A Taurus não poderá participar de licitações e contratações de órgãos públicos do estado de São Paulo por dois anos como penalidade após constatação de falhas no funcionamento de pistolas da Taurus vendidas ao estado de 2007 a 2011.
Além da suspensão, a empresa deve pagar uma multa de quase R$ 12,7 milhões, que corresponde a 20% no valor do armamento que apresentou problemas.
As ações da companhia acumularam queda de 1,9% nos pregões de segunda (27) e terça (28), quando terminaram cotadas a R$ 5,59.
O processo corre desde 2016, com constantes recursos da fabricante, que alega que as provas do processo são arbitrárias “como uma pretensa perícia técnica comprovadamente nula” e que a garantia do armamento foi cumprida quando necessário.
A Taurus também argumenta que “não há qualquer evidência de que a revisão preventiva da quase totalidade das pistolas feita pela Taurus entre os anos de 2013 e 2015 não tenha sido útil e eficaz em garantir o adequado funcionamento dos mecanismos de segurança dos armamentos”.
Após novo recurso da Taurus, a Consultoria Jurídica da Polícia Militar paulista manteve a pena. A decisão, publicada na edição do Diário Oficial do Estado de São Paulo de sábado (25), destaca relatório do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), que apontou falha entre 86,9% e 95,3% do total de pistolas modelo 640 e entre 41,6% e 55,8% do total de pistolas do modelo 24/7, com índice de confiabilidade nos testes de 95%.
Segundo a companhia, “a leitura correta do relatório do IPT indica que as pistolas são dotadas de sistema de segurança que funciona de modo adequado” e verificação conduzida pelo Exército em 2016 “não verificou ou identificou a ocorrência de vícios de projeto ou fabricação sobre o modelo de pistola 24/7 produzido pela Taurus”.
Em comunicado ao mercado nesta terça (28), a Taurus afirma que as pistolas referidas no processo não são mais fabricadas ou comercializadas e que “tomará todas as medidas judiciais cabíveis para reversão da penalidade aplicada”.
A empresa ainda destaca que mudou de controle acionário em 2015, com a compra pela CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), e, desde então, “seus administradores vem seguindo os mais rígidos e estritos padrões de controle e qualidade dos seus produtos”.
Também por falhas em pistolas fornecidas à Polícia Militar local, a Taurus está suspensa de licitar no Distrito Federal por um ano, até maio de 2021.
Procurada, a Polícia Militar de São Paulo não quis comentar.
Num documento remetido ao TCU (Tribunal de Contas da União), a Petrobras afirmou que quase 2 milhões de anúncios com sua marca foram indevidamente veiculados em sites cujo conteúdo pode ser impróprio.
A informação foi enviada à corte no âmbito de um processo para analisar denúncias de pagamento, pela estatal, de propaganda em páginas de internet e canais do YouTube que espalham fake news e ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal).
O caso será julgado nesta quarta-feira (29). O tribunal decidirá se cabe ou não aplicar medida cautelar proibindo a companhia de anunciar em sites, blogs, portais e redes sociais que promovem desinformação e difamam personalidades.
Ao responder a questionamentos do TCU, a Petrobras afirmou ter feito uma revisão de suas campanhas na web nos últimos anos, descobrindo que, por um suposto erro de uma empresa prestadora de serviços, as peças foram publicadas em sites que estão fora da lista por ela autorizada e homologada pela Secom (Secretaria de Comunicação Social), atualmente vinculada ao Ministério das Comunicações.
A relação de páginas nas quais a propaganda pode ser exibida, conhecida como “whitelist”, é feita previamente e dela são excluídas aquelas de conteúdo considerado impróprio, como sobre sexo, drogas e pirataria, além das que veiculam fake news. A associação a elas implicaria dano à imagem da estatal.
Um dos sites que receberam anúncios é o do Jornal da Cidade Online, conhecido por propagar notícias falsas favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao menos desde as eleições de 2018.
Ele é um dos alvos do movimento Sleeping Giants Brasil, lançado em maio no país, cujo objetivo é demover empresas de anunciar em espaços de preconceito e desinformação.
Naquele mês, após alerta do Sleeping Giants, o Banco do Brasil informou ter cortado sua publicidade no site. No entanto, recuou após ser cobrado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente.
A Petrobras afirmou à corte de contas que 13.038 anúncios foram divulgados no Jornal da Cidade Online em dezembro de 2019, sem seu “conhecimento ou autorização”.
Justificou que, por erro de uma empresa subcontratada pela Propeg, agência de propaganda responsável por suas campanhas, foram veiculadas ao todo “impressões publicitárias” em 736 sites. Porém, a “whitelist” da estatal tinha apenas 261.
A companhia atribuiu a falha a um analista da empresa Gamned, parceira da Propeg especializada em mídia digital.
“A veiculação em tais sites resultou em um aumento de 1,95 milhão de impressões publicitárias indevidas (sites que não estavam incluídos na whitelist)”, diz trecho de relatório do TCU sobre o caso, obtido pela Folha.
O documento não cita a relação completa dos sites indesejados que foram contemplados, tampouco o período em que ocorreram as publicações.
Ao TCU a Petrobras declarou que os anúncios indevidos não lhe geraram gastos, pois a Gamned não os apresentou no relatório que comprova as veiculações e subsidia as cobranças.
O relatório do tribunal afirma, no entanto, que, a despeito do prejuízo financeiro, a associação da marca a um site de conteúdo impróprio pode trazer danos de imagem.
Quem te disse isso? O Allan Santos ou o Olavo de Carvalho?
Duvidoso é a Petrobras fazer anúncio em site que divulga fakenews (mentira) e incentiva ações anti democráticas contra às instituições, se tem alguém que precisa ser investigado é quem autorizou tal investimento nesses canais de propagação de mentiras.
As maiores fontes de fake News e ataques a instituições são justamente Globo, Uol, Folha, intercept, etc.
Esses meios atacam o presidente dia e noite e distorcem informações.
Um exemplo foi o caso do porteiro do condomínio de Bolsonaro.
Outro foi divulgar o aumento de 82% nas queimadas na Amazônia em 2019, induzindo a população brasileira e o público internacional a erro, pois há muita variação de ano a ano dependendo se é ano mais ou menos seco.
