Judiciário

Ex-vereador apontado como mandante de homicídio tem recurso negado no TJRN

A Câmara Criminal do TJRN voltou a julgar, nesta quinta-feira (7), o caso do ex-presidente da Casa Legislativa de Vera Cruz, Cleonaldo Joaquim de Oliveira, acusado de ter sido o mandante do assassinato de um homem, que seria o autor de um latrocínio que resultou na morte do pai do então vereador. Ao julgar recurso apresentado pela defesa do réu, os desembargadores mantiveram a sentença inicial, dada pela Vara Única de Monte Alegre.

Cleonaldo de Oliveira foi pronunciado pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, devendo ser submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri Popular. Segundo a análise da Câmara Criminal, não há o direito de recorrer em liberdade, já que se manteve recolhido ao longo do processo e não se vislumbra, por hora, nenhum fato novo, subsistindo, portanto, os elementos norteadores de sua prisão preventiva, definidos no juízo de primeiro grau.

Decisão

No Recurso em Sentido Estrito julgado hoje, a defesa questionou o uso de um e-mail denúncia, que teria sido o motivo que deu início às investigações contra o acusado. No entanto, o desembargador Glauber Rêgo, relator do recurso, ressaltou que, assim como rezam os dispositivos legais, o e-mail não foi o único elemento utilizado pelo Ministério Público para mover a Denúncia junto à unidade judicial de Monte Alegre, mas deu apenas início a uma série de diligências judiciais que resultaram no procedimento investigatório criminal nº 004/2012, instaurado pela Promotoria de Justiça daquela comarca.

Segundo a denúncia do MP, a vítima foi levada para o Sítio Euzébio, em Vera Cruz, onde foi executada no dia 17 de setembro de 2009 e entregue ao denunciado Cleonaldo Joaquim de Oliveira, suposto mentor intelectual e mandante do crime, conforme declarado no boletim de ocorrência e depoimentos prestados.

O órgão julgador entendeu como existente a prova da materialidade e os indícios suficientes de autoria dos crimes em análise. Há ainda nos autos perícias que conseguiram realizar a identificação por meio de laudo pericial de exame de DNA, laudo de exame de ossada e laudo de local de encontro de restos humanos.

(Recurso em Sentido Estrito nº 2015.020920-2)
TJRN

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Diversos

Mais de 60% dos países que toleram uso de drogas registram aumento do número de presos, diz estudo

79hlian6je_25eb7ciky8_filePermitir o uso de drogas é uma forma eficaz de combater o encarceramento em massa e a superlotação das cadeias? Um estudo sobre 36 países que adotaram leis mais tolerantes com usuários de drogas revela que, em 22 deles (ou 61% do total), o número de pessoas presas aumentou após a adoção dessas políticas.

O levantamento “Política de Drogas e Encarceramento” foi realizado pelo ITTC (Instituto Trabalho, Terra e Cidadania), uma organização de direitos humanos que presta assistência a populações com problemas na Justiça. O estudo será lançado nesta quinta-feira (7), em São Paulo, em forma de infográfico.

Foram avaliados 36 países que despenalizaram, descriminalizaram ou legalizaram o uso de drogas, sobretudo a maconha.

Despenalizar é quando o consumo continua sendo crime, mas o usuário não pode sofrer uma pena restritiva — é o caso do Brasil. Descriminalizar é quando o consumo deixa de ser crime — exatamente o julgamento que está no STF, paralisado desde setembro. E legalizar é o que aconteceu no Uruguai e em alguns Estados norte-americanos, em que o consumo é permitido, mas segue determinadas regras.

Dos 36 países avaliados, 21 são europeus e 15 americanos: Argentina, Bélgica, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Holanda, Honduras, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, México, Paraguai, Peru, Portugal, Reino Unido, Venezuela, Alemanha, Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, República Tcheca, Romênia, Ucrânia, Costa Rica, Croácia, EUA, Jamaica e Uruguai.

Dos 15 países americanos, 11 tiveram aumento do encarceramento após adotarem política tolerante com o usuário: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Honduras, México, Paraguai, Peru e Venezuela.

Já dos 21 europeus, 11 viram aumentar o número de presos: Bélgica, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Portugal e Reino Unido.

Costa Rica, Croácia, EUA, Jamaica e Uruguai não tiveram o encarceramento analisado porque as mudanças em suas legislações são recentes.

De acordo com uma das coordenadoras do levantamento, a internacionalista Lucia Sestokas, tolerar o consumo de drogas não foi o que provocou o aumento do número de presos.

O que acontece, diz ela, é que essa política lida somente com um personagem da temática, o usuário, sendo “insuficiente” para evitar que mais pessoas sejam presas.

— As pessoas que estão sendo presas entram para o tráfico como um trabalho, entram para sanar um problema econômico pontual ou crônico, de geração e complementação de renda.

Dessa forma, diz Lucia, as políticas de drogas precisam ser ampliadas e estarem atreladas “a políticas sociais, econômicas e de geração de renda”.

Em Portugal, por exemplo, a descriminalização do uso ocorreu em 2001, mas o aumento do encarceramento só aconteceu em 2008 e 2009, em razão da crise econômica.

