Comitê Científico desenvolve indicador que auxilia municípios do RN no controle da covid-19

Foto: Divulgação

O secretário estadual da Saúde, Cipriano Maia, anunciou, na coletiva de imprensa desta sexta-feira (23), a criação do “indicador composto” que permitirá mapeamento da evolução semanal de casos por município.

“A partir de hoje, começamos a disponibilizar para todos os entes responsáveis pelo monitoramento da pandemia no estado, o “indicador composto” desenvolvido pelo Comitê Científico, com a participação decisiva do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRN, que se soma aos indicadores que já vínhamos utilizando, como a taxa de ocupação de leitos e o índice de transmissibilidade”, disse.

O indicador reúne nove variáveis que traçam um olhar mais acurado sobre a situação de cada município e um escore que mostra a evolução a cada semana. Isso permitirá a tomada de decisões para evitar que o crescimento de casos tenha como resultado um surto local ou em aumento de casos de taxas de ocupação de leitos.

“Um importante instrumento com contribuição decisiva da ciência, como vem sendo desde o início, sob a coordenação da professora Fátima Bezerra, para ter o melhor resultado em salvar vidas, que é o objetivo do SUS e da ação governamental”, ressaltou o secretário.

O professor da UFRN e membro do Comitê Científico da Sesap, Ângelo Roncalli, explicou o estudo que resultou na criação do indicador composto. “O Comitê percebeu que, para entender melhor a situação da covid no estado, havia necessidade de usarmos diferentes variáveis, de características assistenciais e epidemiológicas. A partir de um longo processo acadêmico de validação, foram estabelecidas nove variáveis, sendo duas relativas aos leitos, outras seis de características epidemiológicas e uma relativa à cobertura de testagem”.

O indicador vai de 1 a 5, onde 1 é a melhor situação e 5 a pior. Foram usadas cores alusivas aos semáforos de trânsito, sendo o 1 e 2 em dois tons de verde, o 3 e 4 em dois tons de amarelo e o cinco em vermelho. “Como ele é calculado a cada semana, temos condições de monitorar a evolução de cada município”, explicou.

Ele lembra que o indicador terá diversas possibilidades de embasar as ações nos municípios. “É importante fazer também a leitura específica de cada variável, o que vai permitir uma tomada de decisão mais eficiente e eficaz no enfrentamento da covid no estado”.

O detalhamento do indicador estará disponível no portalcovid19.saude.rn.gov.br e será enviado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Ministério Público do RN (MPE/RN) e Ministério Público Federal para desenvolvimento de eventuais ações, a critério dessas instituições.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dantas disse:

    Esse povo ainda contínua comendo o dinheiro do povo potiguar??,
    Isso é uma vergonha.
    Cadê os 5.000 milhões do povo??
    Vão deixar cair no esquecimento é??
    Incompetência pura desse povo.

  2. Pedro disse:

    Esse desgoverno, sombreado por esse incompetente da SESAP, vem fazendo besteira em cima de besteira, quero saber quais são as ações efetivas e contundentes, para garantir o acesso dos usuários a saude, principalmente em relação a pandemia

  3. César disse:

    O Secretário Cipriano Maia, prestou alguma informação sobre os Cinco Milhões de Reais, desviados do Atestado do RN, através do Consórcio do Nordeste?

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está com Covid-19

Ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello Foto: SERGIO LIMA / AFP

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está com Covid-19. Pazuello é o 12º ministro de Bolsonaro a ser infectado pelo novo coronavírus.

A informação do teste positivo foi confirmada pela assessoria do Ministério da Saúde. A pasta não deu mais detalhes sobre as condições de saúde do ministro, que até ontem passava bem.

Nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro justificou a ausência do ministro em um evento sobre Covid-19 devido a um “mal-estar”, atribuindo o problema de saúde “talvez a sua silhueta”.

Na ocasião, a assessoria do ministério afirmou que o ministro havia sido atendido em um hospital devido a um mal-estar e já estava em casa.

Pazuello foi desautorizado hoje por Bolsonaro, que afirmou que o governo federal nao comprará a vacina chinesa, ao contrário do que anunciou o ministério. Ontem, Pazuello oficializou em reunião virtual com governadores a intenção de comprar 46 milhões de doses do imunizante, desenvolvido com a participação do Instituto Butantan, do governo de São Paulo.

Uma guerra política entre João Doria, governador de São Paulo, e Bolsonaro, está no contexto das disputas em torno da vacina chinesa, que foi a aposta do Executivo paulista. Já o governo federal vem investindo na vacina de Oxford, que também tem estudos clínicos no Brasil.

Pazuello é o 12º ministro de Bolsonaro a ser infectado. O titular das Comunicações, Fábio Faria, anunciou na semana passada que estava com o novo coronavírus, sendo o 11º ministro do governo a ter contraído a doença.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luiz Antônio disse:

    Mais um general humilhado pelo tenente reformado capitão.

  2. Flávio Ferreira de Mendonça disse:

    Tipo desses idiotas, o caldo engrossou, pega logo Covid pra não dar satisfação.

  3. Pedro disse:

    Boi de chifre tungao, vc pode ter certeza, ele é mais inteligente do que aquele bêbado ladrão de nove dedos, que nao sabe assinar o nome, e a Anta que queria ser doutora.,e vivia dando vexames, diversas vezes pilhada com suas tiradas de jerico.

  4. BOI 🐂 TUNGÃO disse:

    Esse milico como ministro da saúde, é um ótimo pintor de meio fio.

  5. djailson disse:

    deve ter sido um esporro daqueles a la bolsonaro kkkkkk

China defende vacinação emergencial contra Covid-19 e diz ter apoio da OMS

Foto: CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS

A Comissão Nacional de Saúde da China, equivalente ao Ministério da Saúde brasileiro, afirmou nesta terça-feira (20) que o país ainda está sob “enorme pressão” com os riscos de casos importados da Covid-19 e, por essa razão, tem vacinado centenas de milhares de pessoas com fórmulas experimentais contra o novo coronavírus sob aprovação emergencial. O diretor do Centro de Desenvolvimento para Ciências Médicas da pasta, Zheng Zhongwei, afirma que a medida tem a aprovação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue deliberações rigorosas de especialistas em imunizações e ética em saúde.

