A atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e, especialmente, do ministro Alexandre de Moraes entrou no centro dos discursos de Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, e de Álvaro Dias (PL), candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira (21), durante a agenda de Flávio em Natal.
Alfredo Gaspar fez críticas à atuação do Supremo e defendeu mudanças no funcionamento da Corte. Segundo ele, um eventual governo Flávio Bolsonaro defenderá a transformação do STF em uma Corte Constitucional, com atuação mais concentrada nas questões constitucionais.
“Não dá mais para o STF se meter em tudo da vida brasileira. O que está acontecendo agora é uma verdadeira tragédia na confiança dos poderes e das instituições”, afirmou.
Gaspar também direcionou críticas a Alexandre de Moraes e defendeu seu afastamento por meio de impeachment. “Alexandre de Moraes perdeu as condições de permanecer como membro do Supremo Tribunal Federal. Queremos um STF respeitado, que respeite também a Constituição, que observe a independência dos poderes”, declarou.
Na sequência, Álvaro Dias também criticou decisões do Supremo e afirmou que a Constituição e a independência entre os Poderes precisam ser preservadas.
“O STF tem extrapolado, tem tomado decisões que realmente são questionadas pelo povo, pela sociedade civil organizada do nosso país. É preciso reconsiderar essa questão e rever o posicionamento do Supremo Tribunal Federal”, afirmou Álvaro.
O candidato ao Governo do RN reforçou ainda o alinhamento político com a chapa de Flávio Bolsonaro. “O Estado Democrático de Direito precisa ser respeitado. A Constituição precisa ser respeitada. É por isso que nós lutamos”, declarou.
É curioso que esse é o mesmo ministro que diminuiu as ações de fiscalização e está desmontando o Ibama. As queimadas aumentaram por sua exclusiva culpa, ministro. É a mesma coisa de você diminuir o número de policiais, soltar bandidos e vir depois dizer que o crime aumentou.
Mais uma vez mané sendo mané, vai para Cuba, Venezuela, Bolívia lá é bom otário, as coisas funcionem, não falta nada, as matas são intactas, não existe droga, ladrão, corrupto e vc poderá empregar seus ideais socialistas, ir à rua gritar, quebrar vidraça, jogar pedra, mijar na rua, beijar os ditadores e inclusive chorar muito pelo fato de Bolsonaro ser o presidente do Brasil e que se partido está em extinção.
O ministro não foi contratado para ser bombeiro. Idealmente deveria se antecipar e tomar atitudes para diminuir ou evitar as queimadas, proteger o meio ambiente. Mas age em sentido contrário, sempre agiu. E agora vem dar uma de esforçado e preocupado. Faz parte da "nova imagem" do governo Bolsonaro.
Canalha.
É para rir ?