De acordo com os dados publicados nesta quarta-feira (13) pelo Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 188.974 casos confirmados de coronavírus e 13.149 óbitos provocados pela pandemia.
Um levantamento feito pelo analista de sistemas Mário Sérgio Gurgel mostra que 73,25% destes casos registrados e 86,17% dos óbitos ocorridos nos país estão concentrados em apenas sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas, Pernambuco, Pará e Maranhão. Eles representam juntos 48,49% de toda população brasileira hoje.
Os demais 19 estados e o Distrito Federal que representam 51,61% da população registraram 26,75% dos casos confirmados e somente 13,83% de todos os óbitos.
RN
Mário Sérgio também diz que apesar do aumento significativo do número de casos confirmados no Rio Grande do Norte, com 332 novos infectados registrados nesta quarta (13) pela Sesap, o RN está entre os seis estados com o menor crescimento de casos nos últimos 10 dias.
É, muito engraçado, criticar duramente Bolsonanaro e elogiar o governo Fatima Bezerra, e, mais gente que diz que votou em Bolsonaro, óleo de peroba se encontra em qualquer bodega, brilhar a fuça é bom . é muita cara de pau.
Tem que nesse momento investir em novos leitos com respiradores, até agora não criaram um leito novo sequer, apesar de terem recebido mais de setenta milhões de reais do governo federal. Não contrata funcionário, não compra material de EPIs, não compra respiradores, não abre leitos,…….tirem a porra da bunda dessa cadeira, parem de fazer política e vão trabalhar.
Sejamos lúcidos . Apesar de não ter votado na Sra Fátima e não compactuar com a política do seu partido , tendo inclusive dado meu voto de protesto ao atual presidente , temos que reconhecer que está sendo feito um trabalho pelo menos de resultados positivos . Imaginem os senhores se o isolamento social estivesse sendo respeitado na faixa dos 60% ? Hoje estaríamos em uma situação muito melhor . O problema é que enquanto a área especializada puxa para um lado o nosso maior “LÍDER E TiIMONEIRO “ , votei nele e me arrependo , puxa para o outro . Se houvesse um discurso único , uma política unificada com certeza estaríamos melhor . O pobre RN , reconheço , não tem dado sorte com seus governantes , temos um estado falido e sucateado e na área de saúde vivemos perto do caos . Mesmo assim estamos ainda em níveis satisfatórios , o problema é que as perspectivas são sombrias , a tendência é as coisas piorarem muito , nas próximas semanas . Como modesto leitor e comentarista imparcial , sugiro a todos que fiquem em casa mesmo . Não saiam nessas próximas duas semanas a coisa vai ser complicada .
Cei, não é petralha né? no entanto não vê a irresponsabilidade e incapacidade administrativa de fatão. Vai receber teu contra cheque de cargo comissionados, seu chupa gd.
Mesmo assim, o governo do Estado através de um sindicato pelego, insiste em concluir a quebradeira geral do Rio Grande do Norte mediante um tal de "loquidau". E ainda por cima, um monte de prefeituras mal assessorados, tocam fogo na fogueira ao impedirem a realização das feiras livres. Trabalhem, lutem, insistam, invistam nas medidas de segurança mas não destruam a economia.
Em seu depoimento à Polícia Federal, Carla Zambelli afirmou que Maurício Valeixo, quando ocupou o cargo de diretor de Combate ao Crime Organizado, não deu “suporte operacional ideal” para a Lava Jato do Paraná.
A declaração foi dada após o delegado questionar Zambelli sobre uma mensagem enviada pela deputada a Sergio Moro, em 17 de março, em que ela questionava se Valeixo era o nome ideal para comandar a PF.
“QUE questionada sobre a mensagem enviada ao ex-ministro SERGIO MORO no dia 17/04/2020, às 13:42h, esclarece ter dito que, em sua perspectiva, como ativista, houve certas observações sobre a Lava Jato à época em que o delegado MAURICIO VALEIXO era Diretor de Combate ao Crime Organizado, no sentido de não haver o suporte operacional ideal da Polícia Federal em Brasília junto aos delegados da Lava Jato Paraná.”
Segundo Zambelli, este fato não seria “algo desabonador” em relação à gestão de Valeixo. Questionada por que enviou esta mensagem a Moro, a deputada disse que “já havia notícias de uma possível troca na Polícia Federal”.
Depois das irregularidades na concessão do benefício aos militares, o nome de todos os 50 milhões de beneficiados com o auxílio emergencial de R$ 600 terá que ser publicado no portal da transparência do governo federal. A divulgação terá que ser discriminada por município.
A determinação é do plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) que aprovou, em decisão unânime, voto da ministra Ana Arraes. No voto, a ministra do TCU diz que a publicação da lista é necessária para aprimorar as medidas de transparência e controle social sobre os gastos e benefícios envolvendo o pagamento do auxílio. O Ministério da Cidadania terá que fazer a publicação.
“Se houve erro no processamento das informações, o TCU quer saber quem errou, como errou e se houve má fé”, disse ao Estado o ministro do TCU Bruno Dantas. Segundo ele, se tiver havido dolo de pessoas que se inscreveram no programa sabendo que não tinham direito, ou se tiverem sido orientadas a se inscrever, isso pode revelar um crime grave.
“De qualquer forma, a decisão do Plenário do TCU de ordenar a divulgação de todos os nomes de beneficiários, agrupados por município, permitirá que a própria população fiscalize os criminosos”, ressaltou.
Bruno Dantas concedeu liminar nesta quarta-feira determinando o ressarcimento aos cofres públicos do auxílio pago irregularmente pelo Ministério da Cidadania a militares integrantes da folha de pagamento do Ministério da Defesa.
A liminar determinou que, caso os ressarcimentos não tenham ocorrido até a data de fechamento da folha de pagamento do mês de maio, seja feito o desconto do mesmo valor no salário do militar que recebeu irregularmente o benefício. O ressarcimento terá que ser feito via GRU (Guia de Recolhimento da União).
Um total de 73.242 militares receberam o auxílio emergencial de R$ 600, destinado a trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia do novo coronavírus.
Em nota divulgada nesta quarta-feira (13), o Ministério do Desenvolvimento Regional fez duras críticas ao Governo do Estado por causa da suspensão da retomada das obras da Barragem de Oiticica, mesmo após a repasse de R$ 50 milhões no final de abril deste ano. Confira a íntegra da nota abaixo:
NOTA| MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL – BARRAGEM DE OITICICA
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) acompanha de perto o andamento da obra da Barragem de Oiticica, no Rio Grande do Norte.
O empreendimento receberá águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, sendo fundamental para garantir segurança hídrica para o desenvolvimento produtivo e beneficiará mais de 350 mil pessoas nas regiões do Seridó, Vale do Açu e Central do estado. O Governo Federal considera a obra prioritária, já liberou R$ 151,3 milhões desde janeiro de 2019 e assegura que não faltarão recursos para a sua conclusão.
