Diversos

Mourão diz que Bolsonaro autorizou nova operação militar na Amazônia contra crimes ambientais

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasilia

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta sexta-feira(11) que o presidente Jair Bolsonaro autorizou uma nova operação das Forças Armadas para combater crimes ambientais na região da Amazônia.

“Conversei com o presidente ontem. Ele autorizou. Estamos fechando o planejamento”, disse Mourão nesta manhã, ao ser questionado por jornalistas na chegada ao Palácio do Planalto. O vice-presidente chefia o Conselho Nacional da Amazônia Legal que, entre outros assuntos, trata do combate aos crimes ambientais na região amazônica.

O custo da nova operação, que deve durar dois meses, é de R$ 50 milhões, disse Mourão. Ele acrescentou já ter conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, que teria garantido os recursos. O início da missão deve se dar, “em princípio”, já na próxima semana, acrescentou o vice-presidente.

Desde 2019, foram autorizadas duas operações das Forças Armadas na Amazônia, chamadas Verde Brasil 1 e 2. A mais recente delas se encerrou em abril. A ideia é que a nova operação dure dois meses, disse Mourão. O planejamento da missão fica a cargo do Ministério da Defesa, que deve definir a área de atuação dos militares.

Mourão disse que é necessário também o alinhamento com os órgãos ambientais. “Preciso que o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]e o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade] cheguem junto, porque senão não tem sucesso”, afirmou.

Para que a operação Garantia da Lei e da Ordem (GLO) com as Forças Armadas na Amazônia seja efetivada é preciso a publicação no Diário Oficial da União de decreto presidencial que autorize a medida.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Então diga lá, Deco Bolsonarista da República Ruminante da Bovínia: mantém um investigado em 2 inquéritos abertos pela PF no cargo ou o afasta até a apuração dos fatos? É o mínimo de quem se elegeu nas costas do Sérgio Moro.

  2. Acham que isso vai apagar os dois anos e meio de falcatruas que ocorreram no meio ambiente, onde passaram a boiada?

  3. Bolsonaro é o Presidente que mais combateu e combate o desmatamento na Amazônia e no Pantanal Matogrossense.

    1. Mais que isso, é o melhor brasileiro que ja existiu na existencia do Brasil. E se ele tivesse nascido na epoca de Jesus, Jesus não tinha sido ninguém. O Mito é o Mito!

  4. Não exista nada que condene o ministro Sales;E até agora faz um excelente trabalho .Como tb o governo federal que moralizou os órgãos ligados à fiscalização e do meio ambiente . As forças armadas devem sim executar operações na Amazônia para acabar com os crimes de incêndios ilegais e boicotes de ogns e opositores.Parabéns Bolsonaro.

    1. Pois é, as Forças Armadas podem também botar moral na tua casa e na tua empresa, não é Carlos Alberto? As Forças Armadas agora são a cloroquina do serviço público: muito gasto mas sem efeito.

  5. Segundo a PF, está mais do que concreto a participação no ministro do meio ambiente num crime gigantesco contra a floresta Amazônia. Não seria a hora de afasta-lo pra mostrar que existe seriedade nesse propósito?

    1. É OBVIO QUE NÃO PODE AFASTÁ-LO. SE VC AFIRMA QUE A PF AFIRMA E GARANTE QUE O MINISTRO COMETEU UM CRIME ENTÃO SERIA O CASO DA PF PRENDER IMEDIATAMENTE O DIRETIR DA PF POR PREVARICÃO.. POIS NESTE CASO ELE SABE CONCRETAMENTE DE UM CRIME E NÃO PRENDEU EM FLAGRATE O CRIMINOSO.
      SE NÃO SABE NÀO CHUTA…

    2. Segundo a PF, Lula deveria estar preso.
      O STF soltou o chefão…
      Por falar nisso, Rondônia e Pára tem dois dos maiores rebanhos de gado do Brasil.
      Isso na Amazônia e geralmente exige muita terra.
      E não é da época de Bolsonaro.
      E o Ibama e a Globo não falaram nada…
      Esquerda cinismo e deboche.

    3. Esse Manuel Fila, é discípulo de Renan Calheiros e Jader Barbalho…

    4. Paulo: e vc? Eh discípulo do MINTOmaníaco das rachadinhas que cometeu peculato ou de Lulaladrao?

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Geral

Moraes se declara impedido de julgar e envia a Gilmar Mendes pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro

Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão foi tomada nesta sexta-feira (16) pelo ministro Alexandre de Moraes, que se declarou impedido de julgar o pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro.

Segundo Moraes, como ele próprio é a autoridade apontada como responsável pelas decisões urgentes durante o recesso do Judiciário, não pode analisar o caso.

Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, diz Moraes na decisão de encaminhar a questão para Gilmar Mendes.

