MEC quer aperfeiçoar processo de revalidação do diploma de medicina

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Grupo de trabalho com a finalidade de estudar e propor medidas para o aperfeiçoamento do processo de revalidação dos diplomas de graduação de medicina foi instituído pelo Ministério da Educação (MEC), de acordo com portaria publicada na edição dessa quinta-feira (16) do Diário Oficial da União.

O grupo será formado representantes da Secretaria de Educação Superior do MEC, do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e Conselho Federal de Medicina (CFM).

Os integrantes do grupo de trabalho terão um prazo de 60 dias, a contar partir da publicação da portaria, para a conclusão de suas atividades e apresentar ao ministro da Educação uma proposta para aperfeiçoar o atual processo de revalidação do diploma de medicina.

O grupo poderá convidar para participarem de suas atividades representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas, que possam contribuir para o trabalho.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joana disse:

    Toda profissão deveria ter uma prova ao final do curso, hoje em dia apenas dois cursos tem essa prova que é para advogados e contadores acho que o que mais precisaria seria a área da saúde .
    Tem cada profissional merda , enfermeiros e médicos deveriam ser os próximos .

    • Rosa disse:

      Pelo que estou sabendo muitos cursos têm que fazer a prova no final para validar o diploma, inclusive os de saúde

Bolsonaro diz que MEC pode diminuir investimentos em faculdades de filosofia e sociologia, e mira ‘leitura, escrita e fazer conta’

Foto: Alan Santos/PR

Jair Bolsonaro afirmou, nesta sexta (26), que o ministro da Educação Abraham Weintraub estuda diminuir repasses para cursos de filosofia e sociologia de universidades brasileiras. No Twitter, o presidente defendeu que a intenção da medida seria incentivar áreas que geram “retorno imediato ao contribuinte”, como engenharia, medicina e veterinária.

“Alunos já matriculados não serão afetados. O objetivo é focar em áreas que gerem retorno imediato ao contribuinte, como: veterinária, engenharia e medicina”, diz o presidente na publicação.

Bolsonaro ainda afirmou que o governo deve ensinar aos jovens “leitura, escrita e a fazer conta e depois um ofício que gere renda para a pessoa e bem-estar para a família, que melhore a sociedade em sua volta”.

A publicação foi seguida de elogios e críticas dos seguidores do presidente na rede social. “Gosto de filosofia, mas gostei do comunicado. Medicina deveria ser mais acessível para pessoas de baixa renda que tem amor a profissão”, escreveu uma usuária.

Em resposta, o cientista político chamou Pablo Ortellado criticou a medida e chamou o grupo que comanda o governo de “verdadeiros inimigos da civilização”.

Jovem Pan

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno Milla Tech disse:

    Ta certo ele!! Parabéns presidente!!

  2. Cigano Lulu disse:

    O brasileiro engajado, dito "democrata militante", é um sujeito hilário: se expressa aquilo que eu penso, é meu amigo, meu irmão, meu par; se discorda de mim, é meu inimigo figadal, um conspirador potencial.
    Onde ficam pluralidade, alternância e livre pensar? Nem pensar.

  3. Maria Lurdes disse:

    Agora vai, TECNOCRACIA JÁ! Ascensão do homem-massa!

  4. Sérgio Nogueira disse:

    Dois cursos cujas existências são totalmente dispensadas.
    Precisamos de engenheiros, cientistas, e produtores de tecnologia. A última nação que se desenvolveu a partir desses dois cursos foi a Grécia e isso tem coisa de 3 mil anos.
    Quem quiser ser maconheiro de nível superior pague uma faculdade particular.

  5. Ivan disse:

    Não é o investimento que vai cair, vai diminuir o enorme vazamento pelo ralo de verbas públicas que escoam nessas universidades fajutas que só produzem zumbis repetidores de mantras esquerdistas!!! É gópi…gópi…gópi…

  6. Antonynatal disse:

    Certíssimo presidente deveria tem abrangido História e jornalismo e direito também pois se passar 10 anos sem abrir vagas nesses cursos ainda será pouco.
    Tem muito comentário que é pra acabar com o pensamento do brasileiro, pura Balela, quem diz isso é porque mama nas universidades nesses cursos, gente que passa mais de 8 anos nos corredores conversando m… E não se forma!
    Tira essa cambada de petista das universidades
    Mais vagas para medicina, engenharias acertou em cheio
    O choro é livre

  7. J. Dantas disse:

    Milhares estão na universidade sem saber nem a velha cartilha e a tabuada, mas querem ser intelectuais da Esquerda ou Direita…Fato!

