A jovem de apenas 12 anos, acusada de matar a adolescente Raíssa Pinheiro Andrade, de 16 anos, com uma facada no abdômen, durante um arraia na última sexta-feira (12), no Conjunto Vale Dourado, Zona Norte de Natal, apresentou-se, antes de ser intimida, na manhã desta terça-feira (16) na Delegacia de Atendimento ao Adolescente Infrator (DEA), responsável pela investigação do caso.
A acusada foi ouvida pela delegada Adriana Shirlei, titular da (DEA). Detalhes do depoimento não foram revelados pela Polícia, contudo, informações extraoficiais dão conta que o crime teria sido motivado por uma rixa entre torcidas do ABC e América. A Polícia também não descarta outras possibilidades na motivação do homicídio.
Na tarde dessa segunda-feira (15), a suspeita teria sido identificada pela mãe da vítima, e na manhã desta terça, após ser ouvida, foi liberada. A menor aguarda o desfecho do caso em liberdade até a conclusão do inquérito.

Mas que desfecho que ela aguarda,gente? Nos e ela ja sabemos tao bem como isso acaba…o desfecho ja se deu e eh o de sempre: impunidade. Que DEUS conforte a familia da vitima, pois JUSTICA todos sabemos que nao havera.Ah, e que Ele proteja tb todos aqueles q cruzarem o caminho dessa criancinha inocente, vitima da sociedade, que nao tem consciencia de q matar eh errado mas certamente consegue compreender que ainda lhe restam 6 anos de "licenca para matar"
Cansei de ver tanta desgraça desse tipo, que desculpe o meu humor negro. Mas acho que esses jovens com licença para matar deveriam ser contratados pela rainha da inglaterra ou trabalhar no proximo filme de 007. Mas o problema que ela nao é vitima da sociedade, mas da propria familia que nao a educou (desestruturada) e da escola com seus péssimos professores. A sociedade não educa, a familia e a escola é que deveriam.
O fato dessa jovem assassina ser uma vítima da sociedade não a isenta do fato de ter tirado a vida de uma pessoa. Deveria ser responsabilizada e devidamente punida por seus atos, coisa que não irá acontecer. É revoltante, mas é isso que irá acontecer: continuará à solta, como se nada tivesse acontecido. A família da vítima que se conforme com a dor da perda e com a certeza da impunidade.