O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste sábado (22), que “há pedidos” de políticos pela indicação de ministros.
“Não pretendo mudar ministros, você sabe que há pedidos, é natural. O ministério que mais pedem é o da Minas e Energia, não sei por quê. Ninguém pede o da Damares [Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos]. É natural acontecer isso aí, a gente conversa, se expõe e se explica e grande parte deles [líderes políticos] entende a situação que nos encontramos”, disse Bolsonaro, pouco depois de deixar o departamento médico do Palácio do Planalto, onde fez exames de rotina.
Bolsonaro alegou que o Brasil não pode voltar a ter “ministros de partido.”
“Vamos supor que eu dê o ministério X para tal partido. Daí o PV me pede o Meio Ambiente e bota o Zequinha [o ex-ministro Sarney Filho] lá. Como fica o agronegócio? Todos pedem com essa política de querer botar o meu homem ou mulher nesse ministério. Todos pedem, sem exceção”, declarou.
O mandatário argumentou ainda que “pela primeira vez” há no país um presidente “horando o que prometeu na campanha”. “O que eu mais ouço falar, o pessoal mais tranquilo, parlamentar antigo, é que hoje ele tem acesso a todos os ministérios”, disse Bolsonaro. “Antigamente ele tinha acesso ao ministério do partido dele. Isso que mudou”, acrescentou.
Bolsonaro voltou a falar sobre a articulação política do seu governo.
Por meio de medida provisória publicada na quarta-feira (19), o presidente transferiu a articulação política de Onyx Lorenzoni (ministro da Casa Civil) para o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).
Lembrando que Onyx é seu aliado de longa data, Bolsonaro disse que o chefe da Casa Civil “é um bom articulador”. Mas emendou: “A situação é difícil dele, é o fusível que tem a menor resistência, queima mais rapidamente, segundo dizem por aí.”
Nesta sexta-feira (21), o presidente usou uma analogia semelhante para se referir aos ministros que despacham no Palácio do Planalto.
“Bem, todo mundo diz, e é verdade: tem três ministérios aqui dentro [do Planalto], Secretaria do Governo, Secretaria-Geral e Casa Civil, que são fusíveis. Para evitar queimar o presidente, eles se queimam”, afirmou o mandatário, na sexta-feira.
Bolsonaro também comentou, neste sábado, a demissão do general Carlos Alberto dos Santos Cruz da Secretaria de Governo, que ocorreu na quinta-feira (13).
O presidente disse que não tem “nada pessoal” contra Santos Cruz, mas alegou que seu ex-auxiliar tinha “uma difícil articulação conversando com parlamentares.”
Citando que o substituto de Santos Cruz, general Ramos, já foi assessor parlamentar do Exército, Bolsonaro disse que seu novo ministro “tem bom trânsito com parlamentares”. “É uma pessoa de comportamento alegre em relação ao anterior. Então isso vai ajudar a quebrar barreiras com toda certeza”, concluiu o presidente.
Folhapress
Comeu o que? Quase 3 décadas por lá e não há NADA contra ele. E já vasculharam TUDO o que podiam. Aliás, ele recebeu até elogios de corruptos por não participar das falcatruas. Lembra do que disse Sérgio Machado? E os Odebrecht? Seus "heróis" podem se gabar disso? Da cadeia? Rsrsrsrs.
Desconfio que esse rapaz é um filho que Bolsonaro teve fora do casamento.
Não creio que seja filho, apena um devoto do Messias com nenhum senso crítico, qualquer um que discorde é petista, gayzista, abortista, venezuelista, antipatriota…
Realmente não tem jeito pra esse país, todos só pensam no bolso e no partido só no ano de eleição que pensam 10% no povo.
A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), participa que poderão ser observados ventos fortes de direção Leste a Sudeste até 60km/h (33 nós) entre o litoral do Rio Grande do Norte, ao norte de Touros (RN) e o litoral do Maranhão até São Luis (MA), entre o dia 21 à noite e 12 horas do dia 23.
A Capitania dos Portos recomenda que as embarcações de pequeno porte evitem a navegação e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e mais itens de segurança.
Maiores informações sobre as previsões meteorológicas poderão ser obtidas no site do Centro de Hidrografia da Marinha – CHM – no endereço www.mar.mil.br/dhn/chm/meteo/index.htm
Transmitindo ao vivo em sua página no facebook, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN vai inserir um interprete de libras na transmissão da final do Arraiá Quatrocentão, que acontece neste sábado (22), no ginásio de Esportes Senador Luiz de Barros, em Santo Antônio do Potengi. Seis quadrilhas juninas disputam o título de 2019. A campeã representa o Rio Grande do Norte no “Nordestão de Quadrilhas Juninas”.
“É de extrema importância darmos maior atenção às pessoas com deficiência auditiva. A Prefeitura tem uma secretaria municipal da Pessoa com Deficiência; a de Educação tem um centro de atendimento especializado; e agora a Comunicação vai transmitir, pela primeira vez, um evento com interprete de libras. Precisamos promover a inclusão em todas as áreas”, ressaltou Rodolfo Maia, secretário de Comunicação e Eventos.