  8. Netto disse:

    Tem que fechar esse monte de curso de licenciatura em esquerdismo mesmo. Forma quem já entrou em manda para o "mercado de trabalho". Quem quiser fazer, pague por eles numa particular. O dinheiro é escasso e deve ser aplicado em cursos que gerem retornos mais imediatos para a sociedade.

    • Netto disse:

      *e manda manda para…
      Eu manteria ainda as pós-graduações em Direito e Psicologia e a parte de pesquisa em História e Geografia.

    • IBMendonca disse:

      Defina esse seu " retornos mais imediatos para a sociedade."!!!????
      O que seria esse retorno???
      Parece que para os eleitores de Bolsonaro existe apenas um tipo de retorno, o financeiro!!!!
      E o retorno socio-cultural, não existe???
      Será que a diversidade das profissões para a sociedade não é necessário???
      Ou você vai dizer que isso é coisa de esquerdista, comunista, socialista, petista, capitalista, anarquista!!!
      E antes de você responder, tente responder sem usar as palavras PT, LULA, Ptralha, Dilma, petista e….

    • Netto disse:

      Exemplo de retorno imediato: já contratei médicos, advogados, engenheiros, técnicos, administradores. Eles resolvem problemas imediatos de quem tem problemas a serem resolvidos. Fiiosofia e Sociologia não se prestam a isso. No máximo para produzir literatura auto-referente e, de forma muito diluída, inspirar alguma ação. Nada que não possa ser suprido com dados de outras ciências. E se o problema for a falta de profissionais, as particulares podem atender à 'demanda'.

    • Netto disse:

      Tem curso que o retorno ê negativo.

  9. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Na visão do Bolzo é perigoso ou ameaçador ensinar esse povo A PENSAR. Logo manter e ampliar o funcionamento das faculdades de Sociologia e filosofia É UM PERIGO. É UMA AMEAÇA.

  10. Brasileira indignada disse:

    Um retrocesso, para quem pleiteia um dia deixar de ser um país de terceiro mundo…

  11. David disse:

    Ou o Celso Daniel e Toninho do pt, que causam arrepio na petralhada

  12. Ana leticia disse:

    Esse camarada é um animal mesmo. Não quer o povo com pensamento crítico, tipo assim, votei nele pq parecia o menos ruim, errrei.

    • Atento disse:

      Que pensamento crítico é esse que falas, o que levou o PT ao poder durante 15 anos???? Estás de sacanagem ou é do DCE da UFRN?

    • Netto disse:

      É o pensamento crítico só para concordar. Vá alguém fazer um seminário sobre o pensamento conservador ou liberal (na economia) num desses madraçais.

    • Ana leticia disse:

      Pensamento crítico é vc reconhecer o erro cometido, sem no entanto achar o que o outro seria melhor. Acredito que deva ser oferecida oportunidade, já que o governo anterior tinha provado o qto era incompetente e corrupto, porém esse não está sabendo aproveitar. E a ultra esquerda, Pstu, se mostrou um desastre, falo com conhecimento de causa, 15 anos na casa, portanto pra mim, só restava arriscar, porém furou novamente. Estamos Realmente num beco sem sai da.

  13. Laranja disse:

    A ditadura está apenas começando! O Brasil vai ficar pior do que a Venezuela!

  14. IBMendonca disse:

    "gerem retorno imediato ao contribuinte"…é pensar pequeno demais!!!!!
    Já o “leitura, escrita e a fazer conta" devia ter mencionado ser preferencialmente do Twitter e Facebook.
    Estudar o pensamento e as formas de relações sociais não são importantes para aqueles que almejam uma sociedade alienada!
    Essa decisão vai na contra mão de tudo que é incentivado nos países desenvolvidos, onde entender a sociedade é fundamental para propor soluções!!!
    Vamos pra frente que a cada dia fica melhor!!!!

  15. André Fortes disse:

    hahahaha. Só pode ser piada, Jesus. Acho que ele inventa essas asneiras só pra ninguém perguntar mais por Flávio Bozo e Queiroz. E o Lula?

    • Marcus Vinicius disse:

      Tá certo, diminuir dinheiro para essa gente e investir em medicina, engenharia e areas que produzam

    • PT Fétido. disse:

      Tem que investir mesmo em cursos que rendam dividendos para o país e de forma equilibrada. A filosofia e a sociologia são importantes, mas os aportes são altos para a demanda da sociedade por profissionais de tais cursos. É isso Bolso!!!!!!!!!!! Entrei no DCE da UFRN hoje e vi inúmeras fotos de Lula pelas paredes. Que vergonha essa doutrinação violenta. Adoradores de bandido preso. Oh Brasil fraco…

    • Waldemir disse:

      Não petista ele diz isso por que vai acabar com a cambada de petistas que só querem sociologia para ficar mamando
      Agora vão ter que trabalhar

Faculdades afirmam que MEC não dá "respostas objetivas" sobre Fies; Justiça Federal nega liminar contra novas regras

Instituições privadas divulgaram nota nesta segunda-feira (2) com críticas ao Ministério da Educação, sob o argumento de que faltam “respostas objetivas sobre critérios, prazos e justificativas para as mudanças” no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

As desavenças entre a pasta e o setor começaram no final do ano passado, quando portarias alteraram o fluxo de pagamentos do programa às instituições e definiram um mínimo de 450 pontos no Enem para novos contratos. Também ficou definido, posteriormente, que cursos com reajustes acima de 6,4% não teriam financiamento autorizado.

