A TV Globo não foi feliz ao fazer reportagem domingo (20), no Fantástico, dando apenas espaço ao Instituto Royal, que faz testes em animais. O público se revoltou e choveram ligações e e-mail de reclamações para a emissora carioca.
Não foram somente ativistas que ficaram indignados com a suposta falta de imparcialidade da Globo, tão comentada nas redes sociais. Telespectadores do Brasil todo estão ligando na Central de Atendimento ao Telespectador desde domingo para reclamar.
Telefonistas estão enlouquecidos. Alguns chegaram a desligar na cara das pessoas por não aguentarem mais tantos xingamentos. Todos são a favor de acabar com testes em animais.
O bicho está pegando para a Globo.
Com acréscimo de informações de Fabíola Reipert – R7
99% desses que estão indignados, vivem nas farmácias comprando os remédios testados em animais, por que eles não boicotam a compra desses remédios?
Será que fariam isso? Duvido!!
Duvido também que algum desses, se proponham a testar em si mesmos os remédios, no lugar dos animais.
Alguém me explique: se não testar os medicamentos em animais vão fazer isso em quem? Nos anencefálicos que se dizem defensores dos mesmos? Em crianças? Ou nas pedras?
Esses radicais da ignorância só querem aparecer. Claro que não existe quem defenda os maus tratos puros e simples contra um animal, mas no caso de testes de medicamentos isso não é só necessário, é a única opção.
Aliás, esses ignorantes não comem peixe, bife ou frango não? E esses itens não derivam da morte de um animal?
Estamos voltando à idade média do conhecimento.
Acho que esses medicamentos em vez de serem testados em cahorros deveriam ser testados nesses ativistas idiotas e nessas pessoas que estão ligando para protestar.
Por que esses ativistas não libertaram e levaram para suas casas os ratos que tambem estavam no instituto Royal?
O uso de cachorros da raça Beagles atende a um padronização mundial para testes de medicamentos.
Será que esses ativistas acham que um medicamento é colocado no mercado sem que tenha havido testes?
A Embaixada dos Estados Unidos no Bahrein emitiu um alerta de segurança neste domingo (20) informando que o Irã pode ter como alvo áreas não especificadas no centro de Manama, capital do país, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.
No comunicado, a representação norte-americana orientou cidadãos dos EUA a permanecerem em alerta, seguirem as orientações das autoridades locais e acompanharem os avisos oficiais.
A embaixada também recomendou que, em caso de explosões ou sirenes, as pessoas procurem abrigo imediatamente.
O alerta não informa quais seriam os possíveis alvos nem detalha quais informações de inteligência motivaram o aviso.
No sábado (19), o Departamento de Estado dos EUA já havia emitido um alerta global de segurança para cidadãos americanos no exterior, citando o aumento das tensões na região e o risco de uma escalada imprevisível do conflito.
Também neste domingo, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou a nona noite consecutiva de ataques contra o Irã.
Segundo os militares, a ofensiva ocorre após a morte de três soldados americanos em um ataque atribuído a Teerã contra uma base dos EUA na Jordânia.
De acordo com o governo iraniano, os bombardeios realizados na última semana deixaram 38 mortos e mais de 400 feridos no país. O Centcom não informou quais foram os alvos dos novos ataques nem os armamentos utilizados.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de ampliar as restrições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro levou o PL a reorganizar a comunicação entre ele e a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado pelo partido como pré-candidato à Presidência da República.
De acordo com integrantes da legenda, os advogados que integram a defesa de Bolsonaro passarão a ser o principal canal para repassar orientações políticas e decisões estratégicas do ex-presidente à equipe da pré-campanha.
Na sexta-feira (17), Moraes manteve a prisão domiciliar de Bolsonaro e impôs novas restrições após Flávio publicar nas redes sociais uma carta em que o pai o apresentava como porta-voz. N
a decisão, o ministro afirmou não considerar plausível a alegação da defesa de que Bolsonaro desconhecia a divulgação do documento.
