As eleições deste ano para a escolha de prefeitos e vereadores serão atípicas. Há mudanças no sistema de candidaturas para vereadores e novas ações da Justiça Eleitoral para evitar proliferação de fake news, além das condições de votação impostas pela pandemia do coronavírus, a começar pela mudança do calendário eleitoral.
As eleições passaram de 25 de outubro para 15 de novembro. Em cidades com segundo turno, essa disputa será em 29 de novembro.
Mas a principal mudança no formato das eleições municipais deste ano está no veto de coligações para o cargo de vereador. As coligações consistem na união de diferentes partidos para a disputar do pleito.
A novidade veio com a Emenda Constitucional nº 97, de 2017, que passou a proibir a celebração de coligações nas eleições para vereadores, deputado estadual, federal e distrital. A união de partidos em chapas ainda vale para os cargos majoritários —prefeito, senador, governador e presidente da República.
Com a determinação, os candidatos aos cargos de vereador somente poderão participar em chapa única dentro do partido.
Deputados e representantes partidários ouvidos pela Folha dizem que, por ora, o novo sistema deve enfraquecer partidos menores, que pegavam carona na estrutura de campanha dos partidos maiores.
Entenda como será feita a divisão das cadeiras de vereadores com as novas regras.
Como os votos são distribuídos nas eleições proporcionais? Nas eleições majoritárias (para prefeito, governador, senador e presidente) considera-se o voto em cada candidato, e o mais votado se elege.
Na proporcional, para as Câmaras Municipais, é considerada a soma de votos obtidos por todos os candidatos a vereadores de um partido mais os votos obtidos pela legenda (o eleitor pode dar seu voto a um partido, sem escolher um nome específico lançado por ele). O total será usado em uma conta que vai determinar o número de vagas ocupadas por cada partido. O modelo permite que um candidato mal votado consiga se eleger quando está em uma chapa forte ou quando concorre ao lado dos chamados puxadores de votos.
Como é feita a equação? Finalizada a eleição, os votos válidos (excluídos nulos e brancos) são somados e divididos pelo número de assentos na Casa. No caso da Câmara dos Deputados, a divisão leva em conta o número de cadeiras a que o estado tem direito. O resultado obtido é chamado de quociente eleitoral.
Depois, cada partido tem calculado um outro quociente, o partidário. Os votos que todos os membros do grupo receberam são somados e depois divididos pelo quociente eleitoral. No cálculo do quociente partidário, se o resultado da divisão for 5,8, o quociente partidário é 5, pois despreza-se a fração. Esse é o número de vagas a que o partido terá direito, e então são considerados os votos individuais.
Na Câmara Municipal de São Paulo, por exemplo, são 55 cadeiras em disputa na eleição.
O que mudou da eleição passada para esta? A equação permanece igual, porém, no caso de vereadores, não serão mais permitidas as chamadas coligações. Antes, vários partidos podiam concorrer em uma mesma chapa, fazendo crescer o quociente partidário e, portanto, a chance de conseguir mais vagas.
Agora os partidos têm de concorrer sozinhos. Segundo avaliação de deputados ouvidos pela reportagem, essa mudança tende a enfraquecer partidos menores, que antes podiam se coligar a partidos maiores ou apresentarem blocos maiores de candidaturas. A longo prazo, por exemplo, existe a tendência de fusão entre pequenos partidos.
e após a distribuição ainda sobrarem vagas, como é feita a divisão? Para definir quem fica com as vagas que sobram, é feito um novo cálculo. Desta vez, divide-se o total de votos da coligação pelo número de cadeiras que o partido ou grupo já garantiu mais 1.
Se uma legenda, a partir da divisão anterior, obteve 3 assentos, então o quociente partidário será dividido por 4 (3+1). A legenda que obtiver a maior média ganha a primeira cadeira. A conta se refaz, considerando sempre o número de vagas que cada partido conquistou na última rodada, até que se esgotem os assentos. Se uma legenda levou 8 cadeiras na primeira divisão (quociente partidário) e mais uma na primeira rodada da distribuição da sobras, ela terá o número de votos obtidos dividido por 10 (8+1+1).
Antes, só participavam da distribuição das sobras os partidos que tivessem quociente partidário maior que 0. Desde 2018, contudo, todos disputam essas vagas.
FOLHAPRESS
Mais uma vez o governo dos ricos querendo acabar com o acesso mais barato à cultura aos pobres.
Nada assombroso vindo desses vermes.
ABSURDO
Em fim alguém tem a coragem de acabar com essa hipocrisia. Shows, cinemas, teatros e qquer outras produções ditas culturais são sempre produzidas e planejadas seus custos levando-se em conta os valores diferenciados em seus bilhetes/ingressos de 'meia-entrada' e 'inteira'. Daí sempre sobra para os que adquirem os valores de 'inteira' custear a diferença daqueles que compram meia-entrada. E vejam que as categorias nessa classificação tem aumentado, sempre através da politicagem, favorecendo idosos, portadores de necessidades especiais… O mais importante é se fiscalizar os custos para que as empresas produtoras de eventos de entristecimentos também revejam esses custos e baixem o preço dos bilhetes. Descontos de 50% a estudantes deveriam serem aplicados na compra de livros, material escolar, peças teatrais e eventos esportivos patrocinados com verbas públicas… Hoje, é tão absurda essa tal Lei que se pratica esse desconto até em jogos de futebol.
Sou a Favor.
Mas com os empresários que temos difícil dar certo.
Lembra do pagamento por bagagem na compra de passagem aérea? E dos lanches/ refeições a bordo?
Os preços das passagens aéreas não caíram, vc paga a bagagem paga o alimento e se brincar passa até fome dentro de um avião.
Os empresários são muito gananciosos… a empresa pode até quebrar mas eles não praticam uma concorrência limpa de jeito nenhum.
A meia entrada garante ao público jovem usufruir dos meios de diversão mais vezes, o que garante um giro maior na economia com esse público fiel, caso seja extinto a meia entrada, vai ser visível e vai gerar um rombo gigante na economia, os cinemas hoje cobram verdadeiros absurdos por um filme e por um simples saco de pipoca, e os filmes cada vez mais batem recordes de arrecadação com suas produções, nessa hora que é o culpado o que usa meia entrada ou o produto final que está ganhando milhões .
discordo… quando 80% paga meia, nao significa que ta barato o valor da meia entrada.. apenas que o valor da inteira ta muito maior do que deveria. Essa questao de girar mais a economica acreditando que ta pagando menos é furada. Quando os "descontos" de 80% dos usuario é diluido pra todos… em muito pouco vai ser o reajuste real desses 80% que so estudam… mas que talvez vivam as custas de alguem ou dos 20%.
Joaozinho qual a garantia que nós temos que acabando com a meia entrada os preços da entrada inteira baixarão na mesma proporção? Respondo: nenhuma! Não espero isso do nosso empresariado! Só acredito vendo!
Tio Patinhos, só pensa em FUDER o contribuinte. A reforma TRIBUTÁRIA, ñ tenha dúvida só ferrar o contribuinte , criar IMPOSTO em vez de cortar GASTOS.
Quem só pensou em fuder o brasileiro foi a administração petista, quando numa administração de mais de 14 anos de governo, deixou um saldo de mais 14 milhões de desempregados, ex-presidente preso por corrupção, lavagem de dinheiro, dois ex-tesoureiros presos também, entre outros tantos…, aliás onde está os quase 5 milhões da pandemia do do Governo Petista Fátima, que só pensa no pobre, mas nada fez por ele? Quem socorreu o pobre foi o PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, aquele esfaqueado pelo amor, eleito por mais de 57 milhões de brasileiros, estes cansados de corrupção e mentiras.
Um Presidente Honesta incomoda muita gente.
Quando 80% dos usuarios pagam meia entrada, sinal que tao pagando a metade do dobro para manter o funcionamento. Nao é diferente no sistema de transporte publico.
Corretíssimo. O Estudante do CEI tem direito a meia-passagem no coletivo. O gari, a doméstica, o Zelador não!
Dificil é encontrar um aluno desta boa escola andando de transporte coletivo.
Caro Eduardo, o estudante do CEI é uma exceção, não regra. Não conheço nenhum estudante de lá que ande de transporte coletivo. Infelizmente, essa não é a realidade da maioria dos estudantes de Natal, que muitas vezes se desdobram com um orçamento apertado. Por gentileza, procure se informar sobre a realidade das outras pessoas. E ah, o gari, a doméstica e o zelador tem direito ao vale-transporte, os estudantes não.
Claro q a imbecilidades do gado é o espelho da do líder.
Como se o CEI fosse a regra da nossa escolas.
Ô Bovino, 90% dos estudantes sao pobres. CEI é exceção da exceção.
Estudante do CEI foi de lascar, olha o nível da argumentação. Façam que nem em outros estados, 2 ou 4 passagens gratuitas para a rede pública em dias letivos. Ai o Seturn chora, diz que o colapso é iminente (lorota contada faz uns 10 anos) e etc.
Mesmo sobre as particulares, tem gente que rala para pagar uma educação boa, dobrar o valor das caríssimas passagens não dá muito certo. Fora q o serviço é uma porcaria.