O pedido foi apresentado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não faz parte da defesa oficial de Bolsonaro.

No habeas corpus, o autor solicita que o Conselho Federal de Medicina (CFM) avalie se o local onde Bolsonaro está preso oferece condições adequadas de atendimento médico. Também pede que o ex-presidente possa cumprir eventual pena em prisão domiciliar.

O processo havia sido inicialmente distribuído à ministra Cármen Lúcia por prevenção, conforme regras internas do STF.

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Geral

Correios querem mais um empréstimo de R$ 8 bilhões até junho para evitar nova crise em ano eleitoral

Foto: Pablo Le Roy/Ministério das Comunicações

Os Correios já articulam a captação de R$ 8 bilhões extras até junho para sustentar seu plano de reestruturação e evitar uma nova crise financeira em pleno ano eleitoral. O valor pode vir por meio de novo empréstimo ou aporte da União.

Os R$ 12 bilhões obtidos em 2025 com cinco bancos só serão suficientes sustentar a empresa apenas até meados deste ano.

Mesmo com medidas como o PDV, a avaliação interna é que será necessário reforçar o caixa para evitar problemas durante a campanha eleitoral.

O plano total de reestruturação prevê R$ 20 bilhões, usados para quitar dívidas, financiar ajustes e manter as operações. Do empréstimo atual, R$ 10 bilhões já entraram no caixa, e R$ 2 bilhões serão liberados até o fim de janeiro.

O contrato com os bancos prevê ainda um aporte de R$ 6 bilhões da União até 2027, confirmado pelo Tesouro Nacional. Esse repasse não depende de novos empréstimos e pode ocorrer de forma parcelada.

Agora, os Correios tentam antecipar parte desse valor para 2026, a fim de evitar uma crise semelhante à de 2025, quando houve risco até de atraso no 13º salário.

Bancos demonstram pouco apetite para uma nova operação de crédito, e especialistas alertam que mais endividamento pode comprometer ainda mais a recuperação da estatal.

Dívida atual começará a ser paga em 2029

Com parcelas acima de R$ 1 bilhão por ano, a dívida atual da empresa só começa a ser paga em 2029.

O governo também estuda outras formas de socorrer a empresa, como criar uma compensação financeira pelo serviço postal universal, hoje um dos principais custos da estatal.

Os Correios afirmam que a primeira etapa do plano de reestruturação está em andamento e que novas captações só serão feitas se estiverem alinhadas à estratégia da empresa.

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Geral

VÍDEO: “Nunca coloquem uma raposa no galinheiro de vocês”, diz Lula sobre votar com responsabilidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (16) que os eleitores devem votar com responsabilidade e alertou para que não coloquem “uma raposa no galinheiro”.

“Não precisa ter estudo, precisa ter responsabilidade. Não coloquem uma raposa no galinheiro. Ele não vai cuidar das galinhas, vai comê-las”, disse o presidente.

Segundo Lula, é preciso saber o que esperar de deputados, senadores e governadores antes de escolher um candidato. A declaração foi feita durante a cerimônia de 90 anos do salário mínimo, na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.

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Geral

[VÍDEO] Mais de 200 indústrias brasileiras já se instalaram no Paraguai: “Brasil trata quem produz como se fosse vilão”

Mais de 200 indústrias brasileiras já se instalaram no Paraguai, atraídas por incentivos fiscais e custos operacionais mais baixos. O movimento marca uma mudança na economia paraguaia, antes focada no comércio e na agricultura, e agora em forte processo de industrialização.

O assunto foi tema do comentário e de críticas do jornalista Eduardo Oinegue, da Band: “Olha a que ponto a gente chegou. O Brasil perder empresas para o Paraguai, que até outro dia era um patinho feio. O Brasil que já foi mais rico que a China, o Brasil que já foi a grande aposta da América Latina, o país do futuro, vendo empresários montando fábricas do outro lado da fronteira. É um movimento que está començando mas tem tudo para continuar. Não que a gente deva copiar todas as práticas paraguaias, longe disso. Mas não é possível achar normal insistir no caminho que o Brasil adotou. O Estado balofo, que gasta sem limites, afoga a sociedade com impostos e ainda trata que produz como se fosse vilão. Não é uma boa escolha”.

O principal atrativo é a Lei de Maquila, que permite importar máquinas e matérias-primas sem impostos e cobra apenas 1% sobre o valor do produto exportado. Hoje, o país conta com 320 indústrias maquiladoras, que somam US$ 1,2 bilhão em exportações.

Carga tributária é o fator decisivo

Enquanto no Brasil impostos sobre insumos podem chegar a 35%, no Paraguai a taxação é mínima. As empresas também são isentas de Imposto de Renda e de taxas sobre remessas ao exterior.

