Judiciário

Hotel indenizará casal que foi interrompido por funcionário na noite de núpcias no DF

2011-379715724-2011031576001_20110315Um hotel foi condenado a pagar R$ 20 mil a um casal após uma série de problemas na noite de núpcias. Em 20 de abril de 2013, os recém-casados chegaram ao local, mas não puderam ficar na suíte nupcial, que havia sido reservada e paga pelo pai do noivo. Segundo o estabelecimento, a reserva tinha sido cancelada por falta de pagamento e os dois foram acomodados em um quarto comum. De acordo com o processo, quando “consumavam o matrimônio”, os dois foram surpreendidos pela entrada abrupta de um funcionário do hotel, o que causou constrangimento.

Na defesa na Justiça, o hotel alegou que os clientes não tinham enviado o comprovante de pagamento da reserva com antecedência e que teriam se esquecido de colocar a placa de “não pertube” na porta do quarto, que não estava trancada. No processo, o casal mostrou que o pedido de reserva tinha sido feito e pago.

Segundo o juiz responsável pelo processo no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o hotel teria que “zelar pela manutenção do conforto e do sossego dos hóspedes recém-casados”. De acordo com a decisão, “a conduta dos prepostos da ré violou os direitos da personalidade dos autores, uma vez que estes se viram em situação extremamente incômoda e constrangedora, principalmente porque suas expectativas relacionadas à noite de núpcias, acontecimento de grande relevância para a vida e a história do casal, foram frustradas, devendo responder pelo dano causado”.

Extra- O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Mercado Modelo das Rocas será inaugurado no dia 5 de janeiro

O Mercado Modelo das Rocas será inaugurado no dia 5 de janeiro, às 20h, pelo prefeito Carlos Eduardo. O anúncio foi feito pelo chefe do executivo municipal nesta terça-feira (1), no Salão Nobre da Prefeitura em um evento que reuniu vários secretários e os permissionários dos boxes do Mercado. A festa vai marcar a conclusão de um projeto que pretende revitalizar a economia de um dos bairros mais importantes da história de Natal.

“Sonhei muito com esse momento. Sonhei muitos anos. Tenho uma empatia com o bairro das Rocas e sei que o bairro também gosta muito de mim. Podem ter certeza que o nosso novo Mercado não deve nada a nenhum no País. Nós merecemos isso”, comemorou o prefeito.

O novo prédio conta com 84 boxes (um destinado a administração do local), cinco restaurantes, um elevador, duas escadas, quatro entradas, quatro banheiros, dois vestiários e um fraldário, adaptados para portadores de deficiência física, espaço para caixas eletrônicos e dois balcões de informações. O investimento da Prefeitura do Natal foi de R$ 5 milhões com recursos do Governo Federal.

O Mercado Modelo das Rocas terá atividades comerciais das mais variadas e o carro chefe será a gastronomia. “O turismo no mundo inteiro vive hoje em torno da gastronomia. Teremos lá um novo pólo gastronômico da cidade”, avisou o prefeito.

Os permissionários contam com o apoio direto do Sebrae/RN e da Covisa para a organização de seus espaços físicos e também para a construção de seus modelos de negócios, bem como criação dos fluxos de trabalho. “Quero agradecer demais ao Sebrae, a Zeca Melo que atendeu de pronto ao meu pedido para entrar no Mercado. Quero que o Sebrae continue lá dentro do Mercado. Peço que o Sebrae faça isso pela cidade”, comentou Carlos Eduardo, que também prestou homenagem ao consultor gastronômico Walde Faraj. “Quero aqui fazer um agradecimento de público a Walde, que está fazendo todo o trabalho de forma gratuita, porque gosta do que faz. A cidade de Natal lhe homenageia Walde”, discursou.

O prefeito Carlos Eduardo sugeriu aos permissionários que, no menor espaço de tempo, organizem-se para que possam ter um relacionamento mais próximo da Semsur e para que a obra seja bem conservada após a entrega. “Um dos nossos maiores problemas é o vandalismo. Tudo que entregamos com pouco tempo está quebrado. Lá será a extensão da casa de vocês, precisamos manter tudo organizado”, alertou.

O permissionário Marcos Maciel, que terá um boxe para comercialização de celulares, agradeceu a iniciativa da Prefeitura. “Foi uma luta imensa e estamos todos de parabéns. Agora temos que ter a consciência de cuidar do que é nosso”, enfatizou.

De acordo com o Sebrae/RN, os permissionários estarão reunidos, na próxima segunda-feira, na sede da entidade para contatos com agentes financeiros e para elaboração dos planos de negócios, oficinas e orientações. A idéia do órgão é fazer com que o Mercado Modelo das Rocas siga o modelo de sucesso de restaurantes famosos da capital potiguar.

Para isso, o prefeito determinou que a Secretaria de Turismo realize um contato direto com os representantes do setor na cidade. “Quero fazer uma visita técnica com os empresários do turismo para que eles possam ver o potencial do local.

Quero ver todo mundo lá”, disse. De acordo com o secretário de turismo, Fred Queiroz, em breve a visita será agendada. “Já fizemos uma visita técnica com os funcionários da secretaria e queremos fazer um evento específico com agentes, guias, receptivos e bugueiros para estreitar o laço entre eles e os permissionários”, revelou. A Prefeitura também pretende produzir material gráfico específico (folders e panfletos) para serem entregues em hotéis, restaurantes e pousadas da cidade, assegurando um fluxo constante de turistas ao local.

O vereador Raniere Barbosa, que à época do início da obra estava à frente da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), agradeceu a oportunidade de ter trabalhado numa das obras que considera mais importantes para a cidade e relembrou que o Prefeito determinou que fossem remanejadas verbas de publicidade para que a obra fosse realizada. “Numa época como a de hoje dificilmente vemos políticos abdicarem de propaganda para fazer obra e isso Carlos Eduardo fez”, comentou.

