Golpe do tratamento dental grátis no WhatsApp atinge milhares de pessoas no Brasil

Uma mensagem falsa sobre um suposto programa social do governo que oferece tratamento odontológico grátis à população está em circulação no WhatsApp desde o mês de maio, segundo o laboratório de segurança digital dfndr. Intitulado de “Brasil Sorridente”, o golpe atingiu até o momento 162 mil brasileiros, e segundo o laboratório são registrados 2.500 novos acessos a fraude por dia.

O link que acompanha a mensagem direciona para uma página que pede pelo nome completo, telefone e e-mail do usuário. Além disso, a pessoa também precisa informar seu estado, cidade, qual tratamento deseja e compartilhar o programa com mais cinco contatos do WhatsApp. Ao fim do processo, o usuário é induzido a aceitar notificações, que podem ser usadas em futuros golpes, e é direcionado a uma página de anúncios.

O objetivo dos golpistas, neste caso, parece ser ganhar dinheiro com a exibição de propagandas. Mas considerando que o golpe também coleta dados pessoais das vítimas, outros tipos de fraude são possíveis.

Como sempre, as recomendações para não cair em golpes do tipo são verificar as URLs de links, atentar-se para possíveis erros gramaticais nas mensagens, instalar um software de segurança e duvidar de promessas muito vantajosas.

Olhar Digital 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Greg disse:

    Pra quem acredita em mamadeira de piroca, cair nesse golpe é fácil.

FRAGILIDADE CADA VEZ MAIS ESCANCARADA: Empresa que hackeou WhatsApp diz poder atacar Google e Facebook

Segurança digital: empresa que causou falha no WhatsApp diz conseguir fazer o mesmo em outras plataformas (Kacper Pempel/Reuters)

Em maio, o WhatsApp sofreu uma falha que afetou o seu servidor. A empresa por trás do ataque é a companhia israelense de segurança NSO Group, que utiliza o malware Pegasus para hackear telefones através de uma ligação no aplicativo. Agora, ela diz poder causar danos similares em plataformas como Google e Facebook.

O Pegasus atua como um vírus que consegue acesso ao celular do usuário mesmo que ele rejeite a ligação. A NSO diz que a tecnologia foi desenvolvida com a intenção de monitorar serviços em nuvem para acessar todo o histórico de um indivíduo. De acordo com o jornal Financial Times, a companhia tem afirmado aos seus clientes em potencial de que é capaz de hackear empresas como Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft.

Ao ter acesso aos documentos de vendas, o jornal Financial Times relatou que a empresa duplica as chaves de autenticação para garantir ao cliente acesso ao Google Drive, Facebook Messenger e iCloud a partir de um celular-alvo. Dessa forma, o proprietário não é notificado de que sua conta está sendo utilizada em outro dispositivo, porque foi feita uma cópia desse.

Ao ser contatada pelo jornal, uma porta-voz da NSO disse que os produtos da empresa são voltados para a investigação de grupos terroristas e criminosos, que utilizam serviços criptografados. “Nossos produtos são licenciados em pequena escala para legitimar a inteligência do governo e agências de aplicação da lei com o único propósito de prevenir ou investigar crimes graves, incluindo o terrorismo”, disse ao Financial Times.

Rebatendo as alegações de que a empresa poderia acessar facilmente seus serviços de nuvem, a Amazon, o Facebook, a Microsoft e a Apple afirmaram que não existem evidências que isso vem ocorrendo de fato, e que a segurança das plataformas está em constante evolução.

A Apple disse acreditar que a tecnologia utilizada no Pegasus não seja direcionada para pequenas invasões. “Embora possam existir algumas ferramentas para realizar ataques direcionados a um número muito pequeno de dispositivos, não acreditamos que sejam úteis para ataques generalizados contra consumidores”, relatou a empresa ao Financial Times.

Quando o Pegasus afetou o WhatsApp, foi descoberto que a intenção era monitorar as atividades de ativistas dos direitos humanos, portanto, não há notícia sobre vazamento de informações dos usuários. Logo após o caso, o aplicativo recomendou que todos estivessem com o sistema operacional atualizado, bem como com a última versão do app instalada.

