O portal G1-RN noticiou no fim da manhã desta quinta-feira (13) as prisões de cinco homens e três mulheres dentro de um motel nesta manhã, na cidade de Mossoró. O grupo, segundo a Polícia Civil, é suspeito de envolvimento em assaltos a agências dos Correios no interior do estado. Com eles foram apreendidos coletes à prova de balas, armas e outros objetos.
Segundo o delegado Luiz Fernando, titular da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (Defur) de Mossoró, alguns dos detidos são foragidos da Justiça. O grupo foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal de Mossoró, onde serão autuados.
A Justiça do Rio Grande do Norte vai julgar, nesta terça-feira (16), o acusado de provocar o acidente que matou a bailarina Gislane Cruz do Nascimento. O homem, identificado como Josias Teixeira de Morais, estava dirigindo alcoolizado e colidiu no veículo de transporte por aplicativo em que a vítima estava. O sinistro aconteceu no prolongamento da avenida Prudente de Morais, no dia 19 de maio de 2019.
Gislane era era bailarina e professora de dança, além de uma filha querida. Os sonhos da jovem foram interrompidos naquela manhã de domingo. O acusado estava na contramão. Sete anos após o acidente, a família espera que a justiça seja feita.
“Espero que júri condene e que ele pegue, no mínimo, 15 anos. Se a Justiça passar a mão na cabeça de uma pessoa dessa, qual é a esperança para quem tem alguém que foi vítima no trânsito?”, disse Jailson Nascimento, pai de Gislane.
Na sala de casa, a placa de formatura da bailarina ainda está guardada. A mãe de Gislane não tem forças para falar sobre o caso, mas folheia o álbum de fotos da filha. Para a família, os sete anos são uma eternidade.
“Esperamos 7 anos para que a justiça seja feita. Pior é ver o assassino fazer a mesma coisa, como ele continuou fazendo. Isso é um deboche contra a Justiça”, afirma o pai.
O motorista do carro responde em liberdade. Para a família, ele deveria ser condenado por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Até a definição do júri, o que fica é o pedido de justiça.
A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) divulgou nesta segunda-feira (15) os números parciais da operação especial montada para atender o público do São João de Natal nos dois primeiros fins de semana do evento. O balanço aponta a atuação das equipes de transporte e trânsito no atendimento aos participantes que passaram pela Arena das Dunas.
De acordo com os dados apresentados pela STTU, foram registrados 11.642 passageiros transportados pelas linhas especiais disponibilizadas para o retorno do público para casa. O número considera os usuários catracados, embora o órgão ressalte que houve também passageiros não contabilizados eletronicamente.
A operação de transporte contou com aproximadamente 292 partidas de ônibus, reforçando a oferta de viagens para facilitar o deslocamento dos participantes. No apoio ao embarque dos usuários, a STTU mobilizou 11 servidores por noite de evento, distribuídos nas plataformas de atendimento para orientar os passageiros.
Na área de trânsito, a operação reuniu 54 agentes de mobilidade, além de três inspetores-chefes responsáveis pela coordenação das equipes. O trabalho incluiu monitoramento viário, controle de fluxo, orientação aos condutores e suporte às áreas de maior concentração de público.
Segundo a STTU, a operação seguirá durante toda a programação junina, com monitoramento permanente e ajustes operacionais sempre que necessário. O objetivo é assegurar que o público possa participar dos festejos com mais conforto, segurança e mobilidade.
“Os números demonstram a importância do planejamento integrado realizado pela STTU para garantir o acesso ao evento, preservar a segurança viária e assegurar o retorno dos participantes para casa durante os dias de festa”, destacou a secretária da STTU, Jódia Melo.