2018, havia sido um dos anos com menos incêndios.
Isso é fake news.
Distorcer informações é fake News.
O the intercept divulgou mensagens navegadas e o STF deixou.
Mas sites que apoiam o presidente são perseguidos.
Como é, você já viu o nível das notícias de sites "click-baits" e correntes de whatsapp? Se você não gosta de certos jornais, não o leia, agora compararam com máquinas de mentiras é de lascar.
Raimundo, pelo menos sugira algumas fontes confiáveis de informação. Aonde você se informa?
Seria viável da uma investigada na origem e quem tá por trás dessa tal Sleeping Giants. Pode ter certeza que tem algo duvidoso por aí.
O que? Boicotar produtos que patrocinam sites que espalham mentiras está errado? Está mais do que certo. Todo apoio a essas iniciativas de combate a desinformação. Quem não está gostando é quem ganha espalhando mentiras.
“Em todo o MPF [Ministério Público Federal] no seu sistema único tem 40 terabytes. Para o funcionamento do seu sistema, a força-tarefa de Curitiba tem 350 terabytes e 38 mil pessoas com seus dados depositados, que ninguém sabe como foram escolhidos”, afirmou Aras.
“Não se pode imaginar que uma unidade institucional se faça com segredos, com caixas de segredos.”
A fala do chefe do MPF ocorreu durante a webconferência Os Desafios da PGR em Tempos de Pandemia, promovida pelo grupo Prerrogativas.
Aras disse que recentemente foram descobertos 50 mil documentos invisíveis à corregedoria.
Ele fez o comentário ao abordar a proposta de criação da Unac (Unidade Nacional de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado) em discussão no MPF.
Críticos do modelo citam risco de excessiva centralização de poder. Um outro ponto seria também a concentração de informações de inteligência em um órgão. O coordenador dessa unidade seria escolhido por Aras, a partir de uma lista tríplice elaborada pelo conselho do Ministério Público.
O pano de fundo da discussão é a desconfiança com que em geral procuradores veem Aras. Ele assumiu o comando da Procuradoria por indicação direta do presidente Jair Bolsonaro, sem ter disputado eleição interna da categoria, como seus antecessores.
O Ministério Público Federal atravessa uma crise que opõe a cúpula da instituição em Brasília e integrantes das forças-tarefas da Lava Jato.
No mês passado, a PGR tentou ter acesso aos dados armazenados pela investigação no Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
A força-tarefa em Curitiba recebeu a visita de Lindôra Araújo, uma das principais auxiliares de Aras, mas se recusou a entregar os dados, questionando a legalidade da busca e acusando o procurador-geral de “manobra ilegal”.
Segundo a força-tarefa, não houve comunicação de qual seria a pauta da reunião. Os procuradores afirmaram que “não foi formalizado nenhum ofício solicitando informações ou diligências, ou informando procedimento correlato, ou mesmo o propósito e o objetivo do encontro”.
Sob o argumento de que o acesso tem respaldo em decisões judiciais, incluindo despacho de 2015 do então juiz Sergio Moro, Aras recorreu ao Supremo Tribunal Federal.
O presidente da corte, Dias Toffoli determinou o compartilhamento de dados. Ao expedir a ordem, o ministro afirmou que a postura da Lava Jato viola o princípio da unidade do Ministério Público.
O procurador-geral disse nesta terça que não é dono dos destinos de 38 mil pessoas. E defende “que todo o MPF possa, de forma fundamentada, justificar para o que quer saber da vida alheia, para que isso não sirva de chantagem, extorsão”.
Em dez meses à frente do MPF, declarou Aras na live, sua gestão procurou reconduzir a instituição à sua unidade contra o que chamou de aparelhamento ocorrido em gestões anteriores.
“A nossa maior preocupação foi reconduzir [o MPF] à sua unidade”, afirmou. “Não permitir que haja um aparelhamento desta instituição, que importa em segregação de muitos membros, que não concordam com este modus de fazer política institucional.”
Aras ressaltou ainda que o Ministério Público vinha sendo muito mais uma instituição de independência individual de seus membros do que propriamente de unidade.
Ele ainda afirmou que buscou construir essa compreensão de unidade para, entre outros objetivos, acabar com “privilégios que alcançaram pequenos grupos, que partilharam de viagens internacionais, partilharam de favores, de cursos, de cargos”.
De acordo com Aras, a atual gestão abriu todas essas oportunidades para que distintos segmentos da carreira pudessem mostrar sua capacidade e ter realização profissional.
É muito estranho que o chefe da PGR concorde em participar de uma "live" com um grupo de advogados multimilionários defensores de bandidos condenados, os mesmos que defendem abertamente o fim da Operação Lava Jato. Eu não me surpreenderei se esses "medalhões" ajuizarem uma ação pleiteando a devolução aos bolsos dos condenados no Mensalão e no Petrolão, dos bilhões de dólares recuperados pela Lava Jato e que foram roubados das empresas estatais e dos fundos de pensão de empresas estatais.
Apetrechos duvidosos colhidos pelos garotos paranaenses !!! Meninos traquinas olharam pelas brechas das portas talvez…sei lá!!! Um virou ministros, outros cogitam candidatar- se….e por ai vai ao Bel prazer de baboes, burros de carroças e bois, muitos bois….
Lula, os corruptos indiciados e outros que seriam indiciados estão em festa, por Áras estar acabando com a festa da força tarefa da Operação Lava Jato.
ÁRAS ESTÁ SUJANDO A LAVA JATO E LIMPANDO LULA.
Lula foi preso pelo menor crime que cometeu. Deveria tá preso, Lula, Dilma, temer e outra porrada de ladrão, mas infelizmente, a intensão da lava jato era outra. Tem algum tucano preso?
É só uma pergunta
O Rio Grande do Norte teve, no mês de junho, o primeiro saldo positivo no quantitativo de empregos formais de 2020. Depois de seguidos números negativos, de janeiro a maio, o Estado registrou 9.469 admissões contra 7.723 demissões, com um saldo de 1.746 contratações, uma variação relativa de 0,43%. O resultado de junho, no Estado, foi o terceiro maior do Norte-Nordeste, e decorre de um aumento de 51,4% nas contratações e de um decréscimo de 20,88% nas demissões. Em Natal, o saldo positivo foi de 851 vagas abertas. Foram 4.043 contratações contra 3.192 desligamentos. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Economia.