Entre as medidas determinadas por Moraes está a proibição de visitas de Flávio ao pai por 90 dias.
O ministro também suspendeu, até o fim do período eleitoral, visitas com finalidade político-eleitoral e a divulgação de manifestos de Bolsonaro, inclusive por terceiros.
Além disso, o ex-presidente permanecerá por 30 dias sem receber visitas, inclusive de familiares, com exceção de médicos, fisioterapeutas e advogados.
Após a decisão, Flávio Bolsonaro classificou a medida, em publicação nas redes sociais, como “ilegal, desproporcional, covarde e cruel”.
No sábado (18), durante um evento no Espírito Santo, o senador voltou a criticar Alexandre de Moraes, afirmou que não pretende buscar vingança e fez novas declarações contra o ministro.
O Banco Master concedeu R$ 336 milhões em empréstimos a acionistas, sócios e conselheiros da farmacêutica Biomm em 2024, período em que as ações da empresa acumularam valorização superior a 300% na Bolsa.
A Biomm foi fundada pelo ex-ministro do Turismo Walfrido dos Mares Guia, que integrou o primeiro governo do presidente Lula (PT).
As informações foram divulgadas por uma coluna jornalística, com base em documentos compartilhados pelo liquidante do Banco Master em um processo judicial.
Segundo a publicação, os empréstimos foram concedidos entre fevereiro e abril de 2024, intervalo em que as ações da Biomm passaram de R$ 5,75 para R$ 17,80.
A reportagem informa que as operações apresentam características que, na avaliação da publicação, lembram o caso da Ambipar, analisado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Naquele processo, a área técnica da autarquia apura uma suposta atuação coordenada para influenciar a cotação das ações da companhia.
Até o momento, porém, não há informação de que a CVM investigue operações envolvendo a Biomm nem acusação formal relacionada aos empréstimos citados.
Entre os beneficiários dos financiamentos, segundo a coluna, estão Walfrido dos Mares Guia, empresas ligadas à sua família, o empresário André Emrich, o conselheiro Pedro Mesquita e o investidor Lucas Kallas.
O maior empréstimo mencionado foi de R$ 254 milhões, concedido a uma empresa ligada a Kallas dias antes da assembleia que elegeu um indicado do banqueiro Daniel Vorcaro para o Conselho de Administração da Biomm.
Procurados pela coluna Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, Pedro Mesquita, Exa Capital, Lucas Kallas e Cedro Participações não se manifestaram.
Walfrido dos Mares Guia afirmou que, tanto no caso dele quanto no de André Emrich, os recursos foram utilizados para financiar a participação no aumento de capital da Biomm.
Dados do Portal da Transparência apontam que o governo federal projeta encerrar 2026 com déficit de pelo menos R$ 22,6 bilhões nas contas públicas.
A estimativa consta no sistema da Controladoria-Geral da União (CGU), responsável por divulgar as receitas e despesas da União.
A previsão é de arrecadação de R$ 6,34 trilhões, enquanto as despesas devem alcançar R$ 6,36 trilhões. A diferença representa um déficit estimado em R$ 22,6 bilhões, equivalente a cerca de 0,3% do Orçamento atualizado da União.
Até o momento, o Portal da Transparência registra R$ 3,12 trilhões em receitas e R$ 3,1 trilhões em despesas.
Já o monitor Gasto Brasil, mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apresenta números diferentes, em razão da metodologia utilizada pela entidade.
Segundo o levantamento, os gastos do governo federal já ultrapassaram R$ 3 trilhões, enquanto a arrecadação está em torno de R$ 2,2 trilhões.
A equipe da pré-campanha do presidente Lula (PT) avalia que a taxação imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros pode render dividendos eleitorais ao petista, mas teme que declarações do próprio presidente atrapalhem essa estratégia. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Nos bastidores, o receio é de que Lula endureça o discurso contra os Estados Unidos e que parte do eleitorado passe a atribuir o tarifaço à condução das negociações pelo governo brasileiro.
