É Fake News o calendário que circula no Whatsapp com pagamento dos atrasados do Governo do RN

Foto: Reprodução

Mensagem com um suposto calendário de pagamento dos atrasados de 2018 do Governo do Estado causou alvoroço e ganhou grande compartilhamento no fim da manhã e início de tarde desta quarta-feira(08). A fake news foi alertada pela Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças do RN(Seplan). Sobre uma previsão: cenas para os próximos capítulos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucio flavio Cavalcante disse:

    Esse calendário é do Governo do estado do Mato Grosso.

  2. Ex-Pretralha disse:

    NADA DE FAKE NEWS, olhem a verdade: O Governo do RN nâo recebeu o dinheiro da cessão onerosa dos royalties que o Banco Daycoval comprou pela “mixaria” de R$ 180 milhões. O Estado está inadimplente junto ao CADIN. Ou seja, tá sujo.
    Embora o poderoso chefão do STF Dias Toffoli, já tenha ordenado tirar o RN do cadastro. Mesmo assim, a pendenga continua. O aval ainda não foi dado pela União. O CADIN é o como se fosse o SPC. Aquele serviço que fichava “os veacos” para não comprar mais nada até que limpase o nome. Ou seja, subam e desçam!

  3. hbbeto disse:

    Com certeza, é gópi!

  4. ForaCanalhas disse:

    Algo de bom vindo do PT com certeza e FAKE ou FRAUDE………

  5. Laurinha disse:

    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI

  6. STELA SANTOS disse:

    Não é fake, é
    GOPIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Detran alerta sobre cadastro falso da CNH Social no whatsapp

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) vem a público alertar que está circulando em redes sociais, principalmente pelo whatsapp, a informação falsa de uma solicitação de preenchimento de cadastro para obtenção da CNH SOCIAL. “Alertamos que a ação se trata de tentativa de obter dados do cidadão com possíveis fins de atividade criminosa”, diz trecho de nota.

Por fim, o Detran-RN comunica que vem trabalhando na regulamentação e implantação da CNH SOCIAL no Rio Grande do Norte e assim que for finalizado o processo estaremos divulgando os procedimentos legais para obtenção do benefício em nosso site e nas redes sociais oficiais do Órgão, como também junto a imprensa Potiguar.

WhatsApp vai parar de funcionar em milhões de smartphones

Foto: (NurPhoto/Getty Images)

Donos de celulares antigos que usam o WhatsApp devem se preocupar em adquirir um novo aparelho ou podem perder acesso ao aplicativo de mensagens. Os primeiros atingidos foram os Windows Phones. Em seu site, o WhatsApp informa que o sistema operacional não é mais compatível desde 31 de dezembro de 2019.

Para aparelhos Android e iOS também há mudanças. No sistema operacional do Google, smartphones com a versão 2.3.7 ou inferior terão o WhatsApp desativado em 1º de fevereiro. Na mesma data, iPhones com a versão iOS 8 também terão o WhatsApp desativado.

Essas plataformas estão em aparelhos bem antigos, por isso poucos usuários devem ser afetados. O Android 2.3, ou Gingerbread, foi lançado em 2010, sendo que sua última atualização, o 2.3.7, foi liberada em setembro de 2011.

De acordo com o Google, apenas 0,3% dos smartphones Android usam essa versão. Mesmo assim, dado o universo imenso de 2,5 bilhões de celulares Android no mundo, a mudança deve afetar cerca de 7,5 milhões de usuários.

Já o iOS 8 foi lançado em setembro de 2014, junto com o iPhone 6. Teoricamente, o fim da compatibilidade com essa versão do sistema operacional da Apple não afetará nenhum smartphone, pois seu modelo mais antigo, o iPhone 4S, também pode ser atualizado para o iOS 9.

Segundo a Apple, entre os usuários de iPhone, 55% usam a versão mais atual, o iOS 13, e 38% usam o iOS 12. Apenas 7% do total estão em versões mais antigas.

“Para a melhor experiência, nós recomendamos que você use a última versão do iOS disponível para o seu telefone. Por favor, visite a página de suporte da Apple para aprender como atualizar o software do seu iPhone”, diz o WhatsApp, em seu site.

