Saúde

Hemovida RN é parceiro da Unimed JP no uso de plasma em tratamento de pacientes com Covid-19


Foto: reprodução

O Hemovida RN é parceiro da Unimed João Pessoa no uso de plasma de recuperado para tratar covid-19. Neste sábado (23), o Hospital Alberto Urquiza Wanderley, unidade própria da Cooperativa, realizou a primeira infusão de plasma convalescente em um paciente infectado com o novo coronavírus.

O plasma sanguíneo usado no paciente veio de uma parceria entre a Unimed JP e o Hemovida de Natal (RN). Nesta primeira infusão, dois homens, um de 55 anos e outro de 63, receberam cerca de 200 ml do plasma convalescente, cada um. A identidade do paciente que fez a doação do sangue é sigilosa, no entanto, é uma pessoa que teve exame confirmado para covid-19 e está sem sintomas há mais de 30 dias.

O Núcleo Estratégico de Enfrentamento à Covid-19 da Unimed JP é o responsável por este tipo de procedimento. “Este é um tratamento promissor no combate à doença. Os estudos apontam que o uso desta técnica diminui a replicação do vírus no paciente e seu sistema imunológico consegue responder melhor a agressão do vírus”, explicou o anestesiologista Gilvandro Lins, que integra o núcleo.

“Desde o início da pandemia, a Unimed JP tem buscado soluções inovadoras que estão sendo aplicadas nos melhores centros de medicina do mundo, a exemplo do uso de plasma de recuperados para tratar os pacientes infectados com o novo coronavírus. Tudo isso para dar o que há de melhor para nossos clientes”, declarou o presidente Gualter Ramalho.

ENTENDA O PROCESSO

O plasma é retirado do sangue doado por pacientes que já tiveram a covid-19 e não apresentem mais sintomas há 30 dias. A administração é feita através de infusão deste plasma contendo anticorpos de pacientes que já foram curados. Todo o processo é feito com equipamentos que protegem os profissionais envolvidos de contaminação.

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Saúde

Pandemia cancela 7 em cada 10 cirurgias de câncer no Brasil; óbitos podem crescer 20%


Sem conseguir operar no SUS, Cássio precisou pagar por um tratamento hormonal | Imagem: Arquivo Pessoal

O agente de viagens Cássio De Paula Gouveia, 50, começou a sentir dores no corpo e procurou ajuda médica em novembro do ano passado. O diagnóstico de câncer de próstata saiu apenas em fevereiro, quando a pandemia chegava ao Brasil. De repente, os exames foram adiados e a cirurgia não veio. A doença não esperou. Ela chegou a meados de maio já em metástase óssea, atingindo pernas e região cervical.

A história de Cássio não é exceção. Apenas em abril, 50 mil brasileiros não tiveram acesso a diagnóstico e tratamento para o câncer. Ficaram sem radioterapia, quimioterapia e sem a possibilidade de operar: de acordo com a SBCO (Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica), a pandemia de covid-19 cancelou 70% das cirurgias de câncer no Brasil entre 11 de março e 11 de maio, o equivalente a 116 mil procedimentos.

“Quando finalmente consegui uma consulta para triagem no Instituto do Câncer (SP), em março, o martírio começou”, lembra Cássio. “Os exames foram para o final de abril e a consulta para o tratamento foi jogada para 4 de maio, mas eu já deveria ter sido operado. Questionei o rapaz da recepção, e ele disse que estão segurando tudo por causa da pandemia”, relata.

Cirurgias mais adiadas De acordo com a pesquisa, realizada em conjunto com a SBP (Sociedade Brasileira de Patologia), as cirurgias mais adiadas são as de colo retal, mama, estômago, pâncreas e pulmão.

“As menos afetadas são as operações pouco invasivas, como a do câncer de pele não melanoma, mama inicial ou colorretal inicial”, afirma o cirurgião Alexandre Ferreira Oliveira, presidente da SBCO. “Mas todo caso tem de ser discutido com o cirurgião.”

O levantamento também mediu a redução dos diagnósticos desde que o novo coronavírus chegou ao Brasil. Para alguns tipos de exame a queda foi de 30%, para outros, de 90%, com média de 50%. São 50 mil diagnósticos a menos por mês desde o início da pandemia”, diz Clóvis Klock, presidente do Conselho Consultivo da SBP e médico patologista.

A pandemia também reduziu o número de diagnósticos e cirurgias oncológicas no Reino Unido, o que deve resultar em aumento de “pelo menos 20% na mortalidade”, de acordo com um estudo publicado em abril no British Medical Journal. No Brasil, 224 mil pessoas morreram de câncer em 2019, de acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer).

“Como a saúde pública no Reino Unido é mais eficiente do que a brasileira, é possível que esse percentual seja ainda maior por aqui”, diz Oliveira, da SBCO. Se for proporcional, esse acréscimo giraria em torno de 44.800 óbitos em relação ao ano passado.

Sem tratamento na fase inicial, a gente teme uma epidemia de câncer em estágio avançado no Brasil. As chances de cura vão cair e o tratamento será paliativo “A falta de atendimento irá gerar um número de casos em estágios ainda mais avançados depois da pandemia”, concorda a presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), que em uma pesquisa própria registrou cancelamento de 32% das consultas, 23% de cirurgias e 16% de exames de diagnóstico. “Pacientes que não podem recorrer a serviços particulares não têm outra opção a não ser esperar.”

Por que exames e cirurgias diminuíram?

As cirurgias e exames oncológicos caíram durante a pandemia por diversas razões. Há médicos e enfermeiros em quarentena, serviços de diagnóstico fecharam as portas para isolamento, enquanto muitos hospitais reservaram seus leitos para atender casos de covid-19.

Além disso, muita gente não procura ajuda por medo de entrar em hospitais durante a pandemia. “Isso lá na frente será catastrófico. Perderemos muitas pessoas”, acredita Oliveira.

Klock conta o caso de uma paciente que demorou demais para procurar um médico. “Ela deveria ter sido operada há seis semanas, mas chegou agora com o colo do útero em necrose.”

