MEC aciona Polícia Federal para apurar ataques cibernéticos; “indícios fortes” de sabotagem no Prouni e Fies

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) está investigando indícios de sabotagem de serviços prestados e sistemas internos do Ministério da Educação. O ministro Abraham Weintraub anunciou nesta quinta-feira (8), em entrevista coletiva, que a pasta tem sofrido ataques cibernéticos há algumas semanas e que isso tem prejudicado alguns produtos oferecidos pelo portal na Internet.

“Não estamos acusando ninguém, mas há indícios fortes de sabotagem que nos levaram a acionar a Polícia Federal. Não é nosso papel investigar”, explicou Weintraub. Segundo ele, a população não será prejudicada pelos ataques. “Qualquer serviço que for suspenso terá prazo ampliado”, assegurou.

O Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) são os principais afetados pelo problema. Segundo técnicos do Ministério, os dois serviços estão intermitentes desde a última segunda-feira (5). Outro produto afetado é o Sistema Presença, utilizado para o pagamento dos benefícios do Bolsa Família. O MEC ainda detectou prejuízos no funcionamento do principal sistema de negócios da pasta, conhecido como SiMEC.

De acordo com a equipe da pasta, técnicos estão trabalhando para reestabelecer todo o funcionamento o mais rapidamente, mas não há prazo para que os serviços estejam totalmente normalizados.

Força de Segurança

Esta semana foi autorizada a presença do uso da Força Nacional de Segurança Pública nas imediações do prédio onde funciona o Ministério da Educação – o Bloco L da Esplanada dos Ministérios – nos dias 7, 12 e 13 de agosto.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, o prazo do apoio ainda poderá ser prorrogado se o MEC considerar necessário e apresentar um pedido oficial.

Em maio, o mesmo reforço de segurança foi garantido ao ministério para evitar prejuízos estruturais com os protestos de estudantes pelo fim do contingenciamento de verbas de universidades públicas. No período, a União Nacional dos Estudantes (UNE) anunciou manifestações em pelo menos 150 cidades.

Contingenciamento

Durante a coletiva, Abraham Weintraub foi questionado sobre possíveis cortes de recursos para algumas áreas atendidas pela pasta. Ele reafirmou que não haverá cortes e sim contingenciamento de verbas. A medida significa bloqueio de orçamento por um período para assegurar o equilíbrio de contas.

“Estamos administrando uma situação de crise estabelecida pelo governo passado”, afirmou.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. clara disse:

    E tome teoria da conspiração no rabo, p manter a seita unida e ouriçada na paranóia.

MEC prorroga prazo para renegociação de dívida com Fies

Foto: Wilson Dias

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou, para o dia 10 de outubro, o prazo para renegociação de dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A portaria que prevê a ampliação a renegociação foi publicada nesta terça-feira (30) no Diário Oficial da União.

Para pedir a renegociação, os estudantes precisam ter firmado o contrato com o Fies até o segundo semestre de 2017; estar com as parcelas atrasadas em, no mínimo, 90 dias; e ter contratos em fase de amortização.

Além disso, os contratos não podem ser objeto de ação judicial. A depender do tipo contrato, a renegociação também poderá ser feita pelo prazo de amortização.

De acordo com o Ministério da Educação, mais de 500 mil alunos estão com os contratos de financiamento na fase de amortização e com atraso no pagamento das prestações. O saldo devedor total alcança o valor de R$ 11,2 bilhões.

Para regularizar a situação, os interessados devem procurar a instituição bancária onde o contrato foi assinado. O valor da parcela resultante da renegociação não pode ser inferior a R$ 200. Há ainda a parcela de entrada. O estudante deve pagar ou 10% da dívida consolidada vencida, ou R$ 1.000.

Agência Brasil

 

BAIXOU O NÍVEL: Ministro da Educação compara drogas em avião da FAB a Lula e Dilma

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, causou polêmica na manhã desta quinta-feira ao comparar os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff a drogas. Ele fazia referência à prisão do segundo-sargento da Aeronáuta Manoel Silva Rodrigues, flagrado com 39 quilos de cocaína no aeroporto de Sevilha, na Espanha. O militar integrava a equipe de apoio à viagem oficial do presidente Jair Bolsonaro ao Japão e chegara ao terminal europeu em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

“No passado o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”, escreveu Weintraub no Twitter.

Internautas classificaram o comentário do ministro como “baixo nível” e ressaltaram o caráter sério do caso do militar. O presidente Jair Bolsonaro ordenou que o Ministério da Defesa colabore com a investigação das autoridades espanholas. O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse na chegada ao Japão que o Planalto e o Comando da Aeronáutica não admitem a situação “em hipótese alguma” e prezam pela devida apuração e eventual punição de Silva Rodrigues.

“Desnecessário! Vamos trabalhar?”, destacou um internauta, em resposta a Weintraub.

“Muito baixo nível”, rebateu outro.

Com a repercussão, os termos “Ministro da Educação” se tornaram um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta manhã.

Embora parte dos usuários tenham apoiado o ministro e considerado o tuíte uma “piada”, outros pediram que o ministro “respeitasse o cargo”.

“Amigo, este tuíte não é condizente com o cargo que ocupa”, apontou um internauta.

“Tu é ministro da Educação. Comece a agir como tal”, criticou outro. “Ministro da (falta de) Educação”, acrescentou mais um internauta.

O segundo-sargento foi preso na manhã de terça-feira pela polícia espanhola, no aeroporto de Sevilha, suspeito de tráfico de drogas. Apresentado em um tribunal nesta quarta-feira, Silva Rodrigues foi colocado em detenção provisória e será investigado por crime contra a saúde pública, categoria que inclui o tráfico na Espanha.