Após experimentar derrotas em série no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu ontem que seu governo enfrenta problemas na articulação política. Ele atribuiu as dificuldades à “inexperiência” e admitiu que teve de adotar o modelo que era usado no Palácio do Planalto de Michel Temer.
O mea-culpa veio ontem, mas as mudanças já haviam sido oficializadas na quarta-feira por medida provisória. Nela, o presidente tirou a articulação política da Casa Civil, chefiada por Onyx Lorenzoni (DEM). “Quando montamos aqui, no primeiro momento, por inexperiência nossa, tivemos algumas mudanças nas funções de cada um que não deram certo”, disse o presidente em entrevista. “Em grande parte, retornamos ao que era feito em governo anterior.”
Bolsonaro se referia ao arranjo vigente até 2018, onde a Secretaria de Governo cuidava simultaneamente da articulação política e da liberação de emendas aos parlamentares. No governo Temer, o posto foi ocupado por Geddel Vieira Lima (MDB-BA), que hoje está preso, por Antônio Imbassahy (PSDB-BA) e por Carlos Marun (MDB-MS).
Agora, a Secretaria de Governo será comandada pelo general da ativa Luiz Eduardo Ramos, recém-nomeado por Bolsonaro para o cargo. Ao anunciar sua chegada ao governo, na semana passada, o presidente enfatizou que o auxiliar tivera experiência como assessor parlamentar e que, por isso, ajudaria muito no trato com o Congresso. O anúncio da ampliação dos poderes da Secretaria de Governo veio depois.
Em entrevista à revista Veja, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que “o problema da articulação política não é do ministro, mas do governo”. “A gente sabe que isso não é tão fácil sem a participação direta do presidente”, afirmou.
A condução da articulação política por Onyx era alvo de críticas por parlamentares de diferentes matizes. Na abertura dos trabalhos legislativos, ele se indispôs com Maia ao tentar costurar uma candidatura alternativa e bloquear sua reeleição. Fracassou. Ao mesmo tempo, ganhou fôlego ao apoiar a eleição de Davi Alcolumbre (DEM-AP) contra Renan Calheiros (MDB-AL).
Os problemas, porém, foram se avolumando. Na semana passada, houve uma derrota emblemática. O Senado derrubou decretos que flexibilizam o porte de armas, promessa de campanha de Bolsonaro. Ele chegou a fazer um apelo aos deputados, em ‘live’ no Facebook, para que não enterrem a iniciativa.
Líderes do Centrão costumavam desferir as críticas mais contundentes, argumentando que o governo tinha dificuldade de dialogar e tentava “criminalizar” todo tipo de negociação política. Mas, até integrantes do PSL, partido do governo, vez ou outra disparavam contra o Planalto.
“O presidente percebeu que não estava funcionando. Deve ter recebido muitas reclamações e tenta dar outro norte ao governo”, disse o líder do PSL na Câmara dos Deputados, deputado Delegado Waldir. Segundo ele, mais do que ajustar o desenho, é importante encontrar “a pessoa certa para o lugar certo”, porque o Parlamento “gosta de respeito”. “Para articulação política, tem que ter jogo político, humildade, respeitar os parlamentares, tem de ser amado pelo Parlamento ou não vai dar conta do serviço, não”, disse Waldir.
Bolsonaro tem tentado preservar Onyx e evitou culpá-lo pelos resultados ruins no Congresso. “Onyx está fortalecido pelo PPI”, disse, referindo-se ao Programa de Parceria em Investimentos, que cuida de concessões e privatizações e passou para a Casa Civil. Onyx é aliado de primeira hora de Bolsonaro e já integrava seu time antes de ele se firmar nas pesquisas.
Estadão Conteúdo
Em tudo Aninha.
Tá tudo certinho, existe altos e baixos NORMAIS pra um início de governo reformista. São apenas cinco meses de governo, repito, cinco meses de governo, é humanamente impossível, deixar tudo brilhando, após de 13 anos de CAOS, ROUBO, LADROEIRA PETISTA. Nem uma fada com uma varinha de condão dava jeito, no estrago que os aloprados fizeram.
Entendeu??
De tempo ao tempo que tu vai vê o show do novo governo tá??
A governadora Fátima Bezerra e a equipe econômica do Governo estiveram reunidos nesta sexta-feira (21) com representantes do Banco Mundial. O encontro é mais uma etapa do processo de adesão do Estado ao Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF), encaminhado pelo Governo Federal na primeira semana de junho ao Congresso Nacional. Esse plano prevê empréstimos aos Estados com nota C na capacidade de pagamento e com garantia da União.
