Educação

Os problemas no Instituto de Neurociências de Natal não vem de hoje.

O BlogdoBG conversou, ontem a tarde, com um pessoa diretamente ligada ao assunto e ao trabalho que era exercido no Instituto Internacional de Neurociências de Natal. Pedindo para, por enquanto, não ser identificado, o mesmo disse que “a convivência com o professor Miguel Nicolelis é praticamente impossível” e que os problemas não são de hoje, já vem de algum tempo. “Ele é excêntrico, autoritário e minimiza o trabalho dos colegas daqui”, revelou a pessoa ouvida pelo Blog.

Por coincidência, a reportagem que vamos reproduzir, a seguir, da Tribuna do Norte, praticamente diz a mesma coisa:

A parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e o cientista Miguel Nicolelis para a criação e instalação de um núcleo internacional de pesquisa na área de neurociências “trincou”. Apresentada à imprensa como “uma briga pessoal” entre pesquisadores sobre “acesso e uso de equipamentos”, a questão tem razões mais consistentes. Elas passam pelo “estilo pessoal de administração de Nicolelis”, como afirma um dos envolvidos, mas também estão relacionadas a autonomia da universidade em pesquisas bancadas por recursos públicos.

adriano abreuMiguel Nicolelis marca entrevista coletiva para falar sobre o assunto

As dificuldades nas relações da equipe de pesquisadores vinculados  a UFRN com Miguel Nicolelis e a Associação Alberto Santos Dumont (a organização social criada para gerir o Instituto Internacional de Neurociências de Natal – IINN) não são recentes. Vieram a público, agora, com a decisão do cientista Sidarta Ribeiro, um dos três  idealizadores de um núcleo internacional de neurocientistas em Natal (os outros dois são Claudio Mello e Sergio Neuenschwander), de transferir equipamentos da UFRN que estavam na sede do IINN, em Macaíba, para o novo prédio do Instituto do Cérebro, em Lagoa Nova (Natal). A própria  criação do Instituto do Cérebro fez parte, em abril deste ano, das tentativas anteriores para administrar os conflitos.

A reitora Ângela Paiva, em entrevista na manhã de ontem, expõe a tese de que se trata de “uma divergência pessoal entre pesquisadores que não põe em risco a parceria da UFRN com o IINN”. Mas, confirmou que deu o aval para a decisão de Sidarta Ribeiro de retirar os equipamentos da universidade que estavam com Nicolelis e que eles serão instalados no Instituto do Cérebro. De acordo com ela, Miguel Nicolelis já havia sido informado da transferência, em uma reunião realizada na semana passada.

Os equipamentos científicos – computadores, centrífugas e outros instrumentos – foram adquiridos  pela UFRN mas, segundo Sidarta Ribeiro e mais sete pesquisadores  que apoiam uma revisão na parceira com o IINN, “o acesso e o uso deles estavam proibidos a alunos dos cursos de pós gradução e graduação da UFRN”. Os equipamentos, no valor de R$ 6 milhões, foram adquiridos via convênio entre a AASDAP,  a UFRN e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

A concepção da UFRN para o IINN em parceria com a ong de Miguel Nicolelis e a UFRN previa o uso compartilhado dos espaços físicos do instituto de neurociências, como também dos equipamentos. O objetivo final era “repatriar” neurocientistas brasileiros formados no exterior e também atrair pesquisadores estrangeiros. À UFRN ficaria responsável, principalmente, por viabilizar a fixação da equipe, contratando os pesquisadores para o quadro de professores; à ong de Miguel caberia a gestão administrativa e cientifica do instituto.

Entre 2003, ano de lançamento do IINN, e 2009, a universidade viabilizou a contratação de 14 professores (três deles estrangeiros) e implantou o curso de pós-graduação em Neurociências. Pessoalmente, Nicolelis conseguiu atrair doadores de peso, como Lily Safra, para o projeto; deu visibilidade internacional ao instituto e atraiu a atenção para os aspectos científico e social do trabalho do instituto em Natal e Macaíba.

A produtividade científica e acadêmica é analisada como positiva pela UFRN – os trabalhos publicados ficaram acima da média; 9 mestre e 2 doutores formados – mas, o mesmo não se pode dizer da interação com Miguel Nicolelis e o grupo mais próximo dele. Sérgio Neuenschwander, que voltou da Alemanha para trabalhar no IINN, falando para a Folha de São Paulo (edição de ontem), considera que “Nicolelis contribuiu imensamente, mas a gestão dele foi destrutiva”.