Desse total, R$ 50 milhões foram repassados no final de abril, provenientes de emenda de bancada, por meio do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Esses recursos assegurariam a celeridade e a continuidade do empreendimento, além da manutenção dos empregos neste momento em que o País enfrenta a pandemia da Covid-19.
O MDR tomou conhecimento hoje, com preocupação, de que a retomada, prevista para o último dia 6 e depois 10 de maio, ainda não ocorreu, mesmo com a pactuação entre DNOCS, Governo do Estado e o Consórcio EIT/ENCALSO para que a obra siga observando os protocolos do Ministério da Saúde em relação aos cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus. Um plano de medidas preventivas foi elaborado pela construtora e acordado com o DNOCS e governo do estado.
O próprio Decreto nº 29.634, do Governo Estadual, ampliou os serviços essenciais nos municípios potiguares, reconhecendo a construção civil como uma dessas atividades que não devem ser interrompidas.
Essa prorrogação do retorno provocará atrasos na conclusão do empreendimento, prevista para dezembro de 2020. A obra está com 83% de execução física e será responsável por regularizar oferta de água aos potiguares. Novos atrasos podem provocar a perda de oportunidades para iniciar o enchimento do reservatório, postergando a solução de problemas de abastecimento e a promoção do desenvolvimento regional.
O Ministério do Desenvolvimento Regional espera que o governo do Rio Grande do Norte, como executor da obra, tome providências para reiniciar os trabalhos, observando os protocolos de saúde já pactuados, protegendo os trabalhadores e a população local. É importante que a barragem de Oiticica seja concluída dentro do prazo estabalecido, resolvendo em definitivo a segurança hídrica da população beneficiada.
Josemar voce tem todo o direito, de fazer seu comentariob só. nao precisa. colocar o termo (nodestino) por que soa como descriminaçao, pra voçe os meus respeitos.
É muita falta de competência do gestor do RN! Essa obra é de muitíssima necessidade para o estado! Parece que os técnicos que acompanham essa obra , não estão presentes à obra ! Obra desse vulto, grande, não aglomera, e tendo uma administração de perto, na parte sanitária, que a executa, não há nenhum perigo! Até porque tudo se realializa a céu aberto e sobre forte sol e temperaturas em que o vírus não sobrevive por longos segundos! Lamentável deixar o dinheiro no Cx e obra parada! Coisas de nordestino incompetente mesmo!
É A PRIMEIRA VEZ, QUE VEJO MANDAR PARA UMA OBRA COM DINHEIRÃO EM CAIXA.
Ê muita incompetência pra uma pessoa só.
FORA FÁTIMA!!
Deixa de idiotice, o covid não vai matar trabalhadores dentro de máquinas e no meio do mato.
Cadê as mortes??
11.500 até hoje.
Bando de burros batizados.
Incompetentes!!
Rogério Marinho além de muito competente é o melhor quadro político do Rio Grande do Norte.
Pode se candidatar a qualquer cargo ganha em todos.
Muitos tem inveja tentam derruba-lo e ele simplesmente vence pela competência
Parabéns RM aqui no RN 100% da população está com você.
Venha ser governador do nosso Estado
O que dizer disso? A não ser safadeza dessa governadora que não tem compromisso com RN. Trabalha para atingir os objetivos políticos do PT. O desenvolvimento do RN, o povo sofrido do Seridó que se dane.
Esperando os comentários dos jegues que defendem essa oraga.
Para o governo de Fátima Bezerra, quanto pior pro povo, melhor para o governo.
Esse governos quer o flagelo do sertanejo. Essa obra já se arrasta há anos. E quando temos a oportunidade de concluí-la, o governo sabota o povo.
Desde o início da crise da pandemia da Covid-19, tendo seu primeiro caso no Brasil confirmado em 26 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro adotou uma estratégia, no mínimo, polêmica. Suas diversas declarações e ações, juntamente com o avanço dos casos confirmados no país, têm impactado sua popularidade e provocado rachaduras em sua base de apoio. Segundo as últimas pesquisas de opinião, aproximadamente 50% do eleitorado brasileiro avaliam negativamente o atual governo.
Embora evidente, a queda de popularidade de Bolsonaro ainda precisa ser explicada. Afinal, o que de fato gerou esse resultado? Há três hipóteses circulando na grande imprensa: (1) a forma como Bolsonaro vem conduzindo o país durante a crise da Covid-19 estaria lhe tirado pontos, (2) a demissão do ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, teria abalado seu eleitorado mais pragmático, já que o ministro vinha sendo bem avaliado pela população, e (3) a saída do ministro Sérgio Moro, atirando contra o presidente, teria levado parte da base bolsonarista, que apoiava o governo pelos seus ideias anti-corrupção.
As três hipóteses são plausíveis e encontram apoio nos dados, embora seja necessário explicitar algumas nuances.
Desde o começo da pandemia, temos publicado resultados de pesquisa mostrando alta rejeição da população brasileira à forma como o presidente vem conduzindo o país neste momento. Em pesquisa realizada pela Quaest e publicada no dia 23 de março, por exemplo, mostramos que 52% dos brasileiros avaliavam que o presidente lidava mal ou muito mal com a crise do coronavírus. Um mês depois, em outra pesquisa nacional também realizada pela Quaest, esse percentual já batia os 62%. Embora em patamares altos, a avaliação negativa do presidente na condução do país durante a crise não afetava o seus core voters. Neste período, a avaliação negativa aumentou de 35% para 45%, enquanto a avaliação positiva continuou estável, em torno dos 30%.
Exatamente neste intervalo de tempo entre as duas pesquisas que o ministro Mandetta foi demitido. Como a pesquisa mostrou, 67% dos brasileiros reprovou a demissão do ministro da saúde. Entre os eleitores de Bolsonaro, no entanto, 61% aprovou a saída de Mandetta. Como explicitado acima, a avaliação negativa subiu 10 pontos percentuais, em parte pela saída de Mandetta, em parte pela má condução que Bolsonaro fazia do país frente à crise. Embora a maioria do eleitorado tenha reprovado o ato presidencial, os seus core voters permaneceram estáveis, continuaram apoiando e aprovando o presidente.
O gráfico abaixo mostra essa dinâmica de mudanças nos eleitorados Bolsonaristas e não-Bolsonaristas em relação à eleição de 2018. A linha vertical tracejada de vermelho indica o dia em que o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi demitido, 16 de abril. É possível perceber, como explicitado acima, que a rejeição de Bolsonaro cresceu com a sua saída, mesmo entre os seus eleitores. Mas a avaliação positiva neste período cresceu ainda mais nesse segmento, indicando maior força de apoio ao presidente como um todo. Não foi a saída do ministro da saúde que desmobilizou o núcleo de apoio ao governo e ao presidente.
