A Polícia Civil do Rio Grande do Norte criou o Núcleo Especial de Investigação Criminal (Neic) para investigar crimes contra o patrimônio público, tributários, econômicos e crimes praticados por agentes públicos e organizações criminosas. A unidade foi estabelecida em portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da última quinta-feira (23).
O núcleo especial prevê atuação conjunta com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e contará com a participação de um delegado de Polícia Civil de carreira, a ser designado pelo delegado-geral.
Na prática, o Neic vai trabalhar junto à Célula Integrada de Investigação Interinstitucional implementada no Termo de Cooperação Técnica nº 05/2017 firmado entre o Ministério Público e a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) no início do mês. O termo de cooperação visa a promoção de medidas necessárias à prevenção e repressão de crimes praticados por organizações criminosas.
A unidade recém criada, por sua vez, objetiva o desenvolvimento de projetos e ações de interesse comum, voltados para o treinamento de recursos humanos, desenvolvimento e compartilhamento de tecnologias e informações, bem como o planejamento e desenvolvimento institucional no que concerne à implementação de ações integradas de Segurança Pública.
De acordo com a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN, Patrícia Antunes, o Neic vai viabilizar uma equipe da Polícia Civil para trabalhar junto à unidade ministerial.
Deputado Rafael Motta, governador Robinson Faria e secretários do governo discutem investimentos em energia solar e em porto privado no Rio Grande do Norte
A comitiva potiguar na China composta pelo deputado federal Rafael Motta (PSB), o governador Robinson Faria (PSD) e por secretários de governo e empresários do Rio Grande do Norte, se reuniu nesta sexta-feira (24) com investidores chineses na Câmara de Comércio da China, em Hong Kong. Na reunião, foram tratadas as potencialidades energéticas do Estado, a pesca do atum e a necessidade de construção de um porto privado no Rio Grande do Norte, para melhor escoamento da fruticultura.
“A reunião foi muito proveitosa. A comitiva potiguar apresentou não só as potencialidades do Rio Grande do Norte, como também a necessidade de construção de um porto privado para escoamento da produção. O Rio Grande do Norte precisa de investimentos em infraestrutura e é isso que estamos fazendo aqui, buscando parcerias econômicas e investimentos nessa área”, afirmou o deputado federal Rafael Motta.
Além do parlamentar e do governador do Estado, Robinson Faria, a reunião teve também a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Flávio Azevedo; do presidente da Potigás, Beto Santos. “Estamos bastante otimistas. Depois de Hong Kong, nós iremos para Xangai onde iremos assinar um protocolo de investimentos com a CHiNT, uma das maiores empresas do mundo para iniciar esse investimento no nosso estado em energia solar”, afirmou o governador Robinson Faria.
Integrante da Comissão de Minas e Energias da Câmara dos Deputados e membro da Frente Parlamentar de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, Rafael Motta intermediou, ainda no Brasil, o encontro entre o governo do Estado e a empresa CHiNT, o que posteriormente resultou nessa reunião na China e a possibilidade de investimentos em diversas áreas do Estado.
Verdade Fábio. Tenho até carinho por alguns, mas não me iludo mais com esses tipos de "comitivas", ainda mais em pleno carnaval! 17 morto em Ceará-Mirim e o governador "passeando" pela Ásia. Todos "poliglotas" e "grande empresários" com "notório" saber empresarial! Depois vamos comparar a violência durante o Carnaval, a farra do dinheiro público e o resultados desta "comitiva". No mais, vamos curtir carnaval, pois apesar de errado, nos serve como um consolo por alguns dias.
O Brasil vai importar cédulas de dinheiro e moedas. Motivo: a Casa da Moeda não está dando conta conta de produzir o dinheiro necessário para repor o estoque em circulação.
Hoje, o atraso na produção é de 15% em relação à quantidade de cédulas e moedas encomendadas pelo BC — e não entregues.
Em decreto publicado hoje no Diário Oficial, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, justifica a decisão pela “inviabilidade ou fundada incerteza quanto ao atendimento, pela Casa da Moeda do Brasil, da demanda por meio circulante”.
VAMOS CONVENCER A TURMA QUE GOSTA MUITO, MAIS MUITO MESMO, DE MANDAR BUSCAR DOLAR E EURO, É MAIS FORTE E RENDE MUITO MAIS, PARA AJEITAR ESSE PORCARIA QUE TEMOS POR AQUÍ. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Isso significa que o dinheiro está voltando a circular ou seja, a economia começa a responder positivamente. Aumentando o desespero da esquerda doente e corrupta.
Até pq só existe corrupção em partidos da esquerda, tipo assim, passou um risco – de um lado ta a corrupação e do da direita homens corretos…excelente comparativo. Precisava deste seu comentário. rsrs
Ta voltando a circular. A corrupção dos políticos volto a todo vapor com o astancamento da sangria se concretizando, então a demanda por dinheiro deles aumentou!
Não Greg, aprenda a entender o que esta escrito… talvez por isso você acredita no PT.
Ontem seu líder foi a rede nacional de TV divulgar um vídeo com mais hipocrisia e faltando a verdade.
Se a economia no país está estagnada, tem problemas a CULPA ÚNICA é do PT que quebrou a economia, a indústria e as Estatais para financiar um projeto político imoral de poder pelo poder, através de um irracional populismo.
Homem me poupe, nos poupe, se poupe –'
FATO BARUCK, o PT PRECISA POUPAR O POVO BRASILEIRO.
Aquele pronunciamento enganoso de LULA ontem da TV foi no mínimo – UMA VERGONHA! Mentiu da primeira a última palavra. Tais crimes de ilusão deveriam ser proibidos de ir ao ar, desinformação sem a menor necessidade
Você nunca deve ter visto algo parecido antes! A foto acima parece montagem, mas – ACREDITE – não é! Essa aí é a Pandora, uma vira-lata que costuma deixar o dono quase louco (e com crises de risos) com tudo o que costuma esconder. Já foram chinelos, brinquedos, comida e até tijolos. “O negócio dela é mais enterrar”, diz Lucas Magalhães, dono da cachorra, aos risos.