A queixa do grupo do qual Sergio e Sidarta fazem parte é quanto as limitações que desde 2008, aproximadamente, Nicolelis e a direção da AASDAP vem impondo às pesquisas e trabalhos acadêmicos dos graduados e pesquisadores da UFRN. “Nicolelis é centralizador e quer decidir o que deve ou não ser pesquisado. Além disso, por temperamento, é autoritário e, pela formação lá fora, tende a não acreditar nas capacidades locais”, comentou um dos envolvidos na questão, na condição de não ser identificado.

Reitora da UFRN tenta intermediar divergências

Para a reitora Ângela Paiva a “divergência” entre integrantes da Aasdap (organização que administra o IINN, presidida por Nicolelis) e do Instituto do Cérebro (criado pela UFRN e presidido por Sidarta Ribeiro) ocorreu devido a regras de distribuição de espaço e de acesso aos equipamentos. A reitora vem tentando intermediar o entendimento entre os dois grupos de pesquisadores e crê em uma solução para o impasse.

“Divergência é algo natural em grupos de pesquisadores. Alguns deles (do Instituto do Cérebro) já foram vinculados à Aasdap. De 2008 para cá, os concursos aconteceram e eles se tornaram professores da UFRN. As regras da Aasdap para administrar o espaço físico e os equipamentos são um pouco diferentes das regras da UFRN e é natural que conflitos aconteçam. Estamos buscando a convivência mais harmônica.”

Ângela Paiva ressaltou que na conversa mantida com Miguel Nicolelis, semana passada, ficou claro o interesse das duas instituições em manter o trabalho conjunto. “A ideia é que tracemos o modo de convivência dos dois grupos de pesquisa porque, enfim, a área estratégica é a mesma, a de neurociências”, enfatiza.

Segundo a reitora, o valor total dos equipamentos adquiridos pela UFRN para o Campus do Cérebro é de R$ 6 milhões, porém alguns, que já estavam em utilização, foram mantidos em Macaíba. “E mesmo com a transferência dos demais para a casa onde funciona o Instituto do Cérebro, eles se mantêm à disposição dos pesquisadores da Aasdap”, assegurou.

“Institutos não são concorrentes”

A reitora da UFRN, Ângela Paiva, afirma que a criação do Instituto do Cérebro pela UFRN, em dezembro de 2010, não representou uma concorrência ao IINN. “Ao contrário. Uma regra da UFRN é a de que, ao contratarmos professores e técnicos, eles precisam ter uma vinculação a um departamento ou instituto. Então essa criação era um passo necessário para que esses professores começassem a trabalhar como professores da UFRN”.

Ao todo, dez pesquisadores já integram o Instituto do Cérebro, pela universidade, e utilizavam a sede provisória em Lagoa Nova para desenvolver parte de suas atividades, aguardando a conclusão dos prédios em Macaíba. “Solicitamos que equipamentos que não estão sendo usados (em Macaíba) e que são tombados pela UFRN fossem trazidos para essa casa onde os professores estão atuando”, justificou.

A transferência, reforça, ocorreu após negociações com a Aasdap e o próprio Miguel Nicolelis. E mesmo em Lagoa Nova, os equipamentos continuariam à disposição dos pesquisadores do IINN que não possuam vínculo com a universidade. “Não há cisão. Acho até que a gente vai buscar mais parcerias. Vamos nos somar a Miguel Nicolelis, vamos ao Ministério da Educação, da Ciência e Tecnologia, para que avancemos na consolidação do Campus do Cérebro, em Macaíba.”

Para Nicolelis, afastamento de pesquisadores é “coisa trivial”

A TRIBUNA DO NORTE tentou, durante todo o dia de ontem, contato com os cientistas Miguel Nicolelis e Sidarta Ribeiro. Ambos não retornaram às tentativas de contato telefônico nem responderam aos e-mails. No final da tarde, porém, a secretária de Nicolelis enviou uma nota na qual afirma que  a Associação Alberto Santos-Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP), gestora IINN-ELS, e a UFRN continuam trabalhando em conjunto, visando concretizar o plano de criação do Campus do Cérebro em Macaíba.

“O fato de haver ajustes administrativos não significa cisão. Em relação ao grupo de pesquisadores da UFRN que está encerrando sua colaboração com os Centros de Pesquisa da AASDAP, nada impede que trabalhemos juntos no futuro. A missão do IINN-ELS, de usar a ciência como agente de transformação social do nosso país, continua sendo cumprida”, diz a publicação.

