A Organização Mundial da Saúde (OMS), junto com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco) publicaram, nesta segunda-feira (14), uma atualização do guia sobre a retomada das aulas e a reabertura de escolas ao redor do mundo em meio à pandemia de coronavírus.
Segundo o documento, a suspensão de atividades presenciais só deve ser considerada pelos locais que não podem operar com segurança e não têm alternativas.
O manual considera que a retomada deve ser realizada com um plano detalhado de medidas preventivas, que inclui principalmente: distanciamento social, limitação do número de pessoas – com modificações de horários e revezamentos de turmas -, uso de máscaras, estratégias de ventilação adequadas, gestão de alunos e funcionários doentes.
O objetivo do documento é ajudar a minimizar o risco de transmissão da Covid-19 e, ao mesmo tempo, garantir que as medidas de saúde pública e sociais relacionadas a pandemia integrem às escolas.
De acordo com as instituições, a transmissão documentada entre crianças e funcionários em ambientes educacionais é limitada já que muitos locais fecharam as escolas neste período. Apesar disso, considera que, no geral, “a maioria das evidências de países que reabriram os centros educacionais, ou nunca os fecharam, sugerem que as escolas não foram associadas a aumentos na transmissão na comunidade”.
Contudo, há o registro de casos excepcionais, como em Israel onde um grande surto escolar aconteceu 10 dias após a reabertura das escolas.
A OMS, Unesco e Unicef salientam que a decisão sobre o fechamento total, parcial ou reabertura devem ser tomadas em com base no nível local de transmissão do coronavírus e a avaliação de risco local.
Isso mesmo. O presidente teve razão em TUFO que disse e propôs. Infelizmente, foi boicotado pela esquerdalha, por políticos desonestos (usaram a epidemia para roubar) e pela própria Suprema Corte brasileira. Uma vergonha o que esses inimigos do Brasil fizeram. Mas o povo entendeu o que houve e vai dar o troco a essa gente nas urnas.
Rapaz, essa pandemia de plástico já causou muito prejuízo e enganou muita gente. Mas a realidade está derretendo todas as mentiras e o povo já está vendo isso. Já basta! A vida tem que seguir seu curso.
muito fácil falar pra quem não sentiu na pele essa pandemia.se bem no começo tivessem feito lockdown aqui no RN eu nao teria perdido meu irmão e a minha mãe.e não estaria passando por essa dor insuportável hoje.
Siga seu curso camarada, tens o livre arbítrio. Vocês acham que tem razão com base no negacionismo.
Olha, Sra. Simone, eu TIVE esse troço. Febre pequena e garganta irritada. Com dois dias estava ok. Lockdown não resolve nada, só piora. Tomar a hidroxicloroquina no início provavelmente teria evitado o PIOR. Quanto à esse tal Minion, negacionista é quem refuga medicamentos com eficácia comprovada ou se esconde da realidade. Esse vírus TEVE (já passou) baixíssima letalidade, só oferece risco a quem já tem outras doenças e não atinge pessoas novas e saudáveis.
Agora eu fiquei preocupado pq esse povo não acertou uma.
Levantamento do Paraná Pesquisa revela que, independentemente da obrigatoriedade, 61,2% dos brasileiros pretendem tomar a vacina contra o Covid-19, assim que estiver disponível. Outros 26,9% dizem que a decisão depende do país de origem da vacina e apenas 8,7% não pretendem se submeter a imunização. Sobre a possibilidade de a vacina ser obrigatória, 55,2% são a favor, 38,6% contrários e 6,2% não opinam.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, 68,2% vão tomar a vacina anti-covid. A taxa cai para 59,6% entre aqueles com 60 anos ou mais.
Na região Sul, a taxa de rejeição à vacina atinge 10%, que representa a parcela da população que não vai tomar a vacina de jeito nenhum.
O Paraná Pesquisa ouviu 2.008 brasileiros, de 204 municípios dos 26 estados e do DF, entre os dias 10 e 12 de setembro.
Talvez essa pesquisa não tenha sido bem aplicada. Se soubesse que se tratava de uma vacina chinesa, a repulsa teria sido muito maior. Produto chinês não é confiável. Sabemos disso desde sempre. Nada mudou.
Os deputados deveriam votar uma lei obrigando os pontos de vacinação a afixar uma placa visível com número do lote, laboratório e pais de origem da vacina bem como disponibilizar um número para contato direto com o laboratório para reclamações sobre reações adversas.
Se esses 26% souberem que quase tudo q eles usam vem da China e é por causa desse país que o Brasil nao quebra já que o mesmo é o principal importador do Brasil.
Sugiro essa turma, normalmente imformada pelo wa, ficar reclusa em uma caverna.