Com essas mudanças, o WhatsApp será compatível apenas com smartphones Android 4.0.3 ou superior; iPhones com iOS 9 ou superior; e alguns aparelhos com o KaiOS 2.5.1 ou superior, usado em aparelhos de baixo custo.

Exame, com O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Plínio disse:

    BG!
    A rádio peão, a rua, as bocas de chafurdos, tá dizendo que os primeiros celulares a parar é justamente o dos petralhas.
    Kkkkkkkkk
    Dizem que e porque eles tem de parar de idolatrar bandidos pelo Zap.
    Kkkkkkkk
    Vejam!
    Não sou eu que to dizendo, é a rua.
    Kkkkkkk

WhatsApp deve liberar 6 funções muito aguardadas em 2020; entre elas, avisar quando alguém tira print da conversa

Foto: Aline Batista/TechTudo

WhatsApp disponibilizou diversas atualizações ao longo de 2019 para inserir novas funções no app, como o desbloqueio por digital no Android e o suporte ao Memoji no iPhone (iOS). No entanto, ainda há recursos disponíveis em rivais, como o Telegram, que são aguardados por usuários e podem chegar ao mensageiro em 2020.

Além do Modo Escuro, que está em desenvolvimento e deve chegar em breve ao app, a possibilidade de editar mensagens enviadas, organizar figurinhas em categorias ou mesmo esconder o status “online” das conversas são ajustes bastante desejados e aguardados, mas que não têm previsão de lançamento. Confira a seguir uma lista do TechTudo com as funções mais aguardadas para o WhatsApp em 2020.

1. Editar mensagens enviadas

A função de editar mensagens após o envio é muito utilizada no Telegram e bastante aguardada por usuários do WhatsApp. O recurso possibilita corrigir erros percebidos apenas depois de enviar a mensagem ou simplesmente escrever de uma forma mais qualificada. No concorrente russo, o conteúdo é sinalizado com a palavra “editado” para que as pessoas saibam que a frase foi modificada.

2. Modo Escuro

O Modo Escuro, recurso que deixa a interface baseada em tons de preto ou cinza-escuro, virou moda e já chegou a diversos apps, como Instagram, Twitter e Messenger, além do Android 10 e do iOS 13. O tema tem por objetivo deixar a tela mais confortável para utilização à noite ou em locais com pouca luz. O WhatsApp está desenvolvendo o dark mode e já deu várias pistas do seu lançamento, inclusive um bug que ativava a função temporariamente.

3. Esconder o status “online” das conversas

O WhatsApp permite desativar o “visto por último” das conversas no app, mas alguns usuários desejam também a possibilidade de esconder o status “online”. A principal alegação está ligada à privacidade, já que qualquer pessoa com o seu número pode ver se você está usando o app no momento. Não há previsão para que o WhatsApp disponibilize uma opção para ocultar o “online” dos chats.

4. Avisar quando alguém tira print da conversa

Um eventual aviso de print nas conversas, a exemplo do que ocorre no Snapchat, poderia deixar usuários do WhatsApp divididos. Porém, o recurso é aguardado por um grupo de pessoas que deseja saber quando um contato captura a tela do chat. Não há previsão para que o mensageiro passe a exibir essa informação.

5. Apagar mensagens a qualquer momento

O WhatsApp deixa apagar mensagens para todos em até cerca de uma hora após o envio. Entretanto, no Telegram, o recurso pode ser utilizado sem limite de tempo, possibilidade bastante desejada por alguns usuários do mensageiro mais utilizado do mundo.

6. Organizar figurinhas

O WhatsApp permite o envio de figurinhas nas conversas, mas usuários ainda desejam a possibilidade de organizar os stickers por categorias personalizadas. Os adesivos seriam separados por pastas para permitir que sejam encontrados com mais facilidade. Atualmente, é possível criar um pacote separado em aplicativos de terceiros, além de ser possível favoritar as figurinhas mais utilizadas.

Globo, via Techtudo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio disse:

    Atualizações interessantes mas gostaria que o app permitisse que postássemos vídeos com duração maior em vez do tão limitado 16 megabytes.