O presidente da SBCO acredita que será preciso aumentar os turnos de trabalho para dar conta da demanda após a pandemia. “Além de acumular os casos que a gente pegou inicialmente, vamos tratar os avançados. Precisaremos trabalhar à noite e nos finais de semana”, diz.

UOL

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Judiciário

MP ajuíza ação contra Rosalba e secretário de Saúde por conceder gratificação a servidores em período pré-eleitoral

Foto: reprodução

O Ministério Público Eleitoral em Mossoró ajuizou representação eleitoral contra a prefeita Rosalba Ciarlini e o secretário de Saúde, Pedro Almeida, por concederam gratificação de 40% de insalubridade para os servidores da saúde e anunciaram tal fato nas redes sociais da Prefeitura, portais e blogs, o que segundo o MPE configura conduta vedada segundo a Lei das Eleições 9504/97.

Confira a matéria completa no site Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Barroso acredita na possibilidade de STF ter de decidir sobre lockdown


Foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso não descarta a possibilidade de que, devido à falta de liderança unificada no país, a Corte máxima do país tenha de decidir sobre a adoção do lockdown (proibição total de circulação) em estados e municípios brasileiros durante a pandemia de coronavírus. “Pelo Brasil que nós temos vivido nos últimos anos, tudo pode chegar ao Supremo. Portanto, acho que sim, acho que é uma possibilidade real”, disse, em entrevista ao programa CB.Poder, parceria do Correio com a TV Brasília.

Barroso explicou que, de certa forma, o Supremo já se manifestou sobre o tema, ao debater a autonomia de prefeitos e governadores para decidir as medidas de estímulo ao isolamento social. “O Supremo assentou que, em matéria de saúde pública, e é disso que nós estamos tratando, os três níveis de governo têm competência para atuar. A União tem, os estados têm e os municípios têm. O problema que surge é que, como existe uma certa falta de liderança unificada e uma certa falta de coordenação, você tira políticas às vezes contraditórias”, afirmou.

O ministro reconhece, no entanto, que a teoria é mais simples que a prática. “Quando você diz que os três níveis têm competências, o que você está querendo dizer é que, o que for de interesse nacional, prevalece a vontade da União; o que for de interesse mais regional, prevalece a vontade do Estado; e o que for de interesse local, prevalece a vontade do município. É fácil dizer isso em teoria, mas na prática podem surgir problemas.”

Abertura do comércio

Mesmo assim, para Barroso, há questões claras. “Por exemplo, fechamento de aeroporto, é claramente uma questão federal. A legislação e a administração dos serviços associados à aviação é uma competência da União, portanto só a União pode fechar aeroporto e proibir a vinda de voos do exterior. Agora, comércio local é tipicamente uma questão municipal e, portanto, eu acho que, mesmo que eventualmente o presidente inclua no decreto de atividades essenciais algum tipo de atividade que seja puramente local, eu acho que, independentemente do decreto, deve prevalecer a vontade do prefeito ou do poder municipal. Assim é uma Federação, que significa que você tem três níveis de governo, que eles devem agir coordenadamente, mas a Constituição estabelece qual é o grau de competência de cada um”, explicou.

Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. agora lascou , então pra quê um presidente ? esse STF quer mandar em tudo , antigamente ninguém ouvia falar em STF.

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Polícia

Motorista de aplicativo é assaltado, feito refém e abandonado em matagal na Grande Natal

Foto: PRF/Divulgação

O portal G1-RN destaca na manhã deste domingo (24) que um motorista de aplicativo foi assaltado, feito refém e abandonado em um matagal na Grande Natal. A PRF localizou o carro roubado. Dois homens foram presos. O crime aconteceu na tarde de sábado. O motorista de aplicativo aceitou uma corrida que partiu do Jardim Progresso, loteamento do bairro de Nossa Senhora da Apresentação. A corrida era para uma mulher, mas outras 3 pessoas também entraram no carro. Leia a matéria completa aqui.

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Economia

Número de empréstimo consignado aumenta 20% no primeiro trimestre, segundo a Febraban

Foto: reprodução

O número de empréstimos consignados aumentou 20% nos três primeiros meses deste ano. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), foram abertos 3.332.479 contratos de crédito em janeiro, fevereiro e março, que coincide com o início do isolamento social no Brasil para combater a pandemia de coronavírus.

Em 2019, no mesmo período, foram 2.793.768 operações. Os dados de abril ainda não estão disponíveis.

O volume em dinheiro também teve um crescimento de 18.4%. De acordo com o Banco Central, o valor dos empréstimos consignados passou de R$ 47 milhões, nos três primeiros meses de 2019, para R$ 55,7 milhões, neste ano.

O crédito consignado é concedido a quem tem o salário ou a aposentadoria creditada em conta corrente. Pode ser descontado diretamente na folha de pagamento ou aposentadoria do cliente.

R7

Opinião dos leitores

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Política

Paulo Marinho tenta recuperar celular de Bebianno e diz que renuncia suplência se Flávio Bolsonaro deixar o cargo

Em entrevista à GloboNews, o empresário Paulo Marinho disse que tenta recuperar um celular de Gustavo Bebianno com conversas da época da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, em 2018.

Segundo Marinho, o aparelho está nos Estados Unidos.

“Esse celular tem registros de conversas dele durante um ano e meio de convívio da campanha, entre ele e todas as pessoas que participaram da campanha”, disse.

“Eu não posso te dizer o que tem, até porque eu não tenho conhecimento, mas eu quero resgatar esse telefone, até para saber o que tem ali.”

Paulo Marinho afirmou ainda que não tem interesse em assumir o mandato do senador.

“Eu queria te dizer o seguinte – até apontando, olhando para a câmera para os seus telespectadores: se o senador Flávio Bolsonaro renunciar ao mandato dele de senador hoje, na próxima semana, no dia seguinte, eu renuncio do meu.”

O ANTAGONISTA

Opinião dos leitores

  1. Alguém já viu filho de malandro renunciar à malandragem? Ainda por cima altamente remunerada? Conte outra, Paulo Marinho.

