WhatsApp: uso de mesma conta em vários aparelhos está próximo

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Uma das funções mais pedidas pela comunidade pode enfim chegar ao WhatsApp. Trata-se da possibilidade de usar o mesmo número de telefone em mais de um dispositivo móvel.

Movimentações a respeito da implementação desse recurso começaram em março de 2020, mas nada foi colocado em prática desde então. Entretanto, os testes da função voltaram na atualização 2.20.196.8, disponível para quem é parte do programa de testes Beta da versão Android do mensageiro. A descoberta é do site WABetaInfo.

O recurso é bastante simples e permite que até quatro aparelhos estejam logados na mesma conta de WhatsApp. A interface para que você confira os dispositivos ligados está em desenvolvimento e indica a conexão com outros celulares, tablets, computadores e o display inteligente Portal, que também pertence ao Facebook.

É possível ainda conferir quando foi realizado o último login em cada um dos sistemas e ligar novos aparelhos compatíveis. Por enquanto, não há qualquer previsão de chegada dessa função na versão estável do WhatsApp.

Outra novidade também em desenvolvimento que pode chegar em breve no mensageiro é a busca avançada, que permite ao usuário escolher se o recado buscado é um texto ou contém tipos específicos de anexo, por exemplo.

Tecmundo

ÁUDIO mostra como funciona o Golpe de clonagem do WhatsApp

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Manjado golpe de clonagem do WhatsApp ainda continua fazendo muitas vítimas. Em destaque, um desses que a pessoa pega em sites de anúncios.

Conforme conversa anda, golpista tenta manipular usuário do aplicativo a mandar os 6 dígitos de validação pelo telefone. No exemplo abaixo, áudio que viralizou mostra quando criminoso é desmascarado por vítima em potencial, e ainda consegue falar sobre o “negócio”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Brincadeira!
    Esse país não existe, meu Deus!

  2. Tarcísio Eimar disse:

    O cara ainda manda um abraço. Kkkkkk

WhatsApp enfrenta instabilidade e fica indisponível para usuários

Foto: Ilustrativa

O WhatsApp apresentou instabilidade na tarde desta terça-feira (14) e saiu do ar para vários usuários. O número de reclamações sobre a instabilidade do aplicativo disparou no horário próximo das 17h.

Como é possível ver no site Down Detector, houve um pico de pesquisas sobre a estabilidade do WhatsApp no horário, o que indica que muitas pessoas foram afetadas.

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A falha parece afetar tanto o WhatsApp Web quanto o aplicativo nos celulares. Nos testes do Olhar Digital, a sessão da web do aplicativo foi encerrada e o app não consegue mais enviar nenhuma mensagem. Nas redes sociais, usuários reclamam de não poderem trocar mensagens com seus contatos, levando o termo “O WhatsApp” para o topo dos Trending Topics do Twitter.

Olhar Digital

WhatsApp suspende contas do PT por disparos em massa

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Depois de ter nove contas no WhatsApp suspensas por disparos de mensagens em massa, o PT pediu que o aplicativo reconsiderasse a decisão. Conseguiu de volta quatro contas. Todas foram suspensas dias depois: tinham voltado a fazer disparos em massa.

O PT reclama que teve as contas suspensas por ter votado a favor do projeto de lei das fake news no Senado. Só que toda a discussão sobre a legitimidade dos números aconteceu até o dia 27 de junho – e a votação do PL aconteceu no dia 30.

Portanto, o PT teve as contas suspensas por usá-las para disparo em massa mesmo. Nada a ver com seu posicionamento político, conforme apurou O Antagonista.

O esquema de disparos do PT foi descoberto, aliás, por análises automáticas de dados: milhares de mensagens disparadas ao mesmo tempo por poucos números de celular, deixando claro que não se trata de atividade humana.

Procurado por O Antagonista, o WhatsApp disse não poder falar sobre casos concretos. Só esclareceu que seus serviços não foram feitos para enviar mensagens em massa e automatizadas.

Segundo nota do aplicativo, cerca de dois milhões de contas no mundo são banidas todo mês. Não foram informados dados sobre o Brasil.

Leia a nota do WhatsApp:

“Nossos produtos não foram projetados para enviar mensagens em massa ou automatizadas, que violam nossos termos de serviço. Por meio de nossos avançados sistemas de aprendizado de máquina somos capazes de detectar essas práticas. Constantemente, banimos contas por comportamentos abusivos: todo mês, mais de 2 milhões de contas são banidas globalmente. Estamos comprometidos em reforçar a natureza privada do serviço e manter os usuários protegidos contra abusos. Continuaremos a banir contas usadas para enviar mensagens em massa ou automatizadas e avaliaremos mais profundamente as nossas opções legais contra empresas que oferecem esses serviços, como fizemos no passado no Brasil”.

Com informações de O Antagonista e UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Isso pessoal, babaca como esse Lucas, acham que todos são defeituosos como eles, asnos de nascença e adultos que defendem um ladrão já condenado em várias instâncias, respondendo a vários processos, denunciado por vários ex comparsas íntimos.

  2. Chicó disse:

    "Acuse os seus adversários do que você faz." Lenin

    • Manoel C disse:

      Até hoje, ninguém comprovou a autoria de Lênin sobre o Decálogo. Impressionante como uma mentira propagada vira verdade. Em tempo, não sou comunista.

  3. Lucas disse:

    BG, pelas caridade, faça um post ensinando aos seus assíduos porém ignorantes leitores que nós vivemos em uma FEDERAÇÃO, não em uma CONFEDERAÇÃO! É recorrente a ignorante alegação de que não se pode imputar culpa ao presidente, pois o STF decidiu pela autonomia de estados e municípios. Mostre que, até o mês anterior, o Gov. Federal só tinha empenhado por volta de 30% do orçamento aprovado pelo Congresso para o combate da pandemia! Esses caras se alimentam de memes e acham que possuem informação! É inacreditável!

    • Chicó disse:

      A governadora já prestou conta dos recursos recebidos do governo federal ???

