O Ministério da Economia está estudando o lançamento de um novo tipo de auxílio financeiro: o bônus de inclusão produtiva. A princípio, apenas os trabalhadores informais seriam os beneficiados, mas o governo também pretende incluir os jovens que nem estudam e nem trabalham, os chamados “nem-nem”.
Eles receberão entre R$ 200 e R$ 300 com a condição de fazer um curso preparatório. As empresas poderão contratar e treinar essas pessoas, oferecendo, portanto, uma oportunidade de ingresso no mercado de trabalho.
O número de jovens “nem-nem” atingiu recorde no ano passado por causa da pandemia de Covid-19. Foi o caso da radialista Gabriela Godoy Biasoli, 23, por exemplo, que se formou na faculdade em 2019 e tinha planos de começar uma pós-graduação na Europa em 2020.
Desempregada, o planejamento foi frustrado por conta do coronavírus. “Temos muitos profissionais com anos de experiência disponíveis para o mercado e eu sou recém-formada, então fica muito competitivo”, disse Biasoli.
De acordo com uma consultoria de análise de dados, entre 2012 e 2020 o número de jovens fora da escola ou faculdade vinha diminuindo lentamente. No entanto, o percentual de pessoas dessa faixa etária que está fora do mercado de trabalho saltou no começo da disseminação da Covid-19 no Brasil no ano passado.
No fim de 2020, 25% das pessoas entre 15 e 29 anos nem estudavam e nem trabalhavam. No segundo trimestre de 2020, esse índice atingiu um recorde de 29%.
O alvo desse programa são os eleitores petralhas, agora o governo acertou na mosca, percentual que estão sempre com governos assistencialista e que usam esse mecanismo para se perpetuar no poder. As próximas pesquisas já refletirão a desidratação desses votos que engordam os adoradores de corruptos petralhas, eles migrarão pra os idiotas que adoram governos incompetentes, disseminadores de várias teorias de conspirações, também de desmandos administrativos feitos por governos anteriores e sem a devida judicialização enquanto isso o país despenca num desfiladeiro pra se estraçalhar no fundo.
Um trem do metrô da Cidade do México descarrilou e despencou após um viaduto desabar na noite desta segunda-feira (3).
Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas, segundo a prefeita da capital mexicana, Claudia Sheinbaum. Há crianças entre as vítimas e 7 feridos estão em estado grave.
Nesta reportagem você vai ver:
Viaduto do metrô desabou na Cidade do México, capital do país
Vagões com passageiros despencaram e atingiram carros em avenida
Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas
Vários feridos conseguiram sair dos vagões por conta própria
Uma pessoa saiu com vida de automóvel que foi esmagado
Resgate precisou ser suspenso devido ao risco de colapso da estrutura
Linha 12 do metrô transporta mais de 5 milhões de passageiros por mês
Inaugurada em 2012, ela é a 7ª mais movimentada da capital mexicana
Foto: Jose Ruiz/AP
O viaduto da linha 12 do Metrô da cidade, que vai de Mixcoac a Tláhuac, ruiu entre as estações Los Olivos e Tezonco por volta de 22h30 (horário local, 0h30 de terça-feira em Brasília).
A estrutura e dois vagões desabaram sobre veículos que circulavam na avenida Tláhuac.
Vários feridos conseguiram sair dos vagões por conta própria e uma pessoa saiu com vida de um automóvel que foi esmagado pelos escombros do viaduto, segundo a prefeita.
Foto: Luis Cortes/Reuters
Dezenas de socorristas e bombeiros trabalharam durante a madrugada para retirar passageiros dos escombros, mas o resgate precisou ser interrompido pelo risco de colapso.
“Por enquanto, interrompemos o resgate porque o metrô está muito instável. Uma grua vai chegar para ajudar”, afirmou a prefeita da Cidade do México.
Segundo Sheinbaum, aparentemente uma viga da estrutura do metrô cedeu, mas a causa do acidente ainda será investigada.
José Martínez disse emocionado que normalmente pega o trem em direção a Tláhuac, mas escapou do acidente porque não conseguiu embarcar a tempo, após sair do trabalho.
“Fui salvo por cerca de 15 minutos, ainda bem que nada me aconteceu”, afirmou Martínez.
Este é o segundo acidente no metrô da capital mexicana neste ano. Em janeiro, um incêndio nas instalações de controle do metrô deixou uma pessoa morta e 29 intoxicadas.
Em março do ano passado, uma pessoa morreu e 41 ficaram feridas após dois trens colidirem dentro de uma estação.
Metrô da Cidade do México
Foto: Marco Ugarte / AP Photo
Inaugurado em 1969, o metrô da Cidade do México é um dos principais meios de transporte da capital e da região metropolitana, onde vivem cerca de 20 milhões de pessoas.
O metrô da cidade tem 226 km de extensão, 12 linhas e quase 200 estações e é o segundo maior da América do Norte, atrás apenas do de Nova York.
A Cidade do México é a capital do país e a maior cidade da América do Norte, com 9,2 milhões de habitantes. Para efeito de comparação, a cidade de São Paulo tem 12,3 milhões.
A linha 12, na qual ocorreu o acidente desta segunda, é a mais nova da cidade. Ela foi inaugurada em 2012 pelo atual ministro do Exterior do México e então prefeito da capital, Marcelo Ebrard.
De janeiro a março, a linha transportou quase 16 milhões de passageiros (mais de 5 milhões de pessoas por mês) e foi a 7ª com maior número de passageiros.
O Rio Grande do Norte pretende reduzir, até 2030, as taxas de mortalidade materno-infantil por causas evitáveis. As metas são diminuir em 6,5% ao ano as mortes maternas, e em 5%, no mesmo intervalo de tempo, a mortalidade de crianças. Com isso, espera-se que, em 2030, a taxa de mortalidade materna esteja abaixo de 70 óbitos por 100 mil nascidos vivos. No caso de crianças, espera-se que a taxa de mortalidade fique abaixo de 12 por 1.000 nascidos vivos até o final desta década. As metas foram divulgadas pelo Governo do Estado nessa segunda-feira (3), durante o lançamento do Plano de Redução da Mortalidade Materna e na Infância.
As projeções locais estão dentro da meta brasileira de cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030, encabeçados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A projeção nacional dentro da Agenda é de reduzir a mortalidade materna para menos de 30 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Aqui no Rio Grande do Norte, segundo a secretária-adjunta de Saúde Pública do Estado, Maura Sobreira, o índice de mortalidade materna ficou acima dos 70 óbitos por 100 mil nascidos vivos no ano passado. Foram 28 mortes do tipo. Os dados ainda estão sob revisão e são considerados altos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define óbito materno como “a morte de mulheres durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término da gravidez, devida a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela, porém não devida a causas acidentais ou incidentais”. Os dados do ano passado, se confirmados, evidenciam uma tendência de queda desde 2017, quando o Rio Grande do Norte registrou 36 mortes maternas.
No caso dos números relacionados à mortalidade infantil, o cenário também é preocupante. Segundo os índices compilados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) foram 484 óbitos infantis em 2020. Desse total, 287 bebês morreram antes de completar sete dias de nascido; 118 estavam entre o sétimo dia de vida e o 27º; e 79 tinham entre 28 dias e 1 ano de vida. Os dados também estão sob revisão e demonstram uma taxa de mortalidade de 11,59 por mil nascidos vivos. O índice não difere muito dos últimos quatro anos. Em 2016, foram 12,81 mortes por mil nascidos vivos; em 2017, 12,31; em 2018, 11,72; e em 2019, 12,42. Para Maura Sobreira, as principais dificuldades em evitar os óbitos podem estar na Atenção Básica à Saúde.
