Jornalismo

Globo responde ataques de Glenn Greenwald revelando bastidores de como ele tentou emplacar as mensagens roubadas na emissora

Glenn Greenwald, o cúmplice de hackers, atacou a Globo na entrevista que deu a um blog de esquerda e depois reproduzida por outros blogs. A emissora rebateu os ataques de Greenwald em nota enviada a quem publicou a entrevista, contando que ele ofereceu as matérias com mensagens roubadas à Globo, mas sonegou informações básicas para a prática de um jornalismo minimamente sério.

Leia a nota que a emissora enviou aos blogs:

“Glenn Greenwald procurou a Globo por e-mail no último dia 29 de maio para propor uma nova parceria de trabalho. Em 2013, a emissora já havia dividido com ele o trabalho sobre os documentos secretos da NSA referentes ao Brasil. Uma parceria que mereceu elogios dele pela forma como foi conduzido o trabalho.

Greenwald ficou ainda mais agradecido por um gesto da Globo. Nas reportagens que a emissora divulgou, em algumas frações de segundo era possível ver nomes de funcionários da agência americana, que não trabalhavam em campo, mas em escritório. Mesmo assim, tal exposição poderia levá-lo a responder a um processo em seu país natal, os Estados Unidos. A Globo, então, assumiu sozinha a culpa, declarando que, durante a realização da reportagem, Greenwald se preocupava sobremaneira com a segurança de seus compatriotas. Tal atitude o livrou de qualquer risco.

Ao e-mail do dia 29 de maio seguiram-se alguns telefonemas na tentativa de conciliar agendas (ele estava viajando) para um encontro, finalmente marcado. Ele ocorreu na redação do Fantástico no dia 5 de junho. Na conversa, insistindo em não revelar o tema, ele disse que tinha uma grande ‘bomba a explodir’ e repetiu que queria voltar a dividir o trabalho com a Globo, pelo seu profissionalismo. Mas, antes, gostaria de saber se a emissora tinha algo contra ele, sem especificar claramente os motivos da pergunta, apenas dizendo que falara mal da Globo em algumas ocasiões. Provavelmente se referia a um artigo que seu marido, o deputado David Miranda, do PSOL, tinha publicado no Guardian com mentiras em relação à cobertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O artigo foi rebatido por João Roberto Marinho, presidente do Conselho Editorial do Grupo Globo, fato que deu origem a comentários desairosos do próprio Greenwald.

Na conversa de 5 de junho, ele afirmou que ‘tudo estava no passado’. Prontamente, ouviu que jamais houve restrição (de fato, David Miranda já foi inclusive convidado para entrevista em programa da GloboNews). Greenwald ouviu também, com insistência, por três vezes, que a Globo só poderia aceitar a parceria se soubesse antes o conteúdo da tal ‘bomba’ e sua origem, procedimento óbvio. Greenwald se despediu depois de ouvir essa ponderação.

A Globo ficou aguardando até que, na sexta-feira à tarde, Greenwald mandou um e-mail afirmando que não recebeu nenhuma resposta da Globo e que devia supor que a emissora não estava interessada em reportar este material. Como Greenwald, no e-mail, continuava a sonegar o teor e origem da ‘bomba’, não houve mais contatos. Não haveria como assumir qualquer compromisso de divulgação sem conhecimento do que se tratava.

No domingo, seu site, o Intercept, publicou as mensagens atribuídas ao ministro Sergio Moro e procuradores da Lava-Jato, assunto que mereceu na mesma noite destaque em reportagem de mais de cinco minutos no Fantástico (e depois em todos os telejornais da Globo).

Na segunda, uma funcionária do Intercept sugeriu que o programa Conversa com Bial entrevistasse um dos editores do site para um debate sobre jornalismo investigativo. Como o próprio site anunciou que as publicações de domingo eram apenas o começo, recebeu como resposta que era conveniente esperar o conjunto da obra, ou algo mais abrangente, antes de se pensar numa entrevista.

