Três pessoas ficaram gravemente feridas na manhã desta segunda-feira(03), por volta das 8h20, após uma ambulância capotar na BR-101, no município de Extremoz, na Grande Natal. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o veículo de socorro médico vinha de Macau com destino ao Hospital Onofre Lopes com 5 ocupantes: o condutor, uma médica, um enfermeiro, uma paciente de 87 anos que ia fazer um cateterismo e a filha da idosa. Na ocasião, a ambulância teria sido fechada por um carro e acabou saindo da pista. Uma cratera na marginal teria colaborado para o capotamento.
Segundo informações preliminares, o enfermeiro, a paciente idosa e a filha dela ficaram feridos em estado grave e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O acidente aconteceu por no KM 75.
Lamentável o ocorrido, pode ter ocorrido a “trancada”,mas, se faz necessário a investigação pela PRF, aos condutores de ambulâncias, verificar se estão habilitados para condução de veículos de emergência, bem como, verificar lotação e condições em que pessoas são transportadas, pois, já tive a experiência de ser transportado em uma ambulância de uma Cidade do interior para Natal, sem ser preso a maca, mesmo questionando ao condutor, que disse que não precisava, outros pacientes foram transportados para clínicas em Natal, não usavam o cinto de segurança, e embora estivessem todos com estado de saúde estabilizada, o motorista se excedeu muito na velocidade. Na ocasião, ouvi o motorista se gabando para outro, que não andava com menos de 140 Km/h.
NÃO ESTOU RELATANDO O MOTORISTA DESTE ACIDENTE!
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem, nos bastidores, preocupação com possíveis impactos jurídicos do desfile que vai homenageá-lo no Carnaval. A avaliação dentro do governo e entre setores do Judiciário é de que o evento pode acabar sendo interpretado como propaganda eleitoral antecipada, abrindo espaço para questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. O temor ganhou força diante de precedentes recentes, como a decisão que tornou Jair Bolsonaro inelegível após entendimento de uso político de estruturas oficiais. Integrantes do governo avaliam que qualquer leitura semelhante pode gerar desgaste em um momento considerado sensível do calendário pré-eleitoral, motivo pelo qual o tema passou a ser monitorado de perto por ministros e assessores do Planalto.
A pressão aumentou após o partido Novo acionar o TSE contra Lula, o PT e a escola de samba Acadêmicos de Niterói, responsável pelo enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. A sigla argumenta que a homenagem ultrapassa o caráter cultural e pede multa milionária, alegando que o desfile funcionaria como peça de pré-campanha.
Paralelamente, a senadora Damares Alves também levou questionamentos ao Ministério Público Eleitoral, citando trechos do samba que, segundo ela, promoveriam o presidente e atacariam adversários políticos. A parlamentar ainda apontou o uso de recursos públicos e a transmissão em TV aberta como fatores que poderiam agravar a discussão jurídica.
Apesar das ações, decisões recentes têm freado tentativas de barrar repasses e suspender iniciativas ligadas ao desfile. Mesmo assim, o assunto segue no radar do governo, especialmente diante da futura composição do TSE e do receio de que um evento festivo acabe se transformando em novo foco de desgaste político para o Planalto.
A Polícia Federal ainda espera o Supremo Tribunal Federal enviar oficialmente o inquérito que investiga o ministro Marco Buzzi, do STJ, acusado de importunação sexual. O caso está sob relatoria de Kassio Nunes Marques e corre em sigilo, já que o magistrado possui foro privilegiado, o que faz com que as diligências dependam de autorização direta da Corte.
As acusações começaram após o depoimento de uma jovem de 18 anos, que registrou ocorrência em janeiro e afirmou que teria sido abordada de forma inadequada pelo ministro durante um encontro em Balneário Camboriú. Posteriormente, uma servidora terceirizada do próprio STJ também relatou suposto assédio dentro do gabinete, ampliando a pressão sobre o tribunal e acelerando procedimentos internos.
Mesmo sem ter prestado depoimento até agora, Buzzi foi afastado de forma unânime pelos colegas em sessão extraordinária marcada por silêncio e indignação entre magistrados, segundo relatos de bastidores. A decisão esvaziou um pedido de licença apresentado pelo próprio ministro minutos antes da reunião e abriu caminho para que o tribunal avalie medidas disciplinares mais duras.