— Teve um dia que eu acordei de manhã, abri a porta do fundo, olhei e não acreditei: ela estava enterrando a minha churrasqueira. Ela arrastou, cavou um buraco e tinha enterrado metade quando eu vi. Só não enterrou inteira porque uma noite foi pouco.
Mas, na semana passada, Pandora resolveu inovar. A cachorra, que tem pouco mais de 1 ano de idade, farejou e escavou um buraco no quintal da casa onde mora, em Monte Aprazível (SP). O que ela achou? Uma dentadura. “Só pode ser dos antigos donos da casa”, explica o proprietário, que comprou o imóvel de um casal de idosos.
— Eu estava em casa e minha mulher começou a gritar: “Lucas, vem aqui! Que nojo! Tira da boca dela!” Tenho duas cachorras: ela e uma labrador. Quando eu olhei, tinha um pedaço de dentadura na boca de uma e a outra na boca da outra. Aí, tomei e joguei no lixo.
Pandora, porém, sabia que tinha mais alguma coisa interessante enterrada no quintal. Cavou, então, outro buraco, lembra o dono.
— Na quinta-feira, olho e vejo ela com um sorriso estranho. Falei com ela: “O que é isso?” Fui ver e era a outra metade da dentadura. Então, ela desenterrou as duas dentaduras. Daqui a pouco, ela desenterra um crânio do quintal de casa.
O Governo do RN começou o pagamento da folha de fevereiro nesta sexta-feira (24), quando foram depositados os vencimentos dos 24.038 servidores ativos da Educação e da Administração Indireta que possui recursos próprios, uma soma equivalente a R$ 78,3 milhões.
O Governo segue acompanhando as receitas para anunciar o pagamento dos salários dos demais servidores o mais breve possível, a partir da disponibilidade de recursos.
Atencão turma do plano de cargo e salários!!!!!!!!!!. Vamos fazer mais uma greve por mais um plano. Pecam aumento de 70%, para quebrar o estado de vez.
Os recursos próprios não são os repasses do Fundeb? O Estado não tá fazendo mais que a obrigação: pagar em dia (já que não paga bem)!
Aliás, a pergunta que fica é: estão pagando os salários integrais, ou "daqueles que recebem até R$ 200/mês"?
Os demais servidores do Estado q passem o carnaval lisos. Unico Estado do nordeste nessa situação. Nao convence o discurso de crise. So tem crise mo RN?
Três homens foram assassinados a tiros na madrugada desta sexta-feira (3), em Mossoró, no Oeste potiguar.De acordo com a PM, o primeiro crime foi registrado por volta das 1h30, quando pelo menos 10 homens armados e encapuzado mataram dois homens no bairro do Aeroporto.Uma das vitimas, de 23 anos, foi morta dentro de uma casa e a segunda, outro jovem, de 21, em um terreno baldio. O terceiro homicídio aconteceu por volta das 6h, no bairro do Bom Jesus, em uma estrada de terra.
O ministro da Casa Civil Eliseu Padilha pediu licença do governo para operar a próstata. Padilha já estava de licença médica desde segunda-feira, 20, quando foi hospitalizado em Brasília devido a uma obstrução urinária, que causa aumento excessivo da próstata.
O afastamento ocorre um dia depois de o ex-assessor da Presidência José Yunes afirmar que atuou como “mula involuntária” do ministro da Casa Civil ao receber um pacote no seu escritório de advocacia, em São Paulo, das mãos do doleiro Lúcio Funaro.
Por outro lado, o ex-ministro das Relações Exteriores José Serra já reassumiu o mandato de senador pelo PSDB de São Paulo.
O tucano pediu demissão do cargo de ministro na quarta-feira(22), alegando problemas de saúde, com fortes problemas na coluna, que teriam piorado com viagens sucessivas, consideradas mais longas, ao exterior, no exercício da função. Ele estava à frente do Itamaraty desde o início do governo de Michel Temer, em setembro do ano passado. Citado em delações na Lava-Jato, também sai sob o olha desconfiado da sociedade.
A delação de Yunes prova que Moro não deveria ter vetado questões de Cunha a Temer:
"O fato é que se as instituições policiais e judiciais não estivessem irremediavelmente contaminadas pela missão política de destruir Lula e – por enquanto – proteger Michel Temer, Yunes estaria sendo intimado hoje a depois -há uma versão, não oficial, de que falou a procuradores – e diligências estariam recolhendo imagens das câmeras de segurança do seu escritório, uma construção moderna e luxuosa que certamente as têm. Estariam praticando a regra de ouro de investigações deste tipo – seguir o dinheiro".
Até prova em contrário, Serra realmente saiu por problemas de saúde.
Já Padilha????
Temer avisou: Se for denunciado, será afastado. Se virar réu, perde o cargo.
O PT nessas situações fez o quê mesmo? Deixa lembrar….
Lembrei, foi aos meios de comunicação defender os seus corruptos e acusar a PF, o MPF, a justiça e os delatores de perseguidores e pessoas desqualificadas. Foi diferente disso petezada?
Correto. Os brasileiros do bem não defendem bandidos, não chama corruptos condenados de "heróis" nem de "guerreiro do povo brasileiro". Que sejam investigados todos os indícios de roubalheira e, provada a culpa de alguém, que seja condenado e receba o nome apropriado: bandido. Simples assim.
Vc é Do tipo que acredita , em papai Noel papafigo .O bandido mor é o temer amigo.
ainda estou "degustando" para saber se rio ou choro…
O temeroso é bem sabidinho. As ações no STF rolam, rolam e rolam e não chegam a um final.
