O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) afirmou, com base em dados do Portal da Transparência do Governo do RN, que existem 30 obras públicas paralisadas no estado, envolvendo investimentos que somam mais de R$ 62,5 milhões.
Segundo ele, as intervenções estão concentradas em áreas consideradas essenciais, como saúde e educação, e incluem projetos iniciados a partir de 2019, primeiro ano da gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).
Entre as obras citadas estão estruturas da saúde pública, como o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró; Hospital Dr. José Pedro Bezerra (Hospital Santa Catarina), em Natal; Hospital Maria Alice Fernandes; além do Hemonorte, Hemocentro de Mossoró, Lacen, Hospital Giselda Trigueiro e o muro da Cadeia Pública de Natal.
O deputado também destacou o projeto do Hospital Metropolitano, estimado em cerca de R$ 200 milhões, como um dos principais investimentos estruturantes em andamento no estado.
Gustavo Carvalho afirmou que a paralisação de obras gera impacto financeiro e social, já que a retomada pode elevar custos e atrasar a entrega de serviços à população.
“O que estou tratando aqui está exposto pelo Portal da Transparência. Cada obra paralisada, para ser retomada, aumenta os custos. O povo precisa saber disso”, declarou.
Ele também afirmou que já havia tratado do tema anteriormente, citando o Hospital Metropolitano, e questionou informações sobre o andamento das obras no local.
O deputado José Dias (PL) reforçou as críticas e afirmou que parte das obras estaria paralisada por falta de pagamento às empresas contratadas.
“Uma empresa estão paradas, porque o governo é caloteiro, o governo é irresponsável por iniciar obras e não ter capacidade para concluir”, disse.
Governo reage
Em defesa do governo, o deputado Dr. Bernardo (PV) afirmou que obras como a do Hospital Tarcísio Maia estariam em andamento e que parte dos projetos depende de repasses e processos com a Caixa Econômica Federal.
Já o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Francisco do PT, afirmou que paralisações podem ocorrer por diferentes fatores, como distratos com empresas, medições e trâmites contratuais, e disse que isso não significa necessariamente inexecução das obras.
Segundo ele, “paralisação de obra é algo que pode ocorrer em qualquer esfera de governo, por diversas razões”.
1. Que eu saiba, o máximo q esse governador pode fazer a respeito eh reduzir o icms.
2. Ele sabe, mas n vai ficar fazendo publicidade em cima disso, mas a barganha q o RN em cima de qav, se trata de uns 7 a 15 mil m3/mes. A demanda dos Estados CE 15 mil m3/mês, RN 6 mil m3/mes, PE 20 mil m3/mês. Ou seja, o RN tá longe de querer pagar de uma Arábia Saudita, e fazer discurso de auto suficiência.
Diogo 1+1=10, cê gosta mesmo de passear. esta questão do qav pode ajudar más é certamente secundária e muito incerta. Sabemos, e acredito que se a decisão for técnica, dá Natal na cabeça.
Infelizmente este tipo de projeto/investimento está sempre sujeito a ingestões políticas.
Sua "álgebra" binária me lembra bons tempos.
O problema é os aloprados do PT deixar a Petrobras diferenciar esse preço. Cadê a senadora Fátima?????
Dois pontos a considerar. 1)A decisão pelo local do hub será eminentemente técnica e de competência exclusiva da Latam. 2)O preço do petróleo e seus derivados é volátil em todo o mundo e não passível de controle ao sabor de conveniências políticas. Portanto, o discurso governamental não passa de jogo de cena, ou, melhor dito, pura e simples bravata de ocasião.
O Governador oferece incentivo no querosene de aviação mas em contrapartida quer aumentar o imposto da gasolina. Os mais pobres pagarão mais impostos para que os ricos continuem viajando.
Excesso de confiança é ruim. Pensavam assim o Comandante do Titanic e os Beatles.