Atenção!!! Verifiquem a origem de seus produtos, vejam se são made in China. Não consumam produtos comunistas! Devolvam seus iPhone, não comprem Lacoste, esqueçam o Amazon. Vacina!? Nenhuma, os insumos são chineses. Sejam patriotas, sejam ideológicos e por fim deixem de falar besteiras. Todos vocês que bradam o discurso de Olavo adoram produtos xing ling, falsificados e contrabandeados. Sei que estarão na fila do SUS para tomar vacina.
A médica Li-Meng Yan, virologista chinesa, afirmou que o novo coronavírus foi produzido em 1 laboratório em Wuhan controlado pelo governo da China. Segundo ela, o governo chinês sabia antecipadamente do potencial de propagação do vírus. Em nota, o governo da China nega as informações.
As declarações foram dadas em 11 de setembro, durante uma entrevista ao programa britânico “Loose Woman”. Li-Meng afirmou que há comprovação da origem do vírus no genoma do microorganismo. Li-Meng diz que vai publicar 1 artigo com as evidências científicas que comprovam essas alegações.
“A sequência do genoma é como a impressão digital humana. Com base nisto, pode reconhecer e identificar esta coisa. Assim, utilizei as provas existentes na sequência do genoma de Sars-CoV-2 para dizer às pessoas porque é que isto veio da China, porque é que eles são os únicos que o fizeram”, explicou.
Li-Meng, especializada em virologia e imunologia na Escola de Saúde Pública de Hong Kong, afirmou que fez duas investigações sobre a covid-19 na China, a 1º de dezembro de 2019 a janeiro deste ano e a 2ª em meados de janeiro.
Segundo ela, “este vírus não é da natureza”, mas sim de 1 experimento do Instituto Militar da China, que descobriu que a modificação laboratorial de 2 organismos, batizados de CC45 e ZXC41, originava 1 novo vírus.
Os resultados foram compartilhados com seu supervisor, que é consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde). Ela relata que esperava que o seu supervisor fizesse “a coisa certa em nome do governo chinês e da OMS”, mas, para sua surpresa, foi ameaçada para “manter o silêncio ou então seria obrigada a desaparecer”.
Durante a entrevista, feita de uma localização confidencial, ela contou que precisou fugir para os Estados Unidos depois de desvendar a operação de encobrimento do coronavírus pelo governo chinês.
Li-Meng compartilhou que está conduzindo sua própria pesquisa juntamente com 1 grupo de cientistas do mundo todo. Ela afirma que 2 estudos serão publicados em breve com as constatações da origem do coronavírus na China.
“Há 2 relatórios, o primeiro virá dentro de vários dias e informará as pessoas sobre as provas científicas. Qualquer pessoa, mesmo aqueles sem qualquer conhecimento de biologia, pode lê-lo.”
OUTRO LADO
Em nota enviada ao programa “Loose Woman”, o governo chinês refutou as declarações de Li-Meng. De acordo com o texto, a China atuou imediatamente para tentar impedir a propagação do vírus. A nota também afirma que o governo norte-americano conduziu uma investigação que concluiu que a suspeita de o vírus ter sido produzido em laboratório era infundada.
Assista à integra da entrevista concedida ao programa britânico “Loose Woman” (10min43seg):
Interessante é que o governo chinês diz em nota que "atuou imediatamente para tentar impedir a propagação do vírus". O mundo inteiro sabe que isso é uma mentira deslavada, típica desses canalhas do PC chinês. Não só não tentarem impedir, como incentivaram a propagação do vírus com objetivos econômicos. Essa mulher deveria tratar de sair rapidamente de Hong Kong e pedir asilo político em uma embaixada de um país Ocidental. Ela corre perigo de morte. O psicopata genocida comedor de morcegos vai mandar "dar um sumiço" nela.
Tipo o agente laranja, lançado pelos EUA na guerra do Vietnã que até hoje deixou sequelas terríveis de morte e deformação na população daquele minúsculo país e nos próprios soldados norte americanos. Uma "potência" precisar de um artifício genocida desse pra ganhar uma guerra contra um país menor do que o seu menor estado, só sendo muito covarde…
Ou seja, se tem provas e chutou o pau da barraca porque fugiu?
E o pior, fugiu da China e foi prá uma coisa mais monstruosa ainda!
Lascou-se…
A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, ligada ao Ministério da Economia, divulgou lista dos setores mais impactados pela pandemia da covid-19. A portaria foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta 3ª feira (15.set.2020) e é assinada pelo secretário especial, Carlos Alexandre da Costa.
A lista é encabeçada pelas atividades artísticas, criativas e de espetáculos. Em seguida, o setor dos transportes, sendo o aéreo o mais prejudicado, e o de serviços. Segundo o texto, o objetivo é “orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais” na concessão de créditos no âmbito da lei nº 14.042. A lei institui o Peac (Programa Emergencial de Acesso a Crédito), criado para “facilitar o acesso a crédito” e “para a proteção de empregos e da renda“.
