General Otavio Rêgo Barros é ex-porta-voz da Presidência da Republica do governo Bolsonaro Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo
O ex-porta-voz da Presidência Otávio do Rêgo Barros fez uma série de críticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro, em artigo publicado ontem no jornal “Correio Braziliense”. Sem citar o nome do ocupante do Palácio do Planalto, Rêgo Barros afirmou que o poder “inebria, corrompe e destrói”. O antigo auxiliar critica também auxiliares presidenciais que se comportam como “seguidores subservientes”
O texto casa com reclamações de integrantes do próprio Palácio do Planalto que criticam Bolsonaro pela suposta dificuldade do presidente de lidar com opiniões que não lhe sejam favoráveis e de reconhecer os próprios erros.
“Os líderes atuais, após alcançarem suas vitórias nos coliseus eleitorais, são tragados pelos comentários babosos dos que o cercam ou pelas demonstrações alucinadas de seguidores de ocasião”, escreveu Rêgo Barros, que também incluiu no artigo o que parece ser uma alusão à sua antiga relação de trabalho com Bolsonaro.
“O escravo se coloca ao lado do galardoado chefe, o faz recordar-se de sua natureza humana. A ovação de autoridades, de gente crédula e de muitos aduladores, poderá toldar-lhe o senso de realidade. Infelizmente, nos deparamos hoje com posturas que ofendem àqueles (sic) costumes romanos”, escreveu o ex-porta-voz do governo, que, em diversas passagens de seu artigo, remete ao período do Império Romano.
“É doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais, com vistas a convencer-nos a depositar nosso voto nas urnas eletrônicas, são meras peças publicitárias, talhadas para aquele momento. Valem tanto quanto uma nota de sete reais. Tão logo o mandato se inicia, aqueles planos são paulatinamente esquecidos diante das dificuldades políticas por implementá-los ou mesmo por outros mesquinhos interesses”, escreveu Rêgo Barros. “Os assessores leais — escravos modernos — que sussurram os conselhos de humildade e bom senso aos eleitos chegam a ficar roucos”, continuou.
Rêgo Barros também criticou indiretamente auxiliares de Bolsonaro que, por conveniência, preferem concordar com tudo: “Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal”
No final do texto, o ex-porta-voz do governo Bolsonaro diz: “A população, como árbitro supremo da atividade política, será obrigada a demarcar um rio Rubicão cuja ilegal transposição por um governante piromaníaco será rigorosamente punida pela sociedade. Por fim, assumindo o papel de escravo romano, ela deverá sussurrar aos ouvidos dos políticos que lhes mereceram seu voto: — “Lembra-te da próxima eleição!”
O gado pira quando alguém diz que o mito é doido.,esse mito vai destruir o Brasil, igual fizeram com a Venezuela. Pode escrever. Vai cair, porém vai deixar um rombo que levará anos p ser tapado.
Que falta fazem os holofotes! Qualquer artigo serve para virar manchetes e lembrar os momentos de exposição perdidos! Impressionante como a carência afetiva é má conselheira!
Gostei do Governante Piromaniaco e dos Escravos do Império Romano, o Gado entenderá ? O nobre Blogueiro comentará ? Tirando o Gado, quem continua a apoia o Piromaniaco é quem tem o rabo preso ou " outros interesses " , se a carapuça servir ?
Realista, pegou pesado com o sem juízo. Acredito que não falte orientações no caminho correto no tocar e proceder no governo, porém existem muitos também que querem se dá bem política e financeiramente, e como o presidente não tem um conhecimento nem capacidade intelectual de perceber isso, age como uma onda para um lado e para o outro, sem saber o que quer pra si nem para os outros.
Os profissionais de saúde em alguns hospitais em Liège, a terceira maior cidade da Bélgica e um centro de concentração da Covid-19, foram solicitados a continuar trabalhando mesmo se testassem positivo para o novo coronavírus – desde que não apresentassem quaisquer sintomas de doença.
Uma importante autoridade de saúde alertou que a Bélgica pode ficar sem leitos de terapia intensiva em apenas duas semanas e que alguns hospitais estão enfrentando falta de pessoal.
O país de 11,5 milhões de habitantes notificou em média mais de 13 mil casos por dia na semana passada, de acordo com o instituto nacional de saúde pública Sciensano. O surto de Covid-19 na Bélgica é o segundo pior da Europa em termos de novos casos per capita, atrás apenas da República Tcheca.
Yves Van Laethem, porta-voz da Bélgica para a luta contra o coronavírus, alertou que, a menos que os belgas mudem seu comportamento, as unidades de terapia intensiva atingirão a capacidade de 2 mil pacientes em 15 dias.
Liège, a maior cidade da região da Valônia de língua francesa, tem a mais alta taxa de incidência na Bélgica. O diretor de comunicações do Hospital da Universidade de Liège, Louis Maraite, disse à CNN na terça-feira que, devido à falta de pessoal, o hospital “não tinha escolha” a não ser fazer com que médicos e enfermeiras com teste positivo, mas sem sintomas, trabalhassem.
“Isso não é um problema, pois eles estão trabalhando em unidades voltadas ao combate do novo coronavírus com pacientes que também tiveram resultado positivo”, acrescentou. Maraite disse que os profissionais de saúde da Covid-19 representavam de 5% a 10% da força de trabalho total do hospital.
