados do cadastro são passados para a Dataprev, que é quem deve verificar se aquele CPF têm direito ao auxílio. A empresa de tecnologia do governo cruza os dados informados na porta de acesso ao auxílio emergencial com 17 bancos de dados, entre eles o Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis), onde há dados de contribuições previdenciárias e benefícios recebidos. Também são checados bancos de dados de vínculos empregatícios e da Receita Federal. A função desses cruzamentos é identificar se o candidato ao benefício faz realmente jus ao benefício. Depois do cruzamento, os dados são enviados ao Ministério da Cidadania, que é quem dá o aval definitivo para o pagamento e, só depois o CPF é liberado para a Caixa. Se tiver renda maior, por exemplo, há o bloqueio. Porém, a prática não funciona como a teoria. É gravíssimo que um sistema cheio de fases — inclusive com a homologação feita pelo Ministério, permita esse tipo de fraude.

O governo afirma que os dados informados são de responsabilidade do pleiteante e que, tentativas de burlar a legislação do auxílio estão sujeitas a devolução do auxílio. No entanto, indícios de crime são comunicados a Polícia Federal. “A CGU e a Advocacia-Geral da União (AGU) também estão atuando na fiscalização e no ajuizamento de ações, respectivamente, em todo o processo de pagamento do auxílio emergencial. É determinação do governo do presidente Jair Bolsonaro não tolerar a ação de criminosos que queiram burlar as regras do auxílio emergencial”. Ao ser questionado pelo caso do filho de Bonner, o Ministério da Cidadania afirmou que trabalhava para disponibilizar o nome de todos os beneficiários do programa no Portal da Transparência. Nesta terça-feira, a promessa foi novamente feita, mas novamente com o prazo para “os próximos dias”. A pasta também ressalta um site para que pessoas que receberam o auxílio indevidamente possam devolver os recursos aos cofres públicos, porém não informa o quanto já foi devolvido.

A ineficiência do pagamento do auxílio emergencial levanta questionamentos sobre a ampliação do ‘coronavoucher’ em um momento que o governo decide se abre mais os cofres públicos para pagamento de parcelas emergenciais do auxílio. O Ministério da Economia já admite cálculos para saber quantas parcelas e qual o valor pode ser pago. Até o momento, o governo já disponibilizou 154 milhões para o pagamento das três parcelas do auxílio emergencial e, ampliar, aumenta ainda mais o rombo nas contas públicas. Pelo grande impacto econômico, é fundamental que a transferência de renda seja segura, isto é, chegue nas mãos de quem precisa, e não fonte de golpes entre espertalhões. Quem perde com tudo isso é o país, que desampara os vulneráveis e tem sua capacidade de políticas públicas eficientes cada vez mais questionadas.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Pelo que vejo, trocaram os corruptos de Lula pelos de Bolsonaro. Fazem uso do dinheiro público para fortalecimento político.

  2. Não sou defensor do governo, pelo contrário acho que a pior escolha que o país fez na história, colocar esse presidente, no entanto, o erro não é do sistema, mas da falta de caráter de muitas pessoas. No Fantástico do último domingo, mostrou que cerca de 150 mil brasileiros que moram em Portugal deram entrada no auxílio emergencial.
    Será possível?
    O Brasileiro só quer ser Pelé, ninguém quer ser Ronaldinho.

  3. Por favor, onde encontro a lista dos beneficiados? Favor postar o endereço. Desde já agradeço.

  4. Quem reclamava que o bolso familia tinha e tem fraudes………olha aí a esculhambação. Demita esse Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, digo Ministro Cidadania. Sei la qual cadeira esse comunista ta.

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Diversos

Luciano Hang defende liberdade de expressão e diz que é preciso ‘mudar o pensamento da política’

Foto: Reprodução/ Facebook

A Polícia Federal apreendeu na manhã desta quarta-feira (27), em Santa Catarina, o celular e o computador pessoal que pertencem ao empresário Luciano Hang. O proprietário da Havan é um dos alvos do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura produção de notícias falsas e ameaças à Corte. Ele confirmou a apreensão em nota e durante uma live pelas redes sociais nesta manhã.

“Eu não fiz nada de errado, eu não atentei contra os ministros nem contra a alta Corte e isso vai ser provado quando abrir o meu celular”, disse durante a live transmitida do Centro Administrativo Havan, em Brusque, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Os equipamentos apreendidos devem passar por perícia.