Um exemplo está na indústria de fitas para cargas: no Brasil, a importação de poliéster da China era taxada em 18%. No Paraguai, o imposto é zero. Com isso, os custos caíram até 40%, aumentando a competitividade.

Além dos impostos menores, empresários citam mão de obra mais barata e leis trabalhistas menos burocráticas. No Brasil, o chamado “Custo Brasil” pode consumir até 50% dos ganhos.

Especialistas avaliam que a mudança é definitiva. Com o certificado de origem paraguaio, as empresas conseguem vender ao Brasil com isenção de impostos no Mercosul, consolidando o Paraguai como um novo polo industrial para empresários brasileiros.

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Geral

Acordo Mercosul-União Europeia será assinado neste sábado, sem presença de Lula

Foto: reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será o único chefe de Estado do Mercosul a não participar da assinatura do acordo de livre comércio com a União Europeia, marcada para este sábado (17), em Assunção, no Paraguai.

Estarão presentes os presidentes Santiago Peña (Paraguai), Javier Milei (Argentina), Yamandú Orsi (Uruguai) e Rodrigo Paz (Bolívia). O Brasil será representado pelo chanceler Mauro Vieira. Do lado europeu, participam Ursula von der Leyen e António Costa.

Lula optou por se reunir a sós com Ursula no Rio de Janeiro, na sexta-feira (16), priorizando o impacto político do encontro e da imagem conjunta, segundo auxiliares.

Durante a reunião, a presidente da Comissão Europeia elogiou o papel do Brasil nas negociações, que duraram 26 anos.
“O senhor é um líder comprometido com a democracia e a ordem internacional”, afirmou.

A decisão irritou líderes do Mercosul. A imprensa local relatou incômodo de Javier Milei e Santiago Peña com a ausência do presidente brasileiro.

A cerimônia em Assunção inclui discursos, a assinatura do acordo às 12h50 e uma foto oficial.

Para entrar em vigor, o tratado ainda precisa ser aprovado pelos parlamentos da União Europeia e dos países do Mercosul.

Judicialização na Europa

O Parlamento Europeu votará, na quarta-feira (21), pedidos para levar o acordo ao Tribunal de Justiça da UE.
Se aprovado, o processo pode atrasar o tratado por até 18 meses. Caso a Corte rejeite os fundamentos jurídicos, o acordo precisará ser alterado.

Principais ganhos do acordo

O tratado criará a maior zona de livre comércio do mundo, com:

  • 720 milhões de habitantes

  • PIB de US$ 22 trilhões

O Mercosul eliminará tarifas sobre 91% das exportações europeias em até 15 anos.
A UE fará o mesmo com 92% das exportações do Mercosul em até 10 anos.

O acordo também protege cerca de 350 indicações geográficas, como o uso exclusivo do nome “Parmigiano Reggiano” para queijos italianos.

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Política

TSE fecha cerco a candidaturas ligadas a milícias

Foto: Reprodução

O TSE acendeu o sinal vermelho: candidaturas ligadas a milícias e facções criminosas podem ficar fora das eleições de 2026. O tribunal criou uma regra firme para barrar quem tenta usar o crime organizado como atalho para o poder.

Em 2025, a Corte manteve a decisão que impediu Fábio Augusto Brasil de concorrer a vereador em Belford Roxo (RJ). Mesmo sem condenação em segunda instância — exigência da Ficha Limpa —, ele foi barrado por envolvimento comprovado com milícias. O TSE usou a Constituição para vetar “qualquer interferência de grupos criminosos no processo eleitoral”.

A tese criada pelo tribunal afirma que a norma tem eficácia plena: partidos não podem apoiar ou se beneficiar de organizações paramilitares, direta ou indiretamente. É um recado claro: quem se alinha com o crime não terá vez nas urnas.

Agora, os ministros se preparam para detalhar ainda mais os limites dessa regra. A meta é impedir que a política seja tomada por quem age à margem da lei, e deixar claro que, em 2026, milicianos e facções terão caminho fechado para cargos públicos.

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Geral

Bispo prepara “plano espiritual” para Bolsonaro: “muita mágoa no coração”

Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso na Papudinha desde esta quinta-feira (15), está prestes a ganhar um acompanhamento religioso especial. O bispo Robson Rodovalho, autorizado a visitá-lo, disse que quer montar um plano espiritual e emocional para ajudar Bolsonaro a lidar com a “muita mágoa no coração” que carrega.

Rodovalho afirma que o estado de saúde do ex-mandatário é crítico. “Estou esperando esse desfecho porque quero fortalecer o emocional dele, e isso passa pelo espiritual. Ele estava sem energia e tinha dificuldade até para falar”, contou.