Os profissionais de saúde que apresentam sintomas, como febre, foram dispensados de trabalhar, e Maraite disse que o hospital não poderia obrigar os profissionais de saúde assintomáticos a comparecerem.
Outro hospital de Liège, o CHC MontLégia, também confirmou à CNN que os trabalhadores de saúde assintomáticos positivos foram solicitados a continuar trabalhando de forma voluntária e na “estrita observância das medidas sanitárias” que incluem limitar o contato com seus colegas.
O porta-voz do departamento de comunicação do hospital privado disse à CNN que a equipe assintomática positiva está trabalhando principalmente nos postos voltados à Covid-19, mas pode trabalhar em todas as unidades, incluindo aquelas com pacientes não infectados, exceto os departamentos de geriatria, neonatologia e oncologia, onde os pacientes estão “particularmente vulneráveia”.
Após determinar a suspensão dos reajustes dos planos de saúde entre setembro e dezembro de 2020 por causa da pandemia, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deverá ordenar que a cobrança retroativa dos valores não reajustados seja parcelada ao longo de 2021.
Os detalhes da norma ainda estão em discussão interna, mas a agência já trata como certo que o consumidor não terá que pagar de uma vez só o aumento referente aos quatro meses de 2020 em que a mensalidade permaneceu congelada. A informação foi dada nesta terça-feira, 27, pela assessora da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras (Diope) da ANS, Tatiana Aranovich, durante o Summit Saúde Brasil 2020, evento promovido pelo Estadão.
“O que eu posso antecipar é que a ANS está discutindo algum quadro de parcelamento dessa recomposição no ano que vem. Os detalhes estão sendo discutidos, mas teremos algum parcelamento disso”, afirmou ela.
Tatiana não deixou claro se a determinação valerá apenas para os clientes de planos individuais e familiares, cujas alíquotas de aumento são reguladas pela agência, ou também para os usuários de planos coletivos por adesão ou empresariais, que representam mais de 80% do mercado e que têm seus índices de aumento definidos por negociação entre a operadora e a empresa contratante.
Ela sinalizou, no entanto, que, diante da crise provocada pela pandemia, as operadoras deverão estar atentas à situação econômica do País para definir os índices de reajuste e a forma de cobrança desse retroativo. ” Apenas lembrando que a ANS regula uma parcela muito pequena dos reajustes, principalmente os individuais. A gente tem os planos coletivos, que são de livre negociação, mas as operadoras, para reter seus contratantes, vão ter que ter um pouco de sensibilidade com isso”, afirmou.
A diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente, que também participou do Summit Saúde, afirmou que, diante das incertezas dos próximos meses quanto ao cenário sanitário e econômico, ainda não é possível falar sobre índices de reajustes e formato de cobrança de retroativos. A federação representa as maiores operadoras do País.
Absurdo, se é pra pagar retroativo pra que interromper a cobrança, nunca vi tanto oportunismo, ou suspende o aumento ou cobra está bosta, cobrar retroativo é sacanagem
Uma vergonha, até pq ocasionou um endividamento planejado. No meu caso o plano teve um aumento de 200 reais e depois voltou para o valor anterior, só que agora terei que pagar com aumento e mais o q deixei de pagar. Ou seja, agora devo para uns 300 reais a mais
O sinal de que uma campanha está em apuros é quando a comunicação dela solta comunicados revelando um certo desprezo pelas regras de civilidade mais básicas.
Foi o que aconteceu em Areia Branca.
A cidade teve uma operação policial nacional e dois agentes públicos foram alvo dela, um secretário da atual gestão e um policial civil.
Mas ocorre que a Polícia Federal indicou que esses agentes públicos também enganavam as corporações públicas. Eles aproveitavam o poder que tinha como servidores público para beneficiar a organização do crime na região.
Mesmo sabendo disso, a oposição de Areia Branca tentou associar os criminosos à gestão, querendo afirmar que a gestão sabia dos atos criminosos.
Ora, não existe qualquer ponto ligando a isto e nem a Polícia Federal afirmou isso. Pelo contrário, deixou claro que eles agiam individualmente.
Quando isso acontece, com tentativas a esse ponto de distorcer a realidade e narrativas fantasiosas, é uma prova do desespero. A campanha da oposição está passando o recibo de que está ruim das pernas.
É lamentável esse nível.
Em Areia Branca mesmo a Justiça Eleitoral tem intervindo exatamente na campanha da oposição, com decisões que expõem mentiras utilizadas no horário eleitoral.
Agora, o expediente foi ampliado e passou a ser empregado nos canais de comunicação que a campanha tem com a imprensa. O que só mostra que cresceu ainda mais o desespero
Um fã da banda Legião Urbana que administrava a página do Facebook “Arquivo Legião” por meio de um perfil falso tentou negociar um material inédito do vocalista da banda, Renato Russo, se passando por um jornalista da agência internacional de notícias Thomson Reuters.
Criada na década de 1980, a banda voltou ao noticiário na segunda-feira (26) após uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro apreender material supostamente inédito na casa do produtor musical Marcelo Froes. O pivô da operação, no entanto, seria Josivaldo Bezerra da Cruz Junior, que administrava a fanpage no Facebook e teria tido conversas com Froes.
Em janeiro de 2016, Junior, que se apresentava nas redes sociais como Ana Paula Ulrich, entrou em contato com o filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, afirmando ter gravações inéditas do vocalista com o músico André Pretorius, também falecido.