“Nós temos uma mortalidade alta no Rio Grande do Norte. Esse é um problema histórico, portanto, não é de agora. No caso da mortalidade infantil, tivemos uma queda desde o processo de implantação da Estratégia Saúde da Família (ESF), mas ainda temos uma taxa de mortalidade neonatal precoce (crianças de seis dias de nascido) muito acentuada. Isso pode revelar questões referentes às condições assistenciais, e, independente do tempo de nascido da criança, pode também estar ligado às condições de vida”, declarou a secretária de Saúde adjunta.
Dentro do recorte das mortes maternas, as principais causas de óbitos estão relacionadas à tensão obstétrica dentro dos serviços materno-infantis, como hipertensão arterial, infecções e hemorragias “A maior parte dessas causas são evitáveis se o pré-natal tivesse sido feito mais adequadamente e se a paciente tivesse acesso a maternidades em condições estruturais e com profissionais que atendam de forma adequada”, pontuou Maura Sobreira.
Medidas
Para tentar atingir as metas estabelecidas, o Governo do Estado fará uma série de reformas estruturais nas unidades hospitalares estaduais, dentro do Plano de Redução da Mortalidade Materna e na Infância. O investimento para o cumprimento das metas está orçado em R$ 133.351.721,83. A maior parte desse montante (R$ 125 milhões) é destinada à construção do Hospital da Mulher, em Mossoró, com entrega prevista para o segundo semestre deste ano.
A governadora Fátima Bezerra afirmou, durante o lançamento do Plano, que a construção do hospital será ‘algo emblemático’. “Nós vamos entregar o Hospital da Mulher a Mossoró e a toda aquela região. Com isso, estou falando de um complexo hospitalar que vai ter a instalação de mais de 160 leitos. Será algo emblemático, com sala para parto humanizado e suporte para mulheres vítimas de violência”, elencou.
Ela destacou, ainda, a importância da união entre os vários setores da sociedade para que os resultados projetados sejam alcançados. “Para o Plano ter vida, ele precisa ter parceria com o Ministério da Saúde, mas também é fundamental a parceria com os Municípios e com os Ministérios Públicos, que fazem um papel de fiscalização colaborativa, além do engajamento de toda a sociedade. Esse Plano se trata da redução da mortalidade materna, ou seja, da vida das mulheres. Vamos garantir a elas e às nossas crianças o direito de nascer e de viver com dignidade e respeito”, sublinhou.
O secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, ressaltou que as ações envolvem também a redução das taxas de gravidez na adolescência e reforçou que deve haver união de esforços para diminuir os índices de mortalidade materno-infantil no RN. “Esse plano traduz o compromisso do Governo com os problemas estruturais do Estado, mas essas ações só terão sucesso se tivermos o apoio de todos. Queremos reverter essa estatística tão preocupante da morte de mulheres. Nossa expectativa é que o Plano seja um mobilizador de consecução desse trabalho, onde a gestação não apresente riscos para a mãe nem para a criança. Também queremos reduzir a gravidez na adolescência, que muitas vezes é fruto da violência contra a mulher. Mas isso depende da mobilização de diversos entes”, frisou.
O Secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Rafael Parente, também participou do evento. Além de elogiar o Plano, ele esclareceu que o foco para as ações que devem reduzir os números de mortes entre mulheres e crianças está na Atenção Básica. “A mortalidade materna é uma chaga do País todo e a gente tem que colocar isso em índices minimamente aceitáveis. O pré-natal não pode parar, mesmo com a pandemia. É importantíssimo que a gestante faça seu pré-natal. Parabenizo muito o lançamento desse Plano”, declarou.
Sei que com o desmandos praticados por essa governadora insensível e irresponsável, ela conseguiu multiplicar os óbitos de vítimas da pandemia acima dos padrões, além de desestruturar a economia do estado levando a falência ambulantes, microempreendedor e trabalhadores com os seguidos Lockdown. Resta saber se diante de sua inabilidade para o cargo ela consiga algum objetivo nesse cargo. Só a lamentar essa escolha equivocada dos potiguares.
O melhor governo da história do Rio Grande do Norte. Parabéns Professora Governadora Fátima Bezerra. Resiliência e responsabilidade são condutas do governo Fátima durante essa crise sanitária mundial que se agrava dia após dia durante a gestão desastrosa, mentirosa e mortal do desgoverno bolsonaro.
O setor de Comércio, Serviços e Turismo é responsável, segundo o Sistema Fecomércio, por cerca de 65% do PIB do Estado. São mais de cinquenta atividades que tem relação com essa cadeia produtiva, considerada a “indústria” que mais gera emprego e renda para a população economicamente ativa.
Mas os números do último ano não são nada animadores. De acordo com pesquisa realizada pelo SINDETUR-RN, Sindicato das Empresas de Turismo do Rio Grande do Norte, o segmento registrou uma queda de 70,77% no número de passeios realizados entre Abril/2020 e Março de 2021, em comparação ao período anterior à pandemia.
“A pesquisa foi realizada entre as principais empresas de receptivos e passeios turísticos do estado, que representam 80% do mercado”, explicou Júnior Câmara, presidente do SINDETUR-RN. “O dado preocupa, o reflexo é muito forte nos municípios que recebem diariamente os turistas de “bate e volta” e existem diversos serviços relacionados, como passeios de barco, quadriciclos, buggy, restaurantes, barracas de praia, lojas de artesanato e ambulantes, que também estão sofrem com essa queda do fluxo de passageiros. A cadeia de atividades que depende destes turistas é enorme”, explica.
As empresas de passeios não são as únicas que constataram a grande queda no movimento. Com a diminuição no número de voos diários para o Estado, os taxistas também relatam prejuízos. Numa cooperativa de taxis que atua no aeroporto com 120 veículos credenciados, alguns profissionais precisaram mudar de ocupação para garantir o sustento.
“Nós dependemos do turismo, dependemos de ter turista na cidade e não somente os taxistas. É o hotel, o restaurante, o trabalhador que vende água de coco na praia. E nós estamos dentro desse contexto. Tenho colegas que precisaram sair do taxi e arrumar outro meio de vida porque só o taxi só não dá para manter a família e pagar as contas”, lamenta Rogério Azevedo, presidente da COOPCON.
“Já tivemos excelentes momentos em que fazíamos 8 corridas diárias. Começou a cair, 4, 3 por dia, mesmo com os voos internacionais, mas isso foi diminuindo progressivamente. Antes da pandemia chegamos a ter 4 mil corridas/mês. No último ano tivemos mês com 186 corridas”, detalha Azevedo.
”Totalmente aos pedaços”
Para Habib Chalita, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), “O RN está totalmente aos pedaços, virou terra devastada para quem investiu em turismo, bares e restaurantes. Precisamos de ações para que a gente possa se reerguer. Somos a principal indústria geradora de empregos e renda. O que vai ser do Rio Grande do Norte, se não for o turismo?”, questiona.
Chalita ainda reforça que os impactos negativos não atingem somente as empresas. “Quero saber qual é a indústria aqui dentro do Rio Grande do Norte que consegue desenvolver mais rápido, gerar mais emprego e arrecadar mais impostos do que a gente” e lamenta: “A cadeia do turismo vem sendo jogada no lixo. Os outros estados do Nordeste estão dando aula de como salvar o turismo. João Pessoa, Recife, Fortaleza, Alagoas, pegaram o Rio Grande do Norte e colocaram no bolso. Mostra a total incompetência da gestão estadual atual com o turismo”, critica.
