Vodca em excesso causou a morte do estudante Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, e deixou outros seis universitários em estado de coma em Bauru, no interior de São Paulo. “O rapaz que morreu bebeu pelo menos 25 copinhos plásticos de vodca e passou mal. O campeão da competição tomou 30 copinhos e está em estado grave”, explicou o delegado Mário Henrique de Oliveira Ramos, de 50 anos, da Central de Polícia Judiciária.
Além de outras bebidas, como cerveja e cachaça servidas à vontade, havia um “torneio” específico para escolher os campeões de consumo de vodca. “Eles bebiam e quem não parava em pé desistia ou continuava”, contou o policial, lembrando que foi servido chá de Boldo “aos que estavam passando mal”. “Não havia qualquer estrutura para socorrer as vítimas”, afirmou.
Dois alunos foram presos em flagrante. “Eles são de duas repúblicas envolvidas na promoção da festa. Nós enviamos ao juiz o pedido de prisão em flagrante por homicídio com dolo eventual”, explicou o delegado. Ele disse também que pelo menos dois mil jovens estavam na festa. “Os preços dos convites variavam e chegavam a até R$ 100, com direito de consumir bebida à vontade”, completou.
Estado grave. Os estudantes Juliana Tibúrcio Gomes, de 19 anos, Gabriela Alves Correa, de 23, e Matheus Pierri Carvalho, cuja idade não foi divulgada, continuam internados em estado grave. Eles estão inconscientes. Juliana e Matheus estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Unimed. Já Gabriela está na UTI do Hospital Estadual.
O Partido dos Trabalhadores é o mais importante do Brasil: comanda a Presidência da República há 12 anos, elegeu a bancada mais numerosa da Câmara dos Deputados e possui o maior número de filiados. Ainda assim, dentre os muitos sinais da decadência recente da sigla estão a falta de renovação de líderes. A cúpula petista na Câmara é o melhor exemplo disso.
Hoje, os três homens mais influentes do Partido dos Trabalhadores na Casa não são figuras respeitadas por sua experiência nem jovens lideranças em ascensão. A elite do PT é composta por nomes oriundos do banco de reservas. O trio é formado por Sibá Machado (AC), o líder do PT, José Guimarães (CE), líder do governo, e Luiz Sérgio (RJ), o relator da CPI da Petrobras.
Sibá chegou à liderança do PT depois de vencer apenas duas eleições na vida. A primeira foi em 2010, também para a Câmara. Até então, ele havia feito carreira em cargos de confiança do partido em seu Estado. Passou uma temporada no Senado durante o governo Lula porque era suplente de Marina Silva, escolhida como ministra do Meio Ambiente. Dentre seus momentos mais marcantes, está sua renúncia à presidência do Conselho de Ética exatamente quando o colegiado se preparava para julgar o pedido de cassação contra Renan Calheiros (PMDB-AL).
Quem passou o bastão para Sibá foi outro nome que, até pouco tempo atrás, fazia parte do segundo time da bancada: Vicentinho (SP). Embora tenha uma carreira mais longa do que dos três acima, o deputado nunca foi um líder entre seus pares. Seu histórico diz tudo. No auge da crise do mensalão, por exemplo, Vicentinho subiu à tribuna para acusar o colega Pauderney Avelino (DEM-AM) de racismo. O deputado amazonense havia usado as expressões “noite negra” e “denegrir”. “Não podemos permitir que determinadas palavras desqualifiquem uma raça”, argumentou o petista.
Há dez anos, José Guimarães era um deputado estadual quando seu principal assessor foi preso em um aeroporto com dinheiro na cueca. O líder petista tem outra peculiaridade: é irmão de José Genoino, um dos nomes fortes do PT no Congresso que acabou alijado do poder após o mensalão.
Já o fluminense Luiz Sérgio chegou à Câmara há 16 anos, mas ainda não conseguiu ver um de seus projetos aprovado. Uma das poucas virtudes políticas do ex-carregador de malas do mensaleiro José Dirceu é a capacidade de cumprir ordens sem se queixar – é apelidado de “garçom, aquele que só anota pedidos –, o que explica sua passagem malsucedida pela Secretaria de Relações Institucionais, seu rebaixamento para o Ministério da Pesca e, agora, a escolha de seu nome para comandar as investigações na CPI mais temida pelo governo.