O fã tentou oferecer a Giuliano o material sob a condição de que a agência em que supostamente trabalhava tivesse direitos sobre o arquivo para a produção de conteúdos.
Giuliano já tinha acesso ao mesmo material por meio do jornalista Carlos Marcelo Carvalho, e a tentativa de negociação levantou suspeita de que pudesse estar em andamento um crime de receptação dos arquivos do pai. A partir disso, foi aberta uma investigação.
O produtor Marcelo Froes, que teve apreendidos HDs, computador e celular na Operação “Será” na segunda (26), diz que apenas trocou mensagens com o fã e nega participar de qualquer iniciativa criminosa.
Antes da operação, a defesa de Manfredini havia pedido, neste ano, que Froes fosse chamado para as oitivas do caso, a fim de colaborar com as investigações e explicar sua relação com o perfil de Ana Paula Ulrich, e não que houvesse busca e apreensão em sua casa.
Nesta terça (27), o produtor musical Carlos Trilha lamentou que a morte de Renato Russo tenha conduzido sua obra a “pessoas de critério artístico duvidoso que nunca estiveram próximas à ele” e afirmou que Froes nunca trabalhou com o líder da Legião Urbana. “Renato Russo só teve um produtor musical e ele se chama Carlos Trilha”, escreveu nas redes sociais.
A publicação de Trilha desmente versões segundo as quais o estúdio de Marcelo Froes teria sido usado pelo artista em seus últimos anos de vida.
Em 1996, sete dias antes do dia do pleito, Bill Clinton estava 14,7 pontos percentuais à frente de seu adversário, o republicano Bob Dole. O democrata acabou vencendo o pleito por 49,2% a 40,7%, diferença de 8,5 pontos. Desde então, ninguém conseguiu alcançar vantagem de dois dígitos tão próximo da eleição.
Quem chegou mais perto da marca foi Barack Obama —de quem Biden foi vice. Em 2008, neste mesmo momento da corrida, ele tinha 7 pontos percentuais de vantagem sobre John McCain. No fim a margem de vitória democrata foi de 7,2 pontos, semelhante à prevista nos levantamentos.
A diferença atual de Biden para Trump é quase o dobro dos 4,8 pontos percentuais que Hillary Clinton tinha sobre o republicano a uma semana da eleição. Na reta final de 2016, Trump conseguiu diminuir essa margem, e a democrata ganhou no voto popular por apenas 2,1 pontos percentuais.
O atual presidente, por sua vez, venceu em estados-chave do Meio-Oeste, como Pensilvânia, Wisconsin e Michigan, e conquistou o cargo via Colégio Eleitoral —sistema indireto que escolhe o presidente dos EUA.
Nesse modelo, cada estado tem um número de votos proporcional à população. A Califórnia, com 39,51 milhões de habitantes, por exemplo, tem direito a 55 representantes. A Dakota do Sul, com 884,6 mil, a 3.
O candidato que vence a eleição em um estado leva todos os votos dele —as exceções são Nebraska e Maine, que dividem os votos de maneira mais proporcional. No fim do processo, é eleito quem conquistar mais da metade dos votos no Colégio Eleitoral, ou seja, ao menos 270 dos 538 votos possíveis.
Assim, a senha para vencer a eleição é conquistar os estados onde a disputa é mais apertada.
Neste ano, 13 estados apresentam esse cenário —sete do quais com leve inclinação pró-Biden nas pesquisas (Arizona, Michigan, Minnesota, Nevada, New Hampshire, Pensilvânia e Wisconsin), cinco indefinidos (Flórida, Geórgia, Carolina do Norte, Iowa e Ohio) e um com inclinação pró-Trump (Texas).
Nos outros 37, as vantagens dos dois candidatos estão mais consolidadas, e uma surpresa é improvável. Assim, o democrata tem 212 votos no Colégio Eleitoral que podem ser considerados seguros ou muito prováveis, enquanto o republicano tem 125 nessa mesma situação.
Nos Estados Unidos os Democratas estão apelando para o Jornalismo Funerário, veja o comentário do Rasmussen Reports:
"Os democratas concordam fortemente com seu indicado, Joe Biden, de que a América está entrando em "um inverno sombrio" por causa do coronavírus, mas outros eleitores não estão tão sombrios. O presidente Trump está mais otimista, prometendo uma vacina COVID-19 em breve, e a maioria dos eleitores diz que provavelmente vai conseguir uma."
A esquerdalha é podre mesmo, fica no sonho, torcem para Trump , o maior aliado do Brasil, perder as eleições . Vcs são tão idiotas que não sabem nem disfarçar . Turno vai ganhar , basta ver os comícios as multidões enquanto Biden junta eleitores feito o PT.
As mídias lá tbem são corruptas é de esquerda, querem mamar, são iguais às do Brasil. As pesquisas são manopuladas , idiotas inúteis.
Talvez você não conheça bem a política americana, pois chamar os democratas de esquerda é algo totalmente sem lógica. Os democratas são centro-direita e os republicanos são de direita. A esquerda quase não tem expressão dentro dos EUA.