WhatsApp corrige falha e todos devem atualizar o aplicativo

Foto: Rubens Achilles/TechTudo

Uma falha no WhatsApp que permitia travar o aplicativo para todos os integrantes de um grupo foi anunciada nessa terça-feira (17). A vulnerabilidade, detectada pela equipe de segurança cibernética Checkpoint, afeta celulares Android e iPhone (iOS) e consiste em alterar o número de telefone de um dos participantes do chat para desencadear o congelamento constante do app no celular do resto dos membros. A única solução seria apagar o grupo e, consequentemente, perder todas as mensagens compartilhadas nele.

O bug foi informado pela Checkpoint à equipe do WhatsApp em agosto por meio do programa de recompensas do aplicativo. O mensageiro liberou em setembro a atualização com correção da falha na versão 2.19.58 para todos os usuários de iPhone e Android.

A vulnerabilidade foi descoberta pela equipe Checkpoint ao acessar o protocolo de mensagens do app para alterar o parâmetro de remetente, que é examinado pelo WhatsApp para identificar aos usuários quem enviou determinada mensagem na conversa coletiva. Os desenvolvedores, então, adicionaram caracteres especiais ao parâmetro do número de telefone de um dos integrantes do grupo.

Assim, quando esse usuário mandar alguma mensagem no chat, o aplicativo do WhatsApp trava em loop no celular de todos os outros participantes da conversa. O app continua congelado mesmo após fechar e reabrir o mensageiro.

Além disso, não é possível acessar novamente o grupo em que a vulnerabilidade ocorreu. Portanto, para impedir que o aplicativo continue congelando, a solução seria apagar o chat em questão que sofreu a falha. Isso resultaria na perda de todas as mensagens e mídias compartilhadas na conversa.

O bug foi consertado pelo WhatsApp a partir da atualização de número 2.19.58 para iPhone e Android. É importante manter os aplicativos atualizados para evitar falhas de segurança como essa. Inclusive, pesquisadores do Checkpoint descobriram em agosto uma vulnerabilidade que permitia editar mensagens enviadas pelo WhatsApp.

Outras brechas detectadas no mensageiro ainda este ano incluem invasão do celular por meio de GIFs maliciosos, ataques de spyware, e roubo de dados ao receber arquivos em formato MP4.

Globo, via Techtudo, 9to5Mac, Engadget, Bleeping Computer e Checkpoint

 

Novo bug pode ‘travar’ WhatsApp e destruir grupos de conversa

Foto: Reprodução/via Olhar Digital

O Checkpoint Research, grupo de pesquisa da empresa especializada em segurança digital Checkpoint Security, alerta para um bug no WhatsApp que pode fazer o aplicativo “travar” em um “loop” de fechamentos constantes e destruir permanentemente grupos de conversas.

Chamado de BreakingApp, o bug explora uma falha na forma como os números de telefone dos participantes do grupo são processados pelo app. Ao interceptar e manipular o conteúdo de uma mensagem enviada através do WhatsApp Web, um malfeitor pode modificar o número de telefone para um valor inválido, que fará o app de todos os participantes fechar inesperadamente.

Uma vez afetado, o WhatsApp irá continuar fechando sozinho sempre que o usuário tentar usá-lo. A única saída é desinstalar e reinstalar o aplicativo. Mas além do incômodo, há um efeito colateral mais severo: o grupo e seu histórico ficarão completamente inacessíveis para todos os participantes. Não há como recuperá-lo, e ele precisará ser excluído.

O bug foi reportado pela Checkpoint Research em agosto deste ano, e corrigido a partir da versão 2.19.246 do WhatsApp, lançada em 5 de setembro. Portanto, a maioria dos usuários deve estar protegida. Se você não tem certeza se seu app está atualizado, ou não sabe como atualizar, basta seguir nosso passo a passo.

Olhar Digital, com Checkpoint Research

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAULO ROBERTO disse:

    GRANDE BOSTA

WhatsApp passa por instabilidade

Foto: Olhar Digital

Usuários do WhatsApp relatam que o app está apresentando instabilidade nesta manhã de sexta-feira. Entre as reclamações estão dificuldades de conexão, app “travado” e mensagens que não são entregues. Mas em um teste rápido entre nossa equipe, não detectamos problemas com o app ou entrega de mensagens.