O vereador Ubaldo Fernandes, que reside nas Rocas, afirma que o bairro poderá ser classificado diferente depois da abertura do Mercado Modelo. “Será umas Rocas antes e outra depois. Vai levar emprego e desenvolvimento para um lugar que ficou estagnado durante muito tempo”, festejou.

O secretário da Semsur, Antônio Fernandes também aposta no sucesso do Mercado Modelo das Rocas e colocou a secretaria à disposição dos permissionários para que os mesmos possam ter acesso aos seus boxes e darem início às ambientações e instalações de equipamentos. “Estaremos dando prioridade total a esse trabalho”, garantiu.

A Covisa também se colocou à disposição para atender a todos com a maior brevidade. O coordenador da Vigilância Sanitária, José Antônio disse que a Covisa é parceira do projeto. “Temos um arquiteto que pode ser procurado por todos para dar orientações sobre cada espaço para que todos sejam seguros e estejam em conformidade com a legislação”, antecipou. O encontro ainda contou com a presença do secretário de governo Jonny Costa, que terá uma reunião de trabalho com os permissionários na próxima segunda-feira.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

A inflação dos alimentos serve de combustível para as manifestações e tem um culpado: Brasil

CVKKTbkUEAAvADuPãozinho na chapa com pingado: R$ 9. Frango assado: R$ 48. Milk-shake: R$ 40. Preços desse quilate deixaram o reino da ficção e das lanchonetes de aeroporto faz tempo. E a obesidade mórbida dos preços virou um caso de saúde pública – de saúde financeira do público, no caso.

Isso não é um fenômeno exclusivo do Brasil. A inflação da comida é global. E mais indigesta do que parece. É o que mostra um estudo do Instituto de Sistemas Complexos da Nova Inglaterra, nos EUA. Fizeram uma pesquisa relacionando os preços dos alimentos com as revoltas populares pelo mundo. E viram que os dois fenômenos têm uma relação intrínseca: quanto mais cara a comida, maior a quantidade de revoltas.

A ONU faz um levantamento contínuo dos preços dos alimentos pelo mundo. É o Food Price Index. Esse índice mostra que o custo da alimentação deu um salto no começo do século 21. Uma cesta de alimentos que custava US$ 100 em 2003 chegou a um pico de US$ 220 em 2008. E a quantidade de protestos de rua aumentou no mesmo ritmo: o estudo contabilizou 60 em vários países, contra meia-dúzia nos anos anteriores. O motivo é tão óbvio que nem precisa de cientista para explicar. Basta o presidente do Banco Central: “A atenção com a inflação aumenta quando a pressão vem desse segmento [o dos alimentos], já que todos nós temos relação com ele”, disse Alexandre Tombini numa entrevista recente.

Em 2009, o preço global da comida baixou. E a quantidade de revoltas também. Mas tudo o que desce tem de subir, diz a física financeira. E o repique dos alimentos veio rápido. No final de 2010 aquela cesta já estava roçando os US$ 200 de novo. E o que veio foi revolta de todo lado: Tunísia, Líbia, Síria, Argélia… Mais de 200 protestos pelo mundo. E a chegada da Primavera Árabe. No Egito, aliás, os “20 centavos” do movimento foram justamente o preço do pão.

No Brasil, o gatilho alimentício das revoltas não foi exatamente o preço do pão. Mas o do menu degustação. Uma das marcas dos nossos protestos populares é que eles não foram tão populares assim. O grosso do pessoal ali era de classe média. E o que mais subiu de preço por aqui foi justamente a comida da classe média – a dos restaurantes. Entre junho de 2012 e junho de 2013, comer fora ficou 11% mais caro, segundo o IBGE. Se for lanche, 14%; o dobro da inflação geral no mesmo período, que foi de 6,7%.

Claro, óbvio, que NINGUÉM foi para a rua no Brasil para protestar contra preço do temaki e do confit de pato. Mas uma coisa é fato: os primeiros sinais de desassossego foram, sim, uma reação ao preço dos alimentos. É só lembrar do tomate. Uma entressafra combinada com uma redução nas áreas de plantio bombou o preço em mais de 1.000% – de menos de R$ 1 o quilo em 2010 para R$ 10 na primeira metade de 2013, turbinando os preços das cantinas e pizzarias, e levando o tomate às capas das revistas semanais. Depois o quilo voltou para valores terráqueos, mas o incômodo com o preço dos alimentos continuou firme – comunidades de Facebook como o Boicota SP, criadas para reclamar contras os preços altos dos restaurantes, servem de prova.

Em suma: os centavos a mais no ônibus foram o estopim dos protestos. Fato. Mas o fósforo que acendeu esse estopim foi a inflação das refeições.

Cada país tem seus motivos para explicar o preço mais alto de sua comida. Nos EUA, as subidas têm a ver com o etanol – cada vez mais do milho que eles plantam vira combustível, e isso pressiona o custo de produção do Sucrilhos. No Brasil, a inflação dos alimentos anda de mãos dadas com a inflação generalizada, cortesia da nossa política econômica: o governo injetou mais dinheiro na economia do que ela dava conta de suportar. E quando existe mais dinheiro no mercado do que produtos para comprar, os preços aumentam.

Mas não é só isso. Também existe um motivo global para a inflação da comida: a China. Nos últimos 25 anos, o consumo de carne lá saltou de 8,4 milhões de toneladas para 71 milhões. O de soja foi na mesma toada: multiplicou por dez. Para o Brasil, isso foi lindo. Viramos o maior exportador de soja e de carne bovina da história. No ano 2000, nós vendíamos 1,8 milhão de toneladas de soja para os chineses. Em 2012 foram 23 milhões de toneladas. Em carne e laticínios, o salto foi de 21 milhões de toneladas para 248 milhões. Haja boi. Haja vaca. Haja plantação.

E haja infraestrutura – coisa que o Brasil não tem. Aí que a porca torce o rabo. Boa parte dessa soja e dessa carne se arrasta pelas nossas rodovias esburacadas em lombo de caminhão rumo aos nossos poucos e parcos portos. Depois piora: na boca do porto de Santos, por exemplo, as filas de caminhões se movem a uma velocidade média de 1,6 km/h (segundo um cálculo da Folha de S.Paulo).