Por tudo isso, causam indignação e revolta os ataques que ele desfere contra a Globo na entrevista publicada na Agência Pública. Se a avaliação dele em relação ao jornalismo da Globo e a cobertura da Lava-Jato nos últimos cinco anos é esta exposta na entrevista, por que insistiu tanto para repetir “uma parceria vitoriosa” e ser tema de um dos programas de maior prestígio da emissora? A Globo cobriu a Lava-Jato com correção e objetividade, relatando seus desdobramentos em outras instâncias, abrindo sempre espaço para a defesa dos acusados. O comportamento de Greenwald nos episódios aqui narrados permite ao público julgar o caráter dele.”

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Fonte: O Antagonista

    Nada mais nada menos que o blog da Lava Jato. E quem discordar, basta ler as mensagens vazadas.

  2. O Planalto deveria negociar a extradição dessa biba reincidente, e deixar que os EUA lhe aplique o mesmo remédio moral com que pretende brindar a Julian Assange.

  3. Impressiona ver a turma do quanto pior melhor pra eles vibrando com todas essas ilegalidades, não tem nada que seja aproveitado, tudo montado!
    A globo sabe melhor que ninguém como e de que forma usar a informação, mas tomou um cuidado básico de saber antes como foi obtida e como seria exposta, então resolveu não entrar na roubada
    A globo detecta o que presta e o que não presta, decidiu não entrar no jogo da manipulação montado e de altíssimo risco
    A globo saiu dessa situação, ou seja, viu que havia muita coisa errada na situação e calculou que o resultado seria desastroso, caiu fora
    Escutando um advogado falando, ele disse: "No mundo jurídico nunca foi aceito fruto de árvore podre", será que isso vai mudar agora? Será que fruto produzido na ilegalidade vai suplantar aos fatos? Até a globo caiu fora, a situação deve realmente ter muita sujeira, ilegalidade, montagens, armação e tudo mais que vem do submundo da corrupção

    1. É o seguinte: no mundo jurídico, não é aceita prova ilícita como você mencionou. Todavia, ela poderá ser usada para absolver o réu. Exemplo se uma carta for aberta criminosamente (violação de correspondência) e nela se descobrir que um inocente está pagando por um culpado, o inocente poderá se beneficiar dessa prova ilícita.

    2. Potiguar, isso é verdade, mas, no caso de suspeição, tem de se provar que as decisões não condizem com a realidade. Bom lembrar que as provas e as sentenças foram objeto de recursos no tribunal superior. Se houvesse alguma prova que fosse ilícita ou se o juiz desse a decisão sem calço, testemunha falsa, algo assim, seria passível de anulação. Neste caso, o juiz seria somente retirado do caso, o que já ocorreu.

  4. A globo fazendo uma defesa prévia do que vem por ai. Está claro, tanto para bolsominions, coxinhas, mortadelas e outras iguarias que a globo nunca foi sinônimo de isenção e que sempre esteve por trás ou junto a todos os ataques que sofreu a democracia nos últimos 60 anos, além de sempre ser porta voz da elite brasileira. Embora sabe-se de todo seu potencial e capacidade de influência como empresa de comunicação. Talvez tenha sido isso que o jornalista quis usar.

    1. É óbvio. O Greenwald passou a perna na CIA. Agora, pegou o Moro. A próxima é a rede globo. Vem bomba por aí!!!

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Brasil

AGU trava ação contra Mendonça, mas PF mantém pressão e amplia crise

Foto: Agência Senado

A Polícia Federal mantém o pedido à AGU (Advocacia-Geral da União) para que seja apresentado um recurso contra a decisão do ministro André Mendonça de determinar o compartilhamento dos dados brutos do caso INSS, que tem, entre outras provas, a íntegra das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e da lobista Roberta Luchsinger.

A ordem judicial também proíbe que sejam realizadas mudanças na equipe de investigação sem informar ao relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).

A polícia afirma que a decisão é uma violação à autonomia investigativa da corporação e procurou, há mais de um mês, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para tentar derrubar a determinação do magistrado.