A Lei de Drogas do Brasil vai completar dez anos em 2016. De lá para cá, a lei foi responsável por um aumento na população carcerária brasileira, que saltou de 400 mil para mais de 600 mil no final de 2014, segundo dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), do Ministério da Justiça.

A lei está prestes a ser alterada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que está analisando o Recurso Extraordinário 635.659, que pode levar à descriminalização do usuário.

Em setembro passado, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso votaram pela descriminalização do porte de maconha. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Teori Zavascki.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

(mais…)

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Diversos

Professor da UFRN lança o livro “Sistemas de governo: organizando a relação entre Executivo e Legislativo”

No próximo dia 18 de Abril acontecerá no Auditório II do anexo do DPP, no CCHLA (Azulão), Campus Central da UFRN, a partir das 18:30 horas, a palestra e lançamento do livro “Sistemas de governo: organizando a relação entre Executivo e Legislativo” do Doutor, ex-consultor em Brasília e atual professor do Departamento de Políticas Públicas da UFRN, Alan Lacerda. A Appris pelo qual a obra foi editada é referência nacional em publicação em estudos especializados em Ciência Política.

Sistemas de governo: organizando a relação entre executivo e legislativo

Sistemas de governo organizam as relações entre Executivo e Legislativo. Eles são arranjos institucionais importantes para delinear a fisionomia e o comportamento dos partidos políticos. Além disso, estipulam os critérios gerais que regem a formação e o encerramento dos governos. Contudo, sua importância é inversamente proporcional ao conhecimento que ainda há sobre eles no Brasil. Quando os políticos falam em instituir o parlamentarismo no país, é dele mesmo que estão falando? O que é o semipresidencialismo? Qual a diferença entre impeachment e voto de desconfiança? O Brasil, um país onde vigora o presidencialismo, já foi parlamentarista? Essas e outras perguntas são respondidas em linguagem clara neste livro, a partir da análise do que há de mais avançado na literatura internacional a respeito.

Opinião dos leitores

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Polícia

Lula prestou depoimento à força-tarefa da Lava-Jato em Brasília durante 2 horas nesta quinta

2016-900575100-201604042058222799.jpg_20160404Lula em ato contra o impeachment. Ele viajou a Brasília nesta quinta para depor na Operação Lava-Jato – Marcos Alves / Agência O Globo 04-04-2016

O ex-presidente Lula prestou depoimento durante duas horas na Procuradoria Geral da República, em Brasília, na tarde desta quinta-feira, no âmbito das investigações da Operação Lava-Jato. Procuradores afirmaram que convocaram o ex-presidente para esclarecer detalhes e porque, em diversas ocasiões, ele declarou que não era ouvido pelas investigações.

Na quarta-feira, Lula teria tentado adiar a data do depoimento, mas o pedido não foi aceito pela PGR. Ainda não se sabe o teor das perguntas feitas pelos investigadores. As informações são da GloboNews.

As investigações sobre o ex-presidente foram transferidas de Curitiba para Brasília devido a uma decisão do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Teori Zavascki. Como as investigações envolviam pessoas com foro privilegiado, o ministro julgou que elas não eram de competência do juiz federal Sérgio Moro. A decisão foi mantida pelo plenário do STF.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Luiz Inácio em depoimento: "Olha poxa!!!Eu não sei,eu não vi,eu não conheço, se fez utilizando meu nome é um aloprado… blá, blá, blá, blá….

  2. E a lista da Odebreachet quando sai na capa da VEJA?
    Aécio vai ser convidado a prestar esclarecimentos?
    E a mulher e filha de Cunha?
    Quando a lista de Furnas vai começar a ser investigada?
    Como posso acreditar que uma investigação que só vê o que é errado de um lado e finge que não vê nos outros, é verdadeira e honesta?

    1. Acorda esse cenário não pertence ao PSDB e nem ao PMDB infelizmente pertence a um partido que traiu todos os brasileiros .. quem? quem?quwm? Petralhas é claro,

    2. Esses ptRALHAS são inconsequentes ficam olhando os outros para justificar suas pAtIFARIAS, fora pt.

    3. Não adianta, todo PTalha Mortardela da Silva é ALIENADO. Não gaste saliva agora.

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Judiciário

Procurador-geral da República Rodrigo Janot defende anular nomeação de Lula para Casa Civil

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Parecer assinado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz que houve desvio de finalidade na decisão da presidente Dilma Rousseff de nomear seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para chefiar a Casa Civil. Para Janot, ao dar o cargo para Lula, Dilma quis retirar as investigações contra ele das mãos do juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Lava-Jato na primeira instância, e transferi-las para o Supremo Tribunal Federal (STF), o foro indicado para processar ministros de Estado. O procurador afirmou que a atuação da presidente foi “fortemente inusual” e serviu para “tumultuar” as investigações.

No documento, Janot afirma que o governo operou em várias frentes para tentar prejudicar as investigações contra Lula. “A nomeação e a posse do ex-presidente foram mais uma dessas iniciativas, praticadas com a intenção, sem prejuízo de outras potencialmente legítimas, de afetar a competência do juízo de primeiro grau e tumultuar o andamento das investigações criminais no caso Lava Jato”, escreveu o procurador.

