Educação

MEC propõe aumentar para 15% contribuição da União ao Fundeb

Ministro da Educação, Abraham Weintraub, sugere aumentar contribuição. Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O MEC (Ministério da Educação) propõe aumentar a contribuição da União ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para 15%. Atualmente, a União contribui com 10%. O MEC defende que esse aumento seja feito progressivamente, até o sexto ano de vigência da nova regra, segundo nota da pasta.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já havia antecipado que a pasta estudava o aumento da contribuição, mas esta é a primeira vez que uma porcentagem específica é apresentada.

O Fundeb é atualmente uma das principais fontes de financiamento para as escolas de todo o país. Corresponde a aproximadamente 63% dos recursos para financiamento da educação básica pública no Brasil, de acordo com o MEC.

A proposta foi apresentada por Weintraub e pelo secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, nessa quarta-feira (10), em reunião com parlamentares. Eles informaram que o aumento da contribuição da União está sendo discutida com o Ministério da Economia e com o Congresso Nacional.

“Não estamos trabalhando de maneira isolada nessas propostas. O MEC entende perfeitamente a qual contexto faz parte e a necessidade de ajuste nas contas públicas para que o país volte a crescer”, disse Vogel na nota.

Detalhes da proposta

O governo propõe que a contribuição da União aumente em uma escala progressiva de 1 ponto percentual por ano até o percentual de 15%, partindo do percentual mínimo de 10% no primeiro ano de vigência do novo fundo.

Se aprovada a proposta, o novo Fundeb passa a vigorar em 2021, e em 2022 a União complementará o montante com o equivalente a 11% do fundo. O valor máximo de 15% será atingido em 2026.

O MEC defende ainda que o valor a ser repassado por aluno matriculado na rede pública deve ser calculado a partir de uma base de dados disponível à União e operacionalizável anualmente. A sugestão é a troca do termo “valor aluno/ano total” por “valor aluno/ano calculado a partir dos recursos próprios”. Segundo a nota do MEC, isso faria com que houvesse uma “melhor delimitação metodológica da forma de distribuição da Complementação da União”.

Outro ponto defendido é a indução, pela União, da adoção de modelos de repartição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltados à qualidade da educação. Os modelos, segundo a pasta, levariam à busca por melhores resultados na gestão dos sistemas de ensino por parte dos estados e à melhoria da gestão, pelos municípios, desses sistemas.

Esse ponto vai ao encontro do que Weintraub já havia defendido anteriormente, de premiar as redes de ensino que tiverem melhores resultados educacionais.

Complementação da União

Pela legislação vigente, o Fundeb tem validade até o final de 2020. Para tornar o fundo permanente, propostas com conteúdos relativamente semelhantes tramitam tanto no Senado (PEC 33/2019 e PEC 65/2019), quanto na Câmara dos Deputados (PEC 15/2015).

O Fundeb é formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios, os fundos de participação constitucionais. Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente, atualmente de R$ 3.016,17 ao ano.

A diferença entre as propostas que estão em tramitação no Congresso é o aumento da complementação da União que, em todas elas, passaria a colocar mais recursos no fundo. Pela proposta da Câmara, esse percentual passaria para 30% em dez anos. No Senado, a complementação chegaria a 30% em três anos ou a 40% em 11 anos, dependendo da proposta.

Proposta da Câmara

Na nota divulgada pelo MEC, Vogel disse que o ministério enxerga o texto que está sendo relatado pela deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) como “bastante avançado tecnicamente e em convergência com o MEC”. A deputada foi uma das participantes da reunião desta quarta-feira (12).

Dorinha Seabra avalia como positiva a sinalização do governo de que quer ampliar os repasses. Ela disse, no entanto, que defenderá um percentual maior. A proposta da Câmara prevê o repasse do equivalente a 15% do fundo pela União já no primeiro ano de vigência da lei. A partir de então, o aumento seria de 1,5 ponto percentual, até chegar, em dez anos, a 30%.

“Hoje quem banca o Fundeb são estados e municípios. A União, que tem um papel constitucional supletivo e concentra a maior parte dos recursos, redistribui R$ 14,4 bilhões. Os estados redistribuem R$ 22 bilhões. A distância entre o investimento de estados e União é gigante”, disse.