De acordo com a coluna, a orientação da campanha é manter o presidente afastado das negociações e evitar embates públicos com integrantes do governo de Donald Trump.
As conversas ficariam concentradas nos ministérios da Fazenda, das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
A avaliação é que Lula poderá usar o episódio durante a campanha para reforçar críticas ao presidente norte-americano e apresentar o tarifaço como uma medida que prejudica o Brasil.
Cláudio Humberto também cita episódios que provocaram repercussão internacional, como a comparação feita por Lula entre a guerra em Gaza e o Holocausto, em 2024, além de declarações sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia.
Segundo o colunista, esse histórico explica a cautela de aliados diante do atual cenário.
O governo do presidente Lula (PT) colocou em marcha um pacote de crédito que soma cerca de R$ 145 bilhões em recursos autorizados para 2026.
As medidas incluem financiamentos para motoristas de aplicativo, taxistas, caminhoneiros, programas habitacionais, agricultores e ações de renegociação de dívidas.
De acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento, a maior parte dos recursos não deve gerar custo direto para a União, já que os financiamentos serão pagos pelos beneficiários e os valores retornarão aos cofres públicos.
A expectativa do governo é estimular a economia, incentivar a geração de empregos e ampliar a renda.
Economistas, por outro lado, avaliam que a expansão do crédito pode aumentar a pressão sobre a dívida pública e dificultar o controle da inflação pelo Banco Central ao estimular o consumo.
Entre as principais medidas estão R$ 30 bilhões para financiar a compra de veículos por motoristas de aplicativo e taxistas, além de R$ 9 bilhões destinados à renegociação de dívidas de produtores rurais e a novas linhas de apoio para empresas afetadas pelas mudanças nas tarifas impostas pelos Estados Unidos.
Parte dos recursos virá do Orçamento da União e de fundos públicos, como o Fundo Social.
O uso dessas fontes de financiamento é alvo de questionamentos de órgãos de controle, que defendem maior transparência sobre os impactos fiscais das medidas. As informações são do Estadão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu ao menos 16 autoridades, intelectuais e ativistas internacionais durante os 580 dias em que esteve preso, entre 2018 e 2019, segundo levantamento do Poder 360.
O levantamento foi divulgado após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negar o pedido para que o presidente da Argentina, Javier Milei, visite o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
Moraes manteve a proibição com base na decisão que veta visitas de caráter político-eleitoral a Bolsonaro até o fim do atual ciclo eleitoral. A medida foi reforçada após a divulgação, por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de uma carta escrita pelo ex-presidente em apoio à sua pré-candidatura à Presidência.
Entre os visitantes estavam o ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica, o então candidato à Presidência da Argentina Alberto Fernández, o ex-presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz e o filósofo Noam Chomsky. Outras visitas, como as do Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel e do advogado argentino Juan Grabois, foram barradas pela Justiça.
Lista de estrangeiros recebidos por Lula na cadeia:
Alberto Fernández – candidato à Presidência da Argentina
Boaventura de Sousa Santos – sociólogo e professor português
Cuauhtémoc Cárdenas – ex-governador do Distrito Federal (México)
Danny Glover – ator e ativista norte-americano
Domenico De Masi – sociólogo italiano
Eduardo Duhalde – ex-presidente da Argentina
Ernesto Samper – ex-presidente da Colômbia
Juan Carlos Monedero – fundador do partido Podemos (Espanha)
Leonardo Padura – escritor cubano
Martin Schulz – ex-presidente do Parlamento Europeu
Massimo D’Alema – ex-primeiro-ministro da Itália
Noam Chomsky – filósofo e linguista norte-americano
Pepe Mujica – ex-presidente do Uruguai
Pilar del Río – presidenta da Fundação José Saramago
Roberto Gualtieri – eurodeputado do Parlamento Europeu
Sharan Burrow – secretária-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI)
Com um gol marcado pelo atacante Ferran Torres no segundo tempo da prorrogação, a Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 e conquistou a Copa do Mundo pela segunda vez na história.