Os mandados foram cumpridos no escritório da sede da Havan, na Rodovia Antônio Heil, em Brusque, e em dois endereços residenciais do empresário, sendo um deles na Avenida Atlântica, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte e outro também em Brusque.

“O brasileiro votou para as mudanças. Nós temos lá o nosso presidente querendo fazer mudanças e, para isso, nós precisamos que o brasileiro pense assim. […] Eu sinto isso nas empresas, eu sinto isso nas pessoas, que nós precisamos muitas vezes é mudar o pensamento lá de Brasília, dos estados, do município e da política”, disse em live.

Liberdade de expressão

Durante a transmissão em vídeo, o empresário defendeu a liberdade de expressão e explicou sobre o conteúdo que publica nas redes sociais.

“A mídia é importante neste país para levar boas notícias, notícias verdadeiras. Todas as coisas que eu faço, eu coloco nas minhas redes sociais, ou seja, eu fabrico notícia e coloco elas nas minhas redes sociais para que todo mundo tenha a minha posição sobre qualquer assunto. Isso se chama liberdade de expressão. Este país é um país democrático. Nós temos que temos que ter a liberdade de expressão, a liberdade de pensamento”, afirmou após uma citação feita por uma apoiadora sobre o que teriam dito em comentários na live.

O empresário negou sobre patrocinar a produção as informações falsas. “Veja bem, o que é fazer fake news, é pegar uma coisa certa e transformar em errada. O que nós queremos é falar a verdade. Às vezes tem um fato e várias versões, eu sempre coloco a minha versão sobre aquele fato. Nós produzimos materiais todos os dias em minhas redes sociais para levar a melhor informação para os nossos fãs em todo o Brasil”, explicou.

Em nota assinada pelo empresário e enviada pelo advogado Fábio Roberto de Souza, Hang disse que tem a consciência tranquila de que jamais atentou contra os ministros do STF ou contra a instituição. “Nada tenho a esconder, uma vez que tudo o que falo está nas minhas redes sociais e é de conhecimento público.”

Investigações

A PF cumpre desde o início desta manhã mandados de busca e apreensão. Além do empresário, entre os alvos estão o ex-deputado federal Roberto Jefferson, o deputado e os blogueiro Allan dos Santos e Winston Lima. Os cinco são aliados do presidente Jair Bolsonaro.

Ao longo das investigações, laudos técnicos que demonstraram que um grupo produz e dissemina as notícias falsas, sempre com o mesmo padrão. Foram identificados pelo menos quatro financiadores desse grupo.

As investigação já identificaram ao menos 12 perfis em redes sociais que atuam na disseminação de informações, de forma padronizada, contra ministros do tribunal.

Isso significa, por exemplo, que esses perfis encaminham o mesmo tipo de mensagem, da mesma forma, na mesma periodicidade. Técnicos cruzam informações para tentar localizar financiadores desses perfis.

G1

 

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Judiciário

Roberto Jefferson, Luciano Hang, deputado estadual de SP e blogueiro são alvos de operação da PF

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira (27) mandados de busca e apreensão no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura produção de notícias falsas e ameaças à Corte. O ex-deputado federal Roberto Jefferson, o empresário Luciano Hang, o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) e blogueiro Allan dos Santos são alvos. Os quatro são aliados do presidente Jair Bolsonaro.

As buscas com relação a Jefferson e Hang foram realizadas nas casas deles, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, respectivamente.

No caso de Garcia, as buscas foram realizadas no gabinete, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), onde computadores foram apreendidos.

As buscas sobre Allan dos Santos ocorreram na casa dele, em uma área nobre de Brasília.

Ao todo, a operação tem 29 mandados de busca e apreensão. As ordens foram expedidas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do inquérito.

Além de Rio de Janeiro e Brasília, há mandados para ser cumpridos também nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

Histórico do inquérito

O inquérito para apurar a produção de notícias falsas e disseminação de ameaças a ministros do STF foi aberto em março de 2019, por ordem do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Tem que fechar. Se acham deuses. Falam tanto em democracia e quetem calar o povo. Hipócritas!

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Política

Maior apoiador de Bolsonaro, empresário Luciano Hang diz estar decepcionado com saída de Moro

Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Um dos maiores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, o empresário Luciano Hang, das lojas Havan, descreve a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça como decepcionante. Ele descreve esta sexta-feira (24) como um “dia triste”, em que o seu “herói” deixou o governo federal.