A comitiva de apoio à equipe presidencial fez escala em Sevilha antes de seguir para o Japão, onde Jair Bolsonaro participa da cúpula de líderes do G20. O avião presidencial faria escala na mesma cidade espanhola antes de seguir para o Japão, mas, após a prisão do militar, parou em Portugal.

Extra

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sandro Freire disse:

    Acho interessante essas pessoas que ficam aqui defendendo políticos corruptos e ladrões, arranjar o que fazer!

  2. Julio Pimenta disse:

    Um governo de malucos e imbecis!

  3. painho disse:

    A questão e que a noticia da Cocaina no avião da presidência chegou muito rápido no povão.

  4. Muda mais Brasil disse:

    Sabia que apareceriam alguns BOLSOMINIONS para passar o pano para Ministro da (FALTA DE) Educação. Vergonha alheia é bobagem ,,, kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  5. Realista disse:

    Esse tipo de atitude se espera de um governo lacrador pós-moderno. Mas vindo de um "erudito" conservador, é de lascar.

  6. Marcelino disse:

    O avião do presidente é assim, imagine os outros em que o presidente nao anda…

  7. PAULO disse:

    Qual o critério para escolher um min da educação? Onde conseguiram esse cara? Ele achou engraçado, o avião da presidência com 39 kg de cocaína. Isso é uma vergonha para o país, seu Zé Mané.

  8. Thiago Mundão disse:

    É um governo de ilusões, Lula está PRESO. Tudo nesse governo gira em torno do ex presidente. Assumam os seus erros e não justifiquem um erro grave com outro erro. É uma babação surreal, Jaja o Bolsonaro vai cair, quem viver, verá.

    • #Lula Na Cadeia sempre disse:

      Vagabundo deixa de escrever MERDA, seu ladrao dividiu o país entre eles e nos , o BRASIL É UM SÓ , VAGABUNDO VAI APRENDER A TRABALHAR

    • Thiago Mundão disse:

      Pago sua passagem para visitar seu mito na papuda, pode deixar. KKKKKKKK
      Vagabundo cheira pó, deve ser um fudido.

    • Ceará-Mundão disse:

      Cara, esse negócio de pó tem relação com as FARCS, com as narcoditaduras bolivarianas, com a turma que os "direitos dos manos" adora defender… Nas universidades federais, por exemplo, tem MUITA droga. Consumida a céu aberto em determinados setores. E quem são os defensores e consumidores dessas drogas? Adivinha! Ganha um tablete se acertar. kkkkkkkk

  9. José disse:

    A questão é: "vamos admitir o erro"! Aos poucos a casa está caindo!!! Kkk

  10. Lourdes Siqueira disse:

    As pessoas mostram seu verdadeiro caráter nas brincadeiras que dizem ou fazem. Ele pode dizer o que quiser, mas como Ministro tem que saber respeitar o cargo que ocupa. Mesmo que o ex-presidente Lula tenha ofendido a ministra Rosa Weber e as mulheres do PT e seus seguidores acharam engraçadinho.
    Se não tem como falar nada construtivo para o país, morda a língua.
    Precisamos crescer como Nação. Essa picuinha é desnecessária.

  11. Junin disse:

    NAO PRECISAVA DESSA ASNEIRA… !!! E NAO PRECISAVA TENTAR BABAR, JÁ É MINISTRO! MOSTRE PQ ESTÁ AI!!! TRABALHE!!! ESSE GOVERNO É SÓ FALAÇAO E RESULTADO QUE É BOM NADA …!!! SE ELEGERAM COM A BANDEIRA DA SEGURANÇA E O PAÍS ATOLADO EM HOMICIDIOS, ROUBOS E OUTROS CRIMES…

  12. Bozosoueu disse:

    Só verdades … nada d mais!!!

  13. SANDRO disse:

    Não falou nada de inverídico. Não é baixaria dizer a verdade.

    • Amo os Minions disse:

      Pode Suco de Laranja?

    • Anti-Político de Estimação disse:

      A questão em tela é o respeito à liturgia do cargo. Mas parece que hoje em dia isso é insignificante mesmo…

    • Ceará-Mundão disse:

      E desde quando esquerdopata se preocupa com bons modos, com liturgia do cargo, com civilidade, tolerância, educação, cordialidade? E esse termo "droga" tem mais de um sentido. Genericamente, significa apenas algo ruim. Uma droga! Mas querer que um petralha entenda de língua portuguesa também é demais, né?

SISU: Estudantes selecionados têm até hoje para fazer a matrícula

Os estudantes selecionados na chamada regular do segundo semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm até as 23h59 desta segunda-feira, 17 de junho, para fazer a matrícula na instituição de ensino superior. Também hoje se encerra o período para o candidato manifestar interesse em se inscrever na lista de espera.

Cabe aos candidatos verificar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio para não perder a oportunidade. O resultado da chamada única do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgado na segunda-feira da semana passada, 10, e está disponível no site do programa.

Para o segundo semestre de 2019, o Sisu registrou 1.213.679 inscrições, número 24,3% superior ao de 2018 (976.765).O pré-requisito para concorrer ao Sisu é ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 e obtido nota acima de zero na redação. O resultado está disponível no site do Sisu. Para conferir, é necessário informar o número de inscrição e a senha do Enem 2018.

MEC propõe aumentar para 15% contribuição da União ao Fundeb

Ministro da Educação, Abraham Weintraub, sugere aumentar contribuição. Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

O MEC (Ministério da Educação) propõe aumentar a contribuição da União ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para 15%. Atualmente, a União contribui com 10%. O MEC defende que esse aumento seja feito progressivamente, até o sexto ano de vigência da nova regra, segundo nota da pasta.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já havia antecipado que a pasta estudava o aumento da contribuição, mas esta é a primeira vez que uma porcentagem específica é apresentada.

