Justiça nega salvo-conduto de manifestantes; CMN pede reintegração do local e identificação de vândalos

A desembargadora Zeneide Bezerra decidiu, na manhã desta terça-feira (22), indeferir o pedido de habeas corpus com liminar de grupo que solicitava salvo-conduto para permanecer em frente à Câmara Municipal do Natal.  Com isso, as atividades na Casa seguem suspensas.

O grupo segue no local desde que a CMN manteve o veto do prefeito Carlos Eduardo ao projeto que tratava sobre o Passe Livre. Enfurecidos, os manifestantes picharam as paredes da Casa e realizaram outras depredações.

Diante do impasse, a CMN entrou com ação para reintegração de posse e para identificação de quem praticou os atos de vandalismo.

Mesmo com o habeas corpus indeferido, os manifestantes seguem em frente ao Legislativo e ainda contam com a companhia de servidores públicos municipais da Saúde, em greve.