Diversos

Em nota, Governo do Estado diz que não procede a informação que a empresa Chint vai se instalar em solo cearense

Nota à Imprensa

O Governo do Estado esclarece que, conforme amplamente divulgado pelo próprio Governo do Ceará e pela imprensa daquele estado, a fábrica de painéis solares que será instalada no segundo semestre deste ano no CE não é a empresa chinesa Chint, visitada pelo governador Robinson Faria em missão comercial na China, em fevereiro deste ano.

A empresa que se instalará, segundo as informações amplamente divulgadas, é a cearense Sunlight Energy Brasil, que tem uma participação de 20% da empresa chinesa Hareon Solar.

Portanto, não procede a informação de que a Chint, que assinou protocolo de intenções com o Governo do Rio Grande do Norte, vai se instalar em solo cearense.

O governo do Rio Grande do Norte informa ainda que prossegue com os contatos com a empresa Chint para que seja instalada uma fábrica de energia fotovoltáica desta empresa no RN.

Opinião dos leitores

  1. enquanto o RN briga para trazer essas empresas sem futuro pra cá os estados de Santa catarina,Pernambuco e Goias lutam pela gigante montadora alemã VOLKSWAGEN.

  2. quem tá impedindo?, ele é que não nasceu pra isso, vai se aposentar no primeiro mandato no executivo, como micarla……, e vcs vão continuar elegendo as mesmas figurinhas repetidas.

  3. A imprense marrom quer detonar o Governador Robinson Faria a todo custo. Deixem o homem trabalhar, vamos torcer a favor do Rn, e não contra. Precisamos unir forças para alavancar os investimentos no Rio Grande do Norte. ???✋️✋️

    1. Parabéns Concordo completamente com seu Comentário João Cabral Sobrinho Deixem o homem trabalhar, vamos torcer a favor do RN, e não contra. Precisamos unir forças para alavancar os investimentos no Rio Grande do Norte. ???✋️✋️

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Diversos

Economia do Brasil cresce 1,3% em fevereiro, diz Banco Central

TANTO O IBC-BR QUANTO O PIB SÃO INDICADORES QUE MEDEM A ATIVIDADE ECONÔMICA (FOTO: THINKSTOCK)

A economia brasileira voltou a crescer. Nas contas do Banco Central, a expansão foi de 1,3% em fevereiro. A previsão dos analistas para o Índice de Atividade Econômica da autoridade monetária (IBC-Br), divulgado na manhã desta segunda-feira pela autarquia era uma alta de 0,6%.

ICB-Br

O IBC-Br foi criado pelo BC para ser uma referência do comportamento da atividade econômica que sirva para orientar a política de controle da inflação pelo Comitê de Política Monetária (Copom), uma vez que o dado oficial do Produto Interno Bruto (PIB) é divulgado pelo IBGE com defasagem em torno de três meses. Tanto o IBC-Br quanto o PIB são indicadores que medem a atividade econômica, mas têm diferenças na metodologia.

O indicador do BC leva em conta trajetória de variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (indústria, agropecuária e serviços).

Já o PIB é calculado pelo IBGE a partir da soma dos bens e serviços produzidos na economia. Pelo lado da produção, considera-se a agropecuária, a indústria, os serviços, além dos impostos. Já pelo lado da demanda, são computados dados do consumo das famílias, consumo do governo.

Época Negócios

Opinião dos leitores

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Judiciário

Servidores denunciam Rinaldo Reis: uma cortina de fumaça?

Resultado de imagem para rinaldo reis e servidores

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Às vésperas da eleição do novo procurador-geral do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Norte, marcada para esta segunda-feira, 17 de abril, o atual chefe da Procuradoria Geral de Justiça, Rinaldo Reis, foi alvo de uma ação civil pública que causa muita estranheza. Pelo conteúdo, pelo período em que foi impetrada e pelos objetivos.

A Federação Nacional dos Servidores Públicos dos Ministérios Públicos Estaduais (Fenamp) e o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Sindsemp/RN) acusam o atual chefe do Ministério Público de usar o cargo para custear despesas de viagem (diárias e hospedagem) para participar das reuniões do Conselho Nacional dos Procuradores do Ministério Público dos Estados e da União.  Ressalte-se que Rinaldo Reis é o atual presidente do Conselho.

Com a ação civil pública, os servidores do MP, por intermédio de suas entidades nacional e estadual, querem que Rinaldo Reis devolva aos cofres públicos algo superior a 80 mil reais, que teriam sido custeados pelo MP do Rio Grande do Norte. Chamam de isso de fazer “favores com o chapéu alheio”.

Que Rinaldo Reis fez uma gestão austera e muito dura com os servidores do MP não há dúvida. O recente atentado promovido por um servidor contra Reis e que teve como vítimas outros dois promotores é uma prova disso.