“O que passamos décadas para construir, em relação à indústria do Turismo no Rio Grande do Norte, foi jogado fora no lixo em 1 ano e 3 meses porque o governo do Estado não deu nenhuma assistência ao setor de turismo. A coisa mais fácil do mundo é você ver equipamentos turísticos, bares e restaurantes fechados em Natal. Virou comum”, finaliza.
Parem de culpar somente o Governo do Estado, o turismo do RN vem amargando sucessivas perdas há anos, culpa de sucessivos governos desastrosos e do próprio empresariado que pensa pequeno. Não se pode esperar somente do governo, apesar dele ter sua culpa também. A orla de Natal é um desastre, uma cidade praiana que tem uma orla abandonada, suja, destruida e caótica. A própria cidade sem cuidados mínimos, sem ajardinamento como existiu no passado, plano diretor atrasado que matou o desenvolvimento da cidade, enquanto vizinhas cidades se desenvolvem e Natal só olha tudo e reclama, com pensamento provinciano. Pobre Natal, não vejo saída pra nossa bela e maltratada cidade, uma pena.
Os empresários sempre querem achar um culpado que na verdade não existe, e até podemos dizer que existe sim, uma pandemia que se alastrou pelo mundo e ninguém imaginava. Governo, prefeitura e presidência podem ter sua parcela de culpa mas eles n tem culpa que os voos foram cancelados, o turismo nesse sentido tem que se reerguer devagar mesmo, já os bares e restaurantes eu não concordo que venda bebidas alcoólicas, pois aglomera muita gente…restaurante pode funcionar para os clientes se servir e correr pra casa. Quem deseja beber que compre e bebam em suas casas. As pessoas são mal educadas e não respeitam as normas e por isso que Natal está do jeito que está.
A segurança também está uma tragédia. Mas nesse aspecto o eleitor do PT, boa parte formada por bandidos, deve estar bem satisfeito.
Quanto ao turismo o que já era ruim ficou pior. Digo, já não se tinha nenhum investimento em infraestrutura – parques, estradas, prais, praças, tudo sujo, abandonado e sem segurança – e qualificação, agora o pouco que se tinha, perdeu-se.
Mas terra arrasada é a meta de toda gestão de esquerda.
E o que falar da educação?
A incompetência de Fátima não é só no turismo, educação, saúde e segurança. Uma professora que não paga o salário de professores recém contratados. O aporte do governo federal deu um fôlego, mais agora acabou e sua incompetência aparecerá.
Até parece que o descaso com o turismo começou em 2018… Acordem… O que acontece hoje é fruto de ações (ou omissões) passadas. E outro detalhe, comparem o preço médio de serviços/produtos de turismo ofertados aqui e em outros destinos, isso vai ajudar a entender um pouco o que se passa hoje. Sai mais barato viajar pra João Pessoa do que curtir nossos pontos turísticos.
Se querem verdadeiramente conhecer como pensam os “empresários” do turismo no RN, assistam uma reunião do Conselho Estadual do Turismo. Vejam o que eles pensam e dizem…
Há igualmente uma diferença abissal entre os Estados listados pelo presidente HC. Lá os empresários também pensam diferente. Nos demais Estados, os empresários não “vivem” esperando apenas investimentos estatais, como aqui.
É chato ser repetitivo mas, o povo potiguar precisa abrir os olhos para a realidade e entender que o RN não suporta outra administração desastrosa como essa de Fatima do PT. A incompetência e a falta de atitude são marcas registradas desse governo, que parece ainda não ter começado. Ou, ainda pior, suas poucas ações prejudicam o estado. E isso está ocorrendo em TODOS os setores. Nada está funcionando a contento no RN.
De uma governadora com formação de professora que nunca deu aula e passou a maior parte de sua vida como sindicalista, não se deve esperar muita coisa em termos de gestão. No máximo gerenciar folha de pagamento.
Assim, o RN segue ladeira a baixo.
Lamentável!
Esse Governo Federal está no topo da incompetência. Mas vc não vê, não é mesmo?
A governadora disse que “vou fazer pelo RN o que Lula fez pelo Brasil”. Se vocês não acreditaram, os fatos mostram que ela está cumprindo o prometido. O que mais chama atenção é a omissão da classe política potiguar que sumiu na pandemia e o MPRN completamente inerte, alinhado ao governo. Disso se chega a conclusão que a governadora está certa e quem reclama, reivindica, totalmente errado.
Ministério público INERTE dá nisso, viajem para JOÃO PESSOA, tudo perfeito , sabem porque ???lá o poder legislativo trabalha sem roubar , sabe porque ??? O ministério público é atuante , prende , investiga etc , lá político morre de medo , aqui estão rindo da cara do POVO IDIOTA .
Não estou limitado ao um único partido , todos que passaram nos últimos 40 anos no estado ROUBARAM , quebraram o estado ,e o ministério público CALADO …não querem problemas pra eles .podem perguntarem no meio jurídico como funciona na PARAÍBA????
João Pessoa hoje é onde fica o Aeroporto do Rio Grande do Norte. 80% das pessoas que saem ou chegam em Natal vem por João Pessoa. Passagens baratas, menor risco de ser assaltado e ainda dá-se um passeio pela belíssima orla de JP e se agrada tanto que termina ficando por lá mesmo.
Esse desgoverno caótico de Fátima do PT está destruindo o RN em TODOS os setores. É difícil até criticar algo que é péssimo por completo. Na saude, fez o que? Na educação, a “professora” não quer abrir as escolas e recorre até mesmo ao STF para deixar os alunos sem estudar. Na infra-estrutura, fez alguma coisa? E na segurança, desvia a polícia para perseguir o cidadão de bem e nào deixar as pessoas trabalhar. O governo dessa senhora é uma sucessão interminável de equívocos e falta de atitude.
O avanço da vacinação pelo país em patamar milionário começa a surtir efeitos mais palpáveis nos números da pandemia e o Brasil teve ontem, segundo o Conass, 983 mortes decorrentes da covid19.
Apesar de ainda elevado, é o menor número dos últimos 63 dias. Com relação aos novos casos, o resultado de 24.619 é ainda mais promissor por ser o menor número de infecções confirmadas em 24h desde o dia 14 de fevereiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O resultado desta segunda fez cair a média diária de óbitos para 2.364, cerca de 25% menor que a do início de abril, e a menor em 40 dias.
Especialistas afirmam que efeitos da situação atual só são sentidos 15 dias depois. Por isso, a expectativa é de queda ainda mais acentuada.
Abril terminou com 24,6 milhões de doses aplicadas, e em aceleração. Nos últimos oito dias, a média foi acima de um milhão de doses diárias.
Embora o presidente, infepizmente, trabalhe para o contra, as medidas de restrições juntamente com a vacinação salvam mais mil vidas em um único dia. Amém, Deus seja louvado por isso.
Com 11,5 milhões de doses distribuídas nesta semana, o Brasil deve vacinar 25% do grupo apto a ser imunizado contra a Covid-19. A população adulta brasileira corresponde a 163.981 milhões de pessoas e, se as secretarias estaduais aplicarem as novas doses recebidas, 40,9 milhões dos maiores de 18 anos terão a primeira dose nos próximos dias.
A entrega de vacinas aos estados no início de maio é a maior desde o começo da pandemia de coronavírus. Serão mais de 11 milhões de doses. Desse total, 6,5 milhões foram produzidos pela Fiocruz; 4 milhões, pelo consórcio Covax Facility, encabeçado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); 1 milhão, pela Pfizer/BioNTech; e 420 mil pelo Butantan.
