Ariane Alves Ferreira, 24 anos, foi presa nesta segunda-feira poucas horas após ter assassinado o companheiro a facadas no bairro de Santa Rosa, em Niterói (RJ). De acordo com os policiais, Ariane matou o companheiro com uma faca de cozinha porque o marido não permitiu que ela fosse a uma festa.
O crime ocorreu dentro da residência do casal na madrugada de hoje. Após assassinar a vítima, Ariane ligou para a Polícia Militar (PM) e foi levada pelos policiais até a delegacia. Ela foi indiciada por homicídio qualificado por motivo fútil e teve a prisão temporária decretada.
Uma pesquisa realizada pela Quiddity em parceria com a consultoria ágora mostra que 58% dos brasileiros encerram o mês sem sobras ou gastam mais do que recebem.
O número de mulheres nesta situação é ainda pior: 64% não conseguem guardar dinheiro, ante 53% dos homens.
Diante deste aperto financeiro, 55% dos entrevistados relatam ansiedade constante, enquanto 39% manifestam exaustão ou frustração.
Apesar deste cenário, 85% disseram projetar uma melhora na própria vida financeira em 2026. Questionados sobre a situação do país, no entanto, apenas 34% acreditam que vai melhorar.
A pesquisa “Tensões Culturais” ouviu 1.355 pessoas de todas as regiões do país e de todas as classes sociais de 26 de janeiro a 9 de fevereiro deste ano, pela internet. O levantamento foi uma iniciativa do grupo de comunicação Untold e conduzido pela Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica da própria empresa.
A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O estudo realizado anualmente desde 2023 e esta é a 4ª edição, que será divulgada na íntegra nesta semana.
Com grande influência no partido Repubicanos no RN, Abraão Lincoln, que recebeu voz de prisão durante depoimento à CPMI do INSS, foi o grande responsável pela articulação que tirou a legenda da chapa de Álvaro Dias para apoiar Allyson Bezerra.
O BLOGDOBG buscou apurar o que teria causado essa reviravolta política e descobriu que a mente por trás da mudança de rumo do Republicanos foi Abraão Lincoln, que pretendia se candidatar a deputado federal pela legenda antes de virar alvo da operação sobre os desvios no INSS.
Mais de 1,5 milhão de estudantes brasileiros deixaram de ir à escola por medo da violência no trajeto entre casa e sala de aula, segundo dados da Pense (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar) 2024, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação nesta quarta-feira (25).
De acordo com o levantamento, 12,5% dos alunos de 13 a 17 anos relataram ter faltado às aulas nos 30 dias anteriores à pesquisa por falta de segurança no percurso.
O problema atinge de forma mais intensa estudantes da rede pública, onde o índice chega a 13,8%, mais que o dobro do registrado na rede privada, 5,4%.
O estudo também revela que, em 2024, 18,5% dos estudantes afirmaram já ter sofrido algum tipo de violência sexual ao longo da vida, como toques ou exposição corporal sem consentimento.
A incidência é significativamente maior entre meninas, atingindo 26%, contra 10,9% entre meninos. Em comparação com 2019, houve aumento de 3,8 pontos percentuais nesse tipo de violência, com crescimento mais acentuado entre alunas e estudantes da rede pública.
O IBGE ainda apontou que cerca de 1,1 milhão de adolescentes relataram ter sofrido relação sexual forçada, sendo que a maioria tinha 13 anos ou menos na época da violência.
O bullying também segue como um problema disseminado no ambiente escolar, sendo que, segundo a pesquisa, 27,2% dos estudantes sofreram duas ou mais agressões nos 30 dias anteriores ao levantamento, alta em relação aos 23% registrados em 2019.
As meninas são as principais vítimas: 30,1% afirmaram ter sido humilhadas por colegas com frequência, contra 24,3% dos meninos. Já entre os agressores, os meninos predominam, com 16,5% admitindo a prática, frente a 10,9% das meninas.
VÍDEO: Cadu Xavier diz que não há registro de servidores negativados por atraso em consignados; deputado Luiz Eduardo rebate afirmação do secretário. https://t.co/NDWU6OTRqFpic.twitter.com/9TzBVowSvU
O secretário da Fazenda do RN, Cadu Xavier, afirmou nesta quarta-feira (25) que o governo não tem registro de servidores estaduais com nome negativado por causa de atrasos nos repasses de empréstimos consignados.
A declaração foi feita durante reunião da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa.
Segundo ele, apesar dos atrasos, não há casos oficiais de inclusão de servidores em cadastros como SPC ou Serasa.
“Não temos registro de negativação dos servidores. Isso não chegou ao Governo do Estado”, disse.
Xavier explicou que o principal problema hoje é o bloqueio de novas operações de crédito consignado por parte do Banco do Brasil, responsável por cerca de 90% desse tipo de empréstimo no estado.
O deputado Luiz Eduardo contestou a fala do secretário. Segundo ele, há relatos e dados de sindicatos indicando que servidores já foram negativados e enfrentam dificuldades para conseguir crédito.
“Há servidores que já não conseguem novas linhas de crédito por estarem negativados”, afirmou.
Em resposta, o secretário pediu que esses casos sejam formalmente informados ao governo e reforçou que não há registros oficiais.
Xavier também atribuiu os atrasos a uma queda na arrecadação. Segundo ele, o orçamento de 2025 previa receitas de R$ 15 bilhões, mas houve uma frustração de cerca de R$ 400 milhões.
Ao final da sessão, a comissão aprovou um pedido para que o governo apresente detalhes sobre o credenciamento das instituições financeiras que operam o crédito consignado no estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 80 anos, disse nesta terça-feira (24), durante a cerimônia de sanção do PL Antifacção que o Brasil será um dos países “mais respeitados do mundo no crime organizado”, enquanto agradecia parlamentares e integrantes do governo.
“Parabéns a todos que contribuíram. Ao pessoal do Ministério da Justiça e parabéns aos deputados e senadores que nos ajudaram a dar mais um passo importante para que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”, disse Lula ao fim do evento invertendo o sentido da mensagem que deveria transmitir.
A fala indica mais um deslize do presidente em discursos públicos, que têm sido marcados por erros e declarações controversas. Lula, possivelmente, queria dizer “que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no combate ao crime organizado”. Mas a declaração dada pelo presidente gerou constrangimento no evento e repercussão negativa, já que o objetivo do projeto é justamente fortalecer o combate às organizações criminosas.
O Centro de Diálise de Mossoró suspendeu os atendimentos nesta terça-feira (24) após a morte de dois pacientes. O caso é investigado pela Vigilância Sanitária e pela Polícia Civil.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN determinou a interdição cautelar da unidade, por orientação da Vigilância Sanitária, até a apuração dos fatos e garantia da segurança dos pacientes.
A clínica informou que houve falha técnica no sistema de osmose, essencial para o tratamento, o que levou à paralisação preventiva. A previsão é de normalização do equipamento ainda nesta quarta-feira (25).
Os pacientes estão sendo remanejados para outras unidades em Mossoró, com acompanhamento da Sesap.
As vítimas foram Raquel Ferreira da Silva Cabral, de 54 anos, e Iraci Inácio de Lima, de 75, ambas de Assú. Segundo familiares, Raquel teve infarto como causa da morte.
A Vigilância Sanitária analisa documentos e condições da unidade para identificar se há relação entre os óbitos e o funcionamento da clínica. O caso também é apurado pela Polícia Civil.
Em artigo publicado no portal Metrópoles, o jornalista Mário Sabino avalia que decisões do STF teriam buscado enfraquecer politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas afirma que, na sua análise, o líder conservador segue presente e influente no cenário político brasileiro. Sabino comenta a decisão do ministro Alexandre de Moraes que concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro, medida acompanhada de uma série de condicionantes impostas ao ex-presidente. Segundo o articulista, a decisão ocorreu em meio a forte repercussão política e jurídica envolvendo o caso.
O jornalista também menciona o empresário Daniel Vorcaro e o episódio envolvendo o Banco Master, tema que, segundo ele, passou a gerar debates e questionamentos no ambiente político e institucional em Brasília. Sabino afirma que o assunto pode continuar produzindo desdobramentos no campo jurídico e político. De acordo com o colunista, a concessão da prisão domiciliar não encerraria as discussões relacionadas ao caso. Ele cita a possibilidade de investigações em andamento, eventual colaboração de investigados e a atuação de órgãos como a Polícia Federal, além da repercussão na imprensa e entre parlamentares.
No campo político, Sabino avalia que Bolsonaro mantém influência sobre parte significativa do eleitorado de direita e pode continuar atuando nos bastidores para fortalecer alianças e projetos eleitorais ligados ao seu grupo político, incluindo estratégias voltadas para o Senado nas próximas eleições. O artigo também menciona pesquisas de opinião recentes. Segundo levantamento Atlas/Bloomberg citado pelo jornalista, a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em 46%, enquanto a desaprovação chega a 54%. Já a avaliação do governo registra 41% de aprovação e 50% de avaliação negativa, conforme os dados mencionados na coluna.
Sabino ainda destaca recortes do levantamento entre segmentos do eleitorado, como o público evangélico, onde, segundo os números citados pelo colunista, a desaprovação ao presidente aparece em patamar elevado. Ao concluir o texto, o jornalista sustenta que, em sua interpretação, Bolsonaro permanece politicamente ativo mesmo após decisões judiciais que atingiram o ex-presidente. Para Sabino, o cenário político brasileiro segue em disputa e poderá sofrer novas mudanças conforme avancem investigações, decisões judiciais e a movimentação eleitoral rumo às próximas eleições.
O médico Brasil Caiado, um dos responsáveis pelo atendimento de Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta quarta-feira (25) que o ex-presidente recebeu “com satisfação” a notícia da autorização para cumprir prisão domiciliar. A declaração foi dada durante coletiva no hospital DF Star, em Brasília, onde Bolsonaro está internado desde 13 de março.
Segundo Caiado, no início da internação o ex-presidente apresentou abatimento diante da gravidade do quadro clínico. De acordo com o médico, Bolsonaro foi hospitalizado após apresentar broncopneumonia bacteriana, com febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios enquanto estava detido na Papuda, na capital federal.
O médico informou ainda que Bolsonaro está clinicamente estável e em processo de transição para deixar o hospital. Conforme Caiado, exames recentes, incluindo um raio-X de tórax, indicaram melhora significativa no pulmão direito. O antibiótico deve ser finalizado nesta quinta-feira (26), e a previsão é de alta hospitalar na sexta-feira (27), segundo informações do Metrópoles.
A autorização para prisão domiciliar foi concedida na terça-feira (24) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a decisão, após a alta médica Bolsonaro deverá cumprir a medida em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, com uso de tornozeleira eletrônica e outras cautelares determinadas pela Justiça.
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