Ainda segundo Janot, “o momento da nomeação, a inesperada antecipação da posse e a circunstância muito incomum de remessa de um termo de posse não havida à sua residência reforçam a percepção de desvio de finalidade”. O procurador ressaltou que o decreto de nomeação tem “aparência de legalidade”. No entanto, ele ponderou que “ato maculado por desvio de poder quase sempre ostenta aparência de legalidade, pois o desvio opera por dissimulação das reais intenções do agente que o pratica”.

O parecer de Janot foi enviado ao STF, para instruir ações do PSDB e do PPS que questionam a validade da nomeação de Lula. O ex-presidente tomou posse na Casa Civil no dia 17 de março. Depois disso, uma avalanche de ações questionando a legalidade do ato chegou ao STF e a varas de Justiça de todo o país. No dia 28 de março, o procurador enviou ao STF um parecer defendendo a legalidade da posse. No documento desta quinta-feira, Janot disse que mudou de ideia porque analisou melhor as provas do caso.

Para elaborar o parecer, o procurador levou em consideração as interceptações telefônicas de Lula divulgadas por Moro. Em especial, o diálogo em que Lula pede ao ministro Jaques Wagner, hoje chefe de gabinete de Dilma, que conversasse com a ministra Rosa Weber do STF, sobre um processo de seu interesse.

“Embora sejam corriqueiras audiências solicitadas por advogados com juízes para discutir processos judiciais e não haja ilicitude na realização dessas reuniões, a movimentação de aparato estatal, sobretudo autoridade do mais alto escalão, para defesa de interesses privados, põe em evidencia tentativa de intervenção do senhor Luiz Inácio Lula da Silva no funcionamento regular das instituições, valendo-se de importante aparato estatal, em temas afetos às investigações do caso Lava Jato”, observou Janot.

O procurador também considerou o depoimento do senador Delcídio Amaral na Lava-Jato. Segundo o parlamentar, o governo federal tentou interferir para prejudicar as investigações da Lava-Jato. “Seria incongruente e desconectado da realidade que nestes processos a Procuradoria-Geral da República fingisse desconhecer essas provas e, em avaliação meramente formal, opinasse pela denegação da ordem, pois isso equivaleria a afirmar a validade da nomeação”, argumentou.

Janot também cita o diálogo em que a presidente Dilma diz a Lula que um mensageiro entregaria a ele o termo de posse, para ser usado “em caso de necessidade”. Para o procurador, Lula poderia até “emprestar reforço político em tratativas necessárias ao funcionamento da Presidência da República, dada sua experiência como ex-Presidente da República e sua qualidade de habilidoso negociador”. No entanto, nada justifica “as circunstâncias anormais da antecipação da posse”.

Para exemplificar “a sofreguidão do governo” para dar posse a Lula, Janot lembrou que foi necessário dar a Jaques Wagner, que era o ministro-chefe da Casa Civil, um status de ministro por meio de medida provisória, já que até então a chefia do gabinete da Presidência da República não tinha essa característica.

O ministro Gilmar Mendes, relator da ação sobre a validade da posse de Lula, pediu para o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, pautar o assunto para o julgamento em plenário. O colegiado poderá anular ou não a liminar do ministro, que suspendeu a posse por tempo indeterminado no mês passado. Ainda não há data prevista para o julgamento.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Não da para entender porque ainda não deram uma cadeia em Aluizio Mercadante, está bem caladinho fora da mídia. Cometeu o mesmo crime do Delcidio do Amaral e não foi pra gaiola. Estranho!

  2. BG.
    Esse ptRALHAS antes arautos da DIGNIDADE, MORALIDADE (300-picaretas no congresso como dizia o sapo barbudo),etc e tal. Foi pilhado na maior CORRUPÇÃO implantada no Brasil, agora seus seguidores, cegos surdos e mudos fazem iguais aos seus chefes MELIANTES ficam a acusar os outros como se "elles" prestassem, fora pt e nunca mais essa MAFIA vai governar coisa nenhuma.

  3. Pense num fato super grave obstruir a Justiça. O exemplo foi muito ruim tem que ter um remédio a altura. Revejam o caso do Senador Delcidio do Amaral lembram do que o levou a prisão. Governantes tem dar bons exemplos afinal de contas governam para mais de 200 milhões de habitantes se não tem condições morais para ser Presidente não se habilite.

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Polícia

Rocam apreende adolescente com drogas e escopeta calibre 12 em Parnamirim

RocanPoliciais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) apreenderam na tarde desta quinta-feira (7), na Rua da Paz, no Bairro Monte Castelo, na cidade de Parnamirim, um adolescente de posse de uma espingarda tipo escopeta calibre 12 de repetição com nove cartuchos intactos, uma balança de precisão, 12 trouxinhas de maconha, duas pedras de crack, quatro celulares e três facas.

A apreensão foi realizada quando os policiais realizavam um patrulhamento e desconfiaram da atitude do adolescente, que ao perceber a aproximação da viatura tentou se esconder, mas foi contido. Após uma revista pessoal, o material ilícito foi encontrado e apreendido.

O adolescente infrator foi encaminhado à 2a Delegacia de Polícia Civil de Parnamirim para o registro do Boletim de Ocorrência Circunstanciado e demais providências cabíveis.

