O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB), recebeu a visita do presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, na manhã desta segunda-feira (2). Na audiência, o presidente da Federação entregou um documento em que trata da parceria entre a Fecomércio e o legislativo potiguar.
Ezequiel reafirmou a parceria entre a Assembleia e a Fecomércio. “Vamos defender os projetos e ações de interesse do comércio, serviço e turismo potiguar aqui na Casa que beneficiem o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, destacou o presidente.
Entre os projetos de parceria está a criação do projeto cultural “Domingo Melhor”, entre a entidade e a Assembleia com apresentações artísticas e de oficinas de artesanato e gastronomia. A ideia é que o projeto seja realizado no último domingo do mês na praça 7 de Setembro, em frente a Assembleia Legislativa do RN.
Outra novidade é a parceria entre a Fecomércio e a TV Assembleia na criação de um programa semanal de economia.
Participaram também do encontro, o assessor especial da presidência da Fecomércio, Laumir Barreto, o deputado estadual Hermano Morais (PMDB) e o diretor da TV Assembleia, Bruno Giovanni.
“Melhor morrer de vodca do que de tédio”. A frase está publicada como uma das “citações favoritas” na página do Facebook do estudante Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, que morreu, no último sábado, depois de consumir de 25 a 30 doses de vodca durante uma festa da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita (Unesp).
Na ocasião, em Bauru, interior de São Paulo, o aluno participava de uma disputa com outros universitários para ver quem era capaz de beber mais. Três estudantes foram hospitalizados e continuariam em estado grave. Entre eles, duas mulheres.
Um vídeo divulgado nesta segunda-feira mostra alunos sentados a uma mesa. “É um shot por minuto”, diz um participante, deixando clara a principal regra da competição, chamada de “maratoma”. Ninguém poderia passar mal, ou estaria eliminado. Nas imagens é possível perceber outras pessoas incentivando Humberto aos gritos de “Au au au, Lombainha é um animal”, referindo-se ao apelido do universitário, Lombada. Em seguida, o aluno comemora a “vitória”.
Parentes e amigos de Humberto trocaram suas fotos de perfil do Facebook para a imagem de uma fita preta, indicando o luto, para homenagear o estudante. O irmão, Henrique Moura Fonseca, publicou uma foto antiga ao lado do rapaz e um recado emocionado.
“Não tenho palavras para falar a falta que você fará em nossas vidas, ainda mais porque quem era bom com as palavras era você. Te amo, meu irmão”, escreveu Henrique na rede social.
Ele também recebeu o carinho e o consolo dos amigos, que referem a Humberto como uma pessoa “alegre”.
“Seu irmão era uma das pessoas mais alegres que já conheci! Força pra você e sua família”, disse um internauta.
O Juiz Federal Marco Bruno Miranda, diretor da Escola de Magistratura Federal no Rio Grande do Norte, será um dos palestrantes do “Colóquio de Direito Luso Brasileiro sobre o Direito Fundamental a Política de Saúde Pública”. O evento acontecerá no próximo dia 10, na Universidade de Lisboa.
O magistrado ministrará palestra com o tema: “Judicialização das políticas públicas e demandas repetitivas: o impacto na gestão dos conflitos com a administração da saúde”.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira a primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2015. Os jogos serão realizados no fim de semana de 9 e 10 de maio.
Atual campeão, o Cruzeiro estreia em casa contra o Corinthians. O Flamengo enfrenta o São Paulo, no Morumbi, o Fluminense recebe o Joinville e o Vasco, de volta à Série A, joga em casa contra o Goiás.
A Polícia Rodoviária Federal confirmou um acidente trágico no início da tarde desta segunda-feira(02) na BR-226, próximo a entrada do Povoado Cruz no município de Currais Novos na região do Seridó. Informações dão conta da colisão de um veículo modelo GM/Classic de com placas de Lagoa Nova/RN e um Fiat Strada com placas de Natal. Na ocasião, quatro pessoas morreram – dois automóveis, e três ficaram gravemente feridas.
A oposição protocolou na manhã desta segunda-feira 81 pedidos para convocação e quebra de sigilos na CPI da Petrobras da Câmara. Os requerimentos são analisados pela comissão pela ordem de entrega, por isso houve uma corrida dos partidos para garantir os primeiros lugares.