Apesar de proibido de frequentar o STJ, usar carro oficial e exercer funções institucionais, o magistrado segue recebendo remuneração mensal superior a R$ 44 mil, o que gerou críticas internas e externas. A Corte deve decidir em março se avança para uma possível aposentadoria compulsória, conforme o andamento da sindicância.
A defesa sustenta que o afastamento cria um “precedente perigoso” e afirma que ainda não houve pleno contraditório. Os advogados dizem estar reunindo provas para contestar as acusações, enquanto o caso avança simultaneamente no STF, no CNJ e nas apurações administrativas dentro do próprio STJ.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que conversou diretamente com o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, depois que o nome dele apareceu nas discussões da CPMI do INSS, comissão que investiga um esquema de descontos indevidos revelado pela imprensa. Segundo o petista, o diálogo ocorreu de forma reservada e teve tom de cobrança e esclarecimento. A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Em entrevista ao Uol, Lula relatou que disse ao filho que cada um deve responder por seus atos e que, caso exista qualquer irregularidade, as consequências precisam ser enfrentadas. O presidente, porém, não detalhou o teor completo da conversa nem comentou aspectos jurídicos do caso.
Informações de bastidores apontam que o encontro aconteceu em dezembro, no Palácio da Alvorada, em Brasília, e contou com a presença de um dos advogados de defesa de Lulinha. Na ocasião, ele ainda estava no Brasil durante o período de férias, antes de retornar à Espanha, onde reside atualmente.
De acordo com relatos, o filho do presidente negou qualquer envolvimento irregular e relembrou episódios anteriores em que foi alvo de acusações falsas, usadas como exemplo para reforçar sua versão. Auxiliares afirmam que Lula também compartilhou o conteúdo da conversa com aliados políticos que acompanham a CPMI.
O nome de Lulinha passou a ser citado após uma testemunha mencionar um suposto lobby ligado ao empresário conhecido como “Careca do INSS”. Apesar disso, um pedido para convocá-lo foi rejeitado pela comissão na época, sob a justificativa de que ainda não havia provas suficientes para sustentar a oitiva. A Secretaria de Imprensa da Presidência não comentou o assunto até o momento.
Investigada pela Polícia Federal e com dívidas estimadas em R$ 4 bilhões, a empresa de investimentos Fictor alugou uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que foi usada para aproximação com integrantes do governo Lula e para articulações ligadas à (CPMI do INSS. O imóvel de quase 500 metros quadrados chegou a receber ministros e dirigentes petistas, segundo apuração do Estadão.
A casa, alugada pelo ex-sócio da Fictor Luis Phillippi Rubini até dezembro de 2025, também foi palco de uma reunião para a montagem de um dossiê contra o advogado Eli Cohen, testemunha da CPMI. O ex-policial civil Rogério Giglio afirma que foi pago por representantes da Fictor para produzir gravações e um depoimento falso contra Cohen, material que acabou sendo usado por parlamentares governistas para tentar descredenciar o denunciante das fraudes bilionárias no INSS.
Um dos encontros ocorreu em 24 de setembro de 2025 e reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada do PT na CPMI, o consultor da Fictor Felipe Alcântara e Giglio.
Pimenta confirmou a reunião, disse não saber que a casa era ligada à empresa e afirmou que considerou frágeis as provas apresentadas. Mesmo assim, áudios gravados por Giglio foram usados posteriormente para pedir nova convocação de Cohen à comissão.
Além da articulação política, a mesma mansão foi usada em tentativas de aproximação da Fictor com a usina de Itaipu, com a intenção de gerir recursos do fundo de reserva da hidrelétrica, o que não avançou por impedimentos legais.
O diretor-geral de Itaipu, Ênio Verri, esteve no local em eventos com lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Alexandre Padilha, que confirmaram presença, mas negaram qualquer proposta ou negociação com a empresa.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, cantou nesta terça-feira (10) trechos de um samba-enredo que homenageia o presidente Lula durante um evento em comemoração aos 46 anos do PT, na Câmara dos Deputados. A ministra, que também é ex-presidente nacional do PT, discursou da tribuna diante de militantes e parlamentares da sigla.
Gleisi sugeriu que o Carnaval fosse usado para “se divertir” e “curtir o samba-enredo do presidente Lula”. Ela afirmou que a música “conta a vida de Lula” e cantou um trecho com versos como “Quanto custa a fome? Quanto importa a vida. Nosso sobrenome é Brasil da Silva”. Ao final, defendeu a comemoração “sem falsos mitos e sem anistia” e encerrou o discurso com um “Viva o PT!”, sendo aplaudida.