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Judiciário

‘Quem avalia são os políticos, não os juízes’, diz ex-ministro do STF, que presidiu impeachment de Collor

sydney-sanchesEx-ministro do STF. Sydney Sanches afirma que impeachment é instrumento legal – Helcio Nagamine/Divulgação/Fiesp

Com 82 anos, à frente do Conselho Jurídico da Fiesp, o ministro do STF que presidiu o impeachment de Collor no Senado acredita que o Supremo não deve interferir no mérito do processo

Existe algum paralelo entre o processo de impeachment de Fernando Collor e o de Dilma Rousseff?

São completamente diferentes. Hoje, a pressão da opinião pública não é tão unânime. Na época de Collor, já havia, desde o princípio, uma boa vontade da Câmara e do Senado, ambos favoráveis ao impeachment. Agora, vivemos um momento imprevisível: a cada dia há uma novidade. Está difícil prever qualquer coisa. Conseguir dois terços dos votos não será uma tarefa fácil.

Qual foi o papel do STF na época do impeachment de Collor?

O Supremo elaborou, através de sessão administrativa em plenário, o roteiro que foi seguido posteriormente no Legislativo. Ao longo do processo, se limitou a analisar questões processuais, ligadas a prazos de defesa, à questão de o voto dos parlamentares ser ou não aberto… Não houve manifestação em relação ao mérito do processo.

Atualmente, a defesa da presidente Dilma já fala em judicialização do processo, em apelar ao Supremo…

A legislação é clara ao estabelecer que o impeachment é um processo político. E há uma razão de ser para isso: o presidente foi eleito pelo povo. Logo, quem é que pode autorizar o seu impedimento? São representantes que foram eleitos pelo povo. A Câmara autoriza e o Senado julga. Se o Supremo interferir no mérito, considero que haverá uma certa invasão nas atribuições do Legislativo.

A defesa também fala numa ‘vingança’ do presidente da Câmara, Eduardo Cunha…

É algo que pode até pesar, mas, por enquanto, é uma ilação, que precisaria ser provada com algo concreto.

Na sua opinião, no caso de Dilma, houve crime de responsabilidade?

Analisei a denúncia contra a presidente e achei muito bem fundamentada, ao menos no que diz respeito ao que considero que seria falta de decoro no exercício do mandato: o uso de uma manobra maliciosa para ocultar um problema financeiro, feita em período eleitoral e, ao que tudo indica, também no seu primeiro ano de mandato. É algo grave, ainda mais quando estamos falando de um presidente da República.

Isso quer dizer então que a presidente está com os dias contados?

Veja bem, como já disse, o impeachment é um processo político. Quem avalia são os políticos, não os juízes. E a motivação de cada um deles pode ser diferente. Mesmo na época de Collor, a imensa maioria das manifestações de voto era de conteúdo político, nada com fundamento jurídico. No fim das contas, independentemente de toda a discussão jurídica, deputados e senadores só dirão um sim ou um não.

O impeachment pode ser considerado um golpe?

Temo uma banalização do impeachment. Que, assim que termine uma eleição, já entrem com pedido. E isso não é bom para o país. A economia para e afeta o bem-estar do povo. Mas, se houver seriedade no processo, se for seguida a Constituição e a Lei do Impeachment, não há golpe. É um instrumento legal.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Presudente do Conselho Jurídico da Fiesp. Foi bastante cauteloso e não respondeu ccom queriam.

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Polícia

Suspeitos por roubo e homicídio são presos em Alexandria

Dois homens foram detidos em Alexandria, na manhã desta quinta-feira (07), em cumprimentos a mandados de busca, apreensão e prisão. Os mandados foram cumpridos em uma ação conjunta da Polícia Civil de Alexandria e Marcelino Vieira e por policiais militares e integrantes do Grupo Tático Operacional (GTO).

Ecton Vito Teles de Freitas, 22 anos, suspeito de ter roubado um mototaxista, no Trevo que dá acesso a cidade de Tenente Ananias, foi detido em razão do cumprimento de prisão temporária. Francisco Batista dos Santos, 48 anos, suspeito de ter cometido um homicídio em Mossoró foi detido em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.

Durante a ação, a Polícia também cumpriu um mandado de busca e apreensão na cidade de Antônio Martins contra José Augusto Sobrinho. Na casa dele, a Polícia encontrou munição para arma de calibre 38 e um coldre. O tio de José Augusto, Odílio Alves de Oliveira, 62 anos, confessou que estava com os objetos e responderá em liberdade pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Jornalismo

OLHA AI: Confronto entre MST e polícia deixa mortos e feridos no sudoeste do PR

Dois trabalhadores sem-terra morreram e ao menos seis ficaram feridos após entrarem em confronto com a Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (7) na cidade de Quedas do Iguaçu, região oeste do Paraná.

A PM afirma que foi vítima de uma emboscada e que foi ao local para tentar ajudar a combater um incêndio. O MST nega e diz que a polícia foi ao local para tentar retirar o grupo, que ocupa, desde julho de 2014, as terras da Araupel, empresa de reflorestamento.

Em nota oficial, a polícia afirma que, assim que começou o incêndio, policiais da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel) e uma brigada de incêndio da empresa Araupel foram até o local para combater as chamas. “Mas antes de chegar até o local da queimada, os policiais foram alvo de uma emboscada”, diz a nota.