O chefe da AGU, no entanto, tem defendido no governo que o ideal seria estreitar o diálogo nos bastidores para chegar a um acordo entre PF e Mendonça.

A cúpula da polícia, porém, insiste na necessidade de recorrer da decisão, o que tem feito a crise entre o magistrado e a polícia se ampliar a cada dia.

Os atritos entre o ministro e a corporação tiveram início devido ao caso do INSS. Um dos motivos, como mostrou a CNN, foi o fato de a PF ter levado mais de sete meses para enviar ao magistrado os dados das quebras de sigilo de Lulinha.

O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscal, bancário e telemático do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, mas a demora em compartilhar as informações irritou o magistrado, que determinou o compartilhamento dos dados brutos do caso.

Além disso, a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS foi outro motivo que desencadeou a crise.

Com informações da CNN

 

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Brasil

Moraes diz que modelo eleitoral brasileiro faliu e defende migração para o voto distrital misto

Foto: Victor Piemonte/STF

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, defendeu nessa segunda-feira, 24, uma ampla reformulação do sistema político brasileiro. Durante palestra no Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), o ministro afirmou que o atual modelo eleitoral “faliu” e argumentou que o País precisa promover mudanças em todos os Poderes, com prioridade para a política.

Na avaliação de Moraes, o fortalecimento das instituições é o principal caminho para preservar a democracia brasileira. Ele citou episódios de instabilidade ocorridos desde a promulgação da Constituição de 1988, como os processos de impeachment de dois presidentes e os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Apesar das crises, o ministro afirmou que o regime democrático conseguiu se manter. “O Brasil continua hoje, 24 de agosto, uma democracia forte, com eleições marcadas”, disse. Para ele, porém, a preservação desse cenário depende de instituições mais sólidas e de reformas estruturais.

Crítica ao sistema proporcional

Moraes direcionou parte de sua fala ao sistema eleitoral utilizado para a escolha de deputados e vereadores. Segundo o ministro, o modelo proporcional contribui para a eleição de parlamentares com pouca identificação partidária e pode enfraquecer o funcionamento do Congresso Nacional.

“Esse modelo eleitoral faliu, porque produz candidatos e eleitos que não têm vinculação nenhuma a partidos”, afirmou. Na sequência, criticou parlamentares que, segundo ele, priorizam a exposição nas redes sociais em detrimento da discussão de projetos e da atuação legislativa.

O ministro também defendeu mudanças no financiamento das legendas e a adoção gradual do sistema distrital misto. “Eu defendo há muito tempo, desde o tempo de promotor, que o Brasil saia do proporcional puro e vá para o distrital misto. Podemos começar com 30% distrital. Daí, na outra, 40%, 60%”, declarou.

Na visão de Moraes, a mudança ajudaria a fortalecer os partidos e reduzir problemas de governabilidade. “A Constituição brasileira e a separação de poderes foram fincadas numa democracia de partidos. Se nós não tivermos partidos fortes, vamos ter sempre esse problema de governabilidade”, afirmou.

Atualmente, o Brasil combina dois modelos. O sistema majoritário é utilizado nas eleições para presidente, governador, prefeito e senador. Já deputados federais, deputados estaduais e distritais e vereadores são escolhidos pelo sistema proporcional, que leva em conta o desempenho dos partidos e federações para definir a distribuição das cadeiras.

No sistema distrital, o território eleitoral é dividido em regiões correspondentes ao número de vagas disponíveis. Os candidatos disputam diretamente os votos de um determinado distrito, aproximando a representação parlamentar dos eleitores de uma área específica. Já no modelo distrital misto, parte das cadeiras é distribuída por distritos, e parte por voto em lista nos partidos.

Com informações de Congresso em Foco

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Política

Polícia prende suspeito de roubar e extorquir familiar de juiz que saía de academia em Natal

Foto: Reprodução

A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (25), um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão contra um homem, de 31 anos, suspeito pelo crime de roubo e extorsão. O caso aconteceu na última quinta-feira (20), quando a vítima saía de uma academia na avenida Amintas Barros, no bairro Lagoa Nova, zona Sul de Natal.