Agora vamos raciocinar: o enriquecimento dos chineses aumentou a demanda por comida, certo? Se a demanda sobe mais rápido que a oferta, o preço aumenta, diz a física das finanças. Mas, ei: e se a oferta aumentasse? Os preços baixariam. Não só na China, mas no mundo, já que o peso do mercado chinês afeta o planeta todo. E agora vem a pergunta mais importante: como essa oferta poderia aumentar?

Com o Brasil. Se o escoamento da nossa produção contasse com mais ferrovias e portos, o preço global dos alimentos diminuiria. Ou seja, quem foi para a rua, seja no Brasil, seja no resto do mundo, acabou involuntariamente protestando contra o mesmo mal: o nosso pesadelo logístico. Uma bela causa, diga-se.

Super Interessante

http://super.abril.com.br/ciencia/comida-cara-a-fonte-dos-protestos?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Finanças

Após nascimento da filha, Zuckerberg doa 99% de suas ações no Facebook

O cofundador e executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, e sua esposa, Priscilla Chan, anunciaram nesta terça-feira (1º) o nascimento de seu primeiro filho, uma menina, e a doação de 99% de suas ações a sua fundação, a Chan Zuckerberg Initiative.

“Entregaremos 99% de nossas ações do Facebook, que valem atualmente 45 bilhões de dólares, durante o curso de nossas vidas para nos unirmos aos outros na luta para melhorar este mundo para as próximas gerações”, escreveu Zuckerberg em sua página do Facebook. Para os próximos três anos, ele dará até US$ 1 bilhão por ano.

A Chan Zuckerberg Initiative busca “impulsionar o potencial e promover a igualdade em áreas como saúde, educação, pesquisa científica e energia”, informa a página do Facebook da fundação.

Folha Press

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Para Fitch, 79% dos bancos brasileiros enfrentam risco de rebaixamento

Afetados pela deterioração do cenário econômico e pela perspectiva negativa para a nota de classificação de risco do país, 79% dos bancos brasileiros enfrentam risco de rebaixamento. Os dados são de relatório sobre o setor divulgado nesta terça-feira (1º) pela agência de rating Fitch.

De acordo com a Fitch, o desempenho das instituições financeiras do país é prejudicado pela perspectiva de recessão econômica prolongada no país, com desemprego, inflação e juros altos, e investimentos reduzidos. Com isso, há redução da demanda por crédito de pessoas físicas e empresas, além de aumento da inadimplência.

O quadro pressiona a qualidade de ativos dos bancos, em especial do segmento de varejo. “Boa parte das pessoas físicas e das empresas que tomaram crédito nos últimos cinco anos são empresas novas, pessoas que migraram de classe social, e nunca foram testados em um momento severo de estresse. E esse é um ponto muito importante para ser considerado”, diz Claudio Gallina, diretor da área de instituições financeiras da agência.

A piora das condições econômicas de parte da população, em especial aqueles com poupança reduzida, pode adicionar ainda mais pressão às carteiras dos bancos, afirma.

Além disso, a maior parte dos bancos é influenciado, direta ou indiretamente, pela nota do Brasil, rebaixada em outubro pela Fitch. A mudança deixou o país a apenas um degrau de perder o grau de investimento -espécie de selo de bom pagador-, já retirado pela Standard & Poor’s em setembro.

A nota foi cortada de “BBB” para “BBB-“, com perspectiva negativa, o significa que a nota do país pode sofrer novo corte quando a agência revisar sua avaliação sobre o Brasil.

“Se a maioria dos bancos tem sua nota limitada pelo rating soberano [o do Brasil], isso significa que todos eles também carregam uma perspectiva negativa”, afirma Gallina.

Assim, caso o país seja rebaixado novamente, a tendência é que a classificação de riscos dessas instituições também sofra alterações. Gallina ressalta, porém, que o movimento não é automático. “Historicamente, é isso que tem acontecido. Mas tudo depende das decisões de um comitê”, diz.

PEQUENOS E MÉDIOS

Segundo a Fitch, bancos pequenos e médios podem sofrer mais com o cenário negativo, já que suas atividades são menos diversificadas e, em geral, concentradas em empréstimos. “Bancos que são muito dependentes de uma única linha de produto ou segmento de cliente sofrerão com o aumento da concorrência dos grandes bancos”, afirma a agência.

É nesse segmento, também, que surgem as maiores oportunidades de negócios no setor bancário em 2016. Caso haja demora na recuperação da economia, as chances de aquisição de operações dessas instituições financeiras devem aumentar, atraindo bancos da Ásia e do Oriente Médio com interesse no mercado brasileiro.

BTG PACTUAL

O relatório da Fitch inclui ainda um observação sobre a situação do BTG Pactual após a prisão do presidente e controlador, André Esteves -que renunciou aos cargos no domingo (29). Na semana passada, a agência de classificação de risco colocou a nota do banco sob observação negativa.

Eduardo Ribas, analista para o BTG, lembrou que a Fitch está monitorando os desdobramentos da detenção de Esteves. O pior cenário, de acordo com a agência, é um envolvimento das operações do banco nas acusações.

O pedido da Procuradoria-Geral da República para manter Esteves preso por tempo indeterminado, feito no domingo (29), descreve uma anotação apreendida segundo a qual o BTG Pactual teria pago R$ 45 milhões ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje presidente da Câmara, para ver interesse do banco atendido em uma emenda provisória.

“O envolvimento do banco, se comprovado, em algum tipo de ato ilegal, é muito mais grave do que o envolvimento do acionista e presidente-executivo. O que estamos monitorando é ver até que ponto as acusações têm fundamento”, diz Ribas.

Na avaliação da agência, no entanto, ainda que o BTG tenha problemas sérios nos próximos meses, isso não deverá afetar de forma significativa o sistema bancário. Isso porque, em caso de emergência, não há risco de o governo ter de socorrer o banco.