No Norte/Nordeste, considerando os estados com maior saldo positivo, o RN fica em terceiro abaixo do Pará (+4.550) e Maranhão (+3.907). Um bom resultado também foi atingido pelo estado do Tocantins (+ 1.202). Das 27 unidades federativas (estados e Distrito Federal), 17 apresentaram saldos positivos quanto à variação de empregos formais. As outras dez tiveram mais demissões do que admissões no mês passado. No País, os estados com maior saldo positivo foram o Mato Grosso: +6.790 postos (+0,95%); Pará: +4.550 (+0,63%); e Goiás: +4.334 (+0,36%). Os que tiveram maior saldo negativo foram o Rio de Janeiro: -16.801 (-0,54%); São Paulo: -13.299 (-0,11%) e Rio Grande do Sul: -4.851 (-0,20%).
PARABÉNS PRESIDENTE BOLSONARO, que possibilitou a manutenção dos empregos.
PARABÉNS PREFEITO DE NATAL, que combateu a pandemia e possibilitou reabrir a economia.
O governo do Estado não conseguiu manter nem a LUFTHANSA operando no RN, talvez até o aeroporto feche, serão empregos perdidos, que pena né.
Só gostaria de algum iluminado que elogia a governadora apontasse um medida que ela fez pra aumentar o emprego.
Só uma. Não precisa mais do que isso.
Esse governo é só de papel, só criou campanha contra a violência, dia do forró, disk denúncia, etc.
Não há incentivo, as indústrias e o comércio fechando, os voos internacionais indo pra outras capitais prejudicando o turismo, a estrada pra Pipa acabada, e por aí vai.
Sei não, viu
Dali , Fátima. Será a melhor gestora que esse Estado já teve. Esse Estado chegou a essa situação pq o povo escolhia mal , mas agora mudou. O gado endoida.
PARABÉNS GOVERNADORA!
Quando a notícia é ruim pro Estado, vem as críticas.
Quando a notícia é boa, os elogios.
Humildade e compromisso com a VERDADE nunca farão mal a ninguém. Pois somente os que vivem e defendem a MENTIRA como forma de sobreviver e atacar a as pessoas diariamente, não conseguem ver isso com clareza e seguem praticando a baixa politicagem que dizem combater, por meio de FAKE NEWS produzidas em massa para serem distribuídas por quem pensa que está fazendo a diferença, quando só está sendo usado por quem sempre disso usou.
As escolas privadas que funcionam em Natal poderão retomar suas atividades dia 10 de agosto. E a rede pública municipal dia 14 de setembro. A decisão foi tomada na noite de terça-feira (28) pelo prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), após reunião com o comitê científico municipal. Os especialistas recomendaram a retomada com base nos índices relativos à covid que atualmente estão sendo registrados na capital do Rio Grande do Norte. Ainda não há data prevista para a publicação de decreto ou portaria oficializando a data de retorno das aulas.
Isso será feito após definidos todos os detalhes dos protocolos sanitários para que o retorno ás aulas seja feito com toda a segurança possível. Uma dessas medidas previstas será a testagem de professores e funcionários para garantir que não haja nenhuma contaminação na retomada de atividades escolares em Natal. Ainda não está definido se haverá rodízio de alunos. Antes do anúncio da decisão de Álvaro Dias, que se restringe a Natal, a previsão de possível retorno das aulas no Rio Grande do Norte era para dia 17 de agosto, de acordo com o decreto nº 29.794, de 30 de junho. Mas em postagem numa rede social, a governadora Fátima Bezerra (PT) informou que essa dia ainda não era uma data oficial. E que isso dependeria de avaliação da situação. A postagem foi feita dia 25 de julho.
Antes mesmo do anúncio oficial de retorno feito por Álvaro Dias, as escolas particulares de Natal já vinham se preparando para um eventual retorno antecipado. Para isso estavam preparando os espaços físicos e protocolos de biossegurança visando a segurança do retorno de alunos e funcionários. Um dos motivos para essa preparação antecipada, era uma recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE) que previa a retomada das aulas no ambiente físico dos órgãos privados antes das escolas públicas, dependendo do que definissem as autoridades de saúde.
Acho um absurdo, está decisão do prefeito. Tenho uma filha que estuda em um colégio particular faz o nono ano. Na sala de aula são mais de vinte e cinco alunos. Todos espremidos, a escola não fez nova salas de aulas. Como que vai ser um aluno sem distanciamento um do outro. A minha filha não vai. E melhor perde uma de escola duque a vida. Sr. Prefeito reflita melhor vai ser um causo e não vamos ter úteis para todos e muita gente vai morre, de que será a culpa! A pandemia não acabou?
O maior Colégio do Rio de Janeiro, o Pedro II não reabrirá esse ano .
Aqui certamente acham que a pandemia acabou e vão reabrir . Manda quem pode , obedece quem tem juízo e não quer morrer . Vamos esperar o resultado depois , as escolas abertas e os hospitais lotados novamente . Os alunos trazendo o vírus pra casa e infectando os maus velhos .
Total precipitação e irresponsabilidade . Preferível continuar am as aulas remotamente. O maior Colégio privado do Rio de Janeiro já decidiu q não reabre esse ano .
Então não temos mais vírus?
Todos vacinados, imunes
Praias liberadas
Tudo liberado
E assim seguimos agora para as aulas, crianças em risco…. lamentável
Este senhor dá indício de fazer política com tema gravíssimo, a vida humana. Em seus devaneios estipula data de retorno às aulas, sem protocolo pronto; insinua que os únicos potenciais transmissores do Covid são os docentes. Palhaçada!
Eu NÃO mandaria meu Filho para à escola Sabendo como É e Como Será Feita essa Fiscalização, Todos Viram o Interesse da Prefeitura no Isolamento e Distanciamento Social, bem como na Fiscalização para Cumprimento dessas diretrizes, que Sempre foi na base da mentira e do FAZ DE CONTA. Portando Não Arrisquem às VIDAS DE SEUS FILHOS.
