TRT-RN reconhece pedido de demissão feito por meio do WhatsApp

Foto: Ilustrativa

A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) aceitou o pedido de demissão de uma ex-empregada de um salão de beleza localizado em Natal feito por meio do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp.

Para o desembargador Ronaldo Medeiros de Souza, relator do processo no TRT-RN, as conversas peloWhatsapp em que a ex-empregada pede demissão “são incontestes”.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

Conheça os golpes mais comuns no WhatsApp e aprenda a se defender

Foto: Andrew Harrer / Bloomberg

O WhatsApp está entre os mais populares aplicativos móveis do país, presente em 99% dos smartphones dos brasileiros, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Pela facilidade para troca de mensagens, áudios e arquivos e chamadas por áudio e vídeo, o programa caiu no gosto do povo, mas também dos criminosos. Os golpes na plataforma se multiplicam, exigindo dos usuários cuidados especiais para não se tornarem presas fáceis.

Uma das fraudes mais difundidas é a da clonagem ou sequestro da conta. Criminosos estão aproveitando informações divulgadas em anúncios de sites de classificados para direcionar ataques. Em posse do nome, telefone de contato e objeto à venda, eles ligam para as vítimas e dizem que o anúncio apresenta problemas. E para liberá-lo, é preciso informar um código recebido por SMS. Esse código, porém, não serve para o site de classificados, mas para a instalação do WhatsApp em outro telefone.

O golpe ficou conhecido e surgiram variantes, seguindo a mesma dinâmica: a busca pelo código SMS. Empresas de segurança cibernética registram casos como o “golpe da festa”, no qual os criminosos ligam para a vítima e dizem que elas foram convidadas para uma festa com artistas famosos. Mas para confirmar a presença, precisam repassar o código recebido por SMS. Existem também ataques direcionados a influenciadores digitais e jornalistas, com falsos convites para eventos de empresas.

— Basicamente, é o mesmo golpe, que está sendo adaptado em outros formatos — explica Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky. — Não existe uma parte técnica, apenas engenharia social. Eles conseguem o contato e procuram formas de enganar a vítima para terem acesso ao código de instalação do WhatsApp.

Com a posse da conta no WhatsApp, os criminosos podem ter acesso às conversas e aos contatos. A partir daí começa a segunda etapa do golpe: a monetização. Se passando pela vítima, eles enviam mensagens pedindo dinheiro emprestado para familiares e amigos, sempre contando uma história trágica. Não existem estimativas de quantos são os casos e o tamanho do prejuízo, mas pelo aumento no volume de relatos de ataques, a fraude deve ser lucrativa.

— Os atacantes perceberam que isso dá muito dinheiro, porque essas fraudes são cada vez mais comuns — diz Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, da PSafe.

A advogada Letícia Marques, do scritório Aith, Badari e Luchin, recomenda que vítimas do golpe entrem em contato imediatamente com o WhatsApp para pedir o bloqueio da conta e avisem seus contatos sobre possíveis pedidos de empréstimos. Além disso, elas devem procurar uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência.

— O número de casos está aumentando muito — conta Letícia. — As pessoas chegam desesperadas, sem saber o que fazer.

Para a proteção, a principal recomendação é ativar a verificação em duas etapas, entrando em Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas > Ativar. A ferramenta pede que os usuários criem uma senha numérica de seis dígitos, que será exigida na reinstalação do aplicativo. Dessa forma, mesmo em posse do código SMS, os criminosos não conseguirão assumir o controle da conta.

Cuidado com o “phishing”

Outro golpe bastante comum no WhatsApp é o phishing. Nele, os criminosos disparam mensagens em massa, muitas vezes aproveitando temas em alta, para enganar os usuários. No passado, a fraude era bastante disseminada nos e-mails, mas migrou para os aplicativos de mensagem. Com ofertas irreais, os atacantes conseguem atrair a atenção de desavisados para links falsos, com o intuito de roubar informações ou infectar dispositivos.

A lógica segue a do marketing, de oferecer “promoções” de acordo com a sazonalidade. Com a passagem do carnaval, devem começar a surgir campanhas sobre a Páscoa e o Dia das Mães, com ofertas de chocolate e perfumes, por exemplo. O pânico em torno do coronavírus também deve ser explorado. Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da ESET, alerta os usuários a desconfiarem de tudo o que recebem, pois os criminosos se aproveitam das próprias vítimas para difundirem o golpe.

