Aproveitando a reunião com prefeitos nesta sexta-feira(08), para discutir imunização contra covid no Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra pediu que aos gestores dos municípios que suspendam eventos e festas previstos para o veraneio, com o objetivo de evitar aglomerações e o aumento do contágio do novo coronavírus.
Também presente a reunião, o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, reforçou a necessidade das medidas de distanciamento social até haver um cenário mais seguro da pandemia.
Durante a sua campanha de apoio desastrada aos prefeitos do seu partido, tudo foi muito bonito e legal, os imbecis que hoje choram lágrimas de jacaré, não abriram a boca, tudo de uma hipocrisia sem tamanho. Quanto ao dinheiro gasto de forma rápida, sem o devido cuidado, irresponsavel e leviano, o mesmo silêncio. A nossa saúde contínua e mesma, óbvio com mais mortos pelo COVID, os hospitais continuam abandonados, faltando insumos básicos, profissionais, sobram pacientes nos corredores e vergonha, triste sina essa nossa, viver mendigando o básico para sobreviver com dignidade.
Quero só ver como o pessoas ligadas ao setor de eventos, do mais taludo ao mais humilde, votarão nas próximas eleições. Será que vão reeleger dona Fátima?
Esse povo que fez aglomeração em eventos políticos tem a cara de tabaco de solicitar a não realização de festas de verão, o desgoverno de Fátima Bezerra quer quebrar de uma vez por todas o seguimento de shows. Quando será que Fatão vai anunciar ajuda para os seguimentos afetados pelas recomendações dela?
O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (União Brasil), informou por meio de nota à imprensa que não vai disputar o Senado Federal nas eleições de 2026.
Veja a íntegra da nota:
“Comunico aos meus amigos e amigas de Natal e de todo o Rio Grande do Norte, que nos últimos meses me incentivaram a ser candidato a Senador da República, que após entendimento com o pré-candidato a governador Alysson Bezerra, ficou decidido que não serei candidato ao Senado da República.
Alysson Bezerra me comunicou que a direção nacional do partido União Brasil informou que nessa eleição a prioridade é a eleição de deputados federais e governador e que não haverá disponibilidade do fundo eleitoral partidário para candidatura ao Senado no Rio Grande do Norte.
Agradeço o empenho dos dirigentes do União Brasil no Rio Grande do Norte para viabilizar a nossa candidatura ao Senado.
Como fiz ao longo de toda a minha vida pública, com ou sem mandato, seguirei sempre a disposição de Natal e do Rio Grande do Norte, disposto a contribuir para o debate qualificado e para o avanço do nosso estado”.
O Instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (05) sua nova pesquisa mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 44% dos eleitores, enquanto 41% rejeitam o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Além de Lula e Flávio, Ciro Gomes (PSDB) aparece como o terceiro pré-candidato à Presidência na lista, com 5% de rejeição; ele é seguido por Romeu Zema (Novo), com 4%.
Ronaldo Caiado (PSD) e Cabo Daciolo(Mobiliza) fecham a lista, cada um com 2% de rejeição.
A pesquisa também revelou que 2% do eleitorado afirma não rejeitar nenhum dos pré-candidatos.
Metodologia
Para a pesquisa, o Instituto Real Time Big Dataouviu 2.000 eleitores de todo o país, entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.
Um homem foi indiciado pela Polícia Legislativa Federal após fazer 28 ligações com conteúdo de cunho sexual para atendentes da Câmara dos Deputados. O caso ocorreu entre os dias 27 e 31 de março de 2026, por meio do serviço 0800 da Casa, e provocou constrangimento às servidoras.
De acordo com informações apuradas, o suspeito utilizava o canal de atendimento institucional para fazer perguntas sem qualquer relação com o serviço público, direcionadas às funcionárias, conforme o Metrópoles.