“Ele não tem uma franquia de depósitos de varejo. É óbvio que ele é uma contraparte importante nas mesas de tesouraria e teria impacto grande, mas o impacto sistêmico seria aquele em que haveria efeito dominó e isso quebraria vários bancos”, o que não é o caso, afirma Ribas.

Gallina ressalta, ainda, que a agência não trabalha, atualmente, com a possibilidade de o banco quebrar.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Como rebaixados se são as únicas instituições que sempre estão lucrando no país? Lucram mais em fase de crise do que em fase de crescimento e hoje estamos em uma crise!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Campanha por fim de “privilégios” a deficientes no PR era “pegadinha”

cartaz-que-pede-fim-de-privilegios-a-deficientes-e-pichado-em-curitiba-1448924840758_615x300O mistério por trás da campanha que pedia o fim dos “privilégios” dos deficientes, por meio de um outdoor em Curitiba e das redes sociais, foi revelado nesta tarde (1). Trata-se de uma campanha publicitária do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoas com Deficiência. “O choque que vocês sentiram é o nosso alívio. Nós colocamos essa campanha no ar e conseguimos chamar a atenção de milhões de pessoas para os nossos direitos”, disse a presidente do Conselho, Mirella Prosdocimo, na página da Prefeitura de Curitiba, no Facebook.

A campanha foi planejada para discutir o Dia internacional das Pessoas com Deficiência, celebrado na quinta-feira (3). “O absurdo na internet durou só um dia, mas as pessoas com deficiência enfrentam esse desrespeito todos os dias. Pedimos que cada um que se revoltou na internet seja uma voz real na luta pelo respeito aos nossos direitos, que não se calem ao ver uma pessoa com deficiência sendo desrespeitada ou discriminada”, disse Mirella. De acordo com dados do Censo 2010, 24% da população do Brasil tem algum tipo de deficiência.

A reação, no entanto, foi negativa. Nas redes sociais da Prefeitura de Curitiba, os comentários foram, em maioria, negativos à ação. “Os fins não justificam os meios. Existem outros meios de chamar a atenção. Péssimo exemplo de ética publicitária. Mesmo que honrosa a tentativa, lamentável a execução”, disse um usuário de rede social. “Dessa vez, acho que não foi uma boa campanha. Acabaram sendo ditas muitas coisas pesadas pelos ‘apoiadores’ e não sei se o impacto foi justamente o contrário”, comenta outro seguidor.

Essas campanhas são conhecidas como teaser – oriundo do inglês “provocação”. Normalmente realizada em outdoors, a ação conta com uma frase polêmica, que depois de um período se revela para a compreensão da mensagem inicial. Para o professor de Ética e Legislação Publicitária da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo, André Tezza, a campanha desrespeita o artigo 48 do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

“Fala-se explicitamente que você não pode mentir na primeira mensagem e não pode abusar da boa-fé do consumidor. Portanto, do ponto de vista do Conar, não se pode fazer esse tipo de campanha”, diz Tezza. Na opinião do professor, a estratégia foi perigosa, polêmica e arriscada. “Trata-se de um momento conturbado do país para uma campanha que fala em restringir direitos em um primeiro momento. Além de poder não ter o efeito esperado, ela usa uma mentira com o propósito de conscientizar. É um paradoxo que muitos não aceitam”, diz.

A campanha entra agora em uma segunda fase, que inclui a mudança na mensagem do outdoor instalado – pichado na segunda-feira (30). O novo painel ganhou uma tarja preta sobre o “fim dos privilégios” e questiona: “Se tantos se revoltaram, por que tantos ainda desrespeitam?”

UOL

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

E AGORA? Juiz do TRT confirma o que o BG divulgou: “Frasqueirão está penhorado”

Juiz

O juiz Cacio Oliveira Manoel, coordenador da Central de Apoio à Execução Especial, confirmou em entrevista realizada nesta terça-feira (01) que o Estádio Frasqueirão, do ABC Futebol Clube, está penhorado pela Justiça do Trabalho como garantia para o pagamento de dívidas trabalhistas dentro de acordo firmado entre o clube e o Tribunal Regional do Trabalho. O acordo, conhecido como Ato trabalhista, foi firmado pela atual diretoria do ABC, que apoia o candidato Fabiano Teixeira, prefeito de Serrinha,  para presidente.

 

As declarações do juiz desmentem as explicações dadas pelo atual superintendente de Futebol do ABC, Rogério Marinho, e pelo vice-presidente Jurídico, Alexandre Pinto. Os dois, mesmo após a apresentação do Termo de Compromisso entre o ABC e a Justiça do Trabalho na íntegra, disseram em diversas entrevistas durante a semana que o Frasqueirão não estava penhorado, mas apenas “dado como garantia” dentro do acordo.

Contudo, de acordo com o juiz Cacio Oliveira Manoel, o Frasqueirão está realmente penhorado. “O estádio está penhorado. Essa é uma garantia que a gente precisa ter. O fato de o clube está assumindo o compromisso do pagamento da dívida não quer dizer que ele necessariamente o fará. Então, a gente precisa ter uma garantia de que, na hipótese de descumprimento, haja alguma coisa para executar”, disse.

O processo de penhora do Frasqueirão, segundo o juiz Cácio Oliveira Manoel, está na fase de avaliação, no qual técnicos da Justiça do Trabalho irão definir qual o valor do estádio. Caso haja descumprimento do acordo e atraso de parcelas, o Frasqueirão será leiloado.