Desde a eleição de Reis como procurador-geral travou-se uma guerra declarada entre o chefe do MP e o sindicato dos servidores. Os vários releases distribuídos pela entidade ao longo do tempo mostram isso.

Mas a ação civil pública parece ter motivação de caráter pessoal e eleitoral. Seus autores pedem bloqueio de bens e restituição dos gastos aos cofres públicos. Outras ações ao longo dos últimos três anos impetradas contra Reis no conselho nacional foram rejeitadas.

De qualquer forma, a ação mostra a que ponto chegou o relacionamento entre a entidade dos servidores e o procurador-geral. Rinaldo Reis não participará da eleição desta segunda-feira nem indicou candidato à sua própria sucessão.

Ao parece, a ação civil pública tem as características próprias de iniciativas eleitoreiras, destinadas a criar uma cortina de fumaça.

Parece que o único e claro objetivo é constranger e criar dificuldades. Uma derradeira tentativa de atingir alguém que os autores da ação não conseguiram impedir que administrasse ou tomasse as atitudes que achou necessárias no comando do Ministério Público, mesmo que em alguns momentos elas tenham parecido dessarroáveis.

 

Opinião dos leitores

  1. Deviam sim acabar a farra do auxílios, um estado quebrado paga o maior auxílio alimentação do planeta de 1.600reais e ainda tem o imoral e vergonhoso auxílio moradia de 5mil.
    Owww povo justo!!!! Kkkkk

  2. O caso é simples, pois resolve-se com a simples pergunra: Utilizou-se o PGR, ou não, de verbas públicas para fins privados?

  3. De fato, o MP/RN se enfraqueceu muito na última gestão, que parece ter priorizado apenas o lado financeiro dos seus Membros. Faz tempo que não se vê uma Operação de magnitude do MP Estadual, infelizmente, acredito que as últimas foram na gestão de Onofre.

  4. Enquanto o MP se preocupa com sua gestão e seu feudo, a população carece de um MP eficiente… estamos entregues à perseguição do MP aos professores em sala de aula, flanelinhas que ameaçam nos estacionamentos da cidade e fazem posse de espaço público, comerciantes que privatizam espaço público para estacionamentot próprio, menores de idade que trabalham na feira como pastoradores de veículos e outras atividades, etc, etc… Estão ganhando salário mas não fazem o que deveriam ao povo e para o povo !!

    1. Tem pergunta mais fácil não! kkkkkkkkkkk

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Diversos

Delator diz que Odebrecht repassou R$ 200 mil de caixa 2 para campanhas de Robinson e Fábio Faria em 2010

Um dos delatores da Odebrecht , o ex-executivo Ariel Parente, afirmou em depoimento que consta do sistema da empreiteira o repasse de R$ 100 mil para o deputado federal do Rio Grande do Norte Fábio Faria (PSD), além de outros R$ 100 mil para o governador do RN, Robinson Faria (PSD), valores provenientes de caixa 2.

Segundo Parente, o dinheiro teria sido repassado para a campanha dos políticos em 2010. Na ocasião, Fábio disputou vaga na Câmara Federal, enquanto Robinson, era vice na chapa majoritária que elegeu Rosalba Ciarlini (na época candidata do DEM) governadora do RN, e atual prefeita do município de Mossoró. Ainda segundo o delator, as doações via caixa 2 teriam sido efetuadas “possivelmente” em São Paulo.

Opinião dos leitores

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Polícia

FOTOS: Suspeito morre e outro é detido após “desconhecido” reagir a ação criminosa na Zona Sul de Natal

Fotos: cedidas

Um suspeito foi morto e outro foi preso durante um assalto na manhã desta segunda-feira (17) no bairro de Potilândia, Zona Sul de Natal. Informações de populares dão conta que a dupla foi surpreendida por um homem que passava no local e atirou contra os criminosos. Eles teriam feito reféns pelo menos três pessoas em uma loja de material de construção. Felizmente, nenhuma das vítimas foi ferida.

Segundo a PM,  há suspeita de que um terceiro suspeito conseguiu fugir. O suspeito detido foi alcançando pouco tempo depois na região. Os policiais militares chegaram até o local após um morador presenciar a movimentação suspeita no estabelecimento seguido da ação do “justiceiro”.

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Opinião dos leitores

  1. Só falta agora os DIREITOS HUMANOS aparecerem para protestar contra a morte desse marginal.
    Parabéns ao HERÓI que acabou com esse vagabundo.

  2. Justiceiro??? Em alguns paises serios seria chamado de heroi. Aqui se iguala a bandido quem age contra bandido assaltante.