Segundo a deputada, a intenção, ao aumentar os recursos repassados pela União, é que haja uma maior equidade entre todas as redes de ensino do país. “Hoje, tem município que conta com R$ 1,4 mil por aluno. O maior valor chega a quase R$ 20 mil por aluno, por ano. É um nível de distorção muito alto”.

Além de propor o aumento dos repasses, segundo Dorinha Seabra, os parlamentares irão apontar também de onde deverão vir esses recursos.

A proposta da Câmara é a que está mais avançada em termos de tramitação e discussão. A deputada disse que os parlamentares estão em contato com o governo para construir a melhor proposta. A intenção, segundo os parlamentares, é alinhar as propostas que tramitam em ambas as Casas.

R7, com Agência Brasil

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DIFAMAÇÃO: Filha de procurador que virou delegada após ser eliminada em concurso processa candidato que expôs o caso

Fotos: Reprodução

A delegada Ariana Sampaio Sousa, que ficou em 2.018º lugar na prova objetiva do concurso da Polícia Civil do Maranhão e foi eliminada na primeira fase, entrou na Justiça contra o candidato que questionou publicamente sua nomeação. Kelson Francisco de Brito Lima, bacharel em Direito e concurseiro da área policial, agora responde por difamação.

Ariana é filha do procurador de Justiça Francisco Barros Sousa e sobrinha do desembargador Raimundo Barros. Ela e o pai aparecem como autores da ação contra Kelson no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA).

O candidato afirma que obteve 78 pontos e participou das etapas seguintes do concurso, enquanto Ariana fez 60 pontos e ficou em 2.018º lugar. “Uma moça que fez 60 pontos teve o processo deferido e foi nomeada, enquanto eu fiz 78 pontos, fiz todas as etapas seguintes e tive o processo negado”, afirmou.

Após a repercussão, Kelson disse que usou documentos públicos e decisões judiciais para tratar do caso e que sua crítica era direcionada às decisões, e não à honra da delegada.

Ariana conseguiu na Justiça o direito de avançar no concurso e tomou posse em maio de 2025. A nomeação é contestada pela Procuradoria-Geral do Estado, que afirma que ela chegou ao curso de formação sem cumprir seis etapas previstas no certame. O recurso aguarda julgamento no TJ-MA.

Com informações do BNews

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Eduardo Bolsonaro diz que usará julgamento do STF para pedir mais sanções dos EUA contra o Brasil

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que usará o julgamento desta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF) como argumento para pedir uma nova rodada de sanções dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras.

“Tudo registrado e pronto para expor em Washington DC onde, Deus quiser, se iniciará uma nova rodada de sanções”, publicou Eduardo no X (ex-Twitter). A publicação se referia a trechos da sessão envolvendo os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino.

A declaração veio após Dino criticar, durante o julgamento, a possibilidade de novas punições americanas contra autoridades brasileiras. O ministro classificou esse tipo de medida como uma tentativa de pressão externa sobre decisões da Justiça brasileira.

Eduardo rebateu e afirmou que pretende direcionar a articulação contra ministros do STF. “A punição internacional de criminosos não ofende a soberania nacional, muito menos nossa Constituição”, publicou.

Em 2025, Moraes foi alvo de sanções dos Estados Unidos pela Lei Magnitsky, enquanto Dino e Gilmar tiveram os vistos americanos suspensos. As medidas foram posteriormente revogadas.

O julgamento desta terça analisou questões relacionadas às mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A sessão terminou sem decisão definitiva após pedido de vista de Flávio Dino.

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BOMBA: Rafael Motta dá calote e Ministério Público abre procedimento contra ele por dívida de quase R$ 600 mil na campanha de 2024

Foto: Reprodução

O Ministério Público Eleitoral abriu um procedimento para fiscalizar uma dívida de R$ 563.578 deixada pela campanha de Rafael Motta (PDT) à Prefeitura de Natal em 2024. Atualmente, o ex-candidato a prefeito disputa uma vaga no Senado na coligação com o PT.

A medida foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). De acordo com o documento, as contas de Rafael Mota foram desaprovadas pela Justiça Eleitoral em decisão que já transitou em julgado. O débito de campanha não foi assumido pelo Avante, seu antigo partido, confirmando o calote dado pelo ex-deputado federal.