O mais próximo de esquerda era o Sanders, mas vocês não se informam por outras fontes, senão as conspiracionistas…
Queria eu que o Joe Biden fosse de esquerda. Ele vai ganhar e os EUA vão continuar a mesma merda, com policial matando preto, vai fazer algumas mudancinhas aqui e ali mas não vai abrir mão da renúncia fiscal "periódica" que eles fazem pras corporações lá, nem qualquer movimento significante pra melhorar a situação da classe trabalhadora. Ademais, vai dar curso à politica expansionista dos EUA tal qual fez o Obama, como na Síria, Líbia e Afeganistão. Nesse ponto, impressionantemente, o palhaço do Trump andou bem, ainda que inconscientemente, já que a intervenção americana no exterior diminuiu bastante. Para a teoria dependencista, que, dentre outros, foi idealizada por FHC, isso já indica uma transferência de polo hegemônico no planeta.
Normal. A extrema direita nasceu para levar fumo. Quando chegam ao poder,saem rapidinho. Trump vaza esse ano e em 22 é a vez de um certo tosco tupiniquim, talkei?
O Hunter Biden passou o rodo geral, pegou cunhada, irmã, filha, sobrinha, A família Obama, não me surpreende se aparecer ele e o pai dele trocando os bocais. Isso, fora as orgias que fez mundo a fora usando CRIANÇAS e todo tipo de droga que existe.
Com o "energúmeno" daqui será do mesmo jeito. Nada de reeleição. Aliás, esse jumento já devia ter pedido pra cagar e sair. Presidente Burro ! Essa nação precisa se livrar dos dois PNC que polarizam as eleições . Lula e Bolsonaro não valem o que o gato enterra kkkkk
Após a embaixadora filipina Marichu Mauro ter sido convocada de volta a Manila por acusações de agressão contra uma emprega doméstica, a embaixada do país em Brasília enviou um ofício ao Itamaraty que causou perplexidade entre diplomatas.
Na carta, a embaixada pede que o ministério “imediatamente ordene a TV Globo a retirar do ar todas os vídeos de segurança usados na reportagem” que revelou o caso, uma vez que as imagens “foram usadas sem autorização prévia da embaixada”.
Procurado, o Itamaraty não se manifestou, mas diplomatas ouvidos pela Folha consideraram a solicitação absurda e sem cabimento.
Investigadores da Polícia Federal estão mirando candidatos que declararam à Justiça Eleitoral guardar grandes somas de dinheiro em casa.
Essa é uma variável importante para a decisão de quais pontos estratégicos no país serão monitorados por drones nestas eleições, afirmaram à Folha agentes que acompanham o assunto. Zonas eleitorais com histórico de compra de votos pelo menos nas últimas quatro eleições também entrarão na conta.
A PF pretende empregar cem drones no pleito marcado para os dias 15 (primeiro turno) e 29 (segundo turno) de novembro em diferentes locais do país. Os equipamentos ajudarão a fiscalizar crimes como boca de urna e transporte de eleitores.
O levantamento que vai indicar os pontos para onde serão enviados os drones está sendo feito pela área de inteligência da polícia.
Nesta terça-feira ( 27), o diretor-geral da corporação, Rolando Alexandre de Souza, apresentou ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Roberto Barroso, detalhes da Operação Eleições Limpas, como foi batizada a ação contra irregularidades no pleito. O ministro da Justiça, André Mendonça, também participou do encontro.
Às vésperas da eleição, a recente busca feita pela PF na casa do senador afastado Chico Rodrigues (DEM-RR), ex-vice-líder do governo Bolsonaro, colocou em evidência as quantias que os políticos declararam ter em casa.
Rodrigues foi flagrado pelos agentes federais com R$ 33,1 mil escondidos na cueca. O parlamentar é investigado em inquérito que apura desvio de verbas da saúde para o combate à pandemia do novo coronavírus em Roraima.
Relator da investigação no STF (Supremo Tribunal Federal), Barroso ficou impressionado após a ação na casa de Rodrigues.
Além do caso do senador, na semana passada, após receber uma denúncia anônima sobre suposta compra de votos, a Polícia Militar prendeu em Carira, no interior de Sergipe, um candidato do PSD a vereador com R$ 15,3 mil escondidos na cueca.
Para um policial ouvido pela Folha, a declaração de dinheiro vivo em casa prestada à Justiça Eleitoral é considerada um dado de inteligência relevante para o mapa de distruição dos drones que a PF prepara.
Iniciativa inédita da corporação, os drones irão sobrevoar zonas eleitorais para fiscalizar não só a compra de voto, mas também combater crimes como boca de urna e o transporte de eleitores, previstos na legislação eleitoral.
O diretor-geral da PF explicou ao presidente do TSE que os drones têm capacidade de zoom de 180 vezes e poder de alcance a uma distância de seis quilômetros com imagem em alta resolução.
Isso permite a identificação de suspeitos, placas de veículos, situações de compra de voto e entrega de santinhos. Os equipamentos são capazes de voar em elevada altitude e de maneira imperceptível.
As imagens capturadas serão transmitidas a uma equipe da PF. Diante de algum flagrante de crime eleitoral, policiais irão até o local indicado.
A PF apresentou também um software para auxiliar a identificação de pessoas responsáveis pela criação e propagação de notícias falsas.
O presidente do TSE disse que o controle da desinformação é uma das grandes preocupações para estas eleições.
Barroso citou acordos firmados com instituições públicas e privadas para coibir a disseminação de fake news e parceria com agências de checagens.
“Mas onde não conseguirmos evitar teremos essa parceria com a Polícia Federal. Queremos aprimorar a democracia brasileira e não permitir que ela se deteriore por grupos minoritários, irrelevantes, mas que têm um grande poder de estrago, que são essas milícias digitais que disseminam mentiras”, disse o ministro Barroso.
