Surge mais um novo nome nas eleições dos candidatos a desembargador. A advogada Marisa Almeida é a mais nova concorrente à vaga do Tribunal de Justiça.
Marisa é bastante conhecida no meio jurídico e se candidatou aceitando o apelo de alguns amigos. Ela já foi professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e terminou o mestrado na área em Lisboa. No ano passado, ela ainda faturou o prêmio de melhor monografia da Associação Brasileira das Mulheres de Carreiras Jurídicas (ABMCJ).
A Ordem dos Advogados do Brasil Secção Rio Grande do Norte (OAB/RN) está com um processo eleitoral interno aberto para eleger seis nomes (daí ser conhecida como “lista sêxtupla”) que irão concorrer a vaga de desembargador. São advogados inscritos na Ordem com mais de 10 anos de atividade jurisdicional e que não integrem a diretoria ou os conselhos da OAB. Essa lista com seis nomes será entregue ao Tribunal de Justiça, que, por sua vez, fará uma análise e uma votação interna para escolher apenas três dos seis nomes. Essa nova lista, agora tríplice, escolhida pelos desembargadores em exercício será remetida ao chefe do Poder Executivo, ou seja,à governadora Rosalba Ciarlini, que é quem dá o aval final na escolha e nomeação do novo desembargador.
O prefeito Emídio Júnior assinou, na manhã desta quarta-feira (04/03), a ordem de serviço que autoriza o início das obras do futuro Complexo Esportivo da Vila São José, mais um importante investimento da gestão municipal voltado ao incentivo ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida da população do bairro.
De acordo com o secretário municipal de Esporte e Lazer, Sócrates Garcia, o equipamento esportivo será construído com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), captados por meio do primeiro edital lançado pelo Ministério responsável. “A obra está orçada em R$ 1.126.804,50 e será erguida ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro, ampliando a oferta de serviços públicos integrados à comunidade”, destacou.
O espaço seguirá um modelo padrão e contará com campo de futebol society, parque infantil, quadra de basquete 3×3, pista de caminhada e área de convivência, proporcionando um ambiente completo para a prática esportiva, o lazer e a interação social entre moradores de todas as idades.
O prefeito Emídio Júnior ressaltou que o Complexo Esportivo da Vila São José beneficiará diversas comunidades e bairros do entorno. “Quando esta obra estiver pronta, os imóveis do bairro estarão mais valorizados e os moradores terão mais qualidade de vida, pois o espaço vai incentivar a prática de atividades esportivas, fundamentais para a saúde. A qualidade de vida é o principal objetivo quando realizamos uma obra dessa natureza, que também contribui para reduzir a ociosidade e embelezar o bairro. Esse complexo vai transformar a Vila São José”, afirmou.
Representando a comunidade, Miguel celebrou a assinatura da ordem de serviço. “Hoje é um dia de comemoração por essa grande conquista. Moro aqui há quase 13 anos e, com as bênçãos de Deus, primeiro chegou o calçamento e agora chega esse complexo esportivo, um grande benefício que ficará para as futuras gerações”, declarou.
Estiveram presentes ao lado do prefeito Emídio Júnior a presidente da Câmara Municipal, a vereadora Érika Emídio, e os vereadores Venício Filho, Rita Oliveira, Aroldo da Saúde, Sérgio Lima, Socorro Nogueira, Edi do Posto, Ismarleide Duarte e Clarissa Matias.
Dados do estudo Retrato dos Feminicídios no Brasil, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta quarta-feira (4), mostram que 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil em 2024 foram assassinadas mesmo com Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor.
Ao todo, foram registrados 1.127 feminicídios em 16 estados. Desses, 148 vítimas tinham proteção judicial ativa no momento do crime.
A pesquisa abrange 16 unidades da federação devido a limitações técnicas das polícias na extração automatizada dessas informações e à ausência de um banco de dados nacional padronizado.
Entre os estados analisados, os maiores percentuais de vítimas com medida protetiva estavam no Acre (25%), Mato Grosso (22,2%) e São Paulo (21,7%) — índices acima da média nacional.