PesquisaPoderData publicada em 26 de agosto mostra que 61% dos brasileiros tiveram o emprego ou sua fonte de renda prejudicada por causa da pandemia de covid-19. Os dados foram coletados de 17 a 19 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 481 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Eis os setores relacionados pelo governo:
atividades artísticas, criativas e de espetáculos (CNAEs 90 91 92 93);
transporte aéreo (CNAE 51);
transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros (CNAE 4912-4);
transporte interestadual e intermunicipal de passageiros (CNAE 4922 -1);
transporte público urbano (CNAE 4922-1);
serviços de alojamento (CNAE 55);
serviços de alimentação (CNAE 56);
fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (CNAE 29);
fabricação de calçados e de artefatos de couro (CNAE 15);
comércio de veículos, peças e motocicletas (CNAE 45);
tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados (CNAEs 4781, 4782 e 4755);
edição e edição integrada à impressão (CNAE 58);
combustíveis e lubrificantes (CNAE 473);
fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (CNAE 30);
extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio (CNAEs 06 e 09);
confecção de artefatos do vestuário e acessórios (CNAE 14);
comércio de artigos usados (CNAE 4785);
energia elétrica, gás natural e outras utilidades (CNAE 35);
fabricação de produtos têxteis (CNAE 13);
educação privada (CNAE 85);
organizações associativas e outros serviços pessoais (CNAE 94, 95 e 96);
fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (CNAE 19);
impressão e reprodução de gravações (CNAE 18);
telecomunicações (CNAE 61);
aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual 77;
metalurgia (CNAE 24);
transporte de cargas (exceto ferrovias) (CNAE 493);
fabricação de produtos de borracha e de material plástico (CNAE 22);
fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções (CNAE 28);
atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem (CNAE 59 e 60);
saúde privada (CNAE 86, 87 e 88);
fabricação de celulose, papel e produtos de papel (CNAE 17);
fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas (CNAE 31 e 32); e
comércio de outros produtos em lojas especializadas (CNAE 474, 475, 476, 477, 4783, 4784 e 4789).
A Yduqs informou nesta segunda-feira (14) que acredita ter condições para apresentar uma proposta concorrente mais atraente do que a apresentada pela Ser Educacional para a compra do Grupo Laureate no Brasil, de R$ 4 bilhões.
A Ser Educacional anunciou proposta de compra da Laureate (dona da Anhembi Morumbi, FMU, UnP e Uniritter) no domingo (13), afirmando que o negócio criaria o 4º maior grupo de ensino superior do Brasil, com aproximadamente 450 mil alunos, mais de 100 campi universitários e de 500 polos de ensino a distância, com presença nos 26 Estados e no Distrito Federal.
Nos termos da transação, o Grupo Ser educacional ficaria com todas as operações da Laureate no Brasil, pagando R$ 1,7 bilhão em caixa no fechamento da transação e assumindo uma dívida estimada de R$ 623 milhões. A Laureate também receberia ações da nova companhia.
Ainda na proposta, o fundador do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, ficaria com 32,1% das ações do capital social da Ser, continuando, portanto, a exercer seu direito de voto como acionista controlador.
A Yduqs tem até 13 de outubro para apresentar sua proposta, quando se encerra o prazo de “go shop” – período que permite que a Laurate solicite ou aceite, ativamente, propostas vinculantes apresentadas por terceiros e que seja melhor do que a oferecida pela Ser Educacional.
Em nota, a Yduqs afirmou que está aprofundando o entendimento dos referidos ativos e acredita ter condições de apresentar proposta concorrente mais atraente dentro do prazo estabelecido para o “go shop”.
“Os dados públicos divulgados da transação demonstram um forte potencial estratégico e de geração de valor que as nossas empresas combinadas teriam. O Grupo Laureate se encontra em regiões de influência importantes para a Yduqs, tais como São Paulo e sul do país, conforme nosso plano estratégico amplamente divulgado aos acionistas. Adicionalmente, os dados públicos também demonstram outra vertente importante de crescimento com suas vagas de medicina”, afirmou a Yduqs em nota.
Segundo os termos da transação entre Laurearte e o Grupo Ser Educacional, caso haja uma proposta melhor dentro deste prazo de “go shop”, a Ser terá preferência em igualar as condições –situação conhecida pelo mercado como “right to match”.
Caso essa preferência não seja exercida, a Laureate poderá concretizar a operação mais vantajosa, mas deverá multa rescisória de R$ 180 milhões para a Ser.
Em maio, após passar a utilizar um software de inteligência artificial para a correção de atividades dos alunos, a Laureate demitiu cerca de 120 professores dos cursos de graduação na modalidade de educação a distância. Segundo a instituição, as demissões eram parte de plano de reestruturação.
Com 185 mil alunos, a Ser Educacional é o 8º maior grupo educacional do país.
O fechamento de qualquer uma das operações ainda dependerá da aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Nesta segunda-feira (14) as ações da Yduqs subiram 7,96%, a R$ 30,11. Já os papeis da Ser Educacional subiram 10,21%, a R$ 16,30.
