Em outubro, o deputado, que era um fiel escudeiro de Jair Bolsonaro, participou da cerimônia de sanção do Dia da Música Gospel e fez uma oração com o presidente Lula. Nesta terça, ele publicou no X:
“O PR foi internado com uma hemorragia cerebral. O que temos que fazer como igreja do Senhor? A resposta é simples: orar. Se você como cristão não consegue fazer isso, por conta do ódio político, lamento dizer que seu Messias não é o meu. Interceder pelas autoridades é nosso dever”, disse na rede social.
A aproximação do atual governo levou ao surgimento de uma nova candidatura: a do deputado Gilberto Nascimento (PSD-SP). Nascimento é ligado ao pastor Silas Malafaia. Malafaia e Otoni são fiéis da Assembleia de Deus, mas em denominações diferentes – enquanto Malafaia é o presidente da denominação Vitória em Cristo; Otoni faz parte do Ministério de Madureira.
A votação – inédita – estava marcada para esta quarta (11) mas Gilberto Nascimento impugnou eleição por discordâncias com o edital. Ainda não há nova data, mas a votação pode ocorrer até fevereiro de 2025.
“Eles pediram o adiamento porque sabiam que não tinham voto”, disse Otoni ao blog. “Os mesmos que me acusam de estar próximo do governo Lula são os que querem fazer da Frente Parlamentar Evangélica um puxadinho o bolsonarismo”.
Otoni tem defendido uma aproximação maior do governo. Ele tem defendido que poderá criar um canal de diálogo com o Palácio do Planalto. E que isso será vantajoso para a comunidade evangélica.
O deputado calcula que terá apoio do Republicanos, do MDB, que é o seu partido, e da maior parte da bancada evangélica. Gilberto Nascimento dialoga com parlamentares do PL e do PSD, seu partido.
Otoni seria candidato no último biênio, mas abriu mão para evitar a disputa. Um acordo foi costurado e a coordenação foi dividida entre Eli Borges (PL-TO) e Silas Câmara (REP-AM). Cada um permaneceu metade de cada ano no cargo, passando o bastão para o outro na outra metade do ano.
Problema de fácil solução, basta o Deputado Otoni se filiar ao Partido dos Trabalhadores e reivindicar a liderança do partido na Câmara.
Vade retro, satanás!
A oposição na Câmara dos Deputados reagiu à Polícia Federal (PF) e ao STF e lançou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a imunidade parlamentar e visa até a punir ministros do Supremo que contrariem a nova regra. De autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS), o texto angariou as 171 assinaturas necessárias para que comece a tramitar na Casa.
Recentemente, a PF indiciou Marcel Van Hattem (Novo-SC) por causa de um discurso, proferido da tribuna, no qual o parlamentar exibiu a foto do delegado Fábio Shor e criticou o servidor. O policial federal disse que passou a ser perseguido após a atitude do congressista. A decisão da corporação pelo indiciamento, porém, causou revolta entre parlamentares, até mesmo de esquerda.
A chamada “PEC da Imunidade Parlamentar” altera o artigo 53 da Constituição Federal para “deixar explícito que a imunidade material de deputados e senadores se aplica independentemente do local em que forem proferidas opiniões, palavras e votos”.
O texto busca proteger parlamentares de processos ou inquéritos por causa de opiniões ditas nas redes sociais ou em discursos fora da Câmara. Sobre o STF, a proposta pune com a perda de cargo os magistrados que deem decisões contrárias à nova redação do artigo.
A proposta determina “ao ministro do Supremo Tribunal Federal que, no exercício de suas funções, contrariar esta disposição, a pena de perda do cargo, sem vencimentos e com inabilitação, por até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública”.
Ao instaurar inquérito para investigar Van Hattem, a PF lembrou que o STF condenou o senador Jorge Kajuru por fazer acusações contra um adversário político, a despeito da imunidade parlamentar. No caso do ex-apresentador de televisão, contudo, a fala ocorreu em uma rede social, não na tribuna do parlamento. A Corte entendeu que as declarações ultrapassaram o limite da imunidade parlamentar.
Temos a pior logístura da historia do brasil, no senado e no congresso . Um bando de imbecis covardes q usam o tempo q lhe foi concedido pelo eleitor para se agredirem um bando de loucos covardes q só nós envergonha
Os congressistas acham que podem tudo, não sabem o principal que é o respeito. Atividade parlamentar não pode passar pelo desrespeito. Um parlamentar não ganha o direito de ser melhor que outro cidadão ao ponto de cobrar respeito sem que pratique o respeito. A boca dessa gente é muito suja e isso deve ser guardado para os inferninhos que eles frequentam. A tribuna deve ser lugar de educação.
TUDO isso acontecendo e o povo na praça dando milho aos pombos na MAIOR com a maior covardia, diante de tanta CORRUPÇAO E IMPUNIDADE. ate quando essa covardia da populaçao?