O PSDB protocolou 57 requerimentos, o PPS 24. Os dois partidos entraram com pedido para criação de subrelatorias. Os tucanos pedem à 13ª Vara Federal do Paraná cópia integral do processo da operação Lava-Jato, solicitam também que o Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministério da Justiça e o Ministério Público Federal (MPF) compartilhem informações sobre as investigações do esquema de corrupção na Petrobras.
Entre os requerimentos estão o de convocação para ouvir o ex-ministro José Dirceu, o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, ex-ministro Antonio Palocci, o senador Fernando Collor (PTB-AL), o ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco e o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque.
A oposição também quer que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, explique porque se encontrou com advogados das empreiteiras investigadas na operação Lava-Jato
O depoimento de Pedro Barusco, segundo requerimento da deputada federal Eliziane Gama (PPS-MA), “é de extrema importância para a CPI”. Barusco foi braço direito de Renato Duque e chegou ao cargo por indicação de José Dirceu.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou, na manhã desta segunda-feira, que os clubes que atrasarem salários para os seus jogadores poderão perder pontos nos campeonatos. A medida é a mesma utilizada na Federação Paulista de Futebol, criticada por jogadores.
De acordo com o presidente do Vasco, Eurico Miranda, a regra é um passo importante para que os times parem de fazer loucuras com contratações.
“Foi aprovado que os times vão perder pontos se não tiverem em dia com os salários dos jogadores. Isso só serve pra questões trabalhistas e atuais, não do passado. Acho esse um passo importante. Os clubes têm de parar com aquela coisa de assumir compromissos que não conseguem dar conta”, afirmou o cartola.
A questão, no entanto, é que para um clube ser punido, o próprio jogador é quem tem de denunciá-lo para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
“Bom, o cara que não denuncia quem faz mal a ele… Ele tem de denunciar. É assim que vai funcionar. Pega o da FPF e copia para a CBF”, completou.
Rua ao lado do Hiper BomPreço, na Avenida Diocesana, em Mossoró,e estacionamento na Universidade Potiguar – UNP alagados nesta segunda-feira, 3 chuvosa.
A produção brasileira de cerveja caiu 6,6% em fevereiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), da Receita Federal. No mês passado, a fabricação nacional da bebida totalizou 1,149 bilhão de litros.
No acumulado dos dois primeiros meses de 2015, a produção de cerveja brasileira registra queda de 2,9% ante o mesmo período de 2014. Em janeiro e fevereiro desse ano, o total produzido chega a 2,452 bilhões de litros.
Refrigerantes
A produção de refrigerantes também teve retração em fevereiro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a fabricação da bebida caiu 10,8%, chegando a 1,176 bilhão de litros. Nos dois meses de 2015, a produção de refrigerantes acumula queda de 5%, somando 2,543 bilhões de litros.
O pessimismo quanto à inflação em 2015 aumentou segundo pesquisa realizada pelo BC (Banco Central) entre economistas e instituições financeiras. O centro das previsões é de que o IPCA, a inflação oficial, chegue a 7,47% ao final do ano –na semana passada, a previsão era de 7,33%.
Foi mantida para 2016 a previsão de inflação de 5,5%, abaixo do teto legal de 6,5%. Os dados são do Boletim Focus do BC, divulgado nesta segunda-feira (2).
Também em relação ao PIB, as expectativas pioraram. A previsão é de que ele varie -0,58% em 2015, quando há uma semana a expectativa era de -0,5% de variação. Foi mantida a previsão de que a economia voltará a se recuperar em 2016, quando deverá ter crescimento de 1,5%.
A previsão quanto à taxa de câmbio também é de aumento maior. Há uma semana, previa-se que ela fecharia em R$ 2,90 ao final de 2015. Agora, a previsão é de que fechará em R$ 2,91, próximo ao patamar que a moeda tem mantido. Em 2016, manteve-se a previsão de que o aumento continuará e chegará a R$ 3.
Projeto de Lei de autoria do deputado George Soares (PR) apresentado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa assegura reserva mínima percentual de 5% das vagas de trabalho na área da construção civil para as mulheres, em editais de licitação e contratos diretos para obras públicas.