O MEC afirmou ainda, em nota, que cursos com nota 5 (indicador máximo de qualidade) continuam com “atendimento pleno”, enquanto aqueles com nota 3 ou 4 estão sujeitos a “alguns aspectos regionais”.

“O sistema tem ficado frequentemente fora do ar, tem sofrido instabilidades, lentidão, recusado pedidos de financiamento sem explicação e apresentado mensagens de erro de difícil compreensão”, afirma a nota, assinada por quatro entidades.

Entre elas, a Abraes (Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Ensino Superior), que representa os maiores grupos educacionais do país, e a Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), que já questionou na Justiça as mudanças no programa. O sistema ficará aberto para pedidos de financiamento até 30 de abril – em anos anteriores, o prazo se estendia até junho.

“Mesmo tendo participado de reuniões quase semanais com o governo, representantes das instituições de ensino não conseguem obter respostas objetivas sobre critérios, prazos e justificativas para as mudanças que permitam a elas planejar o semestre letivo, contratar professores e formar turmas ou mesmo auxiliar os alunos a conseguirem efetuar suas matrículas”, critica a nota.

“As instituições reconhecem que o Ministério da Educação tem todo o direito de definir que parcelas das mensalidades está disposto a financiar e estabelecer critérios para isso. O que elas esperam, no entanto, é que o governo honre os contratos que já foram assinados e que não introduza todo tipo de mudança, que incluem até a suspensão do pagamento às escolas, sem transparência ou aviso prévio às partes envolvidas”, diz trecho do texto.

Justiça Federal nega liminar contra novas regras do Fies

A Justiça Federal recusou um pedido de liminar para revogar as novas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que limitam o acesso de estudantes ao programa de crédito universitário. A ação foi movida pelo Sindicato das Instituições Particulares de Ensino Superior de Pernambuco (Siespe).

A norma, de dezembro, prevê que somente estudantes com notas superiores a 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem solicitar financiamento. O aluno também não pode ter zerado a redação do exame.

O sindicato argumenta que as novas regras prejudicam o processo de expansão do Fies. A Advocacia Geral da União (AGU) afirma que o acesso ao ensino superior, diferentemente do ensino básico, é condicional ao desempenho de aprendizagem do aluno, de acordo com a Constituição. Também disse que cabe ao Ministério da Educação editar regras sobre o programa.

Segundo a AGU, o juiz da 21ª Vara Federal de Pernambuco indeferiu o pedido de liminar do Siespe. O magistrado ainda deu prazo de 20 dias para que a União se manifeste sobre a queixa do sindicato, de quebra da isonomia entre as faculdades com as novas regras. Representantes do sindicato ainda não foram encontrados pela reportagem para comentar a decisão.

Desde o fim do ano passado, faculdades particulares e o MEC travaram uma batalha sobre as mudanças nas regras do Fies. Outros sindicatos e entidades também ingressaram com reclamações contra a pasta na Justiça nas últimas semanas. Com a portaria de dezembro, a pasta ainda alterou a fórmula de repasses às instituições, de 12 para oito parcelas. Essa mudança também é motivo de queixa do setor privado.

Folha Press e Estadão Conteúdo

Sistema para inscrição no Fies será liberado nesta semana, diz MEC

O sistema para inscrições no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) será reaberto ainda nesta semana, informou nesta segunda-feira (26) o Ministério da Educação. Desde o início do ano, o acesso foi vetado para adequação às novas regras do programa.

Inicialmente, a reabertura do sistema estava prevista para 18 de janeiro, mas o prazo foi adiado. Agora, o site passará a identificar, por exemplo, o candidato que possui o financiamento para determinado curso e bolsa do Prouni (para alunos de baixa renda) em outro, o que não mais é permitido.

Ele também vai detectar se o estudante teve pontuação no Enem abaixo da exigida (450 pontos). Hoje, não há necessidade de fazer esse cruzamento. Essas e outras mudanças foram definidas em portarias do MEC publicadas no final do ano passado.