De acordo com as investigações, a ação criminosa ocorreu por volta das 5h59min, quando a vítima havia acabado de entrar em seu veículo e foi surpreendida por dois suspeitos. Um dos homens passou a bater no vidro da porta do motorista e, em seguida, abriu a porta do automóvel. Sob grave ameaça, determinou que a vítima, familiar de um juiz criminal, passasse para o banco do passageiro, assumindo a direção do veículo, enquanto o segundo suspeito entrava no carro. O preso é o que veste camisa branca.

Ainda na ocasião, os homens subtraíram o aparelho celular da vítima e passaram a exigir que ela fornecesse a senha de acesso ao aplicativo bancário. Em sequência, determinaram que fosse realizada uma transferência via PIX no valor de R$ 5 mil.

Além do valor transferido, os criminosos subtraíram outros bens da vítima, incluindo uma aliança de ouro e seu aparelho celular. O veículo também foi levado durante a ação e posteriormente localizado abandonado no bairro Dix-Sept Rosado, em Natal.

O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

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Brasil

“BARRAQUEIRA”: Veja revela mensagens que mostram como Lulinha se referia à madrasta e primeira-dama Janja da Silva

Foto: Reprodução

Mensagens anexadas a inquérito da Polícia Federal mostram que Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, se referiu à primeira-dama Janja Lula da Silva como “barraqueira” após ser informado sobre supostos ataques contra ela nas redes sociais.

De acordo com a revista Veja, os diálogos foram trocados em junho de 2025 entre Lulinha e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Ela relatou que Kalil Bittar, apontado como sócio de Lulinha, teria criado um perfil falso para fazer ataques contra Janja.

Na conversa, Roberta afirmou que havia contado a um interlocutor ligado à Telebras que Kalil não falava em nome de Lulinha e que Janja “odeia” o empresário. Em seguida, a lobista relatou: “Contei da baixaria q ele criou perfil fake p falar mal da first”, em referência à primeira-dama.

A resposta de Lulinha foi curta e chamou atenção: “Barraqueiraaaaaaaaaa”.

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Política

[VÍDEO] “Acho sexy”, diz Renan Santos sobre ser chamado de agressivo

Imagem: Reprodução/Youtube

Durante coletiva de imprensa em São Paulo nessa segunda-feira (24), o presidente do Missão e candidato ao Planalto, Renan Santos, afirmou ter achado “sexy” ser chamado de agressivo por Augusto Cury (Avante), também concorrente à Presidência, durante o debate eleitoral da noite anterior.

“Eu acho sexy, precisa ser agressivo. Se a situação brasileira é dramática, não vai ser sendo calmo e plácido que eu vou resolver ela, nem que eu vou ativar as pessoas indignadas”, disse o presidenciável. Para Renan, uma postura mais incisiva é necessária para “despertar” o eleitor diante dos problemas do país.

Renan também retomou as críticas ao presidente Lula e a Flávio Bolsonaro por não terem participado do debate. “É uma eleição da impunidade. É uma eleição que nega o debate, porque eles não querem que as pessoas não falem de política. O que a imprensa está fazendo aqui comigo é um trabalho sério da democracia, de poder avaliar um candidato que tem opiniões. Eles não querem fazer isso”, disse.

O candidato do Missão acusou os dois adversários de evitarem o confronto para não serem questionados sobre suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. “Essa eleição foi construída pelo Banco Master (…) para fazer com que o Lula ou o Flávio vençam, porque ambos estiveram, em alguma medida, na folha de pagamento do Master”.

Com informações de Congresso em Foco

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Política

ABUSO DE AUTORIDADE: Girão leva caso do Pixuleco durante vinda de Lula a Natal ao MPF

Foto: Mayane Lins/98FM Natal

O deputado federal e candidato à reeleição General Girão (PL) afirmou nesta segunda-feira (24), durante entrevista ao Repórter 98, da 98 FM Natal, que apresentou uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) para pedir a apuração de possível abuso de autoridade na abordagem realizada por um delegado da Polícia Federal a uma manifestação contrária ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante a passagem do petista por Natal na última quinta-feira (20).

