O portal G1 destaca que o Rio Grande do Norte fechou o primeiro trimestre deste ano com uma redução de 32,6% no total de homicídios. A queda foi uma das maiores do país neste três primeiros meses do ano. Ceará, Amapá e Sergipe também registram uma queda superior a 30%. No país, a redução foi de 24%.
Os dados foram publicados nesta segunda-feira (13) e fazem parte do índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.
No RN, 516 pessoas foram assassinadas nos três primeiros meses de 2018. Neste ano, de janeiro a março, foram 348 homicídios, ou seja, 168 mortes a menos.
O RN está entre os 4 Estados onde a redução foi acima dos 30%. Vários estados onde a redução da criminalidade está abaixo de 5%. O MS , por exemplo, a redução foi 2%. Tem merito sim a nova administração estadual em melhor gerir seus recursos humanos. Mais rondas , mais diárias operacionais (e pagas com celeridade) e um trabalho de motivação da tropa. Isso tudo Faz parte da nova administração estadual.
Não e bem assim, o trabalho atual das rondas e diárias já vem sendo desenvolvido há bem mais de três meses, qualquer mobral que acompanhe noticiário policial e ande nas ruas sabe que a mudança veio de antes. Gozar no pau dos outros é fácil.
Para os que achavam que no Governo de Bolsonaro haveria aumento da violência estavam enganados, esta redução ocorre a nível nacional. O governo do RN tem seus méritos também, mas é uma mudança de dados a nível nacional. Que continuemos a acreditar e apoiar nossos governantes.
Não é bem assim. Os níveis de criminalidade vem caindo a nível nacional a 16 meses consecutivos. Então é meio forçação de barra creditar esse mérito à Bolsonaro.
Que mentira que lorota boa.; tudo camuflado pra dá a impressão de segurança.
Reeleito para o seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa do RN (ALRN) com mais de 105 mil votos, o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) disse que “teremos tempos sombrios pela frente” ao lamentar a reeleição do presidente Lula (PT). Ele também reafirmou que fará oposição à futura gestão do governador eleito Cadu Xavier (PT).
“Lamentamos que teremos tempos sombrios. 26% da nossa população dominada pelo crime organizado, pelas facções, nos territórios mais vulneráveis do Rio Grande do Norte e do Brasil. A economia destroçada, a bolsa [de valores] despencou, o dólar subiu e a perspectiva de juros futuro piorou. Então, são cenários sombrios que nós vamos enfrentar, tanto no âmbito aqui do Rio Grande do Norte como no Brasil”, declarou.
O deputado estadual e líder da bancada governista na Assembleia Legislativa do RN (ALRN), Francisco do PT, atribuiu a vitória de Cadu Xavier ao Governo do Estado a um conjunto de fatores, com destaque para a “mobilização da militância” e para a liderança da governadora Fátima Bezerra e do presidente Lula.
“Essa vitória é fruto da mobilização da militância, dos apoios políticos construídos ao longo da campanha, do esforço do nosso candidato a governador Cadu Xavier e da liderança da governadora Fátima Bezerra e do presidente Lula, que esteve aqui e certamente foi fundamental para que a gente virasse esse jogo”, afirmou ele ao Blog do BG.
A jornalista Malu Gaspar detonou o ministro do STF Alexandre de Moraes ao comentar sobre a ordem de apreensão dos passaportes do senador Flávio Bolsonaro. “Toda a crise institucional em que nós estamos foi provocada por decisõescomo essa do ministro Alexandre de Moraes”, disse em participação no programa GloboNews Radar.
“Essa foi a pior iniciativa do ponto de vista político, porque ela prolonga a crise, ela faz com que toda aquela argumentação que os Bolsonaro usam para dizer que estão sendo perseguidos pelo STF acabe sendo justificada por medidas como essa”, completou.
Malu também questionou o momento em que a Polícia Federal solicitou a medida, poucos minutos após a derrota eleitoral.
Deputados do PT acionaram nesta terça-feira (27) o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir a prisão preventiva do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Lindbergh Farias (PT-RJ), Rogério Correia (PT-MG) e Ana Elisa (PT-MG), deputada federal eleita, também solicitaram que o parlamentar seja incluído na lista vermelha da Interpol caso seja expedido um mandado de prisão.
Segundo a representação, Flávio teria descumprido o prazo, encerrado às 11h desta terça, para entregar os passaportes. Os petistas alegam risco de fuga e pedem que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste com urgência.
Relatos publicados pelo site argentino Infobae e por uma coluna jornalística apontam que o senador teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina e seguiria para os Estados Unidos. A Polícia Federal investiga a informação, enquanto o governo argentino afirma não haver registro oficial da entrada dele no país.
Os parlamentares também pedem que a defesa informe o paradeiro de Flávio e que a Argentina forneça dados sobre os passageiros e o responsável pela contratação da aeronave. Como alternativa à prisão, caso ele seja localizado no Brasil, sugerem tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar à noite e nos dias de folga, além de comparecimento periódico à Justiça.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial, teria deixado o Brasil nesta terça-feira (27) com a esposa e as duas filhas, rumo aos Estados Unidos. A informação é do jornalista Igor Gadelha, colunista do Metrópoles.
Aliados afirmaram ao colunista que Flávio pretende solicitar asilo político ao governo americano assim que chegar ao país. Ele também deverá se encontrar com o irmão, Eduardo Bolsonaro (PL), na Flórida, na quarta-feira (28), onde seria recebido por apoiadores.