Ontem à tarde, através do twitter, Nicolelis caracterizou a saída do grupo de pesquisadores do Instituto como uma “coisa trivial”. “O IINN-ELS é irreversível. Foi apenas uma colaboração científica que acabou. Coisa trivial. A missão científica continua viva”, publicou. Em outra mensagem, desejou sorte ao grupo da UFRN. “Meus melhores votos aos pesquisadores da UFRN que decidiram criar o seu próprio instituto. Espero que eles prosperem muito”. O pesquisador marcou uma entrevista coletiva para amanhã, às 14 horas, em Macaíba.

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Política

Senado aprova projeto que cria “Pix Pensão Alimentícia”; entenda

Foto: Carlos Moura

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (7) um projeto de lei que cria um mecanismo de cobrança automática da pensão alimentícia – batizado como “Pix Pensão Alimentícia”.

O texto foi aprovado de forma simbólica, ou seja, sem registro nominal de votos, e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na prática, o projeto permite que o recebedor de pensão alimentícia solicite à Justiça que receba mensalmente o valor definido diretamente da conta de quem paga o montante.

A ideia da proposta é, segundo a autora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), “otimizar” o trabalho estatal e evitar que o credor tenha que reclamar ao juiz em momentos de dívida.

“É simples. Se o pai tem saldo, não importa em que conta, a pensão cai. A lei fica mais moderna: é menos custo pro Estado e mais segurança para quem mais importa, a criança”, disse Tabata.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em abril de 2025 e aguardava despacho da Presidência do Senado. A relatora foi a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).

A partir das datas determinadas em decisão judicial, é de responsabilidade da instituição financeira de quem paga realizar a cobrança do valor acordado. Caso não haja saldo na hora do pagamento, o banco responsável atuará para bloquear ativos financeiros de quem deve até que a dívida seja paga.

No âmbito da Justiça, o PL 4.978 de 2023 também define que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) compartilhe dados de pagamento de pensões alimentícias, bem como a relação de cobrança e dívida das partes envolvidas.

A pensão alimentícia é um direito destinado a garantir o conceito de subsistência, como alimentação, saúde, educação e lazer para filhos e dependentes.

O valor é calculado com base na regra do binômio: necessidade — de quem recebe — e possibilidade — de quem paga. O dever de pagar pode se estender a ex-cônjuges, outros parentes, gestantes e filhos de até 18 anos, com possibilidade de acréscimo até 24 anos caso o filho permaneça estudando ou sob necessidade do auxílio.

CNN

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Política

Após audiência nos EUA, Flávio diz que PT é “partido das taxas”

Foto: Divulgação

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta terça-feira (7/7), que fez a “defesa do Brasil” durante audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e classificou o PT como “partido das taxas”.

“Acabei de fazer a defesa do Brasil contra as tarifas e contra o Lula também. Fizemos uma defesa técnica, mas também política, explicando que o único que quer essa tarifa no Brasil é o Lula, achando que isso pode ter algum benefício eleitoral para ele”, declarou.

A audiência faz parte das discussões sobre a tarifa comercial de 25% aplicada pelos EUA a produtos brasileiros. O senador criticou a ausência de representantes do governo na ocasião.

“Não tinha ninguém, nem umzinho do governo Lula escalado para fazer a defesa nessa espécie de tribunal”, afirmou.

Durante a gravação, Flávio mostrou a palma da mão com a inscrição “PT Tax Party” (“Partido das taxas”, em português), escrita em inglês com caneta.

Ao final do vídeo, o parlamentar afirmou que continuará defendendo os interesses do Brasil, mesmo sem ocupar a Presidência da República.

“Estou aqui fazendo minha parte, mesmo sem ser o presidente da República do Brasil, ainda. Estou aqui fazendo meu trabalho e defendendo o interesse do povo brasileiro. Sigo defendendo os brasileiros, enquanto Lula segue defendendo os bandidos brasileiros”, concluiu.

O governo Lula, por sua vez, enviou apenas observadores para acompanhar os debates.

Metrópoles

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Brasil

“Peleleco”: PF suspeita que CPMI vazou conversas de Vorcaro

Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Federal identificou indícios de que informações sigilosas do inquérito sobre o Banco Master podem ter sido vazadas a partir da sala-cofre da CPMI do INSS. Diante da suspeita, investigadores pretendem solicitar os registros de entrada e saída do local, além das imagens do circuito interno de segurança, para identificar quem teve acesso ao material.