Instituições de ensino superior reclamaram das alterações no programa –entre elas, a redução do fluxo de pagamento do governo às empresas mantenedoras. Em entrevista coletiva, na manhã desta segunda, o secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, afirmou que a pasta mantém conversas com o setor privado.

“Dentro do pressuposto da qualidade [dos cursos financiados], o diálogo [com as privadas] ocorre”, ponderou.

PROUNI

O MEC fez um balanço ainda do perfil de bolsas do Prouni ofertadas neste primeiro semestre. Do total de 213.113, pouco menos da metade (101.359) estão na região sudeste. O programa garante benefícios integrais ou parciais (50%) a alunos de baixa renda interessados em cursar graduação em instituição privada.

Ao todo, 1.117 instituições privadas participam desta edição. Administração (22.050), pedagogia (15.562) e direito (15.010) são as graduações com maior número de bolsas, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo Ministério da Educação.

As inscrições começam nesta segunda-feira e terminam na próxima quinta-feira (29). O resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Para participar, é preciso ter obtido uma média de ao menos 450 pontos no Enem e ter tirado nota acima de zero na redação.

O candidato deve ter feito todo o ensino médio na rede pública –ou ter sido bolsista integral em escola privada– e cumprir determinados critérios de renda. A comprovação dessas informações é feita entre 2 e 9 de fevereiro, diretamente junto à instituição escolhida.

Assim como o Sisu, o MEC divulga diariamente a nota de corte de cada curso. Cada estudante pode indicar até duas opções de curso.

Folha Press

MEC autoriza 102 cursos de mestrado e doutorado em todo o país; confira lista com UFRN

O Ministério da Educação autorizou 102 novos cursos de pós-graduação stricto sensu em universidades públicas e privadas em todo o país. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (18) no Diário Oficial da União.

Ao todo, são 15 cursos de mestrado profissional e outros 87 cursos acadêmicos, sendo 46 em mestrado e 41 em doutorado. As áreas são variadas, contendo pós como Medicina e Engenharia da Nanotecnologia, na UFRJ.

Confira aqui os cursos.

O Globo

MEC divulga primeira nota de corte do Sisu

A primeira nota de corte para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgada na madrugada de hoje (7) e a previsão é que a próxima seja divulgada a partir das 2h de amanhã (8). A nota será divulgada uma vez por dia até o encerramento das inscrições, na sexta-feira (10). A nota de corte é a menor para ficar entre os potencialmente selecionados e varia ao longo do período de inscrição.

O número é apenas uma referência para o candidato monitorar sua inscrição e não garante seleção para as vagas ofertadas. O cálculo é feito com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.

Para conferir a nota de corte para ampla concorrência em cada curso basta entrar no site do Sisu e clicar no item Pesquisar Vagas. É possível localizar as notas por curso, instituição e município.

As inscrições no programa vão até o próximo dia 10. Na primeira edição deste ano, estão sendo ofertadas 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior.

Agência Brasil

MEC libera consulta preliminar de vagas do Sisu; 115 instituições participam

O MEC (Ministério da Educação) liberou na manhã desta terça-feira (31) a consulta preliminar de vagas ofertadas pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para 2014. O número final de vagas estará disponível quando o sistema estiver funcionando na próxima segunda-feira (6).

Ao todo, são 115 instituições de ensino participantes, entre Universidades e Institutos Federais, além de algumas instituições estaduais como UNEB (Universidade do Estado da Bahia), UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina).

Os candidatos que prestaram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 podem realizar a busca de acordo com o município, instituição de ensino ou pelo curso de sua escolha.

Inscrições

As inscrições para o Sisu deverão ser realizadas a partir da próxima segunda-feira (6). As notas do Enem devem ser divulgadas ainda nesta semana, entre os dias 3 e 4 de janeiro.

O prazo termina no dia 10 e a lista com os selecionados será divulgada no dia 13. As matrículas acontecerão entre 17 e 21 de janeiro.

Ansiedade no Twitter

Inscritos no Enem 2013 discutem desde o final da semana passada a data da divulgação dos resultados do exame. Há inclusive apostas sobre as datas de divulgação. O ministério, no entanto, não oficializou um dia e horário — mas tem informado que seria na primeira semana de janeiro. Segundo a pasta, estão sendo realizadas finalizações e verificações finais dos dados tanto das notas quanto do número exato de vagas no Sisu.

Na rede social Twitter, muitos jovens trocam impressões e dividem a ansiedade sobre a nota e de que maneira suas vidas podem mudar a partir dela.

UOL

MEC prorroga prazo para matrícula dos selecionados no Sisutec

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para a divulgação dos resultados da segunda chamada do processo seletivo e a matrícula dos candidatos convocados no Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que seria encerrada hoje (16). Portaria publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União também fixa prazo para as inscrições online em vagas remanescentes.