Imagem: reprodução
O terceiro evento, o pedido de demissão do então ministro Sérgio Moro, teve consequências mais sérias para Bolsonaro. Sua saída do governo não só gerou aumento da reprovação do presidente em geral, como também gerou um racha dentro do núcleo bolsonarista. A Quaest publicou pesquisa, juntamente com o JOTA, em 27 de abril, mostrando que a avaliação negativa do governo após a saída de Moro havia passado para 48%, 3 pontos percentuais a mais do que a aferição realizada na semana anterior. Mostramos também que caiu de 31% para 20% a avaliação positiva do governo. Um racha na base de Bolsonaro que ainda não havia sido observada em toda a série histórica. No gráfico acima é possível ver essa divisão entre os core voters do presidente de forma muito clara.
A linha vertical tracejada de azul indica o dia em que Moro deixou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. Na pesquisa JOTA/Quaest publicada no fim do mês passado, 61% reprovava Bolsonaro na condução do país durante a crise, e 67% achavam que Moro fez certo ao pedir demissão e sair do governo. Ou seja, não houve mudança percentual no contingente que avaliava mal o presidente na condução da crise, mas era significativo o percentual que torcia o nariz para a saída de Moro. O mais grave para o governo é que essa reprovação não aconteceu, como no caso do Mandetta, apenas fora da base Bolsonarista. Ela aconteceu majoritariamente dentro do núcleo de eleitores de Bolsonaro.
Segundo a pesquisa, 53% dos eleitores que votaram em Bolsonaro em 2018 acharam correta a saída de Moro e 42% acreditaram em Moro. É logo após o rompimento entre Moro e Bolsonaro que se observa a maior queda de avaliação positiva do governo. Cai de 60% para 41% a avaliação positiva de Bolsonaro entre os seus eleitores de 2018.
Essa queda de 21% teve consequências que foram além da mudança numérica do contingente de apoio do presidente. Esse evento também intensificou a mudança do perfil do eleitor que apoia o governo.
No gráfico abaixo, representamos os percentuais de cada segmento sócio demográfico entre aqueles que avaliam como bom ou ótimo o governo Bolsonaro. Para efeito de comparação, utilizamos os dados das pesquisas da Quaest realizadas na primeira semana de março, início da crise da Covid-19 no Brasil, e após a saída de Sérgio Moro, no final de abril. Os gráficos mostram uma mudança significativa na composição social da base de Bolsonaro.
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Antes da crise, a base social bolsonarista era composta majoritariamente por famílias que recebiam melhores salários, evangélicos, moradores das regiões Sudeste e Sul. No final de Abril, a composição passou a ser bem diferente. O governo passou a ser mais bem avaliado por homens, católicos, de renda baixa. Embora a maioria dos apoiadores continue sendo morador do Sudeste, aumentou quase 10 pontos percentuais o apoio ao governo advindo da região Nordeste. Parece que a saída de Sérgio Moro também representou a saída de parte da classe média que apoiava Bolsonaro desde a eleição. Os anti-petistas de 2018, fortemente representados na classe média das grandes cidades do Sudeste, ao que tudo indica, desembarcaram do governo Bolsonaro juntamente com o ex-ministro da Justiça.
Entre março e abril, também mudou o sentimento em relação ao futuro do Brasil e a percepção da evolução do país. Como mostram os gráficos abaixo, a preocupação tomou conta do bolsonarismo. Em março de 2020, 47% dos apoiadores do governo se sentiam otimistas em relação ao futuro do país, enquanto 36% estavam preocupados. Em abril, o cenário se inverteu. Enquanto 35% dos bolsonaristas estavam otimistas, a grande maioria se sentia preocupada (de 36% para 58%). Seguindo a mesma tendência, subiu de 21% para 39% o percentual dos bolsonaristas que acham que o Brasil está parado ou piorando, enquanto caiu de 77% para 53% os que acreditam que o Brasil está melhorando.
Imagem: reprodução
Nossos dados mostram que Bolsonaro perdeu apoio nos últimos meses e sofreu uma alteração significativa no perfil dos seus apoiadores. Resta saber se Bolsonaro se adequa à nova realidade e continua discursando para sua pequena, mas coesa base; ou se modera mais o discurso e tenta recuperar parte do apoio que perdeu. De qualquer forma, estar apoiado durante uma crise dessas nos que estão preocupados, pessimistas e com baixa renda, representa um risco grande para o presidente.
FELIPE NUNES – Ph.D. em Ciência Política pela University of California Los Angeles (UCLA), professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), especialista em estratégia e comunicação política e Diretor da Quaest Consultoria e Pesquisa. JONATAS VARELLA – Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), metodólogo junior na Quaest Consultoria e Pesquisa e especialista em análise de dados de survey.
O negacionismo do governo o leva a ser comparado ao nazismo. 70% da população será infectada,logo , entre 4a5% morrerá. Faça suas contas, teremos aproximadamente 4,5 milhões de mortes.
Quem não admite que Bolsonaro é um presidente demente e incompetente??? Se você não admite, procure se tratar. Que Lula e a esquerda são todos corruptos alienados nós já sabemos. Mas nosso país já se livrou deles na eleição passada. Nosso país agora está precisando se livrar do louco inconsequente e de seus seguidores fanáticos. Vamos procurar eleger políticos Cristãos, honestos e competentes. Deve existir!
Corruptos e loucos nunca mais….
* Sancionou o Juiz de Garantias;
* Sancionou o fundão eleitoral;
* Sancionou a lei de abuso de autoridade;
* Sancionou a lei que permite que advogados sejam pagos com dinheiro do fundo partidário;
Olha só o susto que Gusttavo Lima e Leonardo passaram na tarde desta quarta-feira (13).
Os cantores furaram a quarentena e combinaram uma pescaria juntos, embarcando no jatinho de Gusttavo Lima para o passeio.
No entanto, o que era para ser diversão, virou um filme de terror.
O avião em que os dois cantores e um amigo estavam enfrentou uma terrível tempestade e teve de realizar um pouso de emergência na metade do caminho.
Gusttavo Lima chegou a gravar com o celular os momentos de turbulência no avião, brincando que a pescaria não daria certo por conta da ‘praga’ das esposas deles.
A mulher de Gusttavo Lima, Andressa Suíta, chegou a brincar que ele estava saindo escondido de casa para se encontrar com Leonardo.
Apesar das brincadeiras, Leonardo e o outro amigo da dupla estavam visivelmente assustados com a situação.
Eles acabaram tendo de fazer um pouso forçado no meio do caminho, o que estragou os planos da dupla, que costuma pescar junta com frequência.
Em depoimento prestado nesta quarta-feira, o ex-superintendente da Polícia Federal do Rio Carlos Henrique Oliveira confirmou aos investigadores que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, era investigado em um inquérito em curso na Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Disse, porém, que nunca recebeu cobranças do presidente a respeito de investigações em andamento.