Zhongwei, no entanto, não detalhou quantas pessoas já foram imunizadas na nação asiática. Ao todo, três imunizantes receberam autorização emergencial da comissão: dois produzidos pela China National Biotec Group Co., subsidiária da estatal Sinopharm, e a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac Biotech e testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan. Todas ainda estão na fase de testes clínicos para atestar não apenas a eficácia contra o Sars-CoV-2, como também sua segurança.

O uso emergencial, na decisão do governo chinês, se aplica a profissionais da saúde, funcionários que atuam nas fronteiras do país e servidores de companhias estatais. Agora, Pequim avalia estender a imunização para estudantes que deixarão o país por motivos acadêmicos. Em pelo menos duas cidades chinesas, a população pode decidir se imunizar com a CoronaVac.

Zhongwei informou na mesma coletiva de imprensa que os indivíduos que são vacinados no programa de uso emergencial são acompanhadas para monitorar qualquer reaçao adversa, o que ainda não ocorreu.

O novo coronavírus foi identificado pela primeira vez em Wuhan, na província de Hubeii, região central da China. No entanto, o país controlou significativamente a doença com medidas rígidas para interromper a cadeia de transmissão. Oficialmente, as estatisticas indicam 91 mil infectados e pouco mais de 4,7 mil mortes.

Corrida pela vacina

Laboratórios chineses estão no páreo da corrida global por um imunizante capaz de bloquear a infecção pelo Sars-CoV-2. Na coletiva da Comissão Nacional de Saúde, representantes da Sinovac e da Sinopharm, que pretende produzir 1 bilhão de doses de sua vacina em 2021, informaram que nenhum efeito colateral foi identificado em participantes da fase 3 dos ensaios clínicos de suas respectivas fórmulas, um contraponto aos testes da americana Johnson & Johnson, recentemente pausados para investigar uma possível reação de um dos voluntários.

Em setembro, os trabalhos da vacina candidata da Universidade de Oxford (Reino Unido) e da farmacêutica AstraZeneca também foram interrompidos, mas retomados depois que investigações independentes concluíram que o efeito colateral não tinha relação com a fórmula.

As infecções diárias na China têm se mantido abaixo de 100 desde meados de agosto, mas o país asiático continua enfrentando surtos locais. O mais recente ocorreu na cidade portuaria de Qingdao, no Leste. Três outros episódios foram controlados, incluindo um na capital, Pequim, em junho, através de campanhas massivas de testagem da população. Milhões de chineses foram testados em diversas cidades em questão de dias. Máscaras e checagem de temperatura continuam sendo obrigatórias em locais públicos e estrangeiros que chegam ao país precisam se quarentenar por duas semanas.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Ribeiro disse:

    SÓ PODE SER BRINCADEIRA…. SÓ PODE SER PIADA. Esse organismo deveria ser repensado.

  2. José Ribeiro disse:

    Esse organismo deveria ser repensado.

  3. José Ribeiro disse:

    SÓ PODE SER BRINCADEIRA…. SÓ PODE SER PIADA. Não bastou o faturamento com respiradores para a pandemia da OMS?

  4. FLAVIO disse:

    Vacina Chinesa,nunca !!!!

  5. Chico 200 disse:

    Claro! A China é a maior parceira dessa organização de PN

  6. Talita disse:

    Quem causou o vírus quer oferecer a solução . Assim quantas vezes mais eles vão fazer isso?

    • Devolva o Brasil para os Índios disse:

      Se vc tiver como provar que o vírus foi um "INVENÇÃO" intencional, ai vc poderá lançar essa tese.

Canabidiol pode reduzir problemas nos pulmões de infectados por covid-19

CBD: componente não psicoativo da cannabis é estudado em diversas frentes na saúde (Jens Kalaene/Getty Images)

Uma pesquisa feita pela universidade pública de Augusta, nos Estados Unidos, apontou que o canabidiol (ou CBD, componente não psicoativo da cannabis) pode ajudar a reduzir os riscos e prejuízos causados pela tempestade de citocina em casos do novo coronavírus. A tempestade de citocina em casos de covid-19 faz com que o sistema imunológico entre em colapso logo no começo dos sintomas e causa essa hiper-reação, capaz de prejudicar severamente os pulmões e levar a problemas respiratórios sérios e até à morte.

A reação exagerada pode acontecer em qualquer idade, mas é menos comum em crianças e adolescentes, e acontece quando o corpo humano continua a batalhar contra o vírus mesmo quando ele deixa de ser uma ameaça, liberando essas citocinas até que o indivíduo chega a um nível exaustivo e seu sistema colapsa. No fim, é ela que causa a morte em vez do vírus, atacando diversos órgãos, como os pulmões e os rins.

Segundo os pesquisadores, a CBD atua contra a tempestade e permite que os níveis naturais da apelina, peptídeo responsável pela diminuição de inflamações, sejam restaurados. Além disso, a CBD também conseguiu melhorar os níveis de oxigênio, reduzir a inflamação e também os danos físicos em modelos de pulmões de laboratório e em camundongos.

Os animais foram divididos em três grupos experimentais, com dez camundongos por grupos, sendo que o primeiro grupo recebeu uma dose intranasal e salina da CBD por três dias, o segundo recebeu uma versão intranasal de Poly I:C, também por três dias, e o grupo três recebeu a Poly I:C por três dias de forma intranasal, mas também teve uma dose de CBD administrada de forma intraperitoneal.

“A apelina é um peptídeo feito de células do coração, do pulmão, do cérebro, de tecidos de gordura e do sangue, e é um regulador importante para reduzir a pressão sanguínea e a inflamação”, explica Babak Baban, um dos autores da pesquisa.

O estudo mostra que os níveis sanguíneos do peptídeo foi reduzido a quase zero no modelo laboratorial sem o tratamento com o canabidiol, enquanto o tratamento com o componente aumentou os níveis de sangue em até 20 vezes, fazendo com que ele “quase voltasse ao normal”, como explicam os cientistas.