Segundo relatos, ele repetia frases de teor íntimo, como questionamentos sobre roupas e condições pessoais, o que gerou desconforto nas atendentes. Quando homens atendiam as chamadas, as ligações eram encerradas imediatamente.
A identificação do autor foi possível após análise das gravações, cruzamento de dados e confirmação da titularidade da linha telefônica junto à operadora, conforme informou a Polícia Legislativa Federal.
Como as ações ocorreram de forma repetida e em curto intervalo de tempo, o caso pode ser enquadrado como continuidade delitiva. Em caso de condenação, a pena pode ultrapassar cinco anos de reclusão, segundo a legislação vigente.
O presidente Lula (PT) avalia insistir na indicação de Jorge Messias ao STF, mesmo após o nome ter sido rejeitado pelo Senado. Segundo fontes do Palácio do Planalto, o petista estuda o melhor momento político para uma nova tentativa, a fim de evitar nova derrota.
De acordo com aliados, uma das possibilidades em análise é adiar a nova indicação para depois das eleições de outubro. A avaliação interna é de que o cenário político pode se tornar mais favorável para articulações com o Senado.
Outra alternativa considerada, segundo interlocutores do governo, é indicar um nome diferente para a vaga atualmente aberta no STF e tentar viabilizar Messias em uma futura oportunidade.
Nos bastidores, de acordo com fontes do Planalto, a rejeição do nome de Messias — por 42 votos a 34 — teria sido resultado de articulações políticas no Senado. O governo avalia que houve um movimento coordenado que dificultou a aprovação.
Apesar do incômodo, auxiliares afirmam que Lula não pretende fazer retaliações públicas neste momento. O presidente deve analisar o cenário com cautela antes de definir os próximos passos, incluindo o futuro de Messias dentro do governo.
Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (5) aponta que a desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) ultrapassou os 50% e já supera a aprovação. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país e indica leve oscilação nos índices em relação ao levantamento anterior.
De acordo com os dados, 52% dos entrevistados disseram desaprovar a gestão, enquanto 42% afirmaram aprovar. Outros 6% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, a aprovação recuou de 44% para 42%. Já a desaprovação aumentou de 51% para 52%, dentro da margem de erro.
Segundo o instituto, o levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de maio, com entrevistas em todas as regiões do país.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.
Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno presidencial.
Segundo o levantamento, Flávio tem 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula, cenário que configura empate técnico dentro da margem de erro, conforme a CNN.
A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o que indica uma disputa aberta e sem definição no momento. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. O nível de confiança é de 95%.
O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.
Parte de ministros do STF avalia, em conversas de bastidores com lideranças do Congresso Nacional, a possibilidade de redução de penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo informações da CNN Brasil, o cenário está ligado à tramitação do chamado PL da Dosimetria e à percepção interna de que não há maioria consolidada para barrar a proposta.
Segundo interlocutores, o ambiente político e institucional não favorece, neste momento, a derrubada do projeto. A avaliação considera também o aumento recente da tensão entre o Judiciário e o Legislativo.
Apesar da possibilidade de redução de penas, a eventual aplicação da nova regra não seria automática. Conforme o modelo em discussão, caberia ao relator dos casos ligados ao 8 de janeiro, ministro Alexandre de Moraes, analisar individualmente os pedidos apresentados pelas defesas.
Segundo o relator do projeto na Câmara, deputado Paulinho da Força, a revisão das penas pode gerar impacto relevante em parte dos casos. Mais de 1,4 mil pessoas foram condenadas pelos atos, e cerca de 600 réus poderiam ser alcançados pela nova legislação, caso seja mantida após eventual análise judicial.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) registrou em março que 21 dos 25 ministros da Corte receberam remunerações acima de R$ 100 mil líquidos, segundo dados oficiais do próprio tribunal. No mesmo período, o presidente da Corte, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, recebeu R$ 103,5 mil líquidos, valor mais que o dobro do teto constitucional do funcionalismo público.