Desde quando a campanha de imunização começou, em 18 de janeiro deste ano, a semana de 28 de março a 3 de abril detinha o recorde de maior número de doses distribuídas, com 9,2 milhões de vacinas repassadas aos estados. A quantidade estimada para os primeiros sete dias de maio é 25% superior a esse montante.
O cronograma do Ministério da Saúde prevê uma aceleração na distribuição de doses até o fim do primeiro semestre deste ano. De acordo com a última atualização, realizada na quarta-feira (28/4), neste mês devem ser repassados 34,5 milhões de vacinas, 7,9 milhões a mais do que em abril.
Desse total, 21,5 milhões serão produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); 5,6 milhões, pelo Instituto Butantan; 4,9 milhões serão enviadas pela Covax Facility; e outros 2,5 milhões virão da Pfizer. Assim, a previsão é de que a Pfizer envie mais 1,5 milhão de doses até o fim do mês.
A expectativa para o mês de junho é de que 52,2 milhões de unidades sejam distribuídas. Mais da metade desse total diz respeito a imunizantes da Fiocruz (34,2 milhões); enquanto o Butantan deve repassar 6 milhões de doses; e a Pfizer, outros 12 milhões. São aguardados mais 162,9 milhões de vacinas entre julho e setembro.
O médico infectologista Julival Ribeiro aponta que mesmo com a imunização é necessário manter o uso de outras medidas que reduzem o contágio pela Covid-19. “As vacinas precisam estar associadas ao uso de máscara e a medidas de distanciamento social, não há nenhuma vacina com eficácia de 100%”, apontou.
De acordo com o especialista, até o fim do ano ou início de 2022, o Brasil deve atingir um patamar de imunização suficiente para restringir de maneira significativa o espalhamento da doença. “As pessoas precisam tomar todas as doses para serem consideradas vacinadas”, lembrou.
Hoje, das 48,3 milhões de vacinas aplicadas, 16,1 milhões foram de segunda dose. Essa é a população imune atualmente no país.
Os defensores do tal mito, ou são idiotas demais ou sínicos mesmo. Pois bem, em julho de 2020 foram oferecidas 50 milhões de doses da Coronavac e em agosto 70 milhões de doses da vacina da Pfizer, ambas para serem entregues em dezembro de 2020. Quem comprou, como o Reino Unido, Canadá, EUA, Nova Zelândia, Austrália, Israel, Chile e outros avançaram. Quem tinha presidente negacionista como nós, se deu mal. Então, ele tem sim sua parcela de culpa nas 400 mil mortes. Que seja punido na forma da lei!
Pois é… mais uma prova que se o governo bolsonaro não tivesse sido negligente, pra não dizer crimimoso ao escolher a contaminação em massa como política de governo, milhares de vidas teriam sido salvas. Pois bem, o Brasil precisa responsabilizar exemplarmente os culpados por essa tragédia pré meditada.
Brasil é Brasil e nunca vai ser um país de 1 mundo, infelizmente! Fico triste e envergonhada ao mesmo tempo. Nada funciona, um país tão rico é desmoralizado lá fora.
Nilton me informa que país ou quais países fizeram essa compra. Meu amigo quem determina ou autoriza a compra é a Anvisa. Mas mesmo assim o Brasil é quarto no mundo em vacinados só perde para os produtores da vacina.
Terca feira e nada do vozo por as tropas na rua, o gado autorizou e até agora nada.
Cade o STF fechado, o Tal mito é um Blefador Frouxo.
E tem vaca que de tão fracassada, cria fakes pra babar o ovo do Miliciano aqui no Blog…..vamos fingir que não é o mesmo vagabundo.
A partir da 1a. dose, as vacinas já surtem efeito, embora ainda não em seu pleno efeito. E o Brasil está vencendo a crise sanitária. Graças a um presidente honesto, trabalhador, patriota, bem intencionado e que soube escolher seus assessores. Noticias como essa destroem as narrativas mentirosas daqueles que torcem pelo pior, que querem destruir o pais em nome do seu projeto de poder. O Brasil está dando certo.
Poderia estar melhor, se o nosso presidente tivesse comprado as 70 Milhões de doses foram oferecidas em agosto do ano passado
A CPI tá chegando prepare o lombo.
Qual país do mundo estava vacinando em agosto do ano passado? Kkkk. O presidente comprou quando foi possível comprar, após projeto aprovado pelo congresso. Desinformação é o que os jumentos de esquerda mais sabem fazer, além de não quererem trabalhar.
É dessa gente que falo, individuos flagrantemente incomodados com as boas notícias, com um governo federal que “teima” em fazer o que é certo. E quando a gente compara com um governo caótico como esse de Fatima do PT? É muito difícil a situação da oposição ao presidente. E o povo está vendo isso. Viram as manifestações de 1° de maio, “cumpanheros”?
Nilton, procura saber da história direito pra não tá falando merda! Não se compra vacinas sem a aprovação da ANVISA, entre outras aprovações, inclusive do senado.
Nilton Jr, essa narrativa que a esquerda tá construindo é boa demais rsrsrs Em agosto do ano passado a Anvisa não tinha aprovado nada. A Pfizer não queria assumir nenhum risco e só foi possível com a edição de uma lei pelo Congresso. Não entendo pq o Consórcio Nordeste não começa a comprar as vacinas. O STF já liberou.
Nilton… Em agosto do ano passado nao tinha vacinas em nenhum lugar do mundo. As primeiras chegaram no final de dezembro em fase experimental nos EUA e Inglaterra (países produtores de vacina). Em agosto/20 foram oferecidas vendas antecipadas de algo que nao existia, contrato sem garantias de efetividade e fora do padrão. Essa sua narrativa é so repeticao de sites de esquerda. Gostaria de lembrar que 20 dias depois da vacinaçao inicial nos EUA, começaram a vacinar aqui e mesmo assim, a producao mundial ainda nao da conta, o que destroi sua narrativa sem sentido.
Nilton Jr, me responda: Qual país do mundo tinha vacinado 01 pessoa em agosto de 2020? Países que produzem vacinas, começaram a vacinar em que mês? Todo mundo partiu ao mesmo tempo atrás das vacinas que não existiam. Antes de criticar, para que sua colocação não seja bobagem, se informe.
Três em cada quatro brasileiros perderam alguém para a covid-19, indicou um levantamento divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Entre aqueles que conhecem alguém que morreu na pandemia, 53% disseram ter perdido um amigo, 25% um parente que mora em outra residência e 15% um colega de trabalho.
Os porcentuais, que fazem parte da pesquisa “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, divulgado hoje pela CNI, são indícios do impacto da pandemia do novo coronavírus sobre as famílias brasileiras. Até a noite de ontem, mais de 407 mil pessoas já haviam morrido de covid-19 no País, conforme dados compilados pelo consórcio dos veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL.
O levantamento da CNI, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, mostra que 75% dos brasileiros conhecem alguém que já morreu de covid-19. Foram entrevistadas 2.010 pessoas com mais de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, entre os dias 16 e 20 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa mostrou ainda que 56% da população brasileira possui atualmente um medo “muito grande” ou “grande” da covid-19. O porcentual sugere um aumento das preocupações, na esteira da segunda onda da pandemia neste ano de 2021. Em julho do ano passado, quando outro levantamento foi realizado, este porcentual era de 47%.
Entre 22% da população o medo atual da pandemia é classificado como “médio” e 9% o qualifica como “pequeno” ou “muito pequeno”. Em julho de 2020, 29% das pessoas diziam que o medo da pandemia era “médio” e 10% que era “pequeno” ou “muito pequeno”.