A confirmação da existência desse inquérito contra o filho do presidente é um fato considerado relevante para os investigadores, porque pode ser a prova de um interesse concreto de Bolsonaro na PF do Rio de Janeiro, e contradiz o discurso que vinha sendo adotado pelo presidente. Ontem, após vir a público informações sobre o teor do vídeo da reunião ministerial em que vincularia trocas na PF à necessidade de proteger familiares, Bolsonaro havia afirmado em entrevista: “A Polícia Federal nunca investigou ninguém da minha família”.
“Perguntado se tem conhecimento de investigações sobre familiares do presidente nos anos de 2019 e 2020 na SR/PF/RJ disse que tem conhecimento de uma investigação no âmbito eleitoral cujo inquérito já foi relatado, não tendo havido indiciamento”, diz o depoimento. O GLOBO mostrou no último dia 1º que a PF pediu arquivamento do inquérito em março, sem nem solicitar as quebras de sigilo dos personagens envolvidos. O Ministério Público ainda não se manifestou sobre esse arquivamento. O inquérito eleitoral investigava se o senador Flávio Bolsonaro cometeu lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral ao declarar seus bens nas eleições de 2014, 2016 e 2018.
Em seu depoimento, Carlos Henrique também afirmou que sua nomeação para o cargo de superintendente no Rio demorou de sair porque Bolsonaro queria nomear outra pessoa para o cargo. “Houve uma demora na nomeação do depoente para esse cargo pois na época houve uma manifestação pública do presidente Jair Bolsonaro, noticiada na imprensa, no sentido que ele, o presidente, desejava que outro delegado assumisse o cargo de superintendente no Rio de Janeiro”, afirma.
Carlos Henrique prestou depoimento no inquérito que apura as supostas interferências de Bolsonaro na Polícia Federal. Ao pedir demissão, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro afirmou que o presidente tentou demitir dois superintendentes da PF do Rio – um deles era Carlos Henrique – para nomear pessoa de sua confiança.
O delegado também afirmou que nunca recebeu cobranças por produtividade ou por relatórios de inteligência. Bolsonaro havia alegado baixa produtividade para demitir seu antecessor do cargo de superintendente, o delegado Ricardo Saadi.
Logo depois que Bolsonaro nomeou Rolando Alexandre de Souza como diretor-geral da PF, uma das suas primeiras medidas foi trocar o superintendente da PF no Rio. Para isso, Carlos Henrique foi promovido para o cargo de diretor-executivo da PF em Brasília, o número dois na hierarquia. Depois, o diretor-geral indicou outro nome para o cargo de superintendente, o delegado Tácio Muzzi.
Um modelo matemático desenvolvido por pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e da Universidade de Bordeaux (França) aponta que os casos confirmados de covid-19 no país são cerca de 35% dos indivíduos que tiveram infecções sintomáticas pelo coronavírus. O percentual representa uma melhora em relação a meados de abril, quando a testagem alcançava apenas 15% dos casos sintomáticos.
O Brasil passou de 180 mil casos confirmados, segundo balanço do Ministério da Saúde, que reúne os dados das secretarias estaduais de saúde. Com dimensões continentais e estados em diferentes estágios da pandemia, a situação nacional é uma média da que se desenrola regionalmente, explica o professor titular da Coppe/UFRJ e consultor técnico da Marinha do Brasil Renato Cotta. “O Brasil é um continente, como a Europa, e tem situações muito distintas em cada região”, afirma. São Paulo e Rio de Janeiro já estão atravessando o pico dos casos reportados, estima Cotta, e outros estados, como a Paraíba, ainda vão passar por ele.
Fase aguda + testes
professor assina o estudo com a pesquisadora brasileira Carolina Naveira-Cotta, também da Coppe/UFRJ, e com o epidemiologista francês Pierre Magal, especialista na simulação de pandemias. Renato Cotta conta que a subida mais acentuada da curva de casos confirmados no mês de maio é resultado da combinação da fase mais aguda da epidemia com o aumento da realização de testes, que, ao elevarem o número oficial de casos reportados, ajudam a retirar indivíduos infectados da cadeia de contágio.
“A testagem é importante porque você tira de circulação alguém que pode infectar mais indivíduos suscetíveis. Se você testa e isola, é um indivíduo infectado a menos na cadeia de contágio”, disse ele, que, apesar disso, reconhece: “mesmo que se teste muito, é sempre uma fração, e não estamos testando os infectados assintomáticos da rede de contatos dos indivíduos positivados”.
Isolamento social
Além do aumento do número de testes, um relaxamento progressivo do isolamento social aproximadamente a partir da Semana Santa, na segunda semana de abril, foi percebido no modelo matemático, que precisou ser reajustado no final de abril. Apesar de não ter havido medidas oficiais nesse sentido na época, o pesquisador conta que dados como o Google Mobility Report, que verifica o movimento de celulares nas ruas, mostram o aumento gradual da circulação de pessoas.
“Nas últimas semanas houve uma redução não planejada da quarentena em termos médios no país, e os dados retrataram isso. O modelo então foi adequado e, a partir do final de abril e início de maio, já se percebe nos resultados simulados que o modelo responde adequadamente ao aumento da mobilidade e o aumento da testagem”.
Número de casos
Os resultados recentes aproximaram a curva brasileira de um dos cinco cenários publicados pelos pesquisadores em artigo no site MedXriv. Uma versão atualizada da pesquisa também deve sair ainda este mês na revista científica Biology. O cenário avaliado por Cotta como o mais próximo da realidade considera um isolamento social não tão severo e uma testagem mais ampla. Se mantidas as mesmas condições ao longo de toda a evolução, a projeção aponta que o número de casos confirmados pode chegar a um valor estabilizado de cerca de 275 mil casos no dia 150 da epidemia, na segunda quinzena de julho, considerando 24 de fevereiro como o dia um.
Tais projeções, explica Cotta, estão sujeitas aos impactos de novas medidas adotadas pelas três esferas de governo e ao comportamento da população. “O que posso lhe dizer é que a dosagem da redução de isolamento e da testagem e a data/época da sua aplicação são cruciais para o planejamento do retorno às atividades em geral”. Ele exemplifica que o relaxamento da quarentena em 50% após 1º de junho pode gerar, logo em seguida, um segundo pico de casos reportados ainda maior do que o vivido neste mês de maio, trajetória que provavelmente seria interrompida por novas restrições à circulação, que viriam em resposta a esse possível cenário, acredita o professor da Coppe.
Já um relaxamento da quarentena em 30% com aumento da testagem reduziria esse segundo pico a um patamar menos acentuado que o pico de maio, situação que poderia ser atendida com a estrutura já mobilizada para tratar pacientes da pandemia. “O importante é realizar essas análises regionalmente, para melhor retratar o comportamento da epidemia nas regiões específicas, e simular diferentes datas e percentuais para a redução da quarentena, o que pode auxiliar os gestores municipais e estaduais na tomada de decisões”.
OMS
A testagem vem sendo considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como fundamental para a retomada segura das atividades econômicas mundo afora. Em entrevista coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira, o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom, descreveu que muitos países iniciaram o relaxamento das medidas restritivas na última semana.