A falta de renovação e a ausência de peso político na linha de frente do PT na Câmara tem mais de uma explicação.O natural e constante processo de substituição de lideranças foi prejudicado por casos de corrupção que derrubaram figuras como Antonio Palocci, José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha. Dois nomes que emergiram no período pós-mensalão também caíram em desgraça: Cândido Vacarezza, que foi líder do governo na Câmara, e André Vargas, que chegou a ser vice-presidente da Casa, foram varridos por causa de seu envolvimento com personagens do petrolão.
Dos seis líderes mais importantes da Câmara, Sibá é o mais velho. Guimarães é o segundo. O deputado acreano tem 57 anos; o colega cearense, 56. A oposição, por exemplo, tem como líder o jovem Bruno Araújo, de 43 anos. No PMDB, o escolhido foi Jorge Picciani, de apenas 34 anos. O do DEM é Mendonça Filho, com 48. O do PSD, Rogério Rosso, com 46. O do PSB, Fernando Coelho Filho, 31. O do PP, Eduardo da Fonte, 43. O líder do PSDB, Carlos Sampaio, é o mais experiente: tem 52 anos
Os três deputados do PT que se destacam pela experiência e desfrutam de algum respeito entre os colegas foram parar em segundo plano. Arlindo Chinaglia (SP) perdeu a disputa pela Presidência da Câmara depois de uma articulação atrapalhada do governo. Henrique Fontana (RS) deixou a liderança do governo porque o novo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), se recusava a negociar com ele. Marco Maia (RS) recusou a relatoria da CPI da Petrobras por falta de disposição para exercer uma função tão desgastante.
A falta de figuras de destaque parece atingir também a cúpula do governo. Os três ministros mais importantes do entorno da presidente Dilma acumularam derrotas nos dois primeiros meses do segundo mandato. Aloizio Mercadante, da Casa Civil, Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral, e Pepe Vargas, de Relações Institucionais, estão entre as poucas pessoas com acesso direto à chefe do Executivo. Caberia a eles tocar o dia a dia do governo, especialmente o relacionamento com o Congresso e a sociedade. O que se viu até agora, entretanto, foi uma articulação política débil, que conseguiu não só perder a eleição para a Presidência da Câmara ainda no primeiro turno como irritar o presidente eleito, Eduardo Cunha, e desmoralizar um dos poucos quadros graduados do PT na Casa, Arlindo Chinaglia.
Até mesmo os caminhoneiros conseguiram deixar o governo na berlinda nesta semana, depois que o Executivo fechou um acordo fictício com entidades que não representavam o movimento grevista. E não há muitos sinais de que a sorte do PT e do governo será muito diferente nos próximos meses.
Agripino foi sócio de empreiteira da Lava Jato?
Denunciado pelo Ministério Público por receber R$ 1 milhão em propina, senador José Agripino Maia (DEM-RN) foi sócio cotista da EIT até agosto de 2008; segundo a revista Istoé, nas eleições de 2010, o parlamentar também recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira.
No próximo dia 26 o Domingão do Faustão completará 26 anos no ar. Já foram exibidos mais de 1500 episódios, tornando-o uma das atrações mais longevas em seis décadas de TV no Brasil.
Fausto Silva é o apresentador mais poderoso da Globo. Possui autonomia total na realização de seu programa: define pautas, contrata e demite profissionais, fecha ele mesmo os acordos milionários de publicidade.
Considerado exímio nos negócios, Faustão tem o maior salário entre os artistas da emissora. Em meses com mais ações de merchandising chega a receber 5 milhões de reais. Está entre os mais bem pagos do planeta.
Uma comparação de valores: o apresentador melhor remunerado da televisão portuguesa, Manuel Luis Goucha, que comanda um talk-show e apresenta a versão local do MasterChef no canal TVI, fatura mensalmente ‘apenas’ 60 mil euros, aproximadamente 190 mil reais — 26 vezes menos que Faustão.
Vamos à TV americana: Fausto Silva está no mesmo páreo que Jon Stewart, do The Daily Show, e David Letterman, do Late Show, em relação aos ganhos anuais, somando salário e cachês de publicidade.
Controle total
Ao maioria dos apresentadores não se envolve com a produção de seu programa, limitando-se à atuação na frente das câmeras.
Faustão gosta de ser também um homem de bastidores. Tem controle absoluto sobre os detalhes da engrenagem que faz o Domingão acontecer.
Inclusive os contratos milionários de anúncios e merchans, acertados entre o apresentador e seus interlocutores (donos e presidentes de empresas, diretores de marketing, publicitários) nas mesas de alguns dos melhores restaurantes de São Paulo.
O Domingão sofre com a instabilidade de audiência que afeta a TV aberta. Raramente chega aos 15 pontos na média de ibope. Mas os índices são suficientes para mantê-lo na liderança isolada.
Amado por uma parte do público e detestado por outra, Faustão não tem ameaça iminente ao seu reinado. A cúpula da Globo não consegue detectar um substituto para o seu posto. Perto de completar 65 anos, o apresentador parece distante do projeto de aposentadoria.
Uma canção do grupo Titãs, sucesso nos anos 1980 já dizia: “A televisão me deixou burro demais”. Hoje, já no ano 2000, podemos constatar três coisas. A primeira é que a letra da música continua bem atual. A segunda é que aquela geração era bem mais inteligente e criativa do que a de hoje. E a terceira é que a televisão continua deixando muita gente burra demais.
– NÊGGO TOM
Faltando pouco mais de 500 dias para o início da Olimpíada de 2016, organizadores do evento convivem com um problema conhecido pelos responsáveis pela Copa do Mundo de 2014: as obras de algumas arenas olímpicas atrasaram. E o COI (Comitê Olímpico Internacional) está, agora, preocupado com a realização de eventos-testes nesses espaços, da mesma forma que Fifa ficou quando o Brasil preparava-se para a Copa das Confederações, em 2013.
Membros do comitê olímpico encerraram na semana passada sua oitava inspeção aos preparativos do Rio para os Jogos Olímpicos de 2016. Afirmaram que a capital fluminense está caminhando bem para a realização da Olimpíada. Revelaram, porém, estar atentos ao ritmo da construção do velódromo, do campo de golfe e a reforma do centro de hipismo justamente por causa dos testes para Rio-2016.
O evento-teste de golfe está marcado para novembro de 2015. A construção do espaço, no entanto, só será concluída no segundo trimestre de 2016.
A reforma do centro de hipismo do Parque de Deodoro também só deve terminar no segundo trimestre de 2016. Acontece que, em agosto de 2015, cavaleiros já estarão testando o espaço para a Rio-2016.
Já o velódromo, cuja construção está visivelmente atrasada, tem entrega programada para o final de 2015. Já em março de 2016, ele terá que estar apto a receber um evento-teste de ciclismo para a Olimpíada.
“Os atletas precisam competir numa boa situação antes mesmo da Olimpíada”, cobrou a presidente da Comissão de Coordenação do COI para a Olimpíada de 2016, Nawal El Moutawakel, ratificando a preocupação do comitê olímpico com os eventos-testes dos Jogos.
Nawal esteve no Rio por sete dias. Concedeu uma entrevista sobre os preparativos para a Olimpíada na quarta-feira.
Um feto foi encontrado por um comerciante na manhã deste domingo, 01, por volta das 11h na Rua Açu, bairro Petrópolis, Zona Leste de Natal.
De acordo com o Soldado Mendes, do 1º batalhão da Polícia Militar, um homem foi fazer a limpeza em seu estabelecimento que já funcionou há cerca de quatro meses como laboratório. Quando ele entrou no local se deparou com o feto dentro de um recipiente com formol. “O senhor acha que o pessoal esqueceu o feto quando deixaram o local. Mas isso já faz meses”, disse o soldado.
Ainda segundo o policial, é possível que o feto estivesse no local para estudo. Peritos do ITEP foram acionados para fazer a remoção até a sede do órgão na Ribeira.
A Williams mais uma vez parou para almoçar na liderança dos testes da F1 em Barcelona. Valtteri Bottas, com pneus supermacios, cravou 1min23s063 na manhã deste domingo (1) para assumir a primeira colocação no último dia de treinamentos da pré-temporada.
Bottas seguiu programação semelhante à de Massa, que também com os supermacios liderou a manhã de sábado. O tempo do brasileiro havia sido 0s2 mais alto que o do colega.
Pertinho da bandeirada de chegada, Sebastian Vettel tratou de atrair os olhares colocar os compostos mais moles da Pirelli e anotar a melhor primeira parcial do dia. Entretanto, os tempos no segundo e no terceiro setores não foram suficientes para desbancar o finlandês. Vettel passou pela linha de chegada após 1min23s469.
Felipe Nasr, mais um a usar os compostos de risca vermelha, foi o terceiro mais veloz, marcando 1min24s023. A Sauber, outra vez, mostrou confiabilidade e permitiu a Nasr passar das 70 voltas. Nico Rosberg, quinto colocado com a Mercedes, também andou bastante e superou a casa dos 60 giros.
A decepção da manhã foi a McLaren, que deu as caras a menos de dez minutos do fim da manhã, complicando ainda mais a sua delicada situação. A equipe informou que estava com dificuldades na preparação do carro e por isso atrasaria a entrada na pista. A duas semanas do GP da Austrália, o time não sabe como o MP4-30 vai se comportar em uma condição de corrida, visto que ainda não fez uma simulação disso na pista nos testes.
A Red Bull também tem problemas: Daniel Ricciardo estava saindo dos boxes para sua 11ª volta quando o ERS do seu carro falhou e o deixou parado no fim da reta dos boxes. Ele não andou mais desde então.
Repreendido pela presidente Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já admitia a pessoas próximas, na noite de sexta-feira, ter sido infeliz na escolha de algumas expressões durante a coletiva de imprensa em que anunciou as medidas de ajuste que anularam na prática a desoneração da folha de pagamento para as empresas. Na entrevista, ele classificou de “grosseira” a desoneração e afirmou que “essa brincadeira nos custa R$ 25 bilhões por ano”. A presidente Dilma Rousseff disse, neste sábado, no Uruguai que Levy foi infeliz ao usar o adjetivo.
— Usei demais de coloquialismo — comentou o ministro com assessores, em uma avaliação após a entrevista, onde ele admitiu que as frases foram ruins.
Em conversa com assessores, Levy disse acreditar que as medidas anunciadas “não são para revogar o passado e sim para construir o futuro”.
Há uma expectativa que o Ministério da Fazenda divulgue sobre as declarações do ministro, mas ainda não há confirmação.
Críticas públicas da presidente Dilma Rousseff aos seus ministros e assessores não são novidade no seu governo, nem mesmo na equipe econômica. No começo de janeiro, com apenas um dia no cargo, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, levou uma bronca da presidente e por ordem de Dilma divulgou nota em que afirmava que “a proposta de valorização do salário mínimo, a partir de 2016, seguirá a regra de reajuste atualmente vigente”.
Naquele dia, depois de ler os jornais na praia, na base naval de Aratu, na Bahia, onde descansava, a presidente ficou bastante irritada com a repercussão das declarações de Barbosa do dia anterior sobre a mudança na regra de reajuste do salário mínimo e mandou o ministro divulgar uma nota desmentindo as afirmações.
A criação da Previdência Complementar é uma solução urgente para resolver o problema da aposentadoria dos servidores públicos do Rio Grande do Norte no futuro. Essa é a visão do vice-governador Fábio Dantas. Em entrevista à Tribuna do Norte, Dantas assinala, ainda, que o maior problema do governo estadual é financeiro e que isso limita a adoção dos planos e projetos e o obriga a fazer escolhas. E propõe que a saída está na ampliação da arrecadação, com a criação de mais contribuintes e na atração de investimentos.
Para o vice-governador, a questão da Previdência dos servidores públicos precisa ser discutida com a toda a sociedade. Segundo ele, não é possível pensar apenas no presente, mas no futuro, a fim de se encontrar uma forma de garantir o pagamento de aposentadorias. Ele lembra que os servidores do Supremo Tribunal Federal eram, inicialmente contrários à criação da Previdência Complementar, e hoje são os maiores adeptos.
Fábio Dantas defendeu a unificação dos fundos de previdência no Estado, dizendo que isso permitiu que os 104 mil servidores ativos e inativos passassem a ser beneficiados pelo fundo que é superavitário. No cenário anterior à unificação, 90 mil servidores não eram beneficiados, pagando a conta pela falta de recursos para pagamento das aposentadorias e pensões.
O vice-governador comentou ainda o fato de o Ministério da Previdência não ter emitido o certificado de regularização previdência (CRP) para o Rio Grande do Norte. Disse que se tiver ocorrido por conta de pendências, elas devem ser sanadas. Se foi por conta da unificação dos fundos de previdências, o Estado deve ingressar com mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal para obter o certificado, pois já há jurisprudência garantindo o direito do Estado.
Convidado a avaliar os primeiros cinquenta dias do governo Robinson Faria, Fábio Dantas alega que são tantos os problemas e tantas as demandas que o dia está ficando pequeno. Para ele, era necessário que o dia tivesse 72 horas. E os problemas financeiros respondem pela maior dos desafios a serem enfrentados.
Na hora que criar a previdencia complementar, novos servidores contribuiram para um fundo ou conta especifica. Ou seja, nao entrará dinheiro novo, no fundo ja existente, advindo de novos servidores. Aumentara no curto prazo a demanda para o governo cobrir.
Em Portalegre, o 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM) realizou uma operação integrada com policiais rodoviários estaduais a fim de coibir ações delituosas na região. Na ocasião foram abordados 63 veículos (15 carros e 48 motos) e seus respectivos condutores. Uma pessoa foi conduzida à Delegacia por embriaguez, onde foi feito o auto de constatação, 13 autuações foram realizadas e 8 motos recolhidas ao pátio do 4º Distrito de Polícia Rodoviário Estadual (4º DPRE).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki negou na noite desta sexta-feira um pedido feito pelo líder da bancada do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio, para barrar a extensão da cota de passagens aéreas para cônjuges de parlamentares. Nesta quarta-feira, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados havia aprovado um pacote de bondades para os parlamentares, que incluía o reajuste na cota destinada para a renumeração de funcionários, manutenção dos gabinetes e auxílio moradia, e o custeio da viagem de maridos e esposas dos deputados para Brasília.
Na liminar, o deputado tucano argumentou que as medidas deveriam ter sido aprovadas em plenário e não por decisão única da cúpula da Casa. Segundo ele, o próprio Regimento Interno da Câmara diz que modificações como essas deveriam ser feitas por meio de resolução, sob consulta dos demais parlamentares. Apesar de negar o pedido, o ministro requisitou mais informações à Mesa Diretora e ainda pode rever a sua decisão.
A liberação das passagens para os cônjuges dos parlamentares foi uma reivindicação feita diretamente ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando ele ainda concorria ao comando da Casa, pelas mulheres dos deputados. Atualmente, apenas deputados e assessores têm direito a viajar com as passagens custeadas pela cota parlamentar, que pode chegar a 44.941 reais mensais para o Estado mais distante de Brasília – os valores são calculados conforme a distância entre a base do parlamentar e a capital federal. Os parceiros somente vão poder viajar utilizando verba pública no trajeto entre o Estado onde moram e Brasília.
Por isso acredito em nosso STF e na sua isenção, impessoalidade e moralidade.
Um brinde as passagens para as mulheres dos Deputados e para os auxílios moradia, PAE e outras excrecências inventadas por esses deuses da justiça, honestidade e imparcialidade.