O prazo da matrícula para os convocados na primeira chamada foi prorrogado para o próximo dia 20. Os resultados da segunda chamada serão divulgados no dia 22 e as matrículas dessa etapa poderão ser feitas entre os dias 23 e 27 deste mês.

As vagas remanescentes serão ocupadas em livre concorrência, por meio de inscrição na página do programa na internet, entre os dias 29 de agosto e 16 de setembro. As instituições de ensino credenciadas no Sisutec poderão alterar a data de início das aulas, observando como limite o dia 21 de outubro.

O Sisutec oferece vagas gratuitas em cursos técnicos para quem estiver terminando o ensino médio. A seleção é feita por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012.

A primeira edição do Sisutec teve 383.080 inscritos. Como cada candidato podia fazer até duas opções, foram 737.229 inscrições. Os cursos mais procurados foram técnico em segurança do trabalho, com 89.656 inscrições para 13 mil vagas, seguido de técnico em informática, com 71.850 candidatos para 23 mil vagas. Do total de inscrições, 57% foram feitos por mulheres. Os cursos noturnos tiveram a preferência.

Do total de vagas, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. As vagas são ofertadas em instituições da rede publica, privada e do Sistema S. Os cursos têm de um a dois anos de duração, com carga horária entre 800 e 1.200 horas-aula.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Elibiane disse:

    O injusto e que alguns alunos que ainda estão cursando os ultimos meses do ensino medio serem selecionados para os cursos tecnicos e não podem fazer suas matriculas…INJUSTOOOOOO fomos selecionados merecemos a vaga do curso…

Após gafe, MEC vai alterar pergunta em questionário do Enem sobre empregada mensalista

O Ministério da Educação vai mudar trecho de questionário para inscrição no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ao fazer o processo, por meio de site específico, o candidato preenche um questionário socioeconômico e declara informações como o grau de escolaridade dos pais, o rendimento mensal da família e o que possui em casa.

É justamente esse último ponto que será alterado. Entre os pontos questionados na pergunta (“Você tem em sua residência?”) estavam, além de itens como rádio, automóvel, telefone celular e acesso à internet, o item “empregada mensalista”.

“O ministro Aloizio Mercadante considera que a forma da pergunta que se refere a trabalhadores domésticos é inadequada, e vai encaminhar a necessidade de sua adequação, preservando os critérios técnicos, mas garantindo integralmente o respeito àqueles trabalhadores”, afirma trecho de nota do MEC sobre o assunto.

A assessoria de imprensa da pasta destacou ainda que o questionário “tem o objetivo de ajudar a identificar fatores para entender e explicar o desempenho do participante” e que as questões estão baseadas “no Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB), organizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP)”.

“As questões que identificam a classe social estão em sequência”, diz a nota.

ENEM 2013

O número de inscrições na edição deste ano foi recorde: ao todo, foram 7.834.024 candidatos. Em 2012, foram 6,4 milhões. A região Sudeste foi a que mais teve inscrições com pouco mais de 2.832.082 milhões de candidatos na região. O Estado de São Paulo concentrou o maior número de inscritos com 1,23 milhão, o que equivale a 15,8% do total.

Os Estados do Amapá, Ceará e Tocantins registraram os maiores índices de crescimento do número de inscritos em comparação ao ano passado –56,36%, 40,36% e 38,95%, respectivamente.

O número de candidatos que efetivamente fará a prova pode cair, já que estudantes pagantes tiveram até quarta-feira (29) depositar a taxa de inscrição. Estão automaticamente isentos do pagamento os estudantes que concluem o ensino médio em 2013, matriculados em escolas da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. O participante que tiver renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio também não precisa pagar para fazer a prova.

CONCLUINTES

Mercadante destacou ainda que quase a totalidade dos concluintes do ensino médio deste ano, segundo previsão da pasta, farão o Enem 2013. Ao todo, são 1,63 milhão de concluintes dessa etapa do ensino inscritos na edição deste ano.

A estimativa do MEC é de que ao todo são 1,8 milhão de concluintes no país, entre alunos da rede pública e privada. “O Enem virou quase que um objetivo universal para os estudantes do ensino médio do país”, disse Mercadante.

PROVAS

As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro, a partir das 13h. Os portões, porém, serão abertos às 12h. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.

O MEC destaca também que uma boa avaliação no Enem é requisito para participação do estudante nos programas ProUni (Universidade para Todos) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Para o ministro Aloizio Mercadante (Educação), o Sisu (Sistema de Seleção Unificado), a política de cotas, as bolsas do Prouni e o Fies, por exemplo, são fatores que ajudaram a impulsionar o número de inscritos no exame. “Tudo isso levou a uma expansão muito grande”, disse o ministro em coletiva de imprensa na terça-feira (28).

