De forma incontestável, Lewis Hamilton dominou o fim de semana no circuito de Xangai. Neste domingo, o piloto da Mercedes passeou no GP da China e, sem dificuldades, conquistou sua terceira vitória consecutiva nesta temporada. O pódio ainda teve Nico Rosberg, em segundo, e Fernando Alonso. Já Felipe Massa teve um dia ruim. O brasileiro teve sua Williams tocada por Alonso logo depois da largada, perdeu muito tempo no primeiro pit stop e foi apenas o 15º colocado.
A superioridade de Hamilton já havia ficado clara nos dias anteriores. Na sexta-feira, ele foi o mais rápido do dia nos treinos livres. O piloto da Mercedes também sobrou no treino de classificação, quando conquistou a pole position com uma vantagem confortável sobre os demais concorrentes.
Nico Rosberg completou a dobradinha da Mercedes e se manteve na liderança do Mundial de pilotos. O alemão foi a 79 pontos, mas sua vantagem para Hamilton caiu; o britânico chegou a 75 e coloca ainda mais pressão sobre o companheiro. A equipe reforça seu domínio na temporada, com quatro vitórias, quatro poles e três dobradinhas.
Animado pelo sexto lugar no grid, sua melhor posição de largada neste ano, Massa não teve a mesma sorte. Uma parada longa nos boxes, causada pela dificuldade na troca de um pneu, comprometeu a prova do piloto da Williams. O brasileiro foi tocado por Alonso na largada, e isto pode ter provocado o problema.
Massa largou bem, mas na briga por melhores posições, foi tocado por Alonso e ficou no quinto lugar. O espanhol pulou para terceiro, ganhando duas posições. Vettel também se deu bem e foi para segundo. Ricciardo, seu companheiro de equipe, largou mal e caiu para quarto. Enquanto isso, Hamilton aproveitava para disparar na liderança.
Apesar do toque, Massa manteve um bom ritmo com sua Williams. Seu companheiro de equipe também teve azar logo após a largada: Bottas foi tocado pela Mercedes de Rosberg, mas também sem maiores problemas. Na sétima volta, Rosberg ultrapassou Massa e assumiu a quinta colocação.
Na 12ª volta, Massa fez sua primeira parada nos boxes, mas os mecânicos tiveram dificuldades para trocar os pneu traseiros – provavelmente causado pelo toque com Alonso. O longo pit stop fez com que o brasileiro voltasse para a pista na última posição. Já Alonso fez um pit stop mais rápido do que o de Vettel e assumiu a segunda posição.
O rendimento do atual tetracampeão mundial não era dos melhores, permitindo a aproximação dos rivais. Na 23ª volta, ele foi ultrapassado por Rosberg e viu Ricciardo se aproximar. Pelo rádio, Vettel ouviu de sua equipe o pedido para deixar o australiano passar. O alemão vendeu caro o quarto lugar, mas não teve como resistir. Até Kobayashi, retardatário com sua Caterham (mas que havia acabado de trocar pneus), conseguiu passar Vettel, para irritação do alemão.
Com o rendimento consistente de sua Mercedes, Rosberg partiu para o ataque a Alonso. O alemão ultrapassou o espanhol na 43ª volta e pulou para segundo. Nas voltas finais, Ricciardo tentou se aproximar de Alonso, mas o piloto da Ferrari se segurou e conquistou o terceiro lugar.
Confira a classificação completa do GP da China:
1. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) – 1h36min52s810
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) – a 18s686
3. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) – a 25s765
4. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) – a 26s978
5. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) – a 51s012
6. Nico Hulkenberg (ALE/Force India) – a 57s581
7. Valtteri Bottas (FIN/Williams) – a 58s145
8. Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari) – a 1min23s990
9. Sergio Pérez (MEX/Force India) – a 1min26s489
10. Daniil Kvyat (RUS/Toro Rosso) – a 1 volta
11. Jenson Button (ING/McLaren) – a 1 volta
12. Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso) – a 1 volta
13. Kevin Magnussen (DIN/McLaren) – a 1 volta
14. Pastor Maldonado (VEN/Lotus) – a 1 volta
15. Felipe Massa (BRA/Williams) – a 1 volta
16. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber) – a 1 volta
17. Kamui Kobayashi (JAP/Caterham) – a 1 volta
18. Jules Bianchi (FRA/Marussia) – a 1 volta
19. Max Chilton (ING/Marussia) – a 2 voltas
20. Marcus Ericsson (SUE/Caterham) – a 2 voltas
Não completaram:
Romain Grosjean (FRA/Lotus)
Adrian Sutil (ALE/Sauber)
UOL
Vão fazer algumas maquiagens agora para a copa, do tipo comprar uns carrinhos e mandar pintar um outro tanto dos carrinhos velhos e dar fardinhas novas aos coitados dos Policiais como sempre fazem e somente só!!!!
E tudo vai ficando por isso mesmo!!!!
Enquanto política e policia caminharem juntas este cenário não muda nunca!!!!
As deficiências humanas da PM seriam bem menores se, por meio de padrinhos, para ter gratificações ou simplesmente para não ir para as ruas, praças e oficiais não estivessem sendo porteiros, vigia de birô, porta bandeira ou outra inutilidade qualquer no TJ, MP, TCE, ALRN e tantos outros Órgãos do estado.
Por moralidade, estes PMs pagos para dar segurança a sociedade deveriam ser obrigados a trabalhar como PMs.
Mas quem vai de encontro a um jogo que beneficia quem cede, quem é cedido e quem recebe essa força sem qualquer ônus, apenas porque prejudica a população?
Melhor dizendo:
Enquanto a corrupção e a população crescem rapidamente, efetivo da PM encolhe 10% em três anos.
O superfaturamento de obras e a má gestão contribuem para a falta de recursos em alguns setores do governo.
Mas prefeito, governador e a presidente da república adoram fazer obras que consumam grandes investimentos.
Na grande maioria das obras, existem indícios de superfaturamento, ocorrência de algum tipo de fraude ou desperdício de dinheiro público.
Se abrirmos a edição online do "Jornal de hoje", vemos que há acusações recíprocas de superfaturamento de obras ocorridas nas gestões de duas figuras públicas locais.
Apesar de existirem os Tribunais faz de Contas, as notícias de casos de corrupção são recorrentes.
A corrupção é endêmica e existe a necessidade que a população exija a aprovação de leis que penalizem severamente quem pratica a corrupção ou desperdiça o dinheiro público.
Enquanto isso não for feito e a sociedade se mantiver na inércia, o Brasil continuará sendo um país inviável.
Enquanto isso paga-se 10 milhões por mês a OAS por um elefante branco.