A apuração busca esclarecer como dados protegidos por sigilo chegaram ao conhecimento de terceiros. A avaliação dentro da PF é que a identificação da origem do vazamento é considerada essencial para preservar a validade das provas e evitar questionamentos judiciais que possam comprometer o andamento das investigações.

A sala-cofre foi criada justamente para restringir o acesso aos documentos da investigação, com regras rígidas de consulta e monitoramento. O controle foi reforçado após sucessivos episódios de divulgação de informações sigilosas envolvendo o caso Master.

Diário do Poder

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Mundo

PCC e CV: EUA rebatem Itamaraty e chamam de “absurdo” uso da força contra o Brasil

Foto: Reprodução/Metrópoles

O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou como “absurdo” o temor manifestado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, de que Washington possa utilizar força militar em território brasileiro após a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Em resposta exclusiva ao Metrópoles, a diplomacia norte-americana criticou a hipótese e afirmou que as medidas adotadas têm como objetivo combater grupos criminosos que atuam em território norte-americano.

“Esse comentário é absurdo. Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas, no âmbito de suas próprias competências soberanas, para combater os narcoterroristas. Essas gangues brasileiras agora atuam nos Estados Unidos, e vamos defender nosso povo contra elas”, afirmaram.

Em resposta ao Metrópoles, o Departamento de Estado afastou qualquer possibilidade de que a designação tenha como objetivo justificar uma intervenção no Brasil.

A pasta sustentou que a política estadunidense está voltada ao combate de organizações criminosas que passaram a atuar em território dos Estados Unidos e afirmou que “alegações vagas” de intervenções militares podem “ajudar e incentivar” grupos terroristas.

“Alegações vagas de intervenção costumam servir de pretexto para ajudar e incentivar alguns dos grupos mais violentos do mundo”, disseram.

Documento do Itamaraty

A manifestação responde às declarações contidas em um documento assinado por Mauro Vieira e encaminhado pelo Ministério das Relações Exteriores à Câmara dos Deputados.

No texto, o chanceler afirma que a decisão unilateral dos Estados Unidos de enquadrar o PCC e o CV como organizações terroristas poderia abrir margem para ações extraterritoriais contra instituições brasileiras, inclusive com o “risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”.

Metrópoles

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Mundo

Turista norueguesa que sumiu após celebrar vitória sobre o Brasil na Copa é achada morta

Foto: Reprodução

Uma adolescente norueguesa, dada como desaparecida após sair à noite para celebrar a vitória do seu país sobre o Brasil pela Copa do Mundo (2 a 1), foi encontrada morta na segunda-feira (6/7).

Nikoline (o sobrenome não foi revelado), que tinha 17 anos, desapareceu da popular casa noturna Funky Buddha, em Puerto Banús (Costa del Sol, Espanha), na madrugada de segunda-feira, de acordo com o “Sun”.

Descobriu-se agora que ela morreu pouco antes das 5h30, após ser atropelada na rodovia A7, perto de Cala de Mijas, nas proximidades de Marbella.

Uma testemunha relatou que uma mulher havia sido atingida por um caminhão de carga pesada e que o motorista fugira do local.

A mãe da jovem, desesperada, havia comunicado o desaparecimento à polícia após ela não retornar para, depois de publicar um apelo nas redes sociais. Inicialmente, pensava-se que Nikoline tivesse sido vítima de sequestro.

Segundo o jornal “SUR”, a mãe relatou que Nikoline e vários amigos se encontraram num bar na região de Calahonda por volta de 1h. O grupo chamou um Uber para o centro histórico de Marbella, onde se encontrou com outros jovens noruegueses antes de seguir para uma casa noturna em Puerto Banús. Entre as 3h e as 4h da manhã, uma amiga da jovem foi ao banheiro da casa noturna e, ao retornar, Nikoline havia desaparecido, conta a mãe da jovem.

“Sempre que ela fica fora até tarde, ela costuma manter contato conosco”, disse a mãe enquanto ainda tinha esperança de a filha ser encontrada vida.

A adolescente não portava documentos de identificação, mas a polícia confirmou sua identidade após investigações decorrentes do registro do desaparecimento feito pela família. Policiais estão à procura do motorista envolvido no caso e ainda trabalham para refazer os passos de Nikoline até o atropelamento. Ainda é desconhecido o motivo pelo qual a norueguesa estava à beira de uma estrada.

Nikoline deveria regressar com a família à Noruega na segunda-feira.