Ex-diretor da TV Globo, José Bonifácio de Oliveira, o Boni, 84, foi o convidado do Roda Viva desta segunda-feira (14).
Ao ser questionado se demitiria o ator José Mayer, acusado de assédio sexual, e o humorista Marcius Melhem, que deixou a emissora após denúncias de assédio moral, o empresário disse que se as queixas fossem comprovadas “certamente demitiria”.
“Aqui, de longe, eu não mandaria embora porque são pessoas extraordinárias. Agora, trabalhando lá dentro, teria detalhes, fatos, que pudessem comprovar isso”, disse.
Boni ainda fez críticas ao politicamente correto. “Eu tenho pavor do julgamento precipitado. Eu acho que, hoje, com as pressões das redes sociais, preocupação com o politicamente correto, se pune e se usa essas questões todas para atingir alguém”, afirmou.
Em relação ao movimento MeToo, campanha que teve início em Hollywood e escancarou os abusos sexuais nas produções, Boni afirmou que é preciso ter cuidado.
“Temos que pensar que há muito folclore”, disse. “No meu tempo, eu não acredito que houvesse outro critério que não fosse talento ou capacidade. Se, eventualmente, fizessem alguma coisa, a gente mandava embora”, disse ele. Boni afirmou ainda que nunca ouviu denúncias de abuso.
“Nunca ninguém entrou na minha sala dizendo ‘eu fui assediada’, no sentido de permutar o trabalho”, disse ele, que ponderou que a falta de denúncias possam ter diversos motivos, como receio, naturalização ou por ser tratar de uma época diferente.
O empresário começou a trabalhar na Globo em 1967 e comandou as operações da emissora por mais de 30 anos. Foi ele quem criou a grade da programação do horário nobre, constituída por três novelas –sendo que, entre a segunda e a terceira, é transmitido o Jornal Nacional. Além disso, Boni também promoveu a reconfiguração da teledramaturgia para que os enredos se aproximassem do cotidiano brasileiro.
Desde 2003, ele é sócio da TV Vanguarda, afiliada da Globo no interior de São Paulo. Hoje, ele disse que tem mais contato com os funcionários, já que lida com menor número de pessoas.
“Temos um compliance bastante rígido. Mesmo porque somos signatários dos regulamentos da TV Globo. Na Vanguarda, eu tenho como falar um a um, de forma que, estando mais próximo deles, é mais fácil receber queixas e reclamações”, afirmou.
A proposta de Jair Bolsonaro de apresentar uma PEC (proposta de emenda constitucional) prevendo isenção tributária para as igrejas assustou líderes da cúpula da Câmara dos Deputados contrários ao benefício. Eles temem que a proposta vingue —e que, além disso, a bancada evangélica derrube o veto do presidente a um perdão bilionário de dívidas tributárias das organizações religiosas.
Ou seja: em vez de trocar uma coisa pela outra (manter o veto do presidente e aprovar a PEC), há o risco, concreto, de a bancada aprovar as duas medidas.
“Não há perdão de dívidas. Tentamos diminuir o estrago provocado pelas gestões petistas, que instrumentalizaram a Receita Federal com fins políticos”, diz ele.
Bolsonaro vetou mas incentivou a derrubada do veto. O presidente é contra ou a favor de perdoar a dívida das igrejas? Vejamos o que é mais importante para o governo, a responsabilidade e moralidade das contas públicas ou a dependência fisiológica da bancada evangélica. Como no combate à corrupção a pratica foca longe do discurso.
Tudo já combinado como uma peça de Teatro onde o Presidente finge vetar pra escapar das criticas e nos bastidores estimula a bancada a derrubar seu veto.
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Só tem mala nessa bancada evangélica e ainda ousam usar o nome de Deus EM SEUS NEGÓCIOS.
As multas e dívidas dessas igrejas são decorrentes de enriquecimento ilícito de seus "donos" e de sonegação. Não vejo razão plausível para suspensão da cobrança. Só o interesse político devido à crescente e indesejável influência na política. Pastores, padres, país de santo, e assemelhados devem cuidar da igreja e de seu rebanho, somente. Não terão nunca meu voto.
As dívidas dessas igrejas são por repasse aos controladores ( o que seria tributável) e sonegação. Não há o que perdoar. Numa sociedade correta elas pagariam. Mas a força política desses religiosos impõe essa pouca vergonha.
Macedo, Everaldo, Crivella, Malafaia, Valdemiro, Hernandez, Flordelis, Feliciano, Robson, João do Cão – e muitos outros anônimos – estão de há muito assaltando os ingênuos e a nação. E ainda chamam isso de obra de Deus.
Satanás deve tá gargalhando e orgulhoso de suas crias.
Bancada evangélica sou contra mas já que é assim tá na hora de ter a bancada católica não tem outra alternativa tá na hora de inclusive os padres se canditarem também
As investigações da força-tarefa de Minas Gerais que busca sufocar o sistema financeiro de facções criminosas detectaram uma rede de crianças e idosos usada pelo PCC para escoar recursos para integrantes da organização que estão presos no sistema federal.