A relação dos brasileiros com a pandemia traz impactos diretos para a atividade econômica. Por meio de nota à imprensa, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, defendeu que “enquanto não houver uma vacinação em massa, a pandemia será motivo de grande preocupação para a população e continuará afetando o funcionamento das empresas, dificultando a esperada retomada da economia”.
Conforme o consórcio de imprensa, 31.875.681 pessoas haviam recebido pelo menos a primeira dose de vacina contra a covid-19 até o último domingo, 2. O número corresponde a apenas 15,05% da população brasileira. Na prática, de cada 20 brasileiros, somente 3 já receberam uma dose da vacina. O porcentual de quem já recebeu as duas doses é de apenas 7,49% da população.
Neste cenário, a pesquisa da CNI mostrou que 89% dos brasileiros consideram a pandemia no Brasil “muito grave” ou “grave”. Outros 6% a classificam como “mais ou menos grave”, enquanto apenas 10% dos brasileiros a tratam como “pouco grave” ou “nada grave”. Em julho de 2020, 84% das pessoas consideravam a pandemia “muito grave” ou “grave”.
Politica do governo bolsonaro, contaminação em massa que a Cloroquina salva. Faz mais de 400 dias que o presidente faz propaganda do remedio e estimula abertamente em rede nacional o descumprimento do único remédio, porém amargo, que freia as mortes que são as medidas de distanciamento. Taí o resultado. Agora é CPI, polícia, PGR, MP, justiça, Impeachmant e responsabilização com rigor.
Vamos continuar com as aglomerações, vamos fazer passeatas igual ocorreu em 1° de maio. Esse vírus deveria ser é seletivo aos que se expõe, seria idiotas a menos nessa terra.
Cada vez que eu leio um comentário desse, tenho mais certeza que estou do lado certo.
Só pelo nome “observador RN” já sei o lado.
DOS ALIENADOS
Enquanto a população em geral não tiver consciência do perigo a que estamos expostos com vacinação ou sem vacinação o ciclo de ondas e novas cepas vai continuar…
Quanta revolta! O Sr. Mamava em alguma teta da esquerda? Relaxa que dói menos!
Autoridades sanitárias da França e da Alemanha têm recomendado que seus cidadãos de, respectivamente, menos de 55 e 60 anos e que já tomaram a 1ª dose da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a covid-19, recebam como 2ª dose um imunizante diferente do primeiro. Nesse caso, a escolha preferencial recai sobre a Pfizer ou a Moderna. A combinação, que surpreendeu especialistas, tem sido receitada para reduzir o risco de coágulos, entre os mais jovens, relacionado ao produto de Oxford.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda a mistura de vacinas diferentes. Ainda não há estudos sobre as possíveis consequências dessas combinações. Além disso, o risco de ocorrência de coágulos entre aqueles que recebem as duas doses da AstraZeneca é muito raro. Não justificaria tal alteração do protocolo. Na Europa, foram 222 casos em pelo menos 34 milhões de vacinados.
“Acho uma decisão no mínimo controversa”, afirma o pediatra Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim). “O risco de coágulos é baixíssimo, e não há estudos sobre essas combinações de vacinas. Não sabemos, por exemplo, se essa combinação pode oferecer proteção mais baixa ou até favorecer mais coágulos.”
Na França, a decisão deve afetar 530 mil pessoas com menos de 55 anos que já tomaram a 1ª dose da vacina da AstraZeneca entre o início de fevereiro e meados de março. A Alta Autoridade de Saúde, um painel de especialistas que aconselha o governo francês, disse que a 2ª dose deve ser de vacinas baseadas na tecnologia de RNA, como a da Pfizer e a da Moderna. Segundo o ministro da Saúde francês, Olivier Véran, a combinação de vacinas diferentes é “totalmente lógica”.
A vacina Oxford/AstraZeneca é um dos três imunizantes usados na campanha de imunização brasileira, junto da Coronavac e do produto da Pfizer. No Brasil, as doses de Oxford são fabricadas pela Fiocruz e, para o segundo semestre, a expectativa é de produção 100% nacional, sem dependência de insumos importados.
Autoridades investigam elo com coágulos
A Agência Médica Europeia estabeleceu recentemente que haveria “possível relação” entre a vacina da AstraZeneca e os incomuns coágulos que afetaram, na maior parte dos casos, mulheres com menos de 60 anos. A agência informou ter analisado ao menos 86 casos e 16 mortes. Recomendou uma atualização na bula da vacina, para que os coágulos sejam listados como um possível efeito colateral. Indicação semelhante foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil.
Especialista em vacinas e integrante da Alta Autoridade de Saúde, Elisabeth Bouvet afirmou que a combinação de vacinas diferentes é uma solução prática. O objetivo é proteger os mais jovens, que têm risco menor de desenvolver formas graves de covid. “É uma escolha baseada em segurança”, garantiu, a despeito da ausência de dados clínicos sobre a combinação de vacinas.
Para a especialista, a estratégia teria risco muito baixo de provocar efeitos colaterais e, provavelmente, deve oferecer proteção adicional contra a covid, uma vez que todos os imunizantes têm como alvo principal a proteína spike do coronavírus. “Acreditamos que essa estratégia vai funcionar”, disse ela. “Não há razão para esperarmos algum efeito colateral em particular com a combinação. Mas será interessante estudar a resposta imunológica que será induzida.”
O ministro da Saúde da Alemanha, Klaus Hletschek, tem opinião semelhante à da colega francesa: “A solução encontrada vai oferecer bom nível de proteção”. A decisão da Alemanha foi baseada em decisão da Comissão Alemã de Vacinas. Na Alemanha, ao menos 2,2 milhões de pessoas com menos de 60 anos já tomaram a 1ª dose da AstraZeneca.
O britânico Peter English, especialista em controle de doenças transmissíveis, disse que é razoável combinar vacinas diferentes e que isso já foi feito antes para outras doenças.
Depois de cortar em 70%, em média, o valor dos bônus do próximo leilão do pré-sal, previsto para dezembro, o governo anunciou nesta segunda-feira (3) que a Petrobras terá direito de preferência para operar as áreas que serão licitadas, em um indicativo de que haverá oferta pelos blocos.
No leilão, o primeiro com oportunidades no pré-sal após o início da pandemia, o governo oferecerá duas áreas que não atraíram interessados em evento que ficou conhecido como megaleilão do pré-sal, em 2019.
Caso se confirmem as ofertas da Petrobras, o governo garantirá uma arrecadação extra de R$ 11,1 bilhões em 2021. A estatal, porém, não é obrigada a fazer lances, mesmo tendo exercido direito de preferência previsto em lei.
O direito lhe garante uma fatia mínima de 30% no consórcio vencedor, mesmo que sua oferta tenha sido derrotada durante o leilão. A regra foi estabelecida em 2017, por lei que acabou com a presença obrigatória da estatal em consórcios do pré-sal, vigente havia sete anos.
Nesta segunda, em entrevista à CNN, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse acreditar que nenhuma empresa entrará na disputa sem participação da Petrobras. “Ela é considerada a empresa de petróleo mais qualificada para fazer produção em águas profundas e ultraprofundas, que é o caso dessa área de Sépia e Atapu”, afirmou.
Em nota divulgada na semana passada, a Petrobras diz que “a manifestação do interesse está em linha com o Plano Estratégico da companhia, com foco na concentração dos seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultraprofundas”.
As áreas do próximo leilão, chamadas Atapu e Sépia, eram parte de um conjunto de quatro blocos oferecidos no megaleilão, quando o governo arrecadou R$ 69,9 bilhões com a concessão de outras duas áreas à Petrobras em parceria com estatais chinesas.