Assim, talvez ao término do próximo mandato julguem essas ações envolvendo a quadrilha do PMDB. Aí minha gente, vai ser muito tarde. que sabe alguns até já se foram dessa para outra…
Veja galeria completa nas lentes do jornalista e fotografo Elias Medeiros clicando aqui
Sarah Torres, estudante universitária, 20 anos representante do Barro vermelho e Leonardo Nobre, advogado, 28 anos, representante de Almino Afonso foram eleitos, Miss Natal e Mister RN 2017, respectivamente. O evento foi realizado na noite desta terça-feira (21), no Lamouetté Recepções, Bairro de Candelária, em Natal.
Sarah Torres venceu 22 concorrentes e vai representar a capital potiguar no Miss RN 2017 que será realizado no dia 17 de maio no Teatro Riachuelo.
Leonardo Nobre viajará para Angra dos Reis (RJ) e no dia 12 de agosto disputará a final do Mister Brasil 2017 no Hotel do Bosque. O evento será televisionado pela Rede Brasil.
Resultado final do Miss Natal Top 5:
Sarah Torres – Barro Vermelho
Lara Vidian – Rocas
Carolina Pitanga – Dix-Sept Rosado
Cibele Abbott – Petrópolis
Luana Melo – Cidade da Esperança
Resultado final Mister RN Top 5:
Léonardo Nobre – Almino Afonso
Matheus Magalhães – Natal
Caio Aciole …….Canguaretama
Lazaro Albuquerque……Sao M. Do Gostoso
Bruno Diniz…….Sao Paulo do Potengi
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), pediu licença do governo federal um dia depois de seu nome ter sido citado pelo empresário José Yunes, amigo pessoal do presidente Michel Temer (PMDB), em uma suposta negociação de valores. A informação sobre a licença é do jornal Folha de S.Paulo desta sexta-feira (24).
huruuuuuuu… e os esquerdopatas morrendo de inveja por não ter tipo a coragem de afastar seus cumpanheiros envolvidos em situações questionáveis. Pensando melhor, se fosse afastar, não ficaria ninguém, toda corja está envolvida.
Mas Serra saiu por problemas reais de saúde, nada com a lava jato.
Já esse Padilha, Jucá, Renan Calheiros estão no partido errado, deviam ser do PT. Como só o PT tem bandido de estimação, a diferença na relação é vista de forma clara. Temer disse: Foi denunciado, se afasta. Virou réu, perde o cargo! Dilma e Lula fizeram o quê mesmo nessas situações?????
Abertura oficial do carnaval em Natal na noite dessa quinta-feira(23). Veja galeria completa nas lentes de Canindé Soares clicando aqui
Carnaval Multicultural 2017 é aberto no Largo do Atheneu em clima de euforia
Milhares de foliões lotaram na quinta-feira (23), o Largo do Atheneu, no Polo Petrópolis, para prestigiar a abertura do Carnaval Multicultural 2017, promovido pela prefeitura de Natal. Logo no início da noite, os grupos folclóricos Araruna, Lapinha de Ponta Negra, Boi de Reis de Manoel Marinheiro, Boi de Reis do Bom Pastor e os Congos de Calçola de Ponta Negra deram o ar da graça no corso que também envolveu foliões.
A abertura musical ficou por conta da banda Ribeira de Pau e Corda, que subiu ao palco, pontualmente às 20 horas. Sob a batuta do maestro Neemias Lopes, a banda executou marchinhas carnavalescas de todas as épocas e homenageou um ex-integrante, o músico e arquiteto Marcelo Tinoco, falecido há poucos dias.
Em seguida, às 21h15, foi a vez da Banda Dugiba botar todo mundo para dançar. E a partir daí o frevo tomou conta do Largo. O show só foi interrompido quando os clarins anunciaram a chegada do prefeito Carlos Eduardo, do vice-prefeito Álvaro Dias, do secretário Municipal de Cultura e presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), Dácio Galvão, além do Rei Momo Bruno Borges e da Rainha Rozeane Oliveira. Na ocasião, o prefeito passou a chave da cidade para o “monarca”.
Entusiasmado, o prefeito Carlos Eduardo saudou os foliões e disse que o carnaval deste ano será a festa da alegria e um momento propício para os natalenses e turistas do Brasil e do mundo se divertirem a valer. No entendimento dele, a folia de Momo traz divisas para a cidade e movimenta a economia criativa, como também propicia a geração de emprego e renda. “Tenho certeza de que será o maior carnaval da história de Natal. O prefeito vai pular e dançar em todos os polos”, informou.
O gestor disse ainda que a grandiosa festa só foi possível graças a um esforço da prefeitura e da iniciativa privada, que apostou no Carnaval Multicultural 2017. Na avaliação do prefeito, o carnaval deste ano é o mais rico em termos de atrações musicais. “É o carnaval do amor. Do amor ao próximo”, complementou.
Responsável pela programação da festa, o secretário Dácio Galvão assinalou que a prefeitura está no caminho certo para propiciar um Carnaval Multicultural para ficar na história. “Apostamos num carnaval plural e demos voz e vez aos grupos folclóricos e artistas da terra”, ressaltou o também presidente da Funcarte.
Após a abertura oficial, o frevo voltou com força total pela Banda Dugiba e, logo após, nos acordes da Spok Frevo Orquestra, a atração nacional do Baile de Máscaras do Atheneu. A orquestra desfilou repertório que incluiu clássicos do carnaval, como o obrigatório “Vassourinhas”.
Moradora do conjunto Pirangi, a comerciária Eloneide Francisca de Matos disse que a abertura do carnaval não podia ter sido melhor, tanto pelos grupos folclóricos como pelas atrações musicais. Ela aprovou a multiculturalidade da festa mais popular do país em território natalense. “Hoje estou só iniciando a minha diversão. Quero conhecer todos os polos da cidade. Vou juntar um grupo de amigos para a gente bater perna. Estou adorando”, comentou.