Exame

 

INVADE ATÉ WHATSAPP: Software para espionar celular chega ao Brasil

Foto: Arte de Mateus Valadares

Pegasus é o nome de um equipamento (software mais hardware) capaz de invadir um telefone celular à distância, sem que o alvo perceba, e captar absolutamente tudo que houver no aparelho. Identifica e recolhe sorrateiramente desde o histórico de conversas do WhatsApp e do Telegram até imagens e áudios por meio da ativação de câmera e microfone em tempo real.

ÉPOCA apurou que o Pegasus chegou a ser oferecido à PF por US$ 2,7 milhões. Os responsáveis pelas vendas no Brasil, os executivos Marcelo Comité e Luciano Alves de Oliveira, funcionários da NSO Group na América Latina, conduzem uma política agressiva de vendas no país.

A proximidade do presidente Jair Bolsonaro com Israel contribuiu para que a NSO Group, que tem entre seus donos um militar israelense, fizesse do Brasil um de seus potenciais clientes. Entre os 136 militares de Israel destacados para ajudar nas buscas em Brumadinho, estava Shalev Hulio, CEO da NSO Group. Em março, Bolsonaro visitou a brigada da qual o executivo do mundo da espionagem é reservista em Israel.

Em Brasília, há quem desconfie de que as conversas entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e procuradores da força-tarefa da Lava Jato, vazadas pelo site The Intercept, tenham sido colhidas por meio do Pegasus.

A íntegra da reportagem sobre o Pegasus no Brasil está disponível nesta edição da revista ÉPOCA:

PIRATAS DO AR

HACKER AQUI
Chega ao Brasil o equipamento israelense que invade celulares sem interação com o usuário

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    Se invadir o meu só vai ver putaria do XVídeos kkkkkkkkkk

WhatsApp vai processar usuário que enviar mensagens em massa pelo aplicativo

A partir de dezembro de 2019, a plataforma deverá tomar medidas legais contra divulgação de mensagens automáticas ou em massa

Na seção de perguntas e respostas do site do WhatsApp, agora consta a informação de que o aplicativo não foi projetado para enviar mensagens automáticas ou em massa, e que atitudes como essas violam os Termos de serviço da plataforma. Usuários e empresas que não respeitarem tal normativa, poderão ser processadas pela empresa a partir de 7 de dezembro de 2019.

Como parte de um extensivo trabalho na luta contra a disseminação de informações falsas, o WhatsApp optou por tomar atitudes mais efetivas contra o envio de mensagens em massa através do aplicativo.

Em fevereiro, executivos da empresa já haviam informado que estavam desenvolvendo um sistema de detecção e expulsão de usuários cujo comportamento fosse considerado inadequado. Isso permite barrar pessoas mal-intencionadas em várias situações: no momento de cadastro, enquanto enviam mensagens e quando são denunciados por outros usuários do serviço de mensagens. Logo, processar quem fizer uso indevido da plataforma, violando os termos de uso do WhatsApp é mais um instrumento da plataforma na luta contra as fake news.

Na seção “Uso não autorizado do WhatsApp” temos a seguinte informação:

Este é um desafio que requer uma abordagem holística. O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial. É por isso que, além das iniciativas tecnológicas, utilizamos uma abordagem jurídica contra indivíduos ou empresas que ligamos a evidências dentro da plataforma WhatsApp de abusos contra ela. O WhatsApp se reserva ao direito de continuar a tomar as medidas jurídicas cabíveis nesses casos.

Além disso, a partir de 7 de dezembro de 2019, o WhatsApp tomará medidas legais contra quem auxiliar a terceiros a violarem nossos Termos de serviços com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas, ou com a utilização comercial, mesmo que essas informações sejam disponibilizadas para nós fora da plataforma. As informações fora da plataforma, por exemplo, incluem declarações de empresas sobre a habilidade em utilizar o WhatsApp de forma que viola nossos Termos de Serviço. Este texto serve como aviso de que tomaremos medidas jurídicas contra as empresas que abusarem da nossa plataforma se tivermos evidências fora dela desses abusos se eles continuarem após 7 de dezembro de 2019, ou antes dessa data se essas empresas estiverem ligadas a evidências dentro da plataforma que evidenciem tais práticas.