Rafael Motta terá 15 dias, sem possibilidade de prorrogação, para entregar ao MP um cronograma detalhado de pagamento e cópias de eventuais acordos, renegociações ou confissões de dívida firmadas com os fornecedores.

O objetivo do procedimento é acompanhar a origem do dinheiro usado para quitar o passivo. O MP alertou que um eventual perdão da dívida por empresas credoras poderá ser considerado doação indireta de fonte proibida, com obrigação de devolver valores aos cofres públicos e possível apuração de crimes eleitorais.

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NOVO WALFREDO: Álvaro e Styvenson anunciam 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos

No programa eleitoral desta quarta-feira (16), Álvaro Dias e o senador Styvenson Valentim vão anunciar o projeto do “novo Walfredo”, uma grande ampliação do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para enfrentar um dos problemas mais antigos da saúde pública do Rio Grande do Norte: a superlotação e a presença recorrente de pacientes em macas nos corredores.

A proposta prevê uma nova estrutura verticalizada, interligada ao atual hospital, com 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos. Para viabilizar o projeto, Styvenson garantiu a destinação de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões em emendas parlamentares. A construção deverá ocupar parte de uma área atualmente não utilizada pela Caern, vizinha ao Walfredo.

A parceria reúne a experiência de Álvaro, que é médico e construiu, quando prefeito, o Hospital Municipal de Natal — maior investimento em saúde pública da história da capital — com a atuação de Styvenson, que tem a saúde como uma das prioridades de seu mandato e já destinou recursos para estruturas hospitalares em diferentes regiões do Estado.

Mais do que ampliar fisicamente o Walfredo Gurgel, o projeto tem como objetivo mudar uma realidade enfrentada há anos por pacientes e familiares que dependem da principal unidade de urgência e emergência do Estado. Os novos leitos e centros cirúrgicos deverão ampliar a capacidade de internação e de realização de procedimentos e contribuir para reduzir a superlotação.

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Lula não largou Moraes, e resultado no STF deixa sua campanha sangrando, diz colunista

Foto: Wilton Junior/ Estadão

O presidente Lula não teria se afastado, na prática, do ministro Alexandre de Moraes, apesar da orientação da campanha para evitar uma associação pública com o magistrado em meio à queda nas pesquisas. A avaliação é da colunista Roseann Kennedy, do Estadão, que aponta que a crise no STF continua pressionando a campanha presidencial do petista.

Para a jornalista, Lula havia sido orientado a evitar uma associação pública com Moraes após quedas nas pesquisas, mas o distanciamento teria ficado restrito ao discurso. Ela aponta que integrantes do governo e do PT atuaram politicamente para deslocar o foco das suspeitas envolvendo Moraes e Daniel Vorcaro para a atuação do ministro André Mendonça.

Roseann relata que interlocutores do Palácio do Planalto já avaliavam que nenhum dos possíveis resultados no STF seria positivo para Lula. Uma investigação contra Moraes ampliaria a exposição do caso, enquanto o adiamento do julgamento alimentaria, segundo a coluna, a narrativa de que aliados do presidente atuam para proteger o ministro.

A colunista também cita monitoramento digital analisado pela campanha petista, segundo o qual quase 90% das reações sobre Moraes, Vorcaro e Banco Master seriam críticas. Para Roseann, a crise dificulta a tentativa da campanha de Lula de pautar outros temas a duas semanas do primeiro turno.

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Prefeito Gustavo Santos destaca atuação de Taveira Júnior em Nísia Floresta e reforça apoio à reeleição

Fotos: Divulgação

O prefeito de Nísia Floresta, Gustavo Santos, reforçou o apoio à reeleição do deputado estadual Taveira Júnior (PSDB) e destacou a presença do parlamentar no município e as ações do mandato em áreas como saúde, assistência social e segurança pública, com atenção especial à Guarda Municipal.

“Ele é um deputado que nos ajudou, acreditou e enviou emenda para o município. É um deputado presente em Nísia Floresta e merece ser reconduzido à cadeira de deputado estadual”, afirmou Gustavo.

O prefeito também ressaltou a parceria construída com Taveira Júnior. “É um deputado que está comigo e vai continuar caminhando comigo, lado a lado.”