O parlamentar já tem imunidade de acordo com a constituição federal, fazer uma pec nesse sentido torna-se redundante e sem valor algum, pois no Brasil velho de guerra, as leis agora valem ao bel prazer dos sinistros do STF, a democracia relativa está pujante.
É só cassar esses descumpridores da constituição CIDADÃ do velhaco ulisses guimaraes e pronto.
Ninguem tem imunidade parlamentar para faltar ao respeito com outra pessoa. O que eles querem é fazer o que quiserem sem freio. Isso sim é mais uma absurdo desse grupo sem qualquer compromisso com o que realmente interessa ao povo que é trabalhar. Essa gente do PL pensa que o mandato é carta branca para o que quiserem até dar tiro no outro em festa de aniversário ou explodir bomba em aeroporto. Queria saber o que eles fizeram até hoje no mandando além de criticar o governo ou o STF.
Em 8 de dezembro, o governo de Bashar al-Assad teve fim na Síria. Mesmo tendo resistido às pressões desde 2011 –por ocasião dos movimentos que vieram a ser conhecidos por Primavera Árabe e Guerra da Síria–, a conjuntura atual no Oriente Médio inviabilizou sua permanência no poder. Como resultado, Assad deixou o país e encontrou asilo na Rússia, onde provavelmente passará o resto de sua vida.
Tanto Bashar, quanto seu pai Hafez, foram líderes que ajudaram a estabelecer a dinâmica de poder no Oriente Médio, contudo, não se pode dizer que tenham sido governos democráticos, muito pelo contrário, o autoritarismo sempre pautou a política interna do país e aos adversários eram impostas severas penas e aprisionamento.
Por outro lado, com a aliança firmada com a União Soviética e, posteriormente, com a Rússia, a Síria se converteu em um ator estratégico para o equilíbrio de poder local.
A título de exemplo, durante a Guerra Civil libanesa (1975-1990), o governo sírio enviou suas tropas para o Líbano em 1976 e lá permaneceu até 2005. Sua presença foi polêmica, pois inicialmente deveria conter o avanço da guerra civil, mas sua alternância de alianças durante todo o processo conflituoso, mais do que levar a estabilidade para o conflito, fez com que Assad passasse a ter grande influência nos processos políticos decisórios no Líbano. Apesar disso, também foi um ator preponderante, juntamente com o Hezbollah, para conter o avanço das tropas israelenses em território libanês[1].
A Síria também passou a exerceu um papel pragmático no tabuleiro do Oriente Médio com a Revolução Islâmica Iraniana (1979) e o surgimento do Hezbollah (oficialmente, em 1985). Isso porque, apesar de a família Assad não ter qualquer interesse em que a Síria adotasse o modelo de governo do wilayat al-faqih –governo de um jurisconsulto, que foi estabelecido depois da revolução–, a proximidade com o Irã dava autonomia e segurança ao governo alauíta de Assad.
O fim do governo de Assad, diferentemente do que a mídia internacional tem exposto, não parece apontar para o início de processo democrático para o país. A libertação dos presos políticos e mesmo o retorno de muitos sírios que viviam no exílio, por conta de serem contrários ao governo Assad, não representa, em si, uma promessa de que será estabelecido um governo com base em participação popular.
Até porque, as bases doutrinárias que fundamentam o HTS (Hay’at Tahrir al-Sham), principal organização que representa a milícia que liderou a derrubada do governo de Assad, são oriundas do salafismo, uma corrente religiosa dentro do Islã sunita que faz uma leitura muito particular sobre a religião islâmica e busca a aplicação da sharia.
Assim, ainda que o líder do HTS, Abu Muhammad al-Julani, discurse em favor da unificação da Síria e mesmo do estabelecimento de relações com os demais países vizinhos, dificilmente será constituído um governo de conciliação tendo em vista a fragmentação do território sírio.
Isso porque, o HTS controla as principais cidades sírias, mas há uma parte substancial em poder da FDS (Forças Democráticas da Síria) curda e outras partes no centro do Estado, que estavam sob o domínio das forças pró-Assad e que se dissiparam. Ou seja, não há uma organização que tenha poder e goze de prestígio para unificar a Síria sob um governo.
Outra questão que passa a ser um grande problema para o surgimento de uma Síria autônoma é o interesse do Estado de Israel de que isso não venha a ocorrer. Certamente, a aliança firmada entre HTS e Israel deu-se exclusivamente por pragmatismo de Netanyahu, pois para ambos era interessante a deposição de Assad.
Contudo, depois da conclusão dessa etapa, o que se vê é o governo de Netanyahu bombardeando todas as estruturas militares do governo sírio, destruindo as capacidades naval, aérea e terrestre do antigo Estado. Também ocorre a violação das fronteiras sírias e ampliação territorial do Estado de Israel, mais uma nítida comprovação do projeto expansionista do sionismo.