Pete Hegseth no Pentágono | Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz
As Forças Armadas dos EUA anunciaram na quarta-feira que mataram uma autoridade iraniana que chefiava uma unidade responsável por uma suposta conspiração para assassinar o presidente Donald Trump.
“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, mas foi o presidente Trump quem riu por último”, disse o secretário de Defesa, Pete Hegseth, em coletiva de imprensa.
Hegseth não revelou o nome do indivíduo, mas disse que a operação ocorreu na terça-feira.
Em 2024, o Departamento de Justiça dos EUA acusou um iraniano de envolvimento em um suposto plano ordenado pela Guarda Revolucionária do Irã para assassinar Trump, então presidente eleito dos EUA.
“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, e o presidente Trump deu a última risada”, disse Hegseth, durante pronunciamento à imprensa no 5º dia da guerra no Oriente Médio entre Irã e EUA e Israel.
“Embora esse não fosse o foco do esforço de forma alguma — na verdade, nunca foi mencionado pelo presidente ou qualquer outra pessoa — eu garanti, e outros garantiram, que os responsáveis por isso fossem eventualmente incluídos na lista de alvos”, disse Hegseth a repórteres.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi contra a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, decretada nesta quarta-feira, 4, pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O magistrado criticou o entendimento da PGR, oposto ao da Polícia Federal, que apontou que Vorcaro integra uma “organização criminosa”, chamada de “A Turma”, que usa violência e coação como uma “milícia privada”.
“Lamenta-se que a PGR diga que ‘não se entrevê no pedido, nem no encaminhamento dos autos […] a indicação de perigo iminente, imediato, que induza a extraordinária necessidade de tão rápida e necessariamente sucinta análise do pleito”, escreveu o ministro do STF.
Em seguida, na decisão, Mendonça cita três razões pelas quais lamentou o parecer da Procuradoria. Veja os trechos:
“As evidências dos ilícitos e a urgência para adoção das medidas requeridas estão fartamente reveladas na representação da PF e no curso desta decisão, conforme documentado nos autos”;
“Se está diante da concreta possibilidade de se prevenir possíveis condutas ilícitas contra a integridade física e moral de cidadãos comuns, de jornalista e até mesmo de autoridades públicas”;
“Há indicativos de ter havido acesso indevido dos sistemas sigilosos da PF, do próprio Ministério Público Federal e até mesmo de organismos internacionais como a Interpol”.
Ainda segundo o ministro do Supremo, uma eventual decisão de não adotar urgentemente as medidas solicitadas pela PF poderia “colocar em risco asegurança e a própria vida de pessoas que se tornaram vítimas dos ilícitos apontados nestes autos, bem como dificultar, sobremaneira, a recuperação de ativos bilionários que foram desviados dos cofres públicos e de particulares atingidos pelos variados crimes contra o sistema financeiro nacional”.
“A organização criminosa demonstra altíssima capacidade de reorganização, mesmo após deflagração de operações”, continuou Mendonça, acrescentando: “Caso os investigados permaneçam em liberdade, há o elevado risco de articulação com agentes públicos e da continuidade da prática de ocultação e reciclagem de capitais por meio da utilização de empresas de fachada”.
A decisão do minstro do STF André Mendonça de prender o dono do Banco Master, Daniel Vorcado, apontou que R$ 2,245 bilhões foram ocultados em nome do pai do empresário, Henrique Moura Vorcaro. O valor estava depositado junto à empresa CBSF DTVM, conhecida como REAG, e foi bloqueado por ordem judicial.
Vorcaro foi detido em São Paulo, nesta quarta-feira (4). As empresas envolvidas são investigadas no esquema de fraudes do Banco Master.
Vorcaro já havia sido preso em novembro de 2025, na primeira fase da Operação Compliance Zero, que apura a emissão de títulos de crédito falsos por instituições do Sistema Financeiro Nacional. Ele foi solto dias depois, com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.