A questão, para os pesquisadores, é que o vírus entra nas células humanas por meio da enzima conversora da angiotensina (ECA2), que têm características em comum com a apelina, como o fato de estarem presentes em diversos tecidos e células, como as pulmonares, e normalmente trabalham juntas para controlar a pressão sanguínea. “É fato que a apelina e o ECA2 trabalham juntos para regular um sistema cardiovascular saudável e que eles são fatores importantes em muitas condições, como obesidade e hipertensão”, diz Baban.

Apesar da descoberta, os cientistas não necessariamente atribuem os benefícios da CBD diretamente à apelina, embora o componente tenha um “papel importante” no cenário analisado por eles. Os pesquisadores também ressaltam que não sabem se “o coronavírus, ou a CBD, tem um efeito direto na apelina, ou se são apenas consequências” e novos estudos devem ser realizados para responder a essas perguntas.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Para conseguirem a liberação da maconha estão usando um de seus produtos como chave.
    O canabidiol cura ou trata de tudo.
    Só falta, pelas minhas contas, curar fimose.

    • Jr disse:

      Canabidiol é um princípio ativo com propriedades medicinais . Não tem nada haver com cigarro de maconha. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Entendeu?

    • Neco disse:

      Tá cheio de produto farmacêutico derivado do petróleo.
      Alguém vai beber petróeleo?

    • Paulo disse:

      O problema é que tem gente querendo plantar maconha.
      E os fumadores não estão interessados no CBD, mas em fumar mesmo…

Governo do RN renova decreto de calamidade pública em virtude da Covid-19

Foto: Assecom/RN

O Governo do Estado publicou nesta terça-feira (20) no Diário Oficial do Estado, o decreto prorroga o Estado de Calamidade Pública no Rio Grande do Norte, por conta da pandemia do novo coronavírus. O presente documento considera, sobretudo, o fato de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado, em 11 de março de 2020, a pandemia da Covid-19.

A assinar o atual decreto, a governadora Fátima Bezerra também leva em conta a continuidade do estado de calamidade pública em saúde, de importância internacional declarada pela Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020. A decisão do Estado considera a continuidade dos casos da Covid-19 no Brasil e principalmente no Rio Grande do Norte. Por isso continua necessária a celeridade de respostas, fortalecendo estruturas de atendimento aos pacientes infectados, para evitar a proliferação da doença causada pelo novo coronavírus.

Considerando a permanência de confirmação de pessoas infectadas e mais de dois mil óbitos decorrentes da pandemia no RN, relatados em boletins diários da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o documento assevera que “Fica declarado ‘Estado de Calamidade Pública’ em todo o território do Estado do Rio Grande do Norte, em virtude do desastre classificado e codificado como Estado de Calamidade Pública provocada por desastre natural biológico, Nível III – Desastre de Grande Intensidade”.

O novo decreto, em vigor na data de sua publicação, por um prazo de 90 dias, pode ser prorrogado por igual período. Em decorrência, o Gabinete Civil do Governo do Estado (GAC) emitirá ofício requerendo Reconhecimento Federal de Estado de Calamidade Pública, instruído na forma estabelecida pela Portaria Ministerial nº 743, de 26 de março de 2020, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Leia abaixo a íntegra no DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO:

DECRETO Nº 30.071, DE 19 DE OUTUBRO DE 2020.

Declara Estado de Calamidade Pública no Estado do Rio Grande do Norte, em virtude de desastre natural biológico por epidemia de doenças infecciosas virais que provoca o aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de doenças infecciosas geradas por vírus (COBRADE/1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais), e dá outras providências.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, V e VII, da Constituição Estadual,

Considerando o disposto no art. 7º, VII, da Lei Federal nº 12.608, de 10 de abril de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC);

Considerando a continuidade do estado de calamidade pública em saúde, de importância internacional declarada pela Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020;

Considerando a grave crise na saúde pública em decorrência da pandemia da COVID-19 declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que afeta todo o sistema interfederativo de promoção e defesa da saúde pública, estruturado nacionalmente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS);

Considerando o fato da Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado, em 11 de março de 2020, que a contaminação com o novo coronavírus (COVID-19) caracteriza pandemia;

Considerando o aumento exponencial ocorrido e a continuidade dos casos do COVID-19 no Brasil e principalmente no Estado do Rio Grande do Norte;

Considerando a necessidade de respostas céleres para evitar a proliferação do COVID-19 e de ações para mitigar o rápido crescimento da quantidade de infectados no Estado do Rio Grande do Norte, fortalecendo estruturas de atendimento aos afetados pelo COVID-19;

Considerando a confirmação de milhares de pessoas infectadas e mais de dois mil óbitos decorrentes da pandemia pelo novo coronavírus (COVID-19) no Estado do Rio Grande do Norte, relatados em boletins diários da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP);

Considerando que o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) classifica o desastre natural biológico em “Nível III – Desastre de Grande Intensidade”, a incidir a decretação de “Estado de Calamidade Pública”, conforme disposto no art. 2º, “c” e §§ 3º e 4º, e no art. 4º, ambos da Instrução Normativa nº 2, de 20 de dezembro de 2016, do Ministério da Integração Nacional (Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR);

D E C R E T A:

Art. 1º Fica declarado “Estado de Calamidade Pública” em todo o território do Estado do Rio Grande do Norte, em virtude do desastre classificado e codificado como Estado de Calamidade Pública provocada por desastre natural biológico, Nível III – Desastre de Grande Intensidade, caracterizado por epidemia de doença infecciosa viral que provoca o aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de doenças infecciosas geradas por vírus (COBRADE/1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais).

Art. 2º O Gabinete Civil do Governo do Estado (GAC) emitirá ofício requerendo Reconhecimento Federal de Estado de Calamidade Pública, incidente no Estado do Rio Grande do Norte, instruído na forma estabelecida pela Portaria Ministerial nº 743, de 26 de março de 2020, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, por um prazo de 90 (noventa) dias, podendo ser prorrogado por igual período.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 19 de outubro de 2020, 199º da Independência e 132º da República.