PROBLEMAS

Na madrugada de segunda-feira (27), último dia para o candidato realizar a inscrição, uma mensagem de “inscrições encerradas” apareceu indevidamente no site do Enem 2013. A mensagem incorreta permaneceu no ar por cerca de 15 minutos –nesse período, o processo de inscrição não foi interrompido, disse a pasta.

Ontem (28), o ministro Aloizio Mercadante (Educação) informou que o site para inscrições do Enem 2013 sofreu dois ataques de hackers, de impacto “pequeno e médio” no sistema. Os ataques, disse o ministro, não impactaram no processo de inscrição e não teve a ver com a falha momentânea que aconteceu na segunda.

Da Folha

Expectativa do MEC é que Fies financie 400 mil estudantes em 2013

A expectativa do Ministério da Educação (MEC) é que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) firme cerca de 400 mil contratos este ano, segundo o secretário executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim. Em 2010, foram firmados 75,9 mil contratos. Em 2011, o número saltou para 153,5 mil até chegar, em 2012, a 368,8 mil.

Desde 2010, o pedido de financiamento pode ser feito em qualquer período do ano. Do total de 598,3 mil contratos firmados entre 2010 e 2012, o curso mais procurado é o de direito, com 94 mil contratos, seguido de administração (50 mil), enfermagem (47 mil) e engenharia civil (37 mil).

Aqueles que quiserem obter o Fies devem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame é pré-requisito para os estudantes que concluíram o ensino médio a partir de 2010. Os interessados devem estar atentos ao prazo de inscrição do Enem, que termina às 23h59 de amanhã (27). Não é exigida uma nota mínima para receber o financiamento.

Os professores da rede pública de ensino do quadro efetivo matriculados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia não precisam fazer o Enem para obter o financiamento. Nesse caso, será exigido comprovante dessa condição expedido pelas secretarias de Educação do Estado, do Distrito Federal, do município ou por escola federal.

O Fies concede financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores privados, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. O programa oferece cobertura de 100% do valor da mensalidade e juros de 3,4% ao ano. O contratante só começa a quitar o financiamento 18 meses depois de formado.

Da Agência Brasil

Enem registra mais de 2,7 milhões de inscritos

A página de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou mais de 2,7 milhões de inscritos, após cinco dias do início das inscrições. O balanço foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, aponta que foram registradas 472 mil inscrições somente no dia 13, data em que as inscrições foram abertas.

De acordo com o Ministério da Educação, a quantidade de inscritos no período é maior que o registrado em 2012. As inscrições terminam às 23h59 do dia 27 deste mês. O Enem é destinado àqueles que já concluíram ou vão concluir o ensino médio até o fim de 2013, mas pode ser feito também por quem quer apenas treinar para a prova.

O resultado no exame é usado no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior. Os interessados em fazer a prova devem se inscrever pela internet no endereço do Enem. Para os estudantes que têm dúvidas, a página também traz um passo a passo com orientações detalhadas sobre como fazer a inscrição no exame. O exame será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro em todos os estados e no Distrito Federal.

Da Agência Brasil

MEC e OAB vão criar novas regras para o ensino jurídico do Brasil

O Ministério da Educação e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) irão elaborar uma nova política regulatória do ensino jurídico do país. O presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, decidiram que irão assinar no dia 11 de março um acordo de cooperação para criar novas regras para os cursos de graduação e pós-graduação em direito no Brasil.

De acordo com a OAB, a parceria servirá para que as pessoas não sejam induzidas ao erro participando de cursos de direito que não as preparam para o exercício profissional. A partir da assinatura do acordo, um grupo será formado para decidir quais serão as novas regras.

Anualmente, os cursos de direito formam cerca de 90 mil bacharéis. A qualidade da formação dos alunos não é discussão recente. Em 2012, na última edição do Exame de Ordem Unificado, de acordo com a OAB, do total de 118.217 inscritos para a primeira fase, 114.763 estiveram presentes e, destes, 19.134 foram aprovados na prova, ou seja, 16,67%.

Em 2011, o MEC suspendeu cerca de 11 mil vagas de 136 cursos de direito que tiveram resultados insatisfatórios em avaliações da pasta.

A mudança no caráter dos pareceres da OAB para a criação de cursos também será objeto de estudo do grupo. Atualmente, a Comissão Nacional de Educação Jurídica do Conselho Federal opina previamente nos processos de criação, reconhecimento ou credenciamento de faculdades no MEC.

Governo confirma R$ 1,4 bilhão para educação em tempo integral

Agência Câmara de Notícias

Após a divulgação das médias nacionais dos estudantes brasileiros no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a diretora de Currículos e Educação Integral do ministério, Jaqueline Moll, reafirmou que o governo federal deverá aplicar mais de R$ 1,4 bilhão até o final deste ano para a ampliação do ensino em tempo integral nas escolas públicas.