Com a tecnologia utilizada pela PF, afirmou o presidente do TSE, será possível “percorrer o caminho de volta da notícia falsa e chegar à sua origem e identificar de onde vêm essas tentativas de difusão da mentira, de desacreditar as instituições e fazer mal à democracia”.
Com a queda no número de casos de Covid-19, leitos clínicos e de UTI do SUS abertos temporariamente durante a pandemia estão sendo fechados. Diante disso, cresce um movimento de secretários da saúde reivindicando que parte dessas vagas seja incorporada em definitivo à rede pública para cobrir o déficit anterior.
Dos 14.843 leitos de UTI adultos e 249 pediátricos habilitados pelo Ministério da Saúde desde abril, resta pouco mais de um terço—5.233 de adultos e seis pediátricos, segundo a pasta.
O número restante, contudo, ainda seria um incremente significativo à rede pré-pandemia. Em janeiro de 2020, o SUS tinha um total de 22.841 leitos de UTI. Já o setor privado, que atende 22% da população, contava 22.586, segundo dados do Conselho Federal de Medicina.
Secretários estaduais e municipais tentam agora convencer o ministério a manter pelo menos 5.000 leitos de UTI nas regiões onde sempre houve falta desse serviço, com grandes desigualdades na distribuição, segundo fontes ouvidas pela reportagem e familiarizadas com as conversas. No Amapá, por exemplo, a proporção de leitos de UTI do SUS por 10 mil habitantes é de 0,5, enquanto em São Paulo, de 1,9.
O Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde) diz que só se manifestará sobre o assunto quando concluir a análise oficial, o que deve acontecer nas próximas semanas.
Levantamento do CFM mostrou que 14 estados brasileiros, a maioria no Norte e no Nordeste, têm o total de leitos de UTI do SUS abaixo do patamar ideal (de 1 a 3 para cada 10 mil habitantes, segundo a Amib – Associação de Medicina Intensiva Brasileira).
Estados cujas redes de saúde entraram em colapso, como Amazonas e o Pará, têm hoje menos da metade de leitos hospitalares no SUS que tinham no fim de junho, auge da crise sanitária.
O Amazonas, que chegou a ter 1.209 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19, contava no início do mês com cerca de 480, 60% a menos. O Pará tinha 703 leitos de UTI e 1.519 leitos clínicos para Covid-19. No final de setembro, eram 359 leitos de UTI e 926 leitos clínicos (49% e 39% menos, respectivamente).
Segundo dados preliminares das secretarias estaduais de saúde, nem 10% das cerca de 500 mil cirurgias eletivas que são feitas anualmente na rede pública foram realizadas neste ano. A previsão é que em 2021 haja uma grande sobrecarga do sistema, o que, por si só, já justificaria manter parte dos leitos emergenciais.
A Polícia Federal (PF) realizou, nesta terça-feira (27/10), operação contra um homem suspeito de fraudar o pagamento do auxílio emergencial em nome de personalidades famosas, como o jogador de futebol Neymar, o empresário Luciano Hang e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão com o objetivo de fortalecer provas em inquérito policial que investiga as fraudes na abertura de contas na Caixa Econômica Federal. A ordem judicial foi expedida pela Justiça Federal do Ceará e cumprida em Fortaleza (CE).
Durante o cumprimento do mandado, foram apreendidos documentos e mídias que serão submetidos à perícia técnico-científica. “[O suspeito] logrou êxito em cadastrar diversas pessoas para o recebimento de auxílio emergencial cujas parcelas foram por ele sacadas”, diz a PF.
O delegado da Polícia Federal responsável pela operação, Olavo Pimentel, explicou que os valores sacados pelo criminoso são inicialmente reduzidos, mas a corporação segue com as investigações. “Foram quantias em nome de cinco ou seis pessoas”, disse.
De acordo com as apurações da Polícia Federal, o investigado abriu duas contas usando os dados do jogador Neymar, atacante do PSG, da França, e da seleção brasileira, sendo que uma delas com o objetivo de receber auxílio emergencial cadastrado por meio de aparelho celular.
“O investigado e quaisquer outros partícipes das fraudes contatadas na investigação responderão pelos crimes de estelionato majorado, falsificação de documento público, uso de documento falso e organização criminosa, na medida de suas responsabilidades”, disse o delegado Olavo Pimentel.
As disputas municipais deste ano estão sendo marcadas pelas lives, pelas restrições impostas pela pandemia da covid-19 e por uma velha tradição brasileira. De janeiro até agora, 76 brasileiros foram assassinados por motivações políticas. Monitoramento feito pelo Estadão revela que pelo menos 16 deles eram pré-candidatos e candidatos a vereador e dois disputavam o cargo de prefeito. O número ultrapassa a média de 52 mortes políticas nos dez processos de eleições municipais do atual período democrático – em 1985, ocorreram disputas para apenas 201 prefeituras, incluindo as capitais.
Ao longo de todo o ano de 2016, 100 pessoas foram assassinadas em conflitos de poder político no País, número superior aos registrados em 2012 (94), 2008 (82) e 2004 (31). Esses números ilustram um quadro eleitoral composto por milícias nas periferias das cidades, grupos de matadores no interior e a ausência do Poder Público no combate específico à violência política. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério Público não apresentam estatísticas de mortes próximas da realidade nem monitoram processos de casos de assassinatos no setor.