  3. semana passada nesse blog foi relatado moradores de potilandia sendo assaltados e a policia não fez nada…….
    sendo assim estão fazendo…..
    que não venham para o bairro, pois estamos preparados……
    fica a dica.

  4. Se continuarem matando vagabundo desse jeito os Direitos Humanos vão terminar tendo que, a contragosto, defender quem se martiriza nos corredores dos hospitais esperando um leito ou cirurgia.

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Diversos

FOTOS: Três são presos em flagrante tentando jogar drogas, celulares e outros materiais para dentro do CDP em Assu

Três homens, sendo um deles um adolescente de 17 anos, foram detidos em flagrante nessa segunda-feira(17), com 14 celulares, 5 carregadores, materiais cortantes e cerca de 50 gramas de maconha, que seriam jogados para dentro do Centro de Detenção Provisória de Assu. O trio foi surpreendido depois que agentes de segurança receberam a denúncia informando o objetivo da ação criminosa. A partir de então, os agentes penitenciários redobraram a atenção e no início da madrugada perceberam uma movimentação estranha pelo sistema de segurança da unidade, e solicitaram apoio a PM. Após a chegada de uma guarnição da força tática e GTO, foi feito o cerco e os três foram rendidos.

Segundo a PM, o trio foi identificado por; Joarbson Tavares de Macedo, 29 anos, Raul Lourenço da Silva Filho, 31 anos,  e um adolescente de 17 anos, residentes do próprio município.

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Diversos

Acredite: existem grupos secretos no WhatsApp; acesse, e conheça novos temas em debate

A extensão Grupos para WhatsApp permite que usuários do Chrome encontrem e participem de grupos pelo WhatsApp Web. A ferramenta organiza no navegador um menu de links com convites para grupos de diversos temas. Ao seguir esses links, o usuário encontra uma foto de capa, a descrição do grupo e o número de participantes. Dessa maneira, é possível saber quais desses chats estão ativos para então acessar as conversas. A dica é ideal para pessoas que gostam de grupos e desejam conhecer novos temas em debate no WhatsApp. Veja matéria aqui com passo a passo.

Globo via Techtudo

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Diversos

Falsos disparos criam caos e deixam vários feridos em Nova York

Várias pessoas ficaram feridas nesse domingo (16) em Nova York por causa do pânico criado pela crença de que tinham sido feitos disparos em um parque de diversões, o segundo incidente deste tipo registrado nos últimos dias.

De acordo com fontes da polícia e dos bombeiros citados pela rede de televisão CBS, o fato aconteceu perto do parque de atrações de Coney Island, um dos lugares favoritos da população para desfrutar das praias locais.

Aparentemente, houve uma briga no parque, com uma pessoa detida e algumas garrafas de vidro quebradas, e um dos fortes ruídos gerou a crença de que se tratava de um tiro, o que criou o caos.

No entanto, fontes policiais negaram que tenha havido um tiroteio no local. “Qualquer relatório sobre disparos na área do parque recreativo de Coney Island é falso. Não foram feitos disparos”, disse o esquadrão de polícia da região. Os relatórios dão conta de vários feridos, sem detalhar o número, que foram tratados com ferimentos leves.

Na noite de sexta-feira passada (14) houve uma situação parecida na estação de trens Penn Station, de Manhattan, ao começar o pânico por causa de falsos disparos, em um incidente que causou ferimentos leves em 16 pessoas.

Agência Brasil

 

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Jornalismo

Reforma da Previdência não põe fim a privilégios de algumas categorias

Por Estadão Conteúdo

O discurso de que a reforma da Previdência trata todos os trabalhadores de igual para igual foi colocado em xeque, segundo economistas, principalmente depois das últimas flexibilizações acordadas entre o governo e o relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Uma série de categorias continuará a ser privilegiada com regras mais brandas, como políticos e servidores públicos. Em diferentes ocasiões, o relator e representantes do governo têm destacado pontos que serão comuns à maioria dos brasileiros caso a proposta seja aprovada pelo Congresso, como a limitação do valor da aposentadoria ao teto do INSS (R$ 5.531,31). Mas outros aspectos da reforma não se aplicam de fato a todos.

Um deles é a regra de transição. Embora a reforma preveja que os políticos seguirão as mesmas exigências de idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos, isso só valerá para os novos eleitos. Para conduzir os que hoje exercem mandato ao novo modelo, o texto diz que os próprios políticos deverão propor e aprovar sua regra de transição, só que não há prazo para isso. Até lá, eles continuam com as regras atuais: 35 anos de contribuição e 60 anos de idade.

“O governo deixou muito solto. Ficou muito no simbólico, talvez mais para discurso do que uma coisa realmente estruturada”, diz um economista na condição de anonimato. “O texto também é muito silente em relação a acúmulo de benefícios por políticos. Não vejo o texto sendo autoaplicável a eles, teria de ter alguma interpretação judicial.”