Após a troca de tiros, o grupo fugiu, segundo a polícia, que diz ter apreendido uma pistola e uma espingarda. A Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar os fatos e disse que enviou equipes para o local para resgatar as vítimas -inclusive um helicóptero para remover os feridos. “Além disso, foram destacados policiais militares e civis para a região com o objetivo de reforçar a segurança -uma vez que há uma briga judicial envolvendo o MST e a empresa Araupel”, diz a nota.

Os sem-terra afirmam que mais de 20 pessoas ficaram feridas. Também por meio de nota, eles dizem que foram surpreendidos por uma emboscada de grupo de jagunços, seguranças da empresa Araupel e também da Polícia Militar.

O MST argumenta que o local pertence ao Estado -a Justiça Federal, de fato, declarou nulo o título de propriedade da empresa, em maio do ano passado.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. A empresa dando empregos e pagando seus impostos, ai vem o MST, cambada de desocupado, e tentam tomar uma fazenda produtiva e em troca o que ganha o governo? E a população do município, homem manda acabar com essa corjadev vagabundo. É pau a solução.

  2. Isso mais cedo ou mais tarde iria acontecer, a propriedade já havia sido invadida inúmeras vezes, nesta quinta à polícia foi debelar um incêndio no imóvel qdo foi atacada,, revidando a injusta agressão,dentro restrito cumprimento do dever legal…

  3. Quem procura acha. Se tivessem trabalhando não acontecia essas coisas. Parabéns a polícia militar.

  4. DUVIDO que alguém diga que comeu uma goiaba sequer plantada por essa corja. Parabéns aos PMs e sempre que ficarem entre vocês e eles, desçam o sarrafo neles.

  5. O MST está debaixo da lei tbm !!! Não podem sair por aí com armas brancas e até de fogo invadindo propriedades. Cadeia neles !

    1. Só ñ concordo com o " escondidos"…. de resto concordo com tudo. E ñ concordo pelo simples motivo de ver seus líderes dando entrevista, seus associados andando armados e ameaçando a todo mundo; isso na cara "limpa". Agora, ñ resta dúvidas que os acentamentos são os maiores centros de refúgios para bandidos. Sei que nada disso que digo é novidade para as autoridades competentes… Pau nessa cambada e em quem os defender.

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Judiciário

Estado inicia realização de audiências criminais por videoconferência

VIDEOCONFERENCIA 1FOTO: SEJUC/RN

Pela primeira vez no Rio Grande do Norte foram realizadas audiências criminais sem o deslocamento dos internos do Sistema Prisional para a comarca específica, evitando o emprego do transporte especializado do Grupe de Escolta Penal (GEP) ou outro tipo de transporte das unidades prisionais.

A primeira audiência através de videoconferência foi realizada nesta quarta-feira (06) na Penitenciária de Alcaçuz, a maior do Estado, e tomou o depoimento de 25 internos. O titular da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc), Cristiano Feitosa informa que “A Sejuc está agindo com seus parceiros para viabilizar essa tecnologia. As primeiras audiências criminais por videoconferência foram um sucesso. Faremos em outras unidades até que seja comum esse procedimento. A medida inédita no Estado representa mais economia para a Sejuc e para o Estado do RN, e mais segurança para o Judiciário e para a sociedade como um todo”.

A economia de tempo e de dinheiro se dá pela redução do número de agentes mobilizados para manter a segurança nos fóruns, combustível e manutenção dos veículos usados no transporte dos internos. A nova tecnologia pode representar, ainda, mais agilidade nos processos, já que muitas vezes as audiências presenciais não se realizam por motivo de segurança.

As videoconferências no sistema prisional também serão realizadas em outras unidades como o Complexo Penitenciário João Chaves, a Cadeia Pública de Natal, ambos na Zona Norte da capital e na Penitenciária Estadual de Parnamirim.

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Polêmica

Governo libera emendas em troca de voto contra impeachment, diz senador, que entrou com mandado no STF

O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), ingressou com um mandado de segurança preventivo no STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quinta-feira (7) para pedir à Corte que barre o pagamento de emendas parlamentares de forma seletiva. O senador acusa o governo de liberar emendas seguindo critérios políticos para alguns deputados como forma de barganha em busca de votos para barrar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“Nos últimos dias, a presidente Dilma Rousseff contingenciou R$ 21 bilhões de todas as emendas de bancadas estaduais e de comissões e também R$ 4,2 bilhões da educação, R$ 2,3 bilhões da saúde e quase todos os outros ministérios. Ao mesmo tempo, ela liberou para empenho e pagamento R$ 6 bilhões para emendas individuais de deputados e senadores, uma semana antes da votação do impeachment”, afirmou

“Isso é gravíssimo, uma deformidade completa. Ela botou na mesa para negociar [com os parlamentares]. A sinalização é clara: o governo virou um balcão de negócios”, completou.

Segundo Caiado, a intenção de seu mandado não é impedir o repasse das emendas parlamentares mas garantir que elas sejam distribuídas de forma igualitária entre todos os parlamentares como determinam as regras do orçamento impositivo, em vigor desde o ano passado. Segundo a lei, as emendas individuais devem ser pagas de foram equânime a todos os deputados e senadores tanto da base aliada quanto da oposição.

