Na terceira alta seguida, o dólar comercial fechou com valorização de 1,68% nesta terça-feira (1º), a R$ 3,688 na venda. É o maior valor de fechamento em quase 13 anos, desde 13 de dezembro de 2002, quando a moeda valia R$ 3,735.
Na véspera, a moeda norte-americana havia subido 1,17%, a R$ 3,627, encerrando agosto com avanço de 5,91%, no segundo mês seguido de alta.
Nesta terça, investidores avaliavam com preocupação a divulgação de dados sobre o desempenho da indústria da China. O setor encolheu, em agosto, no ritmo mais rápido em três anos.
O indicador mostra desaceleração da economia chinesa, o que afeta os parceiros comerciais do país. No caso do Brasil, a China é um dos principais destinos das exportações.
Cenário interno
Também gerou preocupação no mercado a apresentação do Orçamento de 2016 pelo governo, com contas no vermelho em R$ 30,5 bilhões. O valor representa 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Isso significa que o governo não vai economizar nada no ano que vem para pagar os juros da dívida.
Investidores acreditam que essa decisão deixa o Brasil mais próximo de perder seu grau de investimento, concedido por agências de classificação de risco.
Sem o grau de investimento, que funciona como um selo de bom pagador, as empresas brasileiras poderão ter mais dificuldade para conseguir crédito no mercado, e pagar juros mais altos por ele.
Atuações do BC
Nesta manhã, o Banco Central iniciou a rolagem dos swaps cambiais (equivalentes à venda futura de dólares) que vencem em outubro. O BC vendeu 9.450 contratos. Se mantiver esse ritmo até o fim do mês, como tem feito, o órgão rolará o lote integral de swaps, correspondente a US$ 9,458 bilhões.
Os leilões de rolagem servem para adiar os vencimentos de contratos que foram vendidos no passado.
Ainda foram recuperados 27 veículos com queixa de roubo e furto
A Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte contabilizou, no mês de agosto, a apreensão de mais de 60 armas de fogo somente na Região Metropolitana.
Com uma média de apreensão de duas armas e onze munições por dia, neste último mês de agosto, somando 65 armas e 354 munições de diversos calibres apreendidas, os policiais militares que integram as unidades operacionais da Região Metropolitana ainda apreenderam um simulacro de arma de fogo e um colete balístico pertencente a uma empresa de vigilância privada, bem como 3,6 kg de drogas e entorpecentes.
Além das apreensões, a PM ainda capturou 25 foragidos do Sistema Penitenciário do Estado, os quais foram reconduzidos aos estabelecimentos prisionais para o cumprimento de suas respectivas penas restritivas de liberdade.
A Polícia Militar ainda recuperou, somente na Região Metropolitana, 27 veículos que continham queixa de roubo ou furto, sendo restituídos aos seus devidos proprietários.
Último dia do mês com quatro armas apreendidas
Das 65 armas de fogo apreendidas na Região Metropolitana em agosto, quatro delas foram retiradas de circulação no último dia do mês.
De acordo com os relatórios do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), que contabilizou 14.207 atendimentos através do telefone de emergência 190 em agosto, quatro adolescentes foram apreendidos de posse das armas de fogo.
Um dos adolescentes estava no interior de um veículo que possuía queixa de roubo e portava um revólver calibre 38, suspeito de praticar o ato infracional de roubo contra populares no bairro Planalto, em Natal.
Outros dois adolescentes, de 13 e 17 anos, foram apreendidos no Bairro Nova Esperança, em Parnamirim, portando um revólver calibre .32. O quarto adolescente foi apreendido no bairro Planalto quando realizava um arrastão em uma residência portando uma pistola de fabricação austríaca calibre .380.
O relator-geral do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta terça-feria, 1, que o rombo na peça orçamentária encaminhada ontem pelo governo ao Congresso pode ser maior do que o déficit de R$ 30,5 bilhões estimados na proposta. Ele disse já ter encontrado despesas que não foram incluídas pelo governo.
Segundo Barros, foram identificadas a não previsão de, pelo menos, R$ 3,4 bilhões: R$ 1,5 bilhão para o pagamento das emendas parlamentares individuais obrigatórias e outros R$ 1,9 bilhão para a compensação dos Estados com a Lei Kandir – foi mandada somente a metade dela. “Vamos encontrar mais ainda”, disse Barros, que participou mais cedo de uma reunião no Ministério do Planejamento.
O deputado disse, entretanto, ter considerado normal a situação, uma vez que novas receitas podem ser encontradas também na peça orçamentária diante de eventuais situações de o governo não realizar investimentos, poupando recursos.
Legislação. O relator-geral disse ainda que a decisão do governo de enviar a proposta com déficit não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Barros destacou que o governo pode, sim, gastar mais do que arrecada, desde que o Congresso autorize. Segundo ele, o rombo será coberto com a emissão de títulos pelo Tesouro Nacional.
“Não há nenhuma razão para devolver a peça orçamentária”, disse ele, ao rebater pedidos nesse sentido feito pela oposição. “Não há nenhuma ilegalidade”.
Após descobrir que o filho de 17 anos havia roubado uma professora, o técnico em enfermagem Alcides Rodrigues dos Santos, de 61 anos, decidiu procurar a delegacia e devolver o dinheiro, em Presidente Prudente, interior de São Paulo. Ele achou R$ 1,275 mil na mochila do filho e pressionou o rapaz, que acabou confessando ter assaltado a professora Virlene de Andrade Teixeira, de 51 anos, nesta segunda-feira, 31, após ela sacar R$ 1,5 mil em um caixa eletrônico.
Segundo o delegado assistente da Delegacia Seccional, Antenor Pavarina, o pai foi com o filho, que é estudante e não trabalha, à delegacia, e o rapaz foi apreendido. Lá, Santos encontrou a professora e devolveu o dinheiro.
O estudante gastou R$ 225 do valor roubado para comprar maconha e comida. A Vara da Infância e da Juventude analisa o caso. O menor pode ser enviado novamente para a Fundação Casa, de Irapuru, de onde saiu há dois meses.
As notícias desses tipos de crime dificilmente questionam o caráter do autor. Sempre procura explicações na falta de segurança/combate ao crime, crise econômica, desemprego e etc… Raramente o caráter do autor e consequentemente da nossa sociedade é discutido. Mesmo que não tenha sido uma demonstração de caráter diretamente do autor, precisamos é disso. CARÁTER. Se a sociedade, de formegeral, tivesse mais caráter, teríamos políticos melhores, serviços melhores, profissionais melhores, menos violência e por ai vai…. Não estaríamos nessa pindaiba.
O governador Robinson Faria participou na tarde desta terça-feira (1º) da edição 2015 do Brazil Windpower Conference and Exhibition (BWP), maior evento de energia eólica da América Latina, realizado no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. O chefe do Executivo Estadual, que foi o primeiro governador da história convidado para falar no evento em virtude da liderança do RN na produção de energia eólica, discursou durante 10 minutos, abordando o potencial eólico instalado e a previsão para os próximos anos no Estado. O evento teve a participação do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, presidente executiva da Abeeólica, Elbia Gannoum, secretário-geral do Global Wind Energy Council, Steve Sawyer, o governador do Piauí, Wellington Dias, a vice-governadora do Ceará, Izolda Cela, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN, Flávio Azevedo, e a Diretora Executiva – CTGAS-ER, Cândida Amália.
Atualmente, o Rio Grande do Norte é autossuficiente na produção de energia limpa com 2,5 gigawatts de potência, com capacidade para dobrar esse número até 2018 ou multiplicar por dez daqui a 20 anos. O estado é responsável por 34% da capacidade instalada de geração de energia eólica do país, e conta com 81 usinas em operação produzindo 2.119,2 megawatts, 23 usinas em construção, com previsão de 624,8 MW de geração, e 77 usinas contratadas, que deverão produzir 1.891,7 MW. Isso representa um total de 4.635,7 MW de produção num curto prazo. No segundo leilão de energia de reserva previsto para dezembro deste ano o estado concorrerá com mais 184 projetos.
Sobre a realidade protagonizada pelo Estado na geração de energia limpa, o leilão e a garantia de apoio às empresas que fixarem no RN, o governador falou: “todos aguardam ansiosamente que o leilão seja atrativo aos investidores e que tenhamos a garantia de que as obras previstas para Linhas de Transmissão e Subestações sejam executadas dentro dos prazos estabelecidos. As empresas que desejarem investir nessas Linhas de transmissão, assim como nos Projetos de Geração de Energia, terão o apoio decisivo do nosso Governo”, declarou.
Robinson Faria completou que no RN os investimentos no setor já chegam a R$ 4 bilhões, e que até 2017 o setor de energia eólica vai gerar mais de 30 mil empregos diretos ou indiretos no Estado. Para capacitar essa mão de obra toda, o RN já dispõe de cursos técnicos federais, no polo de João Câmara, e até pós-graduações na área oferecidos em Natal, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
De acordo com o governador, estão em curso no estado, ainda, ações para identificar locais que poderão receber novos investimentos. “Já iniciamos um processo de pré-zoneamento de potenciais áreas para a instalação de novos parques. Queremos fixar regras e atrair investidores para, dentro dos parâmetros legais e juridicamente seguros, explorarem a energia sustentável sem comprometer o meio ambiente”, declarou.
Robinson Faria enfatizou a importância do investimento em energia eólica destacando que a previsão da Associação Brasileira de Energia Eólica, até 2016, é que o Brasil ocupe a segunda ou terceira posição no ranking dos países que mais investem no aproveitamento dos ventos como fonte de energia, podendo chegar ao sexto posto no mundo em capacidade instalada. Em 2014, o Brasil perdeu apenas para China, Estados Unidos e Alemanha em relação ao aumento da capacidade instalada.
No discurso, o governador também destacou o fato de o RN estar no centro geográfico do Nordeste, o que torna o Estado equidistante dos projetos de usinas eólicas e solares a serem implantadas na região. “Estamos a aproximadamente mil quilômetros de distância dos projetos eólicos localizados nos Estados da Bahia e do Maranhão. E não mais que 600 Km dos Projetos instalados nos pontos mais extremos do Ceará e de Pernambuco. Esse é mais um diferencial para as empresas prestadoras de serviços de apoio, operação e manutenção dos parques. Todas as empresas da cadeia produtiva de energias renováveis são muito bem vindas ao Rio Grande do Norte”, afirmou, complementando que nos oito meses de 2015, foram emitidas, no RN, 2.500 licenças ambientais para novos empreendimentos no Estado, que refletirão no próximos meses na criação de 40 mil empregos, fruto da redução da burocracia e implantação de um novo sistema eletrônico.
Evento
O Brazil Windpower, realizado de 1º a 3 de setembro, traz aos seus participantes as melhores oportunidades de negócio, além de programação de palestras centrada em questões relevantes sobre o setor eólico. Na edição passada, o evento obteve um público presente de 2.207 participantes, representando 804 empresas,com 40 patrocinadores e 102 expositores.
A Energia Eólica é a fonte de geração de energia elétrica que mais cresce no Brasil. Para os próximos anos são esperados mais de 19 mil empregos, R$ 6 bilhões em investimentos, 2,7 milhões de casas abastecidas e 1,3 milhão de toneladas de CO₂ evitados em virtude da utilização desta fonte de energia. Só em 2015, serão 113 novos parques eólicos em andamento com uma capacidade total de 2.7GW.
Petrobras
Mais cedo, no início da tarde, o governador Robinson Faria participou de reunião na sede da Petrobras, também no Rio de Janeiro, para tratar de assuntos relevantes para a economia do Rio Grande do Norte. Entre os projetos discutidos, o novo Progás e o Gás Social. Acompanharam o encontro com representantes da Petrobras, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo, o diretor da Potigás, Beto Santos, e Marcelo Rocha, assessor jurídico da Potigás.
Governador está trabalhando, mas precisamos ver retorno na ação da polícia. Penso que deve Vossa Excelência agir para saber se a delegada descumpriu ou não, norma legal em relação ao advogado Tito. Se ela agiu certo, que responda o advogado, mas, se errado, que responda ela que é paga para proteger. E o MP fiscal das atividades policiais, o que tem a dizer?
Policiais do 1º Batalhão de Polícia Militar (1º BPM) realizaram nesta segunda-feira (31) diversas abordagens nos bairros de Mãe Luiza e no Alecrim, na zona Leste de Natal, com o objetivo de inibir as práticas ilícitas, com o patrulhamento tático e abordagens a transportes coletivos.
Em Mãe Luiza foram saturadas as principais ruas e avenidas que compõem aquela comunidade onde foram realizadas cerca de 30 abordagens em pessoas que trafegavam pelas vias públicas, quando foram checadas a existência de pendências junto a Polícia Judiciária, além da busca pessoal no intuito de identificar materiais ilícitos como drogas e armas de fogo.
Já no Bairro do Alecrim, as viaturas da Força Tática realizaram abordagens no período da noite, em pontos considerados críticos. Dezenas de ônibus, que transitavam naquele bairro foram abordados, sendo capturado o foragido da justiça, Johnata Ribeiro da Silva, de 20 anos. Ele foi conduzido ao Sistema Prisional onde ficou à disposição da justiça.
A Polícia Federal indiciou nesta terça-feira (1º) o ex-ministro José Dirceu e outras 13 pessoas suspeitas de desvios em contratos da Petrobras investigados pela Operação Lava Jato.
Entre os indiciados, estão também o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, o irmão de Dirceu, Luiz Eduardo, e o empreiteiro Gerson Almada, da Engevix.
O relatório da Polícia Federal, assinado pelo delegado Márcio Adriano Anselmo, diz que a investigação se insere em “um contexto maior de desvio de recursos em que uma estrutura criminosa sistêmica foi inserida no seio estrutura do governo federal”.
No documento, referente a dois inquéritos finalizados nesta terça e já enviados à Justiça Federal no Paraná, a PF concluiu que foram usados cerca de R$ 59 milhões em pagamento de propina dentro do esquema de desvio de recursos na Petrobras. Os policiais estimam, no entanto, que esse valor pode chegar a R$ 80 milhões.
O documento afirma ainda que indicações para cargos públicos na Petrobras geravam “cobrança” de valores de prestadores de serviço para custeio do núcleo criminoso que dirigia o pais”.
A Polícia Federal diz que o ex-ministro foi favorecido em duas frentes. Na primeira, afirma o relatório, ele recebia uma parcela do faturamento das empresas Hope e Personal, que tinham contratos de terceirização com a Petrobras. As duas companhias fecharam o negócio com a estatal por meio dos irmãos Fernando e Olavo Moura, que também foram indiciados.
Na segunda frente, também segundo a investigação, o ex-ministro recebia propina de empreiteiras que faziam obras para a estatal, como a Engevix, OAS, UTC e Odebrecht.
Paralelamente, a PF pediu o afastamento de Roberto Marques, funcionário da Assembleia Legislativa de São Paulo, que é ex-assessor de Dirceu.
A legislação permite o afastamento cautelar de servidores em caso de indiciamento por lavagem de dinheiro.
A Folha apurou que as investigações da PF na Operação Pixuleco continuarão em andamento e pode haver mais indiciamentos em um relatório final, incluindo investigados que não estão presos. Os investigadores tinham um prazo para fazer o indiciamento dos investigados presos, por isso estes dois relatórios finalizados nesta terça (1º) se referem a eles, mas a investigação pode continuar em relação a outros.
PRISÃO
O ex-ministro foi preso há um mês na 17ª fase da Lava Jato, batizada de “Pixuleco”. Dirceu até agora ficou em silêncio ao prestar depoimentos na CPI da Petrobras e à Polícia Federal.
A PF decidiu indiciá-lo sob suspeita de formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Depoimentos do delator Milton Pascowitch, que diz ter intermediado repasses ao ex-ministro, ajudaram a embasar as conclusões da investigação. O delator também foi indiciado.
A reportagem ainda não conseguiu localizar os advogados dos suspeitos.
VEJA 14 OS INDICIADOS
José Dirceu
Luiz Eduardo de Oliveira e Silva (irmão de Dirceu)
Roberto Marques (assessor de Dirceu)
Julio Cesar dos Santos (auxiliar de Dirceu)
Milton Pascowitch
José Adolfo Pascowitch (irmão de Milton)
Fernando Moura
Olavo Moura
Camila Ramos de Oliveira e Silva (filha de Dirceu)
Renato Duque
João Vacari Neto
Gerson Almada (executivo da Engevix)
Cristiano Kok (executivo da Engevix)
José Antunes Sobrinho (executivo da Engevix)
OUTRO LADO
Em nota, a defesa do ex-ministro José Dirceu informou que está analisando a denúncia apresentada pela Polícia Federal e se manifestará quando for oportuno.
O juiz Gustavo Marinho condenou seis pessoas presas em 2014 acusadas do assassinato de dois estrangeiros, o croata Ante Stanic e o sueco Faik Nekic, crime cometido em março daquele ano no condomínio onde as vítimas residiam, na Praia de Genipabu, Município de Extremoz. Os acusados foram condenados nos crimes de duplo latrocínio; corrupção de menores; posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa.
“(…) Os agentes desejavam a realização de mais de um crime de latrocínio, tendo consciência e vontade em cada um deles, quando amordaçaram, agrediram violentamente as vítimas a ponto de imprimindo severo sofrimento tanto físico quanto psicológico, bem como envolveram a cabeça das vítimas com sacos plásticos, o que facilitou o sufocamento mecânico, agindo assim, sem sobra de dúvida, com desígnios autônomos”, aponta um trecho da sentença.
Na fundamentação é registrado que “o modus operandi utilizado pelos acusados nos revela uma nítida divisão de tarefa consistente na divisão do bando, sendo que os réus Fernando, Ariane e Fabinho foram os responsáveis por imobilizar, agredir e matar a vítima Ante Santic, ao passo que Danilo e Renato por imobilizar, agredir e matar a vítima Faik Neik, bem como da ação dos réus resultou em lesão ao patrimônio de ambas as vítimas”.
Condenações
Ariani Mandu de Souza, que era menor de 21 anos de idade na época do fato, foi condenada pelos crimes de latrocínio e corrupção de menores praticados contra as duas vítimas, à uma pena de 47 anos de reclusão e 150 dias-multa, em regime fechado. Mesma pena teve Renato de Souza Celino, que deverá pagar 162 dias-multa.
Já Fernando Luiz do Nascimento foi condenado pelos delitos de latrocínio, corrupção
de menores e posse irregular de arma de fogo contra as vítimas e devem cumprir uma pena de 48 anos e quatro meses de reclusão e 174 dias-multa.
Danilo Lima da Silva e Fábio Henrique da Silveira Mendonça, também foram condenados pelos crimes de latrocínio e corrupção de menores praticados contra as duas vítimas. Ambos devem cumprir uma pena de 46 anos de reclusão e 150 dias-multa, em regime fechado.
Por fim, Aluízio Azevedo Silva Júnior foi condenado pelos delitos de roubo e corrupção de menores e devem cumprir uma pena de 20 anos e oito meses de reclusão e 62 dias-multa.
O magistrado Gustavo Marinho negou a possibilidade dos acusados de recorrerem em liberdade, uma vez que, no seu entender, não faria sentido os réus que permaneceram presos durante toda a instrução criminal, serem colocados em liberdade exatamente quando já tiveram contra si uma sentença que, embora recorrível, é condenatória.
excelente, excelencia!!!emfim uma luz no fim do tunel, o magistado tomou um decisao boa, diria até ótima para a sociedade!!!muita cadeia para esses bandidos.
O Índice de Vulnerabilidade Social indica a ausência ou insuficiência de recursos ou estruturas (como fluxo de renda, condições adequadas de moradia e acesso a serviços de educação)Elza Fiúza/Agência Brasil
O Índice de Vulnerabilidade Social brasileiro caiu 27% no período de 2000 a 2010, fazendo com que o país passasse da faixa de alta vulnerabilidade social para a faixa de média vulnerabilidade social. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
De acordo com a publicação Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, o número de cidades com alta ou muito alta vulnerabilidade social caiu de 3.610 no ano 2000 para 1.981 em 2010. Já o de municípios com baixa ou muito baixa vulnerabilidade social passou de 638 para 2.326 no mesmo período.
A vulnerabilidade social à que o índice se refere indica a ausência ou insuficiência de recursos ou estruturas (como fluxo de renda, condições adequadas de moradia e acesso a serviços de educação) que deveriam estar à disposição de todo cidadão. A divulgação do índice serve para orientar gestores no desenvolvimento de políticas públicas de acordo com as carências e necessidades de cada localidade.
A melhora, segundo o levantamento, foi mais nítida em alguns estados das regiões Centro-Oeste (como a faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul), Norte (especialmente no Tocantins) e Nordeste (com destaque para o sul da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e leste de Pernambuco).
O Ipea ressaltou, entretanto, que o quadro de disparidades regionais no país permanece, com concentração de municípios na faixa de muito alta vulnerabilidade social no Norte (Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Rondônia) e no Nordeste (principalmente no Maranhão, em Alagoas e em Pernambuco, além de porções do território baiano).
“Num país desigual como o nosso e que, apesar de todos os avanços, ainda apresenta um quadro de vulnerabilidade social média, a gente não derrotou o problema da vulnerabilidade social estrutural. A gente está em um processo. Os avanços são substantivos. Não há como o Brasil se desenvolver e ser um país minimamente mais justo se as políticas sociais não tiverem continuidade”, explicou o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Marco Aurélio Costa.
Desigualdades regionais
Os dados mostram que, no Centro-Oeste e no Sudeste, mais de 48% dos municípios estavam na faixa de baixa vulnerabilidade social em 2010. O Sul, por outro lado, registrou o maior percentual de cidades com índice de vulnerabilidade muito baixo: 28,7%. No Norte, 41,9% dos municípios tinham vulnerabilidade social muito alta, enquanto na Região Nordeste quase metade das cidades (47,7%) apresentava alto índice de vulnerabilidade social.
“Como o Brasil é um país que tem desigualdades regionais muito expressivas, os efeitos das políticas ocorrem de maneiras diferentes nas diversas regiões”, destacou Costa.
Segundo a publicação, o aspecto que mais influenciou a redução do índice de vulnerabilidade social no país é o que engloba renda e trabalho. Todos os indicadores que envolvem insegurança de renda e precariedade nas relações de trabalho tiveram melhora entre 2000 e 2010, refletindo, de acordo com o estudo, a redução da informalidade, do trabalho infantil e o aumento da ocupação.
“O Brasil fez um esforço de políticas sociais muito grandes. Esse esforço deu resultados e é importante manter as políticas sociais para que a gente continue a avançar e se torne uma sociedade menos injusta e menos desigual”, concluiu o diretor do Ipea.
Já sabemos do que o governo do PT é capaz.
Se nesse governo já houve muita mentira e manipulação de dados, é possível que possa ocorrer outra vez.
Os brasileiros têm que ficar vigilantes.
Do pacote de 46 emendas do Governo do Estado a projetos aprovados pelos deputados, entre 2011 e 2014, oito foram votados na reunião desta terça-feira (1º) pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa. Trinta e seis já haviam sido apreciadas, restando apenas dois vetos para a próxima reunião.
“Estamos concluindo a nossa meta. Só faltam dois vetos serem apreciados em nosso plenário para que essa pauta de vetos seja zerada, conforme o nosso compromisso de dar agilidade na apreciação das matérias que encontramos acumuladas”, disse a presidente da CCJ, deputada Márcia Maia (PSB).
Dos oito vetos relatados pelos deputados, sete foram mantidos e um foi rejeitado pelo plenário da Comissão. Outras três matérias legislativas foram deliberadas na reunião desta terça-feira.
Compareceram à reunião da CCJ, os deputados Galeno Torquato (PSD), Carlos Augusto (PTdoB), Márcia Maia (PSB), José Adécio (DEM) e Kelps Lima (SDD).
Registro na rua Senador Georgino Avelino, em Barro Vermelho, em Natal, esquina com Prudente de Morais, em frente ao Corpo de Bombeiros. Segundo relatos de moradores, toda semana carroceiros enchem a rua de lixo. Sábado a prefeitura recolhe. Logo depois, mais entulho e proliferação de ratos e baratas.
E o pior é que o carroceiro derrama o lixo na presença do funcionário da prefeitura. Já presenciamos algumas vezes esse fato. Outra vez, o caminhão da prefeitura estava parado para iniciar a coleta dos entulhos e o carroceiro derramou um monte de lixo na frente de todos.
Particularmente não vejo nenhum interesse da prefeitura em resolver a questão.
Absurdo !!! Moro perto e não é toda semana, não. Infelizmente todos os dias os carroceiros jogam lixo nesse local. Gostaria de saber se a Prefeitura não pode fazer nada.
Um pai que assistia ao julgamento dos responsáveis pela morte da sua filha de três anos agrediu um dos acusados antes do anúncio da sentença no tribunal de Detroit (EUA), no último dia 28. A própria mãe da vítima era acusada da morte da criança.
Segundo informações do Detroit Free Press, Jamila Gordon morreu em setembro do ano passado após sofrer múltiplas lesões por ação contundente, causados pela própria mãe, Jasmine Gordon, e pelo namorado dela, Clifford Thomas.
No momento do incidente, registrado pela câmera do tribunal, o pai Dwayne Smith estava se preparando para dar uma declaração durante o anúncio da sentença quando se levantou e socou o acusado na nuca.
Três policiais trabalharam para conter os homens. Agredido, o acusado ainda tenta atacar o pai da vítima. A acusada apenas olha ao redor, gritando “Jesus”, enquanto é consolada pelo advogado. Ninguém ficou seriamente ferido.
O pai foi impedido de voltar à sessão, que seguiu normalmente, e não será acusado pela agressão.
A mãe foi condenada a 7 até 15 anos de prisão por homicídio culposo, e 14 a 25 anos por abuso infantil de primeiro grau com cúmplice. Seu parceiro ficará preso por 6 a 15 anos por homicídio culposo, e 1 a 2 anos por resistir à prisão e obstruir o trabalho da polícia.
Arthur Lira (à direita). Foto: Luis Macedo/Agência Câmara
A Polícia Federal sugeriu o afastamento do deputado Arthur Lira (PP-AL) do comando da Comissão de Constituição e Justiça, no relatório que apontou envolvimento dele no esquema de corrupção da Petrobrás, investigado pela Operação Lava Jato. A denúncia deve ser encaminhada nesta quarta-feira, 2, pelo Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os procuradores podem manter ou não a sugestão da PF para que Lira seja afastado do comando da CCJ.
O relatório da PF conclui que há indício de cometimento de crime por ele e pelo pai, o senador Benedito de Lira (PP-AL). Segundo o relatório, ambos receberam vantagens indevidas por obras executadas pela Petrobrás por meio de doações oficiais de campanha e pagamento de dívidas eleitorais. A denúncia de corrupção passiva.
Uma parte do relatório incluindo a recomendação do deputado da CCJ está sob segredo de justiça porque contém informações da delação premiada de Ricardo pessoa.
Arthur de Lira foi eleito em março de 2014 para comandar a principal comissão temática da Câmara pela qual passam todos os projetos que serão discutidos na casa. Na época, ele já era alvo da Lava Jato e acusado de agredir a mulher. O afastamento da CCJ seria necessário porque ele teria usado o cargo para praticar atos ilícitos.
O Programa Estadual de Controle da Dengue da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou hoje os números atualizados da doença no Rio Grande do Norte. De acordo com o relatório, até a semana epidemiológica nº 33, que corresponde aos dados coletados desde o início do ano até 22 de agosto, foram notificados 25.676 casos de dengue em todo o estado, dos quais 5.110 foram confirmados.
O estado se encontra livre da epidemia desde o mês de junho passado, devido à considerável diminuição no número de notificações da doença nas últimas semanas epidemiológicas. Embora a epidemia tenha acabado, a população precisa continuar vigilante e coparticipativa, tomando os cuidados básicos de prevenção. “Temos que manter os reservatórios de água tampados, não acumular lixo em locais inapropriados e manter a lixeira fechada, não deixando água acumulada sobre a laje ou calhas, entre outros”, explica a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Kristiane Fialho.
Pequenos e médios agricultores irrigantes do Vale do Açu iniciaram movimentação provando que não são os grande consumidores de água na região e questionam o uso indiscriminado da água do rio Açu pela empresa Termoaçu.
Já existe na região do vale do rio Açu um movimento dos agricultores que usam água para irrigação e os carcinocultores, que pretende mostrar à população que eles não podem ser considerados como os vilões no consumo da água liberada da barragem Armando Ribeiro Gonçalves.
Os agricultores possuem vários números que comprovam tal situação, baseados na última Resolução da Agência Nacional de Águas (ANA), que impôs o racionamento e uso controlado da água no rio Açu, especialmente no trecho que envolve as cidades de Açu, Itajá, Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Carnaubais, Pednências e Afonso Bezerra.
Os dados comprovam que a Caern é atualmente o maior consumidor de água do rio Açu e que somente as três principais adutoras – Jerônimo Rosado (Mossoró, Assú e Serra do Mel), Sertão Central Cabugi (Angicos a Riachuelo) e Alcanorte (Macau e Guamaré) – captam na barragem um volume de água que atinge a 418.521 metros cúbicos por semana. O que é de grande importância, por ser o consumo humano de prioridade legal número 1.
Comparando somente o Projeto Baixo Açu (Diba), que tem um total de 156 irrigantes (146 pequenos produtores e 10 empresas) e está sendo tachado de forma equivocada como o maior usuário, para atender parcialmente a demanda de água para irrigação, para o abastecimento gratuito de cinco comunidades rurais (cerca de370 famílias), é bombeado 1,7 m3/seg durante quatro dias por semana e por 14 horas nos dias permitidos, o que chega-se ao total de 290.304 metros cúbicos por semana.
Os irrigantes alegam ainda que a água que usam para irrigação nas pequenas e médias propriedades rurais do vale do Açu, abastecem também com água para consumo humano mais de 2,5 mil famílias que vivem e/ou trabalham nessas propriedades, geram mais de 10 mil empregos no vale do Açu e são responsáveis por um faturamento bruto com a produção agrícola de mais de R$ 200 milhões, com estimativa de geração de R$ 22,0 milhões em ICMS na compra de insumos agrícolas.
Segundo os agricultores irrigantes, o grande vilão do consumo de água do rio Açu é a Termoaçu. Eles alegram que se for analisada cada captação da CAERN isoladamente, a Termoaçu é o 2º maior consumidor de água do rio, pois a ANA em sua resolução não inclui a empresa no racionamento. A usina foi tratada como se fosse uma consumidora para abastecimento humano, sendo liberada sua captação para operar todos os dias da semana e durante as 24 horas do dia, um tratamento igual ao da Caern, que diferentemente da termelétrica utiliza a água para fornecer para a população de várias cidades do estado. O volume utilizado pela Termoaçu chega a impressionantes 169.344 metros cúbicos por semana .
A estimativa dos produtores é que somente com a energia elétrica, o faturamento da Termoaçu ultrapasse o valor R$ 129,6 milhões por mês ou R$ 1,5 bilhão por ano, sem contar com o vapor que também é produzido e utilizado pela Petrobras na extração de petróleo. Como a cobrança do ICMS é no consumo e não na geração da energia, ela não gera nenhum centavo de ICMS para o Rio Grande do Norte na produção de energia. Dizem ainda que diferentemente da agricultura irrigada, os empregos gerados pela Termoaçu não chegam a 100 empregos diretos na usina.
Além de provar que não são responsáveis pelo grande volume de água que sai da barragem Armando Ribeiro, os agricultores querem mostrar para a população do estado que é inconcebível que após quatro anos de seca severa e com perspectiva do próximo ano também ser seco, a empresa Termoaçu continue utilizando dois recursos fundamentais para o desenvolvimento do RN: água e gás, e não contribuir de forma significativa para que seja amenizado o problema da falta de água em nosso Estado.
Eis a questão: no caso da Termoaçu, o Rio Grande do Norte entra com o fornecimento de água – que deveria priorizar o consumo humano – e gás, sem receber recursos tributários em troca.
Um grupo de britânicos construiu um drone formado por 54 hélices capaz de levantar voo, mesmo com uma pessoa dentro. Tecnicamente, os drones se caracterizam por não contarem com nenhuma pessoa a bordo, mas o veículo também pode funcionar sozinho.
Batizado de “The Swarm”, o equipamento pesa 148 kg e pode ficar no ar por até 10 minutos com uma única carga. Além das hélices, ele conta com uma estrutura feita em aço, 6 canais de controles e um método de estabilização de voo. Dentro, há um espaço para o piloto e uma espécie de controle, em formato de joystick.
O dispositivo consegue atingir entre 2,5 e 3 metros de altura. Confira o vídeo:
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