Veja abaixo a entrevista com o magistrado

Penhora do Frasqueirão

“O estádio está penhorado. Essa é uma garantia que a gente precisa ter. O fato de o clube estar assumindo o compromisso do pagamento da dívida não quer dizer que ele necessariamente o fará. Então, a gente precisa ter uma garantia de que, na hipótese de descumprimento, haja alguma coisa para executar. É um reforço para que o clube cumpra com as obrigações que ele mesmo assumiu, porque como se trata de um termo de compromisso, é um compromisso voluntário”

Diferença entre penhorar e dar como garantia

“A diferença é que oferecer como garantia não necessariamente significa que seja a única garantia, a garantia preferencial e que efetivamente o bem estará disponível quando houver a execução. Pode-se fazer a seguinte analogia: quando você compra um carro financiado, você dá o próprio carro como garantia do pagamento da dívida. Mas quando o banco vai buscar esse carro, ele pode não estar lá. Quando o bem já está penhorado, ele não pode ser vendido, porque tem a penhora. A não ser que quem compre já assuma a responsabilidade pela penhora”

Inscrição na matrícula do Frasqueirão

“A gente encaminha o oficial de Justiça até o cartório onde está registrado o bem e faz o registro da penhora na matrícula do imóvel, porque caso haja alguma tentativa de venda, aquela pessoa que vai comprar, já haverá esse registro na certidão. O bem continuará penhorado para a Justiça”

ABC é “depositário fiel” do Frasqueirão

“Ele se torna o depositário fiel do bem porque ele tem essa penhora recaída sobre ele. Em termos práticos, só há consequência em caso de descumprimento do acordo ou numa tentativa de venda. Tecnicamente, ele (ABC) é o depositário fiel”

ABC optou pela penhora por dificuldades financeiras

“A execução trabalhista gera uma dificuldade operacional se o clube está numa situação complicada. Esse regime especial (Ato Trabalhista) é uma tentativa de garantir a execução e o pagamento de créditos trabalhistas sem que necessariamente comprometa o funcionamento regular das despesas do clube. Tanto que ela é sempre provisória e é por prazo determinados. Depois que termina esse prazo, a gente verifica como está a situação para ver se renova ou extingue. O ABC teve de optar por essa situação pelas dificuldades que voltam a se apresentar.

 

Opinião dos leitores

  1. Quanto tá custando esse seu "apoio" caro blogueiro. Vc está descendo a um nível abaixo da imundice. Tenho certeza que o ABC lhe será muito grato!!

    1. De novo Arimateia? Fica tranquilo, tou recebendo muita grande, bem mais do que vc para esta aqui comentando.

    2. Estão recebendo dinheiro pra falar a verdade, Arimateia? De novo Arimateia? Abre o olho Arimateia

    3. Caro Ari, pelo que compreendi, tu queres a sujeira embaixo do tapete, e ficas com raivinha quando é divulgado, sejas imparcial em qualquer situação, use transparência.

  2. Deixem a paixão no time, decidindo com a razão o melhor candidato hoje tem nome JOSÉ DÉCIO,

  3. Meu voto é Judas Tadeu Gurgel. Chapa apoiada pela atual Diretoria incompetente, medíocre e que humilhou a instituição ABC F.C. não merece o voto da torcida que ama este clube.

  4. Eu voto na chapa de Judas Tadeu, mas estão fazendo tempestade com essa penhora. Pior do que a penhora (o ABC nunca venderá o Frasqueirão -espero-) é o fato de ter acumulado essa dívida num vurto espaço de tempo por negligência dos dirigentes.

  5. Entre definir quem está mentindo nesta história, creio fielmente que o juiz está falando a verdade. Enquanto que o falastrão está mentindo pra torcida alvinegra. É político. Precisa dizer mais alguma coisa?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

OAB usará dados da Lava Jato para definir posição sobre impeachment

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) decidiu incluir dados referentes às investigações da Operação Lava Jato na análise sobre como a entidade vai se posicionar em relação a um eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Também serão avaliadas a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que era líder do governo Dilma no Senado e foi acusado de atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras, além de delações premiadas que narram detalhes dos desvios da estatal.
A
decisão foi tomada pelo plenário do Conselho Federal, que decidiu adicionar os “novos elementos” na discussão sobre o cenário político que levava em consideração apenas a reprovação pelo TCU (Tribunal de Contas da União) das contas da petista. Ainda não há prazo para a conclusão dos trabalhos.

Na última sexta, por três votos a dois, a comissão especial da OAB que analisou se caberia o impeachment de Dilma rejeitou o endossar o afastamento por causa da análise do TCU.

O entendimento majoritário foi que as contas de 2014 se referem a práticas ocorridas em mandato anterior ao atual, o que não poderia justificar o processo político do impeachment.

O parecer diz ainda que não há comparação entre os fatos atuais e os que levaram ao impeachment do então presidente Fernando Collor em 1992, porque não se atribuem a um “comportamento pessoal ou direto” da presidente.

Segundo o relatório, os “deslizes administrativos” apontados pelo Tribunal de Contas da União, no caso as chamadas pedaladas fiscais, “não têm o sentido de comportamento pessoal indigno, com a marca de imoralidade”.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ainda não decidiu pela abertura de qualquer processo de impeachment contra a presidente Dilma. Há pedidos pendentes e outros já foram rejeitados.

DIVERGÊNCIA

Os dois conselheiros da comissão, porém, que discordaram do entendimento majoritário produziram um voto divergente apoiando o pedido de impeachment.

Para eles, a presidente pode responder por crimes do mandato anterior e as irregularidades fiscais sujeitariam a presidente a sanções, como previsto na Constituição.

Argumentam que a presidente reconheceu sua responsabilidade em coibir as pedalas ao editar neste ano um decreto sobre o assunto.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. O que subentende-se nesse primeiro julgamento da OAB, é que mais uma VEZ, O CRIME COMPENSA, por ter simplesmente sido PRATICADO EM 2014 e, em se tratando do mesmo CRIMINOSO(A), pela sua posição de relevância, JÁ PRESCREVEU.
    Portando, Dona DILMA, fique a vontade em 2015/2016/2017 e 2018, que a OAB GARANTE, SEM PROBLEMA.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Em Assembleia, categoria decide por encerramento da greve no IFRN

30.11.2015 - Assembleia Geral - Fotos Tonny Medeiros (2) 30.11.2015 - Assembleia Geral - Fotos Coletivo Foque (1)

Fotos: Tonny Medeiros / Coletivo Foque

O Sinasefe Seção Sindical Natal realizou nessa segunda-feira (30) uma Assembleia Geral Extraordinária para, além de outros assuntos, decidir os rumos da greve no IFRN, retomada em 10 de novembro de 2015. Na plenária, a categoria decidiu pelo encerramento do movimento, com 125 votos a favor da finalização e 25 abstenções.