O valor já havia sido anunciado no primeiro semestre deste ano e foi confirmado em palestra que a diretora concedeu na Câmara, a convite da Frente Parlamentar  da Educação.

As médias gerais do Ideb, baseadas nas taxas de aprovação e no desempenho geral em provas de Português e Matemática, mostraram que os alunos do ensino médio da rede pública não evoluíram em dois anos – o índice de 3,4 atingido em 2009 foi mantido em 2011. Já nos anos iniciais do ensino fundamental, os resultados foram melhores. Os alunos dessa etapa alcançaram nota 5 (0,1 a mais que a média prevista para 2013.)

Os recursos confirmados pela diretora do MEC devem bancar iniciativas diversas de acompanhamento pedagógico, educação ambiental, reforço escolar, esporte e lazer, cultura e artes e ensino da história de comunidades tradicionais, entre outras atividades que compõem a ampliação da carga horária na escola.

Hoje, 32 mil escolas já oferecem aulas e atividades em tempo integral. Segundo Moll, a meta do governo é garantir esse tipo de ensino para todos os estudantes da educação básica em até 20 anos. Para o coordenador da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), a ampliação do ensino integral deve ter impacto direto na nota das escolas no Ideb: “Sem dúvida, o aumento do tempo na escola representa um ganho importante para a melhoria da qualidade do ensino no País, que vai se refletir nos índices educacionais”.

Comando de greve sinaliza retorno dos técnicos às atividades

Comando de greve de uma das entidades que representam os servidores técnico-administrativos das universidades e institutos federais, a Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra), sinalizou retorno ao trabalho após última rodada de negociações com o governo. Além da Fasubra, os servidores são também representados pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). A proposta de reajuste e carreira será deliberada em assembléias da categoria na próxima semana. A expectativa é de assinatura formal do acordo até a próxima quarta-feira.

 

A proposta do governo contempla reajuste de 15,8%, em três parcelas, nos anos de 2013, 2014 e 2015. O governo elevou a proposta inicial, cujo impacto era de R$ 1,7 bilhão, passando a contemplar, além do reajuste salarial, também a progressão na carreira. Os servidores obtiveram elevação do step – espécie de degrau entre um nível e outro – de 3,6% para 3,8% em três anos, aumentando os percentuais de qualificação, para incentivar os servidores com graduação e mestrado.

O acordo implica um impacto orçamentário de R$ 2,9 bilhões. Somado ao acordo assinado no dia 3 de agosto com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), que concedeu reajustes de 20% a 45% aos professores, a negociação com os docentes e servidores das instituições federais de ensino soma um impacto em torno de R$ 7,1 bilhões.

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio Oliveira, que participa da mesa de negociações, está otimista. “Com a disposição manifestada pelos dirigentes da Fasubra, estamos confiantes de que vamos celebrar o acordo até a próxima quarta-feira, quando voltaremos a nos reunir com os representantes dos servidores. Também esperamos que o Sinasefe aprove o acordo e que as atividades nas universidades e nos institutos federais sejam normalizadas o mais rápido possível, tendo início a reposição das aulas”, afirma Oliveira.

Retomada das atividades – O retorno dos técnico-administrativos ao trabalho vai ao encontro da normalidade gradativa nas instituições federais de ensino. Assembleias vêm definindo o retorno das aulas, como nas universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS); de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); de São Carlos (Ufscar), no câmpus de Sorocaba; de São Paulo (Unifesp), no câmpus de Guarulhos; de Santa Catarina (UFSC); doze câmpus do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e três do Instituto Federal do Acre (IFAC). O calendário de recuperação das atividades é definido pelos conselhos universitários de cada instituição, e será acompanhado diretamente pelo Ministério da Educação.

 

O Ministério reafirma que as negociações com os sindicatos dos docentes estão encerradas e não há hipótese de rever o critério da titulação na progressão. As tabelas apresentadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão deixam claro que o governo federal buscou, principalmente, valorizar a titulação e a dedicação exclusiva.

 

Assessoria de Comunicação Social, publicado no portal do MEC

Mau resultado em exame da OAB alerta Ministério da Educação

Diante da reclamação da OAB de que a baixa qualidade dos cursos jurídicos do país é o principal motivo para o fraco desempenho dos candidatos no exame da Ordem, o governo federal estuda um novo plano de regulação do segmento, que será apresentado em novembro e entrará em vigor em janeiro de 2013. O último exame da entidade aprovou apenas 14,97% dos 109.649 candidatos que compareceram à prova. Foi o pior resultado desde que a verificação, antes promovida pela seccional da ordem em cada estado, foi unificada, em 2009.