Na lista de pessoas que tiveram contas bancárias usadas por criminosos estão crianças com idades de 4 a 10 anos e pessoas acima dos 60 anos, entre elas uma mulher de 82 anos, presa pela Polícia Federal durante operação desencadeada no último dia 31 de agosto —foram detectadas a menos 20 contas em nome de menores de 12 anos e maiores de 60.
“Percebemos durante as investigações da segunda fase da [operação] Caixa Forte que a facção tem se utilizado de menores e mulheres com filhos sob sua guarda para o processo de lavagem de dinheiro. Ao fazerem isso com menores, dificultam a identificação de quem estaria efetivamente movimentando a conta, pois é preciso chegar ao procurador responsável”, disse o delegado da Polícia Federal Alexsander Castro, coordenador da Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais).
Batizada de “Caixa Forte 2”, a operação empregou 1.100 policiais civis e federais e teve como alvo 422 pessoas (310 foram presas), em 20 unidades da federação, que recebiam uma espécie de mesada paga pela cúpula do PCC a integrantes da facção que cumpria pena no sistema prisional.
Os pagamentos variavam de R$ 1.000 a R$ 4.000 mensais, conforme a importância do criminoso na escala hierárquica do grupo, e os recursos eram depositados nas contas dos prepostos –a maioria parentes do indivíduo em questão, sem ter ligação direta com o crime.
As crianças usadas pela quadrilha, por exemplo, eram filhos ou enteados dos criminosos. Como, por lei, crianças não podem ser responsabilizadas criminalmente, a força-tarefa mineira pediu a prisão dos responsáveis legais desses menores —na maioria dos casos, as mães.
Na conta da criança de quatro anos, a quebra de sigilo detectou uma movimentação de R$ 144.570,80 entre 2017 e 2019, média anual de R$ 48 mil. Já a senhora de 82 anos presa na operação de final de agosto, um total de R$ 205 mil foi depositado ao longo de quatro anos, média anual de R$ 51 mil.
O Blog do BG publicará três novas pesquisas eleitorais de municípios potiguares nesta terça e quarta-feira, dias 15 e 16, respectivamente. Serão publicados números relacionados às eleições desse ano nos municípios de Jucurutu Pedra Preta e Macaíba.
Já nesta terça, o BG começa publicando as pesquisas de Jucurutu realizada pelo instituto Seta e ainda de Pedra Preta realizada pelo instituto Perfil.
E nesta quarta-feira, o BG trará números da corrida eleitoral em Macaíba em um estudo feito pela Seta.
Todas as pesquisas também trará avaliação das administrações municipal, estadual e federal, de cada cidade.
Pelo 10º dia seguido o RN registrou queda na média diária de mortes por Covid-19, de acordo com os dados das secretarias estaduais de Saúde compilados pelo consórcio dos veículos de imprensa. Nesta segunda-feira, a redução de óbitos por covid-19 no Rio Grande do Norte foi de 68%.
Em 8 dos últimos 10 dias o RN ficou em primeiro lugar na redução de número de óbitos causados pelo coronavírus. O comparativo é sempre feito em relação aos dados registrados 14 dias atrás.
Brasil
Após uma semana registrando queda, Brasil volta à estabilidade na média de mortes por Covid-19. A média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 731 óbitos, uma queda de 15% em relação aos dados registrados em 14 dias.
A média móvel de casos foi de 28.849 por dia, uma redução de 28 % em relação aos casos registrados em 14 dias.
Parabéns aos defensores da Ivermectina. Comprovada com A mais B que profilaticamente e preventivamente diminui a carga viral e não faz o paciente ir a fase do óbito. Parabéns a Dr Albert Dickson pela divulgação em massa.
O Governo Fátima Bezerra, juntamente com os prefeitos parceiros foram firmes no combate à COVID 19. O Governo Federal, ajudou, sem dúvida, mas poderia ter feito mais. Melhor seria se as cidades maiores como Natal, Mossoró e Parnamirim tivessem contribuído mais…
Fatão foi corajosa, não se deixou abalar pelas críticas maldosas, está aí o resultado, referência no país. Só vacilou em entrar no consórcio Nordeste, perdemos 5 milhões.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitir nota para dizer que não participou da elaboração, articulação ou discussão em relação ao PL 1581/2020. O texto aprovado pelo Congresso Nacional pode anular dívidas tributárias das igrejas com a Receita Federal e regulariza descontos em pagamento de precatórios (valores devidos depois de sentença definitiva na Justiça).
Leia abaixo a íntegra da nota:
Nota da CNBB sobre o PL 1581/2020
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB não participou da elaboração, articulação ou discussão em relação ao PL 1581/2020, conhecido como o “projeto que perdoa dívida das igrejas”.