O WhatsApp se esforça para conter usos inadequados, uma vez que sofre pressão em massa de governos – como acontece na Índia. Além de problemas com a justiça eleitoral, a distribuição de notícias falsas no país pelo WhatsApp incita comportamentos agressivos, que já causaram a morte de dezenas de pessoas, e aspectos semelhantes contribuem para violência étnica em Mianmar.

Mas a Índia não é o único país em que o WhatsApp vem enfrentando tais problemas. Durante as eleições no Brasil, depois da denúncia do jornal Folha de São Paulo sobre o disparo de mensagens em massa pela equipe do então candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro, a empresa que pertence hoje ao Facebook desativou centenas de contas usadas para tal prática.

Como parte de uma ação mais rigorosa neste sentido, desde janeiro deste ano, o reenvio de mensagens está limitado a apenas cinco destinatários.

Logo, se você costuma compartilhar mensagens em massa, violando os Termos de uso do WhatsApp, saiba que a partir de 7 de dezembro deste ano poderá responder judicialmente por tal prática.

Olhar Digital, via WhatsApp

 

FOTOS: Médica cai em golpe no WhatsApp e recebe ‘conselho’ de bandido: ‘Amadureça’

Foto: Reprodução

Uma médica de 38 anos, moradora de Santos, no litoral de São Paulo, caiu em um golpe aplicado pelo Whatsapp. Em entrevista ao G1 nesta sexta-feira (7), Marcela Voris explica que recebeu uma mensagem que supostamente seria de uma amiga pedindo dinheiro. Ela transferiu R$ 1.500 e horas depois descobriu que a conta da amiga havia sido clonada.

Marcela foi apenas uma entre os mais de 20 contatos que receberam mensagens de alguém que se passava pela médica Juliana Ribeiro Stivaletti, de 43 anos, na semana passada. Ela só percebeu que o aplicativo tinha sido clonado após algumas horas.

Juliana afirma que entrou em contato com o suporte do Whatsapp imediatamente e começou a divulgar em suas próprias redes sociais que havia sido clonada. Mas, quando Marcela viu a mensagem, já era tarde. A transferência de R$ 1.500 para uma agência bancária de Fortaleza, no Ceará, já tinha sido efetuada.

Médica cai no golpe do Whatsapp e leva prejuízo de R$ 1.500 em Santos, SP — Foto: Reprodução

“Ele [golpista] veio com essa história de que precisava de uma ajuda. Falou que precisava fazer um depósito para alguém, no valor de R$ 3 mil. Depois disse que já tinha conseguido R$ 1.500”, conta Marcela.

Ela lembra que em nenhum momento recebeu mensagem de áudio, apenas texto. No mesmo dia, à noite, o golpista continuou se passando por Juliana e agradeceu a transferência. Ela contou que já sabia que tinha sido enganada e o golpista ainda tentou lhe dar uma lição de moral.

“Ele [golpista] disse parabéns, você é uma ótima amiga. Me perdoe, mas você tem que aprender a dizer não. E eu respondi que sim, fica a lição”.

Golpista ainda tentou dar lição de moral, dizendo que a médica deveria aprender a dizer ‘não’ — Foto: Reprodução

Até o último domingo (2), Juliana continuava recebendo mensagens de amigos afirmando que alguém tinha entrado em contato se passando por ela. Dessa vez, de um número diferente, porém, com a foto dela.

O Boletim de Ocorrência por estelionato foi registrado no 7º Distrito Policial de Santos. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Informações que possam ajudar na investigação podem ser comunicadas à Polícia Militar pelo 190 ou por meio do Disque Denúncia 181. Não é preciso se identificar.