O secretário nacional de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Jorge Messias, afirmou que essa realidade vai mudar. Entre as propostas discutidas por um grupo de trabalho formado por representantes do MEC e da OAB, estão a revisão do processo de autorização para a criação de cursos, que ficará mais rigorosa, o congelamento da oferta de vagas, cortes nas vagas efetivas e remanejamento das ociosas. Para definir os critérios destas ações, o ministério está mapeando a distribuição da oferta nas microrregiões do Brasil.

— Queremos uma análise qualitativa mais apurada dos cursos. Na última supervisão que fizemos, no ano passado, cortamos 10.868 vagas de 160 cursos, incluindo vagas efetivas — explica Messias.

OAB contabiliza mais de 1.200 cursos

O número excessivo de cursos de Direito no país é o principal motivo apontado pela OAB para a baixa qualidade do ensino. Os 1.092 cursos superiores de Direito registrados no Ministério da Educação — que reúnem 594,5 mil alunos matriculados — têm atualmente cerca de 80 mil vagas ociosas. Nas contas da OAB nacional, o número de cursos é maior: 1.259, segundo o presidente da Ordem, Ophir Cavalcante.

Cavalcante defende que é “impossível” a oferta de ensino de qualidade com a quantidade elevada de cursos.

— O exame é de dificuldade média. A única matéria cobrada que não é obrigatória na grade curricular do MEC é Direitos Humanos. Quem faz bom curso passa na prova — completa Cavalcante, para quem o percentual de aprovados deveria ser pelo menos de 50%.

O grupo de trabalho começou a se reunir em julho e terá mais três encontros antes de apresentar o plano. O aumento no rigor da fiscalização, porém, já está valendo, afirma o secretário:

— Nos últimos cinco anos, apenas 38 dos 178 pedidos de abertura de cursos de Direito foram atendidos.

Fonte: O Globo

MEC vai propor a fusão de 13 disciplinas do ensino médio em apenas 4

O Ministério da Educação prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática).

A mudança prevê que alunos de escolas públicas e privadas passem a ter, em vez de aulas específicas de biologia, física e química, atividades que integrem estes conteúdos (em ciências da natureza).

A proposta deve ser fechada ainda neste ano e encaminhada para discussão no Conselho Nacional de Educação, conforme a Folha informou ontem. Se aprovada, vai se tornar diretriz para todo o país.

Editoria de arte/Folhapress

Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os alunos passarão a receber os conteúdos de forma mais integrada, o que facilita a compreensão do que é ensinado.

“O aluno não vai ter mais a dispersão de disciplinas”, afirmou Mercadante ontem, em entrevista à Folha.

Outra vantagem, diz, é que os professores poderão se fixar em uma escola.

Um docente de física, em vez de ensinar a disciplina

em três colégios, por exemplo, fará parte do grupo de ciências da natureza em uma única escola.

Ainda não está definida, porém, como será a distribuição dos docentes nas áreas.

A mudança curricular é uma resposta da pasta à baixa qualidade do ensino médio, especialmente o da rede pública, que concentra 88% das matrículas do país.

Dados do ministério mostram que, em geral, alunos das públicas estão mais de três anos defasados em relação aos das particulares.

Educadores ouvidos pela reportagem afirmaram que a proposta do governo é interessante, mas a implementação é difícil, uma vez que os professores foram formados nas disciplinas específicas.

O secretário da Educação Básica do ministério, Cesar Callegari, diz que os dados do ensino médio forçam a aceleração nas mudanças, mas afirma que o processo será negociado com os Estados, responsáveis pelas escolas.

Já a formação docente, afirma, será articulada com universidades e Capes (órgão da União responsável pela área).

Uma mudança mais imediata deverá ocorrer no material didático. Na compra que deve começar neste ano, a pasta procurará também livros que trabalhem as quatro áreas do conhecimento.

Organização semelhante foi sugerida em 2009, quando o governo anunciou que mandaria verbas a escolas que alterassem seus currículos. O projeto, porém, era de caráter experimental.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anonimo disse:

    ABSURDO!!!! NÃO FALTA MAIS NADA PARA DESTRUÍREM A EDUCAÇÃO DESSE PAÍS!!!! GENTE SEM PREPARO NENHUM DARÁ AULAS COMO??? POR ISSO JÁ ESTÁ OCORRENDO  A FALTA DE PROFISSIONAIS E SERVIÇOS QUALIFICADOS. VOCÊS DESTROEM O QUE RESTOU DAS ESCOLAS, DAS UNIVERSIDADES E O BRASIL VAI PRA UM BURACO MAIS FUNDO DO QUE JÁ ESTÁ!!!! DEVASSOS.