Um tema tão complexo como o tratamento tributário dado às organizações religiosas não pode ser discutido de modo incidental e praticamente silencioso, sob o risco de surgirem interesses particulares que maculem a própria discussão.
É preciso compreender o alcance das características tributárias dos entes religiosos e o Estado deve, definitivamente, abraçar os direitos, sem abandonar o seu dever de combater os eventuais abusos de toda e qualquer organização.
A CNBB coloca-se ao dispor para, de maneira franca, transparente e ética, enfrentar essa temática, evidenciando as lacunas e até mesmo injustiças e equívocos que a legislação apresente.
A CNBB desde muito reclama tratamento adequado por parte do governo em relação a demandas históricas e até hoje não atendidas.
Que isso se faça, portanto, separando os casos condenáveis daqueles que reúnem clamores legítimos e justos respeitando a verdade, a justiça e o bem social.
Quero ver se a igreja católica vai abrir mão do benefício que é válido para todas as igrejas, se ela vai pagar os impostos por vontade própria, duvido, ela fica querendo dá uma de que não tem nada haver mas vai fazer uso do mesmo benefício que todas as outras igrejas .
As medidas de controle nos gastos com pessoal e as alterações nas regras do RH do setor público em discussão na reforma administrativa podem resultar em uma economia entre R$ 673 bilhões e R$ 816 bilhões em dez anos, para União, Estados e municípios, segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O impacto é fruto do congelamento de salários por dois anos, já aprovada pelo Congresso, e de eventuais mudanças nas carreiras daqui para frente, cujas propostas ainda estão em discussão dentro do governo.
Os Estados e o Distrito Federal são os que têm mais espaço para frear os gastos com a folha do funcionalismo e podem poupar de R$ 286,2 bilhões a R$ 339,7 bilhões na comparação com um cenário sem reforma. Nos municípios, a redução de despesas pode ficar entre R$ 200 bilhões e R$ 224 bilhões. Para a União, o estudo estima a possibilidade de economia de R$ 186,9 bilhões a R$ 252,3 bilhões.
As estimativas serão divulgadas pelo Ipea na nota técnica “Ajustes nas despesas de pessoal do setor público: cenários exploratórios para o período 2020-2039”, à qual o Estadão/Broadcast teve acesso. A ideia do órgão é subsidiar o debate que começa agora na Câmara com o início da tramitação da reforma administrativa, que muda a forma como os servidores são contratados, promovidos e demitidos.
Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se antecipou e citou um potencial de R$ 300 bilhões de diminuição dos gastos com a reforma, um número que já considera parte das projeções feitas pelo Ipea. Nas contas do órgão, iniciativas para reduzir a reposição de servidores daqui para frente, cortar salários iniciais para novos entrantes e alongar os degraus das carreiras podem resultar em impactos de R$ 202,5 bilhões a R$ 318,5 bilhões nas três esferas, a depender do alcance das medidas.
A outra parte da economia viria do congelamento dos salários de servidores federais, estaduais e municipais, medida aprovada este ano juntamente com o socorro financeiro concedido a Estados e municípios devido à pandemia da covid-19.
Embora a proibição a reajustes valha por dois anos, seu efeito é perene, uma vez que aumentos futuros ocorrerão sobre uma base salarial menor.
Considerando que, a partir de 2022, os reajustes correspondam sempre à inflação anual, sem compensações para “devolver” o período de congelamento, o Ipea avalia que essa medida causa um deslocamento permanente para baixo das despesas de pessoal. Por isso, a economia em uma década pode ser de R$ 470,7 a R$ 503,5 bilhões, segundo o Ipea.
Oficialmente, o governo não enviou junto com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa nenhum cálculo da economia potencial. A justificativa é que a conta depende ainda de decisões sobre as carreiras dos servidores, que não estão contempladas no texto da PEC e que ficarão para projetos de lei, numa segunda fase da reforma, porque dependem inclusive da aprovação da mudança constitucional.
Impactos
O diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Junior, diz que a divulgação dos cálculos pretende auxiliar a sociedade e os tomadores de decisão – Executivo e Parlamento – a entender os possíveis impactos fiscais de diferentes conjuntos de medidas e as condições necessárias para torná-las efetivas. “A ideia foi fazer uma avaliação de projeções de gastos com pessoal sob diferentes hipóteses e cenários”, explica.
Apesar de a PEC do governo ter deixado de fora os membros de Poderes (como juízes, desembargadores, procuradores e parlamentares), os cálculos do Ipea adotam como premissa a inclusão dessas categorias nas medidas de ajuste. “Os juízes estão incluídos, mas é bom lembrar que o objetivo do estudo não é estimar a economia especificamente com a PEC enviada. O objetivo é avaliar determinadas medidas que podem ser classificadas como reforma administrativa. De qualquer forma, o tipo de medida avaliado sobre a carreira específica de juiz não teria impacto fiscal elevado”, afirma o diretor.