Com a expectativa de aumento do público nos próximos fins de semana, a tendência é que os indicadores de transporte e trânsito continuem crescendo, acompanhando a movimentação registrada ao longo da programação do São João de Natal.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, teria utilizado recursos da entidade para custear hospedagens de mulheres que o acompanharam em viagens internacionais. A informação foi divulgada pelo Portal LeoDias, nesta segunda-feira (15/6). Até o momento, a CBF não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com a publicação, uma empresária teria ficado hospedada entre os dias 2 e 10 de junho no hotel Hyatt Regency Grand Central, em Nova York, nos Estados Unidos. A conta da hospedagem, de R$ 59.424,81, teria sido inicialmente paga pela CBF.
Segundo a reportagem, a reserva do hotel teria estado vinculada ao nome de Xaud, que é casado há 20 anos com Natália Lopes Xaud. A mulher, que atua no setor fitness em Roraima, terra natal do presidente da CBF, teria acompanhado o dirigente durante compromissos relacionados à entidade.
A publicação afirma que o caso não teria sido isolado. Documentos obtidos pelo portal indicariam que outras viagens internacionais também teriam contado com acompanhantes sem função conhecida na estrutura da CBF, incluindo eventos esportivos realizados na Ásia e no Oriente Médio.
Durante a passagem por Nova York, Camila e Xaud teriam sido vistos juntos em compromissos fora da agenda oficial. A empresária teria permanecido nos Estados Unidos mesmo após o retorno do dirigente ao Brasil para acompanhar compromissos da Seleção Brasileira Feminina.
Influenciadora também teria tido despesas custeadas
Outro episódio ocorreu em dezembro do ano passado, envolvendo uma influenciadora digital, também foi mencionado. Segundo o portal, ela teria viajado para Doha, no Catar, para acompanhar a final do Mundial Interclubes. A viagem teria incluído passagem aérea em classe executiva e hospedagem no hotel The Ritz-Carlton Doha.
Ainda de acordo com a publicação, a conta da hospedagem, avaliada em R$ 17.424, teria sido direcionada à CBF. A influenciadora também teria tido acesso a áreas VIP durante o evento.
Presidente teria reembolsado valor após questionamento
Ainda conforme a publicação, após ser procurado pela equipe de reportagem para comentar o caso, Samir Xaud teria reembolsado o valor referente à hospedagem da empresária em Nova York. Comprovantes do suposto pagamento teriam sido enviados ao portal por pessoas próximas ao dirigente.
O senador e pré-candidato à Presidência da república Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou o nome da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques para ajudar a equipe de campanha em 2026.
Segundo informações de Metrópoles, a economista aceitou o convite e deve atuar principalmente na área econômica do projeto. Daniella deixou temporariamente as atividades no setor privado para se dedicar à pré-campanha.
“Ela está perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica, mas, principalmente, na pauta de responsabilidade social”, afirmou Flávio.
Ela é considerada um nome de confiança do grupo bolsonarista e teve atuação próxima ao ex-ministro da Economia Paulo Guedes durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na equipe de Flávio, a ex-presidente da Caixa será responsável por ajudar na elaboração de propostas econômicas e no diálogo com o mercado financeiro. A avaliação é de que a presença dela pode reforçar a credibilidade do senador junto a investidores e empresários.
O movimento faz parte da estratégia do pré-candidato de montar um time com perfil técnico e político para a disputa de 2026. O senador tenta ampliar a base de apoio e consolidar espaço como principal nome do campo da direita na corrida presidencial.
Daniella Marques presidiu a Caixa entre 2022 e 2023, período em que esteve à frente de programas sociais e políticas de crédito do governo federal. Após deixar o cargo, passou a atuar na iniciativa privada.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas pública”, disse o pré-candidato durante o Veja Fórum Rumos do Brasil.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), sancionou nesta segunda-feira (15) a lei que institui o Dia da Esposa do Pastor Evangélico na capital potiguar. A publicação consta na edição do Diário Oficial do Município (DOM).
De acordo com a Lei nº 8.134, a celebração acontecerá anualmente no primeiro domingo do mês de março.
A proposta é de autoria da vereadora Camila Araújo (PL). O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal de Natal antes da sanção do Poder Executivo.
Na justificativa apresentada ao Legislativo, a vereadora defendeu a importância do reconhecimento às esposas de pastores evangélicos.
