Gripes no Brasil mataram mais de 900 em 2018 e quase 800 em 2019 ; quando pesquisado dengue, 782 óbitos no país ano passado

Foto: Ilustrativa

Apesar da preocupação com a disseminação do coronavírus na pandemia que vem fazendo vítimas pelo mundo, outras doenças, já conhecidas e até evitáveis com vacina, ainda fazem vítimas no país e continuam alvo de preocupação em saúde pública. Não são apenas doenças com surtos recentes, como sarampo, dengue e chikungunya, mas também gripes, como a causada pelo coronavírus. O vírus influenza A (H1N1), por exemplo, matou uma média de duas pessoas por dia no Brasil no ano passado.

Em 2019, foram registrados 3.430 casos de infecção e 796 mortes em decorrência da infecção por H1N1, segundo o Ministério da Saúde. A maioria dos casos afetou idosos, crianças pequenas e pessoas com outros fatores de risco associados, como pneumopatias e doenças cardiovasculares crônicas. A epidemia de H1N1 começou em 2009, em um cenário de alarde similar ao vivido hoje com o coronavírus.

Em 2018, foram registrados 3.880 casos de H1N1, e 917 óbitos nesse mesmo período no país. Além do desafio desse e de outros vírus respiratórios, como o A(H3N2) e o vírus influenza B, surtos conhecidos no verão brasileiro e doenças que se consideravam desaparecidas e voltaram ao país ainda inquietam especialistas e afetam a população.

No ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde, foram confirmados 782 óbitos por dengue no país, e 92 por zika. O sarampo fez 15 vítimas letais em 2019 – 14 delas em São Paulo, estado que ainda vive um surto da doença.

Levantamento com informações de O Globo e Folha de São Paulo.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    Pelo que entendi, o problema do coronavírus não é a letalidade e sim a chance de infectar muita gente em um curto espaço de tempo, fazendo com que os sistemas de saúde entrem em colapso (mais do que já estão). O país não tem capacidade de atender a grande quantidade de infectados em pouco tempo. Portanto, comparar somente por causa do número de mortes não tem lógica. Se o sistema de saúde superlotar, vai acabar morrendo muito mais gente dessas doenças aí também por falta de atendimento e assim segue…

CBF atinge receita recorde de R$ 957 milhões em 2019

Rogério Caboclo, presidente da CBF | Lucas Figueiredo/CBF

As federações estaduais aprovaram nesta terça-feira o balanço da CBF referente a 2019. O documento aponta que a entidade atingiu R$ 957 milhões de receita no último exercício. O número é R$ 18 milhões maior que o do Flamengo, segundo relatório de gestão do clube.

A CBF não se enxerga como concorrente dos clubes e pondera que não participa da venda de jogadores.

A diferença de arrecadação no primeiro ano da gestão Rogério Caboclo em relação a 2018 foi R$ 289 milhões.

Como as despesas ficaram na casa dos R$ 767 milhões, o superávit de 2019 bateu em R$ 190 milhões. Segundo a CBF, R$ 535 milhões foram investidos no futebol de forma direta e indireta. R$ 215 milhões foram aplicados nas seleções.

Dinheiro FC – O Globo

Feminicídios têm queda de 30% em 2019 no RN, aponta levantamento

Foto: Reprodução/G1

Um levantamento do Monitor da Violência, do portal G1, baseado em números oficiais de todos os estados brasileirosrevela que o número de feminicídios diminuiu 30% no Rio Grande do Norte, ao longo de 2019, na comparação com o ano anterior. Ao todo, 21 mulheres foram mortas no estado pelo fato de serem mulheres. Em 2018, foram 30. A quantidade de feminicídios do estado também foi a menor desde 2015, quando a lei brasileira passou a considerar este tipo de crime. Os dados locais estão na contramão do país, que apresentou crescimento de 7,3% na comparação com 2018.

O levantamento faz uma ressalva, que, apesar disso da redução, o estado ainda tem a mesma taxa de mortalidade que a média nacional: 1,2 vítimas de feminicídio a cada 100 mil mulheres.

Desde 9 de março de 2015, a legislação prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio – ou seja, que envolvam “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”. Os casos mais comuns desses assassinatos ocorrem por motivos como a separação.

Reportagem na íntegra aqui.

PIB fecha 2019 com crescimento de 1,1% em relação a 2018; na comparação com o mesmo trimestre, houve elevação de 1,7%

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O produto interno bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou o ano passado com crescimento de 1,1% frente a 2018. O resultado foi alcançado após a variação do quarto trimestre de 2019, que teve alta de 0,5% na comparação com o período anterior.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2018 houve elevação de 1,7%, o décimo segundo resultado positivo consecutivo após 11 trimestres de queda.