A homenagem citada pela ministra faz referência ao desfile da escola Acadêmicos de Niterói no Carnaval deste ano. A agremiação vai levar à Sapucaí um samba-enredo que narra, em primeira pessoa, a história de Dona Lindu, mãe de Lula. O enredo recebeu o nome “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
O tema do desfile, no entanto, virou alvo de questionamento no TSE. O partido Novo acionou a Corte alegando que o samba-enredo pode caracterizar propaganda eleitoral antecipada, por funcionar, segundo a legenda, como uma peça de pré-campanha para a reeleição do presidente Lula.
A Senadora Zenaide Maia tem atuado como uma voz ativa e estratégica no Congresso Nacional, dedicando-se à defesa dos interesses do Rio Grande do Norte. Desde o início de seu mandato, a parlamentar potiguar tem direcionado esforços e emendas parlamentares para o desenvolvimento da capital, Natal, e de diversas cidades do interior do Estado.
Um testemunho público e relevante desse compromisso foi o reconhecimento do atual prefeito de Natal, Paulinho Freire, que destacou em suas mídias sociais as significativas contribuições de recursos federais, advindos da atuação da senadora, para a melhoria da infraestrutura da capital potiguar.
O montante total de recursos destinados pela Senadora Zenaide Maia para o município de Natal alcança a expressiva cifra de R$ 27.439.516,08, valor que representa a soma das emendas desde o início de seu mandato como senadora. Esses investimentos têm sido cruciais para impulsionar importantes obras e ações que visam aprimorar a qualidade de vida dos cidadãos natalenses em diversos setores.
Dentre as principais contribuições, destacam-se:
– Reformas de Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) na Zona Norte e na Zona Sul, fortalecendo a atenção primária;
– Construção de uma nova UBS no Parque das Dunas, ampliando o acesso à saúde;
– Pavimentação de ruas em diferentes bairros, melhorando a mobilidade urbana;
– Apoio às festas tradicionais e aos festejos populares do município, valorizando a cultura local;
– Recursos para compra de computadores e reformas no IFRN;
– Incentivo ao esporte e lazer, promovendo a qualidade de vida
Repasses fundamentais para instituições de saúde de grande relevância, como a Liga contra o Câncer e o Hospital Infantil Varela Santiago, garantindo atendimento a milhares de pessoas, entre outras ações que fortalecem a infraestrutura e o bem-estar social.
A senadora Zenaide Maia reitera que seu trabalho em Brasília não se restringe apenas à capital, mas abrange todo o Estado, buscando equidade e desenvolvimento para todas as regiões.
“Meu compromisso é com o povo do RN. Seja em Natal ou no interior, nossa luta é por mais recursos, mais dignidade e mais oportunidades para todos os potiguares. Ver o impacto direto dessas emendas em obras que transformam a realidade da nossa gente é a maior recompensa e a motivação para continuarmos trabalhando incansavelmente,” afirmou.
O governo federal já gastou cerca de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares em 2026, valor recorde desde 2016. O montante corresponde apenas aos pagamentos feitos entre 1º de janeiro e 6 de fevereiro, segundo dados oficiais. Nunca se liberou tanto dinheiro em tão pouco tempo, conforme informações da Jovem Pan.
Os recursos vêm dos chamados “restos a pagar”, que são emendas aprovadas em anos anteriores, mas que ficaram travadas e só agora foram quitadas. Na prática, é dinheiro público prometido no passado e que acabou sendo destravado no começo do novo exercício financeiro.
Os números estão registrados no Siga Brasil, sistema mantido pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle. A plataforma reúne todas as informações sobre valores pagos pelo governo federal a deputados e senadores, com indicação de onde os recursos devem ser aplicados.
As emendas são usadas para financiar ações em municípios e estados, principalmente em áreas consideradas essenciais, de acordo com a base eleitoral de cada parlamentar. O volume elevado logo no início do ano chama atenção e reforça o peso político do controle sobre o Orçamento federal.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (10) que as investigações sobre o Banco Master só avançaram por causa da “coragem” do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Segundo ele, problemas envolvendo a instituição financeira já haviam sido identificados por gestões anteriores do BC, mas nunca tinham sido efetivamente enfrentados.
A declaração foi dada durante evento do Ministério da Justiça que apresentou os resultados da PF em 2025. De acordo com Rodrigues, a atual gestão do Banco Central decidiu levar o caso adiante, algo que não ocorreu no passado, mesmo com alertas internos sobre irregularidades no banco.