G1

Gratuito e sem propaganda, como o WhatsApp ganha dinheiro? Entenda

Imagem: Getty Images

Não cobra assinatura. Não cobra para fazer o download. Não tem anúncios. Não tem compras dentro do aplicativo. Mas, então, como o WhatsApp ganha dinheiro? Ou melhor, que tipo de magia fez o Facebook decidir comprar o app por R$ 19 bilhões, em 2014?

Quando fundado em 2009 por Brian Action e Jan Koum, ex-funcionários do Yahoo!, o WhatsApp cobrava US$ 1 por instalação em alguns países. Em outros, a empresa cobrava US$ 1 por ano como forma simbólica de assinatura. E em alguns outros, o app era completamente gratuito –era o caso do Brasil.

Em agosto de 2014, ano da compra pelo Facebook, cerca de 600 milhões de pessoas usavam o aplicativo de mensagens, de acordo com o site Statista. Até setembro do mesmo ano, os relatórios financeiros do Facebook apontavam que o faturamento da empresa não ultrapassava a casa do US$ 1,3 milhão, menos de um centésimo do valor da compra.

Se você pensou “então o WhatsApp não dá dinheiro”, isso faz algum sentido. O que levou o Facebook a gastar tanto, então?

Especialistas apontam o “big data” –campo da tecnologia que lida com grandes volumes de dados digitais– como impulsionador da compra. Com mais informações, a empresa de Zuckerberg pode analisar melhor o comportamento dos usuários.

Em agosto de 2016, o WhatsApp começou a compartilhar dados com o Facebook. O objetivo? Fomentar relações entre as bases de Facebook, WhatsApp e Instagram -sugerir amizades em uma rede baseado em contatos da outra, por exemplo– mas, principalmente, otimizar a recomendação de publicidade. Afinal, é aí que está o maior volume de faturamento do Facebook atualmente.

Além disso, em outubro do ano passado o então executivo-chefe do WhatsApp, Jan Koum, anunciou o WhatsApp Business. A versão para negócios já está funcionando no Brasil e tem recursos como:

A cobrança por estes recursos finalmente está gerando receita consistente para a empresa. Brasil, Alemanha, Indonésia, Índia, México, Reino Unido e Estados Unidos são alguns dos países que o adotaram. As mensagens serão cobradas a uma taxa fixa para entrega, variando de US$ 0,05 a US$ 0,09 por mensagem, dependendo do país.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico disse:

    O que faz aparecer uma propaganda de algum produto ou serviço do nada no seu telefone? Às vezes vc até falou a respeito do mesmo numa conversa. É isso mesmo que wz ganha dinheiro, sem vc saber.

WhatsApp exibirá propaganda entre os Stories a partir de 2020

O dia que muita gente temia desde a compra do WhatsApp pelo Facebook está prestes a chegar. Ao anunciar os planos de monetização do mensageiro, a empresa afirmou que o aplicativo começará a exigir propagandas aos usuários das versões iOS e Android no ano que vem. Inicialmente, a publicidade aparecerá apenas em meio aos Stories, mais ou menos como acontece hoje no Instagram.

O formato é semelhante, com o anúncio ocupando a tela inteira e com um link de arrastar para cima na parte de baixo, mas a forma de exibição é um pouco diferente. O nome da companhia aparece em destaque, em vez das informações de contato, enquanto o usuário é levado, pelo clique, à página da companhia no serviço de Business do mensageiro. Isso, inclusive, é uma indicação de que apenas clientes corporativos da plataforma poderão usar o sistema de propagandas, pelo menos nessa etapa inicial.

Ao anunciar os planos de monetização do mensageiro, o Facebook também revelou uma maior integração entre o WhatsApp e outras plataformas, mais um movimento que já era esperado há bastante tempo. Propagandas exibidas no Facebook e Instagram poderão levar usuários ao WhatsApp e, possivelmente, vice-versa, aumentando o rol de opções e ferramentas disponíveis para os anunciantes.