Segundo Camila Araújo, a criação da data representa um avanço na valorização dessas mulheres, que desempenham um papel de apoio dentro das comunidades religiosas.
A parlamentar destacou ainda que muitas delas dedicam suas vidas ao trabalho realizado ao lado dos maridos e contribuem diretamente para o fortalecimento das atividades desenvolvidas pelas igrejas.
Além disso, a justificativa ressalta a atuação dessas mulheres como suporte emocional e referência espiritual para suas famílias e comunidades.
Com a sanção da nova legislação, o Dia da Esposa do Pastor Evangélico passa a integrar o calendário oficial de datas comemorativas de Natal.
A iniciativa reconhece a participação dessas mulheres nas atividades religiosas e sociais desenvolvidas pelas igrejas evangélicas da cidade.
Nos próximos anos, a celebração acontecerá sempre no primeiro domingo de março, conforme estabelece a legislação municipal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.
Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.
Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.
“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.
A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.
O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.
Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.
As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.
Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.
A falcoaria diminuiu pela metade o número de acidentes envolvendo aviões militares com pássaros em Natal. Agora, a Força Aérea Brasileira vai levar o projeto para o Sul do país. O projeto existe na FAB desde 2022 e os números já surpreendem.
Em quatro anos, a Base Aérea de Natal registrou uma redução de 50% nas colisões envolvendo aves nas áreas de pouso e decolagem. O resultado reforça a importância do monitoramento da fauna para garantir mais segurança às operações aéreas. Atualmente, são quatro gaviões da espécie Asa-de-telha.
A próxima fase é levar o projeto para as bases aéreas de Canoas e Santa Maria, ambas no Rio Grande do Sul.
O caos lulista deixou um cenário de terra arrasada no Brasil. Juros, inadimplência, inflação e uma crise fiscal que ameaça as principais políticas públicas do País.
Chegou a hora de mudar isso. O Brasil quer e pode muito mais! pic.twitter.com/kdt6XtokfG
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta 2ª feira (15.jun.2026), que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixa um “legado de dívida e fome”, durante participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.
Em entrevista ao e CEO do Grupo Abril, Mauricio Lima, o congressista afirmou que o Brasil vive um cenário de deterioração econômica e social e disse que o país não comporta mais um novo mandato do atual presidente. “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”, afirmou.
Flávio Bolsonaro também usou termos mais duros ao se referir ao PT. Em outro momento da conversa, defendeu que o país precisa “livrar do câncer chamado PT”, em crítica direta à sigla.
Ao longo da entrevista, o senador atribuiu ao governo federal a piora das contas públicas e da situação econômica. Segundo ele, a atual gestão ampliou gastos fora do arcabouço fiscal e agravou o quadro fiscal do país. “O Lula gastando mais de 200 bilhões de reais fora do arcabouço fiscal único e exclusivamente para tentar enganar o povo brasileiro mais uma vez dando bondades”, disse.
O pré-candidato também afirmou que a política econômica do governo impacta diretamente o custo de vida da população e o acesso ao crédito. “O brasileiro não tem mais o poder de compra”, afirmou, ao citar juros altos e dificuldade de financiamento para pequenos negócios.
Na avaliação de Flávio Bolsonaro, o cenário econômico se reflete em problemas sociais mais amplos, incluindo pobreza e insegurança alimentar. Ele afirmou que o país enfrenta “legado de dívida e fome”, além de “desespero e violência”, atribuindo a situação à condução do governo Lula.
Durante a entrevista, o senador ainda criticou o modelo de gestão pública e afirmou que o Estado vem ampliando despesas e impostos, o que, segundo ele, contribui para o endividamento das famílias e para o enfraquecimento da atividade econômica.
Associações de policiais civis publicaram notas de repúdio nesta segunda-feira contra uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na última quarta-feira, em uma fala feita durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, Lula afirmou que os brasileiros têm medo de entregar celulares roubados em delegacias por não saberem que “tipo de policial” vão encontrar.