O coluninsta disse que a saída teria sido organizada às pressas por um grupo restrito de aliados no Brasil e nos Estados Unidos, para evitar vazamentos. A previsão era de que o senador chegasse à Flórida ainda nesta terça-feira, com o governo de Donald Trump já informado sobre a viagem.
O governo argentino de Javier Milei afirmou que não pretende parabenizar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela vitória nas eleições brasileiras. Segundo o porta-voz da Presidência argentina, Adrián Ravier, a Casa Rosada apenas registrou o resultado e não divulgará comunicado formal.
“Tomamos nota do resultado eleitoral do Brasil”, declarou Ravier em entrevista coletiva nesta terça-feira (27). Ele justificou a ausência de uma manifestação de congratulação alegando falta de reciprocidade. “Quando em 2023 Javier Milei foi eleito, não houve nenhum gesto do presidente Lula para cumprimentá-lo pessoalmente nem nada. Por enquanto, não há nenhum comunicado que vamos fazer”, afirmou.
O porta-voz também destacou as divergências ideológicas entre os dois presidentes. “O presidente não é um hipócrita; é evidente que há diferenças ideológicas entre os dois mandatários, e isso é real”, disse.
Apesar das diferenças políticas, Ravier afirmou que as relações diplomáticas e comerciais entre os países devem continuar normalmente. “São dois povos irmãos, comercializam, trabalham no Mercosul, não deveria ser afetado”, declarou. Ele acrescentou: “Do lado argentino, a diplomacia continua, as relações comerciais continuam e não esperamos que nada disso mude”.
Apesar do porta-voz ter falado em reciprocidade, em um publicação no X em 19 de novembro de 2023, Lula comentou o resultado da eleição, mas sem mencionar Milei diretamente.
“Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos”, postou Lula na época.
O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou nesta terça-feira (27) que a suposta saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil já era previsível após a derrota do senador na eleição presidencial. Renan disse que era o “caminho natural”.
Renan relacionou a suspeita à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.
“Eu avisei ontem para vocês que o caminho natural do Flávio era fugir. O senhor Alexandre de Moraes capturou ontem o passaporte dele, e aí Flávio Bolsonaro fica entre a cruz e a espada”, afirmou.
O dirigente afirmou que uma eventual fuga poderia agravar a crise política e citou apurações envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro em um caso relacionado ao advogado Willer Tomaz e possíveis irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi embora para os Estados Unidos. O avião está em voo. A informação foi confirmada por pessoas próximas à família ao site Metrópoles.
Flávio estava sumido desde a manhã desta terça-feira (27/10). A última mensagem foi enviada às 8h, para Rogério Marinho, que foi coordenador da campanha.
O senador disse que estava “esfriando a cabeça”, mas não respondeu se havia deixado o Brasil.
Flávio perdeu as eleições para Lula, no segundo turno realizado no domingo (25/10). No dia seguinte, o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar.
Flávio deveria ter entregue os documentos nesta terça, mas não o fez.
Integrantes do governo Lula avaliam que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro (PL) pode acabar fortalecendo o discurso de perseguição política do senador, derrotado na eleição presidencial.
Ministros do governo Lula ouvidos pela coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles consideram que uma eventual saída de Flávio do Brasil seria prejudicial também ao presidente Lula (PT), pois poderia mudar a percepção pública sobre o senador. “Passa de criminoso para perseguido”, afirmou um ministro, sob reserva.
Senadores aliados do petista também criticaram a medida de Moraes, classificada em conversas reservadas como “inadequada” e “precipitada”. Para esses parlamentares, a decisão pode ampliar a tensão política e favorecer a narrativa de Flávio de que estaria sendo perseguido.
A Polícia Federal entrou em contato com autoridades argentinas para verificar se o senador deixou o Brasil pela fronteira com o país vizinho. A apuração começou após o site argentino Infobae noticiar que Flávio teria viajado até a Argentina para embarcar em um jatinho com destino aos Estados Unidos.
Fontes da cúpula da PF afirmaram que não há registro de passagem do senador por postos regulares de migração brasileiros nas últimas horas, mas admitiram a possibilidade de cruzamento da fronteira sem fiscalização.
O RN está entre os 4 Estados onde a redução foi acima dos 30%. Vários estados onde a redução da criminalidade está abaixo de 5%. O MS , por exemplo, a redução foi 2%. Tem merito sim a nova administração estadual em melhor gerir seus recursos humanos. Mais rondas , mais diárias operacionais (e pagas com celeridade) e um trabalho de motivação da tropa. Isso tudo Faz parte da nova administração estadual.
Não e bem assim, o trabalho atual das rondas e diárias já vem sendo desenvolvido há bem mais de três meses, qualquer mobral que acompanhe noticiário policial e ande nas ruas sabe que a mudança veio de antes. Gozar no pau dos outros é fácil.
Para os que achavam que no Governo de Bolsonaro haveria aumento da violência estavam enganados, esta redução ocorre a nível nacional. O governo do RN tem seus méritos também, mas é uma mudança de dados a nível nacional. Que continuemos a acreditar e apoiar nossos governantes.
Não é bem assim. Os níveis de criminalidade vem caindo a nível nacional a 16 meses consecutivos. Então é meio forçação de barra creditar esse mérito à Bolsonaro.
Que mentira que lorota boa.; tudo camuflado pra dá a impressão de segurança.