Tecnologia

Amazon desenvolve aparelho para vestir capaz de ler emoções

A Amazon está desenvolvendo um aparelho vestível, comandado por voz, que será capaz de reconhecer emoções humanas.

O aparelho, para ser usado no pulso, é descrito como produto de saúde e “wellness”, em documentos internos da empresa vistos pela reportagem. É uma colaboração entre a Lab126, a organização de desenvolvimento de hardware por trás do celular Fire e do alto-falante inteligente Echo, e a equipe de software responsável pela Alexa, a assistente digital da Amazon.

Projetado para funcionar com um app para smartphone, o aparelho tem microfones combinados a software capaz de discernir o estado emocional do usuário com base em sua voz, de acordo com documentos e com uma pessoa informada sobre o programa.

No futuro, a tecnologia poderia aconselhar o usuário sobre como interagir mais efetivamente com os outros, mostram os documentos.

Não se sabe em que ponto o desenvolvimento do projeto está, ou se ele virá a se tornar um produto comercial. A Amazon dá às suas equipes grande latitude para experimentar com produtos, alguns dos quais jamais chegam ao mercado.

O trabalho no projeto, cujo codinome é Dylan, continuava, recentemente, de acordo com documentos e com a fonte, que pediu que seu nome não fosse mencionado por estar discutindo um assunto interno da empresa.

Um teste beta está em curso, ainda que não esteja claro se inclui um protótipo de hardware, o software que detecta emoções, ou ambos.

A Amazon se recusou a comentar.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Quem não concordar com o novo PSDB que peça para sair, diz Doria

Às vésperas da convenção nacional do PSDB, no próximo dia 31, que deve consolidar o poder do governador de São Paulo, João Doria, sobre seu partido, o tucano pregou em discurso para filiados que aqueles que não concordarem com as diretrizes do que ele chama de “novo PSDB” devem deixar a sigla.

Em evento para filiar sete pessoas na noite de sexta (24), na sede do PSDB em São Paulo, Doria também pregou que tucanos que sejam acusados de irregularidades se afastem do partido para cuidar de suas defesas. Caso inocentados, poderiam voltar à sigla.

Doria afirmou que a discordância é parte da democracia, mas pediu que quem não concorde “peça para sair”. A fala foi uma referência ao sociólogo Fernando Guimarães, que coordena a frente Esquerda para Valer dentro do PSDB. O governador paulista tem afirmado que o partido deve ser de centro, sem espaço para o que considera extrema esquerda ou extrema direita.

“O novo PSDB não apaga seus 30 anos de história. […] Mas, a partir de agora, o partido não vai viver de história, vai fazer diferente. E aqueles que não concordam, não há problema. […] Nós não estamos aqui construindo o novo PSDB obrigando todos a concordarem. Não há democracia por unanimidade, só ditaduras advocam unanimidade. Mas os que não concordarem peçam para sair. Tenham dignidade, tenham grandeza de defender seus interesses fora do partido”, disse.

Em relação aos acusados de corrupção, Doria afirmou que devem fazer sua defesa fora do PSDB.

“Se alguém fez coisa errada, que pague por isso, que tenha seu julgamento e o direito de defesa pleno. Nós não vamos condenar ninguém antes. Mas peça licença, tenha grandeza, se afaste. Faça sua defesa, se for isento, volte, será bem-vindo, sera aplaudido, será abraçado. Mas enquanto, neste processo, tenha dignidade e o respeito de fazer a sua defesa na plenitude, mas fora do PSDB”, disse.

A fala de Doria por regras mais rígidas e menos condescendência do partido com atos de corrupção antecede a criação de um código de ética do PSDB, último ato de Geraldo Alckmin (PSDB) no comando da sigla. No dia 31, o ex-deputado federal Bruno Araújo, aliado de Doria, deve assumir a presidência da sigla.

O documento, que pela primeira vez na história do PSDB definirá punições para filiados que cometerem irregularidades, será finalizado na próxima quinta (30) e será submetido à aprovação na convenção do dia seguinte.

A última versão do texto, porém, diferentemente do que prega o discurso de Doria, não afasta imediatamente tucanos acusados de corrupção, como Aécio Neves (PSDB-MG), por exemplo. Ele é réu sob acusação de corrupção e obstrução de Justiça por ter sido gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, da JBS.

“O Bruno Araújo, ao assumir na próxima sexta-feira, ele sabe a responsabilidade que tem daqui pra frente. Nós não vamos mais jogar poeira e coisa suja embaixo do tapete. Vamos ter que ter a capacidade de julgar de forma correta, de forma isenta, e dar a oportunidade de todo peessedebista andar na rua de cabeça erguida”, afirmou Doria.

Já em referência a dissidentes, caso de Guimarães, o governador paulista parabenizou os dirigentes do PSDB da capital paulista, Fernando Alfredo, e do PSDB estadual, Marco Vinholi, por abrirem um processo no Conselho de Ética do partido para expulsá-lo.

Guimarães está à frente de um movimento suprapartidário de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), que inclui políticos do PT. Em oposição à velha guarda tucana, Doria vem puxando o partido para o que considera o centro, sem tolerância com a esquerda.

“[O filiado] só não vai ter direito, dentro do PSDB, de estabelecer uma linha diametralmente oposta àquela que todos que estão nessa mesa tem como princípio a partir de agora”, disse Doria.

“Eu gostei, Fernandão, quando você e o Vinholi tiveram atitude corajosa e altiva. Esquerda pra Valer não tem mais espaço no PSDB. Nem estrema esquerda nem extrema direita. Saia e escolha seu partido. É justo”, completou.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Vou mudar para o entorno de Garanhuns (cadetes), fazer um menino, quando ficar maior, mandar para SP, em cima de um burro, proibir de estudar, maiorzinho cortar um dedo, fundar um partido ( partido dos trambiqueiros), deixar a Barba crescer, ficar com cara de rato, ser pinguço, namorador, ter ojeriza a trabalho, ser cara lavada, mentiroso, sabido, ter horror a banco e empreiteira…….para ver se consigo obter, apenas um, Rico e com potencial enorme de manobrar idiotas.

    1. Antes de fazer isso pague as prestações do seu Corolla 2010 e coloque seu filho, caso tenha algum, na universidade privada e se for servidor público peça exoneração do cargo e se entregue ao setor privado com sua CLT rasgada….??,ah e compre uma arma em 24 parcelas suaves pra mitar no trânsito, talkei?

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Judiciário prepara pacote de medidas para agilizar as recuperações judiciais

Integrantes do Judiciário preparam um pacote de medidas para agilizar o processo de recuperação judicial de empresas no País, considerado hoje excessivamente moroso. Em média, em São Paulo, são 567 dias (cerca de um ano e meio) entre a Justiça aceitar o pedido de recuperação de uma empresa e apreciar o plano de reestruturação por ela apresentado – aprovando-o ou rejeitando-o. Esse prazo deveria ser de, no máximo, 180 dias, indica a lei atual.