Nessa reunião com o Banco Mundial, o Governo fez uma explanação de como encontrou o Estado e quais medidas já foram adotadas na busca do equilíbrio fiscal e do aperfeiçoamento da gestão, a exemplo da revisão de contratos e de benefícios, projeções e auditorias. Uma demonstração detalhada desse primeiro semestre de gestão. A reunião busca esclarecimentos e propostas para dar transparência ao processo, como um dos passos para a negociação com a instituição financeira que será a financiadora do PEF ao Rio Grande do Norte.
“As reuniões de hoje fazem parte do processo de adesão do Estado ao Programa de Equilíbrio Fiscal do Governo Federal. Estamos atuando em quatro frentes: uma das frentes é responder à Secretaria do Tesouro Nacional uma série de formulários, que mostram qual é a nossa realidade fiscal, a aprovação da legislação no Congresso Nacional é uma outra frente de trabalho, bem como a aprovação de legislação específica também em âmbito local e por fim com as instituições financeiras que irão participar desse processo”, explica Aldemir Freire.
O Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte duas legislações que o secretário de Planejamento considera fundamentais para a adesão ao PEF. “A PEC do crescimento sustentável das despesas e a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2020, elas são pontos de partida para o equilíbrio fiscal e financeiro do Estado nos próximos anos e para a adesão do RN ao Programa de Equilíbrio Fiscal, que no período de quatro anos pode render ao Estado R$ 1,3 bilhão”, ressaltou Freire.
Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF)
O Governo Federal encaminhou, na primeira semana de junho, o Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) ao Congresso. Esse plano prevê empréstimos aos Estados com nota C na capacidade de pagamento e com garantia da União. O RN pretende receber R$ 1,3 bilhão, repassados em tranches (divisões contratuais) sob condição de o Estado melhorar anualmente sua capacidade de pagamento até atingir nota B até 2022. Esse empréstimo será concedido por bancos. E como condição para receber, os Estados precisam aprovar algumas leis e um plano que permita aos mesmos recuperar o equilíbrio fiscal no período de 4 anos.
Kkkkkkkk. Como FATÃO vai diminuir custos, inchado a máquina e dando aumento de 16% ao judiciário, não vendendo a Caern e nem fazendo adesão ao plano da previdência? Só se o banco mundial for louco pra levar calote.
Dinheiro de banco é um PALIATIVO, mas pra frente vai estourar de novo e não vai ter banco pra emprestar, o estado não vai ter dinheiro sequer pra pagar esses PAPAGAIOS.
Quando Dilma foi visitar o comparssa maduro, Henrique Alves ficou como presidente,ai ele assinou a construção desse aeroporto nas terras do pai dele chamado Aluísio Alves, em caráter de concessão, por 49 anos, manobra política com a famia idolatrada de Parnamirim.
Avião ñ é alternativo p/pegar passageiro em casa, hoje todos aeroportos são distantes das cidades ( mas de trinta anos o de Belo Horizonte era longe, Guarulhos e outros) .
Esta desgraça, nem era para acontecer, serviu so para corruptos, com certeza vai se acabar, tudo que se rouba um dia a desgraças chega, estamos vendo acontecer
Já disse ( e muitos também disseram…) que esse aeroporto de S. Gonçalo é apenas e tão somente mais um arrumadinho de nossos políticos para se dar bem.
Só aqui no RN se fecha uma equipamento como o antigo e ótimo Augusto Severo.
Bem feito… parece que o "negócio" não gerou fruto$.
Qual o problema?
Basta o Governo RN pagar para fazer propaganda e pronto. Manter o aeroporto custa caro, e a concessionária deve fazer propaganda para clientes que querem divulgar seus destinos.
Esse aeroporto de SAO GONÇALO, LONGE DE TUDO E DE TODOS, muito breve vai fechar as portas, e assim teremos de volta o nosso verdadeiro aeroporto que é o de PARNAMIRIM, PERTO DE TUDO E QUERIDO DE TODOS.
Não eh errado ter divulgação do destino Recife aqui em Natal, eh errado se não houver divulgação do destino Natal lá em Recife, João Pessoa, Maceió… Eh uma questão de estratégia de marketing. Será que nossa secretaria de turismo pensa nisso?
A decisão do Tribunal de Contas da União de bloquear os bens de Emílio e Marcelo Odebrecht em ação que apura prejuízos ao erário causados pelo grupo que leva o nome da família é tratada como marco para processos que tramitam na corte.
O argumento de que eventuais multas poderiam inviabilizar o funcionamento de empresas, nesse caso, dizem integrantes do tribunal, fica vencido, já que a medida não atinge o caixa da empreiteira. Solução semelhante pode ser usada em outros processos. A Andrade Gutierrez está na fila de julgamentos do TCU.
Rubens Ricupero está na lista de credores da Odebrecht. O valor anotado é de R$ 105 mil. A CDN, gestora de crises de comunicação, também. Nesse caso, a conta é de quase R$ 2,1 milhões.
Desde que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC) começou a cortar a taxa básica de juros (Selic), a partir de outubro de 2016, o brasileiro que compra produtos financiados tem pagado a conta do não repasse integral da queda da Selic para a taxa ao consumidor, aponta o estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Nos cálculos da entidade, há casos em que a prestação ficou quase 15% mais cara.