O episódio ocorreu durante um protesto que utilizava o Pixuleco, alegoria satírica que ganhou projeção nacional em manifestações políticas. Segundo Girão, a representação foi protocolada na sexta-feira (21), um dia depois do caso, e pede a investigação da conduta do agente por possível abuso de autoridade e cerceamento da liberdade de manifestação.

Na entrevista, Girão afirmou que não havia planejado participar do protesto. De acordo com o parlamentar, ele passava pelo local quando viu o boneco e decidiu parar para gravar um vídeo manifestando sua insatisfação com a presença de Lula em Natal. Foi nesse momento, segundo o relato, que dois veículos descaracterizados chegaram e um delegado da PF abordou os manifestantes.

Girão relatou que o delegado argumentou que a exposição do boneco poderia configurar uma ofensa à honra do presidente da República e teria solicitado a retirada do Pixuleco.

“Se não tem ordem judicial, nós não vamos sair daqui e vamos ficar aqui”, afirmou Girão ao reproduzir, durante a entrevista, parte do diálogo que disse ter mantido com o delegado. Segundo o parlamentar, diante da insistência para que o boneco fosse retirado, ele chamou os demais manifestantes para permanecerem ao redor do Pixuleco. “Vai tirar o boneco, vai ter que tirar a gente também”, relatou.

Questionado se houve destrato durante o episódio, Girão respondeu que não. Segundo ele, o delegado não foi descortês, mas insistiu mais de uma vez para que os manifestantes deixassem o local e retirassem o boneco.

O deputado, no entanto, sustentou que a tentativa de impedir a manifestação teria configurado abuso de autoridade. “O crime cometido lá foi um crime de abuso de autoridade para impedir uma manifestação legítima, democrática e pacífica”, declarou.

Girão afirma que Álvaro Dias estará no segundo turno

General Girão também demonstrou confiança na candidatura de Álvaro Dias (PL) ao governo do Rio Grande do Norte. Ao avaliar o início da campanha, o deputado afirmou que o ex-prefeito tem utilizado como vitrine o trabalho realizado à frente da Prefeitura de Natal e destacou o apoio recebido de lideranças políticas do estado.

Questionado sobre quais candidatos acredita que chegarão ao segundo turno, o deputado evitou apontar quem deverá ocupar a outra vaga, mas foi categórico ao projetar a presença do candidato do PL.

“Eu sei que o meu candidato estará no segundo turno. O Álvaro Dias estará no segundo turno”, afirmou.

Sobre um eventual adversário na segunda etapa da disputa, Girão disse não ter preferência. “Entre os outros dois lá, eu não tenho preferência, não. O que vier vai ser enfrentado com muita justiça e muita honestidade”, concluiu.

Com informações do Portal 98 FM

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Geral

FOGO NO PARQUINHO GERAL: Lobista diz que sócio de Lulinha criou perfil fake para atacar Janja, mostram mensagens anexadas ao inquérito da PF

Imagem: Reprodução/Veja

Mensagens anexadas ao inquérito da Polícia Federal que investiga Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, mostram que a empresária e lobista Roberta Luchsinger contou a ele que Kalil Bittar teria criado um perfil falso nas redes sociais para atacar a primeira-dama Janja Lula da Silva. Os diálogos foram obtidos com exclusividade pela revista Veja.

Kalil é sócio de Lulinha e irmão de Fernando Bittar, também investigado pela PF. Segundo a polícia, Roberta, Lulinha e Fernando integrariam uma suposta sociedade oculta voltada à interlocução de interesses privados junto a órgãos públicos.

As mensagens foram trocadas em 29 de junho de 2025. Em uma delas, Roberta afirmou que Kalil estaria usando a proximidade com Lulinha para tentar fechar negócios com a Telebras.