Antes do avanço da covid-19, já havia uma tendência de elevado número de mortes políticas em 2020. Isso porque, no ano passado, 44 pessoas foram assassinadas em decorrência das discussões de poder, uma prévia do drama do ano eleitoral. Esse número ultrapassou os 37 registros de 2015, período anterior ao processo de maior índice de homicídios políticos.
Uma live transmitida numa rua do centro de Patrocínio, também em Minas, resultou em outra tragédia. Em setembro, o candidato a vereador Cássio Remis, 37 anos, do PSDB, foi morto a tiros por João Marra, secretário de Obras e irmão do prefeito Deiró Marra, do DEM. A família era acusada pelo tucano de usar máquinas da prefeitura em fazenda particular. Em entrevista coletiva, o prefeito anunciou que manteria a campanha à reeleição. Ele ressaltou que não podia ser responsabilizado pelo ato de João, que está preso. “Isso aqui não tem nada a ver com a campanha. Foi uma tragédia. Eu me enluto com a família. É um fato que fatalmente pode acontecer com qualquer um, qualquer cidadão”, afirmou.
Pré-candidato a vereador, o mototaxista e pequeno empresário Leandro Xavier, de 34 anos, escreveu no Facebook que pretendia renovar a política em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Ele prometeu combater a corrupção e dar “visibilidade total” ao seu mandato nas redes sociais. Mais tarde, uma seguidora registrou que o filiado do PSC, dono de uma distribuidora de gás na cidade, acabava de ser morto a tiros dentro do estabelecimento. Quase cinco meses depois do crime, ocorrido em junho, a Polícia Civil divulgou que o mandante foi Francisco Thomaz, do PTB, presidente da Câmara Municipal. O parlamentar negou a acusação.
As mortes não ocorrem apenas pelo calor das discussões nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp. Na tarde do último domingo, o estudante Samuel Souza Leal, 19 anos, foi esfaqueado até a morte após uma carreata dos candidatos do PTB em Ribeiro Gonçalves, no Piauí. A principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que Samuel morreu durante discussão política com um tio. O petebista João Antunes, candidato a prefeito, disse em nota que o crime não tem relação com a carreata.
No dia 15 deste mês, na cidade de Gurupi, Tocantins, Lucas Alves Araújo, de 21 anos, estava num bar próximo ao comício de candidatos do PSB quando um homem se aproximou e o metralhou. Ainda no dia 3, o agricultor José dos Prazeres Marques, de Olho D’água das Flores, sertão de Alagoas, foi morto por um segurança da prefeitura durante um comício.
A matança das eleições desde ano ainda pode levar meses. O fechamento das urnas e o anúncio dos vencedores estão longe de representar o fim das mortes políticas em decorrência da disputa de um determinado processo de disputa. Uma segunda onda de violência ocorre no ano posterior ao dos pleitos nas cidades. É quando agiotas começam a cobrar a juros o dinheiro emprestado a candidatos. Geralmente morre o eleito que se recusa a não dar cargos e destinar verbas para saldar a dívida e o perdedor endividado. Em 2017, por exemplo, 58 pessoas foram assassinadas por motivações políticas nos municípios.
Os Estados com mais casos de mortes políticas são o Rio (26 casos), Pará (8), São Paulo (6) e Alagoas (5). A atuação das milícias cariocas contribuiu para o número elevado de homicídios nos últimos anos. Em outubro, Domingos Barbosa Cabral (DEM) e Mauro Miranda da Rocha (PTC), candidatos a vereador em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foram assassinados. A polícia apontou que os crimes estão ligados a uma disputa de milicianos por território. A repressão aos possíveis envolvidos nos assassinatos foi sangrenta. Duas operações da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal para prender suspeitos resultaram na morte de quase duas dezenas de milicianos, que entraram em combate com a tropa legal.
Há sete anos, o Estadão monitora casos de assassinatos de agentes políticos ocorridos desde a Lei de Anistia, em 1979. São homicídios para garantir espaço na máquina pública e nas entidades sociais, vingar a morte de um aliado ou tirar do jogo uma testemunha. O levantamento não inclui casos passionais e latrocínios envolvendo políticos. O trabalho pioneiro na área acompanha informações de tribunais de Justiça, cartórios, organizações de direitos humanos e canais de partidos políticos e entidades comunitárias. Os números podem ser corrigidos a cada nova informação histórica.
Ao longo dos períodos de abertura e democracia (de 1979 adiante), 1.569 pessoas foram mortas por motivações políticas no País. É uma morte a cada 9,5 dias. Em 2013, quando o jornal divulgou o levantamento pela primeira vez, um assassinato ocorria a cada 11 dias. Numa análise histórica, a violência encurtou em 36 horas a trégua média na batalha sangrenta.
Após o ministro das Comunicações Fábio Faria atestar a amizade entre o presidente Jair Bolsonaro e o Coronel Hélio Oliveira, foi a vez do deputado federal Hélio Negão, fiel escudeiro do presidente, manifestar apoio à candidatura do Coronel Hélio à Prefeitura de Natal.
Em vídeo divulgado nas redes sociais do Candidato a prefeito, o deputado federal Hélio Negão desejou sorte e disse estar feliz por ver um militar como ele concorrendo na eleição municipal natalense. “Que Deus te dê muita sorte nessa campanha, nesse pleito. Eu, como militar, sou muito feliz em saber que tem um militar vindo como candidato”, afirma o deputado federal do Rio de Janeiro.
