O distrito de Queimadas, na cidade de João Câmara, no interior do Rio Grande do Norte, registrou na noite dessa terça-feira(14) um arrastão em um estabelecimento comercial que resultou na morte de uma mulher, que tentou escapar da ação criminosa. De acordo com a Polícia, a vítima tentou fugir para avisar o marido, e acabou baleada.
Segundo a Polícia, os criminosos fizeram um arrastão em uma sorveteria, um bar e na lanchonete da vítima. O corpo da mulher foi levado ao Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN) em Natal. Os bandidos fugiram com destino ignorado. A Polícia Civil investiga o caso.
Everton até que ele tem tentando amenizar um pouco, mais o congresso nacional e o stf bota a baixo e proíbe tudo que ele faz.
A governadora que está mais próxima não resolve mesmo sendo a obrigação DELA, imagine se o presidente vai resolver sozinho…
As leis que defendem esses bandidos são feitas pelo congresso (onde está a maior concentração desses delinquentes), e não por Bolsonaro. Não só Bolsonaro como todos nós temos que cumpri-las, por mais absurdas que sejam, isso é o Brasil essa vergonha.
De fato não resolveu, mas em um ano de governo o n° de homicídio caiu 26%.
E se o congresso ajudasse, estaria bem melhor.
Everton eu acredito que uma parte de seus neurônios funcionam, todos tem visto o presidente tentando, mais infelizmente o congresso e o STF não deixam, aí é complicado.
Deveria parar de limpar a merda dos filhos e partir para o ataque.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) prometeu restabelecer o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro. A proposta foi apresentada em vídeo publicado nas redes sociais.
“Eu vou restabelecer o Perse para todos os setores de eventos culturais, shows e turismo, que hoje estão sufocados e endividados pela crise que esse governo colocou o país inteiro”, afirmou.
Flávio disse que a retomada do programa poderá estimular a realização de shows, gerar oportunidades para artistas e movimentar a economia. Segundo ele, o setor beneficia também comerciantes, taxistas, motoristas de aplicativos e pequenos empreendedores.
“Grandes artistas e pequenos artistas, se preparem. Vocês vão ter muito trabalho e todo o setor vai aquecer a economia”, declarou.
O Perse foi criado em 2021 para reduzir os impactos econômicos da pandemia sobre os setores de eventos e turismo, por meio de benefícios fiscais. Em 2024, o Congresso aprovou a continuidade do programa com limite de R$ 15 bilhões em renúncias fiscais. O benefício foi encerrado em abril de 2025, durante o governo Lula, após atingir o teto estabelecido.
O cientista político Bruno Soller, CEO do instituto Real Time Big Data, avaliou nesta terça-feira (20) que o presidente Lula (PT) enfrenta uma missão “extremamente difícil” para reverter o cenário eleitoral e vencer Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Acorda, Metrópoles.
“A missão do presidente Lula fica extremamente difícil. Porque ele precisa recuperar os votos desse eleitorado que votou por mudança”, afirmou Soller. Segundo ele, os levantamentos eleitorais indicam uma tendência de consolidação de Flávio na primeira posição, apesar dos empates técnicos registrados nas pesquisas.
Para o especialista, o desempenho do senador está relacionado ao sentimento de antipetismo e ao voto pragmático de eleitores que buscam uma alternativa ao atual presidente. “O eleitor faz um voto pragmático para o Flávio Bolsonaro”, destacou.
Soller também apontou que os recentes escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) influenciaram o voto de parte do eleitorado. Na avaliação do cientista político, a vantagem obtida por Flávio no 1º turno torna ainda mais difícil uma reação de Lula na reta final da disputa.
O partido Novo acionou o TSE para pedir a cassação da chapa do presidente Lula (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB), além da inelegibilidade de ambos por oito anos. A ação, protocolada na segunda-feira (19), acusa o governo federal de abuso de poder político pela adoção de medidas de benefício econômico e apelo popular em ano eleitoral.
Segundo o partido, foram identificadas 35 medidas entre janeiro e outubro de 2026, sendo 12 durante a campanha eleitoral. Entre as iniciativas questionadas estão o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, a ampliação dos subsídios aos combustíveis, o programa Desenrola 3.0 e o fim da chamada taxa das blusinhas.
O Novo estima que as medidas tenham impacto fiscal de aproximadamente R$ 73 bilhões. A legenda também questiona a abertura de R$ 99,7 bilhões em créditos extraordinários por medidas provisórias, mecanismo destinado a despesas urgentes e imprevisíveis.
“Benefícios eleitoreiros anunciados nas vésperas do pleito, contas empurradas para o futuro e gastos sem compensação, tudo isso exige responsabilização”, afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro.
Além da ação no TSE, o partido apresentou representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar os efeitos fiscais das medidas. O Novo pede que Lula e Alckmin sejam notificados para apresentar defesa e, ao final do processo, tenham os registros ou diplomas cassados e sejam declarados inelegíveis por oito anos. As acusações ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.
