O Custo Político da Emprotur

A Governadora Rosalba quando ganhou a eleição e começou a pensar na sua reforma administrativa, um dos órgãos que seria extinto era a Emprotur (Empresa Potiguar de Promoção Turística).

A Emprotur não foi extinta e o que vemos é que virou mais uma repartição para abrigar indicações políticas. Como forma de economia, a Governadora deixou como Presidente da Emprotur o Secretário do Turismo, Ramzi Elali.

A economia pára aí. São quatro diretorias, das quais, só uma não tem indicação política, que é Francisco Barbosa (Barbosinha do Forró com Turista) que foi indicação do Secretário Ramzi Elali, para ser o Vice-Presidente, e, quem no dia a dia vai administrar a empresa que tem como dever promover o Turismo no RN.

A diretoria ainda está composta pelo diretor de marketing, Caio Magno Alves de Souza, o diretor administrativo-financeiro, Clécio Antônio Ferreira dos Santos e, pelo diretor de operação, Luiz Almir Filgueira Magalhães.

Tanto Clécio Santos quanto Caio Magno são indicações do Deputado Rogério Marinho, já Luiz Almir foi a própria Governadora que o colocou na Diretoria de Operação.

O Vice-presidente e cada diretor terão salários brutos de R$ 7.469,60 por mês. Para quem ia ser extinta, a Emprotur vai custar só de salários da Diretoria R$ 358.540,80 por ano.

Do blog: Não entro no mérito da importância da Emprotur. O que estamos abordando é o custo político, já que a mesma deveria ser estritamente técnico.