É uma verdadeira irresponsabilidade da prefeitura, quando todo o mundo discuti uma estabilidade com o número contra COVID o prefeito sai abrindo tudo, sem se quer aguarda os prazos de 15 dias para analisar o resultado do comportamento da população e como o vírus ? vai se projetar, a criança o aluno pode não sofrer tanto com a contaminação , mas todos tem pais ou avós , alguém em casa com comorbidades que podem ser afetados, o prefeito comunga apenas com sua visão eleitoral, cadê a justiça para intervi, cadê o ministério público para coibir, precisa que alguém frei o prefeito pois podermos ter resultados catastróficos com o tempo, e se o prefeito pegar o vírus ? vai se tratar com todo o luxo e a população vai continuar sofrendo nos leitos .
Juliana, somente há um GRANDE problema. Com alunos do ensino fundamental maior (5 ao 9o ano) e do ensino médio, a ausência às aulas pode representar REPROVAÇÃO. Pode representar perda de conteúdo. E aí? O que irá ocorrrer? Será mantida as aulas à distância? Quem irá se responsabilizar civilmente por alguma séria contaminação dos nossos pequenos? E por que não se cogitar penalmente? O gestor municipal? Juliana, diferente do comércio, não é possível manter distanciamento social entre crianças e jovens adolescentes. Vamos ser realistas. Uma coisa é a retomada das atividades do comércio e indústria. Com adultos. A D U L T O S. Somos latinos. Foi está a nossa criação. Vivemos do contato humano. Das relações interpessoais mais próximas, principalmente entre as pequenas crianças e os jovens estudantes. É uma extrema falta de sensibilidade sanitária do prefeito.
justamente!!
O Prefeito está brincando com o vírus e com a vida dos alunos , espero que ele reflita sobre a esse retorno
A volta às aulas só com VACINA, aglomeração é perigo. O ano letivo está perdido, ñ adianta fazer gambiarra sairá mais caros para os pais e sem contar com os outros fatores.
Pelo visto o vírus foi embora de Natal. Vida normal que segue!
Uma tecnologia pioneira, que consegue inativar, em apenas um minuto, 99,97% das partículas de covid-19 no ar, acaba de ser desenvolvida em Portugal, segundo a agência de notícias Lusa.
O estudo foi desenvolvido pelo Campus de Tecnologia e Inovação da BLC3, em Oliveira do Hospital, em parceria com a Universidade do Minho e as faculdades de farmácia das universidades de Lisboa e de Coimbra, afirmou João Nunes, coordenador da pesquisa, à agência Lusa.
“Em um minuto, de 16.982 partículas de vírus Sars-CoV-2, apenas cinco partículas não foram inativadas, o que deu um resultado efetivo em 99,97% da amostra. E, ao fim de cinco minutos, obteve-se uma inatividade total, de 100%, e sem qualquer variação no comportamento do vírus”, disse Nunes.
A tecnologia, denominada AT MicroProtect, baseia-se em um “novo conceito de ‘física inversa’, que integra um sistema de emissão de ondas, muito mais eficiente que a radiação solar, com o desenvolvimento de algoritmos matemáticos e físicos sobre o comportamento do vírus ”, reitera João.
O vírus SARs-COV-2 está na origem da pandemia da covid-19 e uma das formas mais perigosas e menos controláveis de se transmitir entre as pessoas é pelo ar. Assim, o equipamento, que é movido a energia elétrica, visa ser aplicado na proteção de profissionais da saúde, nos meios de transportes aéreos e terrestres e no interior de edifícios ocupados por um elevado número de pessoas, como aeroportos e centros comerciais ou lares de idosos.
João conclui que o vírus por si só não tem inteligência e nós, seres humanos, temos inteligência e conhecimento. “Essa é a melhor arma que podemos usar contra o vírus e as pandemias. Não se pode esperar só por uma resposta de vacinas e medicamentos perante uma situação de vírus aéreos, que também é importante. Quer para esta pandemia como para outras”.
Com os recursos para empréstimos praticamente esgotados, o Pronampe (Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) é, até o momento, o único programa de crédito do governo bem sucedido na crise. Dos R$ 18,7 bilhões disponibilizados, R$ 18,6 bilhões – ou 99,5% do total – já foram efetivamente emprestados a empresas em dificuldades.
Nas demais linhas lançadas durante a pandemia do novo coronavírus, os porcentuais não superam os 30% e os montantes envolvidos são bem menores. Na quarta-feira, o plenário da Câmara poderá avaliar a ampliação de recursos do Pronampe.
O sucesso do Pronampe pode ser medido pela rapidez com que as micro e pequenas empresas esgotaram o crédito disponível. O programa ganhou impulso em 6 de julho, uma segunda-feira, quando o Banco do Brasil começou a operar a linha. Apenas naquele dia, o banco estatal liberou R$ 1,8 bilhão.
Desde então, o que se viu foi uma verdadeira corrida das empresas aos bancos, em todos os Estados, em busca de acesso ao crédito. Em três semanas, a linha secou.
A procura é justificada pelas condições favoráveis. A taxa de juros máxima corresponde à Selic (a taxa básica da economia, hoje em 2,25% ao ano) mais 1,25% ao ano. O prazo para pagamento é de 36 meses. Podem acessar o crédito micro e pequenas empresas que tenham até R$ 4,8 milhões de receita bruta anual. Cada empresa pode obter recursos equivalentes a até 30% do faturamento registrado em 2019.
O dinheiro pode ser usado para investimentos (compra de máquinas e equipamentos e realização de reformas) e para despesas operacionais (pagamento de salários e contas em geral).
Para incentivar os empréstimos por parte dos bancos, o Tesouro aportou R$ 15,9 bilhões em recursos no Fundo Garantidor de Operações (FGO). Com isso, o fundo passou a ter capacidade para garantir até R$ 18,7 bilhões em crédito via Pronampe. Até 85% da carteira de empréstimos de cada banco foram garantidos.