Os números foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 7,3 trilhões no ano. Do total, R$ 6,2 trilhões se referem ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 1,0 bilhão aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Segundo o órgão, a agropecuária cresceu 1,3%, a indústria 0,5% e serviços 1,3%.

O PIB per capta variou 0,3% em termos reais e atingiu R$ 34.533 em 2019.

Agência Brasil

Vendas de imóveis no país crescem 9,7% em 2019 e lançamentos avançam 15,4%; resultado do setor de construção foi o melhor em 4 anos

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

As vendas de imóveis residenciais no país cresceram 9,7% em 2019, na comparação com o ano anterior, somando um total de 130.434 unidades, no melhor resultado em 4 anos, segundo levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado nesta segunda-feira (2).

Já os lançamentos apresentaram uma alta de 15,4% na comparação anual, somando 130.137 unidades, também o maior resultado anual da série histórica do levantamento, iniciado em 2016.

Somente no 4º trimestre, as vendas tiveram um aumento de 13,9% em relação ao 3º trimestre, e somaram 37.513 unidades, enquanto que os lançamentos registraram alta de 28,3%, somando 44.332 unidades.

Para 2020, a CBIC projeta um resultado em linha ao observado em 2019.

Aumento dos estoques

Com o resultado, o mercado encerrou o ano passado com um estoque de 134.751 unidades, sinalizando um aquecimento do setor. No final de 2018 eram 128.606 unidas. O estoque atual, no entanto, ainda segue abaixo do registrado no final de 2016 (165.323 unidades).

O maior avanço do estoque ocorreu no Sudeste, onde a alta foi de 20% no ano, seguido pela região Norte (10,6%). Nas outras regiões, houve redução da oferta.

Os número da CBIC mostram que a região Sudeste respondeu por 61,3% das unidades vendidas no país e por 72,1% dos lançamentos. Na sequência, está a região Nordeste, com 15,8% das vendas e 10,5% dos lançamentos.

No Sudeste, os imóveis de 2 dormitórios representam 66,5% da oferta, enquanto que os de 1 dormitório respondem por 14,9% do estoque, os de 3 dormitórios, 14%, e os de 4 dormitórios, 4,6%.

Os imóveis enquadrados no programa Minha Casa Minha Vida responderam por 50,6% dos lançamentos e 45,3% das vendas no 4º trimestre de 2019.

A CBIC realizou a pesquisa juntamente com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), abrangendo dados de 17 das maiores cidades brasileiras e as regiões metropolitanas de dez capitais.

Na sexta-feira, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) informou que os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para aquisição e construção de imóveis cresceram 42,7% em janeiro em comparação ao mesmo período de 2019, atingindo R$ 7,27 bilhões. Foi o melhor resultado para o mês desde 2016.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anônimo disse:

    Menos no Rio Grande do Norte que pena para os trabalhadores da Construção Civil que amargam o desemprego a mais de 4 anos !

IBGE: Brasil registrou renda domiciliar per capita de R$ 1.438 em 2019; por estado, RN teve a 13ª maior, com R$ 1.056,59

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O Brasil registrou um rendimento domiciliar per capita de R$ 1.438,67, em 2019. O valor foi anunciado hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2018, a pesquisa do instituto mostrou que o rendimento médio por domicílio era de R$ 1.373,00.

A pesquisa é feita com base nas informações colhidas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e são enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU).

O Distrito Federal foi a unidade da federação com a maior renda em domicílio per capita: R$ 2.685,76. Enquanto o Maranhão registrou o menor valor: R$ 635,59.

Em São Paulo, a renda foi de R$ 1.945,73. No Rio de Janeiro, 1.881,57. E em Minas Gerais, de R$ 1.357,59.

A Pnad Contínua é realizada em 211 mil domicílios de 3.500 municípios. A divulgação do rendimento nominal mensal dos domicílios brasileiros serve como um dos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e dos Distrito Federal (FPE).

Veja o rendimento nominal mensal domiciliar per capita em 2019, por estado:

Maranhão: R$ 635,59
Alagoas: R$ 730,86
Pará: R$ 806,76
Piauí: R$ 826,81
Amazonas: R$ 842,08
Amapá: R$ 879,67
Acre: R$ 889,95
Bahia: R$ 912,81
Paraíba: R$ 928,86
Ceará: R$ 942,36
Pernambuco: R$ 970,11
Sergipe: R$ 979,78
Roraima: R$ 1.043,94
Tocantins: R$ 1.055,60
Rio Grande do Norte: R$ 1.056,59
Rondônia: R$ 1.136,48
Goiás: R$ 1.306,31
Minas Gerais: R$ 1.357,59
Mato Grosso: R$ 1.402,87
Espírito Santo: R$ 1.476,55
Mato Grosso do Sul: R$ 1.514,31
Paraná: R$ 1.620,88
Santa Catarina: R$ 1.769,45
Rio Grande do Sul: R$ 1.842,98
Rio de Janeiro: R$ 1.881,57
São Paulo: R$ 1.945,73
Distrito Federal: R$ 2.685,76

Com informações de Agência Brasil e G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ceará-Mundão disse:

    E o RN, como vai se portar daqui prá frente? Crescer como rabo de cavalo? Cadê as medidas necessárias para tirar o estado da crise financeira? E a reforma da previdência, que a governadora dizia que era desnecessária, que não havia déficit mas, de repente, mudou de ideia? Os servidores e os sindicalistas PELEGOS esqueceram?