O Comando Geral de Greve iniciou a reunião com os informes sobre a agenda da greve na semana anterior e com um histórico de todas as atividades realizadas pelo Comando desde a retomada da greve.

Na Assembleia também foram feitos os informes sobre os eventos que foram realizados, como a 138ª Plena, realizada nos dias 14 e 15/11; e a Marcha das Mulheres Negras, que aconteceu no dia 18/11 em Brasília; e os próximos eventos agendados, como o Curso de Formação Política do Nordeste, de 18 a 20/12 em Natal; o Seminário de Educação, Carreira e Aposentados, de 11 a 13/12 em Brasília; os debates dos candidatos a diretores-gerais dos Campi – que já estão acontecendo – e a reitor do IFRN; a 139ª Plena, de 11 a 13/12 em Brasília; e o Consinasefe Eleitoral, agendado para o período de 18 a 21/03/2016.

A decisão pelo encerramento da greve dos técnico-administrativos em educação do IFRN se deu após a avaliação do Movimento Paredista Local. O servidor André Palhares iniciou a avaliação destacando o desgaste do movimento e propondo o encerramento da greve. A coordenadora do Sinasefe Natal, Socorro Silva, destacou o histórico do movimento, que foi iniciado em novembro 2014 e se estende até agora.

Em sua análise, o servidor Tonny Medeiros citou que o reitor do IFRN, Belchior de Oliveira, foi o primeiro reitor a ajuizar uma greve, e disse que na sua opinião o movimento foi válido. A servidora Lourdes Teixeira colocou que é a favor da saída organizada da greve, destacando que houve ganhos.

Na plenária a categoria foi consultada sobre a continuidade da greve e nenhum servidor se manifestou pela continuação do movimento. Na votação, foram contabilizados 125 votos pelo encerramento da greve, nenhum voto favorável à continuidade e 24 abstenções.

O Sinasefe Natal reforça que a finalização da greve não encerra as negociações do movimento, que continuarão através de mesa de trabalho. Os servidores retornarão às suas atividades amanhã (02 de dezembro).

Também foi discutido sobre o acordo MEC/MPOG. Socorro Silva falou sobre o acordo e a discussão ocorrida na 138ª Plena com o enxugamento da pauta de reivindicação e a finalização da minuta. Em seguida ela fez a leitura do acordo.

No encontro, foi realizada a votação para escolha de delegado para a 139ª Plena e Tonny Medeiros foi eleito representando a base.

Confira, abaixo, outros encaminhamentos deliberados na Assembleia:

– Aprovação da portaria 1.641/2015, com constituição de GT para rever os pontos críticos;

– Aprovação da minuta de portaria de serviços e setores com constituição de GT para rever os pontos críticos;

– Reabrir a mesa de negociações com o Reitor;

– Fazer uma caravana a Brasília solicitando a RSC dos TAEs;

– Sindicato apresentar documento com os pontos críticos, reposição dos dias parados;

– Pedir o posicionamento do Consup sobre a não suspensão do processo eleitoral.

Opinião dos leitores

  1. Nada me alega mais que ler notícias como essa. Filhotes adoradores do PT voltando de uma greve lambendo as feridas e com os rabinhos entres as pernas sem ganhar nem um bom dia.
    Fingem, apenas como consolo, que ganharam algo de porte, mas não apresentam esse ganho. Apenas saem latindo o famoso "a categoria está de parabéns". Parabéns estamos nós que não somos cúmplices nem apoiamos a quadrilha. Se Bandilma tivesse perdido a eleição essa corja comunista estaria todos os dias cacarejando que Aécio era o Darth Vader do Brasil.
    Em 2018, bando de bestas, votem no PT. kkkkkk

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

TRT-RN homologa 9 milhões em acordos na Semana Nacional da Conciliação

O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) homologou R$ 9.269.162,38 em acordos judiciais dentro da Semana Nacional da Conciliação, que aconteceu em todo o país, de 23 a 27 de novembro deste ano.

Desse total, R$ 7.309.327,62 foram de acordos de processos que já se encontravam na fase de execução, enquanto que os R$ 1.959.834,76 foram de homologações de processos que ainda estavam na fase inicial de conhecimento, e que poderiam demandar muito tempo para serem resolvidos.

Apesar de registrar o maior valor arrecadado, os acordos homologados na fase de execução foram apenas 25, contra 172 na fase de conhecimento, beneficiando no total 1.426 pessoas.

A Semana Nacional da Conciliação é uma realização do CNJ e, no Rio Grande do Norte, mobilizou juízes e servidores das Varas do Trabalho da capital e do interior, além de advogados, que buscaram junto a seus clientes fazer os melhores acordos possíveis.

Somente o Núcleo de Conciliação de Mossoró, coordenado pelo juiz Magno Kleiber Maia, da 2ª Vara do Trabalho da cidade, realizou 120 audiências de conciliação que geraram 104 conciliações na ordem de R$ 8.172.862,62.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Maltratar e xingar cliente faz bar manter público cativo há 18 anos em MG

BARVocê frequentaria um bar onde o dono te chama de animal, verme, inseto e avisa que, se for gastar somente R$ 20, pode procurar outro boteco? Pode parecer um absurdo, mas essa é a estratégia de Luiz Capelão, 44, dono do Bar do Capelão, em Viçosa (MG), para atrair e fidelizar sua clientela há 18 anos.