O pedido da Petrobras é para os campos de Atapu e Sépia, áreas que foram oferecidas, respectivamente, por R$ 13,7 bilhões e R$ 22,9 bilhões em 2019. Há duas semanas, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) anunciou que na nova oferta os bônus serão de R$ 4 bilhões e R$ 7,1 bilhões.
A falta de interesse de petroleiras privadas naquele leilão foi interpretada pelo mercado como reflexo dos altos preços pedidos pelo governo para projetos que tinham incertezas sobre reembolsos de investimentos feitos pela Petrobras.
Na semana passada, em um primeiro passo para tentar conceder as áreas, o MME anunciou acordo entre a Petrobras e a estatal PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.) com um cálculo final sobre os reembolsos, que ficarão na casa dos US$ 6,45 bilhões (R$ 36 bilhões, pela cotação atual).
A compensação será de US$ 3,253 bilhões para Atapu e US$ 3,2 bilhões para Sépia. Os valores podem ser ampliados entre 2022 e 2023, caso o preço do petróleo atinja média anual superior a US$ 40 por barril, até um limite de US$ 70 por barril.
Os reembolsos são necessários porque a Petrobras foi responsável pela descoberta dos reservatórios, mas segundo contrato assinado com o governo em 2010, tem direito a produzir apenas parte do petróleo que está no subsolo.
Esse contrato ficou conhecido como cessão onerosa. Em troca de ações da estatal no processo de capitalização da companhia, o governo deu à empresa 5 bilhões de barris de petróleo, mas os reservatórios tinham reservas maiores do que as cedidas à estatal.
Nos leilões do pré-sal, o bônus de assinatura é fixo e vence a disputa a empresa ou consórcio que se comprometer a entregar a maior parcela da produção ao governo, depois de deduzidos os custos de produção e a recuperação do investimento.
Para o leilão de dezembro, o CNPE estipulou que os lances mínimos serão de 5,89% da produção para Atapu e de 15,02% para Sépia. Em nota, o conselho disse que “os parâmetros escolhidos derivam de estudos robustos que envolvem modelagens geofísicas, geológicas, de reservatório e econômicas”.
Recentes resultados negativos na busca por petróleo em áreas do pré-sal indicam que o tempo de “bilhete premiado” da maior província petrolífera brasileira já passou e reforçam argumento de petroleiras para defender mudanças no modelo de leilões no país.
A expressão foi usada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ilustrar a elevada taxa de sucesso da Petrobras nos primeiros poços na região, argumento que justificou aprovação de lei que garantiu fatia maior da receita ao governo e um mínimo de 30% de cada projeto à estatal.
A indústria do petróleo defende o fim do regime de partilha da produção, que é tema de um projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP). As empresas defendem que o modelo, instituído por Lula após a descoberta do pré-sal, reduz a viabilidade dos investimentos.
O texto dá ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) a atribuição de definir qual o regime contratual para cada bloco licitado. Atualmente, o regime de partilha vigora no chamado polígono do pré-sal, área de 149 mil quilômetros quadrados entre Santa Catarina e o Espírito Santo.
Tem de ser, não estão produzindo, então deixe ver se outras pessoas fazem algo pra devolver o emprego , principalmente na área do RN e tbm no Brasil, vamos virar pra rodar, já que o PT afundou a BR,dizendo…o petróleo é nosso kkkkkkkk
Depois de f**** aposentadoria, e direito dos trabalhadores, agora vende tudo, e nada de melhorar as condições de nossas vida, só teorias de conspirações, denuncias de desmandos sem judicialização e arranca rabo todo dia. Ainda quer continuar nessa pisada, mais quatro anos. Acha bom, uns poucos se dando bem com benesses do governo, uns idiotas igual aos petralhas alimentando mídias fakes e tolas. Ômi, não sei onde querem ir nesse país de babacas.
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, 41, foi extubado na noite desta segunda-feira (3), após o sangramento na cárdia, entre o esôfago e o estômago, ter sido estancado com procedimento endoscópico de hemostasia. Tratando de um câncer que começou no sistema digestivo, ele havia sido internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital Sírio-Libanês e intubado mais cedo.
Covas foi internado no domingo (2) para fazer exames de sangue, de imagens e endoscópico para continuar o tratamento de quimioterapia e imunoterapia, diz a prefeitura. A endoscopia mostrou que havia um sangramento no local do tumor inicial, na cárdia, entre o esôfago e o estômago. Após passar por procedimento endoscópico e ter o sangramento estancado, ele foi extubado já na noite desta segunda. Covas é acompanhado pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.
O prefeito então foi levado à UTI e intubado. Covas é acompanhado pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.
O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento em 2019 e vinha evitando, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas.
Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.
Em fevereiro, um novo nódulo no fígado foi descoberto. Na ocasião, a equipe médica disse que o câncer no sistema digestivo conseguiu “ganhar terreno”, mas que ainda era menor do que o primeiro encontrado há dois anos.
Em 16 de abril, os médicos anunciaram que exames detectaram o surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito, e ele foi internado.
No último dia 27, os médicos anunciaram que ele teria alta. A prefeitura informou à época que a internação se prolongou devido ao acúmulo de líquido entre os pulmões e a pleura (membrana que reveste os pulmões), dentro da caixa torácica. O acúmulo é decorrente de uma inflamação provocada por um dos tumores no fígado. Covas fez drenagem pleural e seu quadro evoluiu com sucesso, dizem os médicos, com redução do líquido e melhora clínica, o que permitiu que ele deixasse o hospital.
Em casa, o prefeito estava recebendo alimentação venosa suplementar para recuperar o peso perdido nos últimos meses, e faria quimioterapia e imunoterapia a cada duas semanas, a começar pelo último fim de semana. O tratamento previsto, no entanto, foi adiado porque a equipe médica achou melhor esperar os resultados de novos exames.
No domingo (2), a prefeitura anunciou que ele voltaria a ser internado. Em entrevista à rádio CBN na manhã desta segunda, David Uip afirmou que Covas teve sintomas comuns ao tratamento, como náusea e vômito, e que os médicos optaram por interná-lo novamente para antecipar os exames.
Também neste domingo, o prefeito decidiu se licenciar por 30 dias do comando da Prefeitura de São Paulo. Neste período, o vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), assumirá a maior prefeitura do país.
Em rede social, Covas disse no domingo que nos últimos meses a vida tem apresentado enormes desafios e que ele tem procurado enfrentá-los com fé, cabeça erguida e muita determinação. Reeleito no segundo turno em novembro, o tucano vinha despachando do hospital e de casa.
À Folha, Nunes afirmou que vai consultar Covas em temas importantes e que não fará mudanças enquanto for prefeito em exercício.
“Me sinto preparado para ocupar a cadeira nesses 30 dias. Nesses quatro meses do lado do Bruno, aprendi muito, a equipe montada é muito boa, está todo mundo muito entrosado. Os trabalhos vão continuar, eu vou continuar conversando com ele”, afirmou Nunes no domingo.
“Não farei absolutamente nenhuma mudança no rumo da prefeitura ou em secretariado, em hipótese alguma, isso nem me passou pela cabeça”, disse o vice-prefeito.
O número de mortes de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem por Covid-19 despencou no Brasil depois do início da vacinação.
O número, que vinha crescendo desde dezembro, atingiu pico em março, com 83 óbitos, e caiu para 24 no mês de abril —uma redução de 71%. Os profissionais estão incluídos nos grupos prioritários da vacinação.
A diminuição dos óbitos entre profissionais, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), pode ser creditada a diversos fatores, sendo o principal deles a imunização desses profissionais. “Ainda assim, as equipes continuam sobrecarregadas. Em especial com o advento da segunda onda, que foi mais agressiva”, diz Walkirio Costa Almeida, que integra o comitê de crise da entidade.