O Fundeb é atualmente uma das principais fontes de financiamento para as escolas de todo o país. Corresponde a aproximadamente 63% dos recursos para financiamento da educação básica pública no Brasil, de acordo com o MEC.

A proposta foi apresentada por Weintraub e pelo secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, nessa quarta-feira (10), em reunião com parlamentares. Eles informaram que o aumento da contribuição da União está sendo discutida com o Ministério da Economia e com o Congresso Nacional.

“Não estamos trabalhando de maneira isolada nessas propostas. O MEC entende perfeitamente a qual contexto faz parte e a necessidade de ajuste nas contas públicas para que o país volte a crescer”, disse Vogel na nota.

Detalhes da proposta

O governo propõe que a contribuição da União aumente em uma escala progressiva de 1 ponto percentual por ano até o percentual de 15%, partindo do percentual mínimo de 10% no primeiro ano de vigência do novo fundo.

Se aprovada a proposta, o novo Fundeb passa a vigorar em 2021, e em 2022 a União complementará o montante com o equivalente a 11% do fundo. O valor máximo de 15% será atingido em 2026.

O MEC defende ainda que o valor a ser repassado por aluno matriculado na rede pública deve ser calculado a partir de uma base de dados disponível à União e operacionalizável anualmente. A sugestão é a troca do termo “valor aluno/ano total” por “valor aluno/ano calculado a partir dos recursos próprios”. Segundo a nota do MEC, isso faria com que houvesse uma “melhor delimitação metodológica da forma de distribuição da Complementação da União”.

Outro ponto defendido é a indução, pela União, da adoção de modelos de repartição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltados à qualidade da educação. Os modelos, segundo a pasta, levariam à busca por melhores resultados na gestão dos sistemas de ensino por parte dos estados e à melhoria da gestão, pelos municípios, desses sistemas.

Esse ponto vai ao encontro do que Weintraub já havia defendido anteriormente, de premiar as redes de ensino que tiverem melhores resultados educacionais.

Complementação da União

Pela legislação vigente, o Fundeb tem validade até o final de 2020. Para tornar o fundo permanente, propostas com conteúdos relativamente semelhantes tramitam tanto no Senado (PEC 33/2019 e PEC 65/2019), quanto na Câmara dos Deputados (PEC 15/2015).

O Fundeb é formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios, os fundos de participação constitucionais. Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente, atualmente de R$ 3.016,17 ao ano.

A diferença entre as propostas que estão em tramitação no Congresso é o aumento da complementação da União que, em todas elas, passaria a colocar mais recursos no fundo. Pela proposta da Câmara, esse percentual passaria para 30% em dez anos. No Senado, a complementação chegaria a 30% em três anos ou a 40% em 11 anos, dependendo da proposta.

Proposta da Câmara

Na nota divulgada pelo MEC, Vogel disse que o ministério enxerga o texto que está sendo relatado pela deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) como “bastante avançado tecnicamente e em convergência com o MEC”. A deputada foi uma das participantes da reunião desta quarta-feira (12).

Dorinha Seabra avalia como positiva a sinalização do governo de que quer ampliar os repasses. Ela disse, no entanto, que defenderá um percentual maior. A proposta da Câmara prevê o repasse do equivalente a 15% do fundo pela União já no primeiro ano de vigência da lei. A partir de então, o aumento seria de 1,5 ponto percentual, até chegar, em dez anos, a 30%.

“Hoje quem banca o Fundeb são estados e municípios. A União, que tem um papel constitucional supletivo e concentra a maior parte dos recursos, redistribui R$ 14,4 bilhões. Os estados redistribuem R$ 22 bilhões. A distância entre o investimento de estados e União é gigante”, disse.

Segundo a deputada, a intenção, ao aumentar os recursos repassados pela União, é que haja uma maior equidade entre todas as redes de ensino do país. “Hoje, tem município que conta com R$ 1,4 mil por aluno. O maior valor chega a quase R$ 20 mil por aluno, por ano. É um nível de distorção muito alto”.

Além de propor o aumento dos repasses, segundo Dorinha Seabra, os parlamentares irão apontar também de onde deverão vir esses recursos.

A proposta da Câmara é a que está mais avançada em termos de tramitação e discussão. A deputada disse que os parlamentares estão em contato com o governo para construir a melhor proposta. A intenção, segundo os parlamentares, é alinhar as propostas que tramitam em ambas as Casas.

R7, com Agência Brasil

MPF denuncia responsáveis por oferecer mestrado no RN sem autorização do MEC

Alunos foram enganados com promessa de diploma e aulas tiveram continuidade mesmo após uma das responsáveis assinar acordo com o MPF

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou os professores Juraci Pereira de Castro e Marlete Euna Brito de Melo. Entre 2013 e 2016, os dois ofereceram um curso de mestrado no Rio Grande do Norte, sem a devida recomendação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e sem a autorização do Ministério da Educação (MEC). Eles responderão pela prática do crime de estelionato qualificado (art. 171, parágrafo 3º, do Código Penal).

Juraci Pereira era representante da Faculdade do Norte do Paraná (Facnorte), enquanto Marlete Brito representava o Instituto de Ensino Superior Natalense (IESN). Ambos firmaram um convênio de intercâmbio e cooperação técnica, no início de 2013, com o objetivo de implementar e desenvolver cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado ou doutorado), entre outros.