FÁTIMA BEZERRA

Raimundo Alves Júnior

Cipriano Maia de Vasconcelos

http://diariooficial.rn.gov.br/dei/dorn3/docview.aspx?id_jor=00000001&data=20201020&id_doc=700305

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. francisco Carlos Xavier disse:

    É para o governo federal liberar mais dinheiro para pagar o 13 salário , cadê os cinco milhões dos respiradores, cadê o dinheiro que veio para comprar o outro helicóptero , pense num governo corrupto

  2. Lopim disse:

    Obá.

Covid-19: produção de vacina russa no Brasil começa em dezembro, prevê fundo soberano

Foto: HANDOUT / AFP

O fundo soberano russo responsável pelo financiamento da vacina Sputnik V, registrada em agosto pela Rússia como uma fórmula contra a Covid-19, informou nesta segunda-feira que o imunizante deve começar a ser produzido em larga escala no Brasil em dezembro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisa aprovar o produto e os ensaios clínicos.

Os testes da Sputnik V estão na fase 3 e, segundo o laboratório responsável pela vacina, o Instituto Nikolai Gamaleia, 16 mil voluntários já receberam doses. Ao todo, são previstos 40 mil.

No Brasil, a companhia que fechou acordo para receber a tecnologia do fundo soberano e produzir o imunizante é a União Química, sediada em São Paulo. Paraná e Bahia ja firmaram acordos com os russos para ensaios e aquisição de doses.

— (A União Química) já está no processo de receber os materiais necessários para começar a produção. Eles ainda precisam de alguns meses (para iniciar a fabricação), isso depende de vários fatores. Acreditamos que em dezembro já começaremos a produção. Normalmente (a preparação) demoraria de quatro a seis meses, mas tentaremos o menor prazo possível considerando a pandemia — disse Kirill Dmitriev, chefe do fundo soberano.

Até o momento, a Anvisa autorizou os ensaios clínicos de quatro vacinas candidatas contra a Covid-19: Johnson & Johnson (EUA/Bélgica), Universidade de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido), Sinovac Biotech (China) e Pfizer/BioNTech (EUA/Alemanha). Em nota, a agência informou que não recebeu nenhuma solicitação formal para ensaios clínicos ou pedido de registro para a Sputnik V e ressaltou que a análise de cada solicitação é feita a partir da oficialização destes pedidos.

“As solicitações de autorização de estudo ou de registro devem ser apresentadas pelas instituições responsáveis pelo desenvolvimento da vacina”, sublinha a Anvisa. “O foco da Anvisa é técnico, voltado para os parâmetros de segurança e eficácia de medicamentos ou vacinas destinadas à população”, segue a nota.

A Sputnik V foi recebida de forma cética por boa parte da comunidade científica internacional pelo cronograma acelerado de seus ensaios clínicos e pelo registro oficial, considerado prematuro por alguns cientistas, uma vez que a homologação se deu antes do início da terceira e última etapa de testes.

O Instituto Nikolai Gamaleia e o governo da Rússia, por sua vez, garantem a eficácia do imunizante e afirmam que foi possível acelerar o desenvolvimento ao aproveitar uma plataforma baseada em dois adenovírus humanos, o AD5 e o AD26, que haviam sido utilizados em uma fórmula ainda em testes contra a Síndrome Respiratória Aguda do Oriente Médio (Mers), causada por outra cepa de coronavírus. O laboratório é o único a combinar esses dois vetores, usados para carregar a informação genética do novo coronavírus com o objetivo de estimular resposta imune no organismo humano.

A fórmula de Oxford/AstraZeneca usa um adenovírus de chimpanzé. A Johnson & Johnson e a chinesa CanSino usam apenas um adenovírus humano. Os russos sustentam que a combinação de dois vetores torna a imunização mais eficaz e que os resultados preliminares indicam que não há risco de uma imunidade prévia contra o AD5 e o AD26 pelos imunizados impactar na reação humoral.

Durante a coletiva, os participantes enfatizaram a importância estratégica da América Latina nos acordos de aquisição e produção da Sputnik V. Negociações ocorrem entre Moscou e Argentina, Peru, México e outros países, além do Brasil. A produção também deve ocorrer na índia, China e Coreia do Sul.

O Instituto Nikolai Gamaleia também prometeu a divulgação de resultados sobre testes da vacina em crianças e idosos na Rússia “nos próximos dias”. Os ensaios, até o momento, só apresentaram resultados de voluntários de 18 a 60 anos. Dados preliminares da fase 3 também devem ser divulgados pelo laboratório e podem incluir resultados de 5 mil a 10 mil participantes, segundo informou o diretor do instituto, Denis Logunov, na coletiva.

A transparência dos números russos é uma das principais fontes de dúvidas por parte de cientistas e mesmo um estudo amplo sobre os testes do laboratório publicado na revista científica Lancet, que apontava para a segurança e a eficácia da vacina candidata, teve resultados questionados por acadêmicos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. O Carro do Chocolate disse:

    A Rússia tb é comunista? Se for ñ irei tomar! Prefiro o feijão ungido do Valdomiro Santiago.

  2. Jailson disse:

    Bolsonarista só toma cloroquina e ozônio no reto. Lembrem-se

    • Tertu disse:

      Como o cara passa o dia sem produzir nada, só xingando, atacando os outros? O que passa na cabeça de um sujeito assim? E se acha esquerdista e pensa que é intelectual, de mente privilegiada. Rsrsrs. Por isso que escantiei essa anomalia logo no início, ví o quanto eram doentes e alienados.

    • Mínion de Peixeira disse:

      Faz assim. Assim que sair essa vacina da Rússia ou da China, corra para tomar e seja feliz.
      Confio mais no britânicos, franceses ou americanos. Seja cobaia. Ajude a Humanidade. Como sou muito obscurantista, vou esperar uns anos de confirmação empírica da eficácia.

    • Boiadeiro disse:

      No caso só te incomoda se for comentários contrários ao seu politico favorito? Se for de direita, tudo bem, pode ficar o dia todo por aqui que ñ tem problema?