“Atualmente, a mulher brasileira ocupa grande parcela do mercado de trabalho, sendo muitas vezes a provedora da família. Por conta disso é necessário que se aumentem as oportunidades de empregos onde as pessoas do sexo feminino possam atuar. Daí a necessidade de se reservar vagas para mulheres, aumentando a possibilidade de ocupação das mesmas, principalmente em áreas onde o emprego feminino é meramente residual”, argumenta o deputado.
George Soares justificou ainda que a construção civil ainda se configura como tabu, já que são poucas as mulheres empregadas na área que não fazem parte da equipe de limpeza ou administrativa. Por isso, o projeto prevê que o percentual exigido deva contemplar os cargos operacionais, evitando assim a alocação das mulheres para outras funções.
O paragrafo único do artigo 1º do projeto do deputado George Soares diz que “não se entendem como empregos na área de construção civil, para feitos desta lei, os cargos na área de limpeza, faxina e afins, bem como as vagas na área administrativa. Entendem-se sim, como empregos na área de construção civil, para efeitos desta lei, os cargos na área operacional”.
A Vale foi responsabilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego por submeter 309 pessoas a trabalho análogo ao de escravo em Itabirito, Minas Gerais. Segundo auditores fiscais, motoristas eram submetidos a jornadas exaustivas e a condições degradantes e foram vítimas de fraude, promessas enganosas e ameaças. Eles também não podiam usar o banheiro e tinham que trazer água de casa.
Questionada, a Vale afirma que uma empresa terceirizada é a responsável pelos trabalhadores. A matéria é de Ana Aranha, da Repórter Brasil:
Ela é a maior produtora de minério de ferro do mundo, está presente em cinco continentes e é a maior exportadora do Brasil. Apesar do vigor internacional, a Vale economizou na faxina do banheiro dos funcionários responsáveis pela retirada do minério de ferro das minas de Minas Gerais. O ar empesteado e as fezes espalhadas no chão foram apenas o primeiro sinal, quando a equipe do Ministério do Trabalho e Emprego começou a fiscalização, de que eram graves os problemas trabalhistas na Mina do Pico. Ao final do primeiro dia de inspeção, o canteiro foi interditado e a Vale responsabilizada por submeter 309 pessoas ao trabalho análogo ao de escravo.
O ambiente era “repugnante”, nas palavras dos auditores fiscais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais. A inspeção, que teve início no dia 2 de fevereiro, autuou a empresa por 32 infrações trabalhistas.
As vítimas eram motoristas que levavam o minério de ferro pela estrada particular da Vale que liga duas minas em Itabirito. Embora fossem empregados por uma empresa subcontratada, a Ouro Verde, os auditores consideraram a terceirização como ilícita e responsabilizaram a Vale.
Procurada pela reportagem, a mineradora encaminhou nota apresentando a Ouro Verde como única responsável pelas infrações: “A Vale informa que a empresa contratada, Ouro Verde, teve seu canteiro de obras inspecionado pelo Ministério do Trabalho, quando foram definidas adequações no local necessárias e relacionadas à legislação de saúde e segurança. A contratada foi formal e imediatamente notificada pela Vale a providenciar essas adequações”.
Mas os órgãos fiscalizadores têm uma visão diferente: “A Vale sabia de tudo e deixou correr solto. Temos um relatório em que eles detectam e registram mais de 30 inconformidades nessa terceirizada”, diz o auditor fiscal Marcelo Campos, coordenador do Projeto de Combate ao Trabalho Análogo ao de Escravo em Minas Gerais e responsável pela ação.
“A Vale é a responsável por esses motoristas, não há dúvida disso”, afirma a procuradora Adriana Augusta de Moura Souza, que abriu um inquérito no Ministério Público do Trabalho para investigar a caracterização de trabalho escravo. Ela lembra que, em 2013, uma sentença judicial já proibia a Vale de terceirizar os motoristas internos. “A sentença é clara, o juiz cita expressamente a questão do transporte como atividade que não pode ser terceirizada”, diz a procuradora. Além desse, há diversos outros casos em que a justiça vedou a terceirização.