A despesa maior com juros é visível nos itens de maior valor. Na compra de um veículo de R$ 30 mil, por exemplo, financiado em 42,3 meses, o comprador pagava uma prestação de R$ 960,82, levando em conta os juros médios apontados pela pesquisa do BC em abril deste ano, de 21,12%. Se o corte da taxa básica de juros tivesse sido repassado integralmente para o consumidor, a taxa seria de 11,74% ao ano e a prestação de R$ 838, nas contas da CNC.
Com isso, quando o comprador terminar de pagar o financiamento do carro, ele terá desembolsado R$ 42.016,85. Se o empréstimo tivesse sido contraído pela taxa menor, o carro custaria R$ 36.6545,85. É uma diferença de R$ 5.370,99.
“Para o consumidor, o não repasse integral da queda dos juros básicos às taxas finais representou um maior peso na parcela mensal dos financiamentos, especialmente diante da relativa estabilidade da massa de rendimentos”, diz o economista-chefe da CNC e responsável pelos estudos, Fabio Bentes.
Spread
Para o economista, não só o repasse do corte da taxa básica de juros não foi integral para o consumidor como o spread bancário caiu menos que a Selic. O spread é a diferença entre a remuneração que o banco paga ao aplicador para captar o recurso e quanto esse banco cobra para emprestar.
Em outubro de 2016, o spread era 23,9% e terminou 2018 em 16,9%, mas voltou a subir este ano. Em abril estava 19,3%. De outubro de 2016 a dezembro de 2018, o spread caiu 41% e neste ano subiu 14%. No período todo, a queda foi de 20%. “O spread caiu menos do que a Selic (- 54,4%) no período e a gordura dos bancos aumentou”, afirma o economista.
Métricas diferentes
A Febraban, que reúne os bancos, reforça, porém, que houve redução no spread e nos juros – considerando a comparação de taxas em pontos porcentuais, metodologia usada na avaliação da entidade. Em nota, a Febraban afirma que “a queda da taxa de juros foi acompanhada da redução do spread bruto bancário”. Em abril deste ano o spread atingiu 45,8 pontos porcentuais nas operações de crédito com recursos livres para pessoa física, ante 62,3 pontos porcentuais registrados em outubro de 2016, segundo a entidade. A redução, foi de 16,5 pontos porcentuais no período.
De acordo com a Febraban, “os bancos aproveitaram a queda na taxa básica de juros para reduzir o custo do crédito ao consumidor, em alguns casos com cortes bem superiores nas taxas cobradas dos clientes”.
‘Agora a venda está péssima’
O empresário do varejo de móveis Mohamed Barakat, diz que o mercado está difícil. “Antes as vendas estavam ruins, agora estão péssimas”, afirma. Depois de ter ampliado em 7% o faturamento em 2018 em comparação com o ano anterior, ele registrou queda de 10%, de janeiro a maio deste ano. “A gente vinha com crescimento pequeno, mas neste ano vamos fechar com retração.”
Um dos fatores que explicam a reversão nos negócios é que o consumidor que comprava móveis a prazo diminui muito a sua participação nas vendas das três lojas das quais ele é sócio. Os pontos comerciais ficam na rua Teodoro Sampaio, na zona oeste da capital paulista, um tradicional corredor comercial do setor. Sob as bandeiras Kaza&Estilo, Complemento Interiores e Mosai, cada uma é voltada para um público específico: o mais abastado, o cliente de classe média e o consumidor popular.
Segundo Barakat, hoje o público que compra móveis pede desconto e paga à vista. “O cliente que não tem dinheiro na mão para pagar à vista e quer parcelar em muitas vezes está faltando.”
Ao lado do automóveis e dos materiais de construção, o setor de móveis está no rol daqueles movidos a crédito e que estão entre os mais afetados pelo não repasse integral da taxa básica de juros para o custo do financiamento ao consumidor. Em 12 meses até março deste ano, as vendas de móveis e eletrodomésticos caíram 2,1% e poderiam ter crescido quase 1%, se o juro fosse menor. Diante da dificuldade, Barakat conta que começou a olhar para dentro da sua empresa. “Estamos indo atrás de tecnologia para cortar custos.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Um conjunto de oito projetos em tramitação no Congresso, mais da metade encampada pela equipe de Jair Bolsonaro para evitar uma nova recessão, tem potencial para gerar R$ 1,4 trilhão em investimentos em dez anos, impacto maior que o da reforma da Previdência.
Diante da falta de articulação política do governo, o Congresso decidiu levar adiante a pauta econômica do país. Depois de adotar a reforma da Previdência e acelerar a tramitação da tributária, lideranças partidárias começam a elencar os projetos prioritários para um choque nos investimentos necessários para a geração de emprego.