À Facnorte caberia “chancelar” os cursos de pós-graduação, inclusive emitindo os certificados, ficando com 30% da receita bruta das matrículas e mensalidades. O IESN ficaria com os demais 70% e se responsabilizava por fazer funcionar os cursos. Entre 2013 e 2014, foram lançados processos seletivos para o Mestrado Profissional em Ciências da Educação e Multidisciplinaridade.

Essa pós-graduação foi oferecida nos municípios potiguares de Natal, Canguaretama, Macaíba, Tangará, São Tomé, Ceará Mirim, Mossoró, Lagoa D’Anta, São José do Campestre e, ainda, no município cearense de Jaguaribe. Em 2013, a Facnorte solicitou a recomendação do curso, porém a Capes considerou o mestrado “não recomendado”, levando à não autorização por parte do Ministério da Educação.

Antes mesmo da resposta da Capes, a faculdade já oferecia o curso e – depois que tomou conhecimento da negativa – seguiu irregularmente com a propaganda do mestrado. Em 2015 havia 267 alunos matriculados.

Opções – No momento em que faziam inscrição no curso, os estudantes desconheciam que a Facnorte não possuía recomendação para ofertar o mestrado. Os alunos chegaram a receber a informação que teriam seus diplomas reconhecidos por outras instituições públicas, desde que pagassem uma quantia extra de R$ 1.800, não prevista no contrato inicial. Caso não pagassem, poderiam receber os diplomas e “esperar a aprovação de recomendação da Capes”.

A ação do MPF reforça que nenhuma das alternativas era verdadeira, pois a Capes já havia negado a recomendação do curso (sem possibilidade de nova manifestação) e seria ilegal uma instituição de ensino superior oferecer um curso irregular e, depois, solicitar a outra universidade que emita o diploma.

Juraci Pereira chegou a afirmar, perante a autoridade policial, que o curso havia sido ministrado na “modalidade livre”, sendo dispensado da autorização do MEC. No entanto, nenhum curso de mestrado pode ser ministrado nessa modalidade, apenas cursos de aperfeiçoamento e similares, que não resultam na emissão de diploma de pós-graduação.

O MPF comprovou, ainda, que não houve seleção de alunos para o curso. “(…) fica evidente que o objetivo dos acusados (…) era apenas o de obter lucro fácil e ilícito com as matrículas e mensalidades pagas pelos alunos (…) Desde o início os alunos foram induzidos a erro, tendo sido mantidos em equívoco por logo tempo”, destaca a denúncia.

Dinheiro – Os valores que cabiam à Facnorte foram depositados, por orientação da faculdade, na conta da empresa Rechev Empreendimentos Shalon Ltda., cujo responsável é Juraci Pereira. “Logo, fica claro que as vantagens ilícitas tinham como beneficiários Juraci e Marlete Euna, por intermédio das respectivas pessoas jurídicas”, conclui o MPF.

Marelete Euna, inclusive, chegou a firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPF se comprometendo a não efetuar mais cobranças em relação aos cursos de mestrado que estavam abertos, a não abrir mais turmas ou polos e a não realizar mais divulgação dos cursos de mestrado da Facnorte. Mesmo assim, o mestrado prosseguiu em funcionamento.

Suspensos – Além desta nova ação penal (protocolada sob o número 0805070.42.2019.4.05.8400), o MPF ingressou em 2017 com uma ação civil pública (0804280-29.2017.4.05.8400) envolvendo o IESN que resultou no deferimento de uma liminar obrigando o instituto a suspender “as atividades de ensino sob qualquer título, inclusive extensões universitárias, cursos livres ou cursos de aperfeiçoamento na área de educação”, bem como realizar novas matrículas, cobrança de mensalidades e expedir diplomas ou certificados. Já na ação 0805151-64.2014.4.05.8400, também de autoria do MPF, a liminar deferida determinou a suspensão de cursos semelhantes promovidos pela Facnorte no Rio Grande do Norte.

http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-denuncia-responsaveis-por-oferecer-mestrado-no-rn-sem-autorizacao-do-mec

MEC quer aperfeiçoar processo de revalidação do diploma de medicina

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Grupo de trabalho com a finalidade de estudar e propor medidas para o aperfeiçoamento do processo de revalidação dos diplomas de graduação de medicina foi instituído pelo Ministério da Educação (MEC), de acordo com portaria publicada na edição dessa quinta-feira (16) do Diário Oficial da União.

O grupo será formado representantes da Secretaria de Educação Superior do MEC, do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e Conselho Federal de Medicina (CFM).

Os integrantes do grupo de trabalho terão um prazo de 60 dias, a contar partir da publicação da portaria, para a conclusão de suas atividades e apresentar ao ministro da Educação uma proposta para aperfeiçoar o atual processo de revalidação do diploma de medicina.

O grupo poderá convidar para participarem de suas atividades representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas, que possam contribuir para o trabalho.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joana disse:

    Toda profissão deveria ter uma prova ao final do curso, hoje em dia apenas dois cursos tem essa prova que é para advogados e contadores acho que o que mais precisaria seria a área da saúde .
    Tem cada profissional merda , enfermeiros e médicos deveriam ser os próximos .

    • Rosa disse:

      Pelo que estou sabendo muitos cursos têm que fazer a prova no final para validar o diploma, inclusive os de saúde

Bolsonaro diz que MEC pode diminuir investimentos em faculdades de filosofia e sociologia, e mira ‘leitura, escrita e fazer conta’

Foto: Alan Santos/PR

Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta (26), que o ministro da Educação Abraham Weintraub estuda diminuir repasses para cursos de filosofia e sociologia de universidades brasileiras. No Twitter, o presidente defendeu que a intenção da medida seria incentivar áreas que geram “retorno imediato ao contribuinte”, como engenharia, medicina e veterinária.