Na prática, o FGO fez com que os bancos perdessem o medo de emprestar, o que tornou o acesso ao Pronampe mais simples. “Foi muito rápido. Não vimos isso no programa de folha de pagamento”, comparou a economista Isabela Tavares, da Tendências Consultoria Integrada. A referência diz respeito ao Programa Emergencial de Suporte a Empregos (PESE), lançado em abril pelo governo e que se revelou um fracasso até o momento: dos R$ 40 bilhões anunciados, apenas R$ 5 bilhões (12,5%) foram liberados às empresas.
De acordo com Isabela, contribuíram para o bom desempenho do Pronampe o fato de o FGO cobrir o risco das operações e a possibilidade de livre utilização dos recursos sem contrapartidas. Na linha de financiamento aos salários, por exemplo, as empresas são proibidas de demitir funcionários durante a vigência do empréstimo. E os recursos precisam ser direcionados às folhas de pagamento, não podem ser usados para outras despesas. Essas características afastaram muitas empresas da linha.
“Muito da nossa avaliação era de que, como o crédito demorou a chegar, muitas empresas de menor porte já haviam fechado as portas ou entrado em recuperação judicial. Mas o Pronampe mostra que ainda há uma necessidade forte de crédito”, avaliou Isabela.
Sensível à questão, o próprio Ministério da Economia já havia sinalizado, no início do mês, a possibilidade de elevar os recursos da linha, considerando a rápida aceitação do Pronampe.
No Congresso, uma possível solução é trazida pela Emenda nº 8 do Senado, referente à medida provisória (MP) nº 944, que institui o programa de financiamento aos salários. A MP está pautada para o plenário da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira. Por meio da emenda do Senado, a União poderia aumentar em R$ 12 bilhões sua participação no FGO, para concessão de garantias no âmbito do Pronampe
No entanto, o relator da MP na Câmara, o deputado federal Zé Vitor (PL-MG), deu parecer contrário à aprovação da emenda, mantendo o texto aprovado inicialmente na própria Câmara. A questão será decidida pelo plenário.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, afirmou nesta terça-feira (28) que o Judiciário existe para “dirimir conflitos” e o Supremo, nesse papel, atua como um “editor” da sociedade no caso do inquérito das fake news.
O ministro usou como exemplo o editor de um jornal que decide bloquear a publicação de uma notícia mal apurada ou até com inverdades. Para ele, que no caso das fake news, em certa medida, o STF é o “editor de uma nação inteira”.
“Todo órgão de imprensa tem censura interna. Em que sentido? O seu acionista ou o seu editor, se ele verifica ali uma matéria que ele acha que não deve ir ao ar porque ela não é correta, ela não está devidamente checada, ele diz: ‘Não vai ao ar’. Aí o jornalista dele diz: ‘Mas eu tenho a liberdade de expressão de colocar isso ao ar?’. Entendeu? Não é à toa que todas as empresas de comunicação têm códigos de ética, códigos de conduta, de compromisso”, disse. “Nós, enquanto Judiciário, enquanto Suprema Corte, somos editores de um país inteiro, de uma nação inteira, de um povo inteiro”.
“Qualquer tipo de conflito pode-se levar ao Judiciário. Uma briga de marido e mulher que vai parar no Judiciário o juiz vai editar aquilo, ele vai decidir aqui. Não é uma escolha dele. Em 1º lugar, juiz não tem desejo. Então, ele não tem escolhas, ele tem obrigações. Ele tem a obrigação de dirimir o conflito. Se ao dirimir o conflito ele vai ter que decidir entre este ou aquele argumento, entre esta ou aquela posição do ponto de vista de doutrina jurídica ou filosófica, ou de interpretação jurisprudencial hermenêutica da lei. Isso daí faz parte das circunstâncias daquele magistrado, mas sempre uma atividade vinculada à Constituição e à lei. Então, não são escolhas”, afirmou.
Dias Toffoli participou de webinar sobre liberdade de expressão promovido pelo Poder360 e pelo Observatório de Liberdade de Imprensa do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), com apoio da CCR. Participaram também do debate: Eugênio Bucci, professor da USP (Universidade de São Paulo); Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360; Mônica Bergamo, jornalista da Folha de S.Paulo; e Pierpaolo Cruz Bottini, advogado integrante do Observatório de Liberdade de Imprensa da OAB.
Toffoli defendeu que a liberdade de expressão deve estar a serviço da informação e considerando isso, o inquérito das fake news investiga algo muito além de que “críticas contundentes contra a Corte”. Segundo ele, investiga uma “máquina de desinformação” que utiliza-se de robôs e perfis falsos para desacreditar as instituições democráticas com “a transmissão de informações fraudulentas”.
“A crítica contundente às instituições está compreendida na liberdade de expressão. Essa crítica que gesta o aprimoramento das instituições e o rompimento de paradigmas é plenamente constitucional e aceitável, mas o que se investiga naquele inquérito vai muito além de manifestações ou de críticas contundentes contra a Corte. Trata-se de uma máquina de desinformação. Utilizando-se de robôs, de financiamento, de perfis falsos, para desacreditar as instituições democráticas e republicanas e os seus agentes”, disse.
“É importante lembrar que, correlata da liberdade de expressão, a liberdade de informação também está amplamente protegida em nossa ordem constitucional. Por outro lado, na livre manifestação do pensamento, é vedado o anonimato, o que evidentemente se exclui a possibilidade de se aceitar perfis falsos e utilização de robôs para a transmissão de informações fraudulentas”, afirmou.
Para Toffoli, as campanhas de desinformação tem como objetivo promover o “caos”.
“Se existe notícia fraudulenta, se existe notícia falsa, se existe a desinformação é porque isso interessa a alguém”, diz Dias Toffoli ao justificar a necessidade de se investigar os responsáveis pela disseminação de fake news.
O ministro ainda afirmou que é necessário discutir a responsabilidade das empresas que são donas das plataformas de redes sociais. Disse que estas se defendem afirmando que não são meios de comunicação, mas que “mais cedo ou mais tarde” essa responsabilidade será analisada no Judiciário.
“No ponto de vista legal, elas não podem ser responsabilizadas por aquilo que as pessoas autonomamente coloquem nos seus meios de comunicação social. Mas quem é o editor disso?”, indagou. “Se isso estivesse ocorrendo em plataformas tradicionais, os acionistas dessas plataformas seriam responsabilizados”, afirmou.