No mesmo diapasão, o engenheiro civil Cléber Marcondes não poupou elogios à programação do Carnaval Multicultural 2017. Para ele o carnaval deste ano promete ser o melhor da retomada. “A festa está linda. Pretendo brincar os quatro dias de folia com a família. A cidade está de parabéns”, elogiou.
A programação do Carnaval Multicultural 2017 prossegue hoje no Largo do Atheneu, no Polo Petrópolis, com os shows de Rildo Lima e a cantora Krystal, às 16h, Banda do Chico, às 18h, Corso (18h30) e Romero Ferro, às 20h. Na Praça Pedro Velho, ainda no Polo Petrópolis, teremos as apresentações da Banda Detroit, às 20h30, Bangalafumenga, às 22h30, e o DJ Luiz Couto e o saxofonista Bethoven, a partir de meia-noite e meia. Em Ponta Negra, tem Sueldo Soares às 21h e Moraes Moreira às 23h. No Polo Redinha Zeca Brasil se apresenta a partir das 21h no palco do Cruzeiro. No Largo do Buiú, Don Cardoso anima a festa a partir das 22h e a Banda Alphorria sobe ao palco às 00h.
Campanha
Na abertura do Carnaval Multicultural 2017, no Largo Atheneu, a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (Sejul), colocou em prática a campanha #natalcontraomachismo, uma ação de conscientização, respeito e de constante vigília à garantia dos direitos da mulher e o enfrentamento à violência contra o gênero feminino. Nesta edição a ação segue até março, mês dedicado à mulher.
A campanha idealizada no Carnaval do ano passado, traz nesta edição mensagens de respeito à mulher, tendo a folia como pano de fundo. Durante o carnaval, equipes da Semul estarão nos polos do Carnaval Multicultural: Ponta Negra, Redinha, Rocas, Centro Histórico, Ribeira, Largo do Atheneu e Praça Pedro Velho (Cívica) trabalhando na divulgação. A proposta da campanha educativa é que o público possa fazer fotos e compartilhar nas redes sociais para expandir as frases de efeito contra o machismo.
O baile de máscaras privilegia apenas os grandes comerciantes de bares e restaurantes do Largo do Atheneu. Pois, a prefeitura através das SEMSUR isola os ambulantes em uma distância considerável dá festa. Em meio a crise financeira. O secretário da SEMSURo priva o pobre de prover seu sustento.
Carlos, com o secretário Jerônimo Melo. A SEMSUR tornou-se uma secretaria elitizada. Hoje o acesso popular naquele espaço público e dificultado, com catracas, depende de autorização do setor que vc queira ir, da sua vestimenta e quando consegue entrar não tem seu pleito atendido. O prefeito Carlos Eduardo, precisa urgentemente intervir a favor do povo é acabar com isso.
Às vésperas do carnaval, a cervejaria Ambev instalou uma roda-gigante numa praça da zona oeste de São Paulo, um tobogã não menos gigante numa das mais movimentadas avenidas de Belo Horizonte e roubou a cena como cerveja oficial na Bahia depois de três anos de reinado da concorrência. Todo esse aparato leva a marca Skol, carro-chefe da empresa no Brasil e que responde por quase 5% de todo o volume de cerveja vendido no mundo.
No Rio de Janeiro, onde a marca principal da Ambev é a Antarctica, a empresa patrocina quase 400 blocos de rua. Parece a pujante Ambev de sempre, desfilando sua hegemonia no Carnaval. Mas por trás da agressividade típica da maior cervejaria brasileira esconde-se uma fraqueza. No terceiro trimestre do ano passado, a companhia teve a pior margem de lucro em 12 anos, o volume de cervejas vendido voltou ao patamar de 2009 e a empresa avisou que não cumpriria a meta de fechar o ano com o mesmo faturamento de 2015.
Pela primeira vez em mais de cinco anos, a Ambev não conseguiu reajustar os preços em linha com a inflação, e a companhia, que chegou a ser a terceira mais rentável das Américas, caiu para o 22o lugar no ranking. Com sua (ainda monumental) participação de mercado em queda, a Ambev terá agora de enfrentar um novo incômodo — sua maior concorrente no mercado global, a Heineken, assumiu a vice-liderança no Brasil ao comprar a Brasil Kirin, controlada pela japonesa Kirin Holdings, em fevereiro. Nunca, em suma, foi tão difícil ser a Ambev. Saiba mais: Pricing para Startups: qual fórmula usar para sua empresa? – Patrocinado
Falar de “má fase” na Ambev exige uma senhora relativização. No mundo, a AB InBev, controladora da Ambev, é líder de mercado com 31% de participação, fatia alcançada com a compra da SAB Miller no ano passado. A AB InBev sobra na turma. No Brasil, a Ambev tem 67% do mercado de cervejas. Sua rentabilidade caiu para longe do pico, quando mais da metade da receita virava lucro, mas continua acima dos 35% — melhor do que quase todas as empresas listadas na bolsa brasileira e do que as grandes cervejarias globais (a margem média é de 16%, segundo levantamento da empresa de análise Morningstar).
Mas a sucessão de notícias mostra que há algo de novo. A Ambev sempre foi a queridinha do mercado financeiro graças a anos consecutivos de valorizações expressivas das ações e resultados que mostravam uma inesgotável capacidade de espremer dinheiro daquela participação de mercado. Nos últimos 12 meses, enquanto o principal índice da bolsa subiu 64%, as ações da Ambev mal se mexeram. “Os investidores questionam qual será a taxa de crescimento ‘normalizada’ da Ambev no médio prazo”, escreve a analista Isabella Simonato, do Bank of America Merrill Lynch.
Uma das principais razões para a queda nos resultados e para o menor ânimo com a Ambev é a combinação de economia brasileira fraca com um mercado considerado maduro. Isso porque o consumo per capita de cerveja no Brasil hoje é de 68 litros, acima do consumido em mercados emergentes e da América Latina, como México (59), Colômbia (47), Peru (45) e Argentina (43), e mais próximo dos números registrados em países desenvolvidos, como Estados Unidos (77), Reino Unido (73) e Canadá (67).