A Vale contesta essa sentença e se recusa em assumir a contratação dos trabalhadores. A multa acumulada pela “desobediência” está em R$ 7 milhões – equivalente a menos de 1% do lucro da empresa em 2014.
Apesar da dor de cabeça com a justiça, essa ainda parece ser a solução que apresenta o melhor negócio para a empresa. Segundo levantamento da procuradora do MPT, mais de 50% das atividades realizadas dentro do complexo minerário da Vale são terceirizadas, da implosão de rochas ao transporte. Quanto mais a empresa terceiriza, observa a procuradora, piores são as condições ofertadas aos trabalhadores.
Jornada exaustiva, sem água e sem banheiro – Devido ao estado de calamidade instalado no banheiro da Mina do Pico, os motoristas eram obrigados a fazer suas necessidades na estrada e não podiam tomar banho ou trocar de roupa ao fim do expediente. Voltavam para casa com roupa e pele sujas.
Tudo no ponto de parada estava tão sujo que ninguém tinha coragem de beber do bebedouro, que ficava logo ao lado do banheiro empesteado, lembra um motorista com mais de 30 anos de experiência que falou com a reportagem sob a condição de anonimato. “Até água pra beber tinha que levar de casa. Fazia mais de 20 anos que não via serviço ruim assim. Foi o pior da minha vida.”
Pra que ir até o bar mais próximo? Com 4 simples ingredientes – água, malte, lúpulo e fermento – e 8 passos (um pouco menos simples), é possível fazer a loira gelada no conforto do seu lar. Aprenda aqui e fique a salvo do bafômetro
Utensílios necessários
* Um fogão de 4 bocas
* Duas panelas de 32 litros com torneira
* Um moinho para cereais
* Termômetro
* Balança
* Uma forma de pizza furada para o fundo falso
* Dois baldes de PVC com torneira e tampa
* Uma válvula airlock
* Mangueira para encher as garrafas
* Máquina para colocar tampas em garrafa
PROCESSO QUENTE – Moer o malte
O malte, o lúpulo e o fermento, assim como a receita, podem ser encontrados na internet (neste site, por exemplo: cervejaartesanal.com.br). Pese os diferentes tipos de maltes e jogue no moedor de cereais. Triture-os até quebrar a casca. Mas, cuidado, não transforme os grãos em farinha – isso prejudicará o processo de filtragem.
PROCESSO QUENTE – Adocica, meu amor
Esquente 20 litros de água a uma temperatura entre 60 e 70 ºC. Deixe o termômetro sempre dentro da panela. Jogue o malte e misture por 20 minutos até chegar exata-mente aos 70 ºC. Se ultrapassar os 74 ºC, as enzimas deixam de agir. Desligue o fogo e deixe a mistura, chamada de mosto, repousar por uma hora.
PROCESSO QUENTE – Limpeza
Acenda o fogo e mexa até atingir 78 ºC (não deixe passar ou a cerveja ficará adstringente). Abra a torneira e jogue o mosto em uma panela com fundo falso. De novo, abra a torneira e retire 2 ou 3 litros do mosto com a ajuda de uma escumadeira (isso serve para tirar os farelos). Transfira líquido de volta para a panela sem fundo falso.
PROCESSO QUENTE – Explosão de sabor
Acrescente mais água a 70 ºC. para repor as perdas do bagaço e da evaporação, até voltar aos 20 litros iniciais. Acenda o fogo e, 5 minutos após a fervura, acrescente o lúpulo de amar-gor. Deixe o fogo ligado por uma hora, com a panela destampada. Nos 5 minutos finais, acrescente também o lúpulo de aroma.
PROCESSO FRIO – Decante a valer
A partir daqui, todo material deverá ser sanitizado com álcool hospitalar. A presença de bactérias afeta o sabor da cerveja. Mergulhe a panela em uma bacia com água e gelo, mexa por alguns minutos no sentido anti-horário e deixe por uma hora, com a tampa fechada. A parte sólida descerá para o fundo da panela.