    • Eduardo Lemos disse:

      A ignorância da esquerda em achar que dinheiro público é saco sem fundo e que gastar mais é parâmetro de avaliação de gestão. Orçado é diferente do realizado! A meta é sempre gastar menos que o orçado, isso deveria ser mérito do gestor público, assim como é mérito na iniciativa privada. "Ahh mais o PT foi quem mais gastou em educação" Qual o resultado? não subimos sequer uma posição significativa no PISA…. Inclusive na época da "pátria educadora", caímos! Ou seja, gastou-se muito e gastou-se mal!!!!! O nobre Lucas, que pelo discurso fácil, me lembra mais um piá de prédio, que acha que sabe como é a vida e como todo mundo deveria agir.

    • Bakado disse:

      Dá pra o senhor explicar melhor?
      Onde o presidente entra nesta história?

    • Nero disse:

      Um cara desses , chamar outros de ignorantes kkkk

    • Borrabotas disse:

      Sr. Lucas, desenhe aí, por gentileza, não entendi sua mensagem!

    • Bito disse:

      O governo federal foi citado em algum momento?

    • Bertioga disse:

      Você participou dos disparos? Eram contra o governo federal ou contra quem?

    • Dinho disse:

      Energúmeno, quem acha que é pra chamar outros de ignorantes? E o que vc conhece sobre empenho? Melhor se recolher, tá ok?

    • Raimundo disse:

      Falou o defensor de Maduro, Lula e Ciro Gomes.
      Cobre de sua governadora Fatinha…
      Dizem que 250 óbitos podem ter sido decorrentes de falta de leitos.

Novo golpe com saque emergencial do FGTS atinge mais de 100 mil no Whatsapp

Página do link malicioso oferece FGTS — Foto: Reprodução/PSafe

Um golpe que promete o Saque Emergencial do FGTS foi descoberto pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, e já fez cerca de 100 mil vítimas até esta quarta-feira (1). Segundo relatório divulgado, novos links maliciosos que circulam pelo WhatsApp e prometem o saque de R$ 1.045 foram identificados, utilizando o benefício emergencial como forma de atrair vítimas e roubar dados pessoais. O FGTS passou a ser disponibilizado nesta segunda-feira (29/6), o que torna a medida ainda mais propensa de ser aproveitada por golpistas.

O golpe já havia sido alertado pelo dfndr lab no mês passado, e a mecânica utilizada pelos cibercriminosos para roubar dados de usuários segue o mesmo esquema de outros já identificados, como o golpe do Auxílio Emergencial, que fez mais de 7 milhões de vítimas e o golpe do Super Almanaque da Mônica grátis, que fez mais de 91 mil vítimas em menos de 24h.

Ao acessar o link malicioso enviado na mensagem sobre o suposto saque, a vítima é direcionada a uma página em que deve informar seus dados pessoais. O site simula a interface do Facebook, com comentários que usam o nome da Caixa para orientações de como obter o benefício.

O diretor da PSafe Emilio Simoni faz um alerta quanto aos prejuízos possíveis deste tipo de golpe, principalmente porque a vítima fornece informações pessoais aos criminosos, ficando “vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados.”

Golpe do FGTS que promete Saque Emergencial de R$ 1.045,00 já fez 100 mil vítimas — Foto: Reprodução/PSafe

“Consulte de você tem direito ao saque do FGTS no valor de R$ 1.045,00. Os saques poderão ser efetuados a partir do dia 04/05/2020. Consulte: [link malicioso]”

Este tipo de golpe tem grande proporção nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, pois, para finalizar o cadastro no site falso é necessário compartilhar o link malicioso com outros contatos. Desta forma, os cibercriminosos atingem grande número de vítimas, que se tornam os “vetores de disseminação do golpe”, conforme afirma Simoni.

A diferença do golpe do FGTS para os anteriores se dá por uma permissão que pode ser concedida pela vítima, que permite que cibercriminosos lhe enviem notificações, o que pode ser potencialmente perigoso. Simoni também faz um alerta quanto a este tipo de permissão: “quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes.”

Saque Emergencial do FGTS

O Saque Emergencial de R$ 1.045 do FGTS foi instituído por meio da Medida Provisória número 946/2020, que foi a forma encontrada pelo Governo Federal de diminuir os impactos causados pela crise do coronavírus no país. O benefício pode ser solicitado por trabalhadores com contas ativas ou inativas, desde que tenha saldo em conta no FGTS.

FGTS de R$ 1.045 está disponível para o trabalhador titular com saldo em conta no fundo de garantia, incluindo tanto contas ativas como inativas. O dinheiro passou a ser liberado na segunda-feira por meio da conta Poupança Social Digital da Caixa, e pode ser movimentado com o aplicativo Caixa Tem.

Lá é possível realizar pagamento em lojas físicas com a maquininha, ou em compras online com o cartão virtual de débito. O saque em espécie e transferência, entretanto, acontecem em data diferente à do crédito em conta. A disponibilização do benefício é definida pelo mês de nascimento do trabalhador.

Globo, via Techtudo e Via PSafe

“Projeto das fake news quebra princípio da privacidade”, diz diretor do WhastApp

Pablo Bello, diretor de Políticas Publicas do WhatsApp para a América LatinaPablo Bello, diretor de Políticas Publicas do WhatsApp para a América Latina |Foto: Divulgação

O projeto que cria a Lei das Fake News, aprovado no Senado – (ainda restará a decisão final na Câmara e a possibilidade de veto do presidente Jair Bolsonaro), vive um intenso debate nas últimas semanas envolvendo plataformas de mídia como o WhatsApp. Em entrevista ao GLOBO, Pablo Bello, diretor de Políticas Publicas do WhatsApp para a América Latina, alega ser inviável adotar modificações que, segundo ele, violam as regras de privacidade da plataforma. Ele critica trechos da versão final do texto que determinam, por exemplo, que sejam guardados registros envios de mensagens em massa por três meses — preservado o sigilo do conteúdo. Ainda assim, ele afirma que a proposta “quebra um princípio central de privacidade”.