Nos últimos dias, o relator também lançou a ideia de permitir que os políticos tenham um plano de previdência complementar, assim como os servidores. A iniciativa exigiria que a União pagasse contribuição igual à do beneficiário, de até 8,5% sobre a parcela do salário que está acima do teto do INSS. Hoje, nenhum funcionário que exerça cargo de confiança ou político pode aderir a fundo de previdência complementar patrocinado pelo governo.

Servidores. Após um lobby intenso de professores e policiais civis e federais, que hoje têm regras especiais de aposentadoria, o governo e o relator desistiram de igualá-los aos demais trabalhadores. Com isso, eles terão de cumprir idade mínima menor, de 60 anos. O argumento oficial é que outros países mantêm a diferenciação para essas profissões, mas a decisão implica retirar do texto a proibição de qualquer caracterização de exigências por categoria.

“Isso, do meu ponto de vista, não é um demérito do governo, mas sim da sociedade”, diz o economista Paulo Tafner, do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). “Em todas as áreas, tudo o que se ouve é ‘queremos reduzir desigualdade’. A hora que tem uma proposta com enorme igualdade de tratamento, o que acontece? Grupos organizados dizem ‘queremos igualdade sim, mas para os outros’. Trata-se, do meu ponto de vista, de uma esquizofrenia social.”

A economista Ana Carla Abrão, ex-secretária de Fazenda de Goiás e filha da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), também acredita que o regime previdenciário brasileiro precisa ser mais justo do ponto de vista social. Ela, que é contra a diferenciação de idade mínima entre homens e mulheres, defende a unificação das regras. “Há privilégios que tornam a Previdência regressiva, ou seja, ela beneficia os mais ricos em detrimento dos mais pobres. Isso tem de mudar.”

A retirada dos servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência também foi vista como manutenção de privilégios, além de privar os Estados de uma solução para suas finanças. A medida, anunciada como sinal de respeito à autonomia federativa, é considerada uma “excrescência” por técnicos estaduais e economistas. Ninguém garante que os Legislativos aprovarão as regras de aposentadoria nos Estados – a solução seria o relator fixar um prazo para isso, que certamente expiraria e resultaria na extensão das regras da União a todos.

O temor é que eles acabem cristalizando seus privilégios e desidratem ainda mais a reforma da Previdência.

Opinião dos leitores

  1. É triste deprimente quando se fala em reforma que derespeita ao trabalhador, pois a desigualdade Social cai de forma devastadora como em todas as situações. POIS NO BRASIL TUDO FUNCIONA NA BASE DO ARRUMADINHO BENEFICIANDO COMO SEMPRE OS PRIVILEGIADOS.

  2. A reforma da previdência é uma grande enrolação, mais uma conta para o povo pagar despesas dos setor público.
    Quer viabilizar a previdência?
    Diminua em 30% p valor destinado aos partidos políticos e remaneje para previdência;
    Diminua em 50% as verbas de gabinete dos Deputados e Senadores e destine a previdência;
    Torne corrupção crime hediondo e com a saldo dos bilhões, repasse a previdência.
    Muito mais simples e nobre que cobrar mais uma conta no lombo dos que trabalham.
    Senhores políticos, tenham 1% de dignidade com o povo que os elege.
    POVO – APRENDA A VOTAR

  3. ESSA REFORMA TEM QUE IR PARA O LIXO!
    O POVO ESTÁ PARADO, COXINHAS E MORTADELAS, SABEM QUE O DINHEIRO DA PREVIDÊNCIA ESTÁ NOS BOLSOS DOS POLÍTICOS. DA PROPINA !

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Geral

Pagamentos de propinas continuaram após Lava Jato, diz Emílio Odebrecht

Por FOLHAPRESS

Odebrecht informou na sua delação premiada que só pôs fim aos pagamentos de propina e caixa dois feitos pela empresa mais de um ano após o início da Operação Lava Jato. O patriarca da empreiteira, Emílio Odebrecht, contou ao Ministério Público Federal que deu ordens para acabar com repasses ilícitos somente após a prisão do filho Marcelo, então presidente do grupo, em junho de 2015.

Com a detenção do filho, Emílio voltou ao comando do grupo. A determinação, segundo ele, foi de paralisar inclusive pagamentos atrasados.

Ele mencionou um episódio envolvendo o marqueteiro Duda Mendonça como exemplo a funcionários sobre as novas diretrizes a serem seguidas na empreiteira. “Os compromissos que existiam estavam mortos”, disse.

Quando Marcelo foi preso, a Lava Jato estava em curso havia um ano e três meses –a primeira fase foi deflagrada em março de 2014.