O site DownDetector registra um aumento moderado no número de reclamações sobre o serviço desde as 9 da manhã desta sexta-feira. Segundo o serviço, o principal problema são dificuldades de conexão, com 65% dos relatos. As reclamações estão concentradas principalmente na Europa, Sudeste do Brasil e na região entre a Argentina e Uruguai.

Olhar Digital

Whatsapp é principal fonte de informação do brasileiro, diz pesquisa

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social.

O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook.

Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.

No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos.

Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.

No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%.

A pesquisa também avaliou os hábitos dos entrevistados nas redes sociais. O tipo de ação mais comum foi a curtida de publicações, ato realizado sempre por 41% dos participantes da sondagem. Em seguida, vieram compartilhamento de posts (20%), publicar conteúdos (19%) e comentar mensagens de outros (15%).

Método

A pesquisa ouviu 2.400 pessoas com acesso à internet em todos os estados e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas por telefone no mês de outubro.

A amostra foi composta de modo a buscar reproduzir as proporções da população, como as de gênero, raça, região, renda e escolaridade. Segundo os autores, o nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois para mais ou para menos.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    É mais de desinformação do que de outra coisa. É a fofoca em escala industrial global.

  2. JCabral disse:

    Pro que é de GRÁTIS…. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. Vitor Silva disse:

    HAHAHAHA Meu Deus! Osa bolsominions venceram.

    • Comissário do Povo disse:

      Bom mesmo é se informar pela Folha e Globo. Temos que censu… ops! Exercer o controle social dos meios de comunicação.

    • Marivaldo Constantino disse:

      Quem tem credibilidade são os meios com o datafolha, ibope, globo e a folha, site 247 e o resto são apenas meios ilícitos que produzem fake news, certo? Só que não! É exatamente o oposto.
      O whatsapp não é 100% correto, assim como tudo e todos no mundo. Tem suas falhas, mas é bem melhor que os meios viciados em recursos públicos que deveriam dar informações e as publicam de forma invertida, manipulada, distorcida.
      O whatsapp e as mídias sociais desmistificaram a forma como as notícias são veiculadas nos meios de comunicações e institutos de pesquisas. As manipulações produzidas e fabricadas nos porões da irresponsabilidade com o povo agora são de fácil percepção e o povo tem meios de saber a verdade.
      Querem a todo custo censurar, impedir, parar, vigiar o que é postado nas redes sociais, porém, o que é noticiado nos meios de comunicações tradicionais e estão longe da verdade, não sofre qualquer sanção, pois está a serviço daqueles que querem calar a voz da verdade e impedir as ações para o bem do povo.

    • Curiosa disse:

      Hahaha…verdade! A fonte fakenews está com tudo, dominando geral, e os Minions ainda colocam a culpa nos jornalistas que se formaram para informar.

Excluiu o chato do grupo de WhatsApp? Você pode responder na Justiça por isso

Reprodução/Estado de Minas

O administrador de um grupo de WhastApp pode excluir integrantes livremente, simplesmente de acordo com sua vontade? Quais são as responsabilidades de quem participa e gerencia essas comunidades virtuais? Em que situações pode haver penalidade? As perguntas são muitas e se multiplicam a partir de casos como o que foi parar recentemente no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG): uma servidora pública excluiu uma moradora de Ressaquinha, na Região Central do estado, de um grupo da equipe de saúde da família no aplicativo de mensagens. Agora, vai precisar se explicar à Promotoria de Justiça.

O episódio diz respeito ao que é considerado um “espaço público”, mas especialistas alertam que quem administra e participa de grupos privados também precisa ficar atento ao que diz e como age na internet, sob risco de ser processado.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    Nem adicione e seja feliz. Ou crime outro grupo, sem o José Ruela.