  2. Jailson disse:

    Mas a da família Bolsonaro é de milhões, e se incluir a rachadinha então…
    Isso sem produzir nem um palito de fósforo. Tudo dinheiro público

    • Ojuara disse:

      Imagina a de LULADRAO heim Jailson, que roubou, desviou e utilizou em forma de corrupção centenas de bilhões de reais, quase quebrando o país. Produzir mesmo só Lulinha, o grande apanhador de merda que ficou milionário de um dia para o outro. Kkkkk

    • Tertu disse:

      Lulinha e família é de bilhões, mas foi muito difícil, segundo seu humilde pai, que tem uma renda que não conseguiu contar na audiência, e apenas uns 30 milhões bloqueados, mas o Palocci falou que tem muito mais, entretanto Palocci fala demais, e era apenas unha e cutícula, diferente de Queiroz.

FGV: economia brasileira cresceu 1,2% em 2019

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – cresceu 1,2% em 2019, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, divulgada nesta terça-feira (18), o resultado foi provocado, sob a ótica da demanda, pelos crescimentos de 2,7% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 1,8% no consumo das famílias.

As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano.

Sob a ótica da produção, os três grandes setores cresceram: serviços (1,3%), indústria (1,5%) e agropecuária (0,5%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Bom… melhor do que nada.

  2. Anônimo disse:

    Pena que a do nosso é só atraso com esse desgoverno do PT !

  3. Cidadão pagador de impostos disse:

    Em dezembro/2018 a previsão de crescimento era de 2,5%.
    O governo Bolsonaro entrega 1,2%.
    Crescimento menor q no governo Temer!
    Vai ser incompetente assim lá na casa do baralho…

    • Cidadão disse:

      Ainda, tá chorando?
      Aceita q dói menos !

    • Ceará-Mundão disse:

      Considerando o país que recebeu após a "destruição" realizada pelos governos do PT e a conjuntura mundial (comparando com outros países, o crescimento brasileiro ficou bem situado), o presidente está realizando um excelente trabalho. O Brasil está se recuperando economicamente, os índices de segurança estão melhorando, a fronteira agropecuária está se expandindo, a política externa está reaproximando o país de países "do bem" e muitas obras de infraestrutura estão sendo entregues (várias delas há muitos anos aguardadas). O Brasil melhora visivelmente. E o RN, (des) governado pela governadora do PT, como está? Faz uma análise, "cumpanhero".

    • Diógenes disse:

      Os caras não esquecem o PT partido que foi expulso do poder há alguns anos. Já furou o disco

Puxado principalmente pelas compras de órgãos públicos, registros de novas armas de fogo aumentam 63% no RN em 2019

Foto: Ilustrativa

O portal G1-RN destaca nesta terça-feira(18) que o número de novas armas de fogo registradas no Rio Grande do Norte cresceu 63% em 2019 na comparação com o ano anterior. Segundo os dados da Polícia Federal, divulgados a pedido do veículo de imprensa, foram 2.051 registros no ano passado, contra 1.259 em 2018. Ao todo, o estado conta com quase 27 mil armas legalizadas desde 2009. Por outro lado, o registro de porte de armas caiu 18% no período entre os dois anos. Apesar dos decretos federais publicados no ano passado para facilitar a posse de arma, o crescimento de armas registradas no estado foi puxado principalmente pelas compras de órgãos públicos, que passaram de 30 em 2018 para 940 registros no ano passado. O pico no mês de agosto foi puxado pelo registro de 900 armas pelo Estado. Veja detalhes aqui em texto na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão disse:

    Bolsonaro está armando sua milícia igual Hugo Chavez fez na Venezuela

    • Yury disse:

      Aceita bebê, até 2026 vai ser assim, e depois vem Moro, chora não bebê kkkkk

RN termina 2019 com queda na taxa de desemprego e aumento do rendimento médio, destaca IBGE

Foto: Reprodução

Através das redes sociais, o secretário estadual do Planejamento, Aldemir Freire, destacou nesta sexta-feira(14\ que o mercado de trabalho no Rio Grande do Norte encerrou o ano de 2019 com queda na taxa de desemprego, aumento do rendimento médio e aumento da massa de rendimento.