Para tornar o projeto realidade, Rodovalho pretende pedir autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para levar um violão à prisão. A ideia é unir fé e música como parte da recuperação emocional de Bolsonaro, enquanto ele enfrenta isolamento e críticas.

O bispo também planeja conversar com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para organizar os encontros, que só devem começar efetivamente na próxima semana. A visita religiosa promete ser um capítulo inédito dentro da rotina do ex-presidente na Papudinha.

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Geral

Filhos de bilionário são usados em esquema milionário no Master

Foto: Reprodução

O investidor João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag, liquidada pelo Banco Central, está no olho do furacão. Segundo investigação do Ministério Público Federal (MPF), Mansur teria usado os próprios filhos – Lucas, Marina e Alex Falbo Mansur – para praticar crimes financeiros no caso Banco Master.

Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostram que o Master recebeu investimentos bilionários do Hans 95, maior fundo da Reag. A apuração aponta “participação coordenada” entre a gestora e o banco para inflar ativos, simular liquidez e desviar recursos para o dono do Master, Daniel Vorcaro.

Entre abril e maio de 2024, o Banco Master desembolsou R$ 1,45 bilhão, mas R$ 1,38 bilhão retornaram à própria instituição via compra de CDBs pelos fundos da Reag. Para o MPF, a manobra mostra o uso de fundos como fachada para desviar dinheiro do conglomerado para interesses alheios ao banco.

O Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Master em novembro de 2025, citando “grave crise de liquidez” e “violação de normas financeiras”. A decisão agora é questionada pelo Tribunal de Contas da União, que aponta indícios de precipitação no processo e determinou inspeção no caso.

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Judiciário

Ex-presidente Bolsonaro pode ter morte súbita, alerta defesa à PF

Foto: Reprodução

A defesa de Jair Bolsonaro avisou o STF nesta sexta-feira (16): o ex-presidente corre risco real de morte súbita no sistema prisional. O pedido, entregue ao ministro Alexandre de Moraes, detalha que doenças crônicas e a falta de cuidados adequados podem tornar o cárcere perigosíssimo para a vida de Bolsonaro.

O documento lista problemas cardíacos, respiratórios, apneia do sono grave e várias comorbidades. A defesa alerta que sem acompanhamento contínuo, uso correto de CPAP, controle da pressão e vigilância médica permanente, Bolsonaro estaria exposto a infarto, AVC e outras complicações fatais. Para os advogados, não é teoria: é um “risco concreto e previsível”.

Moraes determinou que a perícia da Polícia Federal seja feita em dez dias. O perito deve responder se a permanência de Bolsonaro na prisão configura “grave enfermidade”, hipótese que poderia liberar o cumprimento da pena em regime domiciliar, conforme a Lei de Execução Penal.

A defesa questiona ainda se o sistema prisional tem estrutura mínima para atender Bolsonaro: dieta específica, prevenção de quedas, atendimento emergencial imediato e monitoramento contínuo. A conclusão dos advogados é direta: o cárcere comum não oferece nenhuma segurança para a saúde do ex-presidente.

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Política

PT tenta Malafaia na CPMI, mas presidente barra investigação

Foto: YouTube/Reprodução

A tentativa do PT de convocar o pastor Silas Malafaia para depor na CPMI do INSS travou dentro da própria comissão. Mesmo dizendo ter votos, petistas admitem que o principal obstáculo é o presidente do colegiado, senador Carlos Viana, que resiste a pautar qualquer investigação envolvendo igrejas evangélicas.

Segundo parlamentares governistas, Viana sustenta que líderes religiosos estariam “fora do escopo” da CPMI, criada para apurar fraudes no INSS.

O problema, para o PT, é que há pedidos de convocação e quebra de sigilo de pastores ligados à Igreja Batista da Lagoinha, frequentada pelo senador, que também teria relação pessoal com André Valadão, um dos nomes citados.

A ofensiva contra evangélicos virou mais um capítulo da guerra política em Brasília. A senadora Damares Alves divulgou uma lista com igrejas e pastores mencionados em documentos da CPMI e acabou sendo alvo de críticas de Malafaia, que, curiosamente, não aparece entre os citados oficialmente.

Na lista estão igrejas como a Adoração Church e a Assembleia de Deus Ministério do Renovo, além de pastores como André Valadão e Fabiano Zettel, cunhado de um banqueiro citado nas investigações.

Para o deputado Rogério Correia, há indícios de lavagem de dinheiro e envolvimento de parlamentares da direita — acusação que inflama ainda mais a disputa e reforça a leitura de perseguição política a lideranças conservadoras.

Opinião dos leitores

  1. “…reforça a leitura de perseguição política a lideranças conservadoras.”
    Mesma conversa quando descobrem larápios da direita…sempre é “perseguição política”

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