Na avaliação do Judiciário, essa demora coloca em risco a sobrevivência da empresa. Quando está em situação financeira difícil e não consegue mais honrar seus pagamentos, uma companhia pode requerer a recuperação, que é uma proteção dada a ela pela Justiça contra a execução de suas dívidas.

A ideia é que a empresa possa ganhar tempo para apresentar um plano de reestruturação e renegociar seus débitos com credores. Em geral, quando chega esse ponto, a companhia já está com pouco dinheiro em caixa e com problemas para tocar suas atividades. Por isso, se o processo levar muito tempo, a empresa pode acabar quebrando antes de concluir a recuperação judicial, dizem especialistas.

O pacote de medidas em gestação pelo Judiciário tenta dar uma resposta à morosidade do processo. Liderado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão, o grupo criado no âmbito do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai propor, entre outras medidas, a criação de varas regionais especializadas para processar as recuperações judiciais.

Nessas varas, o tempo médio até a aprovação do plano de recuperação é de 407 dias, ainda longe dos 180 dias previstos na legislação, mas menor que os 567 dias verificados em médias nas varas comuns, segundo estudo realizado no Estado de São Paulo pela Associação Brasileira de Jurimetria e pelo Núcleo de Estudos de Processos de Insolvência da PUC-SP. A taxa de aprovação dos planos de recuperação também é maior quando eles são analisados nas especializadas: é de 81%, frente à taxa de 71,3% nas comuns.

Atualmente, há poucas varas especializadas no País. Uma delas é a 1.ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais em São Paulo, que comanda o processo da companhia aérea Avianca Brasil, por exemplo.

A princípio, a comissão pretende dar prazo de dois anos para que Estados que preencherem os critérios de criação de novas varas se adaptem à resolução. Ela ainda terá de ser aprovada pelo plenário do conselho, assim como os demais textos que estão sendo elaborados.

Nova lei

O Brasil passou a contar com uma lei de recuperação judicial e falência em 2005. O instrumento se popularizou e, nos últimos anos, o País assistiu a casos bilionários de recuperação judicial, como o da OGX, petroleira de Eike Batista, da telefônica Oi e da empresa de aluguel de sondas Sete Brasil.

Vários gargalos, no entanto, foram sendo percebidos durante os 14 anos da vigência da legislação e passaram a ser alvo de críticas de empresas e de advogados especializados no tema. No ano passado, o governo Michel Temer chegou a mandar ao Congresso um projeto de lei com mudanças na legislação. A medida era defendida pelo então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como forma de ajudar na recuperação da economia. A proposta, porém, não caminhou no Congresso.

O governo Jair Bolsonaro também entende que a revisão nas regras é necessária. Segundo o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, já há um “diálogo intenso” com o Congresso para que mudanças sejam feitas ainda neste ano. Ele não detalhou, porém, qual será o teor desse novo projeto.

Alguns dos problemas podem ser resolvidos com a atuação do CNJ, sem necessidade de decisões do Parlamento, avaliou Salomão ao Estadão/Broadcast. Por isso, o CNJ criou a comissão em dezembro passado. Ela é formada também por integrantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST), desembargadores dos Tribunais de Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro e advogados.

Documentação

Além de criar varas especializadas, o grupo vai padronizar iniciativas que não estão previstas na lei de recuperação, como a verificação prévia e a mediação. A verificação prévia é usada para constatar se a documentação da empresa está correta e se ela tem capacidade de gerar os benefícios previstos na lei de recuperação, podendo captar tentativas de fraude contra credores.

O ato do CNJ serviria para uniformizar como a verificação deve ser feita entre os magistrados que optem por utilizá-la, não tendo o condão de obrigá-los a adotar a prática.

“Vai ter mais previsibilidade e os credores saberão como funciona”, disse Daniel Costa Carnio, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça.

Segundo o magistrado, a padronização pelo CNJ trará também um limite de cinco dias para a realização da verificação, o que impede que a medida se prolongue além do razoável, atrasando os planos da empresa.

O estudo feito pela ABJ aponta que a prática aumenta as chances de um processo de recuperação ser aceito pelo juiz. Nos casos sem verificação prévia, o número foi de 63%, frente aos 81,7% em processos em que a prática foi adotada.

Há, no entanto, críticas à iniciativa. A advogada especializada em direito empresarial do escritório Martorelli, Fabiana Nunes, entende que a intenção do CNJ é boa, mas acredita que uma padronização teria de ser feita via alteração legislativa.

Mediação

O CNJ quer estimular ainda o uso da mediação, que foi usada no processo de recuperação da Oi. Na mediação, uma terceira pessoa atua para resolver impasses entre os credores e a empresa devedora. No caso da Oi, o recurso foi utilizado em várias etapas, como na relação com os pequenos credores e até mesmo em discussões entre os acionistas, explicou a advogada Samantha M. Longo, do escritório Wald, Antunes, Vita, Longo e Blattner Advogados, que atuou no processo da operadora de telefonia.

Assim como a verificação prévia, a mediação não está prevista atualmente na lei de recuperação judicial. Por conta disso, o texto que a comissão do CNJ pretende aprovar deve ter caráter somente de recomendação, e os juízes não terão de segui-la. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Procuradoria diz que novo decreto mantém brecha para aquisição de fuzis

Em nova manifestação, a Procuradoria da República dos Direitos do Cidadão afirmou que o novo decreto de armas do governo Jair Bolsonaro não apenas manteve, como agravou as ilegalidades do anterior. A nota técnica, assinada pelos procuradores Déborah Duprat e Marlon Alberto Weichert, aponta que o texto retificado pelo Planalto mantém a possibilidade de aquisição de alguns tipos de fuzis.

Os procuradores afirmam ser importante ‘ressaltar que alguns fuzis semiautomáticos continuam sendo de posse permitida por qualquer cidadão, assim como espingardas e carabinas, pois são armas portáteis de uso permitido’.

“Ou seja, qualquer pessoa poderá adquirir e manter em sua residência ou local de trabalho armas de alto potencial destrutivo. Apenas não poderá portá-las, ou seja, levá-las consigo fora dos referidos espaços privados”, dizem.

De acordo com os procuradores, ‘à exceção da reversão parcial da autorização de porte de fuzis, da vedação à consideração de armas de acervo de colecionadores como justificativas para a aquisição de munições, da revogação do dispositivo que ampliava a possibilidade de porte de armas em aeronaves e da exclusão de pessoas menores de 14 anos da autorização para prática de tiro esportivo (o que, todavia, não soluciona a ilegalidade decorrente da autorização de prática por menores de 18 anos), a nova disciplina não só manteve a inconstitucionalidade e ilegalidade que afeta o Decreto 9.785/19, como em diversos aspectos agravou a violação à Lei 10.826, de 2003’.