Farmacêutica Pfizer pode pedir uso emergencial da vacina para covid-19 nos EUA até o fim de novembro

Foto: Getty Images

A farmacêutica Pfizer poderá solicitar uma autorização para o uso emergencial da vacina contra a covid-19 desenvolvida por ela. Segundo informações da agência de notícias Dow Jones, isso pode acontecer até o final de novembro, caso a empresa tenha resultados positivos em testes de eficácia e segurança.

A pesquisa está sendo feita junto com a companhia alemã BioNTech. O estudo já chegou às fases de testes em voluntários. Agora, as empresas aguardam os dados de eficácia para comprovar se a vacina protege a maioria dos participantes contra a doença, o que deve acontecer no final deste mês.

Ainda segundo a Dow Jones, depois desses resultados, serão avaliados os dados sobre a segurança do medicamento, o que deve acontecer até a terceira semana de novembro.

Se os dois dados tiverem resultados positivos, a Pfizer disse que pedirá à agência reguladora dos Estados Unidos (a Food and Drug Administration), uma autorização para o uso de emergência da vacina no país.

Um último conjunto de dados ainda será analisado. Desta vez, para garantir que a vacina possa ser fabricada em grande escala com a qualidade e consistência certas.

Valor

Ministro das Comunicações Fábio Faria testa positivo para covid-19

Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, anunciou hoje que testou positivo para a covid-19. Ele conta que, após um jantar na semana passada, alguns participantes do encontro começaram a ficar doentes.

“Ontem, tive febre de 37.1 graus junto com dor de cabeça. Fiz aquele teste do dedo e deu negativo e depois fui ao hospital para um exame de sangue que também deu negativo”, explicou o ministro. “Mas o PCR deu positivo”.

Faria ainda afirmou que está bem e começou ontem a tomar hidroxicloroquina, que vem sendo indicada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como tratamento.

Com UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Lúcio disse:

    Mais um palhaço no circo, continuem fazendo isso, um dia a casa cai.

  2. Zé machão disse:

    Pense num caba sem futuro. Pior é quem vota nele.

  3. Luiz disse:

    Fique pro aí mesmo pra não contaminar nós natalense

  4. Manoel disse:

    Nem sabia que Bolsonaro tinha CRM pra indicar remédio pra alguém…

UTILIDADE PÚBLICA: Governo do RN amplia testagem sorológica da Covid-19 para a população em geral

Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (15), a Secretaria de Estado da Saúde Pública divulgou nota técnica em que amplia a testagem sorológica da Covid-19 para toda a população do Rio Grande do Norte. A partir de agora, as pessoas sintomáticas (após 14 dias do início dos sintomas) e também as que não apresentaram sintomas, podem procurar as unidades municipais de saúde para realizar a coleta.

É importante lembrar que os testes deverão ser realizados apenas em pacientes que não possuam previamente resultado positivo para detecção do vírus SARS-CoV-2 através da técnica RT-PCR.

Os kits para diagnóstico já foram distribuídos aos Laboratórios do estado: Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN), localizado no município de Natal – atenderá aos municípios da região Metropolitana, 1ª e 3ª região de saúde; Laboratório Regional de Caicó (LAREC) – atenderá aos municípios da 4ª e 5ª região de saúde; Laboratório Regional de Mossoró (LAREM) – atenderá aos municípios da 2ª e 8ª região de saúde; e o Laboratório Regional de Pau dos Ferros (LAREPF) – atenderá aos municípios da 6ª região de saúde.

A metodologia utilizada para a detecção de anticorpos é o imunoensaio por quimioluminescência in vitro para a determinação qualitativa de anticorpos de IgM e IgG para o novo Coronavírus, sendo a Imunoglobulina M mais associada a uma exposição recente ao vírus e a Imunoglobulina G a uma exposição mais tardia.

A Sesap lembra que para a testagem de pacientes com sintomas agudos, deve ser priorizada a realização dos testes de RT-PCR, considerado padrão-ouro para diagnóstico, destinado a toda a população sintomática, indicado para ser realizado até o 7º dia de início de sintomas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo Freitas disse:

    Isso é só conversar. Qd vc chegar lá ele não faz nada de exame do covid. Já foi uma fez e eles não fizeram nada.

  2. Jackes disse:

    O bicho tá no calcanhar, não adianta correr ele pega. Só uma dica.

  3. Gibira disse:

    E os 5 milhões?

    • Pixuleco disse:

      Apareceu GIBIRA ! Como foi a cirurgia de hemorroida . Fez a meia sola no corrugado ? Ozônio de novo !

  4. ELEITOR disse:

    Milagre eleitoral !!!

Anticorpos para Covid-19 são observados até 7 meses após infecção em estudo

Anticorpos para Covid-19 são observados até 7 meses após infecção em estudo (Foto: University of Arizona Health Sciences, Kris Hanning)

Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriram que os anticorpos contra o Sars-CoV-2 podem continuar presentes no sangue por, no mínimo, cinco a sete meses naqueles que tiveram Covid-19. O estudo, compartilhado no periódico Immunity na terça-feira (13), se baseou em dados de aproximadamente 6 mil pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus.

“Vemos claramente anticorpos de alta qualidade ainda sendo produzidos cinco a sete meses após a infecção por Sars-CoV-2”, disse Deepta Bhattacharya, um dos estudiosos, em comunicado. “Muitas preocupações foram expressas sobre a imunidade contra a Covid-19 não durar. Usamos esse estudo para investigar essa questão e descobrimos que a imunidade é estável por pelo menos cinco meses.”

Quando um vírus infecta o corpo, o sistema imunológico implanta células plasmáticas de curta duração que produzem anticorpos para combater imediatamente o patógeno. Esses anticorpos aparecem no sangue em até 14 dias após a infecção.

O segundo estágio da resposta imune, por sua vez, é a criação de células plasmáticas de longa vida, que produzem anticorpos de alta qualidade que fornecem imunidade duradoura. Analisando o sangue de voluntários que testaram positivo para o novo coronavírus, os cientistas descobriram que os anticorpos contra o Sars-CoV-2 estavam presentes em níveis viáveis ​​por pelo menos entre cinco e sete meses no sangue dessas pessoas.