A OMS considera que é preciso responder a três perguntas antes de decidir se o isolamento social deve ser relaxado: a epidemia está sob controle? O sistema de saúde está pronto para lidar com uma nova alta de casos após o relaxamento? O sistema público de vigilância em saúde está preparado para detectar e monitorar os casos e seus contatos e identificar um ressurgimento dos casos?
“Essas três questões podem ajudar a determinar se um lockdown pode ser vagarosamente relaxado ou não”, disse Tedros Adhanom, que afirmou que, mesmo com três respostas positivas, a tarefa de reabrir a economia é complexa.
O professor da Coppe relembra o exemplo sul-coreano, em que o sistema de vigilância realizou testes em massa já desde o início da epidemia, o que permitiu que até casos assintomáticos fossem identificados a partir da testagem de quem teve contato com casos sintomáticos. Com isso, a Coreia do Sul, país de mais de 50 milhões de habitantes, conseguiu frear a epidemia em 10 mil casos e cerca de 150 óbitos.
“A volta tem que ser vigiada, sempre vigiada. Enquanto a gente não tiver a vacina, essa é a forma de lidar com a epidemia”, pontuou o professor.
O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Luiz Alberto Dantas, notificou o Estado do Rio Grande do Norte e o Município de Natal para se pronunciarem em 48h sobre o pedido de lockdown impetrado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Saúde (Sindsaude-RN). A ação impetrada hoje pede a Justiça que seja decretado lockdown na capital e no Estado por pelo menos 15 dias em virtude do avanço do coronavírus.
Se Fatão Bokus e o prefeito de Novela
Mandarem pra mim e pra todas as famílias mais 600,00 cada. Cada família terá no mínimo 1.800,00 junto com os 600,00 do Governo Federal e que até agora foi o único q ajudou financeiramente.
Aí sim podem declarar o Lockdown pro resto da vida. Agora se não tiver ajuda, a alimentação n vai cair do céu.
A Polícia Federal ouviu na tarde desta quarta-feira (13), Carlos Henrique Oliveira de Sousa, atual diretor executivo da corporação e o último superintendente no Rio de Janeiro, quando virou alvo dos pedidos de substituição do presidente Bolsonaro para Sérgio Moro, juntamente com o diretor-geral da PF.
Em seu depoimento, Sousa afirmou que no comando da superintendência da PF no Rio, nunca recebeu pedidos por relátorios de inteligência ou sobre quaisquer investigações a pedido da Presidência da República ou do presidente Jair Bolsonaro.
Sousa garante que não presenciou interferência nos trabalhos desenvolvidos pela Polícia Federal enquanto estava à frente das Superintendência de Pernambuco e do Rio de Janeiro. Disse também que não manteve interlocução direta com o presidente ou familiares quando assumir o comando da PF no Rio.
Ao comentar sobre os inquéritos envolvendo familiares do presidente, Sousa afirmou ter conhecimento apenas de uma investigação no âmbito eleitoral, que já foi relatada e não apresentou indiciamento
Questionado sobre eventuais problemas de produtividade na Superintendência do Rio, ele disse que quando assumiu o cargo no melhor momento da regional, alcançado durante a gestão de Ricardo Andrade Saadi.
O depoimento aconteceu na sede da PF em Brasília, simultaneamente ao depoimento da deputada federal Carla Zambelli e de Alexandre da Silva Saraiva, superintendente no Amazonas.
A oitiva foi acompanhada por representantes da PGR (Procuradoria Geral da República), da AGU (Advocacia Geral da União) e de um dos advogados que representa Sérgio Moro no processo
Já prestaram esclarecimentos no caso, além de Moro, o ex-diretor-geral da PF Maurício Valeixo, Alexandre Ramagem, um dos indicados para substituir Valeixo por Bolsonaro, Ricardo Saad, outro ex-superintendente da PF no Rio de Janeiro, e os ministros Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e Walter Braga Netto, da Casa Civil.
Ontem, Moro e representantes da AGU, da PGR e do STF também assistiram a reunião ministerial de 22 de abril, apontada pelo ex-ministro em seu depoimento, como prova das intenções de Bolsonaro de interferir na Polícia Federal.
Os ministros Marco Aurélio e Alexandre de Moraes protagonizaram uma discussão durante a plenária do STF realizada por videoconferência nesta quarta-feira, 13.
O caso em debate era o referendo de medida cautelar, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, que afastou exigências da LRF e da LDO para viabilizar programas de combate ao coronavírus. Os ministros decidiam se ratificavam a liminar ou se julgavam a ação prejudicada, por perda superveniente de objeto.
Para Alexandre de Moraes, o plenário decidia um caso com duas opções: uma pela vida e outra pela morte (se não deixassem os entes federados gastarem verba para combater a crise do coronavírus, votando pelo não referendo da liminar).
Foi quando Marco Aurélio, que se manifestou pelo não referendo, falou sobre a incongruência do julgado. Daí as trocas de farpas começaram:
“Marco Aurélio: V.Exa. gosta muito de falar, mas não gosta de ouvir.
Alexandre de Moraes: Nem V. Exa. Que gosta muito de falar, inclusive para a imprensa
(…)
Marco Aurélio: Quando eu falo a imprensa, eu não falo em off.”
Os senadores aprovaram, em sessão remota nesta quarta-feira (13), medida provisória que destina R$ 9 bilhões para estados e municípios investirem nas ações de combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.
Os recursos serão originários do FRM (Fundo de Reserva Monetária), que é coordenado pelo Banco Central (BC), mas que não recebe recursos desde 1988. Em 2016, o TCU (Tribunal de Contas da União (TCU) considerou irregular o fundo, determinando que houvesse uma destinação dos recursos.
A proposta foi aprovada por 75 votos favoráveis e nenhum contrário. A medida provisória perderia a validade no próximo dia 18, caso não fosse apreciada. A matéria vai à sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro.
Originalmente, a medida provisória do governo destinava que o recurso fosse encaminhado para o abatimento da dívida pública dos entes federados. O relator na Câmara, deputado Luís Miranda (DEM-DF), alterou a destinação dos recursos, para que fossem utilizados nas ações de combate ao vírus.
No Senado, a medida foi relatada pelo líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), que manteve o texto aprovado pelos deputados. Segundo o senador, o recurso será destinado repartido entre estados e municípios de forma igualitária, na proporção de 50% para estados e 50% para os municípios.
“Esse é um recurso novo, que vem de um fundo novo, que será destinado de forma igualitária a estados e municípios, que precisam muito neste momento”, disse Gomes.
De acordo com a medida, para receber os recursos, estados e municípios deverão apresentar protocolos de atendimento com base nas regras determinadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) no combate ao coronavírus.
Os entes federados também terão de divulgar os gastos com contratação de serviços e compra de insumos e equipamentos e contratação de serviços. Será obrigatória a divulgação do nome das empresas contratadas, o número de inscrição na Receita Federal, prazos contratuais, valores envolvidos e processos de compras e contratações.
O recurso oriundo desta medida provisória deverá chegar aos cofres públicos antes do projeto que prevê ajuda financeira de aproximadamente R$ 125 bilhões, que foi aprovado no último dia 6.
Após ter sido aprovado com uma flexibilização do congelamento salarial –o que, na prática, abriu brechas para que sejam concedidos reajustes para algumas categorias como policiais e professores–, o projeto ainda não foi sancionado.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o veto do presidente ao reajuste salarial. O presidente, que já afirmou que irá vetar parte do projeto, tem até o próximo dia 21 de maio para sancionar a proposta. Enquanto isso, estados e municípios estão sem receber os valores para ajudar no combate à pandemia.
O pacote prevê que R$ 10 bilhões serão repassados diretamente para o enfrentamento ao coronavírus –R$ 7 bilhões aos cofres de estados e do Distrito Federal e R$ 3 bilhões aos dos municípios.
O restante do valor a ser transferido (R$ 50 bilhões) será distribuído de duas formas, sendo R$ 30 bilhões distribuídos diretamente aos estados e ao DF e os outros R$ 20 bilhões municípios.
O rateio será feito segundo a regra de proporção, levando em consideração critérios mistos, como as perdas de ICMS (imposto estadual) e de ISS (municipal) causadas pela pandemia e o número de habitantes.
Apesar de o governo ter aceitado elevar o valor das transferências diretas para R$ 60 bilhões, o montante ainda ficou abaixo da versão do plano de auxílio aprovado pela Câmara em abril, que, segundo o Tesouro Nacional, poderia ter custo acima de R$ 200 bilhões.
A Polícia Federal acaba de prender em Brasília o empresário André Felipe Oliveira, acusado de envolvimento em esquema para venda de respiradores hospitalares ao governo de Helder Barbalho.
A ordem de prisão temporária foi expedida pelo juiz federal Rubens Rollo de D’Oliveira, da 3.ª Vara Federal do Pará.
A PF também cumpriu mandado de busca e apreensão na residência de André Felipe. Segundo a defesa, o empresário “já havia prestado esclarecimentos” à Justiça paraense, que chegou a apreender seu celular.
Natural do Rio de Janeiro, André Felipe é conhecido no Distrito Federal. Ele foi secretário de Esportes de José Roberto Arruda, indicado por Rodrigo Maia. Integrava na ocasião um grupo formado por Arruda, Maia e Fábio Simão.
É considerado também o idealizador das Vilas Olímpicas do Rio. Na campanha de 2018, foi eleito 2º suplente na chapa do senador Izalci Lucas (PSDB) com Luís Belmonte, 1º suplente.
No caso da venda dos respiradores ao Pará, André Felipe atuou como representante comercial da SKN do Brasil Importação e Exportação, responsável pela venda. Ontem, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 25,2 milhões em bens da empresa.
Conforme investigação em curso, os respiradores comprados da China, para uso em UTIs de pacientes com Covid-19, apresentaram defeitos de funcionamento e até falta de peças.
Já são quase 250 casos confirmados entre funcionários e cerca de 20 mil trabalhadores expostos, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde.
O rápido aumento de infecções preocupa as autoridades de saúde porque este é um segmento intensivo em mão de obra – e sua própria estrutura operacional favorece a disseminação do novo coronavírus.
O setor emprega 65 mil pessoas no Estado, calcula a procuradora do trabalho Priscila Dibi Schvarcz, que coordena o Projeto de Adequação das Condições de Trabalho nos Frigoríficos.
Por estar incluído na lista de atividades essenciais, ele não foi obrigado pelos decretos de quarentena a suspender os trabalhos.
Devido à multiplicação de casos em poucos dias, entretanto, nas duas últimas semanas pelo menos 4 fábricas tiveram de interromper a produção – total ou parcialmente.
Na quinta e sexta-feira da última semana, o Tribunal de Justiça do RS determinou a paralisação integral de um frigorífico da BRF na cidade de Lajeado e parcial de uma unidade da Minuano na mesma cidade, que deve operar com 50% da mão de obra por duas semanas.
Dias antes, a empresa Nicolini havia informado decisão de fechar por três dias a unidade em Garibaldi para limpeza das áreas internas e externas depois de registrar 60 casos de covid-19 entre os 1,5 mil funcionários. As medidas foram firmadas por meio de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT-RS).
No fim de abril, uma fábrica da JBS em Passo Fundo foi interditada pela Justiça após o registro de 62 casos entre 2,4 mil trabalhadores. A empresa havia obtido uma liminar para retomar as atividades na unidade, mas na última quinta-feira (07/05) a prefeitura de decidiu manter a interdição.
Passo Fundo, que contabiliza pouco mais de 200 mil habitantes, está “empatada” com Porto Alegre em número de mortes causadas pela covid-19 – foram 18 até o dia 11/05.
O volume de casos é cerca de metade (267) do registrado na capital (529), mas, por se tratar de um município menor, a incidência é bem mais elevada: são 135,7 casos a cada 100 mil habitantes, ante 35,8 a cada 100 mil habitantes na capital.
Trabalho ‘ombro a ombro’
A dinâmica de trabalho nos frigoríficos, por suas próprias características, favorece a disseminação do novo coronavírus, pondera a procuradora Priscila Dibi Schvarcz.
O setor é intensivo em mão de obra – são centenas e às vezes milhares de trabalhadores em algumas unidades, muitos trabalhando “ombro a ombro”, muito próximos, diante das esteiras por onde passa a proteína animal que eles têm de cortar ou desossar, por exemplo.
“Além disso, há um problema de renovação de ar principalmente nos ambientes refrigerados, em razão das próprias normas sanitárias que regulam a qualidade do produtos.”
É possível adequar os ambientes para que o ar seja renovado com maior frequência, ela ressalva, mas essa é uma medida cara.
Há ainda vários pontos do espaço físico da fábrica que favorecem aglomerações, como as salas para pausas psicofisiológica (uma medida em vigor nos frigoríficos no Brasil desde 2013, já que o trabalho no setor em geral exige muito esforço repetitivo) e os refeitórios.
Não por acaso, frigoríficos em outros países acabaram se tornando foco da doença causada pelo novo coronavírus. Nos Estados Unidos, por exemplo, a disseminação de covid-19 entre trabalhadores do setor levou empresas como a gigante Tyson Foods a paralisar temporariamente as atividades nas últimas semanas.
Deslocamento preocupa
O caso do Brasil tem uma particularidade que acaba sendo mais fator que facilita o contágio. Parte dos trabalhadores vive em municípios diferentes daqueles em que trabalham, deslocando-se até duas horas para chegar ao serviço em veículos fretados pelas empresas.
Eles se distribuem muitas vezes entre dezenas de pequenos municípios localizados no entorno das fábricas – estas frequentemente já localizadas em cidades pequenas ou médias.
O presidente da Federação dos Trabalhadores na Alimentação do RS, Paulo Madeira, calcula que mais ou menos metade da força de trabalho do setor no Estado se encaixe nesse perfil.
“Muitos estão levando a doença para suas pequenas cidades”, ressalta Priscila Schvarcz, do MPT.
Ela cita o caso de Ibirapuitã, com menos de 5 mil habitantes, que contabiliza 15 diagnósticos positivos para covid-19 e um dos maiores índices de incidência da doença no Estado: 360 para cada 100 mil habitantes.
Os primeiros casos, diz a procuradora, foram “importados” da unidade da JBS de Passo Fundo, a pouco mais de 50 km, onde alguns moradores da cidade trabalham.
Segundo a procuradora, além de Passo Fundo, Lajeado e Garibaldi, há diagnósticos com origem em frigoríficos em municípios como Encantado, Tapejara, Marau, Trindade do Sul, Carlos Barbosa e Serafina Corrêa.
O coordenador do Centro de Operações e Emergência do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Estado, Marcelo Vallandro, diz que a possível interiorização da doença provocada por essa dinâmica é algo que preocupa as autoridades de saúde – por isso o contato frequente com prefeituras e vigilâncias municipais para monitorar a evolução dos casos em áreas consideradas mais críticas.
Nesse sentido, ele destaca também a importância de que os trabalhadores sigam as orientações de isolamento social e as medidas de precaução no dia a dia fora do ambiente de trabalho – o que em alguns casos não vinha acontecendo.
“A transmissão intradomiciliar também tem sido algo importante”, pontua.
O presidente da federação dos trabalhadores do setor no Estado faz coro: “Tivemos aqui um caso de trabalhador afastado (com suspeita da covid) que foi viajar em vez de cumprir os dias de isolamento domiciliar.”
Resistência no setor
O MPT publicou as primeiras recomendações para a adequação dos frigoríficos ainda no fim de março.
Entre diversos pontos, o órgão sugeria a reorganização das linhas de produção para que os trabalhadores ficassem a uma distância mínima de 1,8 metro um do outro, um rearranjo do transporte para que os funcionários que tomassem ônibus fretados não se aglomerassem na entrada e saída e para que sentassem a uma distância maior uns dos outros dentro dos veículos.
O MPT-RS também recomendava uma vigilância ativa por parte das empresas, para tentar localizar os casos no início, isolar os funcionários afetados e aqueles que tiveram contato com eles.
“Quando existe afastamento precoce, se quebra esse ciclo de contaminação exponencial – e houve muita falha nesse processo de vigilância.”
Segundo a procuradora, as empresas tiveram grande resistência em adotar as medidas inicialmente, argumentando que elas eram “obrigações inexequíveis e exageradas”.
“Mas, depois que começaram a surgir os casos, o próprio setor percebeu a importância das medidas”, completa.
No frigorífico da Nicolini em Garibaldi, diz ela, o número de casos saltou de 10 para 60 em apenas 4 dias. O Termo de Ajustamento de Conduta firmado pela empresa previa que, após os dias de fechamento, as atividades fossem retomadas com apenas 25% dos trabalhadores nesta segunda-feira (11/05).
Os 75% restantes ficarão em quarentena pelos próximos 14 dias.
‘Medo’ de trabalhar e preconceito
O caso mais problemático até o momento é o do frigorífico da JBS em Passo Fundo, que foi interditado por duas semanas pela Justiça em 24 de abril.
Antes que as atividades pudessem ser retomadas, a prefeitura do município acatou recomendação da vigilância em saúde local e impôs uma interdição cautelar por outros 15 dias na última quinta (07/05).
Em comunicado, a prefeitura afirma que “foram desrespeitadas regras sanitárias e epidemiológicas, o que pode colocar em risco a saúde de toda a população”. Além disso, teria pesado o fato de a empresa não estar monitorando devidamente todos os trabalhadores afastados.
Paulo Madeira, da Federação dos Trabalhadores na Alimentação do Estado, diz que a gerência da unidade foi uma das mais resistentes em implementar as medidas recomendadas para evitar surtos de covid-19 entre os empregados.
“Tive medo de trabalhar. Qualquer sintoma de gripe achava que tinha pegado”, diz um dos funcionários, que pediu para ter a identidade preservada.
Segundo ele, os trabalhadores não foram informados sobre os primeiros casos na unidade.
Quando começou a ver pessoas próximas sendo afastadas com a doença, ele e outros colegas chegaram a conversar com supervisores.
“Falaram que não podiam fazer nada, que também estavam com medo de trabalhar, como a gente.”
Um caso emblemático para ele foi de um funcionário da limpeza que vinha se queixando de muita dor nas costas e, posteriormente, teve o diagnóstico de covid confirmado.
“Nem febre ele teve. Às vezes essa doença não dá febre. E tem ainda aqueles assintomáticos, que não sentem nada e estão passando a doença para outras pessoas.”
Enquanto isso, em diversas cidades, trabalhadores da fábrica começaram a ser alvo de preconceito de moradores que os acusavam de estar “trazendo o vírus”.
“A gente não tem culpa, tem que trabalhar. Tem gente ignorante que diz: ‘Por que você foi?’, mas a gente precisa sustentar nossa família.”
“E a gente não gente estava lá produzindo pra essas pessoas comerem?”, acrescenta. “O que eles vão comprar no mercado é a gente que produz.”
Quando a unidade foi interditada, a sensação foi de alívio, ele conta.
O trabalhador com quem a reportagem conversou vive com outros 7 parentes em casa. Nas últimas semanas, dois testaram positivo para covid-19. Um foi hospitalizado e, na última vez em que a família conseguiu fazer contato, “com a voz já bem ruinzinha”, ele disse que teria de ser entubado.
“Depois disso, a gente não teve mais notícia, o hospital não passava informação, nada.”
Quando notificados sobre a morte, os familiares foram avisados de que teriam duas horas para velar o caixão fechado e se despedir.
“Ainda dói. A gente não quer que outras famílias passem pelo que a gente está passando.”
“Dinheiro a gente recupera, mas a vida dos nossos familiares, não. Se for necessário continuar fechada (a fábrica), que fique; se for para abrir, que seja com medidas rigorosas (de proteção).”
Questionada sobre a informação de que os funcionários não teriam sido notificados sobre os primeiros casos e sobre as observações do MPT de que parte dos frigoríficos foi resistente em adotar medidas de precaução, a JBS enviou uma nota em que afirma:
“A JBS refuta os argumentos apresentados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e a tentativa de responsabilizar a Companhia como foco de contaminação da Covid-19 em Passo Fundo (RS).
Entre os falsos argumentos presentes nos autos, pesa o fato de que o número de casos não corresponde à realidade e que, diferentemente do que informa o MPT, a unidade não apresentou 62 casos. A planta de Passo Fundo conta, conforme devidamente registrado na Vigilância Sanitária, 47 casos confirmados, sendo que desse total 20 pessoas estão curadas, e 27 seguem em recuperação, todos com acompanhamento permanente da empresa.