Segundo a PFDC, o novo decreto, a exemplo do anterior, ‘foi editado sem qualquer diálogo com entidades e organizações da área da segurança pública e, pior, à margem do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP, aprovado pela Lei 13.675/2018’.

“Também ampliou o extenso rol de pessoas que poderão ter porte de arma, em razão do exercício profissional, para incluir os advogados em geral (na versão anterior eram apenas os advogados públicos), o que perfaz um universo de mais de 1 milhão de pessoas, além dos proprietários de empresas de segurança privada e de transporte de valores, ainda que não participem da gerência do negócio”, sustentam.

Os procuradores afirmam que ‘também se observa uma nova expansão nos limites de munição que podem ser adquiridas’. “Em alguns casos, inclusive, sem que haja limite, como ocorre com integrantes dos órgãos de segurança para suas armas institucionais (o que parece incompreensível, pois a munição deveria ser adquirida pelo próprio órgão) e particulares”.

“O Decreto 9.797, portanto, permite que caçadores mantenham um arsenal de até 30 armas (sendo 15 de uso permitido e 15 de uso restrito, o que inclui até armas nãoportáteis) e atiradores, até 60 armas (sendo 30 de uso permitido e 30 de uso restrito)”, afirmam.

“O decreto também deixou passar, novamente, a oportunidade para determinar que as munições sejam obrigatoriamente marcadas, para fortalecer os controles e a apuração de crimes cometidos”, afirmam.

Os procuradores dizem ainda que ‘o cenário é de inconstitucionalidade integral do Decreto, dada a sua natureza de afronta estrutural à Lei 10.826/03 e à política de desarmamento por ela inaugurada’.

“As ilegalidades se acumulam em praticamente todos os espaços regulados pelo decreto (posse, compra, registro, porte, tiro esportivo, munições etc), de tal modo que resulta impossível do ponto de vista da sistematicidade jurídica afastar apenas dispositivos específicos do ato regulamentar. Destaca-se, ainda, que o artigo 66 do Decreto 9.785/19 revogou o regulamento anterior (Decreto nº 5.123/04). É necessário, portanto, invalidar a nova regulamentação e retornar à antiga”, sustentam.

A nota técnica da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão ressalta que o Decreto 9.797/19 agravou – em relação ao próprio Decreto 9.785/19 – o quadro de flexibilização generalizada dos critérios restritivos fixados em lei para a posse, compra, registro e porte de armas.

Mudanças

Depois de contestações na Justiça e no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta quarta-feira, 22, várias retificações no chamado Decreto de Armas, editado no início deste mês para facilitar o porte de armas no País. As correções constam de dois novos decretos.

Segundo o governo, o novo texto inclui “vedação expressa” à concessão de armas de fogo portáteis, como fuzis e carabinas, ao cidadão comum.


Estadão Conteúdo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Nascido como anti-STF, ato pró-governo se vira contra centrão e racha bolsonaristas

No dia 12 de abril, movimentos de direita reunidos em São Paulo já anunciavam, em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, a convocação para as manifestações previstas neste domingo (26) pelo país.

Hoje, as reivindicações consonantes são aprovação da reforma da Previdência, combate à corrupção e apoio a Jair Bolsonaro (PSL).

Na época, porém, as pautas não eram exatamente essas —elas sofreram uma reviravolta em meio ao racha de grupos de direita e à divisão dentro do partido do próprio presidente da República sobre a pertinência de ir às ruas.

Quando foram gestados, os atos foram apresentados principalmente como uma mobilização contrária ao STF (Supremo Tribunal Federal) —embora a defesa da Previdência e do pacote anticrime do ministro Sergio Moro (Justiça) também estivesse colocada.

Depois, as manifestações pró-governo ganharam impulso como uma tentativa de resposta aos protestos do último dia 15 de maio, contrários ao bloqueio de recursos da educação determinado por Bolsonaro e que levaram milhares de pessoas às ruas em mais de 170 cidades brasileiras.

De lá pra cá, na esteira dos embates entre Bolsonaro e o Congresso, ganhou força o descontentamento com o centrão (grupo informal com cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PRB, MDB e Solidariedade). E o lema “Brasil contra o centrão” ganhou corpo —é nome do principal ato marcado para este domingo em São Paulo, na av. Paulista, a partir das 14h.

Resumo

PAUTAS OFICIAIS
– Defesa da reforma da Previdência
– Defesa do pacote anticrime de Moro
– Apoio à Lava Jato e ao combate à corrupção
– Votação nominal na MP da reforma administrativa, com a manutenção do Coaf com Moro
– Defesa de medidas de Bolsonaro, como contingenciamento de gastos e decreto de armas

QUEM VAI PARTICIPAR
– Clube Militar
– Nas Ruas
– Ativistas Independentes
– Movimento Avança Brasil
– Direita São Paulo
– Patriotas Lobos Brasil
– Movimento Brasil 200
– Outros grupos de direita

QUEM NÃO VAI
– Movimento Brasil Livre: Critica pautas radicais como o fechamento do Congresso e do STF
– Vem pra Rua: Diz ter como pilar ser um movimento suprapartidário, o que não condiz com um ato de apoio a determinado governo
– Partido Novo: Afirma que “em manifestações com pautas diversas e sem objetivo claro”, entende que cabe ao cidadão decidir quanto ao apoio, e não ao partido
– Janaina Paschoal, deputada estadual pelo PSL: Criticou a conduta inicial do governo de fomentar os protestos e defende que o presidente “aprenda a ouvir críticas”

DIVIDOS
– Caminhoneiros: Dois líderes afirmaram que irão aos protestos, mas parte da categoria ainda não tem certeza se irá aderir

Folhapress

Opinião dos leitores

    1. Kkkkkkk, um cabeça ôca desse que tava na vigília do lula livre, onde defendiam o comandante do maior assalto a cofres publico do mundo. Ômi, vá se tratar, doente

  1. Está na hora de derrubar os penduricalhos salariais das castas superiores, e que aumentam seus salários em até 200 mil reais. E isso a nação não pode pagar!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Conheça a reforma administrativa aprovada na Câmara dos Deputados

O plenário do Senado deve votar nesta terça-feira (28) a Medida Provisória 870 (MP), que trata do redesenho administrativo do governo Bolsonaro. O texto foi aprovado na Câmara na semana passada e alterado pelos parlamentares, que decidiram devolver o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), hoje sob a responsabilidade do ministro Sergio Moro (Justiça), para o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes.

A mudança do Coaf tem dividido os senadores. Se os parlamentares decidirem devolver o órgão para a pasta comandada por Sergio Moro, o texto da MP teria que voltar a ser apreciado pelos deputados. Para não correr o risco de ver a MP perder a validade, o presidente Jair Bolsonaro defendeu a aprovação da medida da forma como foi votada pela Câmara dos Deputados. A medida tem que ser aprovada até o dia 3 de junho para não caducar.