Sem capacidade militar para se defender, há 3 possibilidades que parecem ser mais viáveis para o futuro da Síria, mas que não representam exatamente o interesse da população local:
a primeira seria a fragmentação do Estado dentre os grupos que já dominam regiões específicas do território, como ocorre na Líbia, o que deixaria o país em constante estado de tensão e possível guerra civil, podendo, inclusive, provocar o surgimento de uma força como o Daesh.
A segunda opção seria a intervenção dos Estados Unidos, como se deu no Afeganistão, e o estabelecimento de um governo fantoche, que seguiria as diretrizes estadunidenses e de Israel; caberia analisar mais detalhadamente qual seria a reação de Rússia e China, nesse caso.
A terceira opção seria uma intervenção da ONU e a criação de uma força de paz para a região. Contudo, parece bem distante, por causa dos interesses divergentes dos integrantes do Conselho de Segurança.
É importante ressaltar que a destruição da capacidade militar da Síria a inviabiliza como um ator relevante na dinâmica de forças do Oriente Médio. Se outrora Assad era uma peça muito importante no Eixo da Resistência, hoje o próprio Eixo encontra-se muito fragilizado. Com Hezbollah enfraquecido, Irã em isolamento e houthis paralisado, a expectativa é saber qual será o próximo passo dos Estados Unidos e de Israel.
Analisando a estratégia do governo sionista de Netanyahu, fica evidente que ele conseguiu organizar uma forte ofensiva contra seus inimigos que agora pode ser concretizada com a expansão territorial de Israel e o genocídio total dos palestinos em Gaza. Também, com a ampliação do programa de expulsão de palestinos da Cisjordânia.
Com o Hezbollah fortemente debilitado e sem conexão com o Irã, muito provavelmente, depois do período de cessar-fogo deverá ser estabelecida uma paz pragmática. Ou seja, o Estado de Israel tem noção de que não conseguirá destruir completamente o Hezbollah sem que isso reverbere nas demais comunidades libanesas.
O custo de se fazer no Líbano o mesmo que está sendo feito em Gaza é muito maior, pois outros países relevantes têm interesse no país, o que não ocorre em Gaza. Então, ter o Hezbollah enfraquecido acaba sendo uma solução interessante para o momento, pois ele passa a ser um “problema interno do Líbano”.
Por fim, há de se entender as possibilidades de atuação do Irã nesse cenário tão restrito. Primeiramente, o apoio pragmático de China e Rússia deve ser considerado e dificilmente os EUA iniciarão um conflito com os iranianos se esses não o provocarem. Evidentemente que há diversas possibilidades para provocar os iranianos a revidar ataques e isso pode ser entendido como um ato de guerra, mas não parece ser interessante para um futuro governo Trump iniciar suas atividades declarando guerra ao Irã, ainda que essa seja a intenção de Netanyahu.
O custo de levar China e Rússia para uma guerra talvez não seja o preço que Trump esteja disposto a pagar, uma vez que seria um conflito que poderia escalar até níveis imprevisíveis. Contudo, Israel há de impor a Trump sua visão de segurança e tentar impedir os iranianos de concluírem seu programa nuclear, o que poderá ser feito com ações indiretas (espionagem, assassinato de cientistas, etc.), ou ataques pontuais às plantas nucleares iranianas, como as usinas de Natanz, Fordow e Isfahan.
De fato, o fim do governo Assad já está desencadeando uma profunda transformação no Oriente Médio. Os Estados Unidos estão conseguindo ampliar sua zona de influência que havia sido perdida para o Irã, por conseguinte, como o Estado de Israel está sendo o agente que desencadeia esse processo, sua compensação virá com a concretização do plano da Grande Israel, ou seja, a expansão territorial para outros países do Oriente Médio.
Ainda, diante desse novo cenário que parece estar sendo construído, muito provavelmente, os países árabes que já estavam propensos a se integrarem ao Acordo de Abraão, agora se sentirão mais inclinados a aceitar.
Definitivamente, o fim do governo de Assad não traz expectativas positivas para o Oriente Médio, apenas altera sua dinâmica geopolítica. Mas como tudo na região, há de se esperar os próximos movimentos, pois nada é perene.
O STF (Supremo Tribunal Federal) volta a analisar nesta quarta-feira (11) ações que discutem a responsabilização das redes sociais no Brasil pelos conteúdos publicados por usuários. Essa será a quinta sessão da corte para julgar o caso, e apenas o relator de uma das ações, o ministro Dias Toffoli, apresentou o voto. A sessão recomeça com o voto do ministro Luiz Fux, relator de outra ação.
Toffoli votou pela regulamentação das redes sociais e pela inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que diz que provedores de internet e aplicativos de redes sociais só podem ser responsabilizados por conteúdos prejudiciais publicados por outras pessoas caso descumpram uma ordem judicial para exclusão das publicações..