O projeto é discutido enquanto o debate sobre fake news se intensifica, processos avançam no Supremo Tribunal Federal (STF) e a própria pandemia alimenta discussões sobre desinformação. Como a empresa vê o contexto social e política pela aprovação desse projeto?

Entendemos que existe no Brasil um contexto político que gera uma pressão extra. As regulações neste sentido são complexas. Não existe um país que tenha regulamentado completamente este fenômeno e que o tenha feito com um modelo de tramitação rápida, como propõe o Congresso. As plataformas e o WhatsApp estão contribuindo com pontos de vista. Alguns pontos, para o WhatsApp, têm a ver como nosso DNA, que é preservar a privacidade. O que o projeto prevê em seu artigo 10 (registros de envio de mensagens) é algo que o WhatsApp não produz, não guarda habitualmente um registro de quem interagiu com quem. Não sabe com quem você se comunicou, de quem você recebeu mensagens. O WhatsApp pensa que isso é bom para a sociedade.

Por que é inviável permitir a rastreabilidade das mensagens trocadas?

O WhatsApp não está desenhado para coletar este tipo de dados. Pensamos que essa modificação seria incompatível com o Marco Civil da Internet e com a Lei de Proteção de Dados, que falam em minimizar a coleta de dados.

O senhor já afirmou que algumas mudanças, destinadas a impedir o cometimento de crimes nas redes, poderiam ser uma ferramenta ideal para governos autoritários…

Construir uma base de milhões de mensagens, identificando quem interage com quem, quebra um princípio central de privacidade e pode vulnerar direitos humanos fundamentais. No domingo, o mundo celebrou o dia mundial contra a homofobia. Em 70 países, a homossexualidade ainda é crime. Imagine se na Rússia pudessem ter acesso a essas informações.

O que se pode fazer, então?

O WhatsApp vem implementando modificações para reduzir a viralidade e combater disparos em massa. Trabalhamos em parceria com o (TSE) e propusemos a proibição dos disparos em massa. Foi incorporado e estará vigente para as eleições deste ano. O que estamos propondo agora é, a partir de uma ordem judicial, fazer uma análise dos metadados, no caso das pessoas específicas que são suspeitas de usar a plataforma com objetivos de afetar as instituições ou a democracia. Fazemos isso com crimes no Brasil e foi bem sucedido. É o princípio de intercepção telefônica. Agora, conteúdo nunca, porque WhatsApp não tem como ter acesso ao conteúdo das interações.

Este ano teremos eleições no Brasil. Os riscos de disparos em massa diminuíram?

Houve um conjunto de mudanças, entre eles o combate ao envio em massa de mensagens. Podemos garantir que não existirá mau uso de qualquer plataforma? Não. Mas o compromisso está em combater esses maus usos. Existem muitos elementos que nos permitem ser otimistas.

Sonar – O Globo

 

GRAVE: “É como se pusessem uma tornozeleira eletrônica em todos os usuários no Brasil”, diz diretor do Whatsapp, sobre projeto de lei de fake news

Foto: Pixabay

É como se mais de 100 milhões de brasileiros passassem a ser monitorados por tornozeleira eletrônica. É assim que Pablo Bello, diretor de Políticas Públicas do WhatsApp para a América Latina, descreve os possíveis efeitos do projeto de lei sobre fake news que está em discussão no Senado.

O ponto do projeto que mais incomoda a plataforma é a rastreabilidade das mensagens, que obriga aplicativos a guardar as informações sobre todos os reencaminhamentos de cada mensagem, para que se possa identificar a origem de conteúdos potencialmente ilegais.

Há mais de cem emendas ao projeto de lei apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA).

Ainda não se sabe qual será o texto final do relatório de Coronel, que será apresentado nesta quarta-feira (24), para ser votado na quinta (25). Mas, segundo apurou a Folha, o texto deve manter a rastreabilidade, ponto que mais incomoda o WhatsApp.

“É como se pusessem uma tornozeleira eletrônica em todos os usuários de WhatsApp no Brasil —poderão monitorar todos os movimentos das pessoas, saber com quem todo mundo fala por mensagem”, disse Bello à Folha.

Segundo os números mais recentes, de 2017, há mais de 120 milhões de usuários de WhatsApp no país. A legislação em discussão determina que o WhatsApp deve guardar os registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens até sua origem, e fornecer essas informações mediante pedido judicial.

“Tudo isso, essa coleta maciça de dados para que, no caso eventual de alguém cometer um crime, poderem obter essas informações…isso transformará todos em suspeitos, subverte a presunção de inocência.”

Segundo Bello, embora a medida não implique quebrar a criptografia, porque não revela o conteúdo das mensagens, ela representa violação de privacidade ao mostrar com quem todo mundo fala.

Bello afirma que o WhatsApp de hoje é muito diferente do aplicativo em 2018, quando foi usado para disseminação de notícias falsas durante as eleições. Na ocasião, a plataforma teve de suspender 400 mil contas. “Introduzimos várias modificações para reduzir a viralização de algumas mensagens.”

O número de vezes que uma mensagem pode ser reencaminhada foi reduzido de 20 para 5, o que, segundo Bello, já diminuiu em 30% o número de reencaminhamentos.

Em abril deste ano, o WhatsApp passou a permitir que as mensagens que estejam viralizando sejam reencaminhadas apenas uma vez. Bello voltou a enfatizar que apenas 5% de todas as mensagens trocadas pelo aplicativo são reencaminhadas.

A plataforma defendeu a proibição de envio em massa de mensagens de WhatsApp durante as eleições, o que foi incorporado na regulamentação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) adotada em novembro do ano passado.

A empresa também está acionando judicialmente agências que fazem disparos em massa, como a Yacows. E está cooperando com agências de checagem de fatos para criar chatbots no WhatsApp, como o da International Fact Checking Network, para combater fake news sobre a pandemia de Covid-19, e canais de informação reunindo ministérios da Saúde de vários países, entre eles o Brasil.

“Essa é nossa visão de como combater desinformação”, diz Bello.

Segundo ele, a coleta e o armazenamento maciço de dados exigidos pela lei vão contra o modelo de negócios do WhatsApp. “É muito arriscado guardar todas essas informações. Imagine um hacker?”, questiona.