  2. Paulo Marinho está adiantando o que sabe para não ser indiciado por saber do fato e não ter denunciado o crime. Ele já deve ter notado que a PF está chegando nele. Moro é estrategista e silencioso. Não grita, não ameaça, não mata e não dispara fake news em massa através de robôs. O ex juiz de Coritiba sabe alinhar com PF, MP e Justiça a produção de provas, indícios e convicções. Moro tirou Lula da disputa presidencial de 2018, e agora está tirando Bolsonaro da disputa presidencial de 2022. É bom já ir se acostumando.

  3. Primeira vez que vejo um cara que não é dá justiça nem tem mandado de busca e apreensão ter todo o direito de recuperar um celular que não é dele, todo mundo quer mandar nesse país e 90% da imprensa da cartaz e aplaude essas palhaçadas, tem que ter muita paciência….

    1. Valeu Hugo, gostei do meu querido rsrsrs, sério é assim que se deve começar uma discussão sensata, retribuindo, meu querido vc concorda mesmo com o que esse cara disse?? Ele nem sabe o que tem no celular do falecido, esse cara só quer tumultuar, deixando claro que se Bolsonaro ou filhos tiverem qualquer crime que foi elucidado pela justiça que paguem, agora o que não se admite é esse disse me disse que terminam não dizendo nada, abraço e até a próxima.

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Jornalismo

Novas mensagens provam que a demissão de Maurício Valeixo não foi “a pedido”, e sim imposta pelo presidente

As mensagens divulgadas neste sabado pelo Jornal Estado de São Paulo da nova conversa entre o ex-ministro Sérgio Moro e o Presidente Bolsonaro confirma que a demissão de Maurício Valeixo não foi “a pedido”, e sim imposta pelo presidente. Não existe mais dúvidas sobre isso.

“Moro, Valeixo sai esta semana”, escreveu o presidente às 6h26 do dia 22 de abril. “Está decidido”, continuou ele, em outra mensagem enviada na sequência. “Você pode dizer apenas a forma. A pedido ou ex oficio” (sic).

A resposta de Moro foi enviada 11 minutos depois, às 6h37. “Presidente, sobre esse assunto precisamos conversar pessoalmente. Estou ah (sic) disposição para tanto”, respondeu o então ministro.

mensagem

Opinião dos leitores

  1. O problema é q Sua Excia não respeita s liturgia do cargo! Mas grave muito grave, é que esses deslizes são apoiados pelos generais que o assessoram! Mas o fim de tudo, é o acordo espúrio com o Centrão, repleto de corruptos q ele se propõs a combater quando candidato! Acredito q Mourão deveria ocupar o cargo de primeiro mandatsrio do País! Tem preparo e postura de Presidente!

  2. Esse ex juiz não se conformou ainda? Ele perdeu, o povo em sua maioria apoia o presidente Bolsonaro legalmente eleito, hoje a coisa funciona assim: Quem é favor do Brasil e quem está contra o Brasil e quem representa o Brasil no momento é o presidente Bolsonaro!! Escolham seu lado, eu ja escolhi o meu, sou 100% a favor do Brasil e ponto final.

  3. Procurem uma lavagem de roupa!
    Independente de pedido ou colocado pra fora, em que vai mudar?
    Aceita que dói menos!
    Que venha Paulo Marinho!!!

  4. É melhor já ir se acostumando que Mourão vai assumir a direção da nossa nação. Tá ok???

    1. só não entendo essa celeuma toda em cima disso , se na constituição diz que a mudança da chefia da PF é de plena responsabilidade e função do presidente da República, então qual o crime em ele mudar ?

    1. Diz o ditado: quem mente rouba, mais parece que nesse caso o único Ladrão até agora chama-se LuLadrão e sua corja de PTralhas doentes e sem noção.
      Vocês ainda não se acostumaram?
      Relaxe , a prisão não é hotel de luxo.

  5. É um ser Abjeto, desprezível, repugnante e mentiroso " o narizinho vai crescer " . Agora é esperar o murgir do Gado mito, mito.

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Política

Silvio Santos tirou do ar o SBT Brasil deste sábado por causa da pauta anti-Bolsonaro

Nos bastidores do SBT, a notícia de que Silvio Santos mandou exibir uma reprise do programa “Triturando” no horário do “SBT Brasil” neste sábado (23) deixou o departamento de jornalismo em choque. A coluna ouviu de quatro funcionários da emissora que a decisão teve motivação política. Procurado, o SBT não se pronunciou.

Principal telejornal do SBT, no ar desde agosto de 2005, o “SBT Brasil” nunca havia deixado de ir ao ar. Não houve qualquer aviso ao espectador sobre a mudança na grade deste sábado.

Silvio Santos ouviu reclamações de que a edição de sexta-feira do “SBT Brasil” desagradou ao governo. O tema principal do telejornal, como não poderia deixar de ser, foi a divulgação do vídeo da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril.

O dono do SBT teria pedido, no início da tarde deste sábado, que o telejornal não voltasse a tratar do assunto esta noite. Que mencionasse apenas a agenda do dia do presidente Jair Bolsonaro. Uma reportagem com a repercussão dos acontecimentos de sexta-feira estava programada para este sábado, mas foi cancelada.

No meio da tarde, o jornalismo da emissora foi informado de que a edição do telejornal seria substituída por uma reprise do programa de fofocas. A equipe que estava de plantão não recebeu explicações sobre a decisão.

Especulou-se, inicialmente, que Silvio havia decidido fazer um teste, colocando o “Triturando” no horário do “SBT Brasil”, às 19h45. E que o telejornal poderia ser exibido às 20h30. Durante parte da tarde, ainda em clima de indefinição, a equipe do plantão seguiu produzindo uma edição do telejornal, na expectativa que houvesse uma contraordem e o “SBT Brasil” fosse ao ar às 20h30. Por volta das 19h30, porém, a equipe foi dispensada do plantão.

Mauricio Stycer – UOL

Opinião dos leitores

  1. Agiu certo tio Sílvio Santos.
    Tem que mandar parar de mimimi de frescura mesmo, isso é coisa pra globo lixo que tá mais perdida do que cego no meio do tiroteio, deixe o Galego dos Zoios Azuis governar.
    Bota pra torar, o véi é duro, o véi é duro.