O senador questionou ainda uma portaria do Ministério da Fazenda antecipando o pagamento de R$ 1,8 bilhão para oito ministérios, incluindo projetos oriundos de emendas parlamentares, e o decreto que contingenciou as emendas de bancada mas manteve R$ 6,6 bilhões em emendas individuais por terem sido assinadas um dia após o rompimento do PMDB com o governo.

Após a saída do, até então, maior aliado da base de apoio, o Palácio do Planalto iniciou uma operação para reorganizar a sua base de apoio no Congresso.

‘DESESPERO DA OPOSIÇÃO’

O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), rebateu as acusações e disse que elas fazem parte de um “desespero da oposição”. “Então, a oposição, nesse desespero, vai tentar qualificar o trabalho que está sendo feito de aglutinação como compra de votos ou como troca de favores, o que não está acontecendo até porque a reforma ministerial ou reocupação de cargos só vai acontecer depois da votação do impeachment”, disse.

Para o líder do governo na Câmara, Afonso Florence (PT-BA), afirmou que vazamentos de natureza política não incidirão no resultado do processo de impeachment.

Já o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA), disse que está se criando, cada vez mais, um ambiente desfavorável a Dilma. “É óbvio que essa informação não faz parte do atual pedido de impeachment mas, pelo conjunto da obra, vai influenciar no resultado da votação”, disse.

Em entrevista coletiva nesta quinta, o presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), acusou o governo de ter escalado o empresário Walfrido dos Mares Guia de articular o que chamou de compra de votos. Guia é ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Ele esteve reunido com o governo ontem (6), pra fazer essa operação “por fora”, pois, dentro do Congresso não deu certo, nós denunciamos. Isso é uma afirmação grave e estaremos atentos aos parlamentares que mudarem de opinião. Senão houver muita explicação, foi comprado”, disse.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Homi ela pode dar até o céu acompanhado do inferno como brinde,mas que ela vai sair vai!!!! Não tenha dúvida é uma questão de tempo,seja pela Câmara/Senado…seja pelo TSE…

    1. Ronaldo faz parte da bancada rural, defensor do agro negócio A única atividade produtiva que ainda apresenta resultados positivos pro País. Vc sabia disso???

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Diversos

Macau: MP e Polícia alertam para retenção de cartão de benefício de idosos

Segundo investigação, essa é uma conduta ilegal de comerciantes

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 1ª Promotoria de Justiça de Macau, com a Delegacia de Polícia Civil daquela cidade deflagraram quarta-feira (6) trabalho para coibir a prática de retenção de cartões de benefícios sociais de idosos por parte dos comerciantes locais.

Na ocasião, foi cumprido mandado judicial de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais e residência do empreendedor que supostamente realizaria esse crime contra os idosos da cidade.

Por meio de denúncias anônimas foi que o MPRN tomou conhecimento sobre o fato de que comerciantes locais mantinham idosos comprometidos com dívidas em seus estabelecimentos. A prática consiste em vender “fiado”, geralmente alimentos, para os idosos e ficar com o cartão de aposentadoria na loja, como forma de garantia de quitação da dívida.

A 1ª Promotoria de Justiça alerta que a população pode procurar o Ministério Público para fazer denúncias de casos semelhantes para que o fato seja investigado e a prática coibida.

MPRN

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Diversos

FOTOS: “Antes eu dormia em hotel 5 estrelas”, diz ex-Raça Negra que vive nas ruas

edson-cafe-terceiro-da-direita-para-esquerda-ao-lado-do-vocalista-luiz-carlos-centro-durante-a-epoca-aurea-do-raca-negra-1460050122844_615x300Edson Café (terceiro da direita para esquerda), ao lado do vocalista Luiz Carlos (centro), durante a época áurea do Raça Negra

Enquanto o Raça Negra continua na estrada, um ex-integrante do grupo vaga pelas ruas de São Paulo há 10 anos. O músico Edson Café, compositor de “Oi Estou te Amando”, é morador de rua desde quando deixou o grupo em 2005.

“Antigamente, há um tempo atrás, eu dormia em hotéis cinco estrelas. Hoje em dia, eu durmo na praça olhando para as estrelas. Tem dia que eu almoço e num janto. Tem dia que eu janto e não almoço”, afirmou Café ao programa “Câmera Record”, da TV Record, que irá ao ar nesta quinta-feira (7).

Café fez parte da formação na época de maior sucesso do grupo, quando, nos anos 1990, as canções “Cigana” e “Cheia de Manias” estavam entre as mais pedidas das rádios.

edson-cafe-participou-do-raca-negra-na-epoca-de-maior-sucesso-do-grupo-1460047937300_615x300O programa acompanhou os passos do músico na rua durante 60 dias e promete um reencontro entre Café e dois integrantes do Raça Negra.

O músico foi excluído do grupo por problemas com drogas. “Eu não abandonei minha família. Eu me autoabandonei”, confessa.

UOL

Opinião dos leitores

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Judiciário

Teori Zavascki homologa delação de executivos da Andrade Gutierrez

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki homologou a delação premiada do ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo e do ex-executivo da construtora Flávio Barra.

Questionado pela manhã sobre a validação dos depoimentos, o magistrado, que é relator dos casos relacionados à Operação Lava Jato na Corte, indiciou que manterá o conteúdo em sigilo, ao menos no primeiro momento.