Também cumpre informar que não há casos de morte relacionados aos funcionários da empresa – todos os colaboradores que, infelizmente, tiveram óbitos em sua rede familiar, fizeram os testes e tiveram acompanhamento clínico. Nenhum deles apresentou sintomas e, em testes para confirmar contaminação, os resultados foram negativos.
Todas as medidas adotadas pela JBS estão de acordo com os mais altos padrões dos órgãos de saúde e em conformidade com a recomendação da Consultoria do Hospital Albert Einstein e médicos especializados contratados pela empresa para apoiar na definição dos protocolos de saúde e que estão em vigor em todas as unidades da empresa.
É relevante informar ainda que o protocolo de segurança adotado pela empresa foi avaliado e confirmada a veracidade da aplicação das medidas, conforme laudo da perícia técnica realizada por especialista em medicina do trabalho em 23 de abril de 2020.”
A BRF, por sua vez, informa que até o momento as atividades na unidade de Lajeado seguem paralisadas.
“A Companhia reforça que está muito segura do cumprimento efetivo de todas as medidas protetivas e protocolos indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde. A empresa tem mantido uma interação muito próxima e frequente com diversos níveis de autoridades, bem como com o sindicato dos trabalhadores local e a Prefeitura da cidade, com o intuito de propor e discutir soluções que assegurem a saúde e a integridade física de seus colaboradores.
Desde o início da pandemia, a BRF já implementou uma série de ações protetivas em todas as suas operações, contando com um Comitê Permanente de Acompanhamento Multidisciplinar, composto por executivos e especialistas, como o infectologista da Universidade de São Paulo, Esper Kallas.
A empresa conta ainda com uma consultoria global especializada em gestão de riscos e com esse suporte instituiu um centro de inteligência, que, entre outras funções, possibilita estar em contato com companhias em outros países, como China, Estados Unidos e Itália, para aprender com a experiência desses países e aplicar melhores práticas, acompanhando em tempo real o que vem acontecendo na Ásia, Europa e América.
Vale ressaltar ainda que, em abril, a Companhia assinou um compromisso junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), em nível nacional, que endossa práticas de proteção aos colaboradores que já vinham sendo adotadas. Entre as iniciativas adotadas pela empresa estão o uso obrigatório de máscaras, distanciamento mínimo entre funcionários, medição de temperatura nas entradas das unidades, afastamento de colaboradores do grupo de risco e casos suspeitos, reforço de higienização em diversas áreas e nos veículos de transporte fretado e busca ativa de potencial contaminação com o intuito de mitigar a exposição ao vírus.
A empresa destaca ainda que o setor de produção de alimentos é essencial e, por esse motivo, não poupa esforços para manter seu compromisso com a saúde e segurança dos colaboradores, da cadeia produtiva e com o abastecimento à população, trabalhando de forma colaborativa com as autoridades de saúde e os municípios onde está presente.”
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também se manifestou sobre o tema por meio de nota:
“A ABPA informa que constituiu, juntamente com seus associados, diversos comitês temáticos para o enfrentamento da crise de Covid-19, onde são definidos e constantemente atualizados protocolos para a preservação da saúde dos colaboradores e de todos os envolvidos no sistema produtivo.
Antes mesmo do início da adoção da quarentena em vários estados de todo o país, a associação se certificou de que as suas empresas associadas adotaram medidas preventivas necessárias para proteger e prevenir, ao máximo, o risco nas unidades de produção.
Essas medidas incluem o imediato afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco (com idade acima de 60 anos, doenças pré-existentes e outros), a intensificação das ações de vigilância ativa nas unidades frigoríficas e monitoria da saúde dos trabalhadores (com a verificação constante de temperatura), entre outras iniciativas.
As empresas reforçaram todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde – grande parte destes cuidados já eram rotina. E, de forma adicional, incluiu várias outras medidas preventivas, como, por exemplo:
Aumento da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora do frigorífico, como o transporte e outros; adoção de medidas contra a aglomeração, com a redistribuição de horários de refeição e contratação de mais veículos de transporte; monitoria constante do estado de saúde dos trabalhadores enquanto estão no espaço do frigorífico; reforço nas orientações de cuidados para a saúde por meio de orientações diretas, folhetos e outras formas de comunicação interna.
O nosso setor faz parte do rol de atividades essenciais ao país. Para que possamos garantir a produção de alimentos seguros e a oferta de alimentos para a população, a saúde das equipes é prioridade indiscutível.
Sabemos de nossa missão e trabalharemos para que não falte alimentos para as famílias de todo o país”.
A Minuano não respondeu ao pedido de posicionamento feito pela reportagem.
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É, muito engraçado, criticar duramente Bolsonanaro e elogiar o governo Fatima Bezerra, e, mais gente que diz que votou em Bolsonaro, óleo de peroba se encontra em qualquer bodega, brilhar a fuça é bom . é muita cara de pau.
Coincidentemente, nos estados de oposição ao presidente. Por que será?
É só uma pergunta.
Tem que nesse momento investir em novos leitos com respiradores, até agora não criaram um leito novo sequer, apesar de terem recebido mais de setenta milhões de reais do governo federal. Não contrata funcionário, não compra material de EPIs, não compra respiradores, não abre leitos,…….tirem a porra da bunda dessa cadeira, parem de fazer política e vão trabalhar.
Sejamos lúcidos . Apesar de não ter votado na Sra Fátima e não compactuar com a política do seu partido , tendo inclusive dado meu voto de protesto ao atual presidente , temos que reconhecer que está sendo feito um trabalho pelo menos de resultados positivos . Imaginem os senhores se o isolamento social estivesse sendo respeitado na faixa dos 60% ? Hoje estaríamos em uma situação muito melhor . O problema é que enquanto a área especializada puxa para um lado o nosso maior “LÍDER E TiIMONEIRO “ , votei nele e me arrependo , puxa para o outro . Se houvesse um discurso único , uma política unificada com certeza estaríamos melhor . O pobre RN , reconheço , não tem dado sorte com seus governantes , temos um estado falido e sucateado e na área de saúde vivemos perto do caos . Mesmo assim estamos ainda em níveis satisfatórios , o problema é que as perspectivas são sombrias , a tendência é as coisas piorarem muito , nas próximas semanas . Como modesto leitor e comentarista imparcial , sugiro a todos que fiquem em casa mesmo . Não saiam nessas próximas duas semanas a coisa vai ser complicada .
Cei, não é petralha né? no entanto não vê a irresponsabilidade e incapacidade administrativa de fatão. Vai receber teu contra cheque de cargo comissionados, seu chupa gd.
Mesmo assim, o governo do Estado através de um sindicato pelego, insiste em concluir a quebradeira geral do Rio Grande do Norte mediante um tal de "loquidau". E ainda por cima, um monte de prefeituras mal assessorados, tocam fogo na fogueira ao impedirem a realização das feiras livres. Trabalhem, lutem, insistam, invistam nas medidas de segurança mas não destruam a economia.