“Se os anticorpos fornecem proteção duradoura contra Sars-CoV-2 tem sido uma das perguntas mais difíceis de responder”, observou Michael D. Dake, coautor do artigo. “Essa pesquisa não só nos deu a capacidade de testar com precisão os anticorpos contra a Covid-19, mas também nos deu o conhecimento de que a imunidade duradoura é uma realidade.”

Estudos anteriores hipotetizaram a produção de anticorpos a partir de infecções iniciais e sugeriram que os níveis dessas células cairiam rapidamente após a contaminação, fornecendo apenas imunidade de curto prazo. Os pesquisadores, entretanto, acreditam que essas conclusões se referem às células plasmáticas de vida curta e não levam em consideração as de vida longa e os anticorpos que produzem.

“Sabemos que as pessoas que foram infectadas com o primeiro coronavírus da Sars, que é o vírus mais semelhante ao Sars-CoV-2, ainda estão obtendo imunidade 17 anos após a infecção”, pontuou Bhattacharya. “Se o Sars-CoV-2 for parecido com o primeiro, esperamos que os anticorpos durem pelo menos dois anos, e seria improvável qualquer período muito mais curto [do que isso].”

Galileu

Imunidade de rebanho para controlar Covid-19 é “falácia”, diz grupo de cientistas, em carta ao The Lancet

(Foto: Unsplash)

Nessa quarta-feira (14), 80 pesquisadores de vários países divulgaram uma carta em que apontam a imunidade de rebanho para a Covid-19 como sendo “uma falácia perigosa não suportada por evidências científicas”. O documento, publicado no periódico The Lancet, é assinado por especialistas em saúde pública, epidemiologia, medicina, pediatria, sociologia, virologia, doenças infecciosas, sistemas de saúde, psicologia, psiquiatria, política de saúde e modelagem matemática.

“É fundamental agir decisiva e urgentemente”, escrevem os pesquisadores. “Medidas eficazes para suprimir e controlar a transmissão precisam ser amplamente implementadas e devem ser apoiadas por programas financeiros e sociais que incentivem respostas da comunidade e abordem as desigualdades que foram ampliadas pela pandemia.”

O apelo é especialmente voltado às regiões que estão enfrentando uma segunda onda de infecções pelo novo coronavírus. Além disso, os cientistas chamam atenção para aqueles locais em que o número de casos de Covid-19 não variou muito desde o início da pandemia.

“Restrições contínuas provavelmente serão necessárias no curto prazo, para reduzir a transmissão e consertar sistemas ineficazes de resposta à pandemia, a fim de evitar bloqueios futuros”, afirma o documento. “O objetivo dessas restrições é suprimir com eficácia as infecções por Sars-CoV-2 a níveis baixos que permitam a detecção rápida de surtos localizados e uma resposta ágil por meio de sistemas eficientes e abrangentes de localização, testagem, rastreamento, isolamento e suporte, para que a vida possa retornar ao próximo normal sem a necessidade de restrições generalizadas.”

Os especialistas também explicam que a transmissão descontrolada entre os mais jovens traz riscos de saúde e morte significativos em toda a população. Por isso, ressaltam que são necessários esforços especiais para proteger os mais vulneráveis e que, para funcionarem, devem ser acompanhados de estratégias multifacetadas em nível populacional. “A proteção de nossas economias está intimamente ligada ao controle da Covid-19”, pontuam os cientistas. “Devemos proteger nossa força de trabalho e evitar incertezas a longo prazo.”

Eles também afirmam que não há evidências de que aqueles que já tiveram a doença tenham imunidade protetora duradoura ao Sars-CoV-2, e alertam que ter apenas uma imunidade decrescente ao novo coronavírus não encerraria a pandemia de Covid-19, mas resultaria em ondas repetidas de transmissão ao longo de vários anos. Esse fenômeno, por sua vez, poderia colocar populações vulneráveis ​​em risco indefinido.

Isso porque, conforme já foi observado anteriormente com outras doenças, estratégias de imunidade de rebanho baseadas em infecções que ocorrem naturalmente, isto é, passando de uma pessoa para outra, resultaram em epidemias recorrentes. O ideal, portanto, é suprimir a disseminação do vírus até a vacinação de boa parcela da população global.

Além disso, os autores alertam que as abordagens de imunidade de rebanho baseadas em infecções naturais podem impactar a força de trabalho como um todo e sobrecarregar a capacidade dos sistemas de saúde de fornecer cuidados agudos e de rotina.

“A evidência é muito clara: controlar a disseminação da Covid-19 pela comunidade é a melhor maneira de proteger nossas sociedades e economias até que vacinas e terapias seguras e eficazes cheguem nos próximos meses. Não podemos permitir distrações que minem uma resposta eficaz; é essencial que ajamos com urgência com base nas evidências”, concluem os pesquisadores.

Galileu

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Temos o maior exemplo de imunidade por rebanho em nosso país, há mais de um mês são praias cheias,bares lotados e aglomerações em todos os lugares e a quantidade de óbitos caindo.
    Comprova mais ainda que o isolamento vertical seria o ideal para convivermos com o vírus chinês, em raros momentos houve lotação nos hospitais.

  2. Rafael disse:

    Tratam a ciência como uma bengala. "Você vai questionar a ciência?". Essa tal de ciência foi a que mais errou no manejo inicial da pandemia.

    • Manoel disse:

      Se o Sr. se desse conta que o acúmulo de conhecimento é o que faz a ciência avançar, nao faria esse comentário rasteiro.
      Óbvio que a ciência erra, mas sempre no intuito de acertar. E mesmo errando no início, os acertos foram muito maiores.
      Mas para argumentar com um povo que tomou o poder e seus terraplanistas, negacionistas que nao acreditam nem em vacinas, nao adianta nada. As notícias de WA são mais importante e confiáveis.

  3. Flávio disse:

    Cada dia que passa notícias divergentes, existe um interesse gigante por trás disto tudo. A história vai passar a limpo.

  4. Mito do Gado disse:

    Mas, o Presidente da República pensa que sua própria opinião é melhor do que a Ciência…

RN apresenta aumento na média diária de casos confirmados de Covid-19, alerta Sesap

FOTO: ASSECOM/RN

O Rio Grande do Norte passou de uma média de 195 casos de Covid-19 por dia, em 29 de agosto, para 261 casos/dia em 28 de setembro. Os dados foram contabilizados pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRN (PPGSCOL) e apresentados pelo secretário estadual de saúde, Cipriano Maia, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14).

“O que esperávamos era uma continuidade de queda da média de casos/dia. Mas ocorreu esse leve aumento, efeito das aglomerações de agosto e início de setembro. Isso reforça a necessidade de intensificarmos as medidas de vigilância, controle e respeito aos decretos. A pandemia não acabou e esses números mostram isso. Felizmente, ainda não se traduziram em crescimento no número de óbitos, mas também não houve uma continuidade no declínio de óbitos, se mantendo entre 3 e 5 óbitos diários. Isso não é aceitável. Cada vida vale a pena! Queremos chegar a zero óbitos/dia e esperamos que todos contribuam para que alcancemos essa meta”, alertou Cipriano.

De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), nesta quarta-feira, foram 73.669 casos confirmados para Covid-19, 42.284 suspeitos e 159.419 descartados. Até o momento foram confirmados 2.428 óbitos, com 5 novos óbitos registrados, ocorridos nos dias 10, 11 e 12 de outubro. Nenhum óbito foi registrado nas últimas 24 horas e um total de 404 óbitos estão em investigação.

A taxa de ocupação de leitos está em 41%. Até o final da manhã desta quarta (14), existem 216 pessoas internadas em leitos críticos e clínicos em unidades de saúde públicas e privadas do estado. Por região de saúde, a ocupação de leitos está em 34% na região Metropolitana, 55% no Oeste, 70% no Alto Oeste, 43% na região do Seridó, Mato Grande com 100% e Trairi/Potengi com 9%.

O índice R(t) – que determina o potencial de propagação do vírus – está em 0,83 para o RN como um todo. Os índices por região: Agreste (1,23), Oeste (1,36), Mato Grande (1,19), Seridó (0,88), Trairi/Potengi (1,02), Alto Oeste (1,29), Região Metropolitana (1,00) e Vale do Açu (1,43). Os dados são do Laboratório de Inovação Tecnológica (LAIS) da UFRN.

“Precisamos permanecer com o respeito às medidas de higiene, evitar as aglomerações, aumentar a vigilância e o cuidado para que possamos voltar a retomar a tendência de declínio de casos”, disse o secretário.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana. Almeirinda disse:

    Se o Brasil fosse um País sério não haveria este ano eleições, liberam tudo em benefício próprio e desta maldita política que nada faz e só
    aumenta a corrupção. Vamos aguardar o resultado final de tamanha irresponsabilidade. Aí esses mesmo governantes que foram coniventes com tamanha insensatez se fazem de preocupados e cuidadores da população. É
    Lastimável tamanha irresponsabilidade.

  2. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Qual a diferença de 5 óbitos registrados nos dias 10,11 12 mas no dlia 13 não houve e dai .Realmente o ex Presidente francês estava correto não somos um país sério.

  3. João Macena disse:

    Gostei da piada, caro Jaime. Ana Lima, concordo com o seu comentário. João Macena.

  4. Pereira disse:

    Muito engraçado. Liberam TUDO e depois se fazem de inocentes/desentendidos, Todos já previam esse AUMENTO de Infectados. Pois as vacinas que vcs liberaram NÃO fizeram efeito. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.

    • Lucis disse:

      O prefeito liberou geral para atender empresários.Agora vamos aguardar os resultados .E os hospitais desativados?

    • Marcos disse:

      Creio que perguntar não ofende. Pereira, quais vacinas foram liberadas?
      Lúcia, qual prefeito liberou tudo?

  5. Antonio Turci disse:

    o importante é não morrer. Pegar o vírus é o de menos. Ivermectina tá aí pessoal. É só se prevenir e o vírus entra nmas não derruba.

  6. Francisco disse:

    CONTINUO SEM ENTENDER PQ OS ÓBITOS EM INVESTIGAÇÃO NÃO CAEM……. E O PIOR É QUE NINGUÉM EXPLICA

  7. Apir Pertinente disse:

    Alertar sobre riscos é sinal de zelo com o povo.

  8. Gustavo disse:

    Aguardem após as eleições. Misteriosamente o vírus sumiu no período eleitoral. Depois, como ele não gosta de folia, o vírus vai sumir no período do carnaval.

  9. Lucas disse:

    A sociedade vai colher o que plantou, aguardem cartas.

  10. Entregador de pizza 🍕 disse:

    Dois despreparados

  11. Entregador de pizza 🍕 disse:

    Governo e secretário de saúde fracos, omissos. Mais uma pergunta, onde estão os 5 milhões de reais.

  12. Ana lima disse:

    Pois proíbam carreatas e passeatas em campanha por favor

  13. Jaime disse:

    Parabéns à Governadora e ao Secretário… sabemos que a situação seria muito pior se não fossem suas posições firmes em defesa da vida.
    Obrigado!!!

Taxa de transmissão da Covid-19 fica abaixo de 1 pela terceira semana seguida no Brasil, aponta Imperial College

A taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil se manteve abaixo de 1 pela terceira semana seguida, aponta estudo do Imperial College London. O relatório mostra que o índice está em 0,93 — cada grupo de 100 pacientes com o vírus infecta outras 93 pessoas, o que indica desaceleração no contágio.

O número, também chamado de ritmo de contágio (Rt), reforça a tendência de estabilização da pandemia.

Segundo o relatório, os dados levam em conta a mediana das estimativas de mortes na comparação das duas semanas. De acordo com a margem de erro, essa taxa pode ser maior (até Rt = 1,01) ou menor (até Rt = 0,83). A instituição também informa que as autoridades brasileiras têm revisado os números, e pede que os índices do Brasil sejam lidos com cautela.