— São sempre ofertas maravilhosas, prêmios ou vagas de emprego, que encaminham as vítimas para páginas para o roubo de informações pessoais ou a instalação de malwares. Não acredite se você ganhar uma viagem para Cancún ou perfumes grátis para o presente de Dia das Mães — diz Barbosa. — E para validar os cadastros, os criminosos pedem que as vítimas repassem a mensagem para seus contatos, para todo mundo viajar junto.

A principal proteção é ativar o desconfiômetro. Tudo que parece bom demais para ser verdade, realmente não é. É golpe. Ao receber mensagens duvidosas, os usuários devem conferir nas páginas oficiais das empresas para atestar a veracidade das informações. Também é recomendável a instalação de softwares de proteção, que impedem o acesso a páginas falsas e a instalação de malwares.

Golpe do crédito

Outra fraude que vem se difundindo no WhatsApp é a do crédito falso. Criminosos enviam mensagens em massa, anunciando a liberação de créditos pré-aprovados em bancos e fintechs. As propostas são tentadoras, com altos valores a juros baixos e condições especiais. Após atrair a vítima, vem o golpe: para ter acesso ao crédito, é preciso antecipar o pagamento de taxas. O pagamento é feito, mas o crédito nunca vem.

— A gente percebeu uma crescente nesse tipo de golpe no ano passado — conta Débora Cippoli, diretora de risco da Noverde, fintech especializada em crédito on-line. — A recomendação é que os clientes que receberem propostas pesquisem se as empresas existem, olhem as páginas oficiais. Abordagem via WhatsApp é incomum entre bancos e fintechs, e o pagamento de antecipação é contra a lógica do crédito. Quem precisa, não tem dinheiro para pagar pela concessão de um empréstimo.

Clonagem do cartão SIM

Um golpe mais elaborado é o da clonagem do cartão SIM. Nele, os atacantes conseguem recadastrar o número de telefone da vítima num outro chip, assumindo o controle num outro smartphone. Pela sofisticação, a técnica não é usada em ataques em massa, mas para alvos determinados. E com o controle do número de telefone, os criminosos podem facilmente instalar o WhatsApp, já que o código de instalação por SMS será recebido por eles.

Para garantir a proteção do aplicativo, a recomendação é ativar a verificação em duas etapas. Mas nesses casos, o WhatsApp é apenas uma das dores de cabeça para as vítimas. É preciso ativar a dupla autenticação em todos os serviços usados, como e-mails e redes sociais. E após a retomada do número, é preciso alterar todas as senhas.

Ataques cibernéticos direcionados

Pelo WhatsApp também é possível realizar ataques de alta complexidade. Existe a suspeita de que o fundador e diretor executivo da Amazon, Jeff Bezos, tenha tido seu iPhone infectado por um malware por meio de um vídeo enviado pelo aplicativo pelo número do príncipe saudita Mohammed bin Salman. Segundo análise forense contratada pelo homem mais rico do planeta, um pequeno código implantado no vídeo permitiu a instalação de um programa espião, que deu aos atacantes acesso ao aparelho de Bezos, incluindo suas fotos e comunicações privadas.

Pessoas normais, que não estejam em posições importantes, não precisam se preocupar com ataques com esse grau de sofisticação. O crime cibernético é uma indústria, os atacantes visam nada mais que o lucro, e ações com essa complexidade custam milhões de dólares, muitas vezes para um único uso, já que após a descoberta as vulnerabilidades são corrigidas.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lenio disse:

    O Gabinete do Ódio coordenado por Carluxo, o Pavão Misterioso, sob o comando de Orvalho de Cavalo e Steve Bannon é o supremo utilizador dessa ferramenta para inclusive ganhar as eleições e dar um golpe na sociedade brasileira com o Bozo 171

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL: saiba como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android e no iPhone

Foto: Reprodução

Um assunto que anda bastante em alta é o modo escuro, que cada vez mais está chegando para diversos aplicativos. Assim como o seu nome sugere, quando está ativado, este modo troca as cores do programa para deixá-lo mais agradável de ser utilizado em um ambiente pouco iluminado ou a noite.

Por sua vez, quem ganhou o modo escuro de forma oficial foi o WhatsApp, que já estava trabalhando na função faz um tempo e havia deixado a mesmo disponível apenas em sua versão beta. A seguir, veja como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android e no iPhone.

Como ativar o modo escuro do WhatsApp no Android

O processo para ativar o modo escuro do WhatsApp no Android é feito dentro de seu próprio aplicativo e só funciona a partir do Android 9 (Pie) em diante. Confira como fazer:

1. Abra a Google Play e certifique-se de que o WhatsApp está atualizado para a sua última versão;

2. Agora, abra o WhatsApp normalmente, toque no botão representado por “três pontos” e entre em suas “Configurações”;

3. Então, entre em “Conversas” e, em “Tema”, selecione a opção “Escuro”;

4. A partir desse momento, o WhatsApp já estará com o tema escuro aplicado.

Assim como acontece com outras atualizações para o aplicativo, a sua atualização está ocorrendo de forma gradual e o modo escuro ainda pode não aparecer para algumas pessoas.

Como ativar o modo escuro do WhatsApp no iPhone

Já o processo para ativar o modo escuro do WhatsApp no iPhone é feito de forma diferente, sendo necessário mudar uma pequena configuração no sistema, sendo que ela só funciona a partir do iOS 13. Veja:

1. Verifique na App Store se o WhatsApp está atualizado para a sua última versão;

2. Agora, entre nos “Ajustes do iPhone” e vá em “Tela e Brilho”;

3. Em aparência, selecione a opção “Escura”;

4. Ao voltar para o WhatsApp, você já estará com o seu tema escuro.

Pronto! Agora, você já sabe como ativar o tema escuro do WhatsApp de forma oficial, sem ter que recorrer a versão Beta do aplicativo ou outros meios

Olhar Digital

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Priscilla disse:

    O whatsapp nao ficou escuro

Babá consegue comprovar vínculo empregatício com mensagens do WhatsApp no RN

Foto: Ilustrativa

Uma trabalhadora que prestava serviços como babá conseguiu comprovar a existência de vínculo empregatício no Rio Grande do Norte tendo como prova conversas estabelecidas com a reclamada pelo WhatsApp.

Para negar o vínculo de emprego, a reclamada alegou que a autora do processo trabalhou como babá apenas por dois dias em sua casa, para que fosse testada, e depois, a trabalhadora passou a prestar serviços como folguista de duas babás e uma empregada doméstica.

No entanto, a juíza Karolyne Cabral Maroja Limeira, da 5ª Vara do Trabalho de Natal, do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), constatou, pelas conversas estabelecidas entre as duas pelo WhatsApp, os requisitos necessários para o reconhecimento de vínculo, como a continuidade na prestação dos serviços, que não seriam apenas dois dias por semana, como alegado pela reclamada.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Laura disse:

    Faça isso.no EUA, por isso que temos essa quantidade de desempregado,ninguém quer mais contratar.

    • Luiz Antônio disse:

      Esse tipo de ocupação o estadunidense rejeita. Só os latino-americanos, que lá são chamados pejorativamente de cucaracha, aceitam tal condição.
      É a senzala do primeiro mundo.

    • Daniel disse:

      Luiz vc esta redondamente errado, mas é assim mesmo… Nós no Brasil vivemos em alforria né. E viva a liberdade….Como diz o outro…pobre do poder que não pode…..

Apontado como um dos mais seguros que existem, o tímido aplicativo Signal agora quer tirar você do WhatsApp

Apps: Signal deve brigar por espaço em mercado competitivo (Pixabay/Thomas Ulrich/Divulgação)

aplicativo Signal, reconhecido por especialistas em segurança digital como um dos apps de comunicação mais seguros que existem, agora quer atingir as massas.

O Signal sempre foi um aplicativo de pequeno porte, mas vem crescendo desde 2018. Nesse ano, ele recebeu um aporte de 50 milhões de dólares de Brian Acton, o cofundador do WhatsApp que havia deixado a empresa que criou ao lado de Jan Koum. Desde então, a equipe do app passou de três para 20 pessoas e novas funções foram criadas, como compatibilidade com o iPad, figurinhas como as do WhatsApp, modernização na codificação de mensagens em grupos e a possibilidade de compartilhar imagens que desaparecem após serem visualizadas.

Em entrevista para a revista americana Wired, Moxie Marlinspike, fundador da Open Whisper System, organização sem fins lucrativos responsável pelo Signal, contou que planeja deixar o aplicativo mais simples de ser usado para buscar atingir uma maior quantidade de usuários. Apesar do objetivo de crescimento, a organização almeja manter a premissa de segurança na troca de mensagens que sempre foi uma missão declarada do aplicativo – e um dos pontos elogiados, no passado, até mesmo por Edward Snowden, ex-agente de inteligência que trouxe à tona o programa de monitoramento on-line Prism, mantido pelo governo dos Estados Unidos.

Um dos planos do Signal para o futuro é criar uma forma de conversar com outras pessoas sem fornecer o seu número de celular.

O Signal não reporta o número recente de usuários, mas lutará por espaço em um mercado competitivo. O WhatsApp recentemente atingiu 2 bilhões de usuários ativos mensalmente e o Facebook Messenger tem 1,3 bilhão. Para efetivamente atingir as massas, Brian Acton terá que repetir o sucesso que teve com o seu primeiro aplicativo de mensagens.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chupa Essa Manga disse:

    O lokynho meuuuu

  2. Everton disse:

    É o q Bolsonaro usa p falar c os milicianos?

Sem anúncios, Facebook planeja monetizar WhatsApp

Foto: (Getty Images/Getty Images)

O Facebook planeja monetizar o aplicativo de mensagens WhatsApp, comprado pela empresa em 2014, ao custo de 22 bilhões de dólares — e que hoje tem 120 milhões de usuários só no mercado brasileiro. Segundo reportagem do site indiano The Economic Times, Mark Zuckerberg, presidente global do Facebook, falou sobre o futuro de app de mensagens em uma conferência com investidores.

“Uma das formas com as quais estamos trabalhando para desenvolver os pagamentos no WhatsApp é a possibilidade de enviar dinheiro de maneira tão fácil quanto a de mandar uma foto para algum contato”, disse Zuckerberg, segundo a reportagem.

O presidente do Facebook se disse animado com a ideia e espera poder lançar o novo recurso em diversos países nos próximos seis meses. Testes do serviço de pagamentos no WhatsApp são feitos pela empresa desde 2018 com um milhão de pessoas na Índia, maior mercado do aplicativo no mundo.

Empresas de tecnologia, como Apple, Samsung e Google, contam com seus próprios serviços de pagamento via celular. A cada transação realizada com o Apple Pay, por exemplo, a Apple recebe 0,15% do valor pago. Como o Facebook descartou recentemente a possibilidade de obter renda com anúncios no aplicativo do WhatsApp, serviços como o WhatsApp Pay serão a forma de a empresa monetizar o app, que tem 1,5 bilhão de usuários no mundo.

Ainda não há previsão oficial para o lançamento do recurso de pagamentos via WhatsApp no Brasil – que é um dos maiores mercados para o app globalmente. Antevendo essa tendência, o banco Itaú criou, em 2018, um teclado que permite enviar dinheiro via WhatsApp.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Romero Cezar da Câmara disse:

    É como o tráfico de drogas; para viciar de graça; viciou! Agora cobre.

  2. joão carlos disse:

    que bom, só assim pra acabar com essa caninga de 'qual o seu zap?'
    ninguem atende telefone mais, monte de pobre aff

  3. André Nascimento disse:

    #partiu telegrama…

  4. Antonio Turci disse:

    "Tava" demorando está facada.

    • Dedé Costa disse:

      Kkkkk Voces não entenderam nada, leiam novamente, o texto é curto.

PF conclui que eram falsas as mensagens de WhatsApp que resultaram na demissão do general Santos Cruz

Foto:Thomas Mukoya/Reuters

A PF concluiu que eram falsas as mensagens de WhatsApp que resultaram na demissão do general Santos Cruz.

Sim, ele foi vítima de uma trama criminosa.

Segundo a Folha de S. Paulo, a PF não conseguiu descobrir quem foi o autor dessa fraude colossal.

As falsas mensagens do general Santos Cruz foram levadas a Jair Bolsonaro pelo chefe da Secom, Fabio Wajngarten, como revelou a Crusoé.

Nas mensagens forjadas, Carlos Bolsonaro era chamado de “desequilibrado” e Flávio Bolsonaro de “frouxo”.

O próprio presidente era tratado como “covarde” e “imbecil”.

O que se sabe é que o general Santos Cruz foi alvo constante dos ataques de Olavo de Carvalho, que o chamou de “bandidinho”, “politiqueiro de merda”, “um nada” e “bosta engomada”.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. François Cevert disse:

    Mais uma vítima do escritório do ódio!!!

  2. Antonio Turci disse:

    Se isto for verdade, o Presidente Bolsonaro deveria dar a mão a "palmatória", pedir desculpas aí General Santos Cruz, e, caso General aceite, tê-lo de volta à equipe.

    • Minion alienado disse:

      O fetiche dos Minions é dizer que todos que pensam ao contrário são da esquerda 😂

    • Ceará-Mundão disse:

      Por definição, todos que pensam o contrário são mesmo esquerdistas. Uns mais, outros menos. Os mais "malucos" e inconsequentes a gente chama de esquerdopatas. Bem simples, sem mimimi. Kkkkkk

É Fake News o calendário que circula no Whatsapp com pagamento dos atrasados do Governo do RN

Foto: Reprodução

Mensagem com um suposto calendário de pagamento dos atrasados de 2018 do Governo do Estado causou alvoroço e ganhou grande compartilhamento no fim da manhã e início de tarde desta quarta-feira(08). A fake news foi alertada pela Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças do RN(Seplan). Sobre uma previsão: cenas para os próximos capítulos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucio flavio Cavalcante disse:

    Esse calendário é do Governo do estado do Mato Grosso.

  2. Ex-Pretralha disse:

    NADA DE FAKE NEWS, olhem a verdade: O Governo do RN nâo recebeu o dinheiro da cessão onerosa dos royalties que o Banco Daycoval comprou pela “mixaria” de R$ 180 milhões. O Estado está inadimplente junto ao CADIN. Ou seja, tá sujo.
    Embora o poderoso chefão do STF Dias Toffoli, já tenha ordenado tirar o RN do cadastro. Mesmo assim, a pendenga continua. O aval ainda não foi dado pela União. O CADIN é o como se fosse o SPC. Aquele serviço que fichava “os veacos” para não comprar mais nada até que limpase o nome. Ou seja, subam e desçam!

  3. hbbeto disse:

    Com certeza, é gópi!

  4. ForaCanalhas disse:

    Algo de bom vindo do PT com certeza e FAKE ou FRAUDE………

  5. Laurinha disse:

    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI
    É GOPI

  6. STELA SANTOS disse:

    Não é fake, é
    GOPIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Detran alerta sobre cadastro falso da CNH Social no whatsapp

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) vem a público alertar que está circulando em redes sociais, principalmente pelo whatsapp, a informação falsa de uma solicitação de preenchimento de cadastro para obtenção da CNH SOCIAL. “Alertamos que a ação se trata de tentativa de obter dados do cidadão com possíveis fins de atividade criminosa”, diz trecho de nota.

Por fim, o Detran-RN comunica que vem trabalhando na regulamentação e implantação da CNH SOCIAL no Rio Grande do Norte e assim que for finalizado o processo estaremos divulgando os procedimentos legais para obtenção do benefício em nosso site e nas redes sociais oficiais do Órgão, como também junto a imprensa Potiguar.

WhatsApp vai parar de funcionar em milhões de smartphones

Foto: (NurPhoto/Getty Images)

Donos de celulares antigos que usam o WhatsApp devem se preocupar em adquirir um novo aparelho ou podem perder acesso ao aplicativo de mensagens. Os primeiros atingidos foram os Windows Phones. Em seu site, o WhatsApp informa que o sistema operacional não é mais compatível desde 31 de dezembro de 2019.

Para aparelhos Android e iOS também há mudanças. No sistema operacional do Google, smartphones com a versão 2.3.7 ou inferior terão o WhatsApp desativado em 1º de fevereiro. Na mesma data, iPhones com a versão iOS 8 também terão o WhatsApp desativado.

Essas plataformas estão em aparelhos bem antigos, por isso poucos usuários devem ser afetados. O Android 2.3, ou Gingerbread, foi lançado em 2010, sendo que sua última atualização, o 2.3.7, foi liberada em setembro de 2011.

De acordo com o Google, apenas 0,3% dos smartphones Android usam essa versão. Mesmo assim, dado o universo imenso de 2,5 bilhões de celulares Android no mundo, a mudança deve afetar cerca de 7,5 milhões de usuários.

Já o iOS 8 foi lançado em setembro de 2014, junto com o iPhone 6. Teoricamente, o fim da compatibilidade com essa versão do sistema operacional da Apple não afetará nenhum smartphone, pois seu modelo mais antigo, o iPhone 4S, também pode ser atualizado para o iOS 9.

Segundo a Apple, entre os usuários de iPhone, 55% usam a versão mais atual, o iOS 13, e 38% usam o iOS 12. Apenas 7% do total estão em versões mais antigas.

“Para a melhor experiência, nós recomendamos que você use a última versão do iOS disponível para o seu telefone. Por favor, visite a página de suporte da Apple para aprender como atualizar o software do seu iPhone”, diz o WhatsApp, em seu site.

Com essas mudanças, o WhatsApp será compatível apenas com smartphones Android 4.0.3 ou superior; iPhones com iOS 9 ou superior; e alguns aparelhos com o KaiOS 2.5.1 ou superior, usado em aparelhos de baixo custo.

Exame, com O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Plínio disse:

    BG!
    A rádio peão, a rua, as bocas de chafurdos, tá dizendo que os primeiros celulares a parar é justamente o dos petralhas.
    Kkkkkkkkk
    Dizem que e porque eles tem de parar de idolatrar bandidos pelo Zap.
    Kkkkkkkk
    Vejam!
    Não sou eu que to dizendo, é a rua.
    Kkkkkkk

WhatsApp deve liberar 6 funções muito aguardadas em 2020; entre elas, avisar quando alguém tira print da conversa

Foto: Aline Batista/TechTudo

WhatsApp disponibilizou diversas atualizações ao longo de 2019 para inserir novas funções no app, como o desbloqueio por digital no Android e o suporte ao Memoji no iPhone (iOS). No entanto, ainda há recursos disponíveis em rivais, como o Telegram, que são aguardados por usuários e podem chegar ao mensageiro em 2020.

Além do Modo Escuro, que está em desenvolvimento e deve chegar em breve ao app, a possibilidade de editar mensagens enviadas, organizar figurinhas em categorias ou mesmo esconder o status “online” das conversas são ajustes bastante desejados e aguardados, mas que não têm previsão de lançamento. Confira a seguir uma lista do TechTudo com as funções mais aguardadas para o WhatsApp em 2020.

1. Editar mensagens enviadas

A função de editar mensagens após o envio é muito utilizada no Telegram e bastante aguardada por usuários do WhatsApp. O recurso possibilita corrigir erros percebidos apenas depois de enviar a mensagem ou simplesmente escrever de uma forma mais qualificada. No concorrente russo, o conteúdo é sinalizado com a palavra “editado” para que as pessoas saibam que a frase foi modificada.

2. Modo Escuro

O Modo Escuro, recurso que deixa a interface baseada em tons de preto ou cinza-escuro, virou moda e já chegou a diversos apps, como Instagram, Twitter e Messenger, além do Android 10 e do iOS 13. O tema tem por objetivo deixar a tela mais confortável para utilização à noite ou em locais com pouca luz. O WhatsApp está desenvolvendo o dark mode e já deu várias pistas do seu lançamento, inclusive um bug que ativava a função temporariamente.

3. Esconder o status “online” das conversas

O WhatsApp permite desativar o “visto por último” das conversas no app, mas alguns usuários desejam também a possibilidade de esconder o status “online”. A principal alegação está ligada à privacidade, já que qualquer pessoa com o seu número pode ver se você está usando o app no momento. Não há previsão para que o WhatsApp disponibilize uma opção para ocultar o “online” dos chats.

4. Avisar quando alguém tira print da conversa

Um eventual aviso de print nas conversas, a exemplo do que ocorre no Snapchat, poderia deixar usuários do WhatsApp divididos. Porém, o recurso é aguardado por um grupo de pessoas que deseja saber quando um contato captura a tela do chat. Não há previsão para que o mensageiro passe a exibir essa informação.

5. Apagar mensagens a qualquer momento

O WhatsApp deixa apagar mensagens para todos em até cerca de uma hora após o envio. Entretanto, no Telegram, o recurso pode ser utilizado sem limite de tempo, possibilidade bastante desejada por alguns usuários do mensageiro mais utilizado do mundo.

6. Organizar figurinhas

O WhatsApp permite o envio de figurinhas nas conversas, mas usuários ainda desejam a possibilidade de organizar os stickers por categorias personalizadas. Os adesivos seriam separados por pastas para permitir que sejam encontrados com mais facilidade. Atualmente, é possível criar um pacote separado em aplicativos de terceiros, além de ser possível favoritar as figurinhas mais utilizadas.

Globo, via Techtudo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio disse:

    Atualizações interessantes mas gostaria que o app permitisse que postássemos vídeos com duração maior em vez do tão limitado 16 megabytes.

WhatsApp corrige falha e todos devem atualizar o aplicativo

Foto: Rubens Achilles/TechTudo

Uma falha no WhatsApp que permitia travar o aplicativo para todos os integrantes de um grupo foi anunciada nessa terça-feira (17). A vulnerabilidade, detectada pela equipe de segurança cibernética Checkpoint, afeta celulares Android e iPhone (iOS) e consiste em alterar o número de telefone de um dos participantes do chat para desencadear o congelamento constante do app no celular do resto dos membros. A única solução seria apagar o grupo e, consequentemente, perder todas as mensagens compartilhadas nele.

O bug foi informado pela Checkpoint à equipe do WhatsApp em agosto por meio do programa de recompensas do aplicativo. O mensageiro liberou em setembro a atualização com correção da falha na versão 2.19.58 para todos os usuários de iPhone e Android.

A vulnerabilidade foi descoberta pela equipe Checkpoint ao acessar o protocolo de mensagens do app para alterar o parâmetro de remetente, que é examinado pelo WhatsApp para identificar aos usuários quem enviou determinada mensagem na conversa coletiva. Os desenvolvedores, então, adicionaram caracteres especiais ao parâmetro do número de telefone de um dos integrantes do grupo.

Assim, quando esse usuário mandar alguma mensagem no chat, o aplicativo do WhatsApp trava em loop no celular de todos os outros participantes da conversa. O app continua congelado mesmo após fechar e reabrir o mensageiro.

Além disso, não é possível acessar novamente o grupo em que a vulnerabilidade ocorreu. Portanto, para impedir que o aplicativo continue congelando, a solução seria apagar o chat em questão que sofreu a falha. Isso resultaria na perda de todas as mensagens e mídias compartilhadas na conversa.

O bug foi consertado pelo WhatsApp a partir da atualização de número 2.19.58 para iPhone e Android. É importante manter os aplicativos atualizados para evitar falhas de segurança como essa. Inclusive, pesquisadores do Checkpoint descobriram em agosto uma vulnerabilidade que permitia editar mensagens enviadas pelo WhatsApp.

Outras brechas detectadas no mensageiro ainda este ano incluem invasão do celular por meio de GIFs maliciosos, ataques de spyware, e roubo de dados ao receber arquivos em formato MP4.

Globo, via Techtudo, 9to5Mac, Engadget, Bleeping Computer e Checkpoint

 

Novo bug pode ‘travar’ WhatsApp e destruir grupos de conversa

Foto: Reprodução/via Olhar Digital

O Checkpoint Research, grupo de pesquisa da empresa especializada em segurança digital Checkpoint Security, alerta para um bug no WhatsApp que pode fazer o aplicativo “travar” em um “loop” de fechamentos constantes e destruir permanentemente grupos de conversas.

Chamado de BreakingApp, o bug explora uma falha na forma como os números de telefone dos participantes do grupo são processados pelo app. Ao interceptar e manipular o conteúdo de uma mensagem enviada através do WhatsApp Web, um malfeitor pode modificar o número de telefone para um valor inválido, que fará o app de todos os participantes fechar inesperadamente.

Uma vez afetado, o WhatsApp irá continuar fechando sozinho sempre que o usuário tentar usá-lo. A única saída é desinstalar e reinstalar o aplicativo. Mas além do incômodo, há um efeito colateral mais severo: o grupo e seu histórico ficarão completamente inacessíveis para todos os participantes. Não há como recuperá-lo, e ele precisará ser excluído.

O bug foi reportado pela Checkpoint Research em agosto deste ano, e corrigido a partir da versão 2.19.246 do WhatsApp, lançada em 5 de setembro. Portanto, a maioria dos usuários deve estar protegida. Se você não tem certeza se seu app está atualizado, ou não sabe como atualizar, basta seguir nosso passo a passo.

Olhar Digital, com Checkpoint Research

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PAULO ROBERTO disse:

    GRANDE BOSTA

WhatsApp passa por instabilidade

Foto: Olhar Digital

Usuários do WhatsApp relatam que o app está apresentando instabilidade nesta manhã de sexta-feira. Entre as reclamações estão dificuldades de conexão, app “travado” e mensagens que não são entregues. Mas em um teste rápido entre nossa equipe, não detectamos problemas com o app ou entrega de mensagens.

O site DownDetector registra um aumento moderado no número de reclamações sobre o serviço desde as 9 da manhã desta sexta-feira. Segundo o serviço, o principal problema são dificuldades de conexão, com 65% dos relatos. As reclamações estão concentradas principalmente na Europa, Sudeste do Brasil e na região entre a Argentina e Uruguai.

Olhar Digital

Whatsapp é principal fonte de informação do brasileiro, diz pesquisa

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social.

O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook.

Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.

No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos.

Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.

No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%.

A pesquisa também avaliou os hábitos dos entrevistados nas redes sociais. O tipo de ação mais comum foi a curtida de publicações, ato realizado sempre por 41% dos participantes da sondagem. Em seguida, vieram compartilhamento de posts (20%), publicar conteúdos (19%) e comentar mensagens de outros (15%).

Método

A pesquisa ouviu 2.400 pessoas com acesso à internet em todos os estados e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas por telefone no mês de outubro.

A amostra foi composta de modo a buscar reproduzir as proporções da população, como as de gênero, raça, região, renda e escolaridade. Segundo os autores, o nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois para mais ou para menos.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    É mais de desinformação do que de outra coisa. É a fofoca em escala industrial global.

  2. JCabral disse:

    Pro que é de GRÁTIS…. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  3. Vitor Silva disse:

    HAHAHAHA Meu Deus! Osa bolsominions venceram.

    • Comissário do Povo disse:

      Bom mesmo é se informar pela Folha e Globo. Temos que censu… ops! Exercer o controle social dos meios de comunicação.

    • Marivaldo Constantino disse:

      Quem tem credibilidade são os meios com o datafolha, ibope, globo e a folha, site 247 e o resto são apenas meios ilícitos que produzem fake news, certo? Só que não! É exatamente o oposto.
      O whatsapp não é 100% correto, assim como tudo e todos no mundo. Tem suas falhas, mas é bem melhor que os meios viciados em recursos públicos que deveriam dar informações e as publicam de forma invertida, manipulada, distorcida.
      O whatsapp e as mídias sociais desmistificaram a forma como as notícias são veiculadas nos meios de comunicações e institutos de pesquisas. As manipulações produzidas e fabricadas nos porões da irresponsabilidade com o povo agora são de fácil percepção e o povo tem meios de saber a verdade.
      Querem a todo custo censurar, impedir, parar, vigiar o que é postado nas redes sociais, porém, o que é noticiado nos meios de comunicações tradicionais e estão longe da verdade, não sofre qualquer sanção, pois está a serviço daqueles que querem calar a voz da verdade e impedir as ações para o bem do povo.

    • Curiosa disse:

      Hahaha…verdade! A fonte fakenews está com tudo, dominando geral, e os Minions ainda colocam a culpa nos jornalistas que se formaram para informar.

Excluiu o chato do grupo de WhatsApp? Você pode responder na Justiça por isso

Reprodução/Estado de Minas

O administrador de um grupo de WhastApp pode excluir integrantes livremente, simplesmente de acordo com sua vontade? Quais são as responsabilidades de quem participa e gerencia essas comunidades virtuais? Em que situações pode haver penalidade? As perguntas são muitas e se multiplicam a partir de casos como o que foi parar recentemente no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG): uma servidora pública excluiu uma moradora de Ressaquinha, na Região Central do estado, de um grupo da equipe de saúde da família no aplicativo de mensagens. Agora, vai precisar se explicar à Promotoria de Justiça.

O episódio diz respeito ao que é considerado um “espaço público”, mas especialistas alertam que quem administra e participa de grupos privados também precisa ficar atento ao que diz e como age na internet, sob risco de ser processado.

Matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    Nem adicione e seja feliz. Ou crime outro grupo, sem o José Ruela.