“Kalil vendendo você (Fábio) e a grande influência dele p o presidente da Telebras. Quase fechando um negócio gigante”, escreveu.

Em outra mensagem, afirmou que o empresário estaria se apresentando como sócio e responsável pelos negócios de Lulinha. “Kalil fazendo aquele esqueminha lixo. Vendendo facilidades…. Telebras contrata ele, plataforma dele… Coisas que ele indicar. Mas ele (é) sacana falando q vcs são sócios e q ele cuida dos negócios”, disse.

Lulinha respondeu apenas: “Típico dele”.

Na sequência, Roberta contou que procurou um interlocutor próximo ao então presidente da Telebras, Frederico de Siqueira, hoje ministro das Comunicações, para negar que Kalil atuasse em nome de Lulinha.

“Eu disse que sou sua assessora e q isso eh mentira. Que ele (Kalil) nem ninguém fala por vc. Que a Janja inclusive odeia ele. E q se chegar no Palácio isso, ele será persona non grata”, escreveu.

Em seguida, relatou: “Contei da baixaria q ele criou perfil fake p falar mal da first”, em referência à primeira-dama. Lulinha respondeu: “Barraqueiraaaaaaaaaa”.

Com informações de Veja

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Geral

Brasil e EUA marcam nova reunião para negociar tarifaço após conversa entre Lula e Trump por telefone

Foto: Joyce N. Boghosian/White House/Ricardo Stuckert/PR

Brasil e Estados Unidos retomam na próxima segunda-feira (31) as negociações sobre as tarifas impostas pelos americanos aos produtos brasileiros. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, terão uma reunião virtual às 14h30, no horário de Brasília.

A conversa foi marcada após o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Segundo o governo brasileiro, Lula defendeu a retomada das negociações e argumentou que as tarifas prejudicam as economias dos dois países.

A principal expectativa do Brasil é ampliar a lista de produtos isentos do tarifaço e avançar para um acordo que reduza os impactos sobre as exportações brasileiras.

Segundo o governo, mais de 30 contatos já foram realizados com autoridades americanas desde o anúncio das tarifas, mas as conversas anteriores não produziram um entendimento.

Com informações de g1

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Geral

DCXP entra em nova fase, projeta recorde de público e inaugura primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste

A DCXP – Digicom Experience chega ao seu quarto ano consolidada como um dos maiores eventos geek e gamer do Rio Grande do Norte e prepara para os dias 19 e 20 de setembro, no Hotel Praiamar Arena, em Natal, a maior edição de sua história. Com estrutura ampliada, novas atrações e expectativa de recorde de público, o evento marca ainda a inauguração do primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste, reforçando seu protagonismo no cenário da cultura pop e dos esportes eletrônicos.

A criação do HUB de Games e eSports representa um dos principais legados da quarta edição da DCXP. O espaço foi concebido para conectar diferentes atores da cadeia produtiva dos games — como empresas, desenvolvedores, criadores de conteúdo, atletas e instituições de ensino — estimulando negócios, inovação, capacitação e o fortalecimento de um mercado que cresce de forma acelerada no Brasil.

A programação conta com grandes nomes da dublagem brasileira, aproximando o público dos bastidores de filmes, séries, animes e games que conquistam milhões de fãs. Já estão confirmados Francisco Jr., voz de personagens como Sukuna (Jujutsu Kaisen), Aquaman e Crocodile (One Piece); Yuri Tupper, conhecido por trabalhos em animes, séries e filmes; Bianca Alencar, voz de Mabel (Gravity Falls) e Charlie (Charlie e Lola); Felipe Drummond, referência na direção de dublagem de grandes produções internacionais e voz de diversos personagens do universo geek; além de Marcus Eni, ator, cantor, dublador e criador do fenômeno Macaco Severino.