Corregedor determina que WhatsApp informe se números identificados dispararam mensagens em massa em 2018

Nessa quinta-feira (7), o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Og Fernandes, determinou à empresa WhatsApp INC que informe se as pessoas jurídicas e físicas identificadas pelas operadoras de telefonia VIVO, CLARO, TIM, ALGAR e OI como titulares de linhas telefônicas realizaram disparos de mensagem em massa ou automação durante a campanha eleitoral de 2018. O ministro solicitou ainda que o aplicativo de mensagens esclareça se adotou medidas para bloqueio ou banimento das contas referidas, no período de 14 de agosto a 28 de outubro de 2018.

Em outubro deste ano, a Corregedoria determinou às operadoras de telefonia que informassem as linhas telefônicas de quatro empresas e de seus respectivos sócios alegadamente contratados durante a campanha de 2018 para enviar mensagens pelo aplicativo. As companhias Nextel, Sercomtel, Datora e Terapar declararam não possuir em seus cadastros linhas telefônicas das titularidades solicitadas.

No despacho desta quinta, o corregedor confirmou o recebimento de respostas das operadoras de telefonia oficiadas. Esclareceu, no entanto, que parcela dos números telefônicos é de linhas ativadas somente após o segundo turno das eleições.

Aije

A determinação do corregedor-geral ocorre no âmbito da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) nº 0601782-57, ajuizada pela coligação Brasil Soberano (PDT/Avante) contra Jair Bolsonaro e Antonio Hamilton Martins Mourão, eleitos presidente e vice-presidente da República no último pleito, entre outras pessoas físicas.

A alegação é de suposta prática de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, nos termos do artigo 14, parágrafo 9º, da Constituição Federal, e do artigo 22 da Lei Complementar (LC) nº 64/1990.

RC/JB, DM

Processo relacionado: Aije 0601782-57 (PJe)

WhatsApp apaga grupos com nome ofensivo e bane membros

Foto: Divulgação

De acordo com relatos, o WhatsApp está banindo grupos que possuem algum termo malicioso ou ofensivo no nome ou na descrição. A informação é do site WABetaInfo, que investigou várias denúncias e encontrou este motivo em comum para os grupos desligados de forma repentina. Ao que tudo indica, o WhatsApp também está proibindo usuários que estavam nestes grupos de usar o app.

O primeiro relato foi encontrado em um fórum do Reddit, no qual o usuário Mowe11 escreveu sobre seu banimento do mensageiro. Ele explica que um colega mudou o nome do grupo da universidade para um termo ilegal, o que determinou a exclusão de todos os integrantes. Ele também confirmou que todos os membros foram banidos do WhatsApp e que foi a terceira vez que um usuário fez isso.

Francisco Alfaro, outro membro do Reddit, conta que estava em um grupo de sua escola, com cerca de 100 participantes. Quando ele acordou, todos os membros tinham sido banidos sem motivo aparente. O usuário PiTiXX, por sua vez, relata que foi proibido de usar o WhatsApp, porque seu amigo mudou o nome do grupo para algo malicioso, o que gerou a suspensão de todas as contas participantes.

Em todos os casos, quando os usuários tentaram acessar o WhatsApp, uma resposta automática era retornada, explicando o acesso negado por violação dos Termos de Serviço. Nesse caso, quem é banido indevidamente não recebe assistência do WhatsApp. A única forma de voltar a usar o aplicativo é alterando o número de telefone.

O que está causando isso?

Muito provavelmente a ação está do lado do servidor – um processo automático. Ele afeta grupos antigos ou grupos com muitos participantes, desde que tenham um nome impróprio ou malicioso. Esta parece ser a maneira que o WhatsApp encontrou para identificar grupos maliciosos, visto que bate-papos e chamadas são criptografados de ponta a ponta, mas os metadados dos grupos (data de criação, nome, descrição etc.) são acessíveis.

A WABetaInfo aconselha aos usuários a utilizar o novo recurso ‘Restrição de informações do grupo’, para que apenas o administrador possa alterar as informações do chat.

Olhar Digital, com WABetaInfo

 

MP emite nota sobre inquérito que apura expulsão de grupo do WhatsApp e diz: “pessoas não podem ser excluídas arbitrariamente”

Foto: Reprodução

O Ministério Público de Minas Gerais enviou nota de esclarecimento sobre o inquérito aberto para investigar a expulsão de um participante de um grupo do WhatsApp, conforme o Justiça Potiguar divulgou na última segunda-feira, 28.