Ele também cita a maior disponibilidade de equipamentos de proteção e o maior conhecimento dos protocolos para o combate ao vírus como fatores que podem explicar a redução dos óbitos.
O Cofen registrou em abril 7 mortes na região Norte, 3 no Nordeste, 5 no Centro-Oeste, 8 no Sul e 1 no Sudeste. A queda segue o caminho inverso das mortes registradas no Brasil: abril foi o mês mais letal da epidemia, com 82.401 óbitos. A Covid-19 já matou 776 profissionais de enfermagem.
Mais uma prova de que a negligencia do governo bolsonaro custou o que se tem de mais caro a cada brasileiro, custou a vida e por cada vida perdida que poderia ter sido preservada deve ser responsabilizado. Uma cela de Estado Maior em Bangu 8 resolve parte do problema.
Em nova reunião nesta segunda-feira (3), o Ministério da Saúde sinalizou que deve iniciar a vacinação da delegação brasileira que vai para os Jogos de Tóquio a partir do dia 9 de maio.
Seis cidades devem ser definidas para receber atletas e demais pessoas credenciadas: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Fortaleza.
O Comitê Olímpico do Brasil fez consulta ao governo para saber se teria possibilidade de imunizar integrantes da delegação que estão no exterior, mas a resposta foi negativa.
Segundo levantamento, cerca de 199 atletas estão fora do país atualmente e terão que voltar se quiserem receber as doses.
Com o atraso na chegada de vacinas contra o coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido pressionado pelo Congresso a acelerar o processo de criação de um programa social que substitua o auxílio emergencial. Na semana retrasada, congressistas governistas alertaram o presidente que caso a ampliação do Bolsa Família, iniciativa planejada pelo ministro Paulo Guedes (Economia), não seja viabilizada até julho, eles passarão a defender em público que o auxílio emergencial seja prorrogado até novembro.
O auxílio emergencial foi renovado em 2021, de abril a julho. O benefício varia de acordo com a composição da família. As parcelas vão de R$ 150 a R$ 375 por mês. No caso do Bolsa Família, o benefício médio está na faixa de R$ 190 por mês.
Na quarta-feira (28), diante da pressão de deputados e senadores do centrão, o presidente afirmou, em conversa com eleitores, que pretende ampliar para R$ 250 o valor médio recebido por um beneficiário do Bolsa Família a partir de agosto ou setembro.
A sinalização, no entanto, não foi considerada satisfatória nem mesmo por integrantes do governo, para os quais, diante do aumento dos indicadores de pobreza no país, o programa social deveria ser ampliado para um número maior de beneficiários e para uma quantia mais elevada, chegando a R$ 270.
O governo ainda não deu reajuste ao benefício do programa. O último aumento foi em julho de 2018, na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Na época, o valor médio transferido às famílias foi de R$ 188. Se o valor fosse corrigido pela inflação do período, seria equivalente a cerca de R$ 215.
Portanto, parte do aumento prometido pelo presidente apenas repõe o poder de compra dos beneficiários, que está defasado. Sem consenso, o plano de reformular o Bolsa Família travou no ano passado, e nem sequer foi apresentado ao Congresso.
Apesar do alerta do Legislativo, ainda não há previsão para que o governo formalize uma nova proposta de programa social, mais amplo que o atual.
Procurado, o Ministério da Cidadania afirmou apenas que trabalha no aprimoramento do Bolsa Família e que pretende lançar a reformulação após a última parcela do auxílio emergencial, em agosto. Por ora, as discussões não preveem mudança no nome do programa.
Atualmente o Bolsa Família atende 14,6 milhões de lares. Mas há cerca de 1,5 milhão de famílias na fila de espera para entrar no programa após o fim do auxílio –caso contrário, ficarão sem assistência social apesar de se enquadrarem no perfil de faixa de pobreza ou extrema pobreza.
Para 2021, o Bolsa Família teve um alívio orçamentário de aproximadamente R$ 8 bilhões por causa da nova rodada do auxílio emergencial.
Com a sobra de recursos, o Ministério da Cidadania quer bancar a ampliação do valor médio e da cobertura no segundo semestre. Ainda não há, porém, garantia de dinheiro para o 13º do benefício, promessa de campanha de Bolsonaro.
Das 14,6 milhões famílias cadastradas no programa, mais de 10 milhões estão recebendo o auxílio emergencial, já que, pelas regras, têm direito a um valor maior no benefício emergencial do que nos critérios do Bolsa Família.
A ampliação do programa, contudo, já enfrenta entraves orçamentários para os próximos anos, pois em 2022 a verba não deve ter uma folga por causa do auxílio emergencial. Com isso, é necessário calcular o impacto da reformulação do Bolsa Família no Orçamento futuro.
Técnicos do Ministério da Economia dizem que esse plano precisa caber dentro do teto de gastos —norma que impede o crescimento das despesas acima da inflação.
Paralelamente ao projeto de ampliar o Bolsa Família, o time de Guedes quer um novo programa social voltado para trabalhadores informais, que deve ser chamado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva). O objetivo é ampliar a qualificação de mão de obra no país e incentivar, por meio de uma transferência mensal entre R$ 200 e R$ 300, o treinamento de informais e jovens em busca de emprego. Além disso, o governo planeja criar regras trabalhistas mais flexíveis para esse público.
O aumento da extrema pobreza no país, agravado pela baixa na atividade econômica com a pandemia do coronavírus, é considerado por assessores palacianos um dos principais calcanhares de Aquiles para a campanha à reeleição do presidente.
O principal receio é que o eleitorado das classes C, D e E se torne mais receptivo a um discurso encampado pelo campo da esquerda, sobretudo caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em cujo governo foi criado o Bolsa Família, se lance candidato ao Palácio do Planalto.
Em Brasília nesta semana, Lula buscará articular a prorrogação do auxílio emergencial até o fim da pandemia e no valor de R$ 600 novamente.
O governo e a aliados no Congresso querem deixar a MP (medida provisória) que criou a nova rodada do benefício seja votada. Assim, quando o texto perder a validade, em julho, todas as quatro parcelas previstas já estariam pagas e não haveria risco de ampliação dos gastos.
A preocupação com a aproximação de Lula com o eleitorado de classes mais baixas é compartilhada por congressistas da base aliada, que vêm sendo cobrados em suas bases eleitorais por uma alternativa ao auxílio emergencial.
Eles também reclamam que a queda na renda da população mais pobre pode se tornar um motor de apoio a candidatos a deputado e senador que sejam de oposição ao atual governo federal.
Segundo pesquisa divulgada no mês passado, promovida pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), uma em cada quatro famílias brasileiras possui alguém com dívidas em atraso, percentual que é mais alto nas residências de baixa renda. Mais da metade dos inadimplentes afirmam que o problema está relacionado à pandemia, principalmente perda de emprego e redução de salário.
A cidade de São Miguel, localizada no Alto Oeste Potiguar, entrou em lockdown nesta segunda-feira (3). Na última quinta-feira (30), a prefeitura do local emitiu um decreto que instituiu normas restritivas para prevenir a Covid-19 entre os dias 3 a 12 de maio.
Segundo dados do Boletim Epidemiológico desta segunda, São Miguel tem 1845 casos confirmados de coronavírus e 26 óbitos causados pela doença.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto de lei que cria um programa de apoio aos setores de turismo e entretenimento. As medidas incluem renegociação de dívidas tributárias e o direcionamento de parte dos recursos do programa de crédito a micro e pequenas empresas (Pronampe).