Sem censura prévia
Dias Toffoli pode decidir, durante o recesso Judiciário, sobre pedido apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro no último sábado (25) para que perfis de blogueiros bolsonaristas sejam desbloqueados por redes sociais.
Na última sexta-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Twitter, o Facebook e o Instagram suspendessem contas de 16 personalidades bolsonaristas envolvidas no inquérito das fake news. A decisão levantou uma discussão sobre se o ato teria sido uma censura prévia.
No webinar, Toffoli afirmou que embora o conceito de liberdade de expressão ainda esteja em formação no Brasil, há algo que já está plenamente pacificado na Corte: não se admite censura prévia a nada.
“O que a Constituição veda de maneira absoluta é a censura prévia. Aquilo que ainda não foi tornado público pode vir a público e a pessoa vai arcar com suas consequências. Isso a Constituição brasileira e o Supremo sempre vão permitir. A pessoa pode emitir sua ideia, seja ela qual for. Até de defender o nazismo, até de defender o fechamento do Supremo. Mas, a partir daí, se isso for tipificado criminalmente, se isso tiver algum tipo de disfunção, o Estado e o juiz estão autorizados a sancionar”, disse.
Indagado sobre se o caso do bloqueio dos perfis, incluindo o do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), não configura uma censura por impedir a circulação de ideias, Toffoli disse que em uma cultura como a do Brasil, onde determinadas formas de expressão podem configurar crime, é preciso impedir a ocorrência dessas infrações. Ao fazer sua exposição, o presidente do Supremo afirmou que o país é tem uma sociedade culturalmente dependente do Estado e, nesses casos, o Estado precisa intervir.
“Todo liberal no Brasil quer um financiamento do BNDES, quer fazer um diretor no Banco do Brasil, um diretor na Caixa Econômica Federal. Vamos falar sério. É assim que é. Então, no Brasil, não tem liberalismo. No Brasil, o Estado é procurado por todos. E quando você tem um Estado jurídico constitucional, você vai ter, ao fim e a cabo, o Judiciário como garantidor final. Então, não há como afastar isso e esses conflitos do Judiciário. Não tem como. Na cultura que nós formamos, não tem como”, disse.
Que se processe o autor das fake news quantas vezes for necessário, mas não o impeça de se expressar. Isso tudo é conversa pra boi dormir. O que o STF quer é não ser cobrado pela sua inércia ou decisões escandalosas.
Isso não existe. Piada o que esse cidadão falou. Censura explícitos declarada. Tem que denunciar ao mundo mesmo. Comparação que só demonstra o desejo de controlar a opinião e manifestação das pessoas. Cara de pau.
Eu como membro dessa sociedade não preciso desse "editor". Um editor que censura só o lado que não o interessa! Para ser respeitado precisa ser imparcial. Tem tantas postagens que não respeitam o outra parte que não estão sendo censuradas e tampouco investigadas.
Não podemos atribuir às Fake news o caráter de liberdade de expressão. Fake news na própria tradução revela a sua gravidade, pois falseia a realidade, destrói reputações, anda de mão dads com a injuúria, calúnia e difamação . Não se pode aceitar que pessoas de valham da preciosa liberdade de expressão para cometer crimes como: ameaças de morte, incitação ao estupro, incitação à violência. fake news é coisa de bandido. A mentira é repugnante.
Não é a toa que os esquerdistas flertam com as ditaduras cubana e venezuelana !!! Eles não se dão com a liberdade de expressão e a pluralidade de idéias.
Resumo: censura a liberdade de expressão… Ontem foi um site e uma revista, hoje blogueiros e Youtubes, amanhã o cidadão comum de qualquer partido ou ideologia….Lamentável!
A Câmara proibiu deputados de usarem o dinheiro da cota parlamentar para contratar serviços que gerem lucro na internet. A medida foi tomada após o Estadão revelar que parlamentares estavam transformando a divulgação de atividades no Congresso num negócio privado ao monetizar seus canais no YouTube, com vídeos que arrecadam recursos de acordo com o número de visualizações.
Um ato da Mesa Diretora da Câmara com a nova regra foi publicado nesta terça-feira, 28. A decisão, no entanto, foi assinada no dia 22 de julho, dez dias após a reportagem do Estadão mostrar que ao menos sete deputados estavam ganhando dinheiro dessa forma.
Na lista estão Carla Zambelli (PSL-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF), Otoni de Paula (PSC-RJ), Paulo Pimenta (PT-RS) e Flordelis (PSD-RJ), que contrataram empresas com dinheiro da cota parlamentar para fazer edição e montagem dos vídeos apresentados em seus canais no YouTube. Destes, apenas Pimenta e Otoni de Paula disseram à reportagem ter desistido da monetização, mas não informaram quando isso ocorreu.
“Não será objeto de reembolso despesa com a aquisição ou a contratação de serviços utilizados em benefício de contas em sites, redes sociais ou plataformas digitais que resultem em monetização, lucro, rendimento, patrocínio ou receita de qualquer espécie em favor do respectivo parlamentar ou de terceiros”, determina o ato da Câmara.
A justificativa assinada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz ainda que o objetivo da nova regra é vedar reembolsos de despesas com serviços que resultem em vantagens financeiras ao parlamentar ou a terceiros.
Com base na reportagem do Estadão, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pediu a abertura de uma investigação sobre o uso da cota parlamentar para gerir canais monetizados no YouTube. “Além de ser dinheiro público, se ficar comprovado o uso ilegal do poder da informática, a democracia brasileira acaba”, disse à época o subprocurador-geral do MP-TCU, Lucas Rocha Furtado. Especialistas dizem que a prática fere princípios da administração pública.
A nova regra da Câmara, no entanto, não abrange casos em que o parlamentar utiliza seus próprios assessores para alimentar os canais na internet e lucra com as visualizações. É o caso da deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente da legenda, que informou já ter lucrado R$ 32,3 mil. Além dela, apenas Zambelli também informou quanto recebeu da plataforma de vídeos.