Outro diferencial da DCXP é a valorização dos talentos da comunidade geek. O evento sediará novamente a seletiva do World Cosplay Summit Brasil, considerada uma das mais importantes competições do mundo, além dos tradicionais concursos de cosplay e K-Pop, da Artist Alley, reunindo ilustradores e artistas independentes, e de uma feira com mais de 40 expositores de colecionáveis, acessórios, quadrinhos, artes e produtos voltados ao universo geek.

E os esportes eletrônicos também ocupam papel de destaque na programação. A DCXP receberá as finais da Competição Escolar de Esportes Eletrônicos, reunindo estudantes de diversas regiões do Rio Grande do Norte nas modalidades Free Fire, Brawl Stars, Clash Royale e eFootball. Todas as escolas participantes terão acesso gratuito, fortalecendo a integração entre educação, tecnologia e inovação.

A CEO da Liga Digicom, Tábata Diniz, destaca que a quarta edição representa um novo momento na trajetória da DCXP. “A cada ano buscamos evoluir e oferecer uma experiência ainda mais completa para a comunidade geek, gamer e de cultura pop. O crescimento da DCXP é resultado da confiança do público, dos nossos parceiros e de um trabalho construído ao longo dos últimos anos. Em 2026, damos um passo importante ao ampliar o evento e lançar o primeiro HUB de Games e eSports do Nordeste, fortalecendo um ecossistema que vai além do entretenimento, conectando inovação, educação, negócios e oportunidades para o setor”, afirma.

A edição de 2026 também reforça o compromisso da DCXP com a inclusão. O evento contará com medidas de acessibilidade que incluem intérpretes de Libras, área reservada para pessoas com deficiência em frente ao Palco Geek, acessibilidade por elevadores, equipe preparada para auxiliar visitantes e garantia dos direitos previstos para o público PCD. A Digicom Experience conta com patrocínio, por meio da Lei Câmara Cascudo, da Riograndense Distribuidora. E também recebe apoio do Programa RN+ Esporte e Lazer Professor Sebastião Cunha e da Fanta.

SERVIÇO
DCXP – Digicom Experience 2026
DATA: 19 e 20 de setembro de 2026
HORÁRIO: Das 10h às 20h.
LOCAL: Hotel Praiamar Arena – Natal/RN
INGRESSOS: À venda em ticket360.com.br, no aplicativo da Ticket 360 e na Loja Have (Midway Mall).
INFORMAÇÕES: @ligadigicom

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Geral

Janja acusa Renan Santos de misoginia e o candidato rebate primeira-dama dizendo que “não é misógino dizer que você não é uma boa companhia”

Foto: Reprodução YouTube/PT / CNN Brasil

A primeira-dama Janja repudiou as declarações do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o debate da Band, realizado no domingo (23). Ela acusou o presidenciável de fazer ataques pessoais e de recorrer à misoginia para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ao comentar a ausência de Lula no debate, Renan afirmou que o presidente estava com “aquela Janja” e que encontraria “companhias melhores” caso tivesse participado. Em outro momento, disse: “Ou está bêbado ou está com a Janja. Melhor ficar bêbado”.

Em nota enviada à Band, Janja afirmou que não é candidata e não estava presente para responder às declarações. Segundo ela, o episódio não pode ser tratado como simples crítica política. “Insinuar que a companhia da esposa de outro presidenciável seria motivo de pena está longe de ser uma crítica política”, afirmou.

A primeira-dama também citou uma declaração feita por Renan em 2017 envolvendo estupro e afirmou que o episódio atual não seria isolado. O candidato já disse que aquela fala foi uma “piada infeliz” e declarou arrependimento.

Renan rebateu Janja e negou misoginia. “Não é misógino dizer que você não é uma boa companhia”, afirmou. Para ele, classificar críticas políticas dirigidas a mulheres como misoginia seria uma forma de restringir o debate.

As declarações também foram levadas ao Ministério Público Eleitoral. O candidato ao governo da Paraíba Olímpio Rocha (PSOL) apresentou representação pedindo a apuração de possível injúria eleitoral e eventual violação à legislação que proíbe propaganda que deprecie a condição da mulher.

 

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