PROCESSO FRIO – Leve & duras
Transfira o líquido para o balde de PVC. Jogue o fermento – e veja na do fermento qual é a temperatura ideal (para Ale, é entre 16 e 24 ºC. Lager, entre 10 e 15 ºC). Isso é essencial para não matar as leveduras, que transformam açúcar em álcool. Feche o balde com a válvula airlock e deixe repousar de 7 a 10 dias.
PROCESSO FRIO – A maturação
A levedura vai decantar para o fundo do balde. Para se livrar dela, transfira a cerveja para outro balde de PVC com a ajuda da torneira e de uma mangueira. Feche-o com airlock para não entrar ar. Mantenha o balde fechado em temperatura ambiente por mais 2 semanas. Pode ser em qualquer canto da casa que não pegue sol.
PROCESSO FRIO – Engarrafamento
Transfira a cerveja para outro balde para tirar os resíduos. Ferva 100 g de açúcar com 110 ml de água. Separe entre 5 e 8 g (não mais, ou a garrafa pode explodir) e jogue em uma garrafa de 1 litro. Encha de cerveja até a metade do pescoço. A levedura vai reagir com o açúcar e produzir gás carbônico. Deixe descansar por 10 dias. Depois é só gelar e beber!
Via Super Interessante Fontes Alex Wirz, cervejeiro artesanal e membro da Associação dos Cervejeiros Artesanais de São Paulo; Jaime Pereira Filho, cervejeiro artesanal; Leonardo Botto, cervejeiro artesanal e autor das receitas da Biertruppe, da microcervejaria Bamberg.
Caro Mauricio, concordo com você. Essa turma do PT se acostumou com o dinheiro sujo e não quer largar a boquinha de jeito nenhum. Mas a partir do dia 15/03 começaremos o processo de fritura dessa quadrilha especializada no roubo do dinheiro público. Só iremos sossegar quando conseguirmos colocar Lula e Dilma no lugar que eles merecem: A CADEIA.
Caro Marcelo! Comer caranguejo é fácil. Isso de fazer cerveja em casa ainda é menos complicado e trabalhoso do que convencer um eleitor Petralha de que o PT e seus amiguinhos mamaram na Petrobras até as tetas da vaquinha dos Petralhas secarem.
Passar uma tarde com amigos fabricando cerveja é uma das boas coisas da vida. Depois de alguns dias, quando ela fica pronta, é hora de chamar mais gente ainda e festejar. Cerveja feita em casa é muito diferente das comerciais. Cada um faz do jeito que mais gosta, deixando a cor, sabor, amargor e teor alcoólico de sua preferência.
Isso é um hobby que só faz crescer em todo lugar. Experimente passar uma tarde com amigos fazendo cerveja e depois diga se não é bom. Quando ela estiver pronta, junte mais amigos ainda e veja se a brincadeira presta, ou não. Ainda não inventaram hobby melhor.
Isso é um hobby que só faz crescer. A cerveja feita em casa não é nem de longe parecida com as que se compram por aí. São mais de 70 tipos e cada um faz do jeito que quer.
Por iniciativa do vereador Ubaldo Fernandes (PMDB), a Câmara Municipal de Natal instituiu, neste início de 2015, uma comissão permanente para fiscalizar o cumprimento das leis municipais em Natal. A Comissão de Implementação e Acompanhamento de Leis de Autoria do Poder Legislativo foi criada, em ato publicado no Diário Oficial do Município, em 2013. Mas foi nomeada neste ano.
A Comissão é presidida pelo vereador Marcos Antônio (PSOL). Tem como membros os vereadores Ubaldo Fernandes, Eudiane Macêdo (SDD), Junior Grafith (PRB) e Adão Eridan (PR). De acordo com Ubaldo, a iniciativa surgiu devido ao fato de muitas leis aprovadas pela Câmara não serem cumpridas por falta de fiscalização.
“A Comissão vai atuar fortemente no acompanhamento da implantação das leis aprovadas pela Casa. Tem a prerrogativa de convocar secretários, provocar o Ministério Público, o judiciário e, assim, garantir que seja cumprida a legislação municipal”, explicou Ubaldo Fernandes.
Deviam começar pelo básico. Quantidade de caçambas de aço largadas nas ruas, materiais de construção (areia, brita, etc.) tomando espaço nas ruas, calçadas sem qualquer padrão, com escadas absurdas, casas e prédios e postes que avançam sobre as calçadas e naturalmente a principal que é o combate a corrupção em nossa cidade.