A Espanha dominou a partida e não permitiu uma finalização sequer da Argentina durante os 90 minutos do tempo regulamentar.
O gol do título espanhol foi marcado no início do segundo tempo da prorrogação, após Nico Williams escorar de cabeça e Ferran Torres estufar a rede da Argentina.
A Copa do Mundo chegou ao fim neste domingo (19) com um aumento tímido, porém relevante, de público na TV aberta em relação ao Mundial de 2022. A entrada do SBT contribuiu para esse cenário, enquanto a Globo sentiu a falta da exclusividade na mídia.
Somando-se aos 6 pontos de média alcançados pelo SBT, a TV aberta totalizou 23 pontos na região com o torneio. Em 2022, quando a Globo transmitiu a competição sozinha, a média foi de 22 pontos, o que representa um crescimento de 5%.
Apesar do saldo positivo, ao comparar apenas os jogos transmitidos pela Globo este ano com o desempenho da emissora em 2022, houve uma queda de 22% na audiência média.
Vale ressaltar que o horário das partidas influenciou o resultado, com alguns confrontos ocorrendo de madrugada, como já havia acontecido no Qatar, onde também houve jogos às 7 da manhã.
Os recordes de público foram registrados nas exibições envolvendo o Brasil. A partida mais vista da TV aberta foi a vitória da seleção sobre a Escócia por 3 a 0, em 24 de junho, que somou 53 pontos (39 da Globo e 14 do SBT).
Por outro lado, o jogo menos assistido pela Globo foi Áustria 3 x 1 Jordânia, com cinco pontos. Já o SBT registrou sua menor audiência (três pontos) nas partidas Suíça x Bósnia e Canadá x Marrocos.
Em 2026, a TV aberta exibiu apenas metade dos jogos da Copa. Pela primeira vez, a totalidade das 104 partidas foi transmitida exclusivamente por uma plataforma digital: o YouTube, através da CazéTV.
Atualmente, a Globo negocia com a Fifa os direitos de transmissão para o Mundial de 2030. A meta da emissora é retomar a integralidade das partidas na próxima edição, seja com exclusividade ou não.
Torcedores de América e Gama-DF entraram em confronto próximo a um dos portões de acesso à Arena das Dunas, na tarde deste domingo (19). A partida entre as equipes acontece às 19h.
Em maior número, torcedores americanos agrediram torcedor do Gama-DF que ficou ferido no chão, cercado por outros colegas, depois que os americanos se dispersaram.
99% desses que estão indignados, vivem nas farmácias comprando os remédios testados em animais, por que eles não boicotam a compra desses remédios?
Será que fariam isso? Duvido!!
Duvido também que algum desses, se proponham a testar em si mesmos os remédios, no lugar dos animais.
Alguém me explique: se não testar os medicamentos em animais vão fazer isso em quem? Nos anencefálicos que se dizem defensores dos mesmos? Em crianças? Ou nas pedras?
Esses radicais da ignorância só querem aparecer. Claro que não existe quem defenda os maus tratos puros e simples contra um animal, mas no caso de testes de medicamentos isso não é só necessário, é a única opção.
Aliás, esses ignorantes não comem peixe, bife ou frango não? E esses itens não derivam da morte de um animal?
Estamos voltando à idade média do conhecimento.
Acho que esses medicamentos em vez de serem testados em cahorros deveriam ser testados nesses ativistas idiotas e nessas pessoas que estão ligando para protestar.
Por que esses ativistas não libertaram e levaram para suas casas os ratos que tambem estavam no instituto Royal?
O uso de cachorros da raça Beagles atende a um padronização mundial para testes de medicamentos.
Será que esses ativistas acham que um medicamento é colocado no mercado sem que tenha havido testes?