A declaração do petista se deu durante um discurso sobre um plano do governo federal para estimular a devolução de smartphones aos seus donos. A proposta prevê um sistema de envio de notificações a celulares roubados para que aquele que esteja em posse do aparelho saiba da origem ilícita. Os celulares poderão ser devolvidos em agências dos Correios.
— Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão pode ter consequências. A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Na delegacia, as pessoas têm até medo, porque não sabem o tipo de delegado que vão encontrar ou o tipo de policial. Então, vamos tentar no correio — disse Lula.
ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL (ADEPOL)
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) publicou na manhã desta segunda-feira uma nota de repúdio à declaração do presidente, que classifica como “inadequada, injusta e descontextualizada”. Para a Adepol, a afirmação de que seria mais seguro devolver um aparelho roubado nos Correios “transmite à sociedade uma percepção generalizada de desconfiança em relação às Delegacias de Polícia e aos profissionais que nelas atuam, o que não corresponde à realidade”.
“A arrecadação, apreensão, custódia e análise de aparelhos celulares no âmbito de investigações criminais submetem-se a procedimentos legalmente estabelecidos, formalizados e documentados, sujeitos à fiscalização interna e ao controle externo exercido pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público”, diz a nota.
SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDESP)
O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindesp) também criticou a fala do petista e disse apoiar a nota divulgada pela Adepol.
“Delegados de Polícia e policiais civis desempenham papel essencial na investigação criminal, na recuperação de bens subtraídos e na proteção da sociedade. O respeito às instituições é fundamental para o fortalecimento da segurança pública e da confiança da população”, afirmou o sindicato.
SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE PERNAMBUCO (SINPOLPE)
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpolpe) também publicou uma nota de repúdio, na qual afirma que o presidente demonstrou “um desconhecimento abissal sobre a complexidade da área”.
“Ao invés de discursos rasos e sem profundidade, o país demanda uma liderança que se cerque de especialistas, crie políticas públicas eficazes e fortaleça as instituições policiais”, diz o sindicato.
O Sinpolpe afirma ainda que “cada pronunciamento do Presidente Lula sobre o tema reafirma um despreparo alarmante”.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS (COBRAPOL)
A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), por sua vez, disse reconhecer “a importância de iniciativas voltadas ao enfrentamento do mercado ilegal de celulares”, mas criticou generalizações que “geram interpretações equivocadas sobre a atuação das Polícias Civis e de seus profissionais”.
“A Cobrapol entende que o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas passa, necessariamente, pela valorização e pelo reconhecimento dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública”, diz a nota.
FRENTE PARLAMENTAR DE SEGURANÇA PÚBLICA
Na Câmara dos Deputados, a fala do petista levou o presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado coronel Alberto Fraga (PL-DF), a publicar uma nota na mesma linha.
No texto, o parlamentar afirma que Lula lançou “injustificadamente” suspeitas sobre o trabalho das Polícias Civis, “atingindo a honra e a credibilidade” dos agentes.
OUTRA DECLARAÇÃO QUE GEROU REPERCUSSÃO
Essa não foi a única controvérsia levantada pela fala de Lula no Conselhão. No mesmo discurso, o petista afirmou que “rico não compra telefone roubado”, mas pobres sim.
— Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta. Essa inquietação econômica de quem tá com telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Eu não posso ficar com essa dúvida, porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos de que eles não vão ter mais o seu celular roubado — disse o petista.
O deputado estadual por São Paulo, Delegado Olim, repudiu a fala do presidente Lula afirmando que pessoas têm medo de devolver celulares roubados nas delegacias por não saber que tipo de delegados e policiais vão encontrar por lá.
“Ele não confia nos delegados e policiais que lá trabalham. Ele é um ex-presidiário, ele tá falando da sua Polícia Federal também. Ele está falando de todas as instituições policiais. O senhor falou uma bobagem que não dá pra acreditar”, afirmou Olim.
“Sabe quem não gosta das polícias? Ladrão que nem o senhor”, completou o deputado.
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