Apesar de o empresário não revelar o faturamento nem o lucro, ele afirma que o bar tem um público cativo — de alunos da Universidade Federal de Viçosa e moradores do entorno — e vive cheio. “Eles entram na brincadeira e começam a me provocar também. Muitos que chegam pela primeira vez querem conferir o que os amigos falaram do bar”, diz Capelão.

A página do bar no Facebook tem mais de 40 mil curtidas. Segundo ele, o número cresce à medida que os xingamentos feitos também na rede social são compartilhados. Ele ainda cria posts que expõem como o bar explora seus clientes com “lucros exorbitantes” e participa de promoções às avessas, como a “Black Fraude”.

Capelão afirma que nem sempre a estratégia dá certo. “Já teve cliente que não gostou da brincadeira e foi embora antes mesmo de fechar o pedido.” Mas, de acordo ele, a maioria aprova o seu método de trabalho.

Tratamento muda de acordo com valor do pedido O atendimento muda conforme o valor do pedido. Se o cliente escolhe um prato mais barato — porção de batata frita ou espaguete custam R$ 11– é destratado e recebe “punições”. Não pode usar o banheiro novo reformado e não é bem atendido. “Eu falo que se pedir somente isso pode ir embora porque o prato não é bom, que eu mesmo jamais comeria, vai gastar dinheiro à toa.”

Já quem pede algo mais caro — a pizza de picanha tamanho família sai por R$ 54 — é tratado com “regalias”, ou seja, pode usar o novo banheiro, não é xingado e recebe seu pedido na mesa — alguns precisam pegar no balcão. Capelão diz, no entanto, que, apesar da brincadeira, todos os pratos são preparados com o mesmo capricho.

Empresário diz que joga os copos para clientes pegarem Entre as peripécias do seu atendimento, o empresário afirma que, em vez de ir até a mesa de alguns clientes para entregar um copo de vidro, por exemplo, ele costuma jogá-lo para pegarem no ar quando o bar está cheio. “Alguns quebram, não tem jeito.” Ele também diz que manda os frequentadores mais antigos fazerem o pedido diretamente na cozinha e parar de “encher a sua paciência”.

“Não tenho garçom para manter o meu atendimento e para não ter de gastar dinheiro com salário. Então, temos de adequar a situação quando o movimento está grande. Os clientes frequentes já sabem disso, entram atrás do balcão para pegar bebidas ou outra coisa que eles querem e fazem seus pedidos na cozinha.”

A ideia de xingar como estratégia de atendimento veio do período em que ele vendia churrasquinho e bebidas nas ruas de Viçosa. “Nunca dei certo na escola, por isso estudei pouco. Com isso, costumava falar muito errado e as pessoas riam de mim. Daí, comecei a rir também e a debochar das pessoas, e vi que todos aceitavam as brincadeiras. Com isso, acabei mantendo esse perfil quando abri meu bar.”

O Bar do Capelão fica em um galpão de 400 m². “No começo, o chão era de terra batida, depois jogamos pedras e hoje é cimentado. Antes de abrir o bar no galpão, Capelão diz que teve vendeu lanches, churrasco, cervejas e refrigerantes em trailers e carrinhos.

Método causa repercussão, mas não é recomendado Para Marcelo Pontes, chefe do departamento de marketing da ESPM, a estratégia tem repercussão por ser exótica, mas não deve ser reproduzida. “Não é porque deu certo no negócio dele que outros empreendedores deverão fazer o mesmo. Ele foge de tudo o que é recomendado para garantir o bom atendimento ao cliente. Não é um exemplo a ser seguido.”

Pontes afirma ainda que o método limita o crescimento do próprio bar, pois dificilmente funcionaria em outras unidades, caso o empresário decidisse abrir uma filial ou rede de bares. “Ele tem um público cativo, mas atua com um nicho. Isso limita o seu negócio. É o mesmo exemplo do Bar dos Cornos, em São Paulo. As pessoas vão lá conferir, mas não querem ser frequentadores.”

Para o advogado Alexandre Berthe, o empreendedor que usa dessa “tática” corre ainda o risco de ser processado. “Se entra alguém no bar que não está acostumado com o tipo de atendimento, por exemplo, ele pode se ofender e entrar com um processo de danos morais. O que ele faz é bullying.” Berthe afirma que esse tipo de processo exige apenas duas testemunhas.

UOL

Opinião dos leitores

  1. não está longe do que muitos estabelecimentos comerciais fazem aqui. Em média preços exorbitantes e tratamento aquém do esperado e se mantêm ativos graças ao povo que gosta do que não presta

    1. CHEROU PEIDOU, COMEU MORREU, MELHOR COMIDA DA PRAIA, RECOMENDO FILE A PARMEGIANA E O CHARQUEADO NA TELHA

  2. Então vc precisa conhecer o Bar de Ezequiel, em nova Parnamirim.
    Na hora de fechar ele bota os fregueses pra fora.
    Quando chega um biriteiro que ele não simpatiza muito ele já reclama e atende mau.
    Quando o bar tá cheio e chega algum carro com algumas pessoas ele reclama também, perguntando o que aquele povo vai fazer ali, etc e tal.
    peça uma cerveja gelada…
    o cara é uma figura, só não diga que foi eu quem disse.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

OAB: reunião do conselho federal tem saia justa protagonizada por advogado potiguar

O uma situação de constrangimento na reunião do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), realizada na tarde desta terça-feira 01 em Brasília, foi protagonizada pelo potiguar Eduardo Rocha.

Rocha tentou participar da reunião como suplente do também conselheiro federal Kaleb Freire. O advogado mossoroense Daniel Victor levantou uma questão de ordem, dizendo que ele, como conselheiro federal mais antigo da representação do Rio Grande do Norte, seria o substituto natural de Kaleb Freire.

A questão de ordem foi aceita pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coelho. Houve bate-boca  entre Eduardo Rocha e o presidente da OAB, Marcus Vinicius e, de forma implícita, ao dizer que Daniel Victor era o suplente de Kaleb Freire, Eduardo Rocha não poderia participar da reunião, pediu que Rocha se retirasse do local para não atrapalhar a reunião.

