Um dia depois do apagão que atingiu 11 Estados e o Distrito Federal, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) importou uma carga adicional de energia da Argentina para atender a demanda no horário de pico.
Segundo o relatório IPDO (Informativo Preliminar Diário da Operação) do ONS, referente a última terça-feira (20), o país importou uma média de 165 MW ao longo do dia. Essa transferência no horário de pico, registrado às 14h48, atingiu 998 MW. A Aneel considera que 1 MW abastece uma residência durante um mês inteiro.
Na explicação que acompanha o boletim, o ONS dizia que o pedido foi feito para reforçar o abastecimento das 10h23 às 12h e das 13h às 17h02. A carga foi destinada especificamente ao sistema Sudeste/Centro-Oeste. Desde 2010 que não se realizava esse tipo de operação entre os países.
A energia da Argentina entrou no Brasil por meio de uma interligação na estação de Garabi, na cidade de Garruchos (RS). Questionado, o ONS ainda não explicou o motivo da importação.
No mesmo dia, a região Sudeste/Centro-Oeste, considerada uma só pelo ONS, recebeu energia de todas as demais regiões do Brasil. Uma das características do SIN (Sistema Interligado Internacional) é que uma região que tem excedente de geração de energia envia carga para regiões com déficit.
Como os reservatórios das usinas no Sudeste/Centro-oeste estão baixos, com 17,63% de seu nível, tem havido a necessidade de se importar energia de outras regiões.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a importação de energia da Argentina segue na linha do governo de buscar alternativas para atender a demanda dos consumidores, principalmente no horário de pico -que vem ocorrendo no início da tarde, em virtude do forte calor.
A importação está relacionada com um acordo operacional energético entre os dois países e serve para que, em casos de necessidade, um país possa solicitar ao outro o envio de energia.
A definição sobre a quantidade de energia necessária para ser feita nesta importação cabe ao ONS.
Na última dia terça-feira (20), a geração do Sudeste/Centro-oeste no horário de pico foi de 36.782 MW para uma demanda de 50.976 MW. O descasamento entre oferta e demanda foi, portanto, de 14.194 MW.
Essa demanda não atendida foi coberta pela geração de usinas de outras partes do país. Itaipu, por exemplo, enviou à região 11.495 MW; o Norte e o Nordeste, mandou 1.527 MW; o Sul, 1.172 MW; e a Argentina, por fim, contribuiu com 998 MW.
O baixo nível dos reservatórios fazem com que as hidrelétricas da região Sudeste/Centro-Oeste, considerada a caixa d’água do sistema, gerem menos energia que sua capacidade.
RESERVATÓRIOS BAIXOS
O nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste estavam na última terça-feira (20) mais baixos que em janeiro de 2001, ano em que o governo, comandado à época por Fernando Henrique Cardoso, teve que colocar um plano de racionamento de energia em prática.
Em janeiro de 2001, os reservatórios do Sudeste/Centro-oeste estavam 31,41% cheios. Na última terça (20), os mesmos reservatórios estavam em 17,63%. Em dezembro de 2001, os reservatórios estavam em 32,27%. Em dezembro passado, os mesmos reservatórios estavam em 19,30%.
Além de reservatórios mais baixos, a situação atual com o passado tem outra diferença sensível. Na época, o país não tinham uma quantidade suficiente de usinas térmicas para geração de emergência em período de seca nas hidrelétricas. A forte estiagem que se desenvolveu em uma das mais graves crises hídricas da história faz com que, desde o início de 2014, quase todas as usinas térmicas entrassem em operação.
FOLHAPRESS
Não sei pq citar banqueiros, sendo o PT o partido com o maior número de doações de Bancos, sem falar as doações de empreiteiras via caixa 1 e 2.
E outra, vamos imaginar um cenário diferente. Se a oposição tivesse ganhado as eleições e tivesse feito tais cortes, ajustes e elevação dos juros, entre outros, era o Mst na rua, centrais sindicais etc. Seria um quebra quebra geral. Ou seja, fica provado que a memória de Brasileiro, principalmente petista, não dura mais que algumas semanas. Quantas vezes, ela, Lula, Guido Mantega disseram em Público que estava tudo bem obrigado. Virou o ano, tudo mudou né. Portanto esse Partido e seus representantes sempre falaram o que o povo quiser ouvir. Tudo pelo poder. Que se lasque o eleitor!