“Fico triste com a saída do ministro Moro. Sempre tenho manifestado que ele é o grande herói brasileiro. Um herói vivo. O cara que fez uma grande transformação no nosso país contra a corrupção. Hoje é um dia pesado, muito, muito, muito ruim”, diz Hang ao Painel.

“”A saída do Moro me deixa decepcionado. Neste momento estamos vivendo uma crise de saúde, política, e uma crise econômica, e não temos que ter mais crises do governo. Temos que agora nos unir para passar esse momento. Estou muito triste. O Moro deixa um legado para o país inimaginável, sou fã de carteirinha dele, e ele é meu herói”, acrescenta.

Sobre as acusações feitas por Moro a Bolsonaro, como a tentativa de acessar arquivos da Polícia Federal e uma suposta fraude em sua assinatura no Diário Oficial, Hang disse que estava em um avião e não acompanhou o que disse o ministro, e que só se pronunciará sobre o tema depois de assistir o pronunciamento de Moro.

Perguntado se continua bolsonarista, ele não confirmou nem negou.

“Sou apoiador do Brasil. Quando me posicionei lá atrás, quando disse que seria ativista político, escrevi que ‘o Brasil que queremos só depende de nós'”, disse.

Ele também disse que não tem apego a políticos.

“Desde o princípio, se você procurar meu histórico, sou brasileiro como ativista político. Não tenho partido nem político de estimação. Continuo defendendo as pautas brasileiras. Desburocratização, menos interferência do governo na vida do cidadão.”

Sobre a preocupação de Bolsonaro com o inquérito de fake news, revelado pelo Painel, ele diz que o temor só deve existir em quem tem algo a temer, o que, na sua opinião, não é o caso do presidente.

“Quem não deve, não teme. Se você fez alguma coisa, você fica preocupado. Se não fez, você não fica. Espero que não seja a verdade. Não acredito que empresários tenham impulsionado determinadas campanhas​. Quero crer que houve uma saída por não compatibilizar o pensamento do presidente com o do Moro”, conclui.

Painel – Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

    1. O gado tá pensando que seus adorados ladrões CORRUPTOS condenados vão voltar ao poder. Não sejam imbecis, cretinos. O Brasil não aceita em hipótese alguma votar em CORRUPTOS. Hehehe

    1. Bom mesmo era sua quadrilha. Esse Cidadão gera milhares de empregos pelo País todo e não existe nenhuma prova contra ele, agora os seus ladrões de estimação geraram milhares de desempregos. O seu poste que ensaca vento deixou 13 MILHÕES de desempregados.Babaca.

    2. Que quadrilha cara ?????kkkkkkkkkk. Não tenho e nunca tive nem político , e nem muito menos, BANDIDO de estimação.

  1. O Brasil inteiro está decepcionado. Tiro de bazuca no pé.
    Acabou, cadeia para todos os corruptos, seja de direita, seja de esquerda.
    Começou hoje a campanha MORO 2022

    1. Errar é natural. Agora permanecer no erro é que não dar. É o que vejo nessa pessoas que defendem o PT. Eles não vem para realidade. É uma ilusão total.

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Diversos

VÍDEO: Luciano Hang oferece recompensa de R$ 100 mil para informação de responsável por destruição de estátua da Havan

PROCURA-SE. Através de suas redes sociais, o empresário Luciano Hang, em vídeo inspirado em faroeste, anunciou a recompensa de R$ 100 mil pela informação do responsável pelo ataque da estátua da Havan, destruída no interior de São Paulo.

“Você tem provas? Sabe quem foi? Entre em contato pelo telefone 0800 765 5571, forneça as informações e se a polícia constatar que é verídico, vamos pagar R$ 100 mil”, diz trecho do anúncio.

Opinião dos leitores

  1. Muito criativo gostei
    Esse Luciano tem cada idéia.
    Do jeito que os comunas gostam de dinheiro um vai entregar o outro eeeeiiiittaa cambafa ruim

    1. Esse também gosta muito de dinheiro, dinheiro público dos contribuintes, através de empréstimos não pagos ao BNDES e através de muita sonegação fiscal.

  2. por 1000 o povo já cabuêta, imagine por 100k, vai ficar comprovado que foi coisa da esquerda!

    1. Como você bem mencionou, "por 100 a pessoa 'cabuêta', imagine por 100k". Então a reflexão que fica é: Qual seria o rau de confiabilidade dessa informação?

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