Segundo o Bank of America, há uma preocupação entre os investidores em relação ao fato de os volumes consumidos de cerveja terem atingido seu pico em 2012 — um sinal de esgotamento. Em teleconferência com analistas, o diretor-geral da Ambev, Bernardo Paiva, admitiu que as vendas de cervejas populares estão mais fracas do que a empresa esperava. O cenário faz com que a disputa seja cada vez mais pelos mesmos clientes ou para tentar fazê-los migrar de cervejas mais baratas para cervejas mais caras.
Por isso, todas as cervejarias estão tentando fazer a mesma coisa. Esse é um fenômeno global, e a resposta da AB InBev tem sido sempre a mesma: comprar um concorrente. Implementar seu choque de gestão. Melhorar os resultados. Repetir. No Brasil, a Ambev não pode se dar a esse luxo, já que os órgãos antitruste não a deixam comprar ninguém. A empresa tem de se virar com o que tem.
Falta criatividade
Quando foi feita a fusão da Brahma com a Antarctica, em 1999, a Ambev abocanhou 70% do mercado de cervejas no Brasil. De lá para cá, vem perdendo espaço lentamente. Na medida da consultoria Nielsen, feita por amostragem, a empresa tem 67% do mercado — mas, na medida do Sistema de Controle de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal, que tem informações sobre tudo o que sai das fábricas e é preferido por alguns analistas, a companhia aparece com 60% do mercado, uma queda considerável nos últimos seis anos e seu menor patamar desde a fusão. “A avaliação da Nielsen não considera, por exemplo, as vendas em ‘atacarejo’, um canal de vendas que se tornou importante hoje”, diz Rodrigo Furtado, analista da gestora de investimentos XP.
Na crise, quem mais ganhou espaço foi a brasileira Petrópolis, dona da marca Itaipava, que até agora ocupava a vice-liderança do mercado brasileiro com 12% de participação. A Brasil Kirin, dona da Schin, vinha em terceiro, com presença relevante no Nordeste; em quarto estava a holandesa Heineken. Em fevereiro, a Heineken comprou a Brasil Kirin das mãos dos japoneses e saltou de 9% para 19% (a compra ainda tem de ser aprovada pelo Cade, órgão federal antitruste).
É um cenário competitivo novo para a maior cervejaria brasileira. Diante desse quadro, a Ambev sofre com o que os analistas chamam de “comoditização” do setor de cerveja — fenômeno, aliás, para o qual a própria Ambev contribuiu decisivamente. Como o consumidor acha Skol, Brahma, Kaiser e Itaipava a mesmíssima coisa, acaba escolhendo a que estiver mais barata no ponto de venda. Sair desse enrosco requer criatividade, e a Ambev parece ainda estar no início de um processo de adaptação ao novo cenário.
Muito do que acontecerá daqui para a frente depende da estratégia da Heineken para sua anabolizada subsidiária brasileira. Nos últimos anos, enquanto perdia dinheiro no Brasil, a Kirin ficou conhecida por uma agressiva estratégia de preços, reforçando o cenário descrito no parágrafo anterior. No ano passado, a empresa reajustou o portfólio. A Eisenbahn, que era classificada como super premium, passou a concorrer um degrau abaixo com marcas como Stella Artois. A Devassa, que era premium, veio para a briga de marcas principais.
Para especialistas, a Heineken pode reverter essa mudança de portfólio para fortalecer as marcas, repetindo a estratégia que adota globalmente. Além disso, a Heineken pretende usar a força dos canais de venda da Kirin no Nordeste — a Schin é forte em vendas e marca na região — para fabricar e emplacar sua atual marca do segmento de entrada, a Amstel. Na distribuição, a Kirin tem a própria rede, enquanto a Heineken tem um acordo comercial com os distribuidores da Coca-Cola.
Adquirir uma rede própria pode fazer a diferença para a Heineken. “Uma operação própria de distribuição voltaria toda a atenção para a cerveja, em vez de compartilhar com os produtos da Coca, e poderia potencializar o negócio da Heineken”, diz Andrew Holland, analista de bebidas do banco francês Socié-té Générale. Na prática, isso significa que o vendedor não fica metade do tempo vendendo refrigerantes.
Os analistas são cautelosos para estimar os possíveis ganhos dessa mudança porque desconhecem os termos do contrato com a Coca-Cola — e, consequentemente, o tamanho da possível multa de rescisão. Com a Kirin, a Heineken dobra sua capacidade de produção no Brasil e o país passa a ser o principal mercado da empresa (até então, o maior país em volume para a Heineken era o México). Os executivos da Ambev e da Heineken não deram entrevista.
No curto prazo, no entanto, o impacto da fusão para a Ambev pode até ser positivo, pois os holandeses não têm fama de rasgadores de dinheiro. “A compra da Brasil Kirin pela Heineken deve levar a um ambiente mais racional de preços, o que beneficiaria a Ambev num primeiro momento”, diz Edward Mundy, analista da corretora americana Jefferies.
Em 2016, somente Brasil Kirin e Petrópolis conseguiram aumentar o volume vendido de cerveja no país, graças aos preços mais baixos das cervejas mais populares e ao reposicionamento de marcas premium. Segundo a corretora Evercore, a Schin chegou a ser vendida com desconto de 25% em relação aos itens da mesma da categoria da Ambev, diferença que não costuma passar de 10% (a Kirin nega que faça guerra de preços e diz que o preço médio por litro de seu portfólio aumentou).
Para reduzir seus custos e oferecer um produto mais barato sem ficar refém da concorrência, a Ambev tem adotado como principal estratégia tentar fazer com que o consumidor retome um velho hábito da década de 80: há dois anos a empresa vem ampliando a distribuição de garrafas de vidro retornáveis. Depois de comprar o frasco uma vez, o cliente o devolve ao supermercado e paga menos pela nova garrafa.