O Ministério das Relações Exteriores da Noruega confirmou oficialmente o falecimento e declarou que a embaixada norueguesa em Madri está prestando assistência à família.

Extra

 

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Geral

SEM RESSACA: Ministro da cota de Bolsonaro no STF virou ‘amigo de whisky’ de Lula, diz colunista

Foto: Reprodução

O ministro Kassio Nunes Marques se aproximou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ponto de os dois tomarem whisky juntos.

Um desses encontros foi narrado pelo próprio ministro a colegas. Segundo esse relato, foi Nunes Marques quem levou a bebida para o convescote.

Nunes procurou o presidente para tentar emplacar seu juiz auxiliar Henrique Gouveia da Cunha como desembargador do TRF1. Em 2023, Lula já havia atendido a um pedido do ministro para o preenchimento de outra vaga no tribunal com a indicação do juiz João Carlos Mayer. O petista empoderou ainda mais Nunes Marques com a indicação de Carlos Brandão para o STJ.

A coluna apurou que, durante a conversa, Nunes avisou ao presidente que votaria pela condenação de Cláudio Castro por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. O julgamento estava parado por um pedido de vista do ministro. Em maio deste ano, ele devolveu o caso para o plenário e o ex-governador foi declarado inelegível por oito anos.

A aproximação entre o ministro e Lula é recente e discreta. Nunes Marques foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, assim como André Mendonça. Ambos têm sido alvo de ataques da rede bolsonarista que questionam posicionamentos dos dois em alguns julgamentos.

A relação com Nunes Marques foi afiançada pelo ministro Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) e o governador Rafael Fonteles (PT). Juntos, eles formam em Brasília a “República do Piauí”. O ministro também é próximo do presidente do PP, Ciro Nogueira, outro conterrâneo.

Nunes Marques e André Mendonça ocupam atualmente a presidência e a vice-presidência do TSE e serão responsáveis por conduzir a Justiça Eleitoral durante as eleições deste ano.

Coluna de Andreza Matais, Metrópoles

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Brasil

Homem termina namoro após ganhar R$ 2,5 milhões na Mega-Sena e Justiça manda dividir prêmio com ex

Foto: Marcello Casal Jr

Ganhar mais de R$ 2,5 milhões na Mega-Sena não impediu um homem de enfrentar uma longa disputa judicial com a ex-namorada. Após o fim do relacionamento, ele acabou condenado a repassar R$ 1,2 milhão à antiga companheira depois que a Justiça reconheceu que ambos tinham um acordo verbal para dividir qualquer prêmio conquistado em apostas feitas durante o namoro, segundo informações do g1.

A decisão foi tomada por unanimidade pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), que determinou o pagamento de R$ 1.294.491,32 à mulher. Ainda cabe recurso. O caso envolve o concurso 2.486 da Mega-Sena, sorteado em 31 de maio de 2022. O casal participava de um bolão realizado em Blumenau, no Vale do Itajaí, e possuía uma das 32 cotas da aposta vencedora, que rendeu mais de R$ 2,5 milhões.

Na ação, a mulher sustentou que os dois tinham o costume de apostar juntos e haviam combinado, mesmo sem contrato formal, que qualquer prêmio seria dividido igualmente entre eles. Em primeira instância, ela recebeu apenas valores referentes a pagamentos parciais feitos pelo ex-companheiro, montante bem inferior ao que reivindicava.

As duas partes recorreram da decisão. O homem alegou que nunca existiu qualquer pacto para compartilhar o prêmio e afirmou que as apostas eram realizadas exclusivamente por ele. Já a ex insistiu que havia um compromisso firmado entre os dois e pediu o reconhecimento do direito à metade da premiação.

Ao analisar o recurso, o desembargador relator concluiu que o conjunto de provas apresentado no processo era suficiente para comprovar o acordo verbal. Mensagens trocadas pelo casal, boletim de ocorrência, depoimentos de testemunhas e os pagamentos efetuados pelo próprio ganhador após o sorteio reforçaram a versão da autora da ação.

Com esse entendimento, o tribunal reformou parcialmente a decisão de primeira instância e reconheceu o direito da mulher à metade do valor correspondente à cota premiada do bolão, determinando que o ex-companheiro faça o pagamento de R$ 1,294 milhão.