Levantamento de Marcos Ferrari, ex-secretário de Assuntos Econômicos do extinto Ministério do Planejamento, mostra que, com os oito projetos, seria possível ampliar a taxa de investimento da economia, especialmente na infraestrutura, em 40% nos próximos dez anos, o que daria R$ 1,4 trilhão no período.
“A questão não é falta de recursos [para investimento]”, disse. “O principal é resolver gargalos. Os nós estão na escassez de projetos viáveis e na falta de eficiência regulatória.”
Para Ferrari, que deixou recentemente a diretoria de infraestrutura do BNDES, a maior parte do cálculo envolve aprimoramentos regulatórios. “Bastaria modernizar as regras de setores como telefonia, energia, saneamento e mineração para destravar investimentos”, diz. “Além disso, é preciso estabilidade nas decisões das agências reguladoras.”
Projetos como esses podem destravar aportes das empresas enquanto o governo passa por limitações orçamentárias. No primeiro trimestre, o investimento da União correspondeu a 0,35% do PIB —menor nível para o período na série histórica, iniciada em 2007.
A iniciativa privada defende que também está limitada para investir em boa parte por amarras regulatórias. Em infraestrutura, o nível de investimentos totais caiu de 2,4% do PIB em 2014 para 1,7% em 2018, segundo a Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).
Em telefonia, Ferrari afirma que os investimentos podem aumentar com o novo marco regulatório do setor, hoje sob a relatoria da senadora Daniella Ribeiro (líder do PP). O projeto garante que elas possam ficar com os bens hoje atrelados à concessão e ter mais flexibilidade na alocação dos investimentos, especialmente na declinante telefonia fixa.
Somente essas duas mudanças liberariam R$ 75 bilhões em investimento novo, pelos cálculos de Ferrari. Por ano, as operadoras investem hoje cerca de R$ 30 bilhões.
No setor elétrico, projeto de 2015 de deputados de PRB, PSDB, SD e PT pretende flexibilizar as regras para as concessionárias, tanto na geração como na distribuição, racionalizar descontos tarifários e dar liberdade para o consumidor contratar energia.
Na área fundiária, um projeto do senador Irajá Abreu (PSD-TO) pretende permitir a venda de terras para grupos estrangeiros, desde que se instalem no país. Ele acredita que o tema tenha ganhado força depois da abertura do capital das companhias aéreas para empresas estrangeiras.
Outro setor analisado é o saneamento básico, negócio hoje dominado pelo setor público. Em geral, as regras são definidas pelos municípios, quem presta o serviço é uma empresa estadual e quem financia é a União via bancos públicos.
Os poucos grupos privados que operam reclamam da insegurança jurídica. E falta recurso público diante da crise fiscal dos entes da Federação para massificar o acesso aos serviços de água e esgoto. O resultado é que diversas regiões ainda têm esgoto a céu aberto.
O governo tentou aprovar uma medida provisória para rever essa situação, mas ela caducou. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, costurou então um acordo para viabilizar a tramitação de projeto de lei do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) que substituiu a MP. A proposta passou pelo Senado e foi para a Câmara.
Estima-se que, com a mudanças, será possível levantar mais de R$ 700 bilhões em investimentos privados.
Também está no Congresso a medida que amplia a possibilidade de acordo entre entes da Federação na desapropriação de bens públicos.
Esse projeto poderá incentivar, por exemplo, obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Boa parte está parada devido à falta de recursos, mas 42% delas não seguiram o cronograma de construção por complicações, como questionamentos na Justiça.
O governo também patina na regulamentação de uma lei aprovada em 2017 que prevê a devolução amigável de concessões por empresas em dificuldade financeira. Diante da inércia, concessionárias de rodovias e a do aeroporto de Viracopos (SP) entraram em recuperação judicial.
Outro projeto que pode ser desarquivado é o que prevê a concessão de “assentimento prévio” do Conselho de Defesa Nacional aos empreendimentos de mineração em áreas de fronteira. Estrangeiros teriam menos restrições.
Única medida encampada pelo governo que avançou, o projeto de lei das agências foi aprovado em maio. Ele barra indicações políticas e decisões regulatórias que gerem custos abusivos para sua implementação.
Só uma das quatro maiores operadoras de telefonia gasta, por ano, R$ 8 bilhões no cumprimento de regras, muitas vistas como desnecessárias, especialmente na telefonia fixa.
O governo atual, aliás, encampou outros quatro projetos, herdados de gestões passadas: o marco do setor elétrico, do saneamento, das telecomunicações e a relicitação.
Atualmente, o esforço da equipe econômica para aumentar investimentos se concentra no estímulo ao mercado de capitais e no aumento da produtividade.
O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirma ser necessário fortalecer as debêntures como opção de investimento. “Ao diminuir as distorções do mercado, ganhamos eficiência econômica e produtividade, e isso se traduz no crescimento no longo prazo”, disse.
O mercado de debêntures está em franca expansão. Só na área de infraestrutura, o volume de papéis chegou a R$ 21,6 bilhões, em 2018, alta de 137% ante o ano anterior.