Um brinde também para essa matéria que não tem nada haver com a manchete de chamada…
O pior é que a população,mesmo a mais ignorante,já não acredita mais nesses podres poderes da republiqueta de bananas que transformaram o brasilllllllll!!!!!
Policiais militares do 12º Batalhão de Policia Militar (12º BPM) apreenderam, na tarde deste sábado (28), durante um patrulhamento de rotina, na rua General Péricles, na comunidade de Pirichill, no bairro São Manoel, em Mossoró, 48 pedras de crack, dois tabletes de maconha, uma espingarda de pressão e uma munição de revolver 32. Todo o material foi encontrado nas proximidades de uma residência naquela localidade e conduzido à Delegacia de Plantão de Mossoró. A PM está em diligências para localizar o infrator, proprietário do material.
Dr. Rey se envolveu em uma briga complicada na noite da última sexta-feira (27), em um bar em Campina Grande, na Paraíba, com direito à agressões gravadas em vídeo pelos clientes presentes no local.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e, neste sábado (28), o médico e apresentador usou o Instagram para dar sua versão do caso. “Essa é uma doutora na plástica, nós estávamos falando sobre ela trabalhar comigo. Ela tinha nada a ver com o bêbado universitário que agarrou meu pênis e testículos. Não toquei ela, só abraço e beijo social!”, postou na legenda de uma foto em que abraça uma mulher.
Nos vídeos que circulam na Internet, ele aparece visivelmente alterado e discutindo com algumas pessoas. A confusão se generalizou e até cadeiras foram arremessadas.
A Operação Lava Jato, que investiga a corrupção dentro da Petrobras e fez desabar o valor da companhia, colocando em xeque as relações entre diretores indicados por partidos políticos e empreiteiras contratadas, chegou em péssima hora para o Rio Grande do Norte. É o que informa reportagem publicada pelo jornal Tribuna do Norte neste domingo, 1 de março.
De acordo com a TN, a produção de petróleo no Rio Grande do Norte, que já vinha em movimento descendente, poderá sofrer ainda mais com a revisão dos contratos da empresa com algumas das maiores empreiteiras do País.
A produção de petróleo nos chamados “campos maduros”, que exige investimentos e maior manutenção, já vinha sendo feita em segundo plano, porque a Petrobras vinha priorizando os contratos de exploração na camada do pré-sal. Em 2013, a companhia chegou a anunciar um plano de investimentos da ordem de 1,8 bilhão de reais até 2018 nos 82 campos de produção do RN. Plano que poderá sofrer alteração em razão das consequências administrativas e financeiras da operação Lava Jato.
Nas contas do Sindicato dos Petroleiros, a redução de investimentos por parte da Petrobras já produziu a demissão de mais de 4 mil empregados de empresas terceirizadas. Outros 250 homens foram desclocados para outros estados num processo de realocação de equipe e 350 assinaram a demissão voluntária sem ser reaproveitados em outras empresas.
Para completar o quadro não muito animador, a Petrobras reduziu sua participação em consórcios que exploram dois campos de produção em águas profundas na bacia potiguar.
Tudo isso somado, significa que que as autoridades do Rio Grande do Norte que tem prestigio junto ao governo federal terão que se mexer para brigar por investimentos da Petrobras e pelo menos tentar manter o nível de produção e de oferta de empregos no Estado.
Os dias que antecedem a apresentação dos inquéritos contra políticos citados no esquema de corrupção da Petrobras foram de trabalho por parte dos acusadores, a Procuradoria-Geral da República, e tensão dos parlamentares, no Congresso Nacional. Neste fim de semana, procuradores da República que elaboraram as peças contra autoridades citadas na Lava Jato se dedicam a reler todo material, elaborado com base nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa.
Os oito procuradores que integram o grupo de trabalho coordenado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tentam concluir o trabalho para que o material chegue ao Supremo Tribunal Federal – no caso de parlamentares – e ao Superior Tribunal de Justiça – no caso de governadores – até quarta-feira. Checam todas as peças para que não haja nenhuma incoerência entre os casos, já que todos estão interligados.