“Quando eu, logo uma semana depois [da prisão de Marcelo Odebrecht], oficializava a entrada no Newton [de Souza] como presidente substituindo o Marcelo e ao mesmo tempo definia uma série de regras dentro da organização foi que daí para frente terminou o caixa dois, zerava, os compromissos que existiam morreram, [a ordem era] desfazer tudo, não existe mais”, afirmou Emílio.

Até então, estava acertado que a Odebrecht pagaria uma dívida de três campanhas a Duda, entre elas a da campanha de Paulo Skaf (PMDB) ao governo de SP em 2014.

Após semanas de cobranças e tentativas frustradas de acordo, chegou-se a ao entendimento de que a empreiteira compraria de Duda um terreno no sul da Bahia por um preço maior do que o real, de forma a quitar as dívidas. “Seria uma superfaturamento do terreno”, afirmou Emílio.

A Odebrecht chegou a pagar algumas parcelas por meio de uma operação simulada em que usou uma antiga parceira, a DAG Engenheira, a mesma que foi chamada a fazer repasses ao Instituto Lula.

Com a decisão de pôr fim ao pagamento de propinas, Emílio pediu, então, para desfazer o combinado, mas o terreno ainda estava em nome de Duda -ou seja, na versão do empresário, o marqueteiro ficou com parte dos recursos e a propriedade do terreno.

“Mandei desmanchar o negócio, preferi que [Duda] ficasse nos devendo do que a gente pra ele. Ele que ficou me devendo. Tenho um crédito com Duda, que não está registrado”, disse. “O meu papel foi o de ser cobrado por Duda. Podia ser R$ 1 ou ser R$ 100. Eu não tinha mais dinheiro de caixa dois”, ressaltou.

O patriarca disse ainda que ficou “tranquilo” do “ponto de vista moral”, pois havia feito algum pagamento ao publicitário e ainda devolveu o terreno, mostrando que havia “honrado o compromisso”.

Duda procurou o Ministério Público para fazer delação, mas sua proposta foi rejeitada, e ele acabou firmando acordo com a Polícia Federal.

Na gravação em que relata o episódio, Emílio dá a entender que foi provocado a detalhar o fato posteriormente à tentativa de colaboração do marqueteiro. Isso irritou os advogados de Duda, que creem que os procuradores usaram na delação da Odebrecht informações cedidas por eles na tentativa de acordo.

CONTINUIDADE

Mesmo após a prisão de Marcelo Odebrecht e das novas determinações de Emílio, alguns pagamentos continuaram, conforme delação de Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental.

Ele contou que acertou, com Marcelo, repasses de propina a Ademir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras. As negociações foram feitas em maio de 2015: R$ 3 milhões em três parcelas. O acerto aconteceu um mês antes de Marcelo ser preso no escopo da operação.

“Esses pagamentos foram realizados, um deles inclusive dois dias antes da prisão de Marcelo, e como a gente já tinha instruído o departamento e também os operadores financeiros, esses pagamentos foram feitos depois da prisão, porque uma vez que estavam instruídos a fazer, não teve como reverter”, declarou.

OUTRO LADO

A defesa de Duda Mendonça não se manifestou. Aldemir Bendine tem declarado que nunca pediu ou recebeu propina nem autorizou que qualquer pessoa negociasse pagamentos ilegais em seu nome.

Disse ainda que, durante suas gestões no Banco do Brasil e na Petrobras, jamais atuou ou prometeu atuar, para favorecer interesses da Odebrecht ou de qualquer outra empresa.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Lava-Jato: Investigados no STF podem ter penas de até 22 anos

O Globo

Dos 98 investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir da colaboração premiada da Odebrecht, 67 (68,4%) são acusados de cometer crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, cujas penas, somadas, podem chegar a até 22 anos de prisão. Os 31 restantes são acusados de crimes de falsidade ideológica eleitoral — deixar de informar à Justiça sobre uma doação recebida, prática conhecida como caixa dois —, cuja pena máxima é de 5 anos de prisão.

A distinção feita nos pedidos de investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) faz com que os acusados se dividam em dois grandes grupos, a partir dos quais é possível apontar o horizonte à vista para os próximos anos.

A indicação dos indícios de crime nas petições não significa limite de investigação: ao longo do processo, nomes que estão de um lado da lista poderão passar ao outro, e vice-versa. O levantamento do GLOBO não inclui os mais de 200 casos encaminhados a outros foros e tribunais em função da ausência de prerrogativa de foro privilegiado. Nesses inquéritos, caberá aos ministérios públicos estaduais e federal decidir se apresentarão ou não pedidos de investigação à Justiça.