Na teoria, esse modelo também tende a favorecer as margens da empresa, que gasta menos com embalagens (o alumínio das latas responde por cerca de 20% dos custos da Ambev). Mas na prática não tem sido tão fácil. Como leva tempo para que os consumidores adotem o hábito de levar as garrafas ao supermercado, o preço precisa ser mais atraente — hoje, a diferença de preço é de cerca de 30% entre as latas de Skol e garrafas retornáveis da própria marca em grandes supermercados.
Mas, em estabelecimentos menores, as concorrentes contra-atacam reduzindo o preço das latas de Amstel, da Heineken, e Itaipava, da Petrópolis. Aí a diferença de preço cai para apenas 7%. “Por que esse consumidor se daria ao trabalho de trocar pelo retornável se a diferença de preços é tão pequena?”, diz o veterano analista Carlos Laboy, do banco HSBC, que classificou um encontro recente com a administração da Ambev como o “mais desanimador em 25 anos”. Segundo ele, essa estratégia traz desafios logísticos.
Em visita a lojas, Laboy diz ter encontrado caixas de garrafas cheias ao lado de garrafas vazias, que estavam sujas. “Isso não ajuda a imagem de uma empresa líder nem dá ao consumidor o desejo de comprar o produto”, afirma. As garrafas retornáveis são a principal estratégia da Ambev para suas vendas em supermercados, que respondem por cerca de 40% de seu volume e onde a empresa mais tem sofrido (a liderança em restaurantes e bares sofre menos ameaça).
Hoje, as retornáveis respondem por 25% do volume de vendas em supermercados e, nas projeções de analistas, podem chegar a 40%. A estimativa é que a estratégia reduza o custo final do produto para a empresa em pelo menos 30%. Mas isso ainda não aconteceu e a estratégia está pesando sobre o crescimento de receita.
“Quase cerveja”
Para depender menos de um mercado tão competitivo, a Ambev tem diversificado suas frentes de atuação. Nos últimos dois anos, a empresa adquiriu duas marcas de cervejas artesanais — a mineira Wäls e a paulistana Colorado. À medida que o mercado de consumo fica mais maduro, esse tipo de cerveja ganha espaço. Atualmente responde por 10% do volume total no Brasil, o triplo de dez anos atrás. Outra aposta da empresa é o que ela classifica de near beer, ou “quase cerveja”. São bebidas como a Skol Beats Spirit, mistura de cerveja com suco de limão e de maçã. Quanto menos cerveja, mais rentável o produto.
Lançado há três anos, o segmento responde por 2% do volume de vendas. Há dois anos, a empresa iniciou no Brasil a ZX Ventures, uma aceleradora de ideias, para estudar novos produtos e adequá-los ao gosto do consumidor. Saiu da ZX Ventures brasileira o serviço de pedido de cerveja gelada para entrega em casa em até 1 hora, que usa a rede de parceiros (supermercados, bares, padarias).
No ano passado, a Ambev entrou no segmento de sucos naturais, com a aquisição da fabricante carioca Do Bem, e em 2017 vai lançar uma marca de água mineral. Outra aposta de Bernardo Paiva é aumentar a venda de cervejas sem álcool — de 1% para 20% das vendas no país em oito anos. Para os especialistas, desde a fusão, a Ambev nunca precisou tirar tantas ideias da cartola quanto hoje. Os investidores, de forma geral, continuam acreditando na capacidade de gestão da companhia — mesmo com a estagnação recente, a Ambev ainda é a maior empresa do país em valor de mercado. Num país com tantas companhias encalacradas em dívidas impagáveis, é até maldade descrever o momento vivido pela Ambev como uma crise. Mas que incomoda, incomoda.
Resumindo: brasileiro tupiniquim adorava xarope de milho transgênico com água, agora depois da expansão da Heineken no País finalmente começamos a apreciar coisa melhor. Espero que sigam o padrão de qualidade "all around the world". Chega de falcatrua nessa bagaça de País.
Verdade, JegueDegue! A Ambev há tempos engana os brasileiros com a propaganda enganosa de que fabrica cervejas quando, na verdade, ela retirou o malte da composição de suas bebidas trocando-o por xarope de milho. Daí vem o avanço e o crescimento do consumo das verdadeiras cervejas existentes no mercado como Heineken, Eisenbahn, Stella Artois, dentre outras.
Mas, isso não é exclusividade dela, pois vivemos num país onde a população é diariamente ludibriada por empresas, governos, etc.
Brasil, país de m……
Deputado federal Osmar Serraglio em 10/05/2016 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Os brasileiros não precisam se preocupar com a autonomia do Ministério Público e da Polícia Federal no andamento das investigações da Operação Lava Jato, informou o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar Serraglio (PMDB-PR), em entrevista a EXAME.com na noite desta quinta-feira (23).
“É preciso deixar claro que o Ministério da Justiça e Segurança Pública não tem nenhuma possibilidade de interferir no andamento da Lava Jato. Quem cuida das investigações é o Ministério Público e a Polícia Federal. Ambos têm autonomia e seguirão tendo total independência”, disse Serraglio. “A Lava Jato é uma conquista nacional. É e seguirá intocável”.
Durante a conversa, o substituto de Alexandre de Moraes – aprovado pelo Senado como novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (22) – explicou sua estratégia para conquistar apoio em torno de seu nome para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. De acordo com Serraglio, a atuação do líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (PMDB-SP), foi determinante para que o presidente Michel Temer (PMDB) o escolhesse como titular da pasta.
Indagado sobre a secretaria nacional de Segurança Pública, o novo ministro afirmou que conversará com Temer e que a decisão sobre quem assumirá o cargo será conjunta. O ex-secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, não está descartado. “É um bom nome, um bom quadro”.