“Em matéria de delação premiada, a lei estabelece que tudo tem que ser mantido em sigilo. Enquanto as partes não abrirem mão do sigilo, eu vou manter a lei”, disse o ministro, sem confirmar a homologação.

A reportagem apurou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) tende a não pedir a retirada do segredo de Justiça, uma vez que as informações prestadas por Azevedo e Barra devem embasar novas frentes de investigação da Lava Jato.

Conforme a Folha de S.Paulo revelou na edição desta quinta (7), os executivos contaram aos investigadores que a empresa fez doações legais às campanhas da presidente Dilma Rousseff e de seus aliados, utilizando recursos oriundos de obras superfaturadas da Petrobras.

Eles relataram ainda que as construtoras responsáveis pela obra da Usina Hidrelétrica de Belo Monte acertaram pagamentos de R$ 150 milhões em propina, o equivalente 1% do valor que elas iriam receber pelas contratos.

Folha Press

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Polêmica

Campeã do BBB 16 diz que ‘Quis dar na cara’ da potiguar Cacau ‘várias vezes’

Munik-vestido-dado-por-fasMunik usou o vestido que ganhou de fãs um dia após vencer o ‘BBB 16’ – Reprodução/Fabiano Battaglin/Gshow

Campeã mais jovem de todas as edições do “Big Brother Brasil”, Munik Nunes, de 19 anos, conta que demorou bem pouco para entender o jogo e começar a se posicionar na atração. Para a goiana, de origem humilde — ele é filha do moto-taxista Werinston Leriani Di Pina com a meredeira Doracy Nunes —, a casa do reality show paracia um sonho. Mas só no início do programa.

— Quando entrei no programa eu só pensei em como aquela casa era incrível e muito diferente de tudo o que eu já tinha visto. Sei que convivi com outros participantes que tinham condições melhores que a minha, mas isso nunca me confundiu. Entrei para ganhar o prêmio e ajudar meus pais. Prometi para eles que eles não iam mais precisar trabalhar.

No começo, Pequi, como ficou conhecida no “BBB 16”, achou que bastaria “ser sincera e boazinha” para ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão.

— Foi na primeira semana, quando percebi que seria indicada ao paredão, que a ficha caiu. Resolvi entrar naquele jogo. Não ia deixar ninguém me mandar para casa antes da hora. Era uma promessa para meus pais.

DORMINDO COM OS ‘INIMIGOS’

Pequi explica que ter dormido inicialmente no quarto amarelo, onde estavam Adélia, Juliana, Renan, Cacau e Matheus ajudou em sua estratégia. Apesar de ter se identificando mais com Ana Paula, Ronan, e Geralda, ela sabia que ficaria atenta às fofocas e aos planos dos concorrentes.

— Entrei por acaso no outro quarto, mas usei isso a meu favor quando percebi que existia uma disputa entre dois grupos. No quarto amarelo, eu podia ouvir os planos deles e conseguia me defender e defender meus amigos.

MATURIDADE EM ALTA

Munik acredita que conquistou a todos com seu estilo divertido. Mas a goiana também demostrou ter uma maturidade que muitas vezes não combina com a sua idade.

— Sempre ouvi muito os meus pais e andei com pessoas mais velhas. Tenho consciência de que sou madura para minha idade. Não sou tão mole quanto a Cacau, por exemplo — detona.

SEM MEDO DE BRIGAR

A potiguar, que ficou em segundo lugar no programa, foi, segundo Munik, alvo de sua ira.

— Quis dar na cara da Cacau algumas vezes. Ela sabe disso. Mas me irritava um pouco com certas coisas, apesar de gostar dela. Acredito que, se eu fizesse parte do outro grupo, teria brigado com a Ana Paula sim. Mas eu disse para as pessoas o que penso, inclusive para a Ana.

A nova milionária pretende ajudar aos pais, comprar um aparelho de celular moderno para postar nas redes sociais o seu novo estilo de vida. Também deseja trabalhar no meio artístico.

— Esse prêmio é da minha família. Meus pais farão com o dinheiro o que eles acharem melhor. A Cacau disse que queria sentar no sofá do Jô Soares, ser entrevistada pelo Serginho Groisman, Fátima Bernardes… Eu também quero. Adoraria trabalhar nesse meio. Quero tudo, estou aí para o que der e vier. Gostei de saber que meus seguidores cresceram como nunca sonhei antes e quero fazer vídeos e fotos para eles não me abandonarem.

O Globo

http://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/campea-do-bbb-16-munik-diz-quis-dar-na-cara-da-cacau-varias-vezes-19031984

Opinião dos leitores

  1. Menina aproveite o momento ele é efêmero,veja quantos que passaram pelo BBB continuam no meio artístico….

  2. Tire o PT dessa! Aí é geração PSDB mesmo… So quer aparecer sem ter nenhum projeto na vida… Nem pra vida…

    1. Qual é mesmo o Projeto de Vida do PT, faz um balanço de tudo que está acontecendo e me conta.

    2. Mais como tem OTÁRIO a defender MARGINAIS quem disso usa disso é.

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Polêmica

VÍDEO: Caiado(DEM) e Donizeti(PT) trocam acusações sobre assassinato; Fátima Bezerra “diz que Caiado lave a boca para falar do PT”

Senadores se exaltaram em uma audiência pública encerrada há pouco na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Um bate-boca foi iniciado durante a intervenção do líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado, na sessão de debate com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, sobre ações da pasta e os casos de desapropriação de terra pelo Brasil. Identificado como membro da bancada ruralista no Congresso, grupo que reúne grandes agricultores e latifundiários, Caiado fez uma longa explanação com críticas à atuação do ministério e à política de reforma agrária na gestão Dilma Rousseff.