“Alunos já matriculados não serão afetados. O objetivo é focar em áreas que gerem retorno imediato ao contribuinte, como: veterinária, engenharia e medicina”, diz o presidente na publicação.

Bolsonaro ainda afirmou que o governo deve ensinar aos jovens “leitura, escrita e a fazer conta e depois um ofício que gere renda para a pessoa e bem-estar para a família, que melhore a sociedade em sua volta”.

A publicação foi seguida de elogios e críticas dos seguidores do presidente na rede social. “Gosto de filosofia, mas gostei do comunicado. Medicina deveria ser mais acessível para pessoas de baixa renda que tem amor a profissão”, escreveu uma usuária.

Em resposta, o cientista político chamou Pablo Ortellado criticou a medida e chamou o grupo que comanda o governo de “verdadeiros inimigos da civilização”.

Jovem Pan

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno Milla Tech disse:

    Ta certo ele!! Parabéns presidente!!

  2. Cigano Lulu disse:

    O brasileiro engajado, dito "democrata militante", é um sujeito hilário: se expressa aquilo que eu penso, é meu amigo, meu irmão, meu par; se discorda de mim, é meu inimigo figadal, um conspirador potencial.
    Onde ficam pluralidade, alternância e livre pensar? Nem pensar.

  3. Maria Lurdes disse:

    Agora vai, TECNOCRACIA JÁ! Ascensão do homem-massa!

  4. Sérgio Nogueira disse:

    Dois cursos cujas existências são totalmente dispensadas.
    Precisamos de engenheiros, cientistas, e produtores de tecnologia. A última nação que se desenvolveu a partir desses dois cursos foi a Grécia e isso tem coisa de 3 mil anos.
    Quem quiser ser maconheiro de nível superior pague uma faculdade particular.

  5. Ivan disse:

    Não é o investimento que vai cair, vai diminuir o enorme vazamento pelo ralo de verbas públicas que escoam nessas universidades fajutas que só produzem zumbis repetidores de mantras esquerdistas!!! É gópi…gópi…gópi…

  6. Antonynatal disse:

    Certíssimo presidente deveria tem abrangido História e jornalismo e direito também pois se passar 10 anos sem abrir vagas nesses cursos ainda será pouco.
    Tem muito comentário que é pra acabar com o pensamento do brasileiro, pura Balela, quem diz isso é porque mama nas universidades nesses cursos, gente que passa mais de 8 anos nos corredores conversando m… E não se forma!
    Tira essa cambada de petista das universidades
    Mais vagas para medicina, engenharias acertou em cheio
    O choro é livre

  7. J. Dantas disse:

    Milhares estão na universidade sem saber nem a velha cartilha e a tabuada, mas querem ser intelectuais da Esquerda ou Direita…Fato!

  8. Netto disse:

    Tem que fechar esse monte de curso de licenciatura em esquerdismo mesmo. Forma quem já entrou em manda para o "mercado de trabalho". Quem quiser fazer, pague por eles numa particular. O dinheiro é escasso e deve ser aplicado em cursos que gerem retornos mais imediatos para a sociedade.

    • Netto disse:

      *e manda manda para…
      Eu manteria ainda as pós-graduações em Direito e Psicologia e a parte de pesquisa em História e Geografia.

    • IBMendonca disse:

      Defina esse seu " retornos mais imediatos para a sociedade."!!!????
      O que seria esse retorno???
      Parece que para os eleitores de Bolsonaro existe apenas um tipo de retorno, o financeiro!!!!
      E o retorno socio-cultural, não existe???
      Será que a diversidade das profissões para a sociedade não é necessário???
      Ou você vai dizer que isso é coisa de esquerdista, comunista, socialista, petista, capitalista, anarquista!!!
      E antes de você responder, tente responder sem usar as palavras PT, LULA, Ptralha, Dilma, petista e….

    • Netto disse:

      Exemplo de retorno imediato: já contratei médicos, advogados, engenheiros, técnicos, administradores. Eles resolvem problemas imediatos de quem tem problemas a serem resolvidos. Fiiosofia e Sociologia não se prestam a isso. No máximo para produzir literatura auto-referente e, de forma muito diluída, inspirar alguma ação. Nada que não possa ser suprido com dados de outras ciências. E se o problema for a falta de profissionais, as particulares podem atender à 'demanda'.

    • Netto disse:

      Tem curso que o retorno ê negativo.

  9. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Na visão do Bolzo é perigoso ou ameaçador ensinar esse povo A PENSAR. Logo manter e ampliar o funcionamento das faculdades de Sociologia e filosofia É UM PERIGO. É UMA AMEAÇA.

  10. Brasileira indignada disse:

    Um retrocesso, para quem pleiteia um dia deixar de ser um país de terceiro mundo…

  11. David disse:

    Ou o Celso Daniel e Toninho do pt, que causam arrepio na petralhada

  12. Ana leticia disse:

    Esse camarada é um animal mesmo. Não quer o povo com pensamento crítico, tipo assim, votei nele pq parecia o menos ruim, errrei.

    • Atento disse:

      Que pensamento crítico é esse que falas, o que levou o PT ao poder durante 15 anos???? Estás de sacanagem ou é do DCE da UFRN?

    • Netto disse:

      É o pensamento crítico só para concordar. Vá alguém fazer um seminário sobre o pensamento conservador ou liberal (na economia) num desses madraçais.