A prática também ocorre no Senado. O estreante Jorge Kajuru (Cidadania-GO) admite usar assessores pagos pela Casa para gerir um canal no YouTube que devolve lucros para o parlamentar. Os vídeos na plataforma arrecadaram um total de R$ 48.339,72 desde que Kajuru assumiu o mandato em 2019.
Um dia depois de ser alvo de críticas do presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), afirmou que o seu apoio à reeleição de Donald Trump se trata de “convicção pessoal”, e desferiu críticas indiretas ao democrata Eliot Engel, que lidera o painel.
O embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Todd Chapman, também defende o parlamentar brasileiro. Para Chapman, o filho do presidente está exercendo sua liberdade de expressão.
Na segunda-feira, uma postagem no Twitter de Eduardo Bolsonaro trazia um vídeo de apoio a Donald Trump — horas depois, a conta da Comissão de Relações Exteriores retuitou a publicação, mas com críticas ao parlamentar brasileiro.
Na tarde de terça-feira, Eduardo Bolsonaro, em uma série de postagens no Twitter, afirmou que aquela era “a posição individual do seu presidente [da comissão], o congressista de esquerda Eliot Engel (Partido Democrata)”, e até criticou o acordo sobre o programa nuclear iraniano, fechado em 2015 no governo de Barack Obama.
CENSORSHIP OVERSEAS?
A mídia tem dito que a Câmara dos Deputados dos EUA quer que Bolsonaro não interfira nas eleições dos EUA.
Ao defender seu apoio a Trump, o deputado o comparou a iniciativa à adotada por governos de esquerda na América Latina no passado.
“O que acontece nos EUA repercute no mundo e é inaceitável cobrar de mim uma posição não de neutralidade, mas de omissão, já que quando Lula, Chávez, Maduro, Evo, Kirchner, Correa, Bachelet e Castros se apoiavam mutuamente ninguém falava nada.”
O deputado afirma que “as relações Brasil-EUA estão acima das pessoas e independentemente do vitorioso nos EUA em 2020 trabalharemos para manter essa boa relação”, mas ele acrescentou que se dá o direito de manter suas “convicções pessoais”.
Por fim, em um ataque indireto a Engel, sugere que o debate entraria para o campo da xenofobia “caso fosse de esquerda”, e que não se pauta “pelo politicamente correto”.
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos EUA ou o deputado Eliot Engel não se pronunciaram sobre as novas declarações de Eduardo Bolsonaro.
Apesar de eu achar totalmente desnecessária a opinião do Deputado Eduardo Bolsonaro sobre a eleição americana, vejo com estranheza essa tentativa de proibir ele dar a opinião dele. Nos últimos governantes sempre se pronunciaram sobre suas preferências e nunca foram oficialmente questionados. Então mesmo que totalmente necessária, é a opinião dele.
Esse bozoloide do Raimundo acha que o mundo se divide entre bolsonaristas e comunistas. É um coitado ignorante que, com certeza, é conhecido no meio como "o chato de galochas".
Com os avanços nas pesquisas da vacina contra a Covid-19, o Ministério da Saúde espera que até dezembro deste ano os medicamentos sejam aprovados para que o primeiro lote da vacina de Oxford seja aplicado na população.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, explica que o Brasil deve receber um primeiro lote de vacinas – total de 15,2 milhões de doses – em dezembro e que, caso os testes e estudos sobre a eficácia do medicamento sejam aprovados até lá, o processo de vacinação poderá se iniciar.
“Fechamos acordo para o envio de 100 milhões de doses da vacina em três lotes. O número se baseia na campanha de vacinação contra a influenza no Brasil. O primeiro lote deve chegar na primeira quinzena de dezembro, com 15,2 milhões de doses, e o segundo terá o mesmo número de aplicações e chega entre dezembro em janeiro. O terceiro lote, de 70 milhões de doses chega entre março e abril. Se todos os estudos derem certo, nós iremos iniciar a campanha de vacinação em dezembro.”
Questionado se 15 milhões de brasileiros poderiam passar a virada do ano já vacinados, Medeiros respondeu: “A gente espera que sim, esse é o nosso sonho. Estamos trabalhando arduamente para isso.”
Medeiros explica que os primeiros grupos a receberem a vacina serão os idosos, aqueles com comorbidades e os profissionais da saúde da linha de frente. Segundo ele, o Ministério da Saúde já está mobilizando suas equipes para montar uma estratégia de aplicação das vacinas para “não criar pânico nem tumulto” na população para que seja um processo seguro.
“A Secretaria de Vigilância em Saúde cuidada do sistema nacional de imunização. Nossa capacidade de aplicar vacinas é de longa data, somos eficientes para aplicar no país inteiro de forma rápida.”
O secretário também destaca o acordo feito entre o governo brasileiro e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca – laboratório responsável pelo desenvolvimento da vacina – que garante ao Brasil a transferência da tecnologia do medicamento, que poderá ser produzido no laboratório de Bio Manguinhos, da Fiocruz.
“Nessa encomenda com a Oxford e a AstraZeneca, o governo brasileiro assumiu compromisso de transferência de tecnologia para termos autonomia de produção da vacina, que será produzida no laboratório de Biomanguinhos.”
Um homem usou fundos destinados a ajudar empresas durante a crise de coronavírus para comprar uma Lamborghini Huracán de US$ 318 mil, afirmou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (27). O valor do modelo é equivalente a R$ 1,6 milhão na conversão atual.
David T. Hines, de 29 anos, foi preso na Flórida e enfrentará processo por ter recebido US$ 3,9 milhões em empréstimos de forma fraudulenta; a quantia, em conversão para a moeda brasileira, é de mais de R$ 20 milhões.
Inicialmente, Hines teria pedido US$ 13,5 milhões para que seus negócios pudessem continuar durante a pandemia, utilizando comprovantes falsos sobre pagamentos de funcionários e despesas de empresas.
Ele acabou conseguindo o financiamento de US$ 3,9 milhões e utilizou parte do montante para comprar um Lamborghini Huracán ano 2020, que ele registrou em seu nome e no nome das empresas.
A denúncia também alega que Hines não pagou os salários de seus funcionários, mas fez compras em resorts e lojas de luxo em Miami, disseram as autoridades.
E o que tem de empresas grandes pegando os recursos nos bancos, para outros fins ? Isso aqui no Brasil mesmo!
Os grandes pegam, utilizam de forma diferente da finalidade e os pequenos não conseguem nem passar da porta do banco!
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (28):
– Registro de 912 óbitos nas últimas 24h, totalizando 88.539 mortes;
– Foram 40.816 novos casos de coronavírus registrados, no total 2.483.191 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 1.721.560, são mais 53.893 pacientes curados em relação ao boletim de ontem. Outros 673.092 pacientes estão em acompanhamento.
Os vereadores Cícero Martins (Progressistas) e Fernando Lucena (PT) trocaram xingamentos durante a sessão desta terça-feira (28) da Câmara Municipal de Natal.
Apoiadores, respectivamente, do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os dois discutiram por causa de um desentendimento quanto à gestão do governo atual no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.
A discussão começou quando Lucena, durante um discurso, enumerou o que ele classificou como “mentiras” do governo Bolsonaro. “Mentira é a marca registrada do governo Bolsonaro. A facada é mentira, o corona é mentira… ele pegou lá atrás, quando foi bajular o anu-branco americano (referência ao presidente americano, Donald Trump). Ele foi beijar a bandeira americana. Isso é ser patriota? É um presidente fuleiro, isso que Bolsonaro é”, afirmou Lucena.
Interrompendo o colega, Cícero Martins pediu respeito ao presidente da República. “Respeite o presidente. Fuleiro é o seu (presidente), aquele bandido, aquele marginal”, afirmou o vereador do Progressistas. “Fuleiro é ele e seus seguidores. Aquele genocida. Bolsonarista não tem moral para falar de ninguém neste País”, respondeu Lucena.
Por causa do bate-boca, o microfone dos dois foi cortado pela presidente em exercício da Casa, a vereadora Nina Souza (PDT), que depois restabeleceu a palavra para Lucena.
O que é de lascar gente, é trinta vagas de vereadores em Natal.
Praquê tudo isso??
Talvez se espelhando nesses dois, tenhamos a resposta, de maneira clara.
Cícero Martins é um tremendo OTARIO…OVO GOGO É POUCO, DAS GEMADAS QUE ESSE BABAO TOMA…O CAGAO DO PRESIDENTE DELE..O TAL DO BOSTANARO TA CAGANDO PRA ELE…EITA QUE O MALDITO SATANAS TA ACABANDO COM O NOSSO PAIS…MAIS LEVIANOS COSTUMAM ACOMPANHAR A DESGRACA..FORA BOLSOTRALHAS DO INFERNO
O sabujo defendendo o servo do Pinguço Trambiqueiro.
Lucena faz parte da NOVA OLIGARQUIA POLÍTICA DO RN, junto com Jaime Calado, Paulinho da Habitação, Joao Maia, Zenaide Maia , Agaciel Maia, Terezinha Maia.
Esse Fernando Lucena é um pavão, já era tempo de aparecer um macho para lhe dar uns tapas. Cabrinha sem jeito, maloqueiro, verborrragico e comedor de pirão.
A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta terça-feira (28), em primeira discussão, o Projeto de Lei Complementar do chefe do Executivo que trata sobre a reforma previdenciária dos servidores públicos municipais. O texto tem o objetivo de adequar o fundo previdenciário do município à Emenda Constitucional 103/2019, que instituiu a Reforma da Previdência Social no Brasil. Sendo assim, estados e municípios têm até o próximo dia 31 de julho para adotar as medidas necessárias para o cumprimento das normas.
“A reforma da previdência é um tema complexo que deve ser discutido de forma ampla. Hoje, Natal conta com dois fundos previdenciários, o FUNCAPRE e o FUNFIPRE, este último é onde Natal precisa injetar R$ 17 milhões mensais. Comparado à reforma nacional, a municipal apenas pincelou o mínimo, com a alíquota de 14%. Sobre a alíquota progressiva nós temos a responsabilidade real com o município de Natal. Se aprovarmos de forma errada nós vamos tirar dos 900 mil habitantes de Natal recursos em todas as áreas, proveniente de convênios, contratos e etc ”, explicou a vereadora Nina Souza (PDT), vice-presidente da Casa, que na ocasião estava presidindo a sessão remota.
O líder do governo na CMN, vereador Kleber Fernandes (PSDB), explicou que há a obrigatoriedade da alíquota média de desconto na ordem de 14%. “Então, eu trago alguns dados, os servidores que ganham de R$ 1.045 até R$ 6 mil reais representam 83% da arrecadação previdenciária. Ainda que fizéssemos uma alíquota progressiva e aplicássemos uma alíquota muito mais alta a faixa de servidores que ganham mais, ainda assim, já que quem ganha mais é uma minoria, nós não conseguiríamos atingir a média de 14%. Nós concordamos que é uma questão de justiça a alíquota progressiva, mas como a base da pirâmide é muito densa, a conta não fecha e Natal sofrerá as sanções previstas na legislação que são danos irreparáveis para a economia municipal”.
O vereador Maurício Gurgel (PV) entende que existe a necessidade de avaliação e aplicação da alíquota progressiva para que assim o servidor municipal não seja prejudicado. “O ponto que gera mais discussão é da alíquota, que precisamos chegar a um denominador comum para diminuir os danos que essa previdência vai causar aos servidores“, discorreu o parlamentar.
Também aprovados, estes em segunda discussão, PL do vereador Paulinho Freire (PDT), o qual reconhece a Associação dos Nadadores Masters do Rio Grande do Norte como entidade de utilidade pública; do vereador Fúlvio Saulo (Solidariedade), texto aprovado que declara de Utilidade Pública a Federação Aquática Norteriograndense; já da vereadora Júlia Arruda (PcdoB), matéria que reconhece também de Utilidade Pública Municipal a Casa de Clara de Assis, unidade do Lar Fabiano de Cristo. Já em primeira discussão, foram aprovados projetos dos vereadores Raniere Barbosa (AVANTE), reconhecendo de utilidade pública a Associação de Veteranos Batalhão Itapiru; e do vereador Cícero Martins (PP) que também reconhece como utilidade pública desta vez a Associação DOEALEGRIA.COM.
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