A série de problemas enfrentados pela presidente Dilma Rousseff neste início de segundo mandato já foi indicada por alguns como sinal de ameaça ao seu governo.
Na semana passada, um blog publicado no site do jornal britânico “Financial Times” listou 10 motivos para acreditar que Dilma poderia sofrer impeachment, entre eles as investigações de corrupção na Petrobras, a economia em baixa, a crise no abastecimento de água e energia e o menor apoio no Congresso.
No entanto, para cientistas políticos consultados pela BBC Brasil, esse não é um cenário realista e, apesar dos problemas, no momento não há razão para considerar a possibilidade de que Dilma não termine seu mandato.
Abaixo, cinco motivos pelos quais os brasilianistas consideram improvável um processo de impeachment no Brasil:
1 – Até o momento, não há base para impeachment
Para os analistas entrevistados pela BBC Brasil, apesar dos graves problemas enfrentados pelo governo, não está claro qual seria a base para um processo de impeachment.
“Há tensões dentro do governo, tensão entre Lula [o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva] e Dilma, entre o PT e [o novo ministro da Fazenda] Joaquim Levy. A polarização no Brasil está ficando muito forte, entre o PT e a oposição, entre o Congresso e a presidente”, enumera Peter Hakim, presidente emérito do instituto de análise política Inter-American Dialogue, em Washington.
“Mas a pergunta que eu tenho é como o processo de impeachment seria iniciado, qual seria a base para impeachment”, questiona.
Segundo Hakim, até o momento não parece haver nada que possa desencadear um processo de impeachment. Ele ressalta que acusações de “incompetência”, por si só, não são motivo para impeachment.
O cientista político Riordan Roett, diretor do programa de estudos da América Latina da Universidade Johns Hopkins, em Washington, lembra que nos Estados Unidos a ameaça de impeachment também costuma ser mencionada com frequência.
“O impeachment nunca está fora de questão. Os conservadores do Tea Party estão sempre falando em impeachment no Congresso americano, mas obviamente isso não vai acontecer”, compara.
“[No caso do Brasil] penso que é muito cedo para sequer pensar sobre a possibilidade de um processo sério de impeachment.”
2 – Não há evidências de envolvimento de Dilma no escândalo da Petrobras
O escândalo de corrupção na Petrobras, que já provocou o rebaixamento da nota da empresa pela agência de classificação de risco Moody’s, é considerado por Hakim o principal problema enfrentado por Dilma no momento.
Mas ele e outros analistas ressaltam que nada indica que a presidente –que esteve à frente do Conselho de Administração da empresa entre 2003 e 2010– tenha tido algum tipo de envolvimento ou soubesse dos casos de corrupção.
“Até o momento, não há evidência de que Dilma seja culpada de nada além de má administração [no caso da Petrobras]”, diz o cientista político Matthew Taylor, pesquisador do Brazil Institute, órgão do Woodrow Wilson Center e professor da American University, em Washington.
Taylor observa que, assim como no escândalo do Mensalão muitos dos membros mais céticos da oposição diziam na época que o então presidente Lula deveria saber do que ocorria, no caso da Petrobras é possível que muitos digam o mesmo de Dilma, que seus laços com a empresa eram tão estreitos que ela deveria saber do esquema de corrupção.
“Mas em uma grande organização como essa, é bem plausível que ela simplesmente não tenha investigado mais profundamente o que poderia estar ocorrendo”, afirma.
“Até agora não há qualquer sugestão nos documentos que se conhece de que Dilma seja culpada de qualquer comportamento criminoso”, diz Taylor.
3 – A oposição não tem interesse em um processo de impeachment
Segundo os analistas ouvidos pela BBC Brasil, a oposição não teria condições e nem tem interesse em levar adiante um processo de impeachment.
“Não acho que o PSDB teria muito a ganhar. Além disso, precisaria do apoio do PMDB e de outros partidos na coalizão do governo. E, francamente, nenhum desses partidos gostaria de ver Dilma sofrendo um impeachment”, afirma Taylor.