Ele lembra que o WhatsApp é uma plataforma global e, eventualmente, essas mudanças poderiam passar a valer em países não democráticos. “Rastreabilidade de mensagens é um presente para governos autoritários; é um problema não apenas de privacidade, mas também de direitos humanos.”

Bello afirma que o WhatsApp colabora com a Justiça ao fornecer os dados já previstos pelo Marco Civil da Internet —os logs de acesso, detalhes sobre quando uma determinada pessoa entrou e saiu do aplicativo, e o IP usado. E que está disposto a aperfeiçoar isso, fornecendo essas informações de maneira mais eficaz e rápida, sempre a partir de pedido judicial.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Véi de Rui disse:

    Liberdade total teve Lula, roubou o dinheiro do povo brasileiro, deu aos filhos aos comparsas e mandou pra onde quis e ninguém fez nada. Isso sim é liberdade total!

  2. Santos disse:

    Olha o que está na Constituição Federal, Art. 5°, IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo VEDADO O ANONIMATO; V – É ASSEGURADO O DIREITO DE RESPOSTA PROPORCIONAL AO AGRAVO, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

    • Rodrigo disse:

      Não entendi o que vc quis dizer, olhe que conheço da constituição do Brasil.

  3. Manoel disse:

    Depois do gabinete do ódio, da privacidade raqueada (Ótimo filme no netflix) e da eleição de Trump/Bozo, qualquer atitude contra fake news é bem vinda.

  4. João Italiano disse:

    Não existe liberdade total numa democracia, isso é utopia. A liberdade tem limites, e esse limite é a Lei, a ordem jurídica. Divulgar mentiras e destruir reputações não é liberdade de expressão, é crime. Simples assim.

  5. Romero Cezar da Câmara disse:

    Não sei quem tem medo de ser identificado, deve ser bandidos ou caluniadores. A liberdade de se expressar tai; más diga e assuma e essas redes sociais são um prato cheio pra criminosos de todos os ramos se esconderem no anonimato. Facebook, whatsapp etc…, documentos pra ter sua conta, sua liberdade de expressão. Internet e lugar de informação e não de fakes.

  6. Antonio Turci disse:

    Infelizmente, pela irresponsabilidade de alguns, todos terão que pagar. Que venha a lei. Está na hora de dar "um basta" em tantas Fake News.

  7. Ricardo disse:

    Tem gente batendo palma enquanto só se pegar bolsonarista (afinal, do outro lado não se diz mentira, né?). Num dia um desafeto vai usar isso contra vc. E nem vai precisar ser uma mentira.

    • Rafael Franco disse:

      Interessante! O tal do devido processo legal só serve quando beneficia você ou um amigo seu. Quando Sérgio Moro indicava testemunhas para a acusação ninguém se importava… Onde vocês estavam nessa época?

    • Ricardo disse:

      Falsa analogia. Falácia.

  8. Davi disse:

    Qual problema de rastrear quem fez a notícia? Pode ser mentirosa e é crime, projeto de lei acertado.

    • andre bambu disse:

      Quando vc ver o dono do facebook colocando um fita na cam do laptop que utiliza. Vai começar a entender o valor da liberdade. (mesmo sendo vc uma pessoa íntegra)

      Para o bem comum "vou monitora todos". Isso é liberdade? (por punhado de bandidos, todos pagam)

    • Ricardo disse:

      Tem que ser muito ingênuo pra acreditar que esss lei visa só pegar bandido.

WhatsApp apresenta erro e deixa de exibir quem está on-line, “visto por último”, “gravando áudio” e “digitando”

Foto: Reprodução

Alguns usuários nas redes sociais estão em dúvidas se a mudança é um bug ou é um novo recurso, indicando que uma nova atualização do WhatsApp tirou o visto por último. Vale lembrar que, até o momento, o app não permite desativar as mensagens “online”, “gravando áudio” e “digitando”, possibilidade desejada por alguns usuários do mensageiro. É possível, no entanto, desativar a função de última visualização.

O TechTudo conseguiu reproduzir o erro ao abrir uma conversa com um contato que está online. O campo que mostra o status junto ao nome fica em branco. O mesmo acontece com o “visto por último”, que não aparece mesmo que o recurso esteja habilitado, e com as mensagens “gravando áudio” e “digitando”.

Ao tentar alterar o ajuste associado ao “Visto por último”, o WhatsApp exibe uma mensagem de “Falha ao atualizar as configurações de privacidade”, e exibe a mensagem “Carregando…” durante algum tempo.

WhatsApp está fora do ar?

Alguns usuários nas redes sociais estão em dúvidas se a mudança é um bug ou é um novo recurso, indicando que uma nova atualização do WhatsApp tirou o visto por último. Vale lembrar que, até o momento, o app não permite desativar as mensagens “online”, “gravando áudio” e “digitando”, possibilidade desejada por alguns usuários do mensageiro. É possível, no entanto, desativar a função de última visualização.

O TechTudo conseguiu reproduzir o erro ao abrir uma conversa com um contato que está online. O campo que mostra o status junto ao nome fica em branco. O mesmo acontece com o “visto por último”, que não aparece mesmo que o recurso esteja habilitado, e com as mensagens “gravando áudio” e “digitando”.

Ao tentar alterar o ajuste associado ao “Visto por último”, o WhatsApp exibe uma mensagem de “Falha ao atualizar as configurações de privacidade”, e exibe a mensagem “Carregando…” durante algum tempo

O Google Trends, plataforma que monitora as buscas na web, registrou um pico de procura para o termo “whatsapp tirou o visto por úlimo” por volta das 14h. Outras pesquisas relacionadas incluem, “whatsapp bugado”, “última visualização whatsapp”, “whatsapp com problema hoje” e “whatsapp temporariamente indisponível”.