Cenários
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) elaborou três cenários (A, B e C) para simular a economia potencial da reforma administrativa e do congelamento de salários do funcionalismo por dois anos. Em comum, eles consideram uma redução de 30% no salário inicial para novos servidores federais, estaduais e municipais, além de uma reposição das vagas em número menor que o total de aposentadorias.
O diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Junior, frisa que o grupo dedicado ao trabalho não se debruçou em medir a probabilidade de sucesso de cada um dos cenários, ou seja, as chances de cada conjunto de medidas ser aprovado no Congresso Nacional.
No cenário A, os salários de todos os servidores estaduais e municipais ficam congelados por dois anos, enquanto na União a medida alcança apenas os estatutários (servidores que ingressaram por meio de concurso público e ganham estabilidade após três anos de estágio probatório). Em todas as esferas, o salário inicial fica em 70% do respectivo valor atual.
Para os servidores federais, apenas estatutários, dobra-se o tempo para que os novos entrantes cheguem ao topo de carreira, e a taxa de reposição (novas contratações ante número de novas aposentadorias) fica em 90% em cargos de nível superior e 50% em cargos de nível médio.
Já para Estados, o cenário A prevê uma taxa de reposição de 90% para todos os servidores (estatutários e não estatutários) e redução do salário inicial dos novos entrantes também de 30%. O estudo adota a premissa de que os ganhos auferidos pelos municípios sejam uma fração dos ganhos para os Estados.
Considerando todas essas premissas, a economia potencial em uma década é de R$ 470,7 bilhões com o congelamento salarial e de R$ 202,5 bilhões com as alterações nas carreiras.
Segundo o Ipea, dois tipos de efeitos sobre as despesas com não estatutários seriam teoricamente possíveis: de um lado, a redução do contingente de estatutários poderia levar à maior contratação de temporários ou celetistas para evitar comprometer alguns serviços públicos, elevando a despesa.
Estatutários
No cenário B, inclui-se os servidores não estatutários nas medidas válidas para a União, sob a hipótese de que o ganho potencial com isso corresponde a 50% do ganho obtido com os estatutários. Esse cenário pressupõe ganhos “expressivos” de produtividade no serviço público, segundo o Ipea.
Com isso, a magnitude da economia total para a União e para o setor público como um todo aumenta. No cenário B, o impacto do congelamento chega a R$ 503,5 bilhões, e o das mudanças nas carreiras, a R$ 235 bilhões em dez anos. Toda a diferença vem do governo federal, já que Estados e municípios permanecem com estimativas iguais às do cenário A.
No cenário C, o mais otimista em termos de alcance das medidas, considera o cenário B com uma diferença: a de que a taxa de reposição nos Estados e municípios seja de 50%, ou seja, cinco novos contratados a cada dez novos aposentados. Com isso, o congelamento resultaria em economia de R$ 497,7 bilhões, e as alterações nas carreiras, de R$ 318,5 bilhões em uma década.
A folha de pessoal e encargos sociais representa o segundo maior item de despesa no orçamento da União – respondendo por quase 22% do total das despesas primárias. Nos Estados, corresponde a 56,3% das despesas totais e a 76,1% da receita corrente líquida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Até que entendo que deva haver mudanças no serviço público. Mas, "cortar" do pequeno e não mexer nos "grandes" é simplesmente uma maldade. Não podemos falar que isso seja reforma. Na verdade é uma DEFORMA do serviço público. Sentiremos muito a qualidade decair…
Quem viver verá!
Imagine se incluisse as regalias de juizes promotores e politicos com o fim de ferias de 60 dias, gratificaçoes que driblam o teto etc
O SURREAL MUNDO DA JUSTIÇA CONTINUA INTOCAVELLLLLLL
Se atacasse os marajás do judiciário, do legislativo e os militares, aí sim ia ter uma grande economia, no mínimo duplicava esse valor. Os que ganham mais, novamente vão ficar de fora, e os que já são saqueados vão terminar de ser esfolados.
O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, vai assumir como titular da pasta no próximo dia 16 de setembro. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (14). A cerimônia será no Palácio do Planalto, às 17h. Eis a íntegrada nota do Cerimonial da Presidência.
Pazuello assumiu o cargo em maio deste ano, com a saída de Nelson Teich, que deixou o governo após divergências com o presidente Jair Bolsonaro, em função das políticas de combate ao coronavírus. No entanto, a nomeação dele só foi publicada no Diário Oficial, no dia 3 de junho.
O ministro é a terceira pessoa a comandar o Ministério da Saúde no governo Bolsonaro. Antes dele e de Teich, a pasta era comandada por Luiz Henrique Mandetta, que também pediu demissão, depois de discordar do presidente a respeito do tratamento contra o coronavírus.
Agora ministro é colocar a PF pra investigar esses governadores que sumiram com o dinheiro dado pra saúde devido a pandemia. Aqui vieram e sumiram muitos milhões, tem que prender e devolver o dinheiro que roubaram.