  2. Errado Silvio Santos não está, talvez o único erro foi tirar um programa do ar, desrespeitando os telespectadores que esperavam para assistir, mas fora isso, a emissora é dele e ele pode dizer exigir o que passar, do mesmo jeito da Globo que pode exibir o que convém a ela, cabe a nós querer assistir o conteúdo.

  3. Prá quem pesquisou, na ditadura militar, enquanto se prendiam, torturavam e matavam estudantes, tinha jornal que dava receitas de bolo.

  4. Está ficando difícil. Quando cobri um lado, discobri o outro. Difícil deve ser parar o noticiário da CNN BRASIL e da CBN. CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ.

  5. Para quem achou a conduta correta eu faço a pergunta: e se ao invés de uma reunião do governo Bolsonaro fosse uma do governo Dilma, seria correto retirar do ar?

    1. RECORDAR É VIVER!
      ESCONDER AS NOTÍCIAS PARA QUE PENSEM QUE NÃO ESTÁ ACONTECENDO NADA.
      ERA ISSO QUE ACONTECIA NA DITADURA MILITAR DE 64.
      É ISSO QUE ACONTECE NAS DITADURAS.
      É ISSO QUE QUEREMOS?
      NÃO CRITICAMOS AS DITADURAS DOS OUTROS?
      SERÁ QUE VALE A PENA VER DE NOVO?

  6. Mais que certo. Existe um vídeo antigo onde ele, Silvio Santos, deixa bem claro que se tornou dono de TV por alguns motivos, de entre eles, por não compactar da ganância de muitos donos de TV. Ele falou ainda que josrnalista para trabalhar na emissora dele, tem que dar a notícia e ponto. Não revelando ponto de vista próprio, mas apenas a noticia limpa e seca. Isso é coerência, doa a quem doer.. E mais do quê muita gente que se diz a favor do Brasil e torce para a esquerda voltar, ele de fato é a favor do Brasil.

  7. IMORAL, simplesmente IMORAL. Profissionais competentes sendo obrigados à submissão de um IDIOTA, ou seja, o Sr. Silvio Santos.

  8. É por isso que não assisto essa m. O único programa que presta é o Chaves. Silvio Santos sempre babando o presidente da vez.

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Jornalismo

Bolsonaro reclamou de falta de informação mas teve a sua disposição 1.272 relatórios de inteligência em menos de 2 anos

O Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), coordenado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), recebeu um total de 1.272 relatórios de inteligência produzidos por diversos órgãos do governo nos anos de 2019 e 2020. Esses relatórios são usados para repassar informações estratégicas ao Palácio do Planalto para ajudar na tomada de decisões. Os dados contradizem as reclamações do presidente Jair Bolsonaro, de que não estava recebendo informações eficientes desses órgãos e que precisava usar um sistema “privado” de inteligência que funcionaria melhor.

Segundo dados do Sisbin obtidos pelo GLOBO, o sistema recebeu 951 documentos de inteligência em todo o ano de 2019 e 321 até agora no ano de 2020. Esses relatórios, a depender da área da informação produzida, foram encaminhados ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República ou aos setores de inteligência dos ministérios do governo federal.

Quem define esse encaminhamento é a Abin, que atualmente é comandada pelo delegado Alexandre Ramagem, pessoa de confiança de Bolsonaro que ele tentou indicar para comandar a PF, mas foi barrado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal.

A Polícia Federal, um dos focos de reclamações do presidente, produziu 54 documentos de inteligência enviados ao Sisbin em 2019 e 11 neste ano.

O GLOBO também teve acesso aos temas dos relatórios de inteligência produzidos pela PF em 2019, segundo a classificação feita pela própria corporação. São eles: crime organizado (16), fluxos migratórios (15), terrorismo e extremismo violento (13), contrainteligência (5), conflitos (3), processo decisório e Estado democrático de Direito (1) e segurança cibernética.

Na última terça-feira, o ex-diretor de Inteligência da PF Cláudio Ferreira Gomes afirmou em depoimento aos investigadores do inquérito sobre as supostas interferências de Bolsonaro que o número de documentos de inteligência produzidos pela Polícia Federal no ano de 2019 foi “superior aos anos anteriores”.

O Centro de Inteligência da Marinha foi um dos órgãos que mais produziram esse tipo de informação, tendo enviado 221 relatórios ao Sisbin em 2019 e 62 neste ano. O Centro de Inteligência do Exército enviou 183 relatórios em 2019 e 36 neste ano. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) produziu 113 relatórios de inteligência no ano passado e 19 neste ano. A Subchefia de Inteligência do Ministério da Defesa enviou 90 relatório em 2019 e 44 neste ano.

O Sisbin é composto atualmente por 42 órgãos, que fornecem informações sensíveis para auxiliar o governo na tomada de decisões. Em dezembro do ano passado foi aprovada a entrada de mais cinco órgãos: a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); a Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos (Conportos); o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); e a Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça (SEOPI/MJ).

No vídeo da reunião do último dia 22 de abril, divulgado ontem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, Bolsonaro reclama por diversas vezes da falta de informações de inteligência, diz que a PF e Abin não o deixavam informado.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Contradizem o que? O número de relatórios quer dizer o que? Lembrando que essa era uma reclamação da presidanta tb…Pqp viu…

  2. O que realmente vejo é a tentativa de manipulação de grande parte da mídia, deixe o povo tirar suas próprias conclusões sobre o vídeo, em vez de empurrar goela a baixo suas versões e pensamentos forçados, vi que no dia do vídeo essa mídia podre não tinha nem o que falar, todos gaguejando, no outro dia tiveram tempo pra começar a inventar suas "verdades. Eu acredito que os filhos de Bolsonaro fizeram e fazem muitas coisas erradas e merecem ser investigados, e presos se comprovado, agora vamos deixar o Brasil em paz, o que essa parte da mídia está fazendo não é atrapalhar o governo, ele um dia se vai, estão atrapalhando mesmo são os Brasileiros que vão ficar depois de todo esse caus…

  3. Em primeiro lugar a fonte "o globo" em segundo vi ele reclamando da falta de informação coerente, certa, que traz a luz informacoes relevantes, o que vi realmente ele reclamar no vídeo foi de informações de má qualidade, aí alguém irá julgar mas que informações são essas l?? Pra livrar ele é a família da cadeia?? Ele mesmo respondeu, se tiver ligação com empreiteiro, conta com milhões na Suíça, pode entrar com o impeachment sem problema…

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Jornalismo

Vídeo confirmou relação desgastada entre Bolsonaro e Sérgio Moro

Na reunião presidencial de 22 de abril, o presidente Jair Bolsonaro já demonstrava o desgaste da relação com Sérgio Moro. Ele se referia ao ex-ministro da Justiça quando sugeriu que insatisfeitos se aliem, por exemplo, ao pré-candidato a presidente Álvaro Dias, em 2022. É que ele ficou sabendo um pouco antes de encontro secreto de Moro com o senador do Paraná. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Bolsonaro se referiu ao ex-juiz quando destacou notícias que elogiavam o ministro “apesar do presidente”. E o ministro não reagia a isso.

O presidente também estava convencido de que Moro estava entre os ministros que vazavam informações em troca de elogios na mídia.

Moro era o alvo quando Bolsonaro cobrou de todos atitude em defesa do governo. Ele sempre criticou a omissão nas causas do seu governo.

O presidente revelou que Moro simplesmente “saiu do grupo de ministros” sem se despedir ou falar com nenhum dos colegas.

DIÁRIO DO PODER

DO BG:

Os novos trechos de dialago entre o ex-ministro e o presidente divulgados nesta sabado pelo jornal Estado de São Paulo reforçam isso.

Em uma das mensagens, encaminhada a Moro às 6h26m de 22 de abril, o dia da reunião ministerial tornada pública na sexta por decisão do Supremo Tribunal Federal, Bolsonaro informou pelo celular: “Moro, Valeixo sai esta semana”.

Outras duas mensagens foram enviadas ao então ministro. “Está decidido”, disse Bolsonaro, emendando com “Você pode dizer apenas a forma. A pedido ou ex oficio (sic)”.

Moro respondeu 11 minutos depois, às 6h37m. “Presidente, sobre esse assunto precisamos conversar pessoalmente. Estou ah disposição para tanto (sic)”.

Opinião dos leitores

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Comportamento

Especialistas recomendam restringir venda de álcool durante pandemia

Levantamento realizado por 1 grupo internacional de pesquisadores mostra que situações de pandemia podem desencadear 1 aumento nos índices de alcoolismo. Ainda que, no curto prazo, a diminuição da renda ou as restrições na venda possam contribuir para uma redução no consumo de álcool, no médio e longo prazo o estresse causado por eventos como esse pode gerar aumento do uso de bebidas alcoólicas. No Brasil, exceto pelo fechamento de bares, não há políticas de restrição de vendas durante a pandemia, o que pode tornar o quadro ainda mais preocupante.

O estudo foi publicado na revista Alcohol and Drug Review por pesquisadores do Brasil, Canadá, Estados Unidos e África do Sul, e de órgãos como a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).

O grupo de autores esteve reunido em uma das maiores conferências mundiais de políticas públicas sobre álcool, em março, pouco antes de vários aeroportos da Europa fecharem por conta da pandemia.

Foi quando começamos a discutir a necessidade de prever a tendência de consumo de álcool durante o surto do novo coronavírus”, diz Zila Sanchez, professora da EPM-Unifesp (Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo), apoiada pela Fapesp e coautora do artigo.

À medida em que o novo coronavírus espalhou-se, os países foram lançando políticas de combate à doença. Ficou claro que seria interessante mostrar como estavam agindo de maneira diferente à venda de álcool durante a pandemia. É sabido que a regulamentação da comercialização é o que mais influencia o consumo de bebidas alcoólicas pelas populações”, explica a pesquisadora.

Atualmente, Sanchez coordena 1 projeto apoiado pela Fapesp, que trata da questão do uso de álcool sob a ótica da prevenção escolar e se prepara para conduzir outro estudo sobre o consumo de álcool durante a pandemia com pesquisadores internacionais.

POLÍTICAS RESTRITIVAS

O levantamento aponta diversos exemplos no mundo de políticas sobre álcool específicas para a pandemia do novo coronavírus. A África do Sul é tida como 1 dos casos mais restritivos. Como parte da estratégia nacional de gestão da crise da covid-19, ainda no dia 18 de março, foi estabelecido no país 1 número máximo de pessoas em bares e limitação no horário de funcionamento desses estabelecimentos e de lojas que vendem bebidas alcoólicas para consumo em casa.

Uma semana depois, porém, com a decretação do lockdown de 21 dias, as medidas se tornaram ainda mais duras. Bebidas alcoólicas não foram incluídas na lista de itens essenciais que poderiam ser comercializados em bares e mesmo as seções de bebidas dos supermercados foram fechadas. As autoridades sul-africanas justificaram que a esperada queda na ocorrência de acidentes e na violência por conta da redução do consumo de álcool deixaria disponíveis mais leitos em hospitais, essenciais durante a crise.

Esse é 1 exemplo de política bastante restritiva, também adotada na Groenlândia e no Panamá. Em alguns lugares dos Estados Unidos, por exemplo, foi proibida a venda de álcool apenas pela internet. No Brasil, vamos na contramão, com inúmeros descontos em aplicativos de venda e artistas fazendo lives [apresentações virtuais] patrocinadas por fabricantes de cerveja”, diz Sanchez.

No dia 13 de maio, o Piauí foi o 1º Estado brasileiro a instituir lei seca, que a princípio só valeria para o fim de semana seguinte, de 15 a 17 de maio. A prefeitura de Palmas (TO) decretou lei seca no município, sem prazo para revogação. Em outros Estados, os bares foram fechados, mas os que vendem comida e bebida alcoólica por entrega podem permanecer abertos.

ÁLCOOL E ESTRESSE

Estudos mostram que o consumo de álcool tem influência negativa no sistema imune, tornando o organismo mais vulnerável a infecções por bactérias e vírus. Além disso, o álcool colabora para a ocorrência de depressão, ansiedade e violência doméstica, que podem ser mais frequentes durante o confinamento imposto pela crise atual.

Uma pesquisa realizada após a epidemia de Sars, causada por outro coronavírus em 2003, mostrou que, entre 800 moradores de Hong Kong, 4,7% dos homens e 14,8% das mulheres tinham aumentado o consumo de álcool 1 ano depois.

Entre profissionais da saúde chineses que ficaram em quarentena ou trabalharam em alas hospitalares com alto risco de contaminação, as chances de reportarem sintomas de abuso de álcool foi uma vez e meia maior do que entre os que não foram expostos ao risco de contaminação.

Da mesma forma, desastres naturais, guerras e atentados terroristas também estão ligados ao aumento do alcoolismo por conta do estresse causado.

Vários estudos mostram que, depois de 1 evento como esse, há 1 aumento de dependentes de álcool na população. As pessoas podem estar consumindo mais álcool agora para lidar com o estresse da situação, mas isso claramente pode seguir como uma dependência após a pandemia. Precisamos considerar a falta de regulamentação na venda de álcool hoje, porque vamos pagar a conta lá na frente”, diz a pesquisadora.

O artigo Alcohol use in times of the COVID 19: Implications for monitoring and policy (10.1111/dar.13074) pode ser lido aqui.

PODER 360

 

Opinião dos leitores

  1. Em tempos de pandemia aparecem "especialistas" em tudo que é besteira.
    Se o isolamento causa alcoolismo, calculem o caos sócio-econômico pós pandemia.
    Essas "mentes brilhantes" podiam concentrar energias para um projeto de fazer a economia funcionar durante a pandemia ou de fiscalizar o desvio das verbas públicas de combate a dita cuja.
    O que aparece de "estudos científicos" inúteis não é brincadeira!

  2. Mas as lives vão parar ??????? Pois elas só servem para que os que estão em casa encham o pote.

  3. Penso que tem que criar um decreto restringindo o uso do álcool, outro pra restringir o uso do sal e açúcar, pois tem estudos científicos que comprovam o malefício dessas substância. Não vamos esquecer também . Lembrem-se sempre que o Estado só quer o nosso bem, e se os cientistas disseram não temos o que questionar, afinal quem somos nós pra pensar??

  4. Uau, descobriram a pólvora, só que um pouquinho tarde. Cientistas de meia tigela. Saiam de seus laboratórios" in vitro" é venham para o mundo" in vivo"

  5. Quais foram os Países que restringiram o consumo de alcool durante a Pandemia? To vendo a hora querer controlar a quantidade de água bebida, controlar as vezes que vai ao banheiro, resolução para limpar corretamente o anus. Não sei onde vamos parar

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Saúde

Redes sociais e Trump são as principais fontes de desinformação nos EUA. Quase metade da população apontam o presidente

A maioria dos adultos norte-americanos pensa que a desinformação sobre a pandemia da covid-19 é 1 problema, de acordo com pesquisa divulgada em 12 de maio pela Gallup e Knight Foundation. E quem são suas fontes?

Perguntados sobre as duas fontes mais comuns de desinformação, 68% apontam as redes sociais e 54%, a administração Trump. Porém, mais pessoas (47%) dizem que o presidente norte-americano é “a fonte principal” de desinformação.

“82% dos democratas, 79% dos independentes e 73% dos republicanos” acham que a desinformação do coronavírus é 1 grande problema –mas, não surpreendentemente, os democratas eram muito mais propensos a identificar o governo Trump como uma importante fonte de desinformação (85%) do que republicanos (4%).

Enquanto isso, 75% dos republicanos identificaram as principais organizações de notícias como a principal fonte de informações falsas ou enganosas sobre o coronavírus, em comparação com apenas 2% dos democratas.

58% dos entrevistados disseram estar “bem informados” sobre a covid-19, mas 36% disseram estar impressionados com a quantidade de informações disponíveis. Pessoas de 18 a 34 anos de idade eram significativamente mais propensas a dizer que se sentiam sobrecarregadas com a quantidade de notícias do que aquelas com 55 anos ou mais:

A pesquisa Knight/Gallup entrevistou pela internet 1.693 adultos nos EUA de 14 a 20 de abril.

PODER 360

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Economia

Shoppings estimam 120 mil demitidos e 15 mil lojas falidas. Presidente da entidade culpa Governadores e Prefeitos. Situação no RN é dramatica

As lojas de shopping centers demitiram 120 mil pessoas no Brasil em razão da quarentena provocada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de que 15 mil lojas fechem as portas definitivamente.

Os dados preliminares foram antecipados ao UOL pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), que representa 105 mil lojas no país. A associação antecipou o número de demitidos, mas só deve apresentar uma pesquisa detalhada na semana que vem.

Ao UOL, o presidente da entidade, Nabil Sahyoun, responsabilizou governadores e prefeitos pelas demissões. “Essa situação vai piorar se governadores e prefeitos não determinarem a reabertura gradual e cuidadosa da economia. Ontem, dados mostraram que a arrecadação federal de impostos é a menor em 13 anos.”

Ele afirma que o fato de estados e municípios não terem adiado o pagamento de impostos por parte das companhias prejudicou o empresariado e “também os empregados que dependem das empresas funcionando”, disse, em relação às demissões.

Para Sahyoun, os governadores apoiam medidas restritivas sem considerar “que já não terão sequer receita para manter o sistema de saúde em funcionamento e os salários dos servidores”.

UOL

DO BG: Os números de demissoões provocado pela pandemia aqui no RN é muito alto, nos últimos dias conversamos com 12 lojistas presentes nos shopping Midway, Natal Shopping, Cidade Jardim e Norte Shopping.

8 desses lojistas já demitiram e 4 buscaram socorro do governo. Dois deles não vão voltar com pelo menos uma unidade, e segundo informações repassadas por esses pequenos e médios empresários, já são vários lojistas nessas unidades desmontando lojas, repassando estoque, vendendo mobiliarios e devolvendo lojas aos shopping. Triste.

Opinião dos leitores

  1. É, Zé Ninguém, parece que você faz parte dessa guerra idiota esquerdista-direitista.. Enquanto cães e gatos brigam, os ratos destroem a casa. Rodrigo Mais e demais agradecem.

  2. Zé Ninguém, não sou fã de Bolsonaro, mas em 6-2-2020 ele fez a lei13.979 que já permitia a quarentena. Dirija seus xingamentos aos governadores e prefeitos. Você passou o carnaval brincando ou ver andando? Pesquisas aqui neste blog e naquela época só 1 leitor criticou a liberação do carnaval.

    1. É verdade Justus. Você tem razão. Peço desculpa. Realmente o nosso Mito vem trabalhando muito para conter o avanço da covid-19. Na reunião ministerial do dia 22 de abril a gente viu que realmente ele está preocupado com a saúde do nosso povo. Ontem, num sábado, andou por Brasília fazendo um trabalho de conscientização da população. Hoje, domingo, voltou as ruas novamente para conversar com as pessoas com relação às medidas de isolamento. O Naro é FODA!

  3. Se o nosso presidente não fosse demente, inconsequente e incompetente, o Brasil já teria flexibilizado o isolamento sem grandes riscos.

  4. Não temos condições, de manter tudo fechado. É preciso sim a abertura, com protocolos, e responsabilidade. Fátima tem sido a maior decepção durante está pandemia. Apática, sumida e sem puxar responsabilidade e liderança. São antagonistas no campo político, mas duas bostas no tratamento e combate ao coronavirus! Liderança zero!!!

  5. Do q adianta abrir se ninguém vai comprar?
    As microempresas deveriam estar recebendo crédito a juros baixos pra sobreviver, mas Guedes disse ao vivo na reunião do dia 22 q era melhor deixar quebrar tdas as empresas pequenas e só ajudar as grandes.
    Agora o microempresário q der uma mugida e fizer o sinal de arma pode ser adicionado do face do presidente e com isso ficar mais tranquilo.

    1. Falou quem não entende de administração financeira. Crédito não eh dinheiro, empresa vive de lucro e não de crédito. Pegar empréstimo pra queimar com despesas, mesmo que a taxa zero, eh só criar uma bola de neve, uma nova despesa a ser paga mais à frente, eh adiamento de problema. Empréstimo serve para investimento, n para custeio. Eh melhor estudar e aprender do que ficar falando sobre o que não conhece. A única solução para empresas no geral eh a economia retornar o quanto antes, o comércio girar. Todos estão perdendo nesse momento, TODOS, pois não está se produzindo quase nada nesse período e a nação ficará mais pobre a cada dia, gerando consequências a TODOS.

    2. Boa Maria!
      O problema são os governantes, aqui no RN, a desgovernadora não tomou nenhuma medida, pra preservar os empregos, só manda ficar em casa, ela tá acabando com o nosso RN.
      Já imaginou a agonia que vai ser no pós pandemia.
      O governo Federal, vai cortar a ajuda financeira, e aí, salve se quem poder.
      Vai ser um breu danado.
      Sem dinheiro, não exister mágica.

  6. Absurdo uma situação dessa é deixar um magote de desocupados pra cima e pra baixo por ai

  7. Completamente equivocada a postura de governadores em restringir, até a exaustão, a atividade econômica. No RN a Governadora, infelizmente e para minha decepção, embarcou na canoa furada. Portanto está levando o Estado à falência. Se os estados paralisam os cofres da União ficam vazios. Os tiros dos governadores estão saindo pela culatra. Sem Economia não há recursos para a saúde nem para qualquer outra necessidade. Isto é um princípio elementar, portanto muito fácil de entender.

  8. É impressionante o egoísmo desses governantes nordestinos.
    Ao invés de buscarem uma solução, estão fazendo contra o presidente, q pensa na nação.
    A sociedade vai pagar uma conta cara.
    Abre tudo e os mais fortes sobreviverão.

    1. Realmente o mundo todo está errado. Só quem está certo é você e Bolsonaro. Deixa um ente querido seu ser atingido pela Covid19 para você sentir na pele o que muitos que perderam alguém da família está sentindo.
      Parece que o único egoísta é você!

    2. Presidente pensa em que? Na nação?? Ele chamou você de bosta. Isso é defender a nação, gado?

  9. Fora Fátima!
    Tá acabando com o RN.
    Desmontando todo, de cabo a rabo.
    Da cabeça ao rabo do elefante.

    1. Terraplanista, vai lá em BSB dar um cheiro no Messias.

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Comportamento

Emergência da covid-19 movimenta no País mais de R$ 5 bilhões em doações. Lives não entraram no levantamento

A emergência nacional de saúde, social e econômica provocada pela pandemia de covid-19 criou uma onda de solidariedade no Brasil que já resultou em mais de R$ 5 bilhões de doações. A maior parte é proveniente de grandes empresas, mas pessoas físicas, mesmo com pequenas quantias, colaboram para mudar o cenário de filantropia no Brasil. Até áreas que não tinham tradição de captar recursos, como a ciência, estão se beneficiando. E a expectativa é de que, da tempestade, possa surgir uma cultura maior de doações no Brasil.]

O dado foi compilado pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), que criou um monitor das doações para mapear as ações de combate ao coronavírus. Segundo a organização, o valor é inédito no País. O último censo sobre filantropia feito no País, referente a 2018, pelo Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife), rastreou um total de R$ 3,25 bilhões de doações ao longo de todo aquele ano. Com a resssalva de que esse censo só mede o volume de recursos corporativos, de investidores sociais.

“Existe pouco dado sobre filantropia no Brasil, o que é lamentável. Resolvemos fazer o monitor porque percebemos que algo estava acontecendo em decorrência da pandemia. Em um fim de semana, vi anúncios de doações que chegavam a quase R$ 500 milhões”, conta Márcia Woods, presidente do conselho deliberativo da ABCR. O site foi lançado no dia 31 de março, com esse valor. Nesta sexta, dois meses depois, já somava mais de R$ 5,2 bilhões.

A maior parte (86%) é proveniente de empresas, sendo Itaú, Vale e JBS os principais doadores. Campanhas de financiamento coletivo respondem por 7% das doações. “Mas são mais de 300 campanhas, que juntas já arrecadaram mais de R$ 345 milhões. São mais de 320 mil pessoas doando, de R$ 5 a R$ 1 mil. É bastante democrático e diverso”, relata Márcia.

Cerca de 70% das doações são direcionadas para infraestrutura e insumos de saúde (como máscaras, EPIs e reagentes para testes). Outra parcela grande é para lidar com os impactos socioeconômicos do isolamento e da pandemia. “Muitas campanhas são pensadas para a segurança alimentar, fazendo chegar alimentos onde o benefício do governo não chega”, afirma.

A pandemia, apontam especialistas ouvidos pelo Estadão, escancarou as fragilidades que o País já tinha há muitos anos, em especial nos sistemas de saúde – de falta de leitos e de equipamentos e da nossa capacidade de responder a uma emergência – e trouxe à tona a necessidade de haver uma rede de colaboração mais estruturada.

Uma pesquisa feita em 2016 sobre o perfil das doações no Brasil já havia revelado que o brasileiro é solidário, mas age muito com base na emoção do momento – como em uma tragédia –, mas em geral não tem muita constância em sua filantropia. “A maioria (62%) doa bens, como roupas. Essa é a clássica doação do brasileiro. Ele ajuda em desastres, campanhas do agasalho”, afirma Paula Fabiani, diretora-presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), que conduziu o estudo.

O instituto criou para a pandemia o Fundo Emergencial para a Saúde, que já arrecadou R$ 37 milhões para hospitais que atendem pelo SUS e algumas instituições de pesquisa, como a Fiocruz. A maioria do recurso vem de empresas, mas pelo menos R$ 1,6 milhão foi doado por mais de 10 mil pessoas.

A pesquisa do Idis havia mostrado que, entre os que doam, 46% o fazem para organizações não governamentais, mas menos de 20% são recorrentes. “É uma doação casuística, emotiva. O brasileiro quer aliviar o sofrimento imediato de alguém, mas não age de uma forma estratégica para mudar um determinado cenário”, define Paula.

Segundo ela, o instituto observou também, em pesquisa posterior, que o brasileiro não tem clareza sobre qual é a causa que lhe motiva nem sobre o papel das organizações da sociedade civil. A expectativa é de que isso talvez possa mudar com a pandemia, com os movimentos de doações se tornando mais frequentes e organizados. “Acredito que a era da solidariedade veio para ficar. Ou pelo menos os aportes das empresas. Há uma cobrança mundial para que elas tenham um maior comprometimento. Para que o papel delas não seja só gerar lucro, mas valor para a sociedade e para o ambiente”, diz Paula.

Incentivos fiscais

Um gargalo para o aumento dessas iniciativas é a falta de incentivos fiscais. Alguns só valem para empresas que declaram lucro real. Para pessoas físicas, também há incidência de impostos.

Por causa da pandemia, foram apresentados no Congresso 12 projetos de lei de isenção para as doações voltadas para o combate à covid-19. “É louvável, mas queremos que seja uma alteração perene, e não só para a saúde. A pandemia terá um impacto socioeconômico gigante. Queremos isenções para todas as organizações sem fins lucrativos atuando em diferentes causas”, afirma Márcia.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Vulgaridade? Vc sabe o que é vulgaridade?
    Pois bem: o seu governo é um governo medíocre e insolente.

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Economia

Governo do RN estima perder meio bilhão em receita 2021

O governo do Estado estima, para o próximo ano, uma queda de 3,55% na receita total, em relação ao orçamento de 2020, saindo de uma arrecadação prevista de R$ 12,8 bilhões, neste ano, para R$ 12,3 bilhões, em 2021, em valores constantes. Com isso, a receita total do Estado volta, praticamente, ao valor da arrecadação de 2018, quando a foi de R$ 12,2 bilhões.

Os números estão na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, que tramita na Assembleia Legislativa, onde tem de ser votada antes do recesso legislativo de meio do ano.

Se as projeções forem confirmadas, a perda da receita estimada vai chegar a R$ 455,71 milhões, quase o valor bruto de uma folha salarial mensal dos servidores públicos estaduais, que em abril deste ano foi de R$ 513 milhões, conforme consta no portal do governo do Estado.
De acordo com o projeto da LDO, as estimativas apontam para um cenário de queda de receitas totais, a partir de 2021, afetadas pela diminuição das receitas ordinárias e redução das operações de crédito.

Também está informado no que há uma perspectiva de maior volume de transferências de recursos de convênios e fundo a fundo da União, principalmente de emendas dos parlamentares federais, que atua na melhoria das receitas primárias em comparação com as metas estabelecidas em 2020.

“Os valores constantes de 2021 apontam para um quadro real  das receitas primárias em comparação às metas de 2020, evidenciando que só em 2022 recupera-se os patamares das receitas previstas este ano”, reforça a mensagem da LDO, que foi enviada à votação na Assembleia no dia 15 de maio. “Estas comparações são condizentes com o quadro atual vivido pela economia brasileira e mundial, impactada pelas ações de isolamento social que vem minimizando a letalidade do coronavirus”, acrescenta.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/governo-estima-queda-de-receita-para-o-pra-ximo-ano/480682

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. Já que vai perder essa dinheirama toda, porque não começa a reduzir os salários dos secretários, dos deputados estaduais, dos juízes, procuradores, desembargadores, enfim, essa turma ganham fortunas só porque são "autoridades".
    Pode haver a crise que for, mas ninguém nunca ouviu esse povo falar em reduzir seus ganhos!

  2. Acho que os tecnocráticas e cientistas malucos do RN e do consórcio Nordeste estão certos, isso não vai ocorrer, perdas de empregos, jamais. Esse povo era para irem as ruas mostrar sua indignação com esse genocídio empregatício que os governadores incompetentes de alguns estado estão usando para fazer oposição ao governo federal. Esses desempregados tem que tocarem terror nesses governantes insensatos, medíocres, e crápulas que estão na contra mão da democracia e do estado de direito.

    1. O que essa GOVERNADORA, fez com a CLASSE dos PROFESSORES já disse tudo e ñ tem mais explicação.

    2. A GOVERNADORA FÁTIMA, vai ser pior do que EX-GOVERNADOR ROBINSON FARIA, deu sinais visíveis só observar os aumentos com relação as outras classes ; já dizia o SENADOR JOSÉ AGRIPINO, comparando-se é que se sabe…..

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