Eleito deputado federal em 2018, o militar Hélio Fernando Barbosa Lopes, conhecido como Hélio Negão, foi o candidato mais votado no estado do Rio de Janeiro.
Deixe de tirar onda boi tabaco chifrudo.
Vc vota no estoura urna Jean.
Esse ano em Natal, tem que colocar urnas de aço, pra aguentar e cabêr os votos de Jean.
Mas peraí.
Quem é jean???
Kkkkkkkk
Já sei!!
Mais um derrotado do PT.
Kkkkkk
PT acabou!!
Pegar carona numa barca furada???? Te lascar…..ta pensando que o povo de Natal é besta???? Representante do estado mais corrupto da federação não tem credibilidade pra porra nenhuma….vê se cuida de ruas merdas por lá….
A Polícia Civil prendeu na tarde desta terça-feira (27) um estagiário de 21 anos de uma empresa que presta serviços jurídicos ao Banco da Amazônia (Basa) por suspeita de desvios de dinheiro. O jovem teria tido acesso aos documentos de hipoteca da agência de Palmas e realizado a fraude iniciando processos de averbação e recolhendo taxas cartorárias. A suspeita é de que o prejuízo seja de pelo menos R$ 170 mil.
Segundo o delegado Ricardo Real, que fez a prisão, no momento em que foi abordado o suspeito estava prestes a realizar mais uma retirada. Com ele, foram apreendidos R$ 40 mil. O estagiário foi levado para a 1ª Delegacia da Polícia Civil na Avenida Teotônio Segurado para prestar depoimento.
Funcionários do banco e da prestadora de serviços jurídicos também estiveram no local na condição de testemunhas. Os nomes do estagiário e da empresa envolvida não foram divulgados. O Banco da Amazônia foi procurado para comentar o caso e ainda deve se manifestar.
De acordo com a Polícia Civil o rapaz vai responder por estelionato, fraude de documentos públicos e crime contra a fé publica.
Um decreto publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial autoriza a equipe econômica a preparar modelo de privatização para unidades básicas de saúde (UBS). A medida incluiu a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.
O decreto prevê a “elaboração de estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.” A medida foi vista com desconfiança por alguns gestores locais, que enxergaram na medida uma tendência de privatização das unidades.
O texto afirma que, inicialmente, a medida permitirá a estruturação de projetos pilotos, cuja seleção será estabelecida em ato da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia. O GLOBO questionou o Ministério da Economia sobre a medida e a pasta confirmou que a medida pretende fomentar privatização no setor:
“O objetivo é permitir a construção de um arranjo institucional para a estruturação de projetos de parceria com a iniciativa privada voltada aos entes federados. Nesse sentido, o PPI trabalhará junto ao Ministério da Saúde e ao BNDES na definição de diretrizes para a elaboração deste tipo de projeto, para, posteriormente, selecionar entes federados (municípios ou consórcios públicos) que demonstrem interesse nessas parcerias no setor de saúde”, disse.
O Ministério da Economia argumenta que “o principal ponto do projeto é encontrar soluções para a quantidade significativa de Unidades Básicas de Saúde inconclusas ou que não estão em operação no país”. A pasta assegurou ainda que a condução da política pública continuará a cargo do Ministério da Saúde. A saúde também foi consultada pela reportagem, mas ainda não respondeu.
— Estamos trabalhando de mãos dadas com o Ministério da Saúde e o BNDES para ampliar as parcerias no setor de saúde. Sabemos do desafio de levar mais infraestrutura e serviços de qualidade a diversos municípios do Brasil e acreditamos que o modelo de PPPs será chave para alcançarmos os resultados que a população tanto merece— , destacou a Secretária Especial do PPI, Martha Seillier.
A medida foi recebida com desconfiança entre os gestores municipais e estudais. O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) afirmou que pediu ao Ministério da Saúde uma nota explicativa sobre a medida.
Já o presidente Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que representa os secretários estaduais, Carlos Eduardo Lula, considerou que a medida promove uma completa mudança do modelo atual. Segundo ele, o tema será pautado na próxima reunião do conselho.
— É uma loucura ter um decreto do Ministério da Economia para falar sobre atenção primária. É muito esquisito esse modelo, porque parece ser uma PPP (parceria público-privada), mas não deixa claro. Essa PPP só tem sentidio em grandes obras e não em pequenas obras como é o caso de uma UBS. A UBS em tese não é lucrativa para gerar investimento por parte da empresa para fazer isso— analisa Lula, complementando:
— O sentido da PPP é a empresa construir porque o estado não tem recurso para isso e ela administrar porque vai ter, em tese, um lucro durante determinado período de tempo. Óbvio que isso acontece no caso de hospitais, mas no caso de UBS não faz nenhum sentido, porque a obra é pequena, precisa de poucos recursos, e , segundo, não gera receita. É um negócio esquisito e sem a participação do Ministério da Saúde, o que deixa ainda mais esquisito. É estranhíssimo.
Vão retirar o único local onde o povo pode receber um pouco de atenção a sua saúde, mesmo que funcionem em condições precárias, significa um alento para a população. Se tem cargo comissionado tira e faz concurso, agora jogar nas mãos da iniciativa privada, isso é um crime contra a população.
Tendências É????? Mais uma ideia de jerico, mas tudo bem, nem toda merda são desse crânio infantil! Há os baboes se aproveitando e injetando toda má sorte de invenções maquiavélicas pra faturar nas costas desse pobre ser….tambem está sendo usado, pois é muito burro!!!