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Jornalismo

Delator ligou 32 vezes para Ministro de Temer em datas próximas a pagamentos de propina

Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)O Estado de S.Paulo

O registro de 32 chamadas telefônicas feitas pelo ex-diretor da Odebrecht José de Carvalho Filho ao atual ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), em 2014, é um dos documentos apresentados pelo delator para provar o acordo e o pagamento de R$ 9 milhões não contabilizados ao grupo do PMDB.

José Carvalho apresentou, em dois anexos, o registro da planilha do Drousys – software que era usado para organizar e gerenciar o pagamento de propina – com repasses que relaciona a Padilha e ao ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), sob as alcunhas “Angorá” e “Primo”, ambas atribuídas a Moreira Franco.

“Nitidamente se percebe a correlação dos dois eventos com as duas concentrações de ligações telefônicas com Eliseu Padilha”, dizem dois documentos do delator, que depois confirmou as informações em depoimento gravado em vídeo.

Opinião dos leitores

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Jornalismo

Setor de propina da Odebrecht foi alvo de roubo dos funcionários

O Globo

O Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o chamado “departamento da propina”, foi alvo de… roubo. E dos próprios funcionários da Odebrecht. De acordo com o “Fantástico”, da TV Globo, Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora, que firmou acordo de delação premiada, disse em seu depoimento aos procuradores da Operação Lava-Jato que a empresa também foi alvo de saque. O setor movimentou cerca de US$ 3 bilhões em nove anos.

— Tanto é assim que a gente foi descobrir agora quanto de roubo interno que havia. Por quê? Porque, se esse tipo de controle existisse por alguém, nós teríamos discutido a quantidade de desvio interno que houve. Ou seja, as pessoas que faziam desvio interno se beneficiavam justamente do fato de que não havia nenhum tipo de controle — disse Marcelo Odebrecht em seu depoimento aos procuradores, conforme revelado pelo “Fantástico”.

De acordo com o “Fantástico”, o setor da Odebrecht não era voltado para o pagamento apenas de políticos

Opinião dos leitores

  1. FORCA EM PRAÇA PÚBLICA PARA ESSES EMPRESÁRIOS E POLÍTICOS QUE ROUBOU O POVO BRASILEIRO!
    VAMOS PARA AS RUAS PEDIR A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO PÚBLICO E FORCA DESSES LADRÕES. SOMENTE ASSIM ACABA ESSA ROBALHEIRA!

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Esporte

ABC goleia o Potiguar

Por Marcos Lopes

Um primeiro tempo que começou equilibrado, mas com o ABC sendo sempre mais incisivo, mais agressivo e que soube aproveitar uma jogada que tem sido importante para o alvinegro, que é a bola parada. E foi na bola parada que Nando foi competente e marcou o gol do alvinegro.Vi um primeiro tempo de um ABC procurando mais o jogo, agredindo mais contra um Potiguar que teve dificuldade ofensiva, chegando pouco ao gol de Edson, o time mossoroense chegava bem até a intermediária mas sem penetrar e levar real perigo.

Segundo tempo, o ABC continuou sendo superior, apesar do Potiguar ter começado tocando melhor, com mais posse, mas a diferença técnica é visível e com facilidade o time de Geninho construiu a goleada de 4 a 0 sobre o Potiguar com gols de Nando, Erivelton, Gegê e Joseph contra.

Erivelton e Gegê muito bem no jogo, e fizeram a diferença junto com Adriano Pardal na frente. Os dois termômetros do time de Geninho que foi diferente neste primeiro jogo da decisão. Jogou sério, equilibrado entre os setores e fez valer a melhor qualidade técnica.

A goleada de 4 a 0, colocou o ABC na decisão do Estadual contra o Globo. Pode até perder para o Potiguar o segundo jogo, pode, mas não perde o título e nem a vaga na final.

Opinião dos leitores

  1. Quem perde tempo em assistir uns times fuleiros desses ?? Com jogadores pernas de pau em fim de carreira e ganhando 60/70 mil por mês !!!!
    Vou dizer ,se forem nas vilas conseguem jogadores melhores que estão no ABC e AMÉRICA por uma cesta básica..

  2. Agora é perder para o Potiguar de Mossoró na próxima quarta feira e enterrar o MEQUINHA para 2018, deixando-o sem série. O ABC vai fazer jus ao nome FUNERÁRIA. Esse ano já enterrados o Alecrim.

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Diversos

VidaPipa apresenta: QUINTA DO RIO Casas e BOSQUE DA PRAIA Flats

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Judiciário

Procurador pede prioridade nas investigações contra Aécio Neves e José Agripino

Por Diário do Poder

A Procuradoria-Geral da República vai analisar todas as doações eleitorais feitas, em 2014, pela Odebrecht, ou por qualquer sociedade empresária do seu grupo econômico, ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao senador José Agripino Maia (DEM-RN), ao PSDB e ao DEM. O raio-x foi solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Operação Lava Jato, e autorizado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) em 4 de abril.