    • Ana leticia disse:

      Pensamento crítico é vc reconhecer o erro cometido, sem no entanto achar o que o outro seria melhor. Acredito que deva ser oferecida oportunidade, já que o governo anterior tinha provado o qto era incompetente e corrupto, porém esse não está sabendo aproveitar. E a ultra esquerda, Pstu, se mostrou um desastre, falo com conhecimento de causa, 15 anos na casa, portanto pra mim, só restava arriscar, porém furou novamente. Estamos Realmente num beco sem sai da.

  13. Laranja disse:

    A ditadura está apenas começando! O Brasil vai ficar pior do que a Venezuela!

  14. IBMendonca disse:

    "gerem retorno imediato ao contribuinte"…é pensar pequeno demais!!!!!
    Já o “leitura, escrita e a fazer conta" devia ter mencionado ser preferencialmente do Twitter e Facebook.
    Estudar o pensamento e as formas de relações sociais não são importantes para aqueles que almejam uma sociedade alienada!
    Essa decisão vai na contra mão de tudo que é incentivado nos países desenvolvidos, onde entender a sociedade é fundamental para propor soluções!!!
    Vamos pra frente que a cada dia fica melhor!!!!

  15. André Fortes disse:

    hahahaha. Só pode ser piada, Jesus. Acho que ele inventa essas asneiras só pra ninguém perguntar mais por Flávio Bozo e Queiroz. E o Lula?

    • Marcus Vinicius disse:

      Tá certo, diminuir dinheiro para essa gente e investir em medicina, engenharia e areas que produzam

    • PT Fétido. disse:

      Tem que investir mesmo em cursos que rendam dividendos para o país e de forma equilibrada. A filosofia e a sociologia são importantes, mas os aportes são altos para a demanda da sociedade por profissionais de tais cursos. É isso Bolso!!!!!!!!!!! Entrei no DCE da UFRN hoje e vi inúmeras fotos de Lula pelas paredes. Que vergonha essa doutrinação violenta. Adoradores de bandido preso. Oh Brasil fraco…

    • Waldemir disse:

      Não petista ele diz isso por que vai acabar com a cambada de petistas que só querem sociologia para ficar mamando
      Agora vão ter que trabalhar

Faculdades afirmam que MEC não dá "respostas objetivas" sobre Fies; Justiça Federal nega liminar contra novas regras

Instituições privadas divulgaram nota nesta segunda-feira (2) com críticas ao Ministério da Educação, sob o argumento de que faltam “respostas objetivas sobre critérios, prazos e justificativas para as mudanças” no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

As desavenças entre a pasta e o setor começaram no final do ano passado, quando portarias alteraram o fluxo de pagamentos do programa às instituições e definiram um mínimo de 450 pontos no Enem para novos contratos. Também ficou definido, posteriormente, que cursos com reajustes acima de 6,4% não teriam financiamento autorizado.

O MEC afirmou ainda, em nota, que cursos com nota 5 (indicador máximo de qualidade) continuam com “atendimento pleno”, enquanto aqueles com nota 3 ou 4 estão sujeitos a “alguns aspectos regionais”.

“O sistema tem ficado frequentemente fora do ar, tem sofrido instabilidades, lentidão, recusado pedidos de financiamento sem explicação e apresentado mensagens de erro de difícil compreensão”, afirma a nota, assinada por quatro entidades.

Entre elas, a Abraes (Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Ensino Superior), que representa os maiores grupos educacionais do país, e a Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), que já questionou na Justiça as mudanças no programa. O sistema ficará aberto para pedidos de financiamento até 30 de abril – em anos anteriores, o prazo se estendia até junho.

“Mesmo tendo participado de reuniões quase semanais com o governo, representantes das instituições de ensino não conseguem obter respostas objetivas sobre critérios, prazos e justificativas para as mudanças que permitam a elas planejar o semestre letivo, contratar professores e formar turmas ou mesmo auxiliar os alunos a conseguirem efetuar suas matrículas”, critica a nota.

“As instituições reconhecem que o Ministério da Educação tem todo o direito de definir que parcelas das mensalidades está disposto a financiar e estabelecer critérios para isso. O que elas esperam, no entanto, é que o governo honre os contratos que já foram assinados e que não introduza todo tipo de mudança, que incluem até a suspensão do pagamento às escolas, sem transparência ou aviso prévio às partes envolvidas”, diz trecho do texto.

Justiça Federal nega liminar contra novas regras do Fies

A Justiça Federal recusou um pedido de liminar para revogar as novas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que limitam o acesso de estudantes ao programa de crédito universitário. A ação foi movida pelo Sindicato das Instituições Particulares de Ensino Superior de Pernambuco (Siespe).

A norma, de dezembro, prevê que somente estudantes com notas superiores a 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem solicitar financiamento. O aluno também não pode ter zerado a redação do exame.

O sindicato argumenta que as novas regras prejudicam o processo de expansão do Fies. A Advocacia Geral da União (AGU) afirma que o acesso ao ensino superior, diferentemente do ensino básico, é condicional ao desempenho de aprendizagem do aluno, de acordo com a Constituição. Também disse que cabe ao Ministério da Educação editar regras sobre o programa.

Segundo a AGU, o juiz da 21ª Vara Federal de Pernambuco indeferiu o pedido de liminar do Siespe. O magistrado ainda deu prazo de 20 dias para que a União se manifeste sobre a queixa do sindicato, de quebra da isonomia entre as faculdades com as novas regras. Representantes do sindicato ainda não foram encontrados pela reportagem para comentar a decisão.

Desde o fim do ano passado, faculdades particulares e o MEC travaram uma batalha sobre as mudanças nas regras do Fies. Outros sindicatos e entidades também ingressaram com reclamações contra a pasta na Justiça nas últimas semanas. Com a portaria de dezembro, a pasta ainda alterou a fórmula de repasses às instituições, de 12 para oito parcelas. Essa mudança também é motivo de queixa do setor privado.