Devagarinho vai tirando o resto da esquerda podre que ainda tinha em alguns órgãos. Tem que fazer isso nos degraus mais de baixo. E se criar a cultura de não roubar e não deixar roubar, só assim sairemos desse atoleiro sem fim.
Sobre logística ele é muito bom, mas pra articular as decisões sobre saúde pública é não é sua área. Observando durante pandemia e até hj, está provado.
Silêncio total.
O juiz Jarbas Bezerra, da 16ª Vara Criminal de Natal, determinou o arquivamento do inquérito solicitado pelo promotor Wendell Bethoven para investigar policiais antifascistas no Rio Grande do Norte.
Na determinação, o juiz afirmou que “os policiais que integram o Movimento não são seres autômatos, desprovidos da capacidade de pensar e formar suas próprias convicções, nos mais diversos aspectos da vida em sociedade” e que por isso “não podem ser excluídos do espaço de manifestação legítima do pensamento, a todos assegurado pela Constituição Federal”.
Gostaria muito que a parte boa da polícia criasse outro grupo, dessa vez de policiais conservadores que apoiam o presidente Bolsonaro! Queria ver qual seria a reação da justiçalha!!! Vamos PMs, criem esse grupo para honrar quem honra vocês! Lembre-se, os “capas preta” e os esquerdistas são os maiores inimigos da polícia militar, isso é faro!
Cidadão ligado ao setor de segurança pública,
aqueles que estão autorizados pelo estado a carregar armar, usar de violência quando necessário, não podem criar grupos paralelos para impor um pensamento, principalmente ideológico.
Entendo que isso é totalmente inconstitucional.
Em outras palavras, não podem se valer de suas atribuições dentro do estado para criar milícias.
A polícia tem que ser única com a mesma doutrina independente do governante de plantão.
Se alguém quer ser militante então deve abandonar o setor de segurança pública iu mesmo passar para a inatividade e entrar para uma ONG, partido político, mst etc.
Uma vergonha, um juíz achar normal uma milícia ideológica dentro da polícia. Na verdade mesmo sendo uma aberração jurídica a decisão do magistrado, vale mais para ele a militância lacradora dos chegados… Huhuu!!!
Esse promotor ao invés de provocar Estado com uma ACP criando vagas para POLICIAIS PENAIS com a saidas dos PMs dos presídios, devido déficit de agentes, passa vexame e coloca o MP em descrédito perante o RN. EXCELÊNCIA BATA ONDE CAI A MANGA.
O Ministério Público Eleitoral do Rio Grande do Norte se manifestou sobre o caso envolvendo o então candidato deputado federal Kericlis Alves Ribeiro, “Kerinho”, e pediu que ele se pronuncie sobre a questão de inelegibilidade apontada em uma petição assinada por 51 advogados, pela não desincompatibilização do cargo comissionado que ocupava na Prefeitura de Monte Alegre.
Uma vez comprovada a não desicompatibilização por parte de Kerinho, os votos recebidos por ele no pleito de 2018 seriam anulados, fazendo com que o deputado federal Beto Rosado (Progressistas) perca o mandato para Fernando Mineiro (PT), em razão do quociente eleitoral.
Se gritar pega ladrão não fica um. Esse mineirinho mora aqui no nosso bairro é uma figura deplorável, semelhante aos seus pares, junto com a anta da guvernadora fatão GD, vieram da Paraíba se abrigar.
Mais uma que Bolsonaro acertou, ele sempre teve razão!
Isso mesmo. O presidente teve razão em TUFO que disse e propôs. Infelizmente, foi boicotado pela esquerdalha, por políticos desonestos (usaram a epidemia para roubar) e pela própria Suprema Corte brasileira. Uma vergonha o que esses inimigos do Brasil fizeram. Mas o povo entendeu o que houve e vai dar o troco a essa gente nas urnas.
Rapaz, essa pandemia de plástico já causou muito prejuízo e enganou muita gente. Mas a realidade está derretendo todas as mentiras e o povo já está vendo isso. Já basta! A vida tem que seguir seu curso.
muito fácil falar pra quem não sentiu na pele essa pandemia.se bem no começo tivessem feito lockdown aqui no RN eu nao teria perdido meu irmão e a minha mãe.e não estaria passando por essa dor insuportável hoje.
Siga seu curso camarada, tens o livre arbítrio. Vocês acham que tem razão com base no negacionismo.
Olha, Sra. Simone, eu TIVE esse troço. Febre pequena e garganta irritada. Com dois dias estava ok. Lockdown não resolve nada, só piora. Tomar a hidroxicloroquina no início provavelmente teria evitado o PIOR. Quanto à esse tal Minion, negacionista é quem refuga medicamentos com eficácia comprovada ou se esconde da realidade. Esse vírus TEVE (já passou) baixíssima letalidade, só oferece risco a quem já tem outras doenças e não atinge pessoas novas e saudáveis.
Agora eu fiquei preocupado pq esse povo não acertou uma.
Essas organizações já estão de sacanagem.