Na corrida eleitoral de 2014, Aécio Neves recebeu um total de R$ 226.858.146,73 milhões em doação. Deste total, R$ 3.933.603 milhões foram da Construtora Norberto Odebrecht, controlada pelo Grupo. A Braskem – braço petroquímico do companhia, que tem como sócia a Petrobras -, doou R$ 3.988.830 e a Odebrecht Óleo e Gás, R$ 2.199.885 milhões.

O PSDB pede a cassação da chapa Dilma/Temer, reeleita em 2014, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico. Em manifestação enviada ao TSE, em fevereiro deste ano, o PSDB afirmou que a campanha de Dilma e Temer naquele ano promoveu um “engenhoso e inovador esquema de caixa dois”.

O senador tucano é alvo de cinco novos inquéritos na Lava Jato. Nesta investigação, a Procuradoria apura as suspeitas levantadas contra o senador pelos delatores Marcelo Odebrecht, Cláudio Melo Filho, Benedicto Júnior e Sérgio Luiz Neves.

Os executivos da empreiteira apontam, “por meio de declaração e prova documental”, afirma Janot em manifestação a Fachin, que, em 2014, “foi prometido e/ ou efetuado”, a pedido de Aécio Neves “o pagamento de vantagens indevidas em seu favor e em benefício de seus aliados políticos”.

Segundo Benedicto Júnior, o BJ, em janeiro ou fevereiro de 2014 Aécio Neves solicitou R$ 6 milhões para sua candidatura à Presidência da República. BJ declarou que acertou com o senador que os pagamentos se dariam através da empresa de marketing de Paulo Vasconcelos do Rosário e que o executivo da Odebrecht Sérgio Luiz Neves entraria em contato para definir o objeto “do contrato fictício” a ser firmado.

Sérgio Neves, também delator da Odebrecht, contou à Lava Jato que se reuniu algumas vezes com Paulo Vasconcelos no escritório da empreiteira na Rua Pernambuco n. 1002, 12º Andar, Bairro dos Funcionários, Belo Horizonte. O delator narrou que em 15 de janeiro de 2014 foi firmado contrato de prestação de serviço no valor de R$ 3 milhões com a empresa PVR Propaganda e Marketing Ltda, tendo os pagamentos sido efetivados em duas parcelas de R$ 1,5 milhão nos dias 15 de maio e 15 de junho 2014.

A Odebrecht entregou à Lava Jato a minuta do contrato firmado com a PVR Propaganda e Marketing. As notas fiscais emitidas pela empreiteira também foram enviadas aos investigadores.

BJ e Sérgio Neves “asseguram” que nenhum serviço foi prestado pela empresa de Paulo Vasconcelos do Rosário ao Grupo Odebrecht. Os delatores declararam que o marqueteiro de Aécio fez “diversas cobranças” posteriores a Sérgio Luiz Neves para quitar a quantia restante de R$ 3 milhões que teria sido ajustada com Aécio Neves mas que o valor não foi pago.

O procurador-geral da República solicitou a obtenção de registros de ingresso de um dos principais auxiliares do tucano, o empresário Oswaldo Borges da Costa Filho, e do executivo e delator da Odebrecht Sérgio Luiz Neves no prédio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) entre os dias 18 a 22 de setembro de 2014, ou em datas próximas. Fachin deu um prazo de 30 dias para que PF atenda às diligências requeridas por Janot.

Promessa
À Procuradoria-Geral da República, BJ e Sérgio Neves afirmaram que por volta de 15 de setembro de 2014, semanas antes do 1º turno da eleição daquele ano, Marcelo Odebrecht prometeu a Aécio R$ 15 milhões. Segundo Marcelo Odebrecht, embora o senador tenha solicitado que os valores fossem destinados à sua candidatura de 2014 à Presidência da República, eles combinaram o direcionamento do montante a outras candidaturas vinculadas ao grupo político de Aécio. O delator apontou o pagamento de R$ 1 milhão como contribuição eleitoral ao DEM, por meio do senador José Agripino.

Em depoimento, Sérgio Neves declarou que Fernando Migliaccio, do departamento de propinas da Odebrecht, lhe afirmou que não seria possível disponibilizar de imediato os R$ 15 milhões para Aécio. O delator afirmou que Fernando Migliaccio se comprometeu a disponibilizar R$ 1 milhão por semana a partir de outubro, finalizando a quantia total em 20 de dezembro.