Ôôô homi bom!!
Cabide de empregos está com os dias contados.
Pelo menos o ponta pé foi dado, o que tem de neguinhos dependurado nas tetas públicas, não é brincadeira.
Do maior Estado ao menor Município do país.
Do congresso Nacional a menor Câmara de vereador.
Agente chega até a pensar que nunca vai acabar, mais vai.
Demora, mais vai.
Mito pra sempre.
Na esfera federal, têm muitos fardados nessa mamata. Será que teu Mito vai afastar?
Os baboes e os comissionados…. né???? Pq quem passou em concurso estudou, né ? Isso se chama mérito!!!!! Se não concorda é pq há uma ponta de inveja…..
Cerca de 47% dos brasileiros só vão tomar a vacina contra a Covid-19 depois que tiverem certeza do resultado da imunização em outras pessoas.
Por outro lado, 40% pretende se imunizar de imediato, assim que a primeira vacina estiver disponível.
E 12% das pessoas entrevistas disseram que não vão tomar qualquer vacina.
É o que aponta dados da nova edição da pesquisa CNT/MDA de Opinião, realizada entre os dias 21 e 24 de outubro.
Foram realizadas 2.002 entrevistas presenciais, de 21 a 24 de outubro de 2020, em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Pesquisa mentirosa do cão….. nem os bois deixam de tomar a a vacina ! Quem diabos quer pegar essa bobonica….. satanás pra mentir/ inventar besteiras da miséria!!!!!!
Os Brasileiros só deveriam tomar depois de todos os políticos do Brasil, todos os presidiários e dos membros das altas cortes do país tomarem. Aí depois de um tempo a população deveria tomar se os citados acima estivessem bem!
O abastecimento de água vai ser suspenso temporariamente a partir das 8h desta quarta-feira (28) em 17 bairros de Natal para manutenção na entrada de energia da Estação de Tratamento de Água do Jiqui (ETA). O serviço está previsto para ser concluído às 15h.
Os bairros afetados são:
Alecrim
Bairro Vermelho
Bom Pastor
Candelária
Capim Macio
Cidade da Esperança
Cidade Nova
Felipe Camarão
Lagoa Nova
Lagoa Seca
Mãe Luiza
Neópolis
Petrópolis
Rocas
Ribeira
Santos Reis
Tirol
Segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), foi verificado o mau funcionamento na entrada de energia nesta terça-feira (27) e por isso é necessária a manutenção, já que, sem o conserto, o funcionamento de toda a ETA pode ser comprometido por um curto circuito no sistema.
O serviço está previsto para ser finalizado às 15h desta quarta-feira. Após encerrado, a normalização do fornecimento de água acontece em até 48 horas, ou seja, até sexta-feira (30).
Meu sonho é ver a Caern privatizada, se a Cosern não tivesse sido privatizada hoje nois potiguares estaríamos sofrendo com a falta de energia elétrica.
Com certeza a Cosern não trabalha com a rede energizado em suas manutenções. Conforme comunicado, o problema é justamente no sistema de alimentação de energia na Estação de Tratamento de água.
Eggy Luciana ! Antes de comentar e escrever besteira , se informe melhor
Antônio Soares, perfeito o seu comentário. João Macena.
Ok. Obrigado.
O gado pira quando alguém diz que o mito é doido.,esse mito vai destruir o Brasil, igual fizeram com a Venezuela. Pode escrever. Vai cair, porém vai deixar um rombo que levará anos p ser tapado.
Alguma novidade, bem vindo a política brasileira
Que falta fazem os holofotes! Qualquer artigo serve para virar manchetes e lembrar os momentos de exposição perdidos! Impressionante como a carência afetiva é má conselheira!
Conheceremos a verdade e a verdade nos libertará dos falsos messias.
PAH ????
Fake
Fake ,é o seu presidente. Muuuuuuuuu
Vejam o futuro de quem saiu do governo! Pepa, fruta, marreco, não ganham nem pra síndico de prédio, com todo respeito aos síndicos.
Chorando porque perdeu a boquinha e não teve seus interesses alcançados. Igual ao marreco e outros, que pensavam outras coisas.
Milico esclerosado igual ao miliciano
Aguardando o gado obediente começar a mugir: “Comunista!!!”…
Muuuuuuu
Gostei do Governante Piromaniaco e dos Escravos do Império Romano, o Gado entenderá ? O nobre Blogueiro comentará ? Tirando o Gado, quem continua a apoia o Piromaniaco é quem tem o rabo preso ou " outros interesses " , se a carapuça servir ?
Realista, pegou pesado com o sem juízo. Acredito que não falte orientações no caminho correto no tocar e proceder no governo, porém existem muitos também que querem se dá bem política e financeiramente, e como o presidente não tem um conhecimento nem capacidade intelectual de perceber isso, age como uma onda para um lado e para o outro, sem saber o que quer pra si nem para os outros.
Mais um moro/Mandetta, cuspindo no prato que comeu kkk
O choro é livre!!!
Comeram o quê? Saíram com suas imagens desgastadas depois que perceberam o ninho de cobras em que se meteram!
Joice, frota, generais, políticos e partidos apoiadores…lista imensa já.
Irmão, você tá doente. Procure ajuda. Não se engane, você está tão abobalhado quanto os petistas de outrora.
Um governo que não pode ser criticado, não governa para o povo