Segundo dados mostrados pelo secretário, entre 2018 e 2019: taxa média de desocupação caiu de 13,6% para 13,1%, rendimento médio mensal subiu de R$ 1.678 para R$ 1.789 (+6,6%) e massa anual de rendimento saiu de R$ 25,7 bilhões p R$ 27,6 bilhões (R$ 1,9 bilhão a mais e crescimento de 7,3%).

Dados do IBGE foram divulgados nesta sexta-feira(14).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joaozinho da escola disse:

    Os petista vao dizer que esse resultado nao foi gracas ao governo federal, mas resultado de uma acao do governo estadual e seu queijo de coalho de caico la em paris.

    • Ceará-Mundão disse:

      Né não? Kkkkkkk. O que foi mesmo que essa governadora já fez pelo RN até agora?

Número de assassinatos cai 19% no Brasil em 2019 e é o menor da série histórica

Foto: Aparecido Gonçalves/G1

O Brasil teve uma queda de 19% no número de vítimas de crimes violentos em 2019 em comparação com o ano de 2018. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em todo o ano passado, houve 41.635 assassinatos no país, contra 51.558 em 2018 – ou seja, quase 10 mil mortes a menos. Trata-se do menor número de crimes violentos intencionais de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coleta os dados desde 2007.

Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. A queda no consolidado do ano reforça uma tendência que tem sido mostrada pelo G1 desde o balanço de 2018.

No último trimestre, porém, a queda não foi tão acentuada quanto no restante do ano: 11,8%. Nove estados, inclusive, registraram uma alta no número de assassinatos de outubro a dezembro.

O levantamento, que compila os dados mês a mês, faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que:

o país teve 41.635 assassinatos em 2019, o menor número de toda a série histórica, iniciada em 2007
houve 9.923 mortes a menos na comparação com 2018, uma queda de 19,2%
todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos no ano
1/3 deles, porém, registrou uma alta no último trimestre
só dois estados registraram uma queda superior a 30% no consolidado do ano: Ceará e Roraima

Queda

A queda registrada no número de assassinatos no Brasil em 2019 é a maior se for levada em conta a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O número de vítimas também é o menor desde 2007, ano em que foi iniciada a coleta dos dados.

O número impressiona, inclusive, porque até 2011 os dados do Fórum se referem a ocorrências (em que é possível ter mais de uma vítima). Ou seja, ainda assim, o número de 2019, que se refere a vítimas, é menor.

Razões para a queda

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva disse:

    Parabéns, Bolsonaro !!! O estatuto do desarmamento só desarmou o cidadão de bem.

  2. Juvêncio disse:

    Vejam como são as coisas, o Brasil cheio de alienados funcionais.
    Paula Tejando está dando o mérito da diminuição da corrupção a Temer, o investigado e processado. As ações tomadas por Moro em 2019 não valeram de nada, tudo é reflexo do governo Temer que entrou mudo em 2016 e saiu calado em 2018, depois foi preso e solto duas vezes. É muito alienação proposital, muita alucinação, muita inversão no sentido da vida.
    Assim como Paula, alguns atuam como se o Brasil de 2006 a 2016 não tivesse existido, foi um período em branco, sem nada, não teve queda da indústria, o comércio não fechava um ponto comercial a cada hora, não havia desemprego, não tinha inflação, o país não estava em profunda resseção, as empresas estatais não davam prejuízo e não havia corrupção. Se algo de errado aconteceu foi culpa dos militares e de FHC e tudo que possa a vir a ocorrer de positivo, é obra de Temer. A realidade não existe para essas pessoas, vivem em estado terminal de alucinação!

  3. Gustavo disse:

    Viva Moro! Méritos ao Presidente também, que o nomeou.

    • Humberto disse:

      Se o número de ocorrências violentas cai, foi Bolsonaro e Moro. Se aumenta, culpa dos Governos.
      OU SEJA, A COMPLETA IGNORÂNCIA EM RELAÇÃO A COMO FUNCIONA O SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO PAÍS, RESULTA NESSAS CONFUSÕES.
      Existem as esferas Municipais, Estaduais e Federais. Cada ente possui uma competência e responsabilidade. E isso se estende também as áreas da Educação e da Saúde Pública.
      Entender isso é importante para quando estivermos avaliando os quadros e fazendo as leituras de dados estatísticos, saibamos distinguir corretamente o que as informações disponibilizadas estão querendo dizer objetivamente.
      Esses temas são complexos e possuem muitos considerandos a serem observados.