Na nota, o MP alega que o grupo era administrado por uma servidora da área da Saúde e que, “O grupo de WhatsApp em questão é administrado por servidora pública e nele são veiculadas informações relevantes a respeito de políticas públicas de saúde. Assim, pessoas interessadas em seu conteúdo, como usuárias dos serviços públicos de saúde, não podem ser excluídas arbitrariamente do grupo.”, destaca.

Confira nota na íntegra aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Miguel Silva disse:

    Rapaz é muita falta do que fazer , pq receber um processo desse, pqp, absurdo.

  2. Wellington disse:

    Pense em uma investigação sem futuro

  3. Cristian disse:

    Esse MP, que vergonha, ô dinheiro mal gasto.

Deletou, mas eu vi! Aplicativo recupera mensagens apagadas no WhatsApp

Foto: (SOPA Images / Colaborador/Getty Images)

Um aplicativo para Android promete acabar com a angústia das mensagens apagadas no WhatsApp. Testado por EXAME, o WAMR permite recuperar mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos enviados no aplicativo e que foram deletadas por seus autores.

Gratuito mas com propagandas, o programa desenvolvido pela empresa italiana Drilens Apps pode ser baixado diretamente na Play Store, a loja de aplicativos do sistema operacional do Google. Não há versão para iOS, a plataforma que dá vida ao iPhone. Segundo a loja, o número de downloads já ultrapassou a marca de 10 milhões.

A partir do momento que a notificação de uma mensagem é recebida, o aplicativo já faz o download do arquivo enviado e o disponibiliza em um backup. Mesmo que o conteúdo seja apagado, ele poderá ser visualizado posteriormente na plataforma. Na prática, é como se o arquivo fosse baixado ou compartilhado antes da remoção.

Desta forma, é preciso que o usuário esteja online, em uma conexão estável – preferencialmente em rede WiFi – e permita que as mensagens enviadas no WhatsApp gerem as notificações na barra superior da tela. Se os chats estiverem silenciados ou abertos – ainda que no WhatsApp Web –, as mídias apagadas não serão recuperadas.

Então, para funcionar, é necessário realizar algumas configurações prévias. O primeiro passo é permitir o acesso às notificações e aos arquivos de mídias. Depois disso, é necessário escolher os aplicativos que serão monitorados. No caso, o WhatsApp.

Também é necessário permitir que o WhatsApp realize o download automático de mídia. Isso pode ser feito acessando as configurações do mensageiro e escolhendo a opção “Uso de dados e armazenamento”. A dica é permitir que, tanto nas conexões Wi-Fi como na internet por rede móvel, o mensageiro esteja autorizado a realizar o download de todas as mídias.

Segurança dos dados

Para quem está preocupado com o que será feito com os arquivos armazenados pelo WAMR, é importante destacar que os termos de uso do aplicativo informam que “os dados são salvos no dispositivo e que a empresa não armazena ou compartilha qualquer informação com quem quer que seja.”

Exame

 

“SURPREENDENTE”: Gerente do WhatsApp confirma ‘envios massivos de mensagens’ ilegais nas eleições de 2018

Guerra virtual escancarada e sem freio, de todos os lados, agora surge como “revelação”

O gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, Ben Supple, admitiu hoje que a eleição de 2018 teve uso ilegal de envios massivos de mensagens, informa a Folha.

“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas […] Sabemos que eleições podem ser vencidas ou perdidas no WhatsApp.”

Supple reforçou que o uso do WhatsApp para campanhas políticas não infringe as regras. Neste caso, no entanto, a contratação de sistemas de envios massivos por empresas, que é proibida pelo aplicativo, violou os termos de conduta.

“[O uso do aplicativo para campanha política] Não viola desde que se respeitem todos os termos de uso. Todos estão sujeitos aos mesmos critérios, não importa se quem usa é um candidato à Presidência ou um camponês do interior da Índia.”