Andrei Rodrigues disse ainda que a apuração só ganhou corpo graças à cooperação direta entre o Banco Central e a Polícia Federal. Ele elogiou Galípolo por encaminhar à PF dados de apurações internas do BC, o que, segundo o diretor, permitiu identificar o que classificou como um crime grave envolvendo o sistema financeiro nacional e uma instituição bancária.
As falas do diretor da PF reforçam o discurso adotado por integrantes do governo federal nas últimas semanas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou também nesta terça-feira que a chegada de Galípolo ao comando do Banco Central interrompeu um processo de crescimento acelerado do Banco Master que durou cerca de seis anos, após a identificação de inconsistências relevantes nos balanços da instituição.
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que corruptos estariam enfrentando mais dificuldades no governo Lula. Segundo ele, a CGU realizou mais de 600 auditorias no ano passado, das quais 388 teriam evitado uso indevido ou desperdício de recursos públicos.
De acordo com ele, essas ações resultaram em uma economia superior a R$ 3 bilhões, inclusive com o uso de inteligência artificial em editais de licitação para corrigir falhas e reduzir gastos. Em entrevista à CNN, Carvalho também afirmou que a CGU participou de 76 operações com a Polícia Federal, que identificaram um prejuízo potencial de R$ 13 bilhões.
Ele comparou o número com dados anteriores, dizendo que a média anual de prejuízo identificada em outros períodos era de cerca de R$ 400 milhões, defendendo que a atual estratégia estaria focada em casos de maior impacto.
O ministro criticou o ranking internacional de percepção de corrupção que colocou o Brasil na 107ª posição, a pior da série histórica. Para ele, esse tipo de levantamento mede apenas a percepção de empresários e analistas, e não as ações do governo.
Como contraponto, citou dados da OCDE que indicam aumento da confiança no governo federal entre 2022 e 2025, além de melhora nos índices de satisfação com saúde e educação, afirmando que o ambiente para fraudadores “piorou” com mais regras e investigações em curso.
Esses canhoteiro continua apostando na ignorância do povo, já está mais do que provado que esse governo é sinônimo de corrupção, todos os mandatos de Lula foram coroados com escândalos de corrupção e esse senhor ainda tem a cara de pau de dar essa declaração
O Partido Novo acionou o TSE nesta terça-feira (10) contra o presidente Lula, o PT e a escola de samba Acadêmicos de Niterói por suposta propaganda eleitoral antecipada no Carnaval de 2026. A sigla afirma que o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” funciona, na prática, como peça de pré-campanha para a reeleição do petista.
Na ação, o Novo sustenta que a letra do enredo faz referências diretas à eleição de 2022, usa trechos de jingles eleitorais e menciona o número do PT. Para o partido, a soma desses elementos configura pedido implícito de voto, o que é proibido antes do período oficial de campanha.
Os advogados destacam que dirigentes da escola apresentaram o enredo a Lula em setembro de 2025, em encontro divulgado publicamente, indicando que o presidente tinha conhecimento prévio da homenagem. A ação cita ainda a presença da primeira-dama, Janja, em ensaios e atividades da agremiação, além do fato de o desfile ocorrer na Marquês de Sapucaí.
Outro ponto levantado é que o presidente de honra da Acadêmicos de Niterói, Anderson Pipico, é vereador do PT, e que a própria escola se define nas redes sociais como “escola petista”. Com base nesses argumentos, o Novo pede ao TSE que barre a divulgação do conteúdo questionado e aplique as sanções previstas na lei eleitoral, que incluem multa entre R$ 5 mil e R$ 25 mil por propaganda antecipada.
Lamentável o ocorrido, pode ter ocorrido a “trancada”,mas, se faz necessário a investigação pela PRF, aos condutores de ambulâncias, verificar se estão habilitados para condução de veículos de emergência, bem como, verificar lotação e condições em que pessoas são transportadas, pois, já tive a experiência de ser transportado em uma ambulância de uma Cidade do interior para Natal, sem ser preso a maca, mesmo questionando ao condutor, que disse que não precisava, outros pacientes foram transportados para clínicas em Natal, não usavam o cinto de segurança, e embora estivessem todos com estado de saúde estabilizada, o motorista se excedeu muito na velocidade. Na ocasião, ouvi o motorista se gabando para outro, que não andava com menos de 140 Km/h.
NÃO ESTOU RELATANDO O MOTORISTA DESTE ACIDENTE!