 

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Geral

Lote relâmpago de ingressos gratuitos para o Pôr do Samba já está disponível

Nova remessa é limitada e pode se esgotar a qualquer momento; evento acontece no dia 1º de agosto e marca a primeira apresentação do grupo Caju Pra Baixo em Natal. Foto: Divulgação

Após o esgotamento do primeiro lote de ingressos gratuitos, a organização do Pôr do Samba anunciou a liberação de um lote relâmpago para o público que ainda deseja garantir presença no evento. A nova remessa já está disponível, é limitada e pode acabar a qualquer momento.

Os ingressos podem ser retirados gratuitamente pela plataforma Outgo, por meio do link https://outgo.com.br/por-do-samba2026. A orientação da organização é que os interessados realizem a retirada o quanto antes, já que, devido à quantidade limitada, os ingressos podem se esgotar rapidamente.

O Pôr do Samba será realizado no dia 1º de agosto, na Prainha Via Costeira, reunindo música, gastronomia, serviços e uma estrutura preparada para proporcionar uma experiência à beira-mar durante o pôr do sol. A grande atração será o grupo Caju Pra Baixo, que se apresentará pela primeira vez em Natal, além de outras atrações que completam a programação.

Com proposta de valorizar o samba e promover um encontro entre música, cultura e lazer, o evento chega à edição de 2026 após grande procura do público, refletida no rápido esgotamento do primeiro lote de ingressos.

A organização reforça ainda que os ingressos gratuitos terão validade somente até as 18h do dia 1º de agosto. Após esse horário, não será permitida a entrada com esse tipo de ingresso, mesmo para quem tenha realizado a retirada antecipadamente.

O Pôr do Samba é realizado por meio do Programa Cultural Câmara Cascudo, da Secretaria de Estado da Cultura e do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O evento também conta com incentivo da Prefeitura do Natal, por meio do Programa Djalma Maranhão, e produção da FF Entretenimento. Os patrocinadores desta edição são Tanlux, Coca-Cola e Unimed Natal.

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Esporte

Ancelotti vai ganhar 20% de aumento no salário, mesmo após fracasso do Brasil na Copa

Foto: AFP

A seleção brasileira colecionou decepções na Copa do Mundo. A eliminação mais precoce desde 1990, recorde negativo de posse de bola, país que menos correu entre os 48 participantes… Ainda assim, Carlo Ancelotti terá direito a um aumento salarial de 20% no novo contrato, que se inicia com o fim do Mundial e só se encerra em 2030.

A notícia é do R7. Com um detalhe importante: o salário do italiano, de R$ 5 milhões mensais, já fazia dele o mais bem pago entre todos os treinadores da Copa. A prorrogação do vínculo acertada com o presidente da CBF, Samir Xaud, vai lhe garantir R$ 6 milhões mensais.

Serão R$ 72 milhões por temporada ou R$ 288 milhões até a Copa em Portugal, Espanha e Marrocos, marcada para 2030. Demitir Carlo Ancelotti significaria uma multa extremamente alta, que não foi revelada pela CBF. Se o treinador pedir demissão, terá de pagar o equivalente a um mês de seus vencimentos.

Ancelotti também conseguiu manter o bônus de R$ 30 milhões em caso de título da próxima Copa do Mundo. Como se sabe, a premiação para o Mundial de 2026 não será paga diante da campanha medíocre nos Estados Unidos.

Depois de Ancelotti, os técnicos mais bem pagos da atual Copa são Thomas Tuchel, na Inglaterra; Mauricio Pochettino, nos EUA; e Jullian Nagelsmann, na Alemanha. Apenas Tuchel segue com chances de título – a Inglaterra enfrenta a Noruega nas quartas de final.

 

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Geral

‘DARK HORSE’: Filme sobre Bolsonaro dá primeiro passo para ser exibido nos cinemas brasileiros

Foto: divulgação

A distribuidora Europa Filmes deu início ao processo para lançar nos cinemas a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A empresa solicitou à Agência Nacional do Cinema (Ancine), em 22 de junho, o Registro de Obra Estrangeira, etapa necessária para obter o Certificado de Registro de Título e, posteriormente, a classificação indicativa do Ministério da Justiça.

A Ancine tem prazo de até 30 dias para analisar o pedido, podendo ampliar esse período caso sejam necessárias informações complementares.

O filme ‘Dark Horse’ é alvo de controvérsias desde o anúncio. Investigações apuram suspeitas de irregularidades no financiamento da produção, incluindo recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro e contratos da produtora com a Prefeitura de São Paulo.

Parlamentares da base do governo também pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o adiamento do lançamento, sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada. O pedido, porém, foi rejeitado pelo presidente da Corte, ministro Nunes Marques.

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