Pois é Nanda, a copa do mundo foi um fiasco para nós dentro e fora dos gramados.
Todas as obras foram concluídas com valores até 100% a mais que as previstas.
Sem contar que as cidades não tiveram o legado de desenvolvimento prometido, quase todas isso não chegou a 50% do falado. Por aqui só as obras em volta do arena das dunas.
Segundo os PeTistas, as ações da petrobras vão muito bem obrigado, de R$ 50,00 em 2008 agora valem a importante quantia de R$ 10,00. Vamos comemorar!
Todos sabem, menos o PT que podemos entrar em recessão ainda nesse começo de ano, mas para vocês do PT tudo está bem, tudo vai bem, estamos crescendo.
Crescendo para onde mesmo?
Pois é, né?
Depois das declarações do banqueiro Roberto Setubal (irmão de Neca do Itaú, a principal assessora para assuntos econômicos de Marina da Silva na campanha eleitoral de 2014) no encontro dos líderes mundiais em Davos, na Suíça, fazendo previsões agourentas, como a desvalorização das moedas dos emergentes, que, até agora, não se materializaram, tivemos, ao contrário, um dia depois da fala do banqueiro, o real se valorizando e as ações brasileiras, em especial da Petrobras e da Vale, sobindo com força. Indicando, ao que parece, que os investidores estão mais interessados nas palavras do ministro Joaquim Levy, da Fazenda, do que no catastrofismo do dono do Itaú Unibanco e na torcida contra o Brasil, apenas para atingir o atual governo petista.
Não foi assim na Copa do Mundo?
É cada comentário de petista que temos que engolir. Mudanças "gradativas" e "pontuais"??? É muito cara de pau até mesmo um petista falar isso. Vocês realmente acreditam nisso? A doida queimou o que pode para se reeleger. Poderiam ter reajustado energia e combustível ANTES. AÍ sim seria de forma gradativa. Fora isso o Brasil se tornou cabide de empregos para o partido. Pq não fazem redução de ministérios e de cargos comissionados? Claro, é melhor aumentar mais a carga tributária em um país que de longe já tinha a mais alta! E ainda tem gente que defende. Realmente meressemos cada medida negativa que estará por vir! E quem paga a conta somos nós, os otarios!
NANDA, você como todo PeTista tem memória curta, por isso vivem do passado, só sabem olhar para o Brasil antes de 2002. Mas vou ajudar você.
Campanha eleitoral para Presidente no segundo semestre de 2014, viu 2014, não foi em 1994 não! Veja o que foi dito pela candidata DILMA em tom acusatório:
"As suas medidas Candidato Aércio Neves, já conhecemos bem, são contra o povo. Serão aquelas do PSDB, o senhor irá aumentar impostos, tirar direitos trabalhistas, cortar verba da educação, e isso EU NÃO FAÇO nem que a faca tussa!"
Informando devidamente, a vaca não tussiu, mas DILMA em menos de 01 mês de mandato, cortou verba da educação, mexeu nos direitos trabalhistas, aumentou e trouxe de volta novos impostos. Lembra agora?
Vem por aí inflação, desemprego, queda na economia e muito mais… Nem falei em corrupção!
DILLMA, coração valente, são mais quatro anos, prá lascar com a gente! "O Governo é um coral desafinado" (Frei Beto, fundador e ícone do PT)
Engraçado né?
Em Davos, presidente do Itau Unibanco, Roberto Setubal, disse que o novo ambiente macroeconômico pode forçar "ajustes drásticos" nas contas correntes e nas moedas de países emergentes; ele acredita ainda que a queda das commodities “é, até agora, parcialmente permanente”.
Não era isso que todos previam na campanha? O que mudou? E principalmente, qual a diferença de método em relação aos ajustes?
A diferença é que os ajustes feitos pelo atual governo são gradativos e pontuais sem cortes significativos que inviabilizem os programas sociais de inclusão social e atrapalhem o crescimento o crescimento do país.
Por que será que em tudo se faz alarde, quando essa era a visão coletiva que seria enfrentada de forma muito mais radical e agressiva com maiores cortes, apertos e arrouxos do que esse que estamos tendo?