No voto apresentado ao longo de três sessões, Toffoli defendeu que a responsabilização seja feita após a notificação pelo usuário ou representante legal, como diz o artigo 21, e não mediante ordem judicial específica, como diz o artigo 19. Dessa forma, as plataformas assumem o risco de responsabilização pelo conteúdo a partir do momento que forem notificadas, e não apenas depois de não cumprir a ordem judicial.
Ao fim do voto, o ministro fez um apelo para que os poderes Legislativo e Executivo elaborem e implementem, em 18 meses, uma política pública voltada ao enfrentamento da violência digital e desinformação.
Responsabilidade por conteúdos
A outra ação analisada pelo STF trata sobre a responsabilidade de provedores de aplicativos ou de ferramentas de internet pelo conteúdo gerado pelos usuários e a possibilidade de remoção de publicações que possam ofender direitos de personalidade, incitar o ódio ou difundir notícias fraudulentas a partir de notificação extrajudicial.
Para Toffoli, considerar que a internet precisa ser um ambiente livre para existir inovação “não implica reconhecer que todos os provedores de internet são neutros”.
O ministro destacou que existe uma pressuposição de que os provedores sejam neutros, mas que “essa presunção não é absoluta”.
O Senado vai votar nesta quarta-feira (11) o primeiro projeto de regulamentação da Reforma Tributária, aprovada no ano passado pelo Congresso.
NEsta terça (11), o senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do texto, apresentou seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
A expectativa é que o projeto seja votado pela comissão já na manhã desta quarta (11), depois de encerrado prazo de vista coletiva (mais tempo para análise) aos membros.
Após a aprovação na CCJ, o texto ainda terá de passar pelo plenário do Senado – e como foi alterado, deve voltar à Câmara para uma nova votação.
A votação no plenário pode ser já nesta quarta.
O que diz essa regulamentação?
O texto, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, estabelece balizas para as cobranças dos três impostos sobre o consumo (IBS, CBS e Imposto Seletivo) criados pela reformulação do sistema tributário.
Prevê também tratamentos diferenciados a uma série de produtos e serviços, além de isenções tributárias, como a alíquota zero para carnes. Braga fez modificações ao texto, incluindo armas no “imposto do pecado” e “cashback” sobre as contas de telefone e internet para famílias de baixa renda.
Em agosto, após mudanças aprovadas pela Câmara, o Ministério da Fazenda estimou que a alíquota padrão do IBS e da CBS — cobrada sobre todos os itens que não estiverem em regras especiais — deverá somar 27,97%.
Eduardo Braga avalia que, com as alterações sugeridas em seu parecer, a alíquota também poderá subir. Apesar disso, o senador se diz otimista e projeta uma queda no valor estimado pela Fazenda. “A alíquota vai reduzir”, afirma.
A cirurgia de emergência que resultou no afastamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de suas atividades no Planalto ocorre em um momento em que o governo enfrenta votações importantes no Congresso Nacional. A principal delas refere-se ao pacote fiscal com medidas para reduzir os gastos públicos e manter as contas dentro das regras previstas no arcabouço.
Apesar da ausência de Lula e das dificuldades apresentadas nos últimos dias, parlamentares da base e integrantes do governo dizem publicamente que o episódio não vai travar o avanço da pauta no Congresso.
O pacote do governo é composto de um projeto de lei complementar (PLP), um projeto de lei (PL) e uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Os textos ficaram parados em meio à indefinição sobre a liberação das emendas parlamentares.
Nessa terça-feira (10/12), com o objetivo de resolver esse problema, o governo publicou uma portaria que define regras para a liberação dos recursos. Entre os pontos abordados, está a autorização da execução das emendas antes da apresentação do plano de trabalho — o que, na prática, viabiliza o pagamento.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que a cirurgia de Lula não atrapalha o andamento das negociações no Congresso. “O procedimento que o presidente Lula passou nessa madrugada e o fato de ele estar hospitalizado não impedem esse ritmo, esse compromisso das votações.
O envolvimento de todo o governo nas votações tem continuidade para que a gente possa concluir o ano com essas regras do macrofiscal consolidadas, contribuindo para o crescimento econômico no país”, disse o ministro.
Lula não faz falta alguma, essa questão de ele não querer passar o comando para o Vice, é exatamente porque qualquer uma pessoa tem condições de comandar o barco melhor do que ele. Se ele passasse doente 3 ou 4 meses e o vice ficasse no lugar o Presidente, logicamente esse Brasil sofrido iria melhorar. Porém o cabra é tão ruim que nem a doença o afeta. Eu trabalhei 24 anos em uma empresa e existia por lá funcionário, ao ausentar por motivo de férias ou doença não passava o serviço do setor para o seu substituto, isso denotava que ele era um incompetente e tinha medo de perder a chefia. Mesma coisa é Lula, ora se uma pessoa vai fazer uma cirurgia, teoricamente tem que passar o cargo para o vice, e esperamos que o vice seja 80% competente, ou seja tenha capacidade de derrubar Lula, por este motivo ele nega passa a função para o vice,O Pais há muito tempo que vive sem comando, porque Lula além de ser burro tem cabeça dura faz tudo errado, e coloca os erros cometidos por ele, para outra pessoa. Fora Lula a bem do Brasil.