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CRISE NO STF: racha entre ministros pode travar Código de Ética e alterar julgamentos do caso Master

Foto: Alejandro Zambrana/STF

A crise interna no Supremo Tribunal Federal (STF), aprofundada pela sessão sobre a possível investigação de Alexandre de Moraes, pode atingir dois pontos centrais da Corte: a proposta de criação de um Código de Ética para ministros e a composição de forças no julgamento do caso Master.

Segundo o g1, ministros avaliam reservadamente que o desgaste está longe de uma solução e pode dificultar o avanço do Código de Ética defendido pelo presidente do STF, Edson Fachin. A proposta estava prevista para avançar após as eleições, mas enfrenta resistência de integrantes insatisfeitos com a condução da crise.

Outro ponto de incerteza envolve Kassio Nunes Marques. O ministro se declarou impedido de participar da análise sobre Moraes após a divulgação de mensagens do celular de Daniel Vorcaro que citam seu filho. A dúvida é se o impedimento será mantido quando o caso Master voltar à Segunda Turma.

Nunes Marques vinha acompanhando André Mendonça e Luiz Fux em decisões importantes relacionadas ao Master. Caso fique fora dos próximos julgamentos, a correlação de forças no colegiado pode mudar. O ministro, porém, tem indicado a interlocutores que seu impedimento estaria restrito ao processo envolvendo Moraes e questões eleitorais.

A crise também chegou às relações pessoais entre os ministros. De acordo com o g1, Nunes Marques chegou a bloquear o número de Gilmar Mendes após um desentendimento ocorrido na semana passada.

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CRIME ORGANIZADO: Operação cumpre mandados de prisão em três cidades do RN

Foto: Divulgação/PF

Três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão foram cumpridos nesta quarta-feira (16) em Natal, Caicó e Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte. As medidas fazem parte da Operação Enclave, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/Mossoró).

A ação integra a Operação Força Integrada IV, realizada simultaneamente em 24 estados do país. No RN, a FICCO reúne Polícia Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal.

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FAZ O L: Botijão de gás sobe de novo no RN e pode chegar a R$ 130

Foto: Reprodução

O preço do gás de cozinha aumentou novamente no Rio Grande do Norte. O reajuste varia de R$ 4 a R$ 4,50 e pode levar o botijão de 13 kg a cerca de R$ 130, dependendo da revenda. O aumento começou a ser repassado às distribuidoras nesta terça-feira (15), segundo o Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás do Estado (Singás-RN).

De acordo com o presidente do Singás-RN, Ivo Lopes, o reajuste ocorre tradicionalmente em setembro e está relacionado ao repasse de custos anuais das distribuidoras, incluindo aumentos salariais.

É o segundo aumento do gás de cozinha no RN em cinco meses. Em abril, o botijão ficou entre R$ 7 e R$ 10 mais caro, chegando à faixa de R$ 120 a R$ 125. Na ocasião, o sindicato atribuiu a alta à política de preços da Petrobras para o GLP e ao aumento do diesel.

Com informações do g1 RN

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CALOTE: Femurn avalia pedir intervenção federal por atraso de R$ 260 milhões em repasses do Governo Fátima

Fotos: José Aldenir/AgoraRN e Eduardo Maia/AL

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) avalia pedir intervenção federal diante dos atrasos nos repasses constitucionais do Governo do Estado às prefeituras. Segundo a entidade, a dívida chegou a R$ 260 milhões. A medida foi discutida nesta terça-feira (15), em reunião com prefeitos.

A Femurn também decidiu recorrer ao Ministério Público do RN, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público Federal para cobrar os valores. Mesmo com o repasse de cerca de R$ 137 milhões anunciado pelo Governo para esta quarta-feira (16), a Federação afirma que ainda restarão R$ 185 milhões pendentes.

“Virou rotina o atraso dos pagamentos referentes aos repasses constitucionais”, afirmou o presidente da Femurn, José Augusto Rêgo. Segundo ele, os atrasos comprometem compromissos das prefeituras, incluindo folha de pessoal. A entidade ainda pretende levantar possíveis pendências relacionadas ao IPVA.

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  1. Vou votar em CADU DE LULA. Não terei dúvidas que o RN vai continuar em boas mãos.

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