“[O Coaf] continua no Executivo, sem problema nenhum. Deve ser votada na semana que vem no Senado. No meu entender, deve aprovar o que foi votado na Câmara dos Deputados e vamos seguir em pautas mais importantes”, disse Bolsonaro, durante transmissão ao vivo em sua página no Facebook.

Opinião dos leitores

  1. Pra diminuir o custo com a máquina administrativa em 7 ministérios, foi uma discussão, uma crise. Pra que serve um congresso desse? se até pra economizar os gastos governamentais fazem uma celeuma. Imagino no dia em que tirar dos seus ganhos mensais, uns 150 mil, e ele só tiver direito a receber 39 mil puro, sem nenhum penduricalhos. se isso ocorrer, o mundo acaba.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Sorteio da Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões neste sábado

A Mega-Sena sortea hoje (25), o prêmio estimado de R$ 3 milhões. As seis dezenas do concurso 2.154 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias da Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) deste sábado, em qualquer loja lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

Quina de São João
A Quina de São João vai pagar este ano um prêmio de R$ 140 milhões. O sorteio será realizado no dia 24 de junho, às 20h (horário de Brasília). As apostas começaram a ser feitas na segunda-feira (13) da semana passada.

O prêmio não acumula e será pago a quem acertar a maior quantidade de números sorteados na primeira ou nas demais faixas de premiação.

Agência Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Trânsito

[FOTO] Batida entre ônibus e carro fecha cruzamento do Midway

Uma batida envolvendo um ônibus da empresa Via Sul e uma SUV preta, da BMW, fechou o cruzamento das avenidas Romualdo Galvão com Bernardo Vieira, na esquina do shopping Midway Mall.

Pelo que o blog apurou, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. O trânsito está parcialmente fechado em ambas as vias. Agentes de trânsito foram deslocados para o local para controlar o tráfego.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

OMS elogia Brasil por exigir compensação a empresas de tabaco

O Brasil foi elogiado pela Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por cobrar aos maiores fabricantes de cigarro o ressarcimento de gastos de saúde pública por tratamentos de doenças causadas pelo tabagismo nos últimos cinco anos.

“Nós aplaudimos essa decisão ousada do governo brasileiro de buscar ressarcimento das empresas multinacionais de tabaco pelos custos sociais e econômicos do sofrimento e dos cuidados de saúde resultantes de doenças tabaco-relacionadas. Vai beneficiar muito a população brasileira”, ressaltou Katia Campos, coordenadora de Determinantes da Saúde, Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Saúde Mental do escritório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da OMS no Brasil:

Na terça-feira (21), a AGU protocolou uma ação civil pública pedindo que à Justiça Federal condene as fabricantes de cigarros e suas matrizes no exterior a ressarcirem esses gastos. O valor a ser ressarcido ainda será calculado, caso a sentença seja favorável à União.

De acordo com a coordenadora, a iniciativa brasileira deve servir de exemplo: “Essa ação do Brasil serve de exemplo para outros países, tanto para incentivá-los a tomar medidas semelhantes quanto para subsidiá-los com argumentos jurídicos. Nós, da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, estaremos sempre à disposição para apoiar o país no enfrentamento ao fardo que o tabaco impõe às pessoas e aos sistemas nacionais de saúde”.

Tratamento

A ação cobre os custos gerados ao sistema de saúde brasileiro para o tratamento de pacientes que sofrem de 26 doenças ligadas aos produtos do tabaco e exposição à fumaça do tabaco.

A solicitação prevê ainda compensação proporcional para gastos futuros e danos morais coletivos, como consequência dos altos custos de saúde pública, que chegam a dezenas de bilhões de reais por ano, segundo cálculos do governo.

Prioridade

O documento cita a exigência da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da OMS que os governos adotem as medidas necessárias para lidar com a responsabilidade civil, incluindo a compensação, para fins de controle do tabaco. O tratado implementado por 181 Estados Partes prevê dar prioridade ao direito desses países de proteger a saúde pública.

De acordo com a OMS, a epidemia do tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou, matando mais de 7 milhões de pessoas por ano.

A agência da ONU destaca que o uso de tabaco e a exposição à fumaça aumentam drasticamente o custo dos cuidados de saúde, entre outras despesas na sociedade.

A Convenção disse habilita os países com meios para enfrentar os encargos que o tabaco impõe às pessoas e aos sistemas nacionais de saúde.

ONU News

Opinião dos leitores

  1. Concordo desde que o Brasil proíba o plantil do tabaco em todo país e assegure aos plantadores um outro produto que possa plantar e ganhar o mesmo lucro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Para deputados, Guedes acredita ser maior do que a causa; Frota defende ministro

Deputados que vinham pedindo uma intervenção de Guedes na articulação política para criar um ambiente de cessar-fogo e fazer deslanchar a reforma acham que ele errou na forma do recado. Ao colocar pressão usando o próprio peso político, dizem, deixou claro que pode estar se sentindo maior do que a causa que representa.

O presidente da comissão que analisa a reforma, Marcelo Ramos (PR-AM), resumiu a impressão do Congresso: “No Brasil, as pessoas têm mania de se colocarem acima das instituições”.

Alexandre Frota (SP), deputado do PSL que se tornou uma espécie de guardião da reforma dentro do partido do presidente, saiu em defesa de Guedes. Disse que o ministro é “um cara sincero, que acredita na proposta que apresentou”. “Se ele ficar insatisfeito com o resultado, tem o direito de sair.”

“Paulo Guedes, Sergio Moro e Santos Cruz são o tripé do governo. Bolsonaro perderia muito sem eles”, diz Frota.

Opinião dos leitores

  1. A família B171 e o frota são o que melhor representa esse brasil que vivemos hoje. Cagados e cuspidos.

  2. Um partido que tem Frota como membro e referência, já diz muito sobre sua noção de ética e moral.
    Só não entendo como os evangélicos da bancada da Bíblia, liderados por Silas Mala faia, e os Militares, donos da honra e defensores dos valores da família cristã, conseguem aceitar e justificar isso, se vivem criticando os outros por questões de moral e de bons costumes.
    Bota pra fuder neles Frota!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkl

    1. Essa galera toda apoia essa turma sim até porque se fosse pra apoiar a sujeirada do PT seria bem lamentável.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Adolescentes infratores internados em unidades superlotadas podem ir pra casa, decide STF

O ministro Edson Fachin atendeu pedido feito por Defensorias Públicas de quatro Estados e determinou que adolescentes que estão internados em unidades superlotadas deverão ser transferidos. Caso não haja vaga, eles poderão ser beneficiados com a internação domiciliar ou outra medida de meio aberto, como a liberdade assistida.