O teto do funcionalismo público atualmente é de R$ 46.366,19, equivalente ao salário de ministros do STF. Ainda assim, a maioria dos integrantes do TST aparece com rendimentos que ultrapassam R$ 100 mil no mês analisado.
No caso do presidente da Corte, a remuneração bruta em março chegou a R$ 127 mil. Segundo os registros, o valor é formado por subsídio, vantagens individuais, indenizações, gratificações e pagamentos eventuais.
Após os descontos legais, o valor líquido ficou em R$ 103,5 mil. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o magistrado recebeu mais de R$ 290 mil líquidos, com pagamentos mensais acima de R$ 80 mil.
Os dados revelam ainda que apenas quatro dos 25 ministros ficaram abaixo da marca de R$ 100 mil no período, com rendimentos entre R$ 52 mil e R$ 90 mil.
De acordo com Waack, o governo tenta apresentar soluções para o problema do endividamento, mas sem enfrentar fatores como juros elevados e renda insuficiente das famílias. O jornalista também criticou o fato de a inflação não ter explodido, mas ainda assim impactar fortemente a população de baixa renda.
Em análise, Waack afirmou que o cenário de crédito no país continua pressionando especialmente quem recorre ao rotativo do cartão, considerado um dos mais caros do mercado. Para ele, a política fiscal do governo também contribui para o cenário de juros elevados.
O comentarista ainda destacou declarações do presidente Lula ao tratar o tema do endividamento sob uma perspectiva comportamental, o que, segundo ele, desvia das causas econômicas do problema e recai em uma abordagem moral do tema.
Por fim, Waack avaliou que o objetivo central do programa seria tentar reduzir a desaprovação do governo, mirando o cenário eleitoral. Segundo ele, o Palácio do Planalto ainda pode lançar novas iniciativas com o mesmo foco até as eleições.
O presidente Lula (PT) afirmou, em discurso, que “é muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”. A declaração foi feita ao comentar o comportamento de consumo da população brasileira e o acesso ao crédito, citando ainda a importância da responsabilidade financeira ao contrair dívidas.
Lula destacou que o endividamento faz parte da dinâmica econômica do país e relembrou a crise de 2008, quando o mercado internacional enfrentou o chamado “subprime”.
Segundo o presidente, à época ele chegou a fazer um pronunciamento em rede nacional incentivando cautela, mas sem medo do consumo, desde que houvesse responsabilidade. “Não deveriam gastar mais do que pudessem pagar”, disse, ao relembrar o contexto daquele período.
Durante a sua campanha de apoio desastrada aos prefeitos do seu partido, tudo foi muito bonito e legal, os imbecis que hoje choram lágrimas de jacaré, não abriram a boca, tudo de uma hipocrisia sem tamanho. Quanto ao dinheiro gasto de forma rápida, sem o devido cuidado, irresponsavel e leviano, o mesmo silêncio. A nossa saúde contínua e mesma, óbvio com mais mortos pelo COVID, os hospitais continuam abandonados, faltando insumos básicos, profissionais, sobram pacientes nos corredores e vergonha, triste sina essa nossa, viver mendigando o básico para sobreviver com dignidade.
Quero só ver como o pessoas ligadas ao setor de eventos, do mais taludo ao mais humilde, votarão nas próximas eleições. Será que vão reeleger dona Fátima?
A Governadora Fátima era pra armar a polícia com um chicote, assim quando o polícia encontrasse uma aglomeração, era mais fácil de dispersar a boiada.
Pq ela não pediu aos prefeitos que escutasse aglomerações durante a campanha eleitoral.
Isso que eu chamo de governadora hipócrita.
Esse povo que fez aglomeração em eventos políticos tem a cara de tabaco de solicitar a não realização de festas de verão, o desgoverno de Fátima Bezerra quer quebrar de uma vez por todas o seguimento de shows. Quando será que Fatão vai anunciar ajuda para os seguimentos afetados pelas recomendações dela?