Isso são os cristãos que desejam a morte do semelhante. Agora o Principe das Trevas que provocou a morte de 700 mil brasileiros( a meta dele era só 30 mil segundo seus discursos) ninguém deseja a cova. Pelo menos o pessoal da esquerda não perde tempo com isso. Deus não escuta presságios do mal não. Saúde ao presidente Lula.
Em 6 meses, 5 jornalistas de grandes veículos desejaram a morte de Bolsonaro. Já imaginaram o que aconteceria se alguém de direita fizesse o mesmo? Isso tá no blog do BG.
É triste o ser humano agir assim e inadmissível um jornalista divulgar como se fosse uma glória.
Isso é um imbecil, idiota, desejando a morte dos outros. Essa polarização política que se acirrou de 2018 pra cá, tá fazendo muitos perderem o senso do ridículo, beirando a loucura de ambos os lados. Extremismo, fanatismo, não leva ninguém a lugar nenhum. Aquilo que plantamos , colhemos. Então deixem de loucura e de tá desejando a morte de uma pessoa puramente por discordar da sua ideologia, forma de governar, de pensar, de agir. Isso serve para os doentes da esquerda tbm que desejaram e desejam a morte de bolsonaro. Sejam mais humanos.
Concordo com vc, só não lembro a data que soltaram um rojão em cima de um cinegrafista que estava trabalhando e quem soltou não era de direita, o trabalhador veio a óbito, triste.
Parabéns pelo seu comentário Mpj. Os seres “humanos” estão doentes.
Não sou petista, nunca votei no PT mais acho um absurdo desejar morte de qualquer ser humano.
Tudo que desejamos aos outros, Deus nos dará em dobro. portanto, devemos sempre desejar o bem das outras pessoas, independente de ideologia politica principalmente, todo politico calça 40, só os doentes bolsonaristas não percebem isso.
Olheiro, quem começou com isso foi o partido das trevas. 👉👉👉Em artigo de opinião publicado no jornal Folha de S.Paulo nesta 3ª feira (7.jun.2020), o colunista Hélio Schwartsman disse torcer para que o presidente Jair Bolsonaro morra….
Discordo de vc observador, que vc parece não ser um observador, quanto as leis divinas vc está correto, só errou ao querer imputar aos Bolsonaristas essa alcunha de doentes, isso é tendência politica a esquerda, existem fanaticos nas duas correntes. Vc certamente não viu a facada, jogarem bola com a cabeça de Bolsonaro, os “artistas medíocres ” falando isso, etc. Comentar é um direito de todos, ser mentiroso e tendencioso de ninguém, pense antes de escrever.
Não voto em certo politico,mas jamais irei desejar sua morte.
Correto! Teve um que foi esfaqueado, inúmeros foram mortas, inclusive celso Daniel e Toninho do PT, sem falar nas inúmeras testemunhas silenciadas.
Esse foi a herança do ódio plantado em nosso Brasil.Muito triste quando partimos para desejar a morte de um outro irmão,mais ainda quando é uma autoridade brasileira.Vergonhoso o que foi plantado na mente de parte do povo brasileiro.
Jaimais devemos desejar a morte de alguem, mas que DEVERIA ser OBRIGADO todo politico ha serem atendidos em hospitais publicos, pois ja que os mesmos acham de qualidade a saude oferecida a populaçao que os mesmos façam uso dela. CHEGA DE PRIVILEGIOS E EXPLORAÇAO.
A plataforma Uber defendeu nesta terça-feira (10) no Supremo Tribunal Federal (STF) que o modelo de trabalho dos motoristas do aplicativo é incompatível com o vínculo de emprego previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A empresa se manifestou durante o último dia da audiência pública convocada para debater a controvérsia sobre o vínculo de emprego entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.
A diretora jurídica, Caroline Arioli, explicou que a Uber é uma empresa de tecnologia que impacta a vida dos motoristas, que usam a plataforma para gerar renda.
Segundo a representante da plataforma, 5 milhões de brasileiros receberam cerca de R$ 140 bilhões de renda ao longo de dez anos, período no qual a plataforma está no país.
A advogada disse que o perfil dos motoristas da plataforma é formado por pessoas empregadas que buscam renda extra, aposentados que voltaram ao mercado de trabalho, desempregados que ainda não conseguiram recolocação e mulheres que buscam independência financeira.
“O que une esses perfis tão variados? A liberdade de escolher onde e quando se ativar na plataforma. Uma liberdade que é incompatível com as obrigações de um vínculo de emprego, como previsto hoje na CLT”, afirmou.
Caroline também disse que a empresa já assumiu globalmente o compromisso de maior proteção social aos trabalhadores.
“Nós acreditamos no aperfeiçoamento da regulamentação para garantir a proteção previdenciária e a proteção social aos motoristas e que viabilize a livre iniciativa e o valor social do trabalho”, completou.
Debate
O debate foi convocado pelo ministro Edson Fachin, relator do processo que trata da questão no Supremo.
Com a audiência, o ministro pretende colher informações das plataformas e entidades que representam os trabalhadores para balizar seu voto sobre a chamada uberização das relações de trabalho. Devido ao recesso de fim de ano no STF, o caso deve ser julgado pela Corte somente em 2025.
Na sessão de ontem (9), representantes dos sindicatos de motoristas por aplicativo afirmaram que as plataformas se isentam de qualquer responsabilidade trabalhista. Para os sindicatos, a relação entre as plataformas e os motoristas é de contrato de trabalho por tempo indeterminado.
Vínculo
O principal processo que trata do assunto foi protocolado pela plataforma Uber. A empresa considera inconstitucionais as decisões do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que reconheceram a relação de emprego da plataforma com um motorista do aplicativo.
A decisão da Corte terá a chamada repercussão geral, mecanismo que obriga todo o Judiciário a seguir o entendimento do STF após o julgamento de uma causa.
Apesar de várias decisões da Justiça Trabalhista reconhecerem o vínculo empregatício, o próprio Supremo possui decisões contrárias. Em dezembro do ano passado, a Primeira Turma da Corte entendeu que não há vínculo dos motoristas com as plataformas. O mesmo entendimento já foi tomado pelo plenário em decisões válidas para casos concretos.
Cerca de 10 mil ações tramitam em todo o país e aguardam a decisão definitiva do Supremo.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, publicou uma mensagem em suas redes sociais, nesta terça-feira (10/12), em que deseja uma “rápida recuperação” ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O titular do Planalto foi submetido a uma cirurgia de emergência para drenar um hematoma na cabeça.
“Acompanho de perto os relatos que mostram uma evolução positiva da situação médica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem transmito toda a minha solidariedade e votos de rápida recuperação, para que possa retornar em breve às suas plenas atividades à frente da irmã República Federativa do Brasil”, diz Maduro, no post.
Na publicação, o presidente venezuelano também chama Lula de “irmão”. “Nosso abraço irmão Lula! Estamos com você!”, pontuou. Em outubro, o regime Maduro fez fortes críticas contra o governo brasileiro após o veto à Venezuela no grupo de parceiros do Brics.
Cirurgia
Na segunda-feira (9/12), Lula sentiu dores de cabeça e foi levado ao Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Após passar por avaliação, ele foi transferido para a unidade de São Paulo para realizar uma cirurgia de craniotomia.
A expectativa da equipe médica é que o presidente receba alta apenas no início da semana que vem.
Esse doutor troglodita é porreta, ele afaga, abraça, beija, pede dinheiro, mata, surta, surta, rouba, prende, é o máximo, rezando pelo nine então kkkkkkkk
Uma jogadora de beach tennis é investigada por suspeita de dopar outras seis participantes em um campeonato amador, no sábado (7/12), em Belém, no Pará.
O caso chamou atenção após as seis vítimas passarem mal em jogos e quadras diferentes. Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver uma mulher colocando uma substância em uma garrafa.
As participantes que teriam ingerido a substância se sentiram mal e afirmaram que ficaram com a visão embaçada. A Polícia Civil foi até o local e investiga a motivação do caso. O conteúdo encontrado nas garrafas passará por perícia e o resultado deve sair em 10 dias.
Um cachorro de 8 meses da raça shitzu morreu durante uma tosa em um pet shop do Arapoanga, no Distrito Federal, na tarde de sábado (7). Imagens do pet shop mostram que a atendente do estabelecimento tratou o cachorro, chamado de Mike, com violência.
Diana Ferreira, tutora de Mike, disse à TV Globo que já tinha levado o cachorro ao local e que não tinha percebido maus tratos. A reportagem procurou a pet shop mas não obteve resposta. A Polícia Civil vai investigar o caso.
A tutora contou que no sábado (7), deixou Mike no pet shop às 13h. As câmeras de segurança mostram como tudo ocorreu:
O cachorro estava preso a uma barra de ferro, com uma coleira e agitado
A atendente segurou o animal com força para fazer a tosa
O cachorro tentou se soltar da coleira e caiu da bancada, ficando pendurado pelo pescoço
A atendente colocou o cão sobre a bancada. Ele já não conseguia mais ficar em pé
A mulher, então, pegou um pano laranja e levantou o cão com violência, pra limpar a bancada
Quando ela jogou o cão na bancada novamente, o animal estava desfalecido
Ao perceber que o cachorro não se mexia mais, ela removeu a coleira e tentou reanimá-lo, mas Mike não sobreviveu
Diana, a tutora do animal, disse que duas horas depois de deixar o Mike no pet shop, o dono do estabelecimento ligou para informar a morte. O filhote foi um presente de aniversário para sua filha de quatro anos.
“Eu senti uma dor imensa, porque o tanto que ele tentou sair da corrente, o tanto que ele tentou de soltar. Não é só um cachorro, para mim ele não era só um cachorro, para mim ele era um filho de coração”, diz Diana.
A tutora diz que mandou mensagens para o dono do pet shops, mas não teve resposta. Nesta segunda (9), aTV Globo entrou em contato com o pet shop e foi até o local, mas não obteve resposta e a loja estava fechada.
Tem tutores que deixam seus Pets para serem tratados nesses locais aonde os patrões são ricos e os funcionários só recebem o salário mínimo na maioria..Trabalham revoltados e descontam nos pobres animais que não têm culpa de NADA. Mas contra o indefesos se acham a última coca do deserto. AVISO AOS TUTORES NÃO CONFIEM, NÃO DEIXEM SEUS PETS SOZINHOS,AMANHÃ PODE SER UM ANJO SEU VÍTIMA DESSE TIPO DE GENTE.
Morre a médica Gisele Mendes de Souza e Mello, capitão de Mar e Guerra da Marinha que foi atingida por tiro na cabeça dentro no Hospital Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (10), enquanto participava de um evento no auditório da Escola de Saúde da Marinha, no hospital.
Gisele era médica geriatra e superintendente de Saúde do hospital.
Segundo a Polícia Militar, agentes foram atacados por criminosos na comunidade do Gambá durante operação para prender criminosos envolvidos em roubos de veículos na região do Grande Méier.
A Marinha emitiu nota de pesar:
– A Marinha do Brasil, entristecida, lamenta informar o falecimento da Capitão de Mar e Guerra Médica Gisele Mendes de Souza e Mello, na tarde de hoje
(10), vítima de projétil de arma de fogo, durante o exercício de suas atividades profissionais, no complexo do Hospital Naval Marcílio Dias.
Neste momento de luto para a Família Naval, nos solidarizamos com os familiares e amigos desta brava guerreira que escolheu a Marinha para servir à Pátria.
Todo o apoio está sendo prestado à família.
Ah, se fosse o contrário. Se fosse um traficante atingido por uma bala perdida disparada por um militar da Marinha do Brasil. A comunidade tava colocando fogo e tocando terror.
Lamentável. Que Deus conforte a família e amigos.
A Marinha já deveria ter transferido esse hospital para outro local menos perigoso.
Fui algumas vezes e confesso, a área é dominada por facções criminosas.
Um homem foi preso em Sandy, Utah, nos Estados Unidos, após comprar um carro e invadir a concessionária com o veículo nesta terça-feira (10/12). De acordo com informações, o cliente alegou que o automóvel estava com defeito e, portanto, gostaria de devolvê-lo.
Horas após adquirir o carro, ele voltou à concessionária Mazda alegando que não ficaria com ele devido ao defeito. Os funcionários, porém, informaram que a devolução não seria feita.
O homem am3açou arrebentar a porta de vidro da frente da concessionária caso a empresa não ficasse com o carro. Desta forma, ele entrou no veículo e arrancou contra a fachada. Um vídeo do momento viralizou nas redes sociais.
Após o incidente, os funcionários chamaram a polícia, que prendeu o cliente.
É muito mais seguro comprar um carro usado no Brasil do que nos Estados Unidos. Sim, na terra do capitalismo eles criaram aquela questão “Você compraria um carro usado de fulano?” para indicar o quão confiável você considera alguém.
Um Projeto de Lei (PL) que dispõe sobre medidas de segurança aos ex-governadores do Distrito Federal foi aprovado nesta terça-feira (10/12), na Câmara Legislativa (CLDF).
Segundo o projeto, ao fim do mandato, o governador terá direito de utilizar os serviços de quatro servidores do DF, além de um veículo oficial, para segurança e apoio pessoal.
As despesas, segundo a proposição, sairão das dotações próprias do Poder Executivo.
Conforme consta no PL, os servidores a serem disponibilizados aos ex-chefes do Executivo local serão de livre indicação do ex-governador e ocuparão cargos em comissão a serem definidos por Lei.
Os carros oficiais, por sua vez, ficarão a cargo do ex-governador por um período de quatro anos, equivalente a um mandato, subsequente ao término de seu exercício.
De acordo com a justificativa, a proposta “visa assegurar que ex-ocupantes de cargos de alta responsabilidade tenham acesso a medidas adequadas de segurança, em razão dos riscos que podem enfrentar no período pós-mandato, tanto pela exposição política quanto por possíveis represálias”.
Aprovado pelos atuais deputados distritais, o texto segue para sanção do chefe do Executivo local.
Meu DEUS. Tudo pensado e feito pra sugar e explorar a populaçao. quanta FALTA de vergonha na cara desses sanguessugas. Como a populaçao brasileira acovardada se tornou refem desses vampiros.