Segundo Mendonça, mesmo após a soltura, a organização criminosa continuou a ocultar recursos bilionários em nome de terceiros. A nova prisão foi motivada pela suspeita de tentativa de interferência nas investigações, com suposta ofensiva contra envolvidos e testemunhas do caso.
O que diz a defesa de Daniel Vorcaro?
Os advogados do empresário negam que seu cliente tenha obstruído investigações do caso Master. Veja a nota na íntegra:
A defesa de Daniel Vorcaro informa que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça.
A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.
Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições.
O grupo contratado pelo empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para influenciar a investigação, acessava dados da PF (Polícia Federal), do MPF (Ministério Público Federal) e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol.
De acordo com a PF, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, apontado como o coordenador operacional do grupo denominado “A Turma”, realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, incluindo bases utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.
A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou nesta quarta-feira (4) a prisão de Vorcaro e Mourão. Também tiveram a prisão decretada o empresário Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro, e Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado.
Veja “quem é quem”, além de como funcionava a estrutura do grupo de Vorcaro
A PF dividiu o esquema comandado por Vorcaro em quatro núcleos de atuação. Um deles foi apontado como “núcleo de intimidação e obstrução de justiça, responsável pelo monitoramento ilegal de adversários, jornalistas e autoridades”.
Segundo as investigações, o grupo criminoso tinha uma estrutura de vigilância e coerção privada, que foi denominada de “A Turma”.
Os documentos mostram que a organização seria destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos do conglomerado financeiro.
Marilson Roseno da Silva
Policial federal aposentado apontado como integrante relevante da estrutura paralela de monitoramento ligada a Daniel Vorcaro.
Indicado como líder da “Turma”.
Teria usado experiência e contatos da carreira policial para obter dados sigilosos.
Atuava na vigilância e monitoramento de alvos, incluindo jornalistas, autoridades e ex-funcionários críticos ao grupo.
Também participaria da execução das ações de intimidação.
Luiz Phillippi Machado de Moraes Mourão (“Felipe Mourão”)
Apontado como coordenador das atividades de monitoramento e coleta de informações.
Teria acessado ilegalmente sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, além de organismos internacionais como FBI e Interpol.
Também teria atuado na remoção de conteúdos e perfis digitais para proteger interesses do grupo.
É acusado de coordenar equipes de vigilância e intimidar ex-funcionários do Banco Master.
Operação financeira
Fabiano Campos Zettel (cunhado de Vorcaro) e Ana Claudia Queiroz de Paiva seriam responsáveis pelo financiamento do grupo.
Fabiano garantia os recursos para as ações de monitoramento e coação.
Ana Claudia gerenciava transferências bancárias usadas para custear as atividades da “Turma”.
O que diz a defesa de Vorcaro
Em nota, a defesa de Vorcaro negou as acusações contra o banqueiro e afirmou que confia no esclarecimento dos fatos. Veja a íntegra:
A defesa de Daniel Vorcaro informa que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça.
A defesa nega categoricamente as alegações atribuídas a Vorcaro e confia que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta.
Reitera sua confiança no devido processo legal e no regular funcionamento das instituições.
A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (4) duas pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato do empresário espanhol Joan Suriol Giralt, de 52 anos, encontrado morto no dia 23 de dezembro de 2025 na Lagoa do Vital, em Maxaranguape, no Litoral Norte potiguar.
Os presos são a própria esposa do espanhol, que tem 48 anos, e um homem de 25 anos, apontado como funcionário de confiança do casal. A polícia suspeita que Joan tenha sido morto por motivação patrimonial e passional, devido à proximidade da formalização do divórcio.
Conforme as investigações, o crime ocorreu no dia 20 de dezembro. Após o registro do desaparecimento da vítima, comunicado por sua então companheira, a polícia iniciou diligências para apuração dos fatos e encontrou o corpo em uma ilhota na lagoa.
Durante as investigações, a forma como o corpo foi localizado chamou a atenção dos policiais, uma vez que pessoas ligadas ao convívio da vítima indicaram o local com precisão.