Lembrando que o Rio Grande do Norte tem como representantes titulares no Conselho Federal da OAB os advogados Lúcio Teixeira, Humberto Rego e Kaleb Freire.

Por trás do incidente a discussão em torno da formação da lista sêxtupla para escolha do representante do quinto constitucional no Tribunal Regional Federal – 5ª Região, com sede em Recife.

Os nomes de consenso de cada estado, inclusive do RN, já foram escolhidos.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Suíça contradiz Romário e diz que não investigou falsificação de extrato

1437840714400 romario

Veja texto completo do Estadão AQUI

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

FOTOS: Jurado se apaixonou por condenada e evitou aplicação da pena de morte, diz livro

CVI5_13WoAAIyGkUm jurado se apaixonou perdidamente por uma mulher condenada por homicídio no Arizona (EUA) e, provavelmente, graças à sua ação, evitou que a ré fosse condenada à pena de morte.

A teoria foi exposta em livro lançado recentemente pelo promotor público Juan Martinez, que conta os bastidores do julgamento de Jodi Arias, em 2013.

jordiJodi e o ex | Reprodução/MySpace

A americana está cumprindo pena de prisão perpétua por ter matado a tiros e facadas o ex-namorado, Travis Alexander, de 30 anos, em um “ataque de ciúme” em 2008. Jodi está apelando contra a sentença.

Martinez não cita nome, mas Tara Harris Kelley, que também foi jurada do caso, apontou que Bill Zervakos, de 71 anos, é o pivô do caso.

“Não li o livro, mas apenas baseado no que senti à época (do julgamento), acredito que seja Bill. Com certeza”, comentou Tara ao “New York Daily Post”.

“Ele fazia sempre contato visual com a ré. O restante de nós não conseguia olhar para ela. Almoçamos juntos ele disse que achava Jodi jovem e atraente e que não entendia como alguém jovem e atraente poderia matar”, acrescentou.

Bill se defendeu:

“Pelo amor de Deus, tenho 71 anos. Isso é ridículo”.

O júri decidiu que a pena de morte não deveria ser aplicada no caso. Um segundo júri, sem Bill e Tara, foi formado e novamente decidiu contra a pena capital.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Justiça Federal do RN abre inscrições para conciliadores

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte abriu inscrições para o processo seletivo de conciliadores voluntários para o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, conhecida como Central de Conciliação. Estão sendo oferecidas dez vagas para a JFRN em Natal, duas em Mossoró e ainda será feito um cadastro reserva. Para classificação serão considerados a formação na área jurídica ou outra especialidade e ainda experiência prévia na resolução alternativa de conflitos.

As inscrições estão abertas no site www.jfrn.jus.br até o dia 11 de dezembro. A seleção será feita com análise curricular e entrevista pessoal.

Os 20 primeiros classificados em Natal e os 10 primeiros em Mossoró serão convocados para participar do Curso de Formação de Conciliadores, que será promovido pela JFRN. A função de conciliador é exercita gratuitamente, mas há o cômputo do tempo como atividade jurídica e pode ser usada como título para concursos públicos promovidos pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

O edital para seleção de conciliadores é assinado pelo Diretor do Foro da JFRN, Juiz Federal Marco Bruno Miranda, e pela Juíza Federal Gisele Leite, coordenadora seccional da Central de Conciliação.

Com informações da JFRN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Teori autoriza novas investigações contra Renan e Delcídio na Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki autorizou nesta terça-feira (1º) a abertura de dois novos inquéritos para apurar a ligação de congressistas com o esquema de corrupção da Petrobras.

No primeiro, serão investigados o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os senadores Delcídio do Amaral (PT-MS) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Em outro, a apuração envolve Renan, Jader e o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE), apontado como interlocutor do presidente do Senado na Lava Jato.

Os parlamentares serão investigados por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Teori atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República.

As novas linhas de investigação envolvendo os congressistas foram motivadas por um processo mantido no sistema oculto do Supremo, procedimento que tem sido adotado para a tramitação de delações premiadas que estão em sigilo. Os quatro parlamentares negam ligação com os desvios da Petrobras.

Uma das delações que citam os três senadores é do lobista Fernando Soares, o Baiano. O delator -que também apontou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como beneficiário de propina- disse que Delcídio recebeu US$ 1 milhão ou US$ 1,5 milhão, fruto de suborno pago com recursos desviados da compra da refinaria de Pasadena (EUA). Baiano disse que Delcídio recebeu o dinheiro para pagar a sua campanha nas eleições para o governo de Mato Grosso do Sul, em 2006.

Ainda de acordo com Baiano, Delcídio recebeu propina por ter endossado a indicação de Nestor Cerveró -este já condenado na Lava Jato- para a direção Internacional da Petrobras.

Além de Delcídio, Fernando Baiano mencionou que Renan Calheiros, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau -indicado na época pelo PMDB- também se beneficiaram do esquema de corrupção. Ele teria apontado que US$ 4 milhões foram desviados de um contrato de navios-sonda para pagamentos que chegaram posteriormente a US$ 6 milhões. O delator comentou que as operações foram completadas pelo lobista paraense Jorge Luz, entre 2006 e 2008.

Esse é o quinto inquérito aberto para investigar as supostas ligações de Renan com a Lava Jato -sendo que cada um tem objetivo de investigar fatos diferentes. Esse é o segundo inquérito de Delcídio, sendo que o primeiro foi aberto na semana passada, depois que o senador acabou preso acusado de participar de uma trama para atrapalhar as investigações do esquema de corrupção da Petrobras.

Jader será alvo de dois inquéritos. Ao todo, o Supremo investiga 68 pessoas, sendo 14 senadores, 23 deputados, o ministro de Estado Edinho Silva (Comunicação) e o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Raimundo Carreiro.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Precisamos tirar essa corja do comando para passsr esse país a limpo, enquanto permanecer esse lixo, não vamos a lugar algum.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *