Celebridades

MC Kevin estava fazendo sexo na varanda e caiu ao tentar pular para outro andar, diz testemunha

Em depoimento prestado ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), a modelo fitness Bianca Domingues e o funkeiro Victor Elias Fontenelle contaram que estavam no quarto 502 de um hotel na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, quando o cantor Kevin Nascimento Bueno, o MC Kevin, caiu e morreu. Os dois relataram ter mantido relações sexuais no quarto e, depois, a moça teria ido com Kevin para a varanda. Receoso de que sua mulher chegasse, ele teria tentado pular para o apartamento de baixo.

 

Ao delegado, eles afirmaram que Mc Kevin e Vitor estavam passeando no calçadão e conheceram Bianca em um quiosque, na tarde de domingo, dia 16. Os três seguiram para a suíte. Segundo os depoimentos, um terceiro amigo, que também trabalhava na produção dos shows do cantor, tentou entrar no quarto, mas teria sido impedido por Kevin e Victor. A mulher do artista, a advogada Deolane Bezerra, que estava hospedada no quarto 1302 do mesmo hotel, procurava pelo marido através de ligações e mensagens, mas não chegou a deixar o apartamento.

Kevin caiu de uma altura de pelo menos 18 metros, próximo à piscina. Socorrido por equipes do quartel do Corpo de Bombeiros do bairro, o jovem de 23 anos foi levado ao Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Na tarde desta segunda-feira, Bianca chegou a usar as redes sociais para afirmar que a morte de MC Kevin “foi um acidente”. Em seu perfil no Instagram, ela escreveu ter visto “tudo”, afirmou não acreditar no que estava acontecendo e pediu orações. “Não estou nada bem. Ainda estou em choque. Estou triste demais, não tem nome para isso”, disse em entrevista ao EXTRA.

No inquérito instaurado na 16ª DP já foram ouvidas pelo menos oito pessoas. Além da modelo, do amigo e da mulher da vítima, amigos e homens que trabalham na equipe da produção de shows do artista prestaram declarações como testemunhas. Algumas das pessoas citaram que o funkeiro ingeriu drogas e bebida alcoólica durante o fim de semana, e um exame toxicológico no corpo do artista foi solicitado a profissionais do Instituto Médico Legal (IML). Uma perícia também foi realizada pelo Instituto Carlos Éboli nos dois quartos do hotel e ainda na área onde o funkeiro caiu.

 

Na madrugada de domingo. Mc Kevin se apresentou em uma boate na Zona Norte da cidade. De lá, ele foi com cerca de dez pessoas para a casa de um amigo, também cantor de funk, na Barra da Tijuca. No início da tarde, o grupo retornou ao hotel onde estava hospedado, na orla.

O GLOBO

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Saúde

Brasil terá terceira onda de Covid no inverno e 751 mil mortos até setembro se não acelerar vacinação, diz estudo

O Brasil registrou queda de 19% na média móvel de mortes por Covid-19 nas duas últimas semanas. Em 18 das 27 unidades de federação, o índice está caindo, mostrou o boletim do consórcio da imprensa nesta segunda-feira. Apenas um estado está em viés de elevação na última quinzena, enquanto oito permaneceram em tendência estável (variação menor de 15% para mais ou para menos). Os números trazem esperança no combate à pandemia, mas projeções feitas por cientistas nos EUA e Brasil, no entanto, acenderam o alerta de especialistas sobre a possibilidade de uma terceira onda no país, com nova alta de óbitos.

 

— Evitá-la vai depender muito da vacinação, que já se mostra efetiva na redução de mortes e internações. Temos que vacinar 1,5 milhão de pessoas ao dia, idealmente 2 milhões. E ter cautela na flexibilização das medidas de isolamento — explica Ethel Maciel, professora da UFES e doutora pela Univesidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Sem o avanço na vacinação, o Instituto de Métricas de Saúde e Avaliação da Universidade de Washington, nos EUA, que tem se destacado por suas projeções certeiras desde o início da pandemia, indica que o país poderá chegar à trágica marca de 751 mil mortes por Covid-19 até 27 de agosto. E isso em cenário que inclui o uso de máscaras por 95% da população no país.

No pior cenário projetado pelos analistas americanos, em que a variante P.1, que emergiu em Manaus e já se espalhou por 16 países latino-americanos, continue se espalhando e vacinados abandonem o uso de máscara, o país pode voltar ao patamar de 3.300 mortes diárias em torno de 21 de julho e alcançaria 941 mil mortes em 21 setembro.

Os dados do Instituto de Métricas são usados em avaliações da pandemia pela Casa Branca e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço latino-americano da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa, o Brasil já perdeu 436.862 vidas para a Covid-19. E o aumento de mortes, frisam os especialistas da universidade americana, é esperado mesmo com a redução nas internações em UTIs e na média diária de óbitos, em comparação com abril, devido à previsão de aumento nas infecções e redução no uso de máscaras e distanciamento social.

Para evitar uma terceira onda devastadora, a aceleração na vacinação é uma das medidas centrais apontadas pelos especialistas. Segundo painel da Universidade de Oxford, o Brasil atingiu média diária de aplicação de 1,1 milhão de doses em 13 de abril, mas a quantidade foi caindo ao longo do mês e chegou a 429 mil doses no último dia 12 de maio. O país tem hoje cerca de 70 mil novos casos diários da doença, patamar considerado alto pelos especialistas, e apenas 9% de brasileiros vacinados com a segunda dose.

 

Cláudio Struchiner, médico e professor de Matemática Aplicada da FGV, pondera que instituições brasileiras evitam realizar projeções de longo prazo como as realizadas pela Universidade de Washington devido à alta incerteza que permeia o cenário da pandemia no Brasil.

— Há muitas variáveis incertas: [ritmo de] vacinação, relação Brasil e China [fornecedora de insumos para as vacinas aplicadas aqui], novas cepas, incidentes com a vacina que interferem na sua aceitação, duração da imunidade, subnotificação, sazonalidade. Dito isso, o Instituto de Métricas é sério e experiente, e as projeções para o Brasil são, sim, plausíveis — afirma.

Outra projeção, da Rede Análise Covid-19, que conta com uma equipe multidisciplinar de pesquisadores pelo Brasil, alerta que o país apresenta tendência a picos de casos da doença — como os observados em julho de 2020 e início de 2021. Ao pico segue-se uma queda, estabilização e, em seguida, novo aumento. Os dados atuais, de acordo com a Rede Análise Covid-19, mostram justamente que o país está no momento às vésperas de um novo aumento de casos.

 

Já a plataforma de dados da USP e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) projeta que o total de casos no país deve passar de cerca de 15,4 milhões em 14 de maio para 16,1 no dia 23 de maio, também cravando curva ascendente.

O GLOBO questionou o Ministério da Saúde e perguntou quais projeções embasam as medidas da pasta, o que tem sido feito para evitar ou lidar com uma terceira onda no país, qual a posição sobre as projeções e se há previsão de reforço nos estoques de oxigênio e remédios para intubação durante essa possível terceira onda. O Ministério respondeu apenas que “não comenta sobre projeções”.

Gulnar Azevedo, pesquisadora do Instituto de Medicina Social da UERJ, diz que, apesar das quedas, “a média de mortes em cerca de 2 mil ainda é alta”.

— O vírus continua circulando, e entraremos no inverno, quando o tempo mais frio favorecerá o aumento de casos do vírus — diz Azevedo.

Novo pico

Boletim do Observatório da Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz alertou, na última quinta-feira, justamente para a intensa circulação do vírus no país, apesar da “ligeira redução” nas taxas de mortalidade e na ocupação de leitos de UTI no país. “Uma terceira onda, agora, com taxas ainda tão elevadas, pode representar uma crise sanitária ainda mais grave”, informa o boletim.

Leonardo Bastos, estatístico da Fiocruz, avalia que o país reúne as condições necessárias para uma nova onda da doença, devido a combinação perigosa: alto patamar de infecções e hospitalizações, número alto de cidadãos que não contraíram a doença (e, portanto, não produziram anticorpos contra a infecção), ritmo lento da vacina, redução no uso de máscaras e abertura acelerada nos estados que haviam intensificado medidas de distanciamento. Ele alerta também para a chegada de novas variantes, como a indiana, e o surgimento de cepas que possam reinfectar vacinados.

 

Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), vem cobrando o governo federal para tomar medidas de âmbito nacional a fim de conter a disseminação do vírus, a entrada de novas variantes e a continuidade da regulação do mercado de medicamentos nacionais:

— É indispensável entendermos o que aconteceu na segunda onda, com problemas no kit intubação, dificuldade de se prover oxigênio, medicação necessária e testagem insuficiente. É preciso solucionar esses entraves, intensificar as compras e já ter o estoque de precaução — diz.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Não vai ter terceira onda não,estaremos livres de vez dessa coisa chata as vacinas estão todaa aí impossível ter essa coisa chata de novo

  2. Tipica notícia de profetas do Apocalipse! Os EUA com todos os elogios do mundo vacinaram 35% da população e esta em queda vertiginosa em números de imunizados/dia e ninguém fala mais nada… o Brasil está vacinando cada vez mais, em um excelente ritmo (agora um pouco menor por conta da falta de IFA mundialmente) e chegando a 10% de totalmente vacinados. Calma lá pessoal. Menos !

  3. Globo quanta credibilidade, essas projeções lembram que o comitê científico, comandado pelo profeta da morte secretário de saúde Cipriano do desgoverno do RN em parceria com UFRN preveram 12 mil e 300 mortes em maio de 2020 e até hoje graças a Deus essas previsões alarmantes não se concretizaram.

    1. José Costa… só pra te lembrar…eles falaram que haveria essas mortes se não houvesse Lockdown e medidas como a suspensão das aulas, etc…
      E se não tivessem parado, haveria mesmo bem mais que 12 mil..pode apostar.

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Meio Ambiente

Desmatamento na Amazônia atinge maior nível em 10 anos em abril, diz Imazon

O desmatamento da Amazônia atingiu 778 km² em abril de 2021, de acordo com levantamento do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). O valor é um recorde para o mês em 10 anos e representa uma alta de 45% na comparação com abril de 2020.

Os dados são do SAD (Sistema de Alerta do Desmatamento), que monitora a região da Amazônia Legal via satélites. Leia o boletim divulgado pelo instituto nesta 2ª feira (17.mai.2021).

O Amazonas lidera o ranking dos Estados com maior área desmatada (28%), seguido pelo Pará (26%), Mato Grosso (22%), Rondônia (16%), Roraima (5%), Maranhão (2%) e Acre (1%).

Nos municípios de Lábrea e Apuí, no Amazonas, que lideram o ranking dos 10 que mais desmataram, houve perda de 126 km² de floresta, o que representa quase 60% de todo o desmatamento do Estado detectado em abril.

De acordo com o Imazon, 68% do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse, e o restante foi registrado em Assentamentos (19%), Unidades de Conservação (11%) e Terras Indígenas (2%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 99 km² em abril, o que representa um aumento de 60% em relação ao mesmo mês no ano passado, quando a degradação detectada foi de 62 km². O estado do Mato Grosso concentra 75% da área de floresta degradada, seguido pelo Pará (24%) e Roraima (1%).

O Imazon classifica o desmatamento como o processo de realização do corte raso, que é a remoção completa da vegetação florestal. Na maioria das vezes, essa floresta é convertida em áreas de pasto. Já a degradação é caracterizada pela extração das árvores, normalmente para fins de comercialização da madeira.

O Sistema de Alerta do Desmatamento do Imazon utiliza metodologias diferentes do sistema de monitoramento oficial, o Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). No entanto, os dados oficiais também apontam recorde mensal, com 580,55 km² de área desmatada, maior valor para o mês desde 2016.

PODER360

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Saúde

Natal amplia público para D2 da Coronavac nesta terça (18) em horário especial das 13h às 20h

A Prefeitura do Natal amplia nesta terça-feira (18) o público que pode receber a segunda dose da Coronavac na capital, em cinco pontos de vacinação da cidade, das 13h às 20h. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) vai concluir o esquema vacinal das pessoas que tomaram D1 do imunobiológico até 05 de abril nos drives Nélio Dias, Sesi, Via Direta, OAB e UnP. Os locais vão funcionar em horário especial devido à chegada do novo lote de vacinas ter previsão de ocorrer nas primeiras horas do dia, com distribuição durante a manhã desta terça.

Para receber a D2 é necessário comparecer a um dos drives ou salas de pedestres dos pontos indicados e apresentar cartão vacinal contendo indicação da primeira dose recebida até 05 de abril de 2021, exclusivamente em Natal, além de documento oficial com foto. A SMS reitera que, de acordo com a chegada de novos imunobiológicos, aumenta o público apto para concluir o esquema vacinal.

“Como essas doses vão chegar durante a madrugada e há todo um esquema logístico de distribuição e conferência até que chegue ao nosso estoque, definimos ampliar, a princípio somente nesta terça-feira (18), o horário da vacinação para que a população possa se organizar com calma e a aplicação da segunda dose de Coronavac possa avançar já no dia do recebimento das doses em nosso município”, comenta George Antunes, Secretário Municipal de Saúde de Natal.

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Saúde

Brasil chega a 121 dias de vacinação com a marca de 40 milhões de vacinados

O Brasil deve superar esta terça marca de 40 milhões de habitantes que receberam ao menos uma dose de vacina contra covid-19. Enquanto isso representa menos de 20% da população brasileira, é uma quantidade de imunizante suficiente para ter vacinado todos os habitantes de Hungria, República Tcheca, Bulgária e Bélgica, que estão entre os países com o maior número de mortes por covid, proporcionalmente à população. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Hungria e República Tcheca são 1º e 3º no ranking de mortes por milhão. Se fosse do tamanho do Brasil, a Hungria teria cerca de 650 mil mortes.

Podemos também chegar hoje à marca de 20 milhões de imunizados, que receberam duas doses. Suficiente para erradicar a doença no Chile.

No total, o Brasil aplicou cerca de 60 milhões de doses em 121 dias de campanha. Em média, foram aplicadas mais de 495 mil doses por dia.

Até o início da noite desta segunda-feira (17), o Brasil já havia aplicado 39,2 milhões de primeiras doses e 58,5 milhões de doses no total.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Uma vergonha o Brasil estar na posição 54 no ranking mundial de vacinação. Se tivesse aceitado a oferta da Pfizer em agosto do ano passado, já teríamos metade dos adultos vacinados. Sem falar da diplomacia desastrosa com o governo Chinês pra liberar o IFA.

    1. A vacina da Pfizer só foi aprovada em dezembro. Então como seria, e qual vacina seria usada em agosto. Primeiro se informe antes de falar besteira.

    2. Além de burro, os bolsominios estão cada dia mais perdidos. A oferta de compra foi feita em agosto, com início da entrega das doses em Dezembro/2020.

    3. A primeira pessoa vacinada no mundo foi uma idosa no Reino Unido em dezembro de 2020. Acorda leitor da globo.

  2. O Japão não conseguiu vacinar 3 milhões ainda! Até a rica Alemanha não tem a quantidade de vacinados que o brasil tem! O próprio Reino Unido que fabrica a vacina não tem a quantidade de vacinados que temos. Vamos olhar os fatos

    1. Claro que eles não têm a quantidade de vacinas que nós temos. A população deles, em quantidade, é muito inferior a nossa. A forma correta de analisar os números é o percentual da população vacinada, e não a quantidade total. Ou vc quer que o reino unido, com pouco mais de 60M de habitantes, tenha comprado 420M de doses (quantidade que o Brasil precisa)?

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Saúde

Hipertensos devem apresentar receita de apenas um remédio para se vacinar contra a Covid em São Paulo

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou que pessoas com mais de 50 anos que tenham hipertensão arterial resistente precisam apresentar a receita médica de apenas um medicamento para a doença para que possam ser vacinadas contra a Covid-19 na capital paulista.

De acordo com a pasta, havia uma orientação do Ministério da Saúde para que a imunização só ocorresse em pacientes com “hipertensão arterial severa, ou seja, que tomavam três medicamentos anti-hipertensivos”. Porém, a secretaria decidiu aceitar receita com apenas um medicamento para “agilizar” a imunização.

“Para agilizar a administração das doses da vacina contra a Covid-19 aos públicos elegíveis da cidade de São Paulo, a partir de 14 de maio, receitas com apenas um medicamento para hipertensão são aceitas”, diz a pasta, em nota.

A informação de que era necessária a receita de apenas um medicamento já havia sido confirmada na última sexta-feira (14) pelo secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido. “Um único medicamento na receita para essas pessoas será o suficiente para que a gente possa, então, fazer a vacinação das pessoas que têm hipertensão arterial resistente”, afirmou.

Aparecido disse ainda que a confirmação dessa e de qualquer outra comorbidade listada pelo Ministério da Saúde também poderá ser feita por meio de atestado médico ou exames clínicos. “Nós estamos dando, inclusive, um prazo de até dois anos para esses documentos, por conta de que muita gente no ano passado não pôde comparecer a uma unidade de saúde”, acrescentou.

Segundo Aparecido, essas comprovações poderão ser exibidas em papel ou digitalmente. “Se a pessoa chegar com o celular e mostrar o exame, a receita, também não vai ter problema nenhum. Todo o intuito nosso é facilitar a vacinação”, afirmou.

Novos grupos

Na próxima sexta-feira (21), a primeira dose já estará disponível para pessoas dois grupos de cidadãos com idade entre 45 e 49 anos: pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, esses dois grupos, somados, reúnem quase 700 mil pessoas.

FOLHAPRESS

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Geral

Insumos para 12 milhões de doses da AstraZeneca chegam entre 22 e 23/5

O Ministério da Saúde informou, nesta segunda-feira (17/5), que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) receberá, entre os dias 22 e 23 de maio, uma remessa de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de 12 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19.

O insumo será importado da China e chega em um momento em que o Brasil enfrenta entraves comerciais e diplomáticos para a importação de matéria-prima do país asiático.

Segundo o Ministério da Saúde, a Fiocruz estima a entrega de 18 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca até meados de junho. “No momento, esses imunizantes estão em processo de controle de qualidade na instituição, no Rio de Janeiro”, afirmou a pasta, em nota.

Nesta segunda-feira, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que 4 mil litros de insumos para a produção da Coronavac, do Instituto Butantan, devem chegar ao país no dia 26 de maio. Com o material, será possível produzir 7 milhões de doses da vacina.

O laboratório havia interrompido a produção de vacinas devido à falta de IFA. Uma remessa com 10 mil litros de insumos estava travada na China, segundo o governador, aguardando autorização para envio ao Brasil. Ele atribuiu o atraso aos ataques do governo federal ao país asiático.

Agenda no Rio de Janeiro

Marcelo Queiroga visitou as instalações da Fiocruz no Rio de Janeiro nesta segunda-feira. Segundo o ministério, até o momento, cerca de 35 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzidas com IFA importado, foram entregues pela instituição para distribuição a todos os estados e ao Distrito Federal.

A Fiocruz trabalha, atualmente, na transferência de tecnologia do IFA chinês para o país. Quando o processo for finalizado, não será necessário importar a matéria-prima para produzir vacinas no Brasil, aumentando a entrega de imunizantes ao Programa Nacional de Imunização (PNI).

“A expectativa é de que a produção da vacina Covid-19 100% brasileira, comece a ser feita ainda no mês de maio e a ser entregue para distribuição no segundo semestre”, afirmou a pasta. A expectativa é de que, entre julho e dezembro, 110 milhões de doses sejam entregues ao PNI.

METRÓPOLES

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Saúde

São Gonçalo amplia vacinação para pessoas com comorbidades acima de 25 anos; grávidas de 18 anos ou mais também já podem ser vacinadas

Após receber uma remessa de vacina contra a covid-19 da Pfizer, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN vai avançar com a campanha de imunização no município. A partir desta terça-feira (18) pessoas com comorbidades de 25 anos ou mais já podem tomar a primeira dose, assim como as gestantes e puérperas acima de 18 anos.

Devido a necessidade de uma temperatura adequada para o armazenamento do imunizante, a vacinação deste grupo acontecerá em cinco unidades: Jardim Lola, Mangueirão, Amarante, Santo Antônio e Cidade das Flores. Nos horários: de segunda a quinta-feira das 8h às 14h, e na sexta-feira, das 7h às 11h.

Para ser vacinado é necessário ter o cadastro no RN+Vacinas (https:/rnmaisvacina.lais.ufrn.br/cidadao/covid), e apresentar laudo que comprove a comorbidade, além de CPF ou Cartão Nacional do SUS (CNS).
São aceitos como comprovantes:

Laudos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde;Declarações com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde;Prescrições médicas (se com carimbo da farmácia da UBS ou PROSUS ou UNICAT);Relatórios médicos com descritivo ou CID da doença ou condição de saúde.

O município recebeu 1170 doses da Pfizer nesta segunda-feira (17).

2ª dose da Coronavac

O município vai continuar com a segunda dose da Coronavac para os idosos de 65 a 69 anos, que completaram o prazo de 28 dias (desde a primeira dose) no período de 4 a 7 de maio, na UBS do Amarante, Jardim Lola, Santo Antônio e Centro.

A Secretaria Municipal de Saúde recebeu 210 doses nesta segunda-feira (17).

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Política

Moro diz que sensacionalismo de mensagens hackeadas da Lava Jato enfraqueceu combate à corrupção e favoreceu criminosos condenados

O ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e a ex-candidata a vice-presidente Manuela D’Ávila (PCdoB) prestaram novos depoimentos nesta segunda-feira, 17, no processo aberto a partir das investigações da Operação Spoofing, que mirou a ação de hackers para a invasão e roubo de mensagens de celulares de autoridades, incluindo procuradores da força-tarefa da Lava Jato. Ambos foram ouvidos por videoconferência pelo juiz Ricardo Leite, da 10.ª Vara Federal de Brasília.

Moro, que quando ainda era juiz federal ficou responsável pelos casos relacionados à Operação Lava Jato, foi um dos alvos do ataque cibernético e teve conversas com procuradores da força-tarefa vazadas. As mensagens foram exploradas no processo movido pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para declarar o ex-juiz suspeito no processo do triplex do Guarujá, o que ocorreu em abril.

 

“Tudo o que foi feito na Operação Lava Jato foi feito conforme a interpretação da lei”, disse em depoimento na tarde de hoje. “Todas essas mensagens foram utilizadas de uma maneira sensacionalista para buscar interromper investigações contra crimes de corrupção e anular condenações”, prosseguiu (assista).

 

No interrogatório, Moro voltou a negar interferência na investigação do ataque hacker enquanto ocupou o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro. O inquérito foi aberto a partir de uma comunicação do então ministro, quando ele percebeu que o celular havia sido invadido.

“Diversas autoridades públicas começaram a informar que também estavam sendo atacadas, como o presidente da Câmara, alguns deputados federais, acho que até ministros do Poder Judiciário. Isso gerou uma questão de Segurança Nacional, demandou um acompanhamento mais próximo do ministro da Justiça, mas sem jamais afetar a autonomia, tanto de investigação como de valoração dos fatos, da parte do delegado responsável pelo caso”, afirmou. “A função do ministro é uma função mais estrutural. A Polícia [Federal] me informava por cima como estavam indo essas investigações, sem entrar em detalhes. Não cabia a mim coordenar a operação ou coisa parecida”, acrescentou.

O ex-ministro também afirmou novamente que jamais houve qualquer determinação administrativa para que o material colhido com os hackers, quando eles foram presos pela Polícia Federal, fosse destruído.

A ex-deputada, por sua vez, foi ouvida por ter sido procurada por um dos hackers e intermediado o contato dele com o jornalista Glenn Greenwald, do portal The Intercept Brasil, que revelou o material interceptado na série de reportagens conhecida como ‘Vaza-Jato’. O depoimento girou novamente em torno do contato feito por Walter Delgatti Netto, o ‘Vermelho’, apontado como líder do ataque cibernético.

“Acredito que não só eu entenda [que o Walter Delgatti fez um favor ao País], mas a ampla maioria da sociedade brasileira, inclusive setores importantes que representam as instituições do nosso País, como vimos recentemente nos comentários dos ministros do Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

 

Em julho do ano passado, tanto Moro quanto Manuela já haviam sido ouvidos como testemunhas no mesmo processo. No entanto, um recurso da Defensoria Pública de União anulou as oitivas, que precisaram ser refeitas.

Os relatos foram colhidos na ação penal que colocou seis pessoas no banco dos réus. Segundo a Procuradoria, o grupo executava crimes cibernéticos em três frentes: fraudes bancárias, invasão de dispositivos informáticos, como celulares, e lavagem de dinheiro. Quase mil pessoas, incluindo jornalistas e autoridades dos Três Poderes, tiveram suas conversas acessadas pelo grupo.

 

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Bandidagem lavajatista, comandada pelo JUIZ LADRÃO, que fez sensacionalismo penal-midiático desde sempre, reclama de “sensacionalismo” as mensagens que desmascararam a organização criminosa chamada “lava-jato” e finge que não utilizou a justiça para fins políticos. Acabou marreco, acabou!”

  2. É legítimo desconfiar que esse criminoso – Walter Delgatti – foi pago pelos criminosos envolvidos na maior roubalheira da História da Humanidade, para “hackear” celulares de autoridades que estavam à frente da Operação Lava Jato, com a finalidade de tentar descobrir algo que favorecesse a defesa. Não descobriram nada importante, mas ainda assim o STF usou as mensagens “hackeadas” para destruir a Operação Lava Jato. No Brasil é assim: a suprema corte usa o produto de um crime para destruir o combate à corrupção e livrar criminosos. Os bandidos agora querem vingança e querem de volta o dinheiro roubado por eles e que foi recuperado pela Lava Jato.

  3. Sensacionalismo enfraqueceu o bandido e libertos os que estavam presos por motivos ideológicos, políticos…
    Moro, o herói bandido, mudou a história do pais e se arrependeu, perdeu o emprego, o poder e a máscara.

    Entrou como herói do gado, saiu como traidor para os alienados e fora da lei para os que conseguem interpretar o papel de um juiz.

    Mais um exemplo prático do qie acontece com quem se junta ao mal.

    1. Mais um passador de pano pra bandido. Tu não passa de um vagabundo imundo.

  4. Depois de engavetarem a prisão em 2a instância, escantearem o coaf, criarem o juiz de garantia, abuso de autoridade e outros Impunidades pra os corruptos, agora esses canalhas se voltam pra o dinheiro economizado por reforma trabalhistas e da previdência, que prejudicaram apenas trabalhadores, e se auto concedem aumentos nos seus salários que hoje chegam de 70 a 80 mil reais, enquanto isso, estamos com nossos salários em torno de mil reais e sem direito a aposentadoria. Raça de crápulas essa tal de direita e esquerda.

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Política

Senador pede quebra de sigilo do bilionário Carlos Wizard na CPI da Covid

Além de solicitar que Carlos Wizard seja ouvido na CPI da Covid, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também pediu nesta segunda (17) a quebra de sigilos do empresário, de março de 2020 até agora. O parlamentar quer informações sobre as ligações telefônicas que Wizard fez e recebeu, além de mensagens, localização e pesquisas no Google e nas redes sociais.

Também pede dados fiscais, com rendimentos e declarações, e registros bancários, incluindo todas as contas de depósitos, poupança e outros bens.

Segundo o requerimento, o objetivo é analisar se houve aumento do patrimônio ou transferência de recursos para campanhas do governo.

De acordo com Vieira, os registros podem indicar a participação de Wizard nas discussões do governo sobre a gestão da pandemia. “As quebras de sigilo são fundamentais para entender essa rede paralela de relacionamentos que passou a interferir diretamente na gestão pública”, diz Vieira.​

O senador diz que quer apurar sobre um suposto “ministério paralelo da saúde”, que teria envolvimento de Wizard na defesa do uso de remédio sem eficácia e da imunidade de rebanho. “Ao lado da médica Nise Yamaguchi, o sr. Wizard teria tentado incluir o tratamento contra Covid-19 na bula da cloroquina por decreto presidencial”, diz o senador no requerimento.

O pedido ainda precisa ser apreciado.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Engraçado a maioria esqueceu em fev/20 os médicos chineses informaram que estava tratando com com sucesso os pacientes de covid usando a cloroquina e azitromicima. Teve muitas pesquisas e o médico francês e um americano determinaram a posologia. O tratamento foi amplicado com mais meciamentos e foi aplicado por milhares de médicos que salavaram milhões de pessoas. Agora a CPI está querendo incriminar as pessoas que no início da pandemia queriam acabar com as internações e mortes. O povo tem memória fraca mesmo.

  2. Querem incriminar o presidente por uma coisa que não houve, a bula foi alterada? Então parem de criar narrativas que não vão levar a nada!

  3. Investigar se houve transferência de recursos para campanhas do governo não é função dessa CPI. Estão desvirtuando o que já não tem objetivo benéfico ao país. É só politicagem rasteira.

    1. Chora não Direitinha. Não tenha medo. “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”
      Em breve saberemos de todos os crimes envolvidos nesse arremedo de governo, projeto de ditadura fracassado do Minto.

    2. Perfeito Direita Honesta, não vamos investigar corrupção no governo, isso não é admissível.

    3. Direita honesta, tu faz o que da vida? Pois me parece que você é um VAG…

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Política

CPI quer usar depoimento de Ernesto para mirar Eduardo Bolsonaro e assessor da Presidência

Após as investigações chegarem a Carlos Bolsonaro, senadores integrantes do grupo majoritário da CPI da Covid avaliam que o depoimento do ex-chanceler Ernesto Araújo, previsto para esta terça-feira (18), será importante para mapear a atuação de outro filho do presidente Jair Bolsonaro: o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Os senadores também pretendem usar a oitiva do ex-ministro das Relações Exteriores para direcionar as investigações para o Palácio do Planalto, mais especificamente ao assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins.

Nesta semana estão programados três depoimentos considerados de extrema importância pelos membros da CPI. Além de Ernesto, serão ouvidos o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e a atual secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro.

Em relação à participação de Ernesto, senadores do chamado G7 (que reúne 7 dos 11 integrantes da comissão, que não são governistas) preveem questionar o ex-chanceler sobre os danos provocados na relação entre Brasil e China com as declarações do deputado que é filho do presidente.

Os parlamentares mencionam que Eduardo Bolsonaro já escreveu em suas redes sociais que a China seria a culpada pela pandemia do novo coronavírus e também acusou o país asiático de espionagem por meio da tecnologia 5G.

Eles querem saber da influência do filho 03 e do assessor Filipe Martins na elaboração de uma política externa ideológica, em particular refratária à própria China e à Venezuela —esse último país apontado como alternativa que teria evitado o colapso da falta de oxigênio em Manaus.

Nas últimas semanas, depoimentos à CPI reforçaram a suspeita do que senadores chamam de “ministério paralelo” de aconselhamento do presidente da República na pandemia, e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) entrou no radar da comissão.

Nesta segunda-feira (17), o senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou requerimentos pedindo a convocação de Carlos Bolsonaro e Filipe Martins.

Integrantes da comissão pretendem questionar Ernesto sobre o papel do deputado Eduardo Bolsonaro na missão oficial do governo a Israel, para tratar da aquisição de um spray contra a Covid-19 ainda sem comprovação de eficácia no tratamento da doença.

A viagem a Israel para conhecer o spray nasal custou ao Ministério das Relações Exteriores R$ 88,3 mil, segundo documento enviado para a CPI da Covid.

Apenas um senador do grupo majoritário discorda desse foco nas investigações nos filhos do presidente. Sob reserva, afirma que a CPI deve evitar “familiarizar” as investigações, ou seja, focar na família do presidente. Isso daria argumento, justifica, para Bolsonaro alardear que a CPI tem como único propósito perseguir sua família.

Além de Eduardo Bolsonaro, os senadores também querem saber o papel do assessor Filipe Martins na elaboração da política externa ideológica. Discípulo de Olavo de Carvalho, ele se tornou alvo de polêmica recente ao fazer gesto considerado supremacista durante sessão do Senado, pelo qual acabou indiciado.

Os parlamentares querem saber se Martins atuou para boicotar a relação com os chineses, em favor dos Estados Unidos, de quem se mostra admirador.

Os membros da CPI afirmam que o próprio Ernesto será duramente confrontado para explicar o que chamam como erros de sua gestão.

“Mas principalmente ele vai precisar explicar o comportamento dele no Ministério das Relações Exteriores, como ele se colocou de forma ideológica, doutrinária e excludente contra países que pensavam diferente do chefe dele. Foram tantas coisas em dois anos que deixaram o país à margem do mundo”, afirma o senador Otto Alencar (PSD-BA).

Muitos senadores esperam um clima quente na sessão, principalmente por causa do histórico de animosidade do Senado com o ex-chanceler.

Como Ernesto já manifestou interesse em perseguir carreira política, senadores mencionam que ele pode usar a sessão no Senado para “jogar para a base conservadora”, defendendo seus ideais e enfrentando seus inquisidores.

Do lado dos membros da comissão, o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e os demais senadores vão centrar suas questões a Ernesto na relação entre Brasil e China, mas prometem ser mais incisivos para evitar subterfúgios.

Ernesto participou de sessão no plenário do Senado no fim de março, na qual foi avaliado que ele se saiu mal, mas manteve a versão de que não havia problemas com a China.

Na CPI, os membros da comissão vão exigir datas das reuniões de Ernesto com todos os embaixadores e organismos internacionais, na tentativa de mostrar que houve uma relação privilegiada com representantes de algumas nações e um boicote deliberado a outras.

Eles pretendem também jogar a responsabilidade da má relação ao próprio presidente Jair Bolsonaro, confrontando o chanceler com falas do chefe do Executivo e o impacto na relação.

Um dia após Ernesto, será a vez de Eduardo Pazuello ser ouvido pela comissão. O general obteve um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal que lhe garante o direito de permanecer em silêncio e não responder perguntas que podem incriminá-lo. Os senadores, portanto, pretendem usar a oitiva para questioná-lo sobre terceiros, incluindo o presidente Jair Bolsonaro.

No dia seguinte, será a vez da secretária Mayra Pinheiro, conhecida como ‘capitã cloroquina’. Pinheiro também entrou com pedido de habeas corpus no STF, mas que ainda não foi analisado.

Considerado governista, apesar de se declarar independente, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) avalia que a semana será “tumultuada”. Ele acredita que Ernesto terá a oportunidade de explicar as ações adotadas pelo Itamaraty para aquisição de vacinas.

“Nesta semana a expectativa é que a CPI seja tumultuada, considerando que o relator insiste na parcialidade. O relator tem agido com tanta parcialidade que até quem é contra o governo discorda do modus operandi. Digo isso por que ando nas ruas, converso com as pessoas simples nas feiras e mercados. Por essas e outras, a CPI, infelizmente, tem caído no descrédito da sociedade”, afirmou.

O senador Humberto Costa disse que “os principais assuntos serão cloroquina, atuação do Ministério da Saúde em Manaus, relações com a China e com o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump”.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentou requerimentos para a quebra de sigilo de Pazuello, do ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten e do próprio Ernesto.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Onde já se viu uma CPI dirigida por um canalha como Renan Calheiros, ter alguma finalidade a não ser encobrir os crimes e roubos de amigos e parentes e em seguida detonar seus inimigos, que também não são nada bonzinhos. Ou seja essa palhaçada é só conversa, tudo vai continuar como dantes no quartel de Abrantes. Prende alguns ladrões, soltam alguns ladrões e corruptos….

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Cidades

Rádio Cabugi do Seridó completa 30 anos de sua fundação em Jardim do Seridó

 

Em 18.05.1991, se instalava em Jardim do Seridó a primeira emissora de Rádio AM da cidade que tinha como objetivo primordial levar aos ouvintes entretenimento e informação pautada em jornalismo sério e imparcial.

Ao longo do tempo a emissora cresceu em audiência nos Estados do RN, PB e PE, sempre trazendo aos  ouvintes a marca da credibilidade nas notícias.

Diuturnamente, seu diretor, Ângelo Fernandes, comanda o jornalismo ao lado dos repórteres e correspondentes das diversas Regiões do RN.

“Inicialmente operamos com 1 kwats durante duas décadas, tendo posteriormente sido ampliado o transmissor para 12 kwats, nos proporcionando chegar aonde nenhuma outra emissora da Região
jamais chegou”, disse seu Diretor Ângelo Fernandes.

A Rádio Cabugi do Seridó é uma empresa de comunicação consolidada no Rio Grande do Norte muito amada pelo Seridó, sempre buscando inovação e entretenimento para seus ouvintes.

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Política

Governadores questionam abrangência de pedidos de CPI da Covid aos estados

Governadores de 17 estados e mais o Distrito Federal encaminharam hoje ao presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid do Senado, Omar Aziz (PSD-AM), um pedido oficial de esclarecimento sobre a abrangência dos requerimentos feitos pela comissão.

Os governadores reclamam que existe um “teor abrangente” de ofícios enviados aos estados pela CPI e que isso teria levantado questões sobre qual limite deve ser seguido para respostas desses documentos.

“Surgiram dúvidas acerca da delimitação dos seus conteúdos. Assim, requeremos que sejam confirmadas ou não as solicitações encaminhadas, apontando-se quais e em que pontos específicos deverão ser efetivamente atendidas”, diz o documento, encaminhado pelo Fórum Nacional de Governadores e com recebimento confirmado pela secretaria da CPI.

Ainda de acordo com o pedido, os governadores alegam que o pedido “não pretende criar qualquer embaraço ao inquérito parlamentar, que tem todo o nosso apoio.”

“Ocorre, contudo, que todos os agentes públicos têm o dever de zelar pela legalidade, daí a imperatividade dos esclarecimentos, lastreados em superveniente Nota Técnica da Consultoria Legislativa do Senado, datada de 10 de maio do ano em curso”, pontuam.

Os governadores lembram que o objeto da CPI foi delineado a partir de requerimentos dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eduardo Girão (Podemos-CE) no dia 13 de abril de 2021.

“Tais requerimentos foram apensados e o objeto da CPI delimitado à ‘fiscalização dos recursos da União repassados aos demais Entes Federados para as ações de prevenção e combate à pandemia do Covid-19, excluindo as matérias de competência constitucional atribuídas aos Estados, Distrito Federal e Municípios’, com fundamento no artigo 146 do Regimento Interno do Senado Federal, cuja redação prevê que ‘não se admitirá comissão parlamentar de inquérito sobre matérias pertinentes: I – à Câmara dos Deputados; II – às atribuições do Poder Judiciário; III – aos Estados'”, alegam.

No requerimento a Aziz, porém, não são citados casos de pedidos que estariam excedendo esses limites.

Para eles, os requerimentos aos estados devem “ser compreendidos dentro dos limites materiais de investigação das próprias comissões parlamentares de inquérito das Casas do Poder Legislativo Federal, incidindo apenas na fiscalização dos recursos da União repassados voluntariamente aos demais entes federados para as ações de prevenção e combate à pandemia da Covid-19.”

Diante disso, eles argumentam que não caberia à CPI, por exemplo, apurar matérias de competência atribuída aos estados, Distrito Federal e municípios. “[Eles] devem ser objeto de apuração no âmbito desses Entes Federados e pelos órgãos competentes”, dizem.

Assinam o requerimento os governadores:

Belivaldo Chagas (Sergipe)
Cláudio Castro (Rio de Janeiro)
Flávio Dino (Maranhão)
Gladson Cameli (Acre)
Helder Barbalho (Pará)
Ibaneis Rocha (Distrito Federal)
João Azevêdo (Paraíba)
Mauro Carlesse (Tocantins)
Mauro Mendes (Mato Grosso)
Paulo Câmara (Pernambuco)
Ratinho Junior (Paraná)
Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul)
Renan Filho (Alagoas)
Renato Casagrande (Espírito Santo)
Ronaldo Caiado (Goiás)
Rui Costa (Bahia)
Waldez Góes (Amapá)
Wellington Dias (Piauí)

UOL

Opinião dos leitores

  1. Urge que haja investigação sobre a aplicação dos recursos federais enviados aos Estados, principalmente os que foram destinados ao combate ao Covid19.

  2. Como todos são ladrões mesmo, nessa hora está todos com o c** na mão. Arrocha que eles peidam.

  3. Vixe ! Começou a rolar lero, tem muita água para passar debaixo da ponte, parece que a dor de barriga, inicialmente dita de Bolsonaro, pelos vermelhos, está atingindo mais gente. Ótimo, vamos ver até onde vai kkkkk.

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Política

Ministério do Desenvolvimento Regional cobra do Governo do RN devolução de quase R$ 19 milhões que não foram usados nas obras de Oiticica

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, encaminhou mais um ofício (veja aqui o documento) à governadora Fátima Bezerra cobrando a devolução de quase R$ 19 milhões que deveriam ter sido usados nas obras da Barragem de Oticica e estão bloqueados por decisões judiciais.

A cobrança leva em consideração uma decisão do Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vedou a utilização de recursos da conta vinculada à obra da Barragem de Oiticica para quitação outras obrigações. O ministério cobra a devolução dos recursos até a conclusão da obra que está 91% construída.

Esta não é a primeira vez que o ministério faz essa cobrança ao executivo estadual. O ofício mais recente, datado de 04 de maio de 2021 faz referências a outros dois ofícios sobre a mesma questão datados de julho (veja aqui) e agosto (veja aqui) de 2020.

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer que o governo federal manda dinheiro pra obra da barragem oiticica, o governo fatão faz mau uso, a justiça bloqueia, e fica só nisso? Mais uma vez essa governadora inepta dá descaminho ao dinheiro enviado pelo governo federal? Já não bastava os 5 milhões de reais pra compra de respiradores? Ômi o que é que essa mulé tá fazendo, que ainda não sofreu o impeachment? Ah misera!

  2. Apenas uma pergunta : se o dinheiro está bloqueado por DECISÃO JUDICIAL, como é que faz para devolver ??
    O fato é que esses políticos profissionais só pensam em uma coisa, ELEIÇÕES.

  3. É assim que o gado é alimentado por aqui. Notícia jà publicada, mudando apenas o título. O gado nem vai perceber que o dinheiro está bloqueado por decisão judicial. É fácil fazer esse tips de jornalismo com esse tips de leitor. Este blog se comporta como porta voz do governo federal. Será?

    1. Isso é que eu chamo inversão de culpa, do ônus da prova e de valores, típico de esquerdopatas. Agora a culpa é de quem publicou o mal feito…

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Política

Aras envia cópia de inquéritos envolvendo governadores à CPI da Covid-19

Foto: Isac Nóbrega/PR

O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou à CPI da Covid-19 um memorando com informações dos inquéritos que apuram a aplicação de recursos federais destinados ao combate à pandemia do novo coronavírus. A investigação do uso do dinheiro destinado pela União a Estados e municípios é defendida por senadores governistas que compõem a comissão, instalada para apurar também as ações e omissões do governo do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento da crise sanitária.

“O compartilhamento de documentos e informações entre autoridades em esforços apuratórios são muito úteis para o progresso de suas respectivas linhas investigativas, preservando-as nos casos sigilosos de sua exposição. Nesse esforço de colaboração mútua, consigno que as autoridades do Ministério Público Federal aguardam que as conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito possam muito agregar aos esforços que elas têm empreendido na elucidação dos fatos”, diz o documento da PGR.

O memorando, de 16 páginas, cita investigações, que tramitam em segredo de justiça, em seis Estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. Os inquéritos apuram, por exemplo, a conduta do governador do Amazonas, Wilson Lima, e do secretário estadual de Saúde, Marcellus Campêlo, na crise de abastecimento de oxigênio em unidades de atendimento; se houve prática dos crimes de peculato e organização criminosa na compra emergencial de respiradores pela Secretaria Estadual do Rio de Janeiro; “aquisição fraudada de respiradores” pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT); suposta “prática de ilícitos” relacionados à aquisição de 1.600 bombas de infusão pelo governo do Estado do Pará; irregularidades na instalação do hospital de campanha no Expominas, em Minas Gerais, e na aquisição de respiradores pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Na quinta-feira, 13, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), alinhado ao Palácio do Planalto, defendeu a convocação da subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, a fim de esclarecer investigações envolvendo governos estaduais, e gerou uma discussão durante a sessão que ouvia o depoimento do ex-presidente da Pfizer no Brasil Carlos Murillo. Aras enviou uma mensagem aos integrantes da comissão, na qual afirmava que o ato representaria “uma afronta ao Ministério Público, sem precedentes na história do país”. O procurador também falou sobre o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) no sentido de que membros do MP e juízes não devem prestar depoimentos sobre sua atividade-fim.

Jovem Pan

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Acidente

VÍDEO E FOTOS: Motorista sofre mal súbito, perde o controle do carro e provoca grave acidente na av. Prudente de Morais

Um motorista perdeu o controle do veículo e provocou um grave acidente na avenida Prudente de Morais, em Candelária, na noite desta segunda-feira (17). Ele teria sofrido um mal súbito antes de perder o controle do carro.

O veículo atingiu uma placa e colidiu contra o muro de uma loja. O Samu foi acionado e socorreu tanto o motorista e uma passageira que estava com ele. Ainda não há detalhes sobre o estado de saúde de ambos.

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