Sérgio Neves disse ter entrado em contato e se reunido no prédio da Codemig com Oswaldo Borges da Costa entre 18 a 22 de setembro de 2014 para concretizar os pagamentos da maneira proposta por Fernando Migliaccio. Segundo o delator, Oswaldo Borges da Costa “após manifestar preocupação com a logística proposta e pedir tempo para serem avaliadas alternativas destinadas ao recebimento de valores, acabou por não lhe procurar nem cobrar os referidos valores, de modo que o pagamento, por fim, não se concretizou”.

Em manifestação ao Supremo, Janot declarou haver “divergência” sobre o pagamento de R$ 15 milhões.

“Enquanto Marcelo Bahia Odebrecht e Cláudio Melo Filho afirmam terem sido efetuados pagamentos, a pedido de Aécio Neves, destinados ao senador José Agripino, os colaboradores Benedicto Júnior e Sérgio Neves asseguram que nenhum dos valores de R$ 15 milhões ajustados entre Aécio Neves e Marcelo Bahia Odebrecht acabaram sendo pagos”, afirmou o procurador-geral da República.

Janot anotou ainda que “não há exata correlação entre os fatos relacionados aos pagamentos de R$ 3 milhões realizados através contrato fictício, à promessa de pagamento de R$ 15 milhões feita pelo Grupo Odebrecht, os pagamentos efetivados de R$ 500 mil mensais e de R$ 5 milhões, mediante doação oficial”. “Portanto, faz-se necessária a abertura de investigação para que se apure o montante total repassado e as circunstâncias em relação às solicitações. O certo é que os elementos apresentados são suficientes para autorizar sejam os fatos investigados.”

Aécio afirmou que as investigações são fundamentais para esclarecer a verdade e demonstrar a realidade. “E, por isso, vão revelar a correção da conduta do senador Aécio e do PSDB. Faz parte desse inquérito, por exemplo, a declaração do ex-diretor Benedicto Jr. que atestou que, em 2014, a campanha presidencial do senador Aécio Neves deixou de receber uma contribuição de R$ 15 milhões por ter se recusado a receber os recursos no exterior”, acrescentou.

Já Agripino Maia disse que, mesmo não tendo sido candidato em 2014 e desconhecendo o teor das menções que lhe são atribuídas, coloca-se “à disposição da Justiça para colaborar com as investigações que se venham a requerer”.

Paulo Vasconcelos afirma que conduziu todas as campanhas das quais participou dentro do que estava previsto na lei. “Essas delações contém informações falsas, que serão desmentidas ao longo das investigações”, afirmou. A assessoria de imprensa da PVR alegou que todos os serviços relatados pelo delator foram efetivamente prestados pela empresa, “como teremos possibilidade de comprovar ao longo da investigação”.

Opinião dos leitores

  1. Vamos bater panelas Trouxas de verde e amarelo !!!!!! FALSOS MORALISTAS !!! Todos sabiam que esses desqualificado faziam parte de outra quadrilhar faz tempo !!!!!

    1. METE TUDO NA CADEIA, NÃO ESQUEÇAM DE LULA!

    2. Cara, vocês, petistas odeiam mesmo o Brasil, né? Acho que já queimaram todas as roupas verdes e amarelas que possuíam. Quero ver como vão fazer os quem gosta de futebol, em dia de jogo da seleção. Vão usar camisa vermelha? "Cumpanhero", quem foi prás ruas vestido de verde e amarelo foram os verdadeiros brasileiros, aqueles que amam de fato o nosso Brasil e não suportavam mais ser governados por uma penca de bandidos comunistas, ávidos pelo nosso dinheiro e por transformar o nosso país numa enorme Cuba ou Venezuela. Respeitem nossas cores e o nosso Brasil. E aguardem a prisão dos seus "herois" e "guerreiros", que não passam passam de bandidos oportunistas e mentirosos.

  2. Nossa imprensa pertence tanto aos.politicos estaduais que ainda nao sabemos quem é o senador que foi autorizado investigação no caso.idema.

  3. Os idiotas irão eleger José agripino em 2018 ,povo burro merece chibata ,elegem esses profissão político a anos ,não sabem pregar um prego em uma barra de sabão ,não produzem um real de impostos ,são mamadores dos cofres públicos a anos ,andam por Natal como Deuses

  4. Esse assunto irá esfriar, todos esquecerão e os mesmos serão reeleitos ano que vem.
    Garibaldi vai alegar algum motivo estapafúrdio para não concorrer, vai colocar sua cria, Walter Alves, para concorrer ao Senado e abrir espaço para Henriquinho!
    Mais do mesmo!

  5. Val Lima, será que vc também vai ficar dando pulinhose comentando sorridente nesta notícia, da forma que faz nas postagens sobre os petistas? kkkkkkkkkkkkkk

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