Com a adição, chegam também novas funções para os usuários do WhatsApp Business, como a opção de ligar pequenos textos introdutórios a imagens ou arquivos de PDF. Além disso, será possível ver o conteúdo de links e mensagens sobre produtos específicos sem sair do mensageiro, ampliando o uso da plataforma para vendas e demonstrações, enquanto o usuário é levado para fora dela somente se quiser ver mais informações ou um catálogo completo (que também pode ser disponibilizado diretamente no app, para maior comodidade dos clientes) a partir do site oficial.

Essa integração também significa que o WhatsApp passará a ser integrado ao rol de opções de negócios do Facebook como um todo, sendo vendido como uma opção a mais de publicidade para os anunciantes da plataforma. Da mesma maneira, a partir de aplicativos de gestão, será possível controlar todos os anúncios nas redes sociais da companhia, com relatórios especializados sobre a performance das propagandas em cada uma das plataformas.

O anúncio das novidades foi feito durante uma conferência de marketing do Facebook, que acontece anualmente e, em 2019, rolou nesta semana. Apesar de ter confirmado uma previsão, a empresa não deu uma data específica para a implementação da monetização ao WhatsApp. Da mesma forma, a empresa não disse nada sobre outras opções menos bem-vindas de anúncios, com o maior temor dos usuários sendo a aparição deles em meio aos chats ou listas de conversas.

Ao mesmo tempo, não parece existir nenhum indício de que o WhatsApp retornaria aos tempos de solução paga, nem mesmo indicando a possibilidade de uma assinatura para fazer sumir os anúncios. Antes de ser adquirido pelo Facebook, e durante algum tempo depois disso, o uso do mensageiro custava US$ 0,99 por ano, com o primeiro sendo gratuito, um valor simbólico para manutenção de um sistema que ainda dava seus primeiros passos e foi extinto em 2016. Entretanto, para clientes corporativos, há iniciativas pagas pelas quais o WhatsApp cobra uma comissão pela venda de passagens ou produtos através da plataforma, além de vender serviços de envio de mensagens em massa e outros recursos.

Canal Tech, via Matt Navarra (Twitter)

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Era só o que faltava. Acho que vou migrar para uma bola de cristal.

WhatsApp atualizará 155 emojis; veja como eles vão ficar

O WhatsApp recentemente liberou uma nova atualização através do Google Beta Play Program. A versão 2.19.139. trouxe novas informações sobre o desenvolvimento do Modo Noturno para o aplicativo e também alterou o design de 155 emojis. Esse layout estará disponível na próxima versão estável do Google Play e na também próxima atualização do WhatsApp Web.

Na atualização beta 2.18.384., o WhatsApp já havia modificado 357 emojis e, em seguida, melhorou o layout de mais 21 emojis na versão 2.19.21. Se podemos tirar alguma conclusão disso, o fato é que o aplicativo vê os emojis como parte importante da plataforma. Portanto, para torná-los melhor, o mensageiro redesenhou completamente diversos deles, mas, para outros, eles apenas aplicaram algumas pequenas alterações. Confira as mudanças da versão beta atual:

Olhar Digital, via WABetaInfo

WhatsApp teve sua pior falha de segurança: brecha deixou vulnerável dados dos usuários e também todos os aplicativos instalados no celular

O WhatsApp alertou seus 1,5 bilhão de usuários no mundo todo para que o aplicativo de celular fosse atualizado. Uma brecha de segurança da plataforma permitiu que hackers instalassem um vírus para monitorar o uso do aparelho.

Segundo o professor da FGV Arthur Igreja, do ponto de vista técnico, o “WhatsApp teve sua pior falha de segurança.”

O especialista em tecnologia afirma que o WhatsApp tinha como uma de suas prioridades a segurança e a privacidade das mensagens trocadas entre os usuários. Porém, foi usado para expor todos os demais aplicativos instalados no aparelho.

“O vírus instalado pelos hackers permitia espionar 100% do uso do celular. Isso criou uma vulnerabilidade para aplicativos de bancos, e-mails e para outros serviços usados pelo celular”, explica o professor.

Os cibercriminosos usaram uma chamada de voz pelo aplicativo para conseguir instalar o vírus. A vítima não precisava atender a ligação para ter o celular invadido. O histórico de chamadas ainda era apagado para não deixar pistas. Isso dificultava a descoberta de que algo irregular estava ocorrendo.

O professor Igreja alerta que ainda é cedo para ter a dimensão real do ataque. “O WhatsApp não revelou o número exato de quantas pessoas foram vítimas dos hackers. É possível que não tenha sido algo tão pontual”, afirma.

Procurado pelo R7, o WhatsApp enviou o seguinte posicionamento:

“O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem o nosso aplicativo para a versão mais recente, assim como manter o sistema operacional dos dispositivos atualizados, a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis. Estamos trabalhando constantemente ao lado de parceiros da indústria para fornecer os aprimoramentos de segurança mais recentes para ajudar a proteger nossos usuários.”

R7

Após alerta mundial, saiba como atualizar o WhatsApp e proteger o celular de uma invasão

Usuários devem atualizar o WhatsApp para se proteger de hackers. Foto: Pixbay

O WhatsApp alertou todos os usuários sobre uma falha no sistema que permitiu que hackers tivessem acesso aos dados armazenados nos celulares. A única forma de se proteger do ataque, segundo a empresa, é fazer a atualização do aplicativo.

Para atualizar o app em celulares Android, acesse o Play Store e procure pelo WhatsApp na barra de buscas. Em seguida, clique no botão atualizar. O ideal é estar conectado com uma rede Wi-Fi ao invés de usar uma conexão 4G. Isso fará o download ser muito mais rápido.

Celulares com sistema operacional Android e iPhones devem ser atualizados. Foto: Reprodução

No caso dos iPhones, acesse a App Store e siga o mesmo passo a passo. Procure pelo WhatsApp na barra de buscas e clique em atualizar.

Como era o golpe?

Os hackers faziam uma ligação pelo WhatsApp para o telefone de uma vítima. Mesmo que a ligação não fosse atendida, um vírus era instalado no celular.

Em muitos casos, a chamada desaparecia do histórico do aparelho sem deixar nenhuma pista. Por isso, muitos usuários não suspeitavam que tiveram o aparelho invadido.

R7

 

WhatsApp detecta ataque hacker e pede que usuários em todo o mundo atualizem o aplicativo

Whatsapp divulgou comunicado sobre vulnerabilidade no sistema (Thomas White/Reuters)

O aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp, de propriedade do Facebook, divulgou, nessa segunda-feira 13, que foi detectada uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem spyware em alguns telefones – conseguindo, assim, acessar os dados contidos nos aparelhos.

A empresa confirmou em comunicado à imprensa a informação publicada horas antes pelo jornal Financial Times e pediu aos 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que “atualizem o aplicativo para sua versão mais recente” e mantenham durante o dia seu sistema operativo como medida de “proteção”.

O WhatsApp, que foi adquirido pelo Facebook em 2014, indicou que neste momento ainda não é possível dizer quantas pessoas foram afetadas, mas estimou que as vítimas foram escolhidas “especificamente”, de maneira que em princípio não se trataria de um ataque em grande escala.

O software espião que foi instalado nos telefones “se assemelha” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, que levou o WhatsApp a colocá-lo como o principal suspeito por trás do programa de espionagem.

A vulnerabilidade no sistema, para a qual a empresa lançou um patch na segunda-feira, foi detectada há apenas alguns dias e, por enquanto, não se sabe quanto tempo duram as atividades invasoras.

Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.

Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

O WhatsApp declarou que, logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou a organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

O fato de algumas das organizações afetadas serem plataformas de defesa dos direitos humanos reforça a hipótese de envolvimento do Grupo NSO, uma vez que seu software já foi utilizado no passado para realizar ataques contra esse tipo de entidades.

Segundo o Whatsapp, o “spyware” detectado teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).

Veja, com EFE

Nova atualização do WhatsApp para Android pode bloquear capturas de tela

WhatsApp: usuários de Android poderão desbloquear o aplicativo com impressão digital (NurPhoto/Getty Images)

Você se preocupa com capturas de telas das suas conversas no WhatsApp? Apesar de ter criptografia ponta a ponta na comunicação entre você e o seu destinatário, o que promete evitar a interceptação de conversas por terceiros, o aplicativo ainda está vulnerável a um simples registro de imagem da tela que qualquer smartphone, seja Android ou iPhone, pode fazer em apenas um segundo.

Segundo o site WABetaInfo, que analisa versões preliminares do WhatsApp antes do lançamento, uma futura atualização do aplicativo de mensagens para Android pode impossibilitar que os usuários registrem imagens das conversas, em razão da política de privacidade que o próprio WhatsApp prega.

A nova função, se lançada para todos, atuará em conjunto com a verificação por impressão digital: se o indivíduo permitir a autenticação por esse método, aparecerá uma mensagem na tela onde se lê: “Quando ativada, impressão digital é necessária para abrir o WhatsApp e capturas de tela de conversas são bloqueadas.” Porém, ainda será permitido realizar ligações e responder a mensagens mesmo quando o aplicativo estiver bloqueado.

A imagem a seguir, do WABetaInfo, mostra a tela de configuração onde é possível ativar o recurso de digital e bloqueio de capturas de tela.

Nas redes sociais, a reação dos usuários é mais negativa do que positiva: “Você autenticou a segurança por impressão digital, o que significa que a sua conversa está segura. […] é o seu próprio WhatsApp, você deveria ser capaz de fazer o que quiser.”, disse um usuário em seu Twitter.

A nova função ainda está no estágio alfa de desenvolvimento, etapa que antecede testes públicos, mas pode estar presente nos aplicativos de usuários de smartphones Android em uma atualização. Usuários de iPhone já são capazes de desbloquear o aplicativo por identificação facial ou impressão digital, mas ainda não podem bloquear capturar de tela.

Super Interessante

 

WhatsApp cria nova regra de privacidade para entrada em grupos

Foto: Dado Ruvic/Arquivo/Reuters

O WhatsApp anunciou novas regras de privacidade para que o usuário possa ser adicionado em grupos. As mudanças começam a valer a partir desta quarta-feira (3).

De acordo com o aplicativo, que faz parte do grupo do Facebook, as novas configurações possibilitam ao usuário escolher que tipo de contato pode ou não adicioná-lo aos grupos.

Como aplicar
Para ativar, é necessário ir no campo “Configurações” no aplicativo, depois em “Conta > Privacidade > Grupos” e selecionar uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “todos”.

“Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e “Meus contatos” significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.

Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada. O usuário terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Passo a passo a mudar configurações para a entrada em grupos no WhatsApp — Foto: Whatsapp/Divulgação

O aplicativo afirma que os usuários terão mais controle das mensagens em grupo que irão receber.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Moura disse:

    Boa tarde. Hoje o Diretor do DER, Comt da PM São Gonçalo, Guardas municipal de São Gonçalo, várias viaturas da PRE,estiveram nas proximidades do aeroporto, proibindo os motosplicativo aplicativos, tx de Natal, Pipa e demais interiores de pegar passageiros no aeroporto de S Gonç. Uma humilhação e usando o nome da governadora para mostrar sua autoridade autorizada pela mesma. Como enviar vídeo?

Para “acompanhar” Facebook e Instagram, WhatsApp fica instável e usuários não conseguem enviar fotos, áudios e stickers

Não foi só o Facebook e o Instagram que apresentaram instabilidade e ficaram indisponíveis nesta quarta-feira, 13. O WhatsApp, o principal aplicativo de mensagens do momento, também apresentou problemas nesta tarde, de modo que todos os principais serviços do Facebook tiveram algum tipo de instabilidade.

Assim como os outros serviços, o pico de reclamações envolvendo o WhatsApp acontece próximo das 14h, segundo o site Down Detector. Uma pesquisa no Twitter mostra múltiplas pessoas de todo o mundo com reclamações em comum: impossibilidade de enviar áudios e imagens por meio do aplicativo.

Nos testes do Olhar Digital, o problema se manifestou de diferentes formas para os membros da equipe. Alguns foram incapazes de enviar stickers por meio do aplicativo; outros não conseguiam enviar imagens, enquanto outros não podiam enviar áudio.

O Brasil parece ser um dos epicentros dos problemas do WhatsApp, o que faz sentido, já que o aplicativo é extremamente popular entre os brasileiros. Também é possível notar um foco de queixas grandes na Europa, que também usa bastante o app, enquanto as queixas nos EUA são limitadas, já que o WhatsApp não está na lista dos aplicativos mais usados por lá. Em outras regiões, ao que tudo indica por questão de fuso horário, têm menos queixas.

Olhar Digital

WhatsApp já permite fazer chamadas em grupo com um único clique. Veja como fazer

(Foto: Reprodução / Facebook)

O WhatsApp continua com suas constantes melhorias e lançou uma atualização que facilita as chamadas de grupo. Uma função de videochamada em grupo chegou ao aplicativo em junho do ano passado mas a mecânica em si era trabalhosa.

Agora a coisa ficou mais fácil para as chamadas em voz ou chamadas de vídeo entre os contatos em um grupo. Com isso, o aplicativo de mensagens instantâneas adiciona um novo recurso para os usuários, somado a proteção por impressão digital que esperamos para 2019.

A partir de agora será possível  fazer chamadas de voz e chamadas de vídeo em grupo em um único clique, graças ao surgimento de um novo botão no canto superior direito dentro de cada grupo.

Quando acionado, uma bandeja deslizante é aberta, na qual todos os contatos que fazem parte do grupo aparecem e podem ser adicionados à chamada de uma só vez.

Até agora, para iniciar esse tipo de conversa, tínhamos que esperar até que a conexão inicial entre duas pessoas fosse estabelecida e, então, mais pessoas pudessem ser adicionadas.

Ou seja, uma pessoa iniciaria uma ligação com outro contato do grupo e, no momento em que ambos estivessem conectados, ela poderia ser adicionada ao restante dos participantes.

Agora, todos os contatos com os quais você deseja estabelecer uma chamada podem ser selecionados desde o primeiro momento .

O aplicativo lançou a versão beta do WhatsApp há algumas semanas para testar o novo recurso e agora está disponível para todos os usuários.

Olhar Digital

 

Hospital indenizará família por veiculação de fotos de cadáver no WhatsApp, decide Justiça em SP

Hospital e técnica de enfermagem terão de indenizar família por danos morais após terem sido divulgadas fotografias, por meio do WhatsApp, de corpo em situação degradante de parente falecido em decorrência de grave acidente de trânsito. As fotos foram tiradas nas dependências do estabelecimento. Decisão é da 2ª câmara de Direito Privado do TJ/SP, que fixou indenização em R$ 25 mil.

As fotos foram tiradas pela técnica de enfermagem. De acordo com a decisão, o hospital responde, de forma objetiva, pelos danos que seus funcionários causam a terceiros.

A relatora, desembargadora Marcia Regina Dalla Déa Barone, afirmou que, ainda que se alegue que as fotos foram divulgadas fora do ambiente de trabalho, “é certo que as imagens foram obtidas no interior do estabelecimento”, tendo o local o dever de tomar medidas cabíveis para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer e causem danos a outrem.

A magistrada ainda destacou que “os danos imateriais restaram claramente demonstrados, pois a parte autora teve sua honra e imagem abaladas pelas imagens divulgadas”. Para ela, o fato gerou transtorno e constrangimento à família e violação ao direito de imagem e intimidade protegidos por lei.

Presentes os requisitos legais exigidos, considerou certo o dever de indenizar.

O julgamento, unânime, contou com a participação dos desembargadores José Carlos Ferreira Alves e José Joaquim dos Santos.

Processo: 1000869-55.2015.8.26.0022
Migalhas