Poderão ser contemplados com a decisão jovens cujo ato infracional não tenha sido praticado sob violência ou grave ameaça. A decisão já valia para unidades do Estado do Espírito Santo e agora passa a valer também para unidades da Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. A decisão alcança internos cujo ato infracional não envolva violência ou grave ameaça. Ou seja, não terá contemplados.

  2. Vamos juntar um dinheiro pra comprar nossas armas pra nos defendermos em casa desses Bandidos soltos.

  3. Todos nascidos e crescidos de 2003 para cá e, de quebra, beneficiados por uma excrescência jurídica denamibada "Estatuto da Criança e do Adolescente". Estamos, todos, pagando a conta……e vai piorar. Preparemo-nos.

  4. O Fachin deveria levar os inocentes para a casa dos ministros. Com certeza ficariam num conforto absurdo.
    É "Facim" soltar no meio do povo e ficar escondido atrás de seguranças e carros blindados

  5. E tome impunidade. Eita Brasil véi sem jeito! E tome bandido na rua, e o cidadão que se lasque…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Cresce o índice de eleitores que associa estagnação da economia a Bolsonaro

Um analista que se debruçou sobre os dados da nova pesquisa da XP Investimentos sobre a avaliação do governo Bolsonaro chamou atenção para um dado: desde janeiro, o percentual de eleitores que responsabiliza o presidente pela atual situação da economia não para de subir. Passou de 3% para 10%.

Governadores reunidos nesta sexta (24), no Recife, relataram ao líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), mudanças no texto da MP do Saneamento das quais não abrem mão. Eles defendem prazo de quatro anos para a revisão de contratos em andamento e a possibilidade de uma renovação sem licitação.

Piscou Na reunião com os governadores, Bolsonaro sinalizou concordar que estados acessem o Fundo Constitucional do Nordeste para investimentos em obras.

Painel/Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. Janja foi nomeada sem concurso, em 01 de janeiro de 2005, num feriado, sem expediente, igual a ex mulher de Gilmar Mendes, pra Taipu binacional . são 170 meses fora da empresa, hj ela mora em Curitiba, nesse tempo recebeu indevidamente 3 milhões reais. Enquanto o trabalhador nesse período recebeu 150 mil reais. Quem vai responder por essa injustiça? Vai ser devolvido essa fortuna? Fátima gopi faz que não é com ela.

    1. Bote também janja pra ministra do trabalho. Ela sabe trabalhar bem, e sem parar.

  2. Que matéria "estranha"… tem 3 parágrafos, sendo que o segundo e o terceiro não tem nenhuma relação com o primeiro parágrafo e nem com a manchete da matéria.

  3. Sei que é difícil pra quem já está no sufoco, mas, não adianta a coisa andar como andava, corrupção desenfreada, desvios, terminava que o aplicado, depois de tudo, não chegava 50% do que se pagava. Portanto, é necessário um sacrifício, no entanto, conseguiremos estancar por muito tempo essas perdas pra corrupção, e o país andará com mais estabilidade e diminuirá substancialmente esssas crises cíclicas que tanto sofrimento trás a nação

    1. Deixa de ser iludido Cabral. Não está vendo o mar de corrupção envolvendo laranjas e milicianos ao redor do político tradicional do centrão por mais de 30 anos, e praticamente expulso das forças armadas , o Bolsonaro?
      Acorda, o problema é de incompetência mesmo. O seu bandido de estimação não tem nem noção do que é mais importante para a nação e passa o tempo todo falando besteira e atiçando confusão.
      A ficha não caiu ainda, foi?

  4. Uma crise econômica, em tese, não ocorre do dia para noite. É, a crise, uma resultante de políticas equivocadas de crescimento principalmente quando envolve metas caríssimas de curto prazo. Políticas assim foram implantadas ao longo de vários anos a partir de 2003. Houve muita euforia, o consumo explodiu além da conta, atingiu um "pico" e, em seguida, faturou, dando início ao processo recessivo. Alguns fatores exógenos também contribuíram, mas os principais, mesmo, foram os equívocos dos governos Lula e Dilma. É necessário, neste momento, a compreensão de todos, principalmente do Congresso. Se os senhores deputados e senadores não quiserem, se mantiverem o hábito do toma lá, da cá, teremos um futuro sombrio. E eles, os parlamentares também pagarão o pato.

  5. Kkkk A Folha de São Paulo se supera a cada dia. Tá ridículo. Não têm vergonha na cara.
    Todo dia uma mentira. Acha que o povo vai nessa. Tá acabando essa forma de induzir as pessoas a se convencer de determinados fatos. As redes sociais desmentem na hora, em minutos.
    Ou apreendem a fazer um novo jornalismo, ético e pautado no propósito de informar as verdades dos fatos de forma isenta, ou vão, logo logo, sucumbir.
    Arrocha mais Bolsonaro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Tenente-coronel Trigueiro confirma afastamento do Choque por “patrulhamento ideológico”

O ex-comandante do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque), tenente-coronel Rodrigo Trigueiro, confirmou ao blog que foi afastado de onde atuava por perseguição político-ideológica e ainda denunciou que existe uma estrutura na Governadoria que atua para fiscalizar o que policiais postam nas redes sociais.

Em conversa com o blog, o tenente-coronel externou a indignação contra o que ele classificou como “patrulha digital”, que é composta por polciais para fiscalizar policiais civis e militares e que usa a estrutura da Governadoria. Ele também afirmou que não quer ser político como se especulava e que só quer ficar sossegado.

“Eu não quero ser político, não quero ser nada, só quero ter sossego, mas ninguém me deixa sossegado. Na verdade, eu saí do Batalhão mesmo por conta dessa patrulha digital. Tem uma equipe de policiais que ficam na Governadoria printando tudo o que os polciais civis e militares falam e comentam nas suas redes sociais. Falei umas besteiras mesmo com amigos meus, discutindo política”

Trigueiro disse que estava em um momento de confraternização que acontece semanalmente dentro do Batalhão de Choque e reconheceu que se excedeu, exatamente por estar em um momento pessoal e de ter sido alvo da patrulha digital, inclusive recebendo recomendações de apagar as fotos da confraternização. Ele pontuou que, quem se sentiu ofendido, que pode processá-lo.

“Eu fiquei puto. O problema foi porque postei uma foto no Recanto do Guerreiro. Estou há dois anos no Choque e, toda sextas-feira a gente se reúne lá, almoça e se confraterniza. Do nada, um companheiro meu pedindo pra eu tirar a foto e eu aloprei, sabendo que a patrulha digital me monitora. Vivo em um regime democrático de direito. Se eu ofendi alguém, peço desculpas pelo exagero. Essa pessoa que se sentiu ofendida pode me processe. Eu não vou viver me policiando e me patrulhando, sem discutir com meus amigos, proque tem um grupo de polciais na Governadoria observando tudo que policial posta. Que diabos de democracia é essa? Eu quero minha liberdade”, desabafou.