Techtudo

 

WhatsApp vai permitir enviar e receber dinheiro pelo aplicativo; Brasil será primeiro país com a novidade

WhatsApp vai permitir fazer pagamentos a amigos e lojas pelo aplicativo. — Foto: Divulgação/WhatsApp

O WhatsApp anunciou nesta segunda-feira (15) que o Brasil será o primeiro país a receber uma atualização do aplicativo que vai permitir que usuários enviem e recebam dinheiro, usando cartões cadastrados. A novidade também vai permitir que contas do WhatsApp Business recebam pagamentos por produtos e serviços.

A função chega ao Brasil já nas próximas semanas, de acordo com o WhatsApp. Será preciso cadastrar um cartão com a função débito para fazer as transferências.

Os pagamentos acontecem dentro de uma função chamada Facebook Pay. A rede social também é dona do Instagram, além do Whatsapp. Em nota, o WhatsApp afirma que o recurso tem esse nome para que, no futuro, os mesmos dados de cartão possam ser utilizados em toda a família de aplicativos da empresa — sinalizando que o Facebook planeja expandir funções de pagamento para outros apps.

O WhatsApp não é o primeiro a expandir um aplicativo de mensagens em sistema de transferências eletrônicas. Na China, o WeChat foi responsável por uma revolução na maneira de pagar no país e atualmente é também rede social e uma plataforma de vendas.

Como vai funcionar?

Para que usuários possam enviar e receber dinheiro pelo WhatsApp será preciso cadastrar um cartão na função Facebook Pay. Veja como vai funcionar:

Haverá uma função, no mesmo menu do envio de imagens, chamada “Pagamento”;

Quando o usuário clicar nela, o aplicativo vai pedir um valor e redirecionar para a criação de uma conta;

Será preciso aceitar os termos de uso da plataforma e criar uma senha numérica de 6 dígitos;

Depois, o usuário vai precisar incluir nome, CPF e um cartão emitido por um dos bancos parceiros;

Será preciso verificar o cartão junto ao banco, recebendo um código por SMS, e-mail ou aplicativo do banco.

De acordo com o WhatsApp, o uso da senha (ou reconhecimento biométrico do celular) vai ser necessário toda vez que o usuário for enviar dinheiro. As informações de cartão são encriptadas.

Quem vai poder usar?

Inicialmente será possível usar cartões de débito, ou que têm função de débito e de crédito, Visa e Mastercard dos bancos Nubank, Sicredi e Banco do Brasil. A transferência vai ser intermediada pela Cielo e será sem taxas para os usuários. Segundo o WhatsApp, o modelo é aberto e está disponível para receber outros parceiros no futuro.

As transações só podem ser feitas em real e dentro do Brasil. Há um limite de R$ 1 mil por transação e R$ 5 mil por mês. Será possível fazer até 20 transações por dia.

Para as contas comerciais, usando o WhatsApp Business, será preciso ter uma conta Cielo para solicitar e receber pagamentos ilimitados, tanto de crédito quanto de débito, oferecer reembolsos e ter suporte técnico. Os comerciantes, diferentemente dos usuários, pagam uma taxa fixa de 3,99% por transação.

“Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp em nota.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Isabela disse:

    Aqui na Noruega é chamado de vips, funciona muito bem.

    • Cigano Lulu disse:

      Avisa aí na Noruega que o "mito" tá mandando umas toneladas de hidroxicloroquina pra ocêis se curarem da Covid-19, talkey?

Temor sob Bolsonaro faz surgir grupo de WhatsApp com Kim Kataguiri, Joice Hasselmann, Marcelo Freixo, Alessandro Molon e Tabata Amaral

Foto: Montagem

Quem imaginaria, há algum tempo, um grupo que unisse o conservador MBL (Movimento Brasil Livre) ao esquerdista PSOL? O ex-líder da oposição ao ex-líder do governo? Pois Jair Bolsonaro conseguiu esse feito.

Em meio à escalada da retórica autoritária por parte do Palácio do Planalto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, criou um grupo de WhatsApp com colegas congressistas denominado “Democráticos”.

Ele conta hoje com algumas dezenas de deputados, entre eles Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, Marcelo Freixo (RJ), um dos principais nomes do esquerdista PSOL, Alessandro Molon (PSB-RJ), ex-líder da oposição, e Tabata Amaral (PDT-SP), uma das expoentes da nova esquerda.

Assim como os bolsonaristas, o PT não foi convidado. E o que vem sendo discutido por essa união de rivais? De acordo com congressistas ouvidos pela Folha, a necessidade de se contrapor à ameaça de que seja instalada novamente uma ditadura no país.

“Esse grupo é importante porque reúne pessoas que realmente estão preocupadas com a manutenção do Estado democrático de direito, com a manutenção das instituições e da própria democracia no Brasil, que é justamente o que vem sendo fortemente atacada pelo presidente Jair Bolsonaro”, afirma Joice, que foi uma das principais aliadas do presidente, sendo sua líder no Congresso. Hoje ela está rompida.

“As declarações são muito claras, a intenção do presidente da República é, de fato, partir para uma ruptura da democracia, uma ruptura institucional. Esse grupo reúne parlamentares das mais diversas frentes, que realmente estão preocupados com o momento que o Brasil está passando e que entendem que é preciso uma união de todos”, acrescenta a deputada, afirmando que Bolsonaro “sonha dia e noite com um golpe”. “Não é um desejo que vem de agora, é um desejo que vem de muito tempo, e ele flerta com essa possibilidade desde o início do mandato.”

Líder da bancada do PSB, o esquerdista Molon manifesta pensamento similar.

“Há um sentimento de urgência, de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil. Independentemente das divergências ideológicas, que muitas vezes são numerosas e profundas, o risco da implantação de um regime autoritário no Brasil impõe a necessidade de evitar isso a todo custo, até para proteger que essas divergências possam ser manifestadas livremente.”

De acordo com outros integrantes do grupo, que preferiram falar sob condição de anonimato, o objetivo também é se contrapor também ao centrão, não só a bolsonaristas e a petistas –que sob a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem relutado em participar de movimentos suprapartidários de oposição.

O grupo de siglas médias da Câmara, com cerca de 200 das 513 cadeiras, se aliou a Bolsonaro, em sua maioria, após receber do presidente cargos de comando na estrutura federal e verbas para suas emendas parlamentares –tudo aquilo que Bolsonaro negou, na campanha, que faria.

Segundo integrantes do grupo de WhatsApp, alguns congressistas do PT querem aderir, mas o partido não foi convidado porque, além de estar com “o filme queimado”, há a própria resistência de Lula de embarcar em um movimento que não seja encabeçado pelo partido.

Em reunião do PT na segunda-feira (1º), o ex-presidente criticou os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores.

Para ele, o PT não pode embarcar no primeiro ônibus que passa nem ser “Maria vai com as outras”. A Folha não conseguiu falar na noite desta terça-feira (2) com Kim Kataguiri. O MBL se distanciou de Bolsonaro e hoje é um dos alvos dos apoiadores do presidente. Tabata não quis se manifestar.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. TATA disse:

    SE EU NAO ME ENGANO ESSES AI APOIAVAM O SR MILICIA, EI NAO TEM JEITO NAO TA FICANDO SO OS ROBOS COM O MITO DE MERDA. KKKKKKK

  2. Jairo disse:

    Quem desse grupo é referência pra merda alguma?
    Um monte de lixo. Quanto mais tentam, mais viram ibope pra Bolsonaro.

  3. Isaac Mendes disse:

    Unir forças pelo Brasil!! Parabéns aos deputados #MBL

  4. Manoel disse:

    Quando eu vejo uma notícia dessa aí eu vejo que Bolsonaro está correto.

  5. ForaCanalhas disse:

    Veja o caráter dessas pessoas, que junção de porqueiras. Isso mostra que Bolsonaro mesmo com o jeitão dele está correto e os CANALHAS se unem pelo seu mau-caratismo.

  6. Andinho disse:

    Se estão juntos a Joyce Haselmann, o Kim Kataguri, o Marcelo Freixo, o Molon isso só mostra que Bolsonaro está certo, apesar de falar demais e não ter papa na língua, ele tem coerência e palavra, o Bolsonaro da campanha é o mesmo do governo, isso que falta aos políticos brasileiros.
    Parabéns ao nosso Bozo, continue assim Presidente que serás sempre o nosso Mito, agora fale menos e pense mais antes de falar.

  7. Paulo Roberto disse:

    Grupo pá com vassouras?! Juntou um bom lixo! Rsrs..

  8. Cidadão pagador de impostos disse:

    Bolsonaro é o maior vagabundo que já passou pelo palácio do planalto

  9. Priziaka disse:

    Só melacrias…

  10. Felipe disse:

    Parabéns aos parlamentares!
    Direita e esquerda unida pelo Brasil. As diferenças são postas de lado para defender o país.

  11. Santos disse:

    Ora, se pra tirar a Dilma, até o presidente tirou foto ao lado do Eduardo Cunha, pq liberais e progressistas não podem estar juntos para defender a democracia?
    O impeachmant se aproxima!

  12. Brasileiro disse:

    Não consigo entender como um político que já é presidente vai dar um golpe pra derrubar ele mesmo. Se os militares tomarem o poder, jamais permitirão serem comandados por um capitão, claro que o novo presidente será um general.

  13. Ricardo disse:

    Se esse pessoal tá contra, Bolso só pode estar certo.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Claro que está certo , rsrsrsrsrs, e inclusive, O MUNDO INTEIRO também concorda com esse pensamento . Não é a toa que a popularidade dele só faz crescer, rsrsrsrs.
      Às vezes é interessante sair um pouco da "caverna de Platão" (bolhas sociais) e dar uma olhada no que rola de verdade no resto do planeta.

    • Ricardo disse:

      Eu sei o que vc chama de "mundo inteiro". Pinça uma meia dúzia de pitaqueiros nutela de jornalzinho esquerda-caviar nas gringas e vira expressão do 'consenso mundial', englobando desde um taxista em Madrid, até um camelô em Lagos, passando por um fazendeiro 'bogan' australiano. Quem tá bolha/caverna mesmo?

    • Ricardo disse:

      Em tempo: essa frescurite de preocuapção com que os outros pensam nada mais é do que uma reedição do complexo de vira-latas.

  14. silva disse:

    simplificando a matéria:
    o "piçou" de esquerda se uniu com "piçou" de direita.

  15. Observando. disse:

    Ei. Oi. Hello. Psiu. Alô. Coloque Moro.

  16. Fora bolsotralhas disse:

    Parabens ao GRUPO..O BRASIL PRECISA SE LIVRAR DESSE PANDEMONIO…ESSA DESGRACA. FORA BOLSOTRALHA

    • Dinho disse:

      Chama a NASA, pq pousou um ET aqui no Planeta Azul. Vc tá aplaudindo um bando de vagabundos que até hoje só saqueou o País, e quando um Presudebte Honesto vem pra varrer, você aplaude? Vc é bizarro. Vá ler um pouco

Tarifa social de energia da Cosern poderá ser solicitada pelo Whatsapp a partir de segunda

Ficará mais fácil solicitar o benefício da Tarifa Social de Energia junto à Cosern a partir da próxima segunda-feira (13). As famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, com renda mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo nacional, poderão fazer o credenciamento no WhatsApp da Cosern (84) 3215-6001 a partir da próxima segunda-feira (13).

Será muito simples: bastará informar, no aplicativo de mensagens, o número da conta contrato da Cosern, o Número de Identificação Social (NIS), RG e CPF. A distribuidora de energia fará a confirmação no banco de dados do Governo Federal.

Após a confirmação dos dados, o prazo para inclusão na Tarifa Social de Energia é de até cinco dias úteis e o cliente passa a ter o benefício, de acordo com o próximo ciclo de leitura.

Para o beneficiário que não é o titular da conta contrato da Cosern será necessário a inclusão do CPF e do RG do portador do NIS. Nesse caso, é necessário fotografar a documentação e enviar pelo WhatsApp, juntamente com o número do NIS.

O que é Tarifa Social de Energia Elétrica?

Benefício criado pelo Governo Federal para as residências de famílias com baixa renda. Consiste na redução da tarifa de consumo de energia elétrica em até 65% e para indígenas e quilombolas em até 100%. O benefício é regulamentado pela Lei 12.212, de 20 de janeiro de 2010.

Quem tem o direito à Tarifa Social de Energia?

Toda Unidade Consumidora Residencial com família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. É necessário possuir NIS – Número de Identificação Social, e ter renda familiar mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo nacional, independentemente de possuir ou não o benefício do Bolsa Família.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COSERN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Juarez Oliveira Da Silva disse:

    Ótimo atitude precisamos de ajuda

  2. Francimeires borges disse:

    Como eu faço bra mim escrever

  3. Cosme Nascimento e Pontes disse:

    Ótima atitude pois estamos precisando de ajuda e juntos venceremos em nome de Jesus

  4. Cosme Nascimento de Pontes disse:

    Eu

WhatsApp deve ganhar em breve suporte a múltiplos dispositivos

Foto: Reprodução

O WhatsApp deve ganhar em breve um recurso que há muito tempo é o mais desejado entre os usuários, mais até que o modo escuro: o suporte a múltiplos aparelhos. A informação vem do site WABetaInfo, especializado em analisar versões Beta (em desenvolvimento) do app e “desenterrar” novos recursos antes mesmo que sejam anunciados ao público.

Um indicador do recurso é uma mensagem que surge entre os participantes de uma conversa quando um deles adiciona um novo dispositivo à sua conta. O texto diz que “a lista de dispositivos” do usuário mudou.

Outra mensagem indica que as chaves de criptografia da conversa foram modificadas, porque seu interlocutor fez login ou logout em “múltiplos aparelhos”. O site informa que as mensagens foram encontradas tanto na versão para iOS quanto na versão para Android do WhatsApp, mais especificamente na versão 2.20.110.

Entretanto, não há uma previsão de quando a novidade estará disponível para o público em geral, mas tudo indica que assim como o modo escuro, ele está em desenvolvimento há um longo tempo.

Olhar Digital, via WABetaInfo

TRT-RN reconhece pedido de demissão feito por meio do WhatsApp

Foto: Ilustrativa

A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) aceitou o pedido de demissão de uma ex-empregada de um salão de beleza localizado em Natal feito por meio do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp.

Para o desembargador Ronaldo Medeiros de Souza, relator do processo no TRT-RN, as conversas peloWhatsapp em que a ex-empregada pede demissão “são incontestes”.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Conheça os golpes mais comuns no WhatsApp e aprenda a se defender

Foto: Andrew Harrer / Bloomberg

O WhatsApp está entre os mais populares aplicativos móveis do país, presente em 99% dos smartphones dos brasileiros, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Pela facilidade para troca de mensagens, áudios e arquivos e chamadas por áudio e vídeo, o programa caiu no gosto do povo, mas também dos criminosos. Os golpes na plataforma se multiplicam, exigindo dos usuários cuidados especiais para não se tornarem presas fáceis.

Uma das fraudes mais difundidas é a da clonagem ou sequestro da conta. Criminosos estão aproveitando informações divulgadas em anúncios de sites de classificados para direcionar ataques. Em posse do nome, telefone de contato e objeto à venda, eles ligam para as vítimas e dizem que o anúncio apresenta problemas. E para liberá-lo, é preciso informar um código recebido por SMS. Esse código, porém, não serve para o site de classificados, mas para a instalação do WhatsApp em outro telefone.

O golpe ficou conhecido e surgiram variantes, seguindo a mesma dinâmica: a busca pelo código SMS. Empresas de segurança cibernética registram casos como o “golpe da festa”, no qual os criminosos ligam para a vítima e dizem que elas foram convidadas para uma festa com artistas famosos. Mas para confirmar a presença, precisam repassar o código recebido por SMS. Existem também ataques direcionados a influenciadores digitais e jornalistas, com falsos convites para eventos de empresas.

— Basicamente, é o mesmo golpe, que está sendo adaptado em outros formatos — explica Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky. — Não existe uma parte técnica, apenas engenharia social. Eles conseguem o contato e procuram formas de enganar a vítima para terem acesso ao código de instalação do WhatsApp.

Com a posse da conta no WhatsApp, os criminosos podem ter acesso às conversas e aos contatos. A partir daí começa a segunda etapa do golpe: a monetização. Se passando pela vítima, eles enviam mensagens pedindo dinheiro emprestado para familiares e amigos, sempre contando uma história trágica. Não existem estimativas de quantos são os casos e o tamanho do prejuízo, mas pelo aumento no volume de relatos de ataques, a fraude deve ser lucrativa.

— Os atacantes perceberam que isso dá muito dinheiro, porque essas fraudes são cada vez mais comuns — diz Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, da PSafe.

A advogada Letícia Marques, do scritório Aith, Badari e Luchin, recomenda que vítimas do golpe entrem em contato imediatamente com o WhatsApp para pedir o bloqueio da conta e avisem seus contatos sobre possíveis pedidos de empréstimos. Além disso, elas devem procurar uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência.

— O número de casos está aumentando muito — conta Letícia. — As pessoas chegam desesperadas, sem saber o que fazer.

Para a proteção, a principal recomendação é ativar a verificação em duas etapas, entrando em Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas > Ativar. A ferramenta pede que os usuários criem uma senha numérica de seis dígitos, que será exigida na reinstalação do aplicativo. Dessa forma, mesmo em posse do código SMS, os criminosos não conseguirão assumir o controle da conta.

Cuidado com o “phishing”

Outro golpe bastante comum no WhatsApp é o phishing. Nele, os criminosos disparam mensagens em massa, muitas vezes aproveitando temas em alta, para enganar os usuários. No passado, a fraude era bastante disseminada nos e-mails, mas migrou para os aplicativos de mensagem. Com ofertas irreais, os atacantes conseguem atrair a atenção de desavisados para links falsos, com o intuito de roubar informações ou infectar dispositivos.

A lógica segue a do marketing, de oferecer “promoções” de acordo com a sazonalidade. Com a passagem do carnaval, devem começar a surgir campanhas sobre a Páscoa e o Dia das Mães, com ofertas de chocolate e perfumes, por exemplo. O pânico em torno do coronavírus também deve ser explorado. Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da ESET, alerta os usuários a desconfiarem de tudo o que recebem, pois os criminosos se aproveitam das próprias vítimas para difundirem o golpe.

— São sempre ofertas maravilhosas, prêmios ou vagas de emprego, que encaminham as vítimas para páginas para o roubo de informações pessoais ou a instalação de malwares. Não acredite se você ganhar uma viagem para Cancún ou perfumes grátis para o presente de Dia das Mães — diz Barbosa. — E para validar os cadastros, os criminosos pedem que as vítimas repassem a mensagem para seus contatos, para todo mundo viajar junto.

A principal proteção é ativar o desconfiômetro. Tudo que parece bom demais para ser verdade, realmente não é. É golpe. Ao receber mensagens duvidosas, os usuários devem conferir nas páginas oficiais das empresas para atestar a veracidade das informações. Também é recomendável a instalação de softwares de proteção, que impedem o acesso a páginas falsas e a instalação de malwares.

Golpe do crédito

Outra fraude que vem se difundindo no WhatsApp é a do crédito falso. Criminosos enviam mensagens em massa, anunciando a liberação de créditos pré-aprovados em bancos e fintechs. As propostas são tentadoras, com altos valores a juros baixos e condições especiais. Após atrair a vítima, vem o golpe: para ter acesso ao crédito, é preciso antecipar o pagamento de taxas. O pagamento é feito, mas o crédito nunca vem.

— A gente percebeu uma crescente nesse tipo de golpe no ano passado — conta Débora Cippoli, diretora de risco da Noverde, fintech especializada em crédito on-line. — A recomendação é que os clientes que receberem propostas pesquisem se as empresas existem, olhem as páginas oficiais. Abordagem via WhatsApp é incomum entre bancos e fintechs, e o pagamento de antecipação é contra a lógica do crédito. Quem precisa, não tem dinheiro para pagar pela concessão de um empréstimo.

Clonagem do cartão SIM

Um golpe mais elaborado é o da clonagem do cartão SIM. Nele, os atacantes conseguem recadastrar o número de telefone da vítima num outro chip, assumindo o controle num outro smartphone. Pela sofisticação, a técnica não é usada em ataques em massa, mas para alvos determinados. E com o controle do número de telefone, os criminosos podem facilmente instalar o WhatsApp, já que o código de instalação por SMS será recebido por eles.

Para garantir a proteção do aplicativo, a recomendação é ativar a verificação em duas etapas. Mas nesses casos, o WhatsApp é apenas uma das dores de cabeça para as vítimas. É preciso ativar a dupla autenticação em todos os serviços usados, como e-mails e redes sociais. E após a retomada do número, é preciso alterar todas as senhas.

Ataques cibernéticos direcionados

Pelo WhatsApp também é possível realizar ataques de alta complexidade. Existe a suspeita de que o fundador e diretor executivo da Amazon, Jeff Bezos, tenha tido seu iPhone infectado por um malware por meio de um vídeo enviado pelo aplicativo pelo número do príncipe saudita Mohammed bin Salman. Segundo análise forense contratada pelo homem mais rico do planeta, um pequeno código implantado no vídeo permitiu a instalação de um programa espião, que deu aos atacantes acesso ao aparelho de Bezos, incluindo suas fotos e comunicações privadas.

Pessoas normais, que não estejam em posições importantes, não precisam se preocupar com ataques com esse grau de sofisticação. O crime cibernético é uma indústria, os atacantes visam nada mais que o lucro, e ações com essa complexidade custam milhões de dólares, muitas vezes para um único uso, já que após a descoberta as vulnerabilidades são corrigidas.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lenio disse:

    O Gabinete do Ódio coordenado por Carluxo, o Pavão Misterioso, sob o comando de Orvalho de Cavalo e Steve Bannon é o supremo utilizador dessa ferramenta para inclusive ganhar as eleições e dar um golpe na sociedade brasileira com o Bozo 171

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL: saiba como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android e no iPhone

Foto: Reprodução

Um assunto que anda bastante em alta é o modo escuro, que cada vez mais está chegando para diversos aplicativos. Assim como o seu nome sugere, quando está ativado, este modo troca as cores do programa para deixá-lo mais agradável de ser utilizado em um ambiente pouco iluminado ou a noite.

Por sua vez, quem ganhou o modo escuro de forma oficial foi o WhatsApp, que já estava trabalhando na função faz um tempo e havia deixado a mesmo disponível apenas em sua versão beta. A seguir, veja como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android e no iPhone.

Como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android

O processo para ativar o modo escuro do WhatsApp no Android é feito dentro de seu próprio aplicativo e só funciona a partir do Android 9 (Pie) em diante. Confira como fazer:

1. Abra a Google Play e certifique-se de que o WhatsApp está atualizado para a sua última versão;

2. Agora, abra o WhatsApp normalmente, toque no botão representado por “três pontos” e entre em suas “Configurações”;

3. Então, entre em “Conversas” e, em “Tema”, selecione a opção “Escuro”;

4. A partir desse momento, o WhatsApp já estará com o tema escuro aplicado.

Assim como acontece com outras atualizações para o aplicativo, a sua atualização está ocorrendo de forma gradual e o modo escuro ainda pode não aparecer para algumas pessoas.

Como ativar o modo escuro do WhatsApp no iPhone

Já o processo para ativar o modo escuro do WhatsApp no iPhone é feito de forma diferente, sendo necessário mudar uma pequena configuração no sistema, sendo que ela só funciona a partir do iOS 13. Veja:

1. Verifique na App Store se o WhatsApp está atualizado para a sua última versão;

2. Agora, entre nos “Ajustes do iPhone” e vá em “Tela e Brilho”;

3. Em aparência, selecione a opção “Escura”;

4. Ao voltar para o WhatsApp, você já estará com o seu tema escuro.

Pronto! Agora, você já sabe como ativar o tema escuro do WhatsApp de forma oficial, sem ter que recorrer a versão Beta do aplicativo ou outros meios

Olhar Digital

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Priscilla disse:

    O whatsapp nao ficou escuro