Não sou PT ,odeio petralhas ,mas esse verme do novo ministro é defensor da corrupção ,queria dar indulto ao Eduardo Cunha ,foi relator da CPI do correios que não deu em nada ….pra mim POLÍTICO NUNHUM PRESTA
Essa operação é a maior oportunidade dos últimos tempos de realmente passar o Brasil a limpo. Não pode parar somente em "alguns", têm que ir até o fim , punindo T.O.D.O.S os culpados, seja lá de que porcaria de Partido for.
Vamos acabar com essa bobagem de torcer por bandidos prediletos, eles são os verdadeiros responsáveis por todo esse estado de coisas no qual estamos inseridos.
Correto. Que sejam todos os indícios investigados e, se provada a culpa de alguém, que seja condenado e pague pelo que fez. E não tem essa de chamar bandido condenado de "herói", nem de "guerreiro do povo brasileiro". O nome certo é BANDIDO". Não é simples?
Homem sério e com notável saber jurídico. E as investigações e punições de corruptos continuam, apesar dos comentários sem noção dos petistas e seus aliados, que mais parecem mera torcida. Os fatos investigados ocorreram nos governos do PT (desde o Mensalão) e envolveram membros desse partido e seus antigos aliados. Todos os envolvidos foram nomeados pelos presidentes petistas e agiram em conluio com eles e sob sua coordenação, inclusive dividindo o fruto de suas ações criminosos. E tem o canalha de nove dedos, o "Poderoso Chefão" tupiniquim, o chefe da ORCRIM, segundo o MPF. Barrar as investigações é o maior sonho dos petistas e seus "amigos".
Cabeça, quem tem comentários aqui sem noção é vc. noutro post falou que Pre-sal foi invenção do PT. Pra seu conhecimento, quase 50% da produção de Petróleo no Brasil já é oriundo da camada PRE-SAL. Falou também que a Petrobras não serve para produzir essas reservas. Justamente a operadora PETROBRAS é a que descobriu e domina o "expertise" dessa área. O que falta para a operadora nacional é dinheiro e só. Vá estudar e pesquisar ao invés de postar lorota por aqui.
Lascou-se Ceará Mundão, o comunista véio ficou puto com você, vá falar mal dos amores dele, vá! kkkkk
#luladrao
Cara, meu comentário sobre o pré-sal foi claro ao explicar a impossibilidade de sua exploração pela Petrobrás, que continua a ter o direito de opção, antes de qualquer outra empresa. Quanto à Petrobrás não produzir as reservas de petróleo brasileira, não há qualquer comentário meu dizendo isso. Como bom petista, você deturpa as palavras das pessoas. Faz parte da índole dessa gente, assim como a grosseria e o ódio a quem não concorda com suas ideias. Nenhuma novidade, portanto.
Ceará Mundão seus comentarios são propagandas de militancia tucana.
Amigo de Michel Temer há 50 anos, José Yunes andava sumido desde dezembro de 2016, quando se exonerou do cargo de assessor especial do presidente. Bateu em retirada do Planalto amargurado: “Vi meu nome jogado no lamaçal de uma abjeta delação”, escreveu na carta de demissão. De repente, Yunes voltou à boca do palco. Prestou depoimento à Procuradoria e deu um par de entrevistas (aqui e aqui). Contou uma história inverossímil. Nela, assume o papel de bobo, empurra o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) para dentro da frigideira e se esforça para retirar o amigo Temer de um enredo criminoso.
Eis o que havia antes da reaparição de Yunes: em depoimentos à força-tarefa da Lava Jato, dois delatores da Odebrecht —Marcelo Odebrecht e Claudio Melo Filho— contaram que, na campanha de 2014, a pedido de Michel Temer, então vice-presidente da República, a empreiteira providenciou R$ 10 milhões em verbas de má origem, contabilizadas no seu departamento de propinas. Desse total, R$ 6 milhões foram borrifados nas arcas da campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo. E os outros R$ 4 milhões foram às mãos do hoje ministro Eliseu Padilha. Tudo em dinheiro vivo. Parte da verba transferida “via Padilha” foi entregue no escritório de advocacia de José Yunes, em São Paulo.
Eis o que disse Temer na época em que veio à luz o conteúdo da delação de Claudio Melo Filho, depois confirmada por Marcelo Odebrecht: de fato, o herdeiro da Odebrecht fora recebido em jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República. Além de Temer e Marcelo Odebrecht, participou do repasto Eliseu Padilha. O anfitrião realmente pediu socorro financeiro à Odebrecht. Mas o dinheiro destinou-se ao PMDB e fluiu pelas vias legais. “As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE”, escreveu o Palácio do Planalto em nota oficial de dezembro de 2016. “Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente.”
Eis o que disse o amigo José Yunes: “Fui mula involuntário” de Eliseu Padilha. Nessa versão, recebeu em setembro de 2014 um telefonema de Padilha. Pediu-lhe um favor: “Yunes, olha, eu poderia pedir para que uma pessoa deixasse um documento em seu escritório? Depois, outra pessoa vai pegar.” O amigo de Temer assentiu: “Eu disse que podia, porque tenho uma relação de partido e convivência política com ele.” Súbito, apareceu no escritório de Yunes “um tal de Lúcio”. Era o doleiro Lúcio Funaro, operador financeiro de Eduardo Cunha.
“Ele deixou o documento e foi embora”, contou Yunes. “Não era um pacote grande. Mas não me lembro. Foi tudo tão rápido. Parecia um documento com um pouco mais de espessura. Mas não dava para saber o que tinha ali dentro. Depois disso, fui almoçar. Aí, veio a outra pessoa e levou o documento que estava com a minha secretária.”
Tomado pelas palavras, José Yunes faz lembrar um personagem encarnado pelo ator Harvey Keitel no célebre filme Pulp Fiction. Chama-se ‘The Wolf’. Entra em cena sempre que é necessário limpar o sangue e apagar os rastros de um crime (veja um trecho no video abaixo). Parece ser esse o papel que o amigo de Temer se dispôs a encenar.
Yunes tranformou o dinheiro da Odebrecht em “documento”. Apresentou-se como um tolo, um inocente útil que, a despeito de toda experiência de vida, se absteve de perguntar a Padilha o que ele fazia metido em negócios com o doleiro de Eduardo Cunha. Recorda-se de todos os detalhes da passagem de Lúcio Funaro por seu escritório. Mas não se lembra do nome de quem foi apanhar o “documento”. De resto, não há vestígio de Michel Temer no enredo confuso de Yunes. Houve quem estranhasse até na Esplanada. Em conversa com o blog, um ministro disse ter enxergado na coreografia verbal de Yunes traços de uma “Operação Tabajara.”
A reaparição de Yunes ocorre na véspera do Carnaval. Muito conveniente, já que, na Quarta-Feira de Cinzas, o ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, irá reinquirir delatores da Odebrecht. Entre eles Marcelo Odebrecht e Cláudio Melo Filho. Benjamin é relator do processo que pode resultar na cassação da chapa Dilma—Temer e no consequente afastamento do atual inquilino do Palácio da Alvorada.
Nesta quinta-feira, dia em que suas declarações ganharam as manchetes, José Yunes esteve com Michel Temer, no Alvorada. Decerto conversou com o amigo sobre os detalhes do depoimento que prestou à Procuradoria-Geral da República, há dez dias. O conteúdo permanence em sigilo. Entretando, a julgar pelo que disse em suas entrevistas, Yunes deve ter começado a depor assim: “Era uma vez…”
São todos gângsters da pior espécie. A diferença dos bandidos que sairam de cena é que esses aí são muito mais experientes e "profissionais" em suas safadezas.
E ainda há trouxas que defendem………………..
Potyguar, o PMDB é pai e mãe da corrupção no país os outros são alunos incompetentes !
Perdoe discordar quanto ao grau de periculosidade. Os do PMDB, que chegaram ao poder graças ao PT, são os corruptos "clássicos", aqueles que sempre existiram e existirão, os que agem em prol do enriquecimento seu e dos que lhes são próximos (amigos e familiares). Quanto aos petistas e outros "vermelhos", além do enriquecimento ilícito, têm como objetivo a manutenção do poder e a implantação de um projeto ideológico asqueroso e extremamente nocivo ao nosso povo. Afinal, essa gente odeia o nosso Brasil, o nosso povo e a democracia. O que sempre quiseram, desde a época dos "revolucionários", foi a implantação de uma ditadura do proletariado por aqui. Só mudaram de tática.
O químico usado para matar Kim Jong-nam, meio-irmão do líder norte-coreano Kim Jong-un, foi identificado como o Agente Nervoso VX, afirmou nesta quinta-feira (23) a polícia da Malásia.
VX é um gás altamente tóxico que ataca o sistema nervoso central e é classificado como uma arma de destruição em massa pela ONU. Segundo o Centro de Controle de Doenças norte-americano, trata-se do mais potente gás nervoso já descoberto.
A polícia da Malásia afirmou que traços do VX foram identificados em um relatório preliminar de análise forense laboratorial conduzido com base em amostradas coletadas no rosto e nos olhos da vítima.
Kim Jong-nam, irmão mais velho de Kim Jong-un, foi morto em uma ação cercada de mistério no aeroporto de Kuala Lumpur.
O VX é extremamente tóxico, sendo absorvido pelos olhos e pela pele da vítima. É inodoro e apresenta coloração âmbar.
A contaminação pelo VX leva ao colapso muscular, e a causa de morte mais comum é a falência respiratória. Outros sintomas são náusea, vômitos, instabilidade na pressão sanguínea, sonolência e tremores.
Segundo relatos das testemunhas, duas mulheres aspergiram um líquido — que pode ter sido o VX em forma líquida — nos olhos de Kim Jong-nam.
Malásia e Coreia do Norte têm trocado acusações sobre a autoria do crime.
Até o momento estão presas duas mulheres, uma vietnamita e uma indonésia, o namorado de uma delas e um cidadão norte-coreano. Outros norte-coreanos são procurados pela polícia.
O PSDB fechou questão em torno do nome do senador Aloysio Nunes Ferreira para o Ministério de Relações Exteriores.
O nome já foi encaminhado ao presidente Michel Temer, que deve tomar uma decisão rápida.
Atual líder do governo no Senado, Aloysio Nunes tem o apoio dos integrantes da bancada, inclusive do senador José Serra (PSDB-SP), que renunciou nesta quarta-feira ao cargo de chanceler.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN vai antecipar o pagamento da folha do mês de fevereiro para o funcionalismo público municipal. Na manhã desta sexta-feira (24) os servidores já contarão com os salários depositados nas contas.
O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Finanças Luiz Henrique. “A decisão de antecipar o pagamento dos servidores do município foi do prefeito Paulinho que pediu prioridade para o lançamento da folha”, declarou Luiz.
Os 2.800 funcionários, entre efetivos e comissionados, poderão aproveitar o feriado de Carnaval com os salários em dia. Serão injetados cerca de R$ 6 milhões de reais na economia local. Um dos objetivos da antecipação do pagamento é a movimentação econômica no município durante a folia de momo.
Atualmente o único gestor que fala em crise é o prefeito de Natal, Carlos Eduardo. Mas, a crise na gestão dele é apenas para fazer investimentos na infraestrutura do município. Para fazer carnaval, e diga-se de passagem, com os mesmos artistas, não há crise.
A palavra convence, mas o exemplo arrasta.
Aproveitem e passem a régua logo nos penduricalhos!!!!!!!!!!!
É bom começar cortando na própria carne…
Esse tal núcleo também investigará eventuais crimes praticados por membros do MP, TCE, AL e Judiciário? Afinal, também são agentes públicos, ou não?