O procedimento habitual do procurador-geral da República é de avisar políticos investigados antes de solicitar as investigações ao Supremo, para que os parlamentares não sejam “intimados” por notícias veiculadas na imprensa. Contudo, ainda não se sabe se o procurador adotará o mesmo hábito nos casos relativos à Lava Jato.
Mas essa mera possibilidade despertou no meio político nesta semana um sentimento batizado por alguns de “tensão pré-Janot”. O motivo é que dezenas de nomes de parlamentares apareceram nos depoimentos dos delatores, entre eles os dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que negam as acusações.
Conforme revelou a reportagem em dezembro, só na lista de Costa são ao menos 28 políticos mencionados. Assim, o clima nos últimos dias foi de apreensão nos corredores do Congresso. No café dentro do plenário da Câmara e do Senado, tradicional área em que os parlamentares se reúnem durante as sessões, todos especulavam quem apareceria na lista de Janot e, em um movimento inverso ao corriqueiro, abordavam jornalistas na expectativa de conseguir a confirmação dos nomes antecipadamente. “Sabe algum nome?”, “Sabe dizer se alguém já foi procurado?”, perguntavam aos repórteres.
Para aliviar a tensão, alguns faziam piada com a previsão de telefonemas, cartas ou e-mails da Procuradoria-Geral antecipando alguma a notícia. “Oficial de Justiça vai ter que entrar aqui com segurança”, brincou um deputado. “Essa história de telefonar não vai dar certo porque vão começar a passar trote e aí vai ter muito cara enfartando”, disse outro.
A lista também é esperada para definir os rumos da CPI criada na Câmara para apurar o esquema de corrupção na Petrobras.
A ansiedade pela lista também adentrou o Palácio do Planalto, mas em um grau menor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em janeiro passado, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda para combater a lavagem de dinheiro, recebeu uma planilha com informações de 342 nomes de clientes brasileiros do private bank do HSBC, na Suíça. A amostra foi extraída de um arsenal de quase oito mil nomes de brasileiros que aparecem no SwissLeaks, como está sendo chamado o maior escândalo de vazamentos de dados financeiros da história. Os dados estão sendo debulhados há meses pelo diário francês Le Monde, em conjunto com o ICIJ, consórcio internacional de jornalistas investigativos, e só agora começam a aparecer.
Ao cruzar os nomes recebidos com sua própria base de dados, o Coaf constatou que 60 deles já haviam aparecido nos radares de controle em 1.246 operações. Dentre os clientes, 15 já haviam sido objeto de alerta anterior por causa de suas movimentações financeiras no exterior. Com esses achados, o Coaf enviou à Receita Federal um relatório de inteligência financeira de caráter sigiloso. Obtido pela ISTOÉ DINHEIRO, o documento contém uma análise técnica do histórico de operações de cada cliente, com a quantidade de comunicações e o motivo do alerta.
Alguns nomes foram considerados muito suspeitos. Outros, nem tanto. Dentre os clientes do serviço de grandes fortunas do HSBC destacados pelo Coaf estão o megainvestidor Lírio Parisotto, dono da Videolar e acionista de grandes companhias como Usiminas, Eternit e Banco do Brasil, e os empresários Ricardo Steinbruch e Jacks Rabinovich, dos grupos Fibra e Vicunha. Nos três casos, o próprio órgão considerou que se trata de pessoas com movimentações compatíveis com o seu perfil econômico e, por conta disso, já apareciam em outros relatórios de forma secundária.
Sandra Maria da Conceição, de 42 anos de idade, foi morta no final da tarde de ontem, 28, com um disparo de espingarda calibre 12 durante uma confusão envolvendo sua irmã e o esposo, conhecido como Aldivan Frutuoso, que se encontra foragido da policia local.
Segundo informações, Aldivan chegou ao local com a arma para matar a esposa, que é irmã de Sandra, e ela teria tentado apaziguar a situação, mas foi baleada nas costas e morreu na hora.
A principal envolvida na confusão, que é irmã da vítima fatal, nada sofreu.
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