O deputado federal André Fernandes, o mais votado do Nordeste, idealizador do Bloco do 22 em Fortaleza, traz a iniciativa para Mossoró nesta quinta-feira, dia 22. O evento será realizado no Corredor Cultural da Avenida Rio Branco e promete reunir apoiadores e lideranças políticas em um grande ato de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro neste segundo turno.
A concentração está marcada para as 18h22, na Praça dos Esportes. O percurso seguirá por toda a Avenida Rio Branco, passando pelo Teatro Municipal Dix-huit Rosado, com retorno ao ponto de partida.
A mobilização contará com a presença confirmada do senador Rogério Marinho, do deputado federal General Girão, do deputado federal Sargento Gonçalves, de Cabo Deyvison, da deputada federal Carla Dickson e de outras lideranças do PL no Rio Grande do Norte. A expectativa dos organizadores é reunir um grande público e transformar o Bloco do 22 em um dos principais eventos de mobilização política do estado neste segundo turno.
Serviço
Evento: Bloco do 22 em Mossoró
Data: Quinta-feira, dia 22
Horário da concentração: 18h22
Local da concentração: Praça dos Esportes
Percurso: Avenida Rio Branco, passando pelo Teatro Municipal Dix-huit Rosado, com retorno à Praça dos Esportes
A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, respondeu nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e afirmou que está tratando de forma igualitária as campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A manifestação ocorreu após o ministro Marco Aurélio Bellizze dar prazo de 24 horas para a empresa comprovar o cumprimento das determinações da Corte.
Em documento enviado ao tribunal, a Meta declarou que os conteúdos relacionados às duas candidaturas recebem tratamento igual e não discriminatório. A empresa também informou ter adotado medidas para impedir anúncios políticos contratados por pessoas ou entidades não autorizadas, utilizando uma lista baseada nos registros oficiais do TSE.
A plataforma afirmou ainda que desativou dois perfis associados à continuidade de uma conta removida por violação de suas regras. Segundo a empresa, as medidas buscam garantir a igualdade de tratamento entre as campanhas presidenciais.
Ao final da manifestação, a Meta pediu que o TSE reconheça o cumprimento das determinações já atendidas e conceda prazo adicional para apresentar as informações ainda pendentes.
Levantamento da Gerp Mercadologia divulgado nesta terça-feira (20) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos contra 47% do presidente Lula (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. A diferença é de seis pontos percentuais, acima do valor crítico de três pontos adotado pelo instituto, que considera a vantagem estatisticamente sustentada.
No cenário estimulado de votos totais, Flávio registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 45%. Outros 2% afirmam que não votariam em nenhum dos candidatos e 3% não souberam responder.
O levantamento mostra ainda que, no voto espontâneo, Flávio tem 49% e Lula, 43%. Outros 7% não souberam responder e 1% apresentou outras respostas. Em relação à primeira medição da série, Flávio avançou três pontos percentuais, passando de 46% para 49%.
A pesquisa ouviu 2.400 eleitores entre os dias 15 e 19 de outubro, utilizando média móvel de três dias. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Levantamento Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (20) aponta que o presidente Lula (PT) é rejeitado por 35% dos eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 33%. Os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
A pesquisa também mostra que 28% dos entrevistados afirmam que não votariam em nenhum dos dois candidatos à Presidência da República. Outros 4% disseram não rejeitar nenhum deles.
Aos participantes, o instituto perguntou em quem não votariam caso o 2º turno das eleições presidenciais fosse realizado naquele momento. A votação está marcada para domingo (25).
O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02952/2026.
O governo Lula (PT) reconheceu, em documento enviado ao Congresso Nacional, que poderá faltar dinheiro para manter as políticas públicas atuais a partir de 2028. As projeções apontam uma insuficiência de R$ 15,8 bilhões em 2028, R$ 14,9 bilhões em 2029 e R$ 23 bilhões em 2030, caso seja mantida a trajetória atual das despesas.
Os cálculos foram apresentados junto à proposta de Orçamento de 2027 e consideram os limites de gastos estabelecidos pelo arcabouço fiscal. A estimativa leva em conta despesas de funcionamento da máquina pública e investimentos, diante do crescimento dos gastos obrigatórios, como aposentadorias e benefícios sociais.
O cenário ainda não inclui novas promessas anunciadas por Lula durante a campanha eleitoral, como reajuste do Bolsa Família, Pix de R$ 5 mil para microempreendedores individuais e gratuidade no transporte público aos fins de semana. Segundo o Estadão, essas medidas exigiriam ajustes de pelo menos R$ 39,8 bilhões no Orçamento de 2027.
No documento, o próprio governo reconhece a necessidade de revisar despesas e reavaliar programas nos próximos anos. O Ministério do Planejamento, porém, afirma que as projeções são exercícios técnicos e não significam descumprimento das regras fiscais ou desequilíbrio nas contas públicas.
A situação ocorre em meio às críticas de Lula à proposta de Flávio Bolsonaro (PL) de reduzir gastos da administração federal. O candidato do PL nega que pretenda cortar benefícios sociais e afirma que pretende economizar com despesas da máquina pública, como supersalários, viagens, ministérios e cargos comissionados.
Endividou o país esse bode 🐐 roco, afundou o país, lástima de governo, só tem apoio pq compra a dignidade de milhares de inocentes com promessas e mentiras, ilude com essa voz insuportável somada a irresponsabilidade, triste mas tá chegando a hora da saída definitivamente, já deu, já era, já passou, só desastre de governabilidade.
O cabo Deyvison (PL), vereador de Mossoró que recebeu 100.795 votos para deputado federal nas eleições deste ano, anunciou que não apoiará nenhum dos dois candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte no 2º turno. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele fez duras críticas a Allyson Bezerra e declarou que seu único voto será para Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.
Deyvison afirmou que apoiou Álvaro Dias (PL) no 1º turno por considerar que ele apresentava a posição mais firme no combate às facções criminosas. Sobre a disputa estadual, criticou Allyson, a quem chamou de “um candidato acusado de desviar mais de R$ 14 milhões da saúde pública de Mossoró”. A afirmação é uma acusação reproduzida pelo ex-vereador, sem comprovação apresentada no vídeo.
O ex-vereador também criticou a gestão municipal por problemas na saúde pública, aumento do IPTU e suposto superfaturamento em licitações. “Um candidato que eu sempre denunciei pelo abandono e descaso com as nossas periferias”, afirmou. Ele ainda acusou Allyson e Walter Alves, presidente do MDB no RN, de terem articulado a cassação de seu mandato.
Ao justificar o apoio a Flávio Bolsonaro, Deyvison destacou o combate às facções criminosas e lembrou o atentado que sofreu. Segundo ele, o candidato do PL foi o único a se solidarizar com o episódio. “Nesse segundo turno, o meu único voto é para Flávio Bolsonaro, 22”, declarou.
O influenciador Felca voltou ao YouTube nesta terça-feira (20), após meses de afastamento, mas frustrou parte dos internautas que esperavam denúncias envolvendo políticos às vésperas do 2º turno das eleições presidenciais. Em vez disso, publicou um vídeo de mais de uma hora sobre sua luta contra a fobia social e o bullying sofrido na adolescência.
A expectativa surgiu após Felca anunciar seu retorno com uma mensagem enigmática nas redes sociais, alimentando especulações sobre possíveis revelações envolvendo Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O conteúdo, porém, não abordou a disputa eleitoral.
Nas redes sociais, parte dos usuários criticou a expectativa criada. “Esperava: Felca expondo os Bolsonaros. Recebemos: fobia social”, escreveu um internauta. O humorista Antonio Tabet também ironizou: “Agora, também estou com fobia social do Felca”.
No vídeo, Felca relatou ter sofrido agressões e humilhações durante oito anos na escola, além de recorrer ao álcool para enfrentar situações sociais. Ele anunciou um desafio de 90 dias para superar dificuldades de socialização e retomar suas atividades.
Apesar das críticas, outros internautas defenderam o influenciador e destacaram a importância do relato sobre saúde mental. Felca não havia prometido denúncias políticas.
O presidente quando quer colocar leis que. beneficie a sociedade vem o congresso e STF derruba, assim fica difícil pro presidente.
ESSES SÃO OS COITADINHOS EXCLUIDOS DA SOCIEDADE QUE É DEFENDIDO POR DIREITOS HUMANOS E ESTA CORJA DE POLITICOS QUE DEFENDEM CRIMINOSOS
E depois da lei de abuso de autoridade, beneficiar bandido a criminalidade vai aumentar.
E nada de Bolsonaro resolver o problema da segurança pública!
Everton até que ele tem tentando amenizar um pouco, mais o congresso nacional e o stf bota a baixo e proíbe tudo que ele faz.
A governadora que está mais próxima não resolve mesmo sendo a obrigação DELA, imagine se o presidente vai resolver sozinho…
As leis que defendem esses bandidos são feitas pelo congresso (onde está a maior concentração desses delinquentes), e não por Bolsonaro. Não só Bolsonaro como todos nós temos que cumpri-las, por mais absurdas que sejam, isso é o Brasil essa vergonha.
De fato não resolveu, mas em um ano de governo o n° de homicídio caiu 26%.
E se o congresso ajudasse, estaria bem melhor.
Everton eu acredito que uma parte de seus neurônios funcionam, todos tem visto o presidente tentando, mais infelizmente o congresso e o STF não deixam, aí é complicado.
Deveria parar de limpar a merda dos filhos e partir para o ataque.