O Antagonista com Folha de SP

WhatsApp tem falha que deixa hacker ler suas mensagens; evite

Falha no WhatsApp pode ter colocado em risco milhões de usuários de Android — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo

Uma brecha de segurança no WhatsApp divulgada nesta quarta-feira (2) pode colocar em risco mensagens e arquivos compartilhados por usuários. Segundo um pesquisador conhecido pelo apelido Awakened, hackers podem ganhar acesso ao conteúdo do chat desde que convençam vítimas a compartilharem um GIF malicioso. O bug atinge aparelhos que rodam Android 8 (O) e 9 (P), que respondem por 38,7% de usuários do sistema. Versões anteriores e a mais recente 10, assim como o iPhone (iOS), estariam a salvo do problema.

Em nota enviada ao portal The Next Web, o WhatsApp afirma que a vulnerabilidade já era de conhecimento de seus engenheiros “no mês passado”. Segundo a empresa de propriedade do Facebook, não há indícios de alguém que tenha sido afetado. A falha foi corrigida na atualização mais recente do mensageiro disponibilizada na Google Play Store.

O problema tem a ver com uma vulnerabilidade no sistema de prévia de imagens do WhatsApp ao se deparar com um arquivo GIF modificado pelo hacker. Segundo o especialista que descobriu a brecha, a potencial vítima deve enviar o arquivo comprometido para causar um bug no sistema e abrir caminho para a invasão. A partir daí, o atacante poderia executar comandos remotamente para roubar mensagens, vídeos, imagens e demais conteúdos compartilhados no mensageiro.

O WhatsApp afirma que as características do bug levam a crer que nenhuma pessoa foi afetada. Segundo a companhia, a probabilidade de haver vítimas diminui pois o usuário não pode ser infectado quando recebe o arquivo malicioso, mas sim quando envia. Portanto, para se concretizar, o golpe teria que envolver também algum truque de engenharia social para encorajar o compartilhamento do material.

Como se proteger

Ainda que não haja registro de pessoas afetadas, é importante que todos os usuários de WhatsApp que usam celular com Android 8 ou 9 atualizem o aplicativo imediatamente. A solução para o bug está na presente a partir da versão 2.19.244.

Globo, via Techtudo e The Next Web

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marco disse:

    Preciso de um hacker não tenho dinheiro mais minha vida corre risco ligue 952453880

WhatsApp testa recurso que destrói mensagens automaticamente

O WhatsApp ganhou muitos recursos em 2019, incluindo suporte aprimorado ao Google Assistente e a autenticação por impressão digital. A equipe de desenvolvedores do aplicativo não parou por aí e, ao que tudo indica, um recurso inspirado no Snapchat é um dos próximos a chegar ao aplicativo de mensagens mais popular do mundo.

Segundo informações do site WABetaInfo, famoso por descobrir funcionalidades em aplicativos antes mesmo de serem anunciadas, o WhatsApp trabalha em um sistema em que as mensagens podem desaparecer após um tempo determinado.

Capturas de tela mostram que esse recurso estará disponível para conversas em grupo, mas provavelmente também chegará às privadas.

As capturas ainda sugerem que a funcionalidade adota uma abordagem de “tudo ou nada”, ou seja, todas as mensagens no bate-papo desaparecem ou nenhuma delas. Em outras palavras, não parece que seja possível fazer com que apenas uma mensagem desapareça para alguém.

Os usuários podem definir o tempo de expiração para essas mensagens, com opções começando em cinco segundos e indo até uma hora. Pode ser que sejam adicionadas novas possibilidades de tempo. Como essa atualização ainda está em um estágio bastante inicial, pode ser que muitas coisas mudem até seu lançamento oficial.

Como essa funcionalidade é bastante semelhante ao Snapchat, espera-se que a empresa também esteja trabalhando em um sistema que avisa aos usuários quando alguém faz uma captura de tela daquele conteúdo programado para desaparecer, mas, até agora, não se tem certeza de que algo semelhante será disponibilizado junto ao novo recurso.

Ainda não há previsão de quando a funcionalidade vai ser disponibilizada para todos os usuários do WhatsApp, mas levando em conta que muitas das informações divulgadas pelo WABetaInfo ainda não foram lançadas (como os vídeos boomerang), pode ser que o recurso demore um pouco para aparecer.

Olhar Digital, via Android Authority