Caiado reclamou do que chamou de assentamentos improdutivos (ou “‘favelamento’ rural”, segundo o senador) feitos pelo governo (“Quantos assentamentos já foram ‘desmamados’, já são autossuficientes?”) e passou a criticar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o tratamento dado ao setor produtivo rural. “Por que o Incra não tem preocupação com os seus assentados? Faça o que eu mando e não faça o que eu faço? É isso? Aos assentados a condição sub-humana; às propriedades rurais, os proprietários têm que responder por normas trabalhistas que não existem em nenhum outro lugar no mundo – são mais de 280 itens”, protestou Caiado.

Mas o que gerou a discussão foi a menção às recentes manifestações contra o impeachment de Dilma, em atos solenes no Palácio do Planalto, quando líderes de grupos e entidades como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Donizeti Nogueira (PT-TO) convocaram suas hostes para ir às ruas contra o que consideram golpe de Estado. Caiado fez então referência ao discurso feito em 1º de abril, no Planalto, pelo secretário de Finanças da Contag, Aristides Santos, quando Dilma assinou 21 decretos de desapropriação de terras para reforma agrária.

Na ocasião, o dirigente exortou membros da Contag e entidades similares para lutar contra o impeachment. “Vamos ocupar as propriedades, as casas deles no campo. É a Contag e os movimentos sociais que vão fazer isso. Vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles”, discursou Aristides Santos. Caiado lembrou o episódio. “A presidente, ao receber o discurso da Contag, passou a ele [Aristides] um Diário Oficial com 29 desapropriações. Na mesma hora”, declarou.

Depois desse instante, brevemente interrompido pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), Caiado continuou nas firmes críticas ao ministro e à política de reforma agrária do governo. Foi então que o senador Donizeti Nogueira (PT-PI), que até então apenas ouvia a intervenção de Caiado, resolveu contestar o colega de Senado, provocando uma gritaria e troca de ofensas entre ambos. Donizeti menciona “o líder da UDR [União Democrática Ruralista, fundada em 1985]” e dá início a um bate-boca sobre assassinatos. “Nesse assunto vossa excelência é professor catedrático. Conhecedor profundo de assassinato”, rebateu Caiado. “E o senhor é profissional em assassinato e em arrecadar dinheiro para mandar matar o trabalhador rural. O senhor, como representante da UDR, arrecadava dinheiro para mandar matar trabalhador rural”, treplicou Donizeti.

Veja no vídeo (a partir de 6min20):

https://www.youtube.com/watch?v=x3Z1ZYqGfq0

A partir daí o que se vê é uma troca de insultos em plena audiência pública de uma comissão temática do Senado, com transmissão ao vivo para todo o sistema de comunicação da Casa.Diante da confusão incontrolável, a senadora Ana Amélia (PP-RS), que presidia a audiência pública, encerrou os trabalhos na comissão.

Não é a primeira vez que Caiado se envolve em bate-boca e torca de ofensas com um colega de Senado em uma comissão temática. Em 29 de outubro, como este site registrou, ele e o Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, ofenderam-se mutuamente durante audiência pública da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas. Na ocasião, o senador goiano chegou a chamar Eduardo Braga, senador licenciado do PMDB, para a briga. Aquela sessão também foi encerrada devido à confusão.

Congresso em Foco, UOL

Opinião dos leitores

  1. Falou bonito!! Esse jumento batizado, não tem condições moral nem intelectual pra debater com Ronaldo Caiado. Deve ir Debater com o Lula que tem a boca suja, e vocabulário chulo.

  2. Kd a senadora pra dizer assim: "Me sinto muito confortável em falar do PT". Parece um vinil arranhado….rs

  3. O Donizetti no Tocantins nunca conseguiu se eleger nem como síndico de prédio e está ai falando baboseira

  4. Caiado aquele coronelzinho de Goiás?
    Mais um bandido se passando por mocinho e os midiotaa indo na onda!

    1. Esse "LULLA"TONTO, coitado vai juntar dinheiro para ir visitar o sapo na PAPUDA,

  5. Esse Ronaldo Caiado tem moral para falar do PT….falsos moralistas… hipócritas…. esse senador tem alguma moral??? o partido dele tem???? bando de hipócritas…isso é que o povo não suporta esse falso moralismo…

    1. Respeite o homem de bem Ronaldo Caiado, você que ataca diga apenas uma coisa negativa desse Parlamenta. Quanto ao PT, sem comentários, aí é caso com a Polícia.

  6. Só gostaria de saber poque essa turma do PT gosta de ameaça as pessoas ????? acho que por se confia no resto da Quadrilha que também não gosta da verdade revelada !!

    1. Essa turma subiu se escondendo nas instabilidades dos Sindicatos, nunca trabalharam e só aporrinharam a vida dos Governantes. ahhhhhhhhh vou vomitar…

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