O governo de Benjamin Netanyahu confirmou ter destruído estoques de armas na Síria. O país vive uma tensa transição após a queda do ditador Bashar al-Assad no último fim de semana. A declaração foi publicada nesta terça-feira (10/12) pelas Forças de Defesa de Israel (FDI).
Segundo o exército israelense, a decisão foi baseada em garantir que tais armas não caíssem nas mãos de “elementos terroristas” depois de grupos jihadistas colocarem um fim a dinastia Assad na Síria.
“Nas últimas 48 horas, as FDI atacaram a maioria dos estoques de armas estratégicas na Síria, evitando que caíssem nas mãos de elementos terroristas”, disseram as FDI em um comunicado.
Ao todo, a força aérea de Israel realizou mais de 350 ataques contra o território sírio desde o último domingo (8/12). A estimativa é de que 130 ativos militares na Síria, como depósitos de armas, estruturas militares e posições de tiro, tenham sido alvejados durante os bombardeios.
Além disso, a fronta marítima da Síria também foi alvo da operação. As FDI afirmam que duas instalações da Marinha Síria, onde 15 navios estava atracados, foram atacadas.
Sob ordens de Netanyahu, forças de Israel começaram a agir militarmente na Síria horas após a queda de Assad. Tropas foram instruídas a ocupar regiões de uma zona desmilitarizada nas Colinas de Golã, território sírio ocupado por israelenses desde a década de 1960.
A justificativa é de que a ascenção de jihadistas ao poder forçou Israel a criar uma especie de zona tampão para garantir a segurança de seu território. Apesar da explicação, há relatos de ataques israelenses em áreas longe da região, chegando próximo a capital Damasco.
O presidente dois neurônios embriagados do Brasil, concedeu uma honraria ao ex presidente sírio, um notório ditador, criminoso, fanfarrão, etc, e coloca o Brasil na rota dessa rapaziada que gosta de explodir as coisas. Os meninos que derrubaram o ex sírio, gosta de fazer extrepolias nas terras dos outros, que Deus tenha piedade de nós e mantenha esse povo na terra deles.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) autorizou na quinta-feira, 5, que Alexandre Nardoni, sentenciado a 30 anos e um mês de prisão pelo assassinato da filha, Isabella Nardoni passe o fim do ano com a família no Guarujá, litoral de São Paulo. Ele foi condenado em 2010 pela morte da criança, ocorrida dois anos antes. Desde maio, Nardoni cumpre pena em regime aberto, mas não pode sair da capital paulista, onde reside, sem a autorização da Justiça.
No documento de autorização emitido pela Justiça, ao qual o Estadão teve acesso, a juíza Gabriela Marques da Silva Bertoli afirma que permite Nardoni deixar o endereço de domicílio “tendo em vista o cumprimento regular do regime aberto”.
A autorização tem validade de 23 de dezembro a 3 de janeiro e Nardoni continua impedido de deixar a residência da família no Guarujá, no Jardim Acapulco, entre 20 horas e 6 horas. Também não pode frequentar bares, casas de jogos e “outros locais incompatíveis com o benefício conquistado”.
Alexandre Nardoni foi sentenciado em 2010 a 30 anos e um mês de prisão pela morte da sua filha, Isabella. O crime aconteceu em 2008.
Esse tipo de autorização é comum para sentenciados que cumprem pena em regime aberto. Nardoni progrediu para o regime após ter ficado 16 anos preso. Antes, ele já estava em regime semiaberto, que dá direito a saídas temporárias para visitar familiares, desde abril de 2019.
Na decisão sobre progressão para regime aberto, publicada em 6 de maio, o juiz José Loureiro Sobrinho, da Vara Criminal de São José dos Campos, apontou que Nardoni completou o tempo necessário para a progressão do regime.
O magistrado levou em consideração que Nardoni teve bom comportamento, com base em relatórios da administração do presídio, e retornou após suas saídas temporárias. Também destacou que ele não registrou faltas disciplinares durante o cumprimento da pena, “preenchendo assim os requisitos objetivos e subjetivos exigidos pela lei para a obtenção do benefício”.
Segundo o magistrado, apesar dos apontamentos do Ministério Público sobre a gravidade do delito praticado pelo réu, não existem obstáculos para a busca pela ressocialização, função principal do regime aberto.
O caso do assassinato da menina Isabella, de cinco anos, chocou o País em 2008. A menina foi jogada da janela do apartamento da família, no 6º andar de um prédio na zona norte de São Paulo.
Após as investigações, o julgamento terminou culpando Alexandre Nardoni e a sua esposa, Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabela, pela morte da criança. Os dois sempre negaram a autoria do crime.
Sempre tive curiosidade de saber,o motivo de evangélicos na política.
Esse deveria estar na super, mega , ultra manifestação que ocorreu na Av. Paulista, feita pela esquerda, ontem.
Problema de fácil solução, basta o Deputado Otoni se filiar ao Partido dos Trabalhadores e reivindicar a liderança do partido na Câmara.
Vade retro, satanás!