“Os álibis apresentados pelos suspeitos foram confrontados com provas técnicas. As apurações também apontaram que o crime ocorreu pouco antes da formalização de um divórcio previamente agendado, o que levanta a hipótese de motivação patrimonial ou de natureza passional, possivelmente relacionada a um casamento realizado com a finalidade de regularização migratória”, informou a polícia.
De acordo com a Polícia Civil, diante dos elementos colhidos, das inconsistências verificadas nos depoimentos e dos indícios de tentativa de ocultação de provas, a corporação pediu a decretação das prisões preventivas, deferidas pelo Poder Judiciário.
Após serem detidos, os suspeitos foram conduzidos à delegacia e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.
O hospital dia do Instituto Ingrid Lins está em pleno andamento e cada etapa concluída reforça o nosso compromisso com a excelência, a inovação e o cuidado com as pessoas.
Em breve, nossa cidade receberá um verdadeiro complexo de saúde, com centro cirúrgico moderno e diversas áreas integradas, pensado para oferecer atendimento completo, tecnologia de ponta e um padrão elevado de qualidade e segurança aos pacientes.
Será um marco para o mercado local da saúde, elevando o nível dos serviços e ampliando o acesso a uma estrutura hospitalar diferenciada.
A inauguração está prevista para o final do primeiro semestre de 2026 — e estamos trabalhando com dedicação para entregar algo que realmente transforme vidas.
O ministro do STF Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros alvos aprovada pela CPMI do INSS em votação na quinta-feira (26/2).
A decisão foi proferida após a empresária Roberta Luchsinger, também alvo de quebra de sigilo, ingressar com um mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.
“Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação”, escreveu Dino.
O STF devia ser SVN, Suprema Vergonha Nacional, ultimamente os membros dessa instituição só trabalha a favor dos bandidos, prendem inocentes e favorece os verdadeiros criminosos
A Prefeitura do Natal regulamentou, por meio de decreto, a dispensa da exigência de reserva de área para estacionamento e guarda de veículos em quatro regiões da cidade: Alecrim, Cidade Alta, Ribeira e Avenida Praia de Ponta Negra, em Ponta Negra. Com isso, os empreendimentos comerciais a serem instalados nessas regiões, consideradas Áreas Comerciais Consolidadas (ACC) e Áreas de Interesse Comercial (AIC), estão dispensados da obrigatoriedade de reservar espaços para estacionamento. Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), as vagas já existentes não são afetadas pelo decreto, desde que estejam regularizadas.
O Decreto nº 13.652 foi republicado no Diário Oficial do Município no dia 24 de fevereiro, após correções de erros em publicação anterior, e está em vigor desde então. O dispositivo regulamenta o artigo 127, inciso VI, da Lei Complementar nº 258/2024, que define que as chamadas ACCs e AICs estão livres da obrigatoriedade das vagas. A definição dessas áreas foi estabelecida com base em estudos técnicos realizados de forma conjunta pela Semurb e pela STTU.
A alteração é direcionada, de acordo com Walter Pedro, arquiteto do Departamento de Engenharia da STTU, aos novos empreendimentos instalados nessas áreas. “A pessoa responsável vai dar entrada no projeto, identificando que o estabelecimento está dentro de uma ACC ou AIC com a justificativa de que não há necessidade de estacionamento. A Semurb vai analisar e encaminhar à STTU para um posicionamento no sentido de observar se o empreendimento se enquadra ou não na regra. É importante mencionar que não haverá retirada das vagas já existentes”, esclarece Walter Pedro.
De acordo com o decreto sobre o fim da exigência de vagas, entre os critérios considerados para classificação de ACC e AIC estão a tendência de crescimento da atividade comercial da região, a disponibilidade de infraestrutura urbana, as condições de acessibilidade, a oferta de transporte público, entre outros. O texto também prevê que as áreas poderão ser ampliadas, revistas ou ajustadas futuramente, mediante novos estudos técnicos.
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