Ele também defende realocar recursos públicos. Nos últimos anos, diz, eles foram em boa parte direcionados para projetos não rentáveis (como estádios da Copa do Mundo).
Folhapress
Os brasileiros mais ricos possuem mais isenções e pagam proporcionalmente menos Imposto de Renda (IR) do que os menos ricos e aqueles posicionados nas faixas intermediárias de renda. É o que mostra a “Pirâmide do IR”, calculadora elaborada pelo G1 a partir dos dados disponibilizados anualmente pela Receita Federal sobre o detalhamento das declarações de IR.
Como já apontado pela “Pirâmide do IR” publicada pelo G1 em 2018, os números apontam distorções na tributação das pessoas físicas no Brasil. A ferramenta permite não só observar a dimensão da concentração de renda no país como também as diferenças entre as alíquotas de imposto pagas pelos mais ricos e mais pobres.
A Receita distribui a base de declarantes do IR em 17 faixas de renda. As 5 faixas do topo, com rendimentos acima de 60 salários mínimos, reuniram no ano passado 320 mil brasileiros, ou 1,1% do total. Essa elite concentrou 22% de todos os rendimentos declarados ao Fisco.
Já as 5 faixas da base da pirâmide, com renda mensal de até 5 salários mínimo, reuniram 15,9 milhões de brasileiros, ou 54,8% do total de contribuintes, que receberam, juntos, um valor inferior: 17,3% do total de rendimentos declarados.
Na faixa mais alta, com renda mensal acima de 320 salários mínimos por mês (mais de R$ 299,8 mil em valores de 2017), estão apenas 25.177 ‘super-ricos’, 608 a menos que o registrado no ano anterior (25.785).
Isenção maior para os mais ricos
Os números da “Pirâmide do IR” mostram não só uma alta concentração de renda como também uma concentração das isenções entre os mais ricos. Isso acontece porque a tabela progressiva do IR (de até 27,5% de imposto) só incide sobre os chamados rendimentos tributáveis.
Do total de R$ 2,94 trilhões de rendimentos declarados ao Fisco em 2018, R$ 295,7 bilhões, ou 10%, compreenderam rendimentos submetidos à tributação exclusiva na fonte (décimo terceiro salário, aplicações financeiras, participação nos lucros, entre outros).
Outros R$ 908 bilhões, ou 31%, corresponderam a rendimentos isentos de IR como lucros, dividendos, rendimentos de donos de microempresas, doações e heranças e aplicações como LCI e LCA. Desse montante total de isenções, quase metade (R$ 414,7 bilhões) ficou concentrada nas últimas 5 faixas da pirâmide.
Na última faixa do topo, o percentual de renda isenta e não tributada sobre o total de rendimentos chegou a 70%, ante 67% no ano anterior. Nas faixas intermediárias, esse percentual não chega a 30%.
“O quadro geral permanece o mesmo: uma concentração de renda altíssima e um diagnóstico de iniquidade. O ponto central é que a maior parte da renda isenta está concentrada no topo”, afirma Rodrigo Orair, especialista em tributação e diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.
G1
Além do que, os mais ricos têm muitas maneiras de sonegar impostos e isso não acontece com os assalariados, que recebem os salários com impostos já descontados.
Comentário de quem sabe o que fala . Porque “rico” pode sonegar mais ? Só se for rico que não declara, pois se declarou é porque pagou imposto. Rendimentos tributáveis são nesse caso os lucros das empresas que foram distribuídos para os sócios e as empresas não pagaram os devidos impostos , e se gerou renda é porque gerou com isso empregos. Se fossem tributados novamente na pessoa física aí seria bi-tributação.
Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar os Correios, o general Floriano Peixoto afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que recebeu a missão de “fortalecer” a empresa, mas disse que a ideia de privatizá-la ainda está sendo estudada. Para ele, deixar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República para assumir a estatal não representou um “rebaixamento”.
Como o sr. recebeu a notícia de que deixaria de ser de ministro para assumir os Correios?
Minha saída foi absolutamente consensual, pacífica, atendendo a uma solicitação do presidente. Eu, como soldado que sou, atendi à determinação do presidente, que tem demonstrado uma enorme confiança em mim, que diz que sou seu curinga.
Mas o sr. se sentiu rebaixado?
Não considero rebaixamento. Correios é uma empresa tradicional, histórica, com um patrimônio humano enorme e que precisa de pessoas que somem para recuperar sua saúde financeira. Não vejo a mudança como rebaixamento e isso não passa pela cabeça de ninguém, nem na minha, nem do presidente.
O presidente lhe deu a missão de preparar a empresa para privatizá-la?
Não tenho uma diretriz específica em relação a isso. O que o presidente pede é que haja um contínuo esforço no sentido de fortalecer a empresa. Esta questão de privatização é algo de maior complexidade, que deverá ser estudada à frente, em melhores condições pelo presidente e até pelo Congresso. Eu não ouso dizer nada disso.