  4. Bento disse:

    Parabéns ao novo Governo Federal.
    Honens de bem trabalhando em prol da família e por um Brasil melhor

    • Paula Tejando disse:

      Não podemos deixar de agradecer a Michel Temer que foi quem colocou em prática todas essas ações que já se refletiram na queda de assassinato em 2018. Temer foi o melhor presidente da república e Bolsonaro está indo bem porque está dando continuidade ao que temer propos

    • Silva disse:

      Temer "golpista" ?

    • Sérgio disse:

      Por um Brasil melhor pra família deles. Taí o Queiroz, rachadinhas etc.

    • François Cevert disse:

      "Homens de bem trabalhando em prol das familias"…? Só se for a familícia dele!!!
      #CadêOQueiroz?

Educação profissional cresce em 2019 e alcança 1,9 milhão de matrículas, destaca MEC

As matrículas na educação profissional cresceram e foram registrados 1.914.749 alunos nesta modalidade de ensino no ano passado. O número representa um incremento de 11.519 matrículas em relação a 2018. O crescimento foi registrado pelo Censo Escolar da Educação Básica 2019, um retrato da educação brasileira realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

O aumento de alunos na educação profissional foi sustentado pelas matrículas em duas modalidades:

formação subsequente (cursada após a conclusão do ensino médio), com 68 mil matrículas a mais (7,6%) no ano;
integrada ao ensino médio, que teve acréscimo de 38,6 mil (6,6%) estudantes.

Esses resultados ajudaram a reduzir o impacto da queda de 102,1 mil matrículas (28,8%) na educação profissional concomitante ao ensino médio — formada por cursos profissionalizantes frequentados por alunos que ainda estão no ensino médio.

A maior parte dos alunos que frequentam a educação profissional tem até 30 anos (78,8%). As mulheres predominam em praticamente todas as faixas etárias. Do número total de matrículas, 56,7% são do sexo feminino. A maior diferença verificada na pesquisa foi observada na faixa que vai entre 40 e 49 anos, com 62% de mulheres frequentando a educação profissional.

A rede privada concentra 41,2% das matrículas da educação profissional; em seguida, vem a rede estadual (38,3%) e a federal (18,7%). São as federais que possuem o maior número de vagas ocupadas com cursos profissionalizantes: 357.179 matrículas; destas, 13,6% estão na zona rural.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zeca disse:

    Vamos fazer os cálculos:
    Antes do PT como era o ensino técnico? Hoje tem quase 2 milhões, Bozo comemorando 11mil alunos.

    11mil para 2 milhões?

    Pense num motivo para comemorar.

    Quantos IFs tem no RN? mais de 20. Quantos tinha antes do PT, acho que 2.

    Veremos quantas universidades e IFs serão inaugurados na gestão desse cidadão, criados por ele e não os que já estão em andamento.

Lucro do Banco do Brasil cresce 41% em 2019 e chega a R$ 18,16 bilhões

Foto: Marcelo Brandt/G1

O Banco do Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 18,16 bilhões em 2019. O resultado representa um aumento de 41,2% na comparação com 2018, quando a instituição lucrou R$ 12,86 bilhões.

Já o lucro líquido ajustado do banco, que exclui itens extraordinários, somou R$ 17,84 bilhões no ano passado, valor 32,1% maior se comparado ao mesmo período de 2018.

Segundo o banco, o resultado foi impulsionado pelo aumento da margem financeira bruta, associado à redução da despesa com provisões para calotes e pelo crescimento das receitas com prestação de serviços acima das despesas administrativas.

Somente no 4º trimestre, o lucro líquido foi de R$ 5,69 bilhões, com crescimento de 49,7% na comparação com os últimos 3 meses de 2018 e alta de 33,8% na ante o 3º trimestre, quando o lucro foi de R$ 4,25 bilhões.

Já o lucro líquido ajustado somou R$ 4,62 bilhões no 4º trimestre, alta de 20,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), que mede como o banco remunera o capital de seus acionistas, cresceu para 17,3% em 2019, frente a 13,9% em 2018. Segundo o BB, o resultado reforça “o compromisso de aumento da rentabilidade de forma sustentável”.

As receitas com prestação de serviços e tarifas cresceram 6,4% no comparativo anual e 0,6% em relação ao trimestre anterior.

A percentual de operações de crédito com atraso de mais de 90 dias no pagamento recuou para 3,27% em dezembro, ante 3,47% no final do 3º trimestre. No final de 2018, estava em 2,53%.

Carteira de crédito cai 2,6%

A carteira de crédito ampliada do banco finalizou o ano a R$ 680,7 bilhões, o que representa uma queda de 2,6% na comparação com 2018.

“A redução pode ser explicada principalmente pela dinâmica da carteira atacado, onde tem se observado uma migração para mercado de capitais”, avaliou o banco.

A carteira de crédito das pessoas físicas, porém, cresceu 8,9% na comparação anual (aumento de R$ 17,4 bilhões), impulsionada pelo desempenho do crédito consignado (aumento de R$ 10,2 bilhões) e do empréstimo pessoal (mais R$ 3,3 bilhões).

Já a carteira de crédito de pessoas jurídicas retraiu 10,9% (-R$ 24,1 bilhões) na comparação com o final de 2018, pressionada pelo volume de amortizações no segmento de grandes empresas (-R$ 28,9 bilhões).

Distribuição de lucros para acionistas

O BB também informou que Conselho de Administração do banco aprovou para o exercício de 2020 a manutenção do intervalo de 30% a 40% do lucro líquido a ser distribuído (payout), via dividendos e/ou juros sobre o capital próprio (JCP).

Resultados da concorrência

O maior lucro entre os grandes bancos em 2019 foi o do Itaú, que registrou ganhos de R$ 26,583 bilhões, um crescimento de 6,4% sobre 2018. Foi o maior resultado anual nominal (não ajustado pela inflação) já registrado por bancos brasileiros de capital aberto, segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica.

O Bradesco registrou um lucro líquido R$ 22,6 bilhões no ano passado, uma alta de 18,32% na comparação com 2018 (R$ 19,085 bilhões). Já o Santander reportou um lucro de R$ 14,181 bilhões em 2019, alta de 16,6% frente o ano anterior.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Verdade disse:

    Imagine o lucro das outras estatais que o Bozo quer privatizar.
    Ainda vem falar pros manés que defende a soberania do nosso país. Brinca conosco não Bozo.

  2. Cidadão Atento disse:

    E AINDA FALAM EM PRIVATIZAR?

  3. Everton disse:

    Em 2019 os bancos tiveram o maior lucro da história!!! Os banqueiros, militares e agropecuarista exportador estão dando gargalhada do povão…

  4. BOSCO disse:

    Se alguém postar pelo menos um ano em que um balanço do BB apresentou prejuízo ! Voce correntista paga até pra respirar !

  5. Paulo Antero disse:

    Quando são revelados esses números podemos entender o quanto Paulo Quedes é despreparado, não sabe o que faz, como muitos se dão ao papel ridículo de afirmar isso em público. Ajudando com outros números:
    2019 tivemos uma inflação de 3,40%
    2015 a inflação foi de 10,6%
    2019 a taxa de juros foi de 4,5%
    2015 a taxa de juros estava em 14,25%
    2019 o risco Brasil foi de 98
    2015 o risco Brasil foi de 38.000
    2019 o Ibovespa chegou a 116 mil pontos
    2015 o Ibovespa ficou em 38 mil pontos.
    SÓ PARA COMEÇO DE CONVERSA. O CHORO E A REVOLTA SÃO LIVRES

    • Osvaldo disse:

      Vc tem quanto aplicado em bolsa de valores ?
      Isso altera em na nossas vidas . Paulo Guedes é banqueiro. Acorda a corda está chegando no pescoço.

    • Ricardo disse:

      E Herinque Meirelles era o que?

Vendas do comércio acumulam alta de 1,8% em 2019 e crescem pelo 3º ano seguido

 Foto: Economia G1

As vendas do comércio varejista cresceram 1,8% em 2019, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da terceira alta anual seguida, embora tenha ocorrido uma desaceleração em relação ao ritmo de recuperação registrado em 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).

Mesmo após 3 anos de taxas positivas, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas de 2015 e 2016 e mostrou perda de fôlego na reta final do ano. Em dezembro, o volume de vendas no varejo caiu 0,1% na comparação com novembro, primeira queda mensal desde maio.

Durante a recessão, o setor acumulou uma perda de 10,2%. Nos três últimos anos, o ganho acumulado chegou a 6,3%, segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes. Ou seja, o comércio brasileiro fechou 2019 em um nível de vendas 3,7% abaixo de seu pico mais alto, alcançado em outubro de 2014. O patamar é equivalente ao registrado em abril de 2015, ainda no início da crise. No pior momento, em dezembro de 2016, ficou 13,4% abaixo do pico.

Inflação e renda freiam compras em supermercados

Segundo o IBGE, o crescimento do setor em 2019 só não foi maior por conta do segmento de hipermercado, que foi o que impulsionou as altas de 2017 e 2018. As vendas do segmento, que acumulavam até novembro alta de 0,8% no ano, perderam ritmo em dezembro e fecharam o ano com avanço de 0,4%.

“As principais razões que levaram os hipermercados a perderem o protagonismo foram a pressão inflacionária e a renda do trabalho que não cresceu”, disse a pesquisadora.

Ela enfatizou que 40% da população ocupada em 2019 era de trabalhadores informais. “O trabalho informal tem renda menor que o formal e, portanto, não tem condições de aumentar a renda para impactar nas vendas”.

Sete das 8 atividades analisadas pelo IBGE tiveram resultados positivos em 2019, com destaque para as atividades de “Outros artigos de uso pessoal e doméstico” (6%), que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos e brinquedos, “Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria” (6,8%) e o segmento de “Móveis e eletrodomésticos” (3,6%).

A pesquisa do IBGE mostra ainda que no comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 3,9% em 2019. A alta foi impulsionada pelo setor de veículos, motos, partes e peças (10%), enquanto material de construção teve avanço de 4,3%.

Desempenho de cada segmento em 2019

Combustíveis e lubrificantes: 0,6%
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,4%
Tecidos, vestuário e calçados: 0,1%
Móveis e eletrodomésticos: 3,6%
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 6,8%
Livros, jornais, revistas e papelaria: -20,7%
Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 0,8%
Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 6%
Veículos, motos, partes e peças: 10% (varejo ampliado)
Material de construção: 4,3% (varejo ampliado)

Com informações do G1

Chuvas em janeiro deste ano no RN foram 66% maiores do que o mesmo período em 2019

Foto: Ilustrativa

O aumento das chuvas ocorreu devido a atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), e em alguns momentos, juntamente com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)

As mesorregiões Leste e Agreste do Rio Grande do Norte registraram a maior média de chuvas observadas em janeiro, sendo 125,6% e 87,6%, respectivamente, superiores em comparação a janeiro de 2019. No estado como um todo o incremento foi de 66,6% do volume para o mesmo período, correspondendo a média observada de chuva de 100,7 milímetros (mm), enquanto que a esperada era de 60,4 mm.

Os postos pluviométricos, monitorados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), dos municípios de Portalegre (212,9mm), Barcelona (216,9mm), Cel. João Pessoa (2018mm), São Fernando (196,8mm) registraram a ocorrência de chuvas com volumes mais expressivos em janeiro.

De acordo com o Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da EMPARN, Gilmar Bristot, foram observadas chuvas com boa distribuição. As precipitações ocorreram em todas as regiões do RN neste período, com registros de volumes acima de 200mm no Alto Oeste e no Trairi. “As chuvas ocorridas em janeiro de 2020 no Estado ocorreram devido a atuação do sistema meteorológico Vórtice Ciclônico de Ar Superior (VCANS), e em alguns momentos, juntamente com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)”, disse.

Os primeiros dias de fevereiro já registraram a ocorrência de boas chuvas, especialmente na mesorregião Oeste Potiguar com os três maiores volumes no último fim de semana: Rafael Godeiro (133,4mm), Olho D´água dos Borges (129,7mm) e em Martins (119,4mm). “A perspectiva é de que em 2020 tenhamos um período chuvoso normal a acima do normal, dentro, ou acima, da média histórica na região semiárida potiguar”, avalia Bristot.

A tabela abaixo mostra os valores da chuva média acumulada observada em janeiro de 2020:

Produção de petróleo e gás natural cresce 8,1% em 2019

Foto: Divulgação/Petrobras

A produção brasileira de petróleo e gás natural em 2019 foi de 3,559 milhões de barris equivalentes por dia, totalizando 1,299 bilhão de barris de óleo equivalente, com aumento de 8,1% em relação a 2018, informou nesta sexta-feira (31) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a agência, o estado do Rio de Janeiro, onde estão localizados os campos de Lula e Búzios, vem crescendo sua participação na produção nacional. No ano passado, o estado foi o maior produtor de petróleo e gás natural, representando 71% do volume total produzido no país, 5,3% maior que em 2018, com uma produção de 2,528 milhões de barris equivalentes por dia.

Em seguida vem o estado de São Paulo, com participação de 11,5% na produção total: 409,77 mil barris equivalentes por dia. Segundo a ANP, o Espírito Santo foi o terceiro maior estado produtor, com uma produção de 333,68 mil barris equivalentes por dia, correspondendo a 9,4% da produção de petróleo e gás natural no país.

A produção total no pré-sal em 2019 foi de 2,183 milhões de barris equivalentes por dia, o que representa 61,3% da produção nacional. O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior campo produtor e registrou média diária de 1,196 milhão de barris equivalentes por dia, sendo responsável por 33% de toda a produção nacional no ano.

De acordo com a ANP, os campos marítimos produziram 2,683 milhões de barris de petróleo por dia e 99,8 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, o que correspondeu a, respectivamente, 96,3% e 81,4% da produção nacional. Dos campos terrestres, foram extraídos 104,1 mil barris de petróleo por dia e 22,73 milhões de metros cúbicos de gás natural, o que corresponde a uma redução de 6,53% de petróleo e um aumento de 3,56% de gás natural, em relação à produção terrestre do ano anterior, informou a agência.

Dezembro

Em dezembro de 2019, a produção de petróleo foi de 3,107 milhões de barris equivalentes por dia, superando em 0,5% o recorde registrado no mês anterior e em 15,4% a produção de dezembro de 2018. Segundo a ANP, a produção de gás natural também ultrapassou o recorde do mês anterior, com aumento de 0,9% e alcançando a média de 138 milhões de metros cúbicos de gás natural. Em relação a dezembro de 2018, houve aumento de 21,2%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Naldinho disse:

    Os comentários abaixo são de quem não entendem nada. Vejam o link. Depois que foram vendidos alguns campos.
    https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/01/30/reservas-da-petrobras-caem-para-patamares-mais-baixos-desde-2001.ghtml

  2. Bento disse:

    Esse é o PAÍS que queremos.
    Parabéns Presidente Jair Messias bolsonaro.

    • Potiguar disse:

      É lindo!! Na época de Dilma, os mimion batiam panelas porque a gasolina era R$ 2,60 ( tem um video de uma mulher no posto berrando) Agora está uma maravilha gasolina a R$ 5 reais. Valeu mito.

  3. Justiceiro disse:

    De que adianta aumentar tanto a produção, se grande quantidade está sendo mandada pra fora e estamos comprando gasolina mais cara? Entregaram a "galinha dos ovos de ouro" pra os ianques…

  4. Manoel disse:

    Depois de privatizar um monte de poços ainda aumentou a produção?? Estamos no caminho certo então né!

Desemprego mantém sequência de queda e fica em 11% em dezembro; no geral, 11,6 milhões de pessoas desocupadas

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11% no trimestre encerrado em dezembro, atingindo 11,6 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a terceira queda seguida do indicador, que ficou em 11,2% nos três meses até outubro. Com isso, a taxa de desemprego segue no menor patamar desde o trimestre encerrado em março de 2016, quando foi de 10,9%. Para trimestres encerrados em dezembro, é a menor taxa registrada desde 2015, quando ficou em 8,9%.

Alta na carteira assinada

Segundo o IBGE o maior destaque em relação aos três meses anteriores (julho a setembro) foi o aumento de 1,8% no contingente de empregados no setor privado com carteira assinada, que atingiu 33,7 milhões de pessoas. Na mesma comparação, o número de trabalhadores sem carteira assinada ficou estável, em 11,9 milhões.

“Houve um crescimento expressivo do emprego com carteira assinada, com expansão de 1,8%, o que não ocorria desde o início da série, em 2012″, apontou em nota a analista do IBGE Adriana Beringuy. Ainda assim, o número total de trabalhadores com carteira é cerca de 3 milhões inferior ao recorde da série, alcançado em 2014, quando foram registrados 36,7 milhões.

Informalidade no trimestre

Os dados do IBGE mostraram também que a taxa de informalidade atingiu 41% no quarto trimestre, um contingente de 38,4 milhões de pessoas. A categoria por conta própria, com 24,6 milhões de pessoas, ficou estável no último trimestre. Na comparação com o último trimestre de 2018, houve elevação (3,3%), representando um adicional estimado de 782 mil pessoas.

Desemprego médio de 11,9% em 2019

Foto: Economia G1

No ano de 2019, a taxa média de desocupação foi de 11,9%, ante 12,3% em 2018. Também no ano, a pesquisa apontou um contingente de 12,6 milhões de pessoas desocupadas, 1,7% a menos que em 2018.

Apesar da queda em relação a 2018, esse número de desocupados representa quase o dobro dos 6,8 milhões registrados em 2014, o menor ponto da série.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão Decepcionado disse:

    Bolsonaro supera Temer e joga 38,4 milhões na informalidade.
    O número de brasileiros com trabalho informal representa 41,1% da força de trabalho, sendo a maior desde 2016, quando Michel Temer assumiu o poder após o golpe contra Dilma Rousseff. Os dados foram divulgados pelo IBGE, na PNAD Contínua.

  2. Diogo disse:

    O coco aqui é seco, "pai". Enquanto há famílias de peixes em alguns órgãos estaduais e municipais (inclusive dentro das terceirizadas), outros tem que vender brigadeiros e trufas.

  3. Desempregado disse:

    Interessante, porém, o desemprego continua grande. Acredito a capital potiguar ainda tem um certo comportamento provinciano. Muitos trabalhos por indicação. Estou cursando a segunda graduação, e estou desempregado! Não tive uma oportunidade por indicação. Têm pessoas que mal sabem escrever, mas está em um cargo público, apenas por indicação. São critérios subjetivos, e o QI (Quem indica).
    Os cursinhos preparatório estão super lotados, de pessoas com um sonho de conquistar a estabilidade financeira no serviço público, já tentei alguns concursos.

    Como não tenho filho, um trabalho com 1 salário ficaria satisfeito, mais motivado para um futuro mais promissor.
    Desculpa o desabafo! Procura-se um emprego!