Em agosto, a taxa de transmissão do novo coronavírus no país caiu pela primeira vez para valores abaixo de Rt = 1.

Casos e mortes no Brasil

O Brasil registra mais de 150 mil mortes desde o início da pandemia e o número de casos de Covid-19 já passa de 5,1 milhões. A média móvel de novas mortes em 7 dias esteve em 562 na segunda-feira (12), segundo o balanço do consórcio de meios de comunicação com base nos dados das secretarias estaduais de Saúde.

O número é mais baixo desde 9 de maio e representa uma queda de 19% em relação aos dados registrados em 14 dias, a primeira desde 13 de setembro. Antes dessa queda, a média móvel de novas mortes estava estável.

G1

 

Holanda registra 1ª morte por reinfecção de covid-19 no mundo; cientistas assumem que as reinfecções ainda são “exceções”

Foto: Reprodução / Pixabay

Uma holandesa de 89 anos, um dos 25 casos conhecidos de reinfecção com SARS-CoV-2 no mundo, morreu dos efeitos da segunda vez que adoeceu com covid-19, agravado por uma forma rara de câncer de medula óssea que sofria, tornando-se a primeira morte conhecida por uma reinfecção pelo novo coronavírus.

Conforme explicou a virologista Marion Koopmans na terça-feira (12), a paciente teve que ser internada no hospital na primeira onda de infecções, após desenvolver sintomas como febre alta e tosse forte, mas teve alta após cinco dias e teste negativo em dois PCR a que ela foi submetida após o desaparecimento dos sintomas.

A paciente holandesa também sofria de uma doença conhecida como macroglobulinemia de Waldenström, uma forma rara de câncer de medula óssea, então seu sistema imunológico foi afetado por meses.

Dois meses após a superação do covid-19, a mulher iniciou novas sessões de quimioterapia, mas a paciente começou a ter febre, tosse e uma forte falta de ar apenas dois dias depois, sendo readmitida no hospital.

Ela foi submetida a uma PCR, na qual deu positivo, mas deu negativo em dois testes sorológicos que foram feitos para detectar se ela ainda tinha anticorpos contra o vírus no sangue, após a primeira vez que foi infectada.

Oito dias após a internação, o estado de saúde da paciente piorou drasticamente e ela morreu duas semanas depois.

“Ela provavelmente morreu de coronavírus, mas também estava muito doente”, disse Koopmans, que está participando de um acompanhamento de reinfecções realizado pela Universidade de Oxford, à imprensa local.

O virologista holandês destacou que hoje existem cerca de 25 casos conhecidos de reinfecção em todo o mundo e, na maioria dos casos, desenvolveram-se sintomas menos graves do que durante a primeira infecção.

Assim, os cientistas assumem que as reinfecções ainda são “exceções”, embora Koopmans acredite que “haverá mais”, mas esclarece que “a questão importante permanece se isso é típico de covid-19”, porque em muitos casos o segundo contágio ocorreu apenas dois meses após a primeira infecção.

Embora ele espere que a maioria das pessoas que superaram a primeira infecção pelo coronavírus estejam agora protegidas “por mais tempo” contra a covid-19, ele reconheceu que, em qualquer caso, “isso não durará uma vida inteira porque nunca foi visto. sem vírus respiratório. ”

Ainda não está claro o que o conhecimento desses casos específicos pode significar ao desenvolver a vacina covid-19, nem em que medida o sistema imunológico aprende o suficiente durante a primeira infecção por coronavírus, mas anticorpos produzidos naturalmente após um contágio inicial, parecem desaparecer com relativa rapidez em certos casos.

EFE

Angicos tem um dos melhores desempenhos no enfrentamento à covid-19 no RN

Com 15 mil habitantes, o município de Angicos pode ser considerado exemplo no combate ao Coronavírus. De acordo com o mais recente boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, desde o início da pandemia, foram notificados 574 casos, dos quais 211 testaram positivo. Desses, 206 estão curados, 01 está em monitoramento, 01 como óbito em investigação e 03 mortes confirmadas.

Localizado às margens da BR 304, Angicos é ponto de parada e tem tráfego intenso de veículos de carga vindos de todo país. Outros municípios da região tiveram números alarmantes da Covid-19, mas a cidade registrou índices menores de casos devido às ações imediatas da prefeitura. A administração de Deusdete Gomes criou o Comitê Municipal de Prevenção e Acompanhamento do Coronavírus, que desenvolveu trabalhos em diversas frentes.

De acordo com o Ministério da Saúde, Angicos está entre os 40 municípios potiguares que melhores reagiram à covid no Rio Grande do Norte, o que se reflete nas taxas de contaminação e óbito para cada 100 mil habitantes. Com taxa de letalidade de 4,08%, o município tem o um dos menores índices do Rio Grande do Norte.

OMS informa que uma em cada 10 pessoas pode ter contraído covid-19 e diz que “vasta maioria do mundo continua em risco”

Foto: © REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados

Aproximadamente uma em cada dez pessoas pode ter sido infectada com o novo coronavírus, deixando a grande maioria da população mundial vulnerável à covid-19, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira (5).

Mike Ryan, o principal especialista em emergências da OMS, disse ao Conselho Executivo da agência que os surtos da infecção estão aumentando em partes do Sudeste da Ásia, além de os casos e as mortes estarem subindo em áreas da Europa e na Região Leste do Mediterrâneo.

“Nossas melhores estimativas atuais nos dizem que cerca de 10% da população global podem ter sido infectadas por esse vírus. Varia dependendo do país, varia de urbano a rural, varia dependendo de grupos. Mas o que isso significa é que a vasta maioria do mundo continua em risco”, disse Ryan. “Estamos entrando em um período difícil. A doença continua a se espalhar.”

A OMS apresentou às autoridades chinesas, para consideração, uma lista de especialistas para fazer parte de uma missão internacional à China a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. valter disse:

    … a fim de investigar a origem do novo coronavírus, afirmou o especialista.
    Isso só quer dizer uma coisa. A China criou e disseminou esse vírus, e a OMS, ficou em silêncio.