“Eles têm muito a ganhar com uma Dilma enfraquecida”, observa. “Talvez seja melhor para a oposição simplesmente deixar Dilma mergulhada na crise e deixar que ela tome as difíceis medidas de austeridade e ser responsabilizada por elas.”
Zé mane, o q Ives Granda fez foi uma interpretacao conjunta de dispositivos legais. É o entendimento de. Interpretação dele. Não é consenso geral. Depois nós petralhas é que ficamos plantando factoides.
Os donos do poder e senhores da casa grande, cegos e surdos pela dominação, nada percebem: os pretextos para o golpe em favor dos interesses dos Estados Unidos só tendem e crescer.
Há poucos dias, foi mostrado pelo Jornalista DOM ORVANDIL, com fotos de satélites e provas documentais o significado desrespeitoso da presença de poderoso navio da IV Frota Naval dos Estados Unidos costeando os mares do Brasil.
Este poderio de embarcação pode se compor por 22 barcos (treze fragatas com mísseis, quatro cruzadores com mísseis, quatro destróieres com mísseis e um navio-hospital). Isso é um verdadeiro exército de guerra a nos ameaçar e constranger as soberanias do nosso e dos outros países latino americanos.
Assim como fizeram no Iraque, no Afeganistão, na Líbia, na Síria criando, inclusive, o monstro Estado Islâmico, os Estados Unidos claramente intencionam transformar a América Latina num mar de sangue para roubar nosso petróleo, nosso gás e nossa Amazônia, já em franco mapeamento. Evidentemente que o Brasil é seu alvo privilegiado.
A Agência Nacional de Energia Elétrica, (Aneel), liberou no mês de fevereiro a operação comercial de mais quatro usinas eólicas no Rio Grande do Norte. Ao todo, os quatro empreendimentos têm capacidade para geração de 94 MW. A notícia positiva é só mais uma entre os avanços que o setor tem alcançado nos últimos anos. Pode-se dizer que o Rio Grande do Norte começou o ano de 2015 comemorando, o estado possui hoje a maior matriz eólica estadual do Brasil e também a maior capacidade instalada.
Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos, (Arsep), responsável pela fiscalização dos parques eólicos no estado, o RN hoje é autossuficiente na produção de energia limpa, conta com 70 parques eólicos em operação, 31 em construção e 67 já com autorização para serem iniciados. Em 2015 a agência reguladora vai realizar 37 fiscalizações. As fiscalizações são divididas em dois tipos: Operações Rotineiras e de Expansão de Oferta. A primeira é executada em parques que já estão em funcionando e a segunda é realizada em parques em fase de construção. A função da Arsep é assegurar que as obras sejam feitas dentro dos prazos e que obedeçam as normas técnicas de execução e funcionamento.
Para a Diretora-Presidente da Arsep, a engenheira Kátia Pinto, a fiscalização é fundamental para que o Estado continue avançando de forma eficiente na produção de energia limpa. “Ficamos honrados por nosso estado ser auto suficiente na geração de energia, principalmente num momento como esse de crise energética. O papel da agência é importante, porque controla a produção e a execução desses parques, verificando se o cronograma contratado com a Aneel durante o leilão está sendo cumprido e se a produção de energia limpa está acontecendo de forma correta para, que a população seja beneficiada. É importante que o governo federal se preocupe com os leilões, mas também com as linhas de transmissão que levam a energia produzida aqui, para todo o Brasil” comentou a gestora.
De acordo com o Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energias Renováveis (Cerne), a estimativa é que o setor no RN tenha recebido nos últimos 5 anos, de R$ 3 a 4 bilhões em investimentos. A expectativa, até 2018, é que a capacidade produtiva do estado chegue a 5.006.063(KW) e esses números podem subir. A Empresa de Pesquisa Energética, (EPE) cadastrou 521 projetos para um leilão A-3, a ser realizado no dia 24 de julho. O Rio Grande do Norte saiu na frente mais uma vez. Dos 521 projetos cadastrados, 132 são voltados para a produção de energia eólica no estado potiguar. Um leilão A-3 é um tipo de processo onde os empreendimentos vencedores devem entrar em operação no prazo de três anos, a partir da assinatura do contrato.
Comente aqui