Opinião dos leitores

  1. Lamento saída de trigueiro onde tem uma família dedicada a Polícia.Grande profissional.Abs Roberto lira.

  2. Parabéns Cel estamos juntos,apesar de tambem ser policial,mas APC tem nosso apoio,nao podemos ficar a mercê dessa putaria instalada em nosso RN e tambem em nosso Pais,ser monitorado por PeTralhas e Bandidos. Deveriam todos seguir o seu exemplo e botar pra torar,somos donos do nosso ideal e quem nao gostar se reie. Tamo junto, se alguem nao gostou coloquem todos os policiais na justiça, pois toda a classe esta saturada de perserguicao e safadezas. O Brasil està mudando e tudo isso tem que acabar. Patria Amada Brasil. Todos por Cel Trigueiro.

  3. Ten cel Trigueiro, mande esses vermelhos para Papa Queijo Papa. Estamos com você. Alguns vermelhos postando merda.

  4. Apoio incondicional ao Ten. Cel. Trigueiro. Oficial altamente capacitado, operacional. Quanto a esse governadora, as merdas que ela ta fazendo vamos cobrar na próxima eleição. Eu jamais votaria nela, so que agora vai ter um robor digital apontando as suas merdas.
    Prazer, eu sou o robor digital. Ezequiel

  5. Policial de alta competência, operacional ao extremo, agora fica um bocado de FDP puxa saco do governo só querendo detonar o bom policial, é por isso que essa porra da PM não tem moral , pois só sobrevivem os inoperantes e puxa saco. Vergonha, simplesmente vergonha.

  6. Infelizmente quem perde somos nós pois um comandante altamente operacional é isso mesmo comandante existe essas almas sebosas em todo quanto mangote de babão dessa governadora de bosta

  7. Se for verdade as postagens já divulgadas, fica a pergunta: pode beber dentro dos órgãos públicos?
    E mais especificamente: dentro de uma unidade militar?
    Essa é uma postura digna de um servidor público, e especialmente de um militar, comandante, oficial superior?
    Lamentável ver as máscaras alguns falsos moralistas defensores dos valores morais da família, tradição e bons costumes, caindo por terra…
    Precisa dizer algo mais?

  8. Me desculpe Tenente mais policial Militar tem limites, não pode ficar falando besteira igual ao civil, antes do Sr assumir o cargo vc sabe como é as normas.

  9. Tudo é licito, porem, nem tudo nos comvem. Conheço o cel Trigueiro à fundo, nunca vi uma criatura mais respeitadora do que ele, porderá existir igual. Se ele fala brincadeiras no meio dos colegas e amigos é porque existe um relacionamento de confiança, mas em todo lugar tem aquele que se apresenta como amigo, mas não perde oportunidade para extravasar o seu desejo de traição.
    Contudo, podemos sim nos confraternizar: em casa, no club, na rua, onde quer que seja, as forças armadas fazem isso. Parabens, trigeueirao, pela forma de agir, de pensar e de sentir, vamos cagá e andar pra esses petralhas travestidos de polícia. KKKKKKKKKKKK…..

  10. Todo o meu apoio e respeito ao Ten. Cel. Rodrigo Trigueiro.
    É de Homens assim que estamos precisando na Gloriosa PM! Faço minhas as palavras do Coronel…
    Patrulha vermelha vá tomar no C… antil.

  11. O que falta nesse País é mais Policiais como o Ten Cel Trigueiro, de coragem e atitudes, outra coisa que falta e vergonha na cara dessa Esquerda Charlie Uniforme, e esses Polícias "Anti- Facistas" que traem os Companheiros de profissão por causa de um cargo Comissionado, pra mim são uns sacos de fezes!

  12. Se houve exageros por parte do comandante, tem que respeitar o Estado. Não sou a favor de Fátima, mas tem que ter controle mesmo!

  13. Só teria uma pergunta a fazer:
    Onde estão aquele grupelho de bajuladores da Governadora que se auto intitulam "Policiais contra o fascismo"?
    Será que ter ideias políticas contrárias ao Governador plantonista é motivo para ser perseguido? Isso não é fascismo também?
    Eles vão fica caladinhos, com medinho de perderem alguma boquinha ou mostrarão que formam um grupo sério e denunciarão esse abuso?
    Aguardemos.

  14. Art 5° Ins IV da CF do Brasil, liberdade de expressão, esse art da CF vale pra todos os Brasileiros sem distinção, ok!! Vamos deixar de hipocrisia!!!

    1. Mas a liberdade tem limites. Um oficial superior beber nas instalações públicas. Ele é comandante de um grupo. Representa o estado como braço armado, ir pras redes sociais postar xingamentos e pornografia não é uma liberdade o qual a sociedade lutou pra constar na carta magna.

  15. Culpa do PT também??? Kkkk minha gente se todo mundo que comete erro botar a culpa no PT vai ser de lascar né?? Muito mimimi, ele mesmo admitiu que se excedeu, pronto , ponto final , esqueçam esse negócio de Lula, PT etc……Tá enchendo o saco já!!!

  16. É a subserviência política. Mesmo sendo concursado, cursado e qualificado, é obrigado a aceitar essa subserviência. Agora existem os vigilantes comissionados, encarregados de prejudicar os servidores concursados.

  17. Corre nos bastidores da PM que existe um grupo de policiais, denominados "anti-fascistas", que se ocupam em vasculhar as redes sociais dos integrantes das corporações policiais para ver quem votou em Bolsonaro ou é contra PT. Não sei até onde procede, mas onde tem fumaça tem fogo.

  18. Ele tem que reclamar do regimento da PMRN, criado ainda no governo Lavoisier, que cerceia esse direito aos militares estaduais, exigindo conduta diferenciada… A governadora, se está "patrulhando" mesmo, está só cumprindo a lei.

  19. Governo amoral. Os apaixonados elegeram essa turma. O pai deles, Lula, fez o Brasil pagar mais de 17 mil por mês para uma "namoradinha". Por falar nisso, cadê as empoderadas e as feministas petistas para reclamar o espaço digno das mulheres ao ex-presidente, hoje bandido condenado?

  20. O comando da PM tem q regulamentar e divulgar junto a tropa como proceder diante das redes sociais. O Coronel encher a cara dentro do batalhão, postar que bebe nas instalações públicas , postar pornografia e agora se coloca como vítima do sistema. Além de ser afastado, era pra abrir procedimento militar com o mesmo.

    1. Ele usou as redes sociais pública ou privada?
      Não vejo fatos que caractetizasse abertura de investigação. No Brasil a maioria dos ambientes militares buscam maior confraternização com seus integrantes.
      Aqui no meu Estado já teve um Cmt G oriundo do EB que incentivava nos sábados eventos sociais com oficiais e sargentos.
      O TC Trigueiros conheço qdo ele foi Aluno CFO.
      Nos policiais militares estamos na situação muito baixo devido nosso próprio comportamento devido ausencia da camaradagem.
      No mundo civil nunca vi alguém esculalhando seus pares e ou semelhantes.
      TC Trigueiro seu amigo aqui do Norte pensa assim tbm; polícia é de Estado e não de governo. Estou contigo meu irmão.

      Att. David Assunção Asp 94 formado na PMBA.

  21. Toda sexta os PMs do batalhão de choque tem essa confraternização. Enchem a cara (dentro do batalhão)e saem dirigindo seus veículos (motos , carros). A blitz da lei seca já pode programar no final da tarde de sexta uma nova blitz. Kkk

  22. Parabéns Tem. Cel Trigueiro. Estamos na sua luta tbm.
    Liberdade é ser livre em um estado de direito. Mas o estilo PT é assim e Fatão tá pouco se lixando pra classe social de PMs.

  23. É, o servidor público tem que tomar cuidado com as redes sociais, e sendo militar, o nível de rigor é maior. Não é nem questão de ideologia, é decoro mesmo.
    Todavia, é preciso normas claras sobre redes sociais, para evitar que estas situações se repitam.

  24. Lógico q tem q ser afastado. O policial coloca em redes sociais bebendo dentro do batalhão com outros policiais e postando um monte de palavrão. Não é postura pra um oficial superior. Ele representa o estado. Não pode fazer esse tipo de postagem, manchando a pm com conteúdo pornográfico sem noção nenhuma da posição e da postura q tem q ter. Ele naquele mimento esta dentro das instalações públicas e representando a instituição e o estado. Errou o coronel e agora fica de mimimi dizendo -se perseguido. A partir desse momento o comando da pm deve apresentar a todos os policiais uma cartilha de como se comportar diante das redes sociais , assim como existe nas instituições federais (PF e PRF).

    1. Com certeza vc deve ser outro esquerdopata… sabe de nada imbecil, a confraternização dentro de quarteis com bebida alcoólica não é crime, na maioria das instituições militares têm essa prática, os policiais que estavam ali não estavam de serviço, e o quartel é nossa segunda casa. Antes de comentar merda nas redes sociais procure ter o mínimo de conhecimento . Parabéns coronel! Só falou verdades. Tmj.

    2. E vc é um santo que não chama palavrão? Deve ser um lord inglês vivendo em Natal, né?

    3. Então não pode reunir-se no local de trabalho, no seu momento de folga para se confraternizar com os colegas de farda, porem é aceitável avacalhar uma sessão do senado federal, ocupar á tribuna, e fazer da mesma local para refeições, tudo isso no meio dos trabalhos legislativos?democracia e ideologia petista é assim mesmo!!

    4. Voce deve ser um retardado esquerdista, nao sabe de nada e fica conversando merda com comentarios esquerdista, existe sim policiais baboes que estao querendo se promover as custas alheias sim, sempre foi assim e agora com maior intensidade, não vi conteúdo pornográfico nenhum, quem conhece o TC sabe de sua índole não aponte pra não ser apontado babaca.

    5. Os q estavam na bebedeira dentro do batalhão se pronunciaram. Nenhum vem com argumento convincente. Atacar o interlocutor é a tática . Encher a cara dentro do batalhão, sair dirigindo seus próprios carros (bêbados) postar xingamentos e pornografia em rede social não é atitude que se espera de um oficial superior. Transgrediu. Foi afastado e deve responder o procedimento. Isso é o que deve ser feito e ponto final. Agora fica de choradeira junto a blogueiros e imprensa.

  25. BG.
    E é porque vivem enchendo a boca com o nome democracia, uma vergonha. Parabéns tenente coronel pela sua independência.

    1. São assuntos distintos, uma coisa é tomar um "biricutico" dentro do quartel, até aí não vejo problema. Quem foi ou é militar sabe que dentro dos quarteis existe essa "tradição" desde que não esteja de serviço não vejo problemas. Uma exceção nas forças armadas por exemplo: e que Marinheiros/Soldados e Cabos não podem consumir bebida alcoólica dentro da caserna, apenas Sgt's/S.Oficiais e oficias. Agora fazer postagens usando palavras que não condiz com a postura militar usando palavras de baixo calão é feio para um Civil imagina para um militar, se fosse um Soldado que fizesse isso sem dúvidas que iria responde administrativamente e iria ter que retirar a postagem (para começar ) , infelizmente ele foi infeliz nos comentários dele, o militar representa o Estado concordando ou não concordando .

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Gastronomia

Confira tudo o que rolou no Papo de Fogão deste sábado

Confira as receitas do Papo de Fogão para fazer um espaguete ao frutos do mar no papelote e, na Dica Rápida, os mexilhões ao vinho branco.

Espaguete ao frutos do mar no papelote

Ingredientes para 4 porções
100g de filé de camarão
200g de peixe em cubos(Dourado/Tilápia/Robalo)
100g de anéis de lula
100g de mexilhões na concha
200g de vôngole na concha
4 lagostins cortados ao meio
250g de espaguete
½ k de polvo cozido
1 cebola ralada
3 dentes de alho ralado
2 tomates cortados em cubo
200ml de molho de tomate
3 colheres de sopa de cebolinha picada
Sal a gosto
Azeite
Papel alumínio

Modo de preparo
Cozinhe o espaguete por 5 minutos, escorra, lave com água fria, coloque um pouco de azeite, misture e reserve.
Tempere os camarões, o peixe, a lula e a lagosta com sal e pimenta do reino a gosto.
Em uma panela coloque azeite, a cebola, o alho e refogue por 1 minuto, acrescente os anéis de lula e os tomates e refogue por 2 minutos.
Acrescente o molho de tomate e deixe ferver por 8 minutos.
Acrescente as lagostas, os mexilhões, o vôngole, misture e deixe cozinhar por 5 a 7 minutos.
Acrescente o polvo, os camarões e misture.
Após 2 minutos acrescente o peixe, misture e desligue o fogo.
Em uma placa/assadeira coloque o papel alumínio num tamanho que tenha como fechar.
Coloque a massa e o molho com os ingredientes e feche o papel alumínio formando um saco/papelote(se preferir faça quatro sacos e coloque uma porção em cada saco, dividindo o molho e os ingredientes para cada saco/papelote).
Leve ao forno preaquecido a 240g por 10 a 15 minutos.
Sirva no papelote.

Preparo/cozimento: 35 min

Dica Rápida – Mexilhões ao vinho branco

Ingredientes:
1k de mexilhões fresco na concha
½ cebola roxa picada
½ cebola branca picada
3 dentes de alho picados
3 colheres de sopa de cebolinha picada
3 colheres de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de sal
200ml de vinho branco seco

Modo de preparo:

Em uma panela coloque os mexilhões, o sal, as cebolas, salsa, cebolinha e o alho. Misture bem.
Acrescente o vinho branco e cozinhe por 10 a 15 minutos, até todas as conchas se abrirem.
Sirva em seguida.