Folha Press e Estadão Conteúdo

Sistema para inscrição no Fies será liberado nesta semana, diz MEC

O sistema para inscrições no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) será reaberto ainda nesta semana, informou nesta segunda-feira (26) o Ministério da Educação. Desde o início do ano, o acesso foi vetado para adequação às novas regras do programa.

Inicialmente, a reabertura do sistema estava prevista para 18 de janeiro, mas o prazo foi adiado. Agora, o site passará a identificar, por exemplo, o candidato que possui o financiamento para determinado curso e bolsa do Prouni (para alunos de baixa renda) em outro, o que não mais é permitido.

Ele também vai detectar se o estudante teve pontuação no Enem abaixo da exigida (450 pontos). Hoje, não há necessidade de fazer esse cruzamento. Essas e outras mudanças foram definidas em portarias do MEC publicadas no final do ano passado.

Instituições de ensino superior reclamaram das alterações no programa –entre elas, a redução do fluxo de pagamento do governo às empresas mantenedoras. Em entrevista coletiva, na manhã desta segunda, o secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, afirmou que a pasta mantém conversas com o setor privado.

“Dentro do pressuposto da qualidade [dos cursos financiados], o diálogo [com as privadas] ocorre”, ponderou.

PROUNI

O MEC fez um balanço ainda do perfil de bolsas do Prouni ofertadas neste primeiro semestre. Do total de 213.113, pouco menos da metade (101.359) estão na região sudeste. O programa garante benefícios integrais ou parciais (50%) a alunos de baixa renda interessados em cursar graduação em instituição privada.

Ao todo, 1.117 instituições privadas participam desta edição. Administração (22.050), pedagogia (15.562) e direito (15.010) são as graduações com maior número de bolsas, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo Ministério da Educação.

As inscrições começam nesta segunda-feira e terminam na próxima quinta-feira (29). O resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Para participar, é preciso ter obtido uma média de ao menos 450 pontos no Enem e ter tirado nota acima de zero na redação.

O candidato deve ter feito todo o ensino médio na rede pública –ou ter sido bolsista integral em escola privada– e cumprir determinados critérios de renda. A comprovação dessas informações é feita entre 2 e 9 de fevereiro, diretamente junto à instituição escolhida.

Assim como o Sisu, o MEC divulga diariamente a nota de corte de cada curso. Cada estudante pode indicar até duas opções de curso.

Folha Press

MEC autoriza 102 cursos de mestrado e doutorado em todo o país; confira lista com UFRN

O Ministério da Educação autorizou 102 novos cursos de pós-graduação stricto sensu em universidades públicas e privadas em todo o país. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (18) no Diário Oficial da União.

Ao todo, são 15 cursos de mestrado profissional e outros 87 cursos acadêmicos, sendo 46 em mestrado e 41 em doutorado. As áreas são variadas, contendo pós como Medicina e Engenharia da Nanotecnologia, na UFRJ.

Confira aqui os cursos.

O Globo

MEC divulga primeira nota de corte do Sisu

A primeira nota de corte para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgada na madrugada de hoje (7) e a previsão é que a próxima seja divulgada a partir das 2h de amanhã (8). A nota será divulgada uma vez por dia até o encerramento das inscrições, na sexta-feira (10). A nota de corte é a menor para ficar entre os potencialmente selecionados e varia ao longo do período de inscrição.

O número é apenas uma referência para o candidato monitorar sua inscrição e não garante seleção para as vagas ofertadas. O cálculo é feito com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.

Para conferir a nota de corte para ampla concorrência em cada curso basta entrar no site do Sisu e clicar no item Pesquisar Vagas. É possível localizar as notas por curso, instituição e município.

As inscrições no programa vão até o próximo dia 10. Na primeira edição deste ano, estão sendo ofertadas 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior.

Agência Brasil

MEC libera consulta preliminar de vagas do Sisu; 115 instituições participam

O MEC (Ministério da Educação) liberou na manhã desta terça-feira (31) a consulta preliminar de vagas ofertadas pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para 2014. O número final de vagas estará disponível quando o sistema estiver funcionando na próxima segunda-feira (6).

Ao todo, são 115 instituições de ensino participantes, entre Universidades e Institutos Federais, além de algumas instituições estaduais como UNEB (Universidade do Estado da Bahia), UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina).

Os candidatos que prestaram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 podem realizar a busca de acordo com o município, instituição de ensino ou pelo curso de sua escolha.

Inscrições

As inscrições para o Sisu deverão ser realizadas a partir da próxima segunda-feira (6). As notas do Enem devem ser divulgadas ainda nesta semana, entre os dias 3 e 4 de janeiro.

O prazo termina no dia 10 e a lista com os selecionados será divulgada no dia 13. As matrículas acontecerão entre 17 e 21 de janeiro.

Ansiedade no Twitter

Inscritos no Enem 2013 discutem desde o final da semana passada a data da divulgação dos resultados do exame. Há inclusive apostas sobre as datas de divulgação. O ministério, no entanto, não oficializou um dia e horário — mas tem informado que seria na primeira semana de janeiro. Segundo a pasta, estão sendo realizadas finalizações e verificações finais dos dados tanto das notas quanto do número exato de vagas no Sisu.

Na rede social Twitter, muitos jovens trocam impressões e dividem a ansiedade sobre a nota e de que maneira suas vidas podem mudar a partir dela.