Seu antecessor caiu porque, segundo o presidente, atuava como sindicalista, contra a privatização.
O presidente não comentou isso e não me prendo a questões do passado. Estou trabalhando para o futuro.
A saída de outro general do Planalto significa redução do poder dos militares no governo?
Não tem isso. O cargo que ocupava não é de natureza militar e aqui não é quartel. O presidente coloca quem ele quiser onde ele acha que pode render mais, de acordo com o seu preparo.
A potiguar Beatriz Cunha Freire, mais conhecida como “Bia”, foi aprovada para o Programa Líderes da Fundação Estudar (criada pelo empresário Jorge Paulo Lemann) e irá seguir a vida acadêmica em Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, Estados Unidos.
Este ano, concorreram cerca de 78 mil jovens. Foram várias fases seletivas e 232 candidatos participaram da última fase e ela foi aprovada. Ainda não foi divulgado quantos passaram.
Desde 1991, o programa Líderes Estudar busca despertar o potencial de jovens promissores do Brasil. Esses brasileiros recebem uma bolsa de estudos para cursar uma universidade de excelência, além de todo suporte necessário para acelerarem seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Em setembro, Bia deixará a Unicamp e iniciará sua vida acadêmica em Stanford. Agora com o apoio da Fundação Estudar.
Senhora Lurdes Siqueira, acredito ter sido um lapso da sua parte em não observar o nome de BEATRIZ CUNHA FREIRE, que por sinal, pela grandeza desse feito, deveria ter sido realmente escrito em LETRAS MAIÚSCULAS E GARRAFAIS.
Não a conheço mas para você BIA, lhe desejo parabéns, sucesso e que DEUS a ilumine sempre.
O comércio varejista poderia ter vendido R$ 41 bilhões a mais nos últimos 12 meses até abril deste ano e acelerado o consumo das famílias, o emprego e a renda, se o corte da taxa básica de juros tivesse sido repassado integralmente para o juros cobrados do consumidor, aponta um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
A taxa básica de juros, a Selic, mantida pela décima vez consecutiva em 6,5% ao ano, segundo decisão tomada esta semana pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), está no menor nível da série histórica. No entanto, antes do início do ciclo de afrouxamento monetário, em outubro de 2016, a Selic era de 14,25% ao ano. De lá para cá, ela foi reduzida em 54,4% pelo Copom por causa das condições favoráveis da inflação e na tentativa de acelerar o ritmo de atividade. Mas esse estímulo não chegou com a mesma intensidade no consumidor, que viu os juros cair menos da metade (26%) do que a taxa básica no período. Em outubro de 2016, os juros do crédito livre e direcionado das pessoas físicas custava 43% ao ano e recuaram para 31,7% ao ano em abril último, segundo BC.
Nas contas do economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, autor do estudo, se o repasse do corte da Selic tivesse sido integral, o consumidor estaria pagando hoje uma taxa de juros bem menor, de 26,1% ao ano. “Não é um juro para soltar foguete, mas seguramente uma situação melhor do que a atual.”
O juro menor poderia baratear as compras de itens muito dependentes de crédito, como veículos, materiais de construção, móveis e eletrodomésticos Esses segmentos têm uma cadeia longa de produção e poderiam fazer girar mais rapidamente a roda da economia. O estudo mostra que as revendas de veículos foram as mais afetadas e deixaram de vender R$ 23 bilhões nos últimos 12 meses.
Do ponto de vista de reativação da atividade, o fato de os bancos não terem transferido integralmente o corte dos juros básicos para o consumidor é ruim, diz Bentes. “Vazou uma receita do comércio, que é um grande gerador de emprego, para o setor financeiro, que não tem o mesmo impacto na ocupação.”
“Equívoco”
Segundo a Febraban, que representa os bancos, “a ideia de que a queda dos juros básicos deveria ser proporcional à Selic é equivocada”. Segundo a entidade, além do custo de captação do recurso emprestado, que é afetado diretamente pelo juro básico, há outros componentes que entram na taxa ao consumidor. Entre eles estão a inadimplência, despesas administrativas, tributos e a margem financeira dos bancos. A Febraban alega também que, por outra métrica, a de pontos porcentuais, os juros dos empréstimos com recursos livres (sem destinação específica), caíram mais que a Selic no mesmo período. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Todos os custos são repassados para os consumidores. Todo negócio envolve riscos, mas a rede bancária acaba repassando tudo, ou seja, trabalha com risco zero. Há um grande desequilíbrio na relação de consumo, no caso dos bancos, basta analisar balanço e vejam o que sobra na última linha. Lembrado que todos esses custos são repassados em cadeia, mais uma vez, quem paga a conta é o consumidor final.
“Não adianta o Paulo Guedes fazer beicinho. O que adianta é aprovar uma reforma realista, mesmo que mais modesta”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) durante entrevista no dia 11, em seu gabinete de líder da Maioria na Câmara Federal.
“A reforma da Previdência que pode ser aprovada não será a do governo”, afirmou. “Será uma outra, que estamos construindo, com um impacto fiscal, em dez anos, entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões.” Conseguir 308 votos “é uma difícil construção cirúrgica”, avaliou. “O governo não ajuda muito, porque o presidente Bolsonaro tem boa intenção, mas não tem projeto e não tem foco.”
Ribeiro disse, ainda, que “a aprovação da reforma da Previdência não será a salvação da lavoura, como o governo está anunciando”. Sobre o “beicinho” do ministro da Economia, arrematou: “Se o Paulo Guedes quiser sair não tem problema, o presidente mesmo já disse que a porta está aberta”.
Um dos expoentes do chamado Centrão – que prefere chamar de “Centro” para driblar “o sentido pejorativo” -, Ribeiro, de 50 anos, é ministro de louvor da Igreja Batista do Lago Norte, área nobre de Brasília, onde mora numa casa de 400 metros quadrados, R$ 13 mil mensais de aluguel, com a mulher e as duas filhas (Gabriela, de 10 anos, e Luiza, de 8). É um pai chato? “Eu procuro ensinar desde cedo o caminho que elas têm que andar, para que mais tarde não se desviem”, respondeu, biblicamente.
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Os maiores violadores dessa população são os próprios irmãos (19,6%), seguidos por mães e pais (12,7%), filhos (10%), vizinhos (4,2%) e outros familiares (20,7%) e pessoas que têm vínculo pela convivência comunitária.
O canal, disponibilizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registra que o número representa um aumento de 0,6% quando comparado a 2017.
A ministra da pasta, Damares Alves, afirma que a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência foi regulamentada nos primeiros cem dias do governo de Jair Bolsonaro e que o grupo tem prioridade nas políticas públicas.
E o Disque 100 terá, a partir de meados de setembro, um módulo para atender pessoas com pensamentos suicidas ou que se automutilem.
Os profissionais do atendimento serão treinados pela Associação Brasileira de Psiquiatria. A entidade não cobrará nada pelo serviço.
Mônica Bergamo/Folha de S.Paulo
A queda do general Santos Cruz e a ascensão de Jorge Antonio de Oliveira Francisco à Secretaria-Geral da Presidência foi vista por antigos aliados de Jair Bolsonaro como o triunfo do núcleo familiar sobre o grupo militar no Planalto.
O novo ministro não é apenas filho do ex-chefe de gabinete do presidente, Jorge Francisco, como também amigo de infância de seus dois rebentos mais ressonantes, Carlos e Eduardo –o primeiro, inclusive, quando ia visitar o pai em Brasília, se hospedava com os Francisco.
O pai do novo ministro, Jorge Francisco, apoiou campanhas de Flávio, Carlos e Eduardo. Ele, que trabalhou por 20 anos com Bolsonaro, doou R$ 15 mil para Carlos em 2012, e outros R$ 2,5 mil em 2016, segundo o TSE.
Eduardo recebeu, de acordo com a prestação de contas,R$ 11 mil do ex-chefe de gabinete do pai. Flávio também contou com recursos dele em 2002. Jorge Francisco morreu de infarto em abril de 2018. Na época, o então candidato cancelou agenda para velar o amigo.
As recentes mudanças promovidas pelo presidente em sua equipe preocupam aliados que embarcaram no início de seu projeto mas, hoje, observam de longe o desenrolar da gestão.
O fortalecimento de nomes pessoalmente ligados a Bolsonaro –e o afastamento dos que tentavam exercer certo poder moderador– seria um indicativo da rota que o governo seguirá. A esses fatores, salientam ex-aliados, é preciso acrescentar o alinhamento crescente do presidente com evangélicos.
Quem conhece Bolsonaro acredita que, pela nova composição, ele tende a dobrar a aposta na comunicação direta com os nichos que são o núcleo de seu eleitorado.
Painel/Folha de S.Paulo
Toma lá dá cá de sempre.
Hummm. Eu sei que ele não sabe. Se já foi pobre não se lembra mais. Só falta-lhe escarrar no prato em que comeu durante quase 30 anos no baixo clero.
Comeu o que? Quase 3 décadas por lá e não há NADA contra ele. E já vasculharam TUDO o que podiam. Aliás, ele recebeu até elogios de corruptos por não participar das falcatruas. Lembra do que disse Sérgio Machado? E os Odebrecht? Seus "heróis" podem se gabar disso? Da cadeia? Rsrsrsrs.
Desconfio que esse rapaz é um filho que Bolsonaro teve fora do casamento.
Não creio que seja filho, apena um devoto do Messias com nenhum senso crítico, qualquer um que discorde é petista, gayzista, abortista, venezuelista, antipatriota…
Realmente não tem jeito pra esse país, todos só pensam no bolso e no partido só no ano de eleição que pensam 10% no povo.
TODOS SABEM………………. PROPINAS.
Tendo acesse a um ministerio ja destruiram o pais imagine tendo a todos como o brasil vai ficar.