A isenção de tributos como PIS/Cofins para essas atividades foi vetada pelo presidente, mas o Ministério da Economia prometeu estudar alternativas para isentar pequenas empresas que estejam enfrentando maior dificuldade.
A sanção da lei foi anunciada em entrevista coletiva no Palácio do Planalto por Jair Bolsonaro, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes. Na época da aprovação, no início de abril, cálculos preliminares de consultores da Câmara apontavam que a proposta poderia ter impacto de até R$ 4 bilhões nas contas do governo, ampliando a necessidade de o Ministério da Economia arrumar mais espaço no Orçamento.
Com os vetos, esse efeito deve ser menor, embora haja a promessa de reavaliação de algumas medidas, como a isenção de tributos. “Nos próximos dias ou nas próximas semanas, buscaremos atender quase na integralidade o que foi aprovado na Câmara”, disse Bolsonaro.
Ao lado do presidente, Guedes também reforçou que o setor de eventos foi um dos mais atingidos e está com dificuldades de levantar, por isso Bolsonaro pediu “medidas especiais”. “Só mais um pouco de paciência dessa turma aí, estamos indo para resgatar”, afirmou. Segundo o ministro, os eventuais vetos são no sentido de “aperfeiçoamento” da lei.
Entre as empresas beneficiadas pela lei estão hotéis, cinemas, casas noturnas, casas de shows, eventos e espetáculos, parques temáticos, de diversão e aquáticos, atrações turísticas, empresas que realizam ou comercializam congressos, feiras, festas, shows, festivais, espetáculos, simpósios, eventos esportivos, sociais, promocionais ou culturais, além de entidades sem fins lucrativos e buffets sociais e infantis.
O texto aprovado pelos congressistas reduzia a zero, pelo prazo de 60 meses a partir da sanção da lei, as alíquotas de contribuições como PIS/Pasep, Cofins, CSLL e IRPJ para o setor. Porém, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, disse que a isenção de tributos foi vetada porque o governo precisaria compensar a perda de arrecadação com a elevação da carga tributária sobre outros setores. Nos moldes da medida aprovada pelo Congresso, a compensação necessária seria elevada, explicou o secretário, sem especificar valores.
“Estamos correndo para ter uma solução que funcione para o setor (redução de imposto)”, disse Costa, ressaltando que a alternativa seria para reduzir imposto para as empresas pequenas que mais sofreram. “O volume de compensações com alternativa seria menor”, afirmou.
O projeto também estabelecia medidas para compensar a perda de receitas do setor relacionadas à covid-19. Seria uma indenização para as empresas que tiveram redução de mais de 50% em seu faturamento em razão da covid-19 entre 2019 e 2020. O valor a ser pago ao conjunto de companhias será limitado a R$ 2,5 bilhões, e será calculado com base na folha de salários das empresas registrada no dia 20 de março. Não foi detalhado se essa parte da ajuda foi vetada ou sancionada.
Uma das principais medidas sancionadas no programa é a possibilidade de parcelamento de débitos de empresas com o governo, como dívidas tributárias, não-tributárias e com o FGTS. O desconto será de até 70% sobre o total da dívida, e o prazo para quitá-la será de até 145 meses – exceto para débitos previdenciários, que terão 60 meses. Não serão exigidas entrada nem garantias. A negociação, porém, só valerá para empresas que comprovarem dificuldade de pagamento.
Também será assegurado um direcionamento de 20% do Pronampe ao setor de turismo e eventos. Como a equipe econômica prevê um aporte de R$ 5 bilhões no fundo de garantias do Pronampe, cerca de R$ 1 bilhão iria para esses dois segmentos. Segundo Costa, o valor é suficiente dada a demanda rastreada pelo governo, embora haja pressão no Congresso para ampliar esse valor. Haverá ainda recursos de outro programa de crédito, o PEAC.
“O governo tem defendido R$ 5 bilhões para Pronampe, isso seria suficiente”, disse. Segundo o secretário, só será possível ampliar o volume de financiamentos concedidos com base nessa garantia porque a inadimplência dos créditos do programa está baixa e, mesmo ampliando carência para 11 meses, mais da metade não pediu dilatação do prazo para pagamento.
O deputado Efraim Filho (DEM-PB), coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviço e Empreendedorismo, afirmou que o projeto do Pronampe será votado pela Comissão de Desenvolvimento da Câmara na quarta-feira, 5, pela manhã. Segundo ele, o relator no colegiado, o deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), deverá manter o texto como o aprovado pelo Senado. Após isso, ele espera que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), leve a medida para o plenário na quarta à tarde ou na quinta-feira, 6.
Costa afirmou que, nos estudos internos do Ministério da Economia, ficou comprovado que o setor de eventos foi um dos mais afetados e, por isso, terá medidas especiais, além dos programas horizontais, ou seja, para todos os segmentos. O principal deles é o BEm, que permite redução de jornada e salário ou suspensão de contratos de trabalhadores. O ministro Paulo Guedes disse ainda que o governo pretende antecipar o 13º salário dos aposentados do INSS, o que deve ajudar a injetar recursos na economia.
O secretário especial disse ainda que, no cenário atual da pandemia, “alguns eventos já podem começar, desde que seguindo protocolos”. “É algo que depende da responsabilidade e da decisão de prefeitos e governadores”, disse.
Bolsonaro, por sua vez, citou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defendeu reabrir a economia “com segurança” no último dia 1º de maio. “Eu até aproveito o momento para cumprimentar o Fernando Henrique, que disse que o comércio tem que abrir, tem que voltar a funcionar, coisa que eu falava desde março do ano passado. Mas é bem vindo esse reconhecimento por parte da maior liderança que tem o PSDB”, disse Bolsonaro.
Veja que para o PETRALHA se não for comunista NÃO PRESTA. SÃO RADICAIS , LADRÕES, CORRUPTOS E MAIORIA NÃO GOSTA DE TRABALHAR. AGORA EU FICO PENSANDO o que ACONTECERIA O PARTIDO DAS TREVAS TOMASSE O PODER E O BAÚ SECASSE , como o governo do PT iria tratar esses mamadores de tetas e vagabundos sem querer trabalhar.
E a governadora Fátima do PT, esta fazendo o que pela economia do RN? Alias, o que essa senhora fez até agora em qualquer área? Na saude, fez o que? Na educação? Na infra-estrutura do estado? Quando seu governo vai começar?
Enwuanto vemos governadores como Fátima do PT perseguindo quem quer trabalhar, fechando em presas e escolas, destruindo a economia e o sustento das pessoas, vemos o presidente Bolsonaro agindo na direção oposta. Preocupado com a saúde, com a liberdade, com os direitos e com o ganha-pão do povo brasileiro, tentando amenizar a triste situação das pessoas prejudicadas pelo autoritarismo e falta de sensibilidade de governantes que só pensam em politicagem, no poder, em destruir o Brasil tentando com isso atacar seu governo. Ainda bem que temos um presidente como ele.
O alvo desse programa são os eleitores petralhas, agora o governo acertou na mosca, percentual que estão sempre com governos assistencialista e que usam esse mecanismo para se perpetuar no poder. As próximas pesquisas já refletirão a desidratação desses votos que engordam os adoradores de corruptos petralhas, eles migrarão pra os idiotas que adoram governos incompetentes, disseminadores de várias teorias de conspirações, também de desmandos administrativos feitos por governos anteriores e sem a devida judicialização enquanto isso o país despenca num desfiladeiro pra se estraçalhar no fundo.
Hô véi bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro, o homem é bom, o homem é espetacular.
O PT e Piçol vão ser contra.
Aí sim, agradando o eleitorado. Ótima medida!