UOL

MEC prorroga prazo para matrícula dos selecionados no Sisutec

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para a divulgação dos resultados da segunda chamada do processo seletivo e a matrícula dos candidatos convocados no Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que seria encerrada hoje (16). Portaria publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União também fixa prazo para as inscrições online em vagas remanescentes.

O prazo da matrícula para os convocados na primeira chamada foi prorrogado para o próximo dia 20. Os resultados da segunda chamada serão divulgados no dia 22 e as matrículas dessa etapa poderão ser feitas entre os dias 23 e 27 deste mês.

As vagas remanescentes serão ocupadas em livre concorrência, por meio de inscrição na página do programa na internet, entre os dias 29 de agosto e 16 de setembro. As instituições de ensino credenciadas no Sisutec poderão alterar a data de início das aulas, observando como limite o dia 21 de outubro.

O Sisutec oferece vagas gratuitas em cursos técnicos para quem estiver terminando o ensino médio. A seleção é feita por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012.

A primeira edição do Sisutec teve 383.080 inscritos. Como cada candidato podia fazer até duas opções, foram 737.229 inscrições. Os cursos mais procurados foram técnico em segurança do trabalho, com 89.656 inscrições para 13 mil vagas, seguido de técnico em informática, com 71.850 candidatos para 23 mil vagas. Do total de inscrições, 57% foram feitos por mulheres. Os cursos noturnos tiveram a preferência.

Do total de vagas, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. As vagas são ofertadas em instituições da rede publica, privada e do Sistema S. Os cursos têm de um a dois anos de duração, com carga horária entre 800 e 1.200 horas-aula.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Elibiane disse:

    O injusto e que alguns alunos que ainda estão cursando os ultimos meses do ensino medio serem selecionados para os cursos tecnicos e não podem fazer suas matriculas…INJUSTOOOOOO fomos selecionados merecemos a vaga do curso…

Após gafe, MEC vai alterar pergunta em questionário do Enem sobre empregada mensalista

O Ministério da Educação vai mudar trecho de questionário para inscrição no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ao fazer o processo, por meio de site específico, o candidato preenche um questionário socioeconômico e declara informações como o grau de escolaridade dos pais, o rendimento mensal da família e o que possui em casa.

É justamente esse último ponto que será alterado. Entre os pontos questionados na pergunta (“Você tem em sua residência?”) estavam, além de itens como rádio, automóvel, telefone celular e acesso à internet, o item “empregada mensalista”.

“O ministro Aloizio Mercadante considera que a forma da pergunta que se refere a trabalhadores domésticos é inadequada, e vai encaminhar a necessidade de sua adequação, preservando os critérios técnicos, mas garantindo integralmente o respeito àqueles trabalhadores”, afirma trecho de nota do MEC sobre o assunto.

A assessoria de imprensa da pasta destacou ainda que o questionário “tem o objetivo de ajudar a identificar fatores para entender e explicar o desempenho do participante” e que as questões estão baseadas “no Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB), organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP)”.

“As questões que identificam a classe social estão em sequência”, diz a nota.

ENEM 2013

O número de inscrições na edição deste ano foi recorde: ao todo, foram 7.834.024 candidatos. Em 2012, foram 6,4 milhões. A região Sudeste foi a que mais teve inscrições com pouco mais de 2.832.082 milhões de candidatos na região. O Estado de São Paulo concentrou o maior número de inscritos com 1,23 milhão, o que equivale a 15,8% do total.

Os Estados do Amapá, Ceará e Tocantins registraram os maiores índices de crescimento do número de inscritos em comparação ao ano passado –56,36%, 40,36% e 38,95%, respectivamente.

O número de candidatos que efetivamente fará a prova pode cair, já que estudantes pagantes tiveram até quarta-feira (29) depositar a taxa de inscrição. Estão automaticamente isentos do pagamento os estudantes que concluem o ensino médio em 2013, matriculados em escolas da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. O participante que tiver renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio também não precisa pagar para fazer a prova.

CONCLUINTES

Mercadante destacou ainda que quase a totalidade dos concluintes do ensino médio deste ano, segundo previsão da pasta, farão o Enem 2013. Ao todo, são 1,63 milhão de concluintes dessa etapa do ensino inscritos na edição deste ano.

A estimativa do MEC é de que ao todo são 1,8 milhão de concluintes no país, entre alunos da rede pública e privada. “O Enem virou quase que um objetivo universal para os estudantes do ensino médio do país”, disse Mercadante.

PROVAS

As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro, a partir das 13h. Os portões, porém, serão abertos às 12h. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.

O MEC destaca também que uma boa avaliação no Enem é requisito para participação do estudante nos programas ProUni (Universidade para Todos) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Para o ministro Aloizio Mercadante (Educação), o Sisu (Sistema de Seleção Unificado), a política de cotas, as bolsas do Prouni e o Fies, por exemplo, são fatores que ajudaram a impulsionar o número de inscritos no exame. “Tudo isso levou a uma expansão muito grande”, disse o ministro em coletiva de imprensa na terça-feira (28).

PROBLEMAS

Na madrugada de segunda-feira (27), último dia para o candidato realizar a inscrição, uma mensagem de “inscrições encerradas” apareceu indevidamente no site do Enem 2013. A mensagem incorreta permaneceu no ar por cerca de 15 minutos –nesse período, o processo de inscrição não foi interrompido, disse a pasta.

Ontem (28), o ministro Aloizio Mercadante (Educação) informou que o site para inscrições do Enem 2013 sofreu dois ataques de hackers, de impacto “pequeno e médio” no sistema. Os ataques, disse o ministro, não impactaram no processo de inscrição e não teve a ver com a falha momentânea que aconteceu na segunda.

Da Folha