Preparo: 5 min
Cozimento: 15 min

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Suspensão da Avianca pode cancelar mais de 8 mil voos até o fim do ano

Se a operação da Avianca Brasil continuar suspensa até o fim do ano, mais de 8 mil voos podem ser cancelados até lá. Na sexta-feira (24), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) barrou todos os voos da companhia até que ela comprove capacidade para manter as atividades em segurança.

De acordo com os dados informados pela própria Avianca para a Anac, a companhia aérea tem 8.646 voos programados até o fim do ano. Em média, são 39 por dia.

Quarta maior companhia aérea do país, a Avianca Brasil entrou em recuperação judicial em dezembro do ano passado. De lá para cá, a empresa já cancelou milhares de voos, além de suspender a operação em diversos aeroportos. Reduzida, só concentra suas atividades em Congonhas, Santos Dumont, Brasília e Salvador.

Na sexta, pilotos e comissários da empresa fizeram uma greve nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Os funcionários da empresa alegam que não estão recebendo salários e nem o depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Procuradoria busca blindagem para proteger acordos com delatores

O Ministério Público Federal está em busca de uma vacina para proteger os acordos de delação premiada negociados por seus integrantes contra um novo tipo de questionamento, provocado pela decisão de várias empresas de pagar indenizações milionárias a executivos que se tornaram colaboradores.

Uma comissão responsável pelo monitoramento dos acordos foi encarregada de estudar o assunto e propor orientação aos procuradores. O objetivo é evitar que a prática adotada até aqui alimente dúvidas sobre a legalidade das delações e coloque em risco as investigações em curso e seus desdobramentos na Justiça.

Empreiteiras atingidas pela Operação Lava Jato gastaram centenas de milhões de reais nos últimos anos para pagar multas, despesas com advogados e indenizações a ex-funcionários que confessaram crimes e colaboram com investigações sobre corrupção.

Essa prática nunca foi segredo para os procuradores do outro lado da mesa e sempre foi considerada essencial para assegurar a cooperação dos executivos, mas começou a criar desconforto por causa de questionamentos de advogados, delatores e até acionistas.

“Não há como o Ministério Público se imiscuir nas tratativas das empresas com seus funcionários, mas é preciso evitar que gerem insegurança sobre a legalidade das colaborações”, diz a procuradora Samantha Dobrowolski, coordenadora do grupo encarregado de examinar o assunto.

Nos últimos meses, seis ex-funcionários da Odebrecht que colaboram com a Lava Jato foram questionados sobre os pagamentos da empresa ao depor como testemunhas nos processos em andamento em Curitiba. Eles admitiram que continuaram recebendo da empresa após se tornarem delatores e serem demitidos.

Os questionamentos foram feitos por advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de outros réus e causaram incômodo. Procuradores manifestaram contrariedade com as perguntas, e os delatores evitaram dar explicações detalhadas sobre os pagamentos que recebem.

Numa audiência em junho, uma pergunta sobre o tema foi vetada pelo então juiz federal Sergio Moro, que conduziu os processos da Lava Jato em Curitiba até deixar a magistratura para participar do governo Jair Bolsonaro (PSL). “Não vejo pertinência a uma coisa que é feita pela empresa e uma coisa que é feita no acordo [de colaboração]”, disse.

Além de assumir despesas com multas e advogados, a Odebrecht se comprometeu a compensar os ex-funcionários pela perda de bens confiscados pelas autoridades e por danos causados à sua reputação pessoal, já que a exposição dos crimes praticados dificulta para a maioria a volta ao mercado de trabalho.

Os pagamentos são mensais e os valores são próximos dos salários que eles recebiam quando trabalhavam para a Odebrecht, segundo delatores e advogados consultados pela Folha. Todos têm a garantia de que receberão o dinheiro até o cumprimento das penas previstas pelos acordos fechados com o Ministério Público.

Até o fim do ano passado, a Justiça arrecadou R$ 533 milhões com multas devidas pelos 77 executivos da Odebrecht que se tornaram colaboradores em 2016, segundo balanço divulgado pelo Supremo Tribunal Federal. Procurada pela Folha, a empresa não quis se manifestar sobre o assunto.

Para o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, o vínculo mantido pela empresa com os delatores mina sua credibilidade. “Eles são pagos para sustentar versões, e os pagamentos põem em xeque a voluntariedade exigida pela lei no processo de colaboração”, diz.

Mas procuradores e advogados que participaram da negociação desses acordos afirmam que mecanismos previstos pela legislação minimizam os riscos. Delatores devem apresentar provas, ou apontar aos investigadores o caminho para encontrá-las, e estão sujeitos a punição se mentirem ou esconderem informações.

“A possibilidade de um colaborador mentir ou omitir fatos de que tenha conhecimento existe mesmo sem as indenizações das empresas, e os mecanismos previstos pela legislação tornam esse tipo de comportamento muito arriscado”, afirma Dobrowolski.

Cinco ex-funcionários da empreiteira OAS que fecharam acordos de delação premiada com o Ministério Público no ano passado receberam indenizações dos controladores da empresa quando as negociações com os procuradores estavam no início, em 2016.

Cada um recebeu cerca de R$ 6 milhões, pagos como se fossem uma doação do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e do seu principal acionista, César Mata Pires. Outros três executivos da empresa que se tornaram delatores não tiveram indenização, e um deles reclamou à Justiça do Trabalho, mas o pedido foi recusado.

Ao recorrer ao Superior Tribunal de Justiça contra a condenação de Lula no caso do tríplex de Guarujá, a defesa do ex-presidente usou o exemplo para tentar desqualificar o testemunho de Léo Pinheiro, que foi crucial para incriminar o petista. Mas os ministros do STJ concluíram que as indenizações pagas aos delatores da OAS nada tinham a ver com o caso de Lula e descartaram o exame do assunto.

Em abril deste ano, acionistas do grupo CCR aprovaram um pacote de indenizações para 15 ex-funcionários que aceitaram colaborar com a Lava Jato. O programa da empresa prevê pagamentos mensais aos executivos por cinco anos e gastos de R$ 71 milhões, sem contar as despesas com multas e advogados.

Acionistas minoritários criticaram o pacote, mas os controladores da CCR –as empreiteiras Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa e o grupo Soares Penido– prevaleceram com o argumento de que o acordo com a Lava Jato era essencial para a sobrevivência da empresa e teria sido inviável sem a cooperação dos executivos.

Para o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, os acertos com os ex-funcionários reduzem a confiança nos programas adotados pelas empresas para aperfeiçoar controles internos. “Se a empresa indica que pode se responsabilizar por tudo, é como um incentivo para o comportamento criminoso”, afirma.


Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Os caras são pagos para dizer o que os patrões mandam em um processo judicial e está tudo certo? É a desmoralização do sistema judiciário aceitar esse tipo de acordo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *