O presidente Jair Bolsonaro informou que pretende enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei dando mais garantias jurídicas a militares envolvidos em operações.
“Os governadores, mais cedo ou mais tarde, espero que não, mas caso venham a pedir GLO [Garantia da Lei e da Ordem], eu vou querer a retaguarda jurídica, a garantia para os meus homens. Como chefe supremo das Forças Armadas, eu só posso pagar uma missão para um subordinado se ao término da missão ele puder ser condecorado e não processado”, disse, após almoço no Ministério da Defesa, na tarde de hoje (21).
Bolsonaro disse que pretende cumprir uma de suas promessas de campanha à Presidência da República de garantir respaldo jurídico para os policiais em suas missões. “Eu falei muito na pré-campanha dessa retaguarda. Por exemplo, os policiais lá do Rio de Janeiro, que eu tenho contato com quase todos. Teve muito mais um possível julgamento do que alguém atirando com uma .50 em cima deles em uma operação.”
Drones
O presidente também comentou o envio de outro projeto de lei que permitiria o uso de drones para compor a primeira linha de combate em operações policiais. “Eu acho que devo usar todos os meios para combater o crime sem expor a vida do homem e da mulher”, disse. Segundo ele, será um projeto bem estudado.
Mudança no primeiro escalão
Mais cedo, Bolsonaro anunciou o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, o advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Antonio de Oliveira Francisco. Ele vai ocupar o lugar de Floriano Peixoto Vieira Neto, que deixou a pasta para assumir a presidência dos Correios.
Agência Brasil
É bom mesmo fazer exames psicológicos em toda a tropa, porque uma pessoa que se sujeita a defender a população com o risco da própria vida, com salarios baixos, ha CINCO (5) anos sem reajuste, com Dois (2) meses em atraso, pior salário da segurança publica.
Tem que fazer exame mesmo e aposentar , porque deve ser doido mesmo.
Antes, deveria fazer um exame psicológico em todos eles, melhor, em todos os funcionários públicos, principalmente juízes, pois como na maioria das vezes, decidem o destino das pessoas, tem que ter equilíbrio.
A seleção brasileira recebeu a visita do atacante Neymar na manhã desta sexta-feira, no hotel onde está concentrada em São Paulo para a partida de sábado, contra o Peru. O craque foi cortado do grupo por causa de uma lesão no tornozelo direito, sofrida no amistoso contra o Catar, dia 5 de junho, em Brasília. Willian, do Chelsea, foi convocado à época para seu lugar.
Em vídeo divulgado pela CBF, o volante Fernandinho pergunta a ele se já está pisando normalmente, e Neymar brinca:
– Se precisar de mais um aí, acho que dá, hein?!
As imagens mostram a recepção calorosa do grupo ao atacante, com direito a abraços, beijos e brincadeiras. Tite também pergunta se ele está melhorando bem da lesão.
Antes de ser cortado, Neymar teve uma preparação tumultuada na Granja Comary, principalmente pela acusação de estupro feita por Najila Trindade. O jogador se defendeu com a divulgação de um vídeo e, pela exposição de conteúdo íntimo, passou a ser investigado por suposto crime virtual. Ambos os inquéritos estão em curso.
A previsão de recuperação da fratura no tornozelo dada pelos médicos do PSG é de seis semanas. Enquanto isso, a imprensa espanhola tem publicado reportagens sobre o interesse de Barcelona e Real Madrid na sua contratação.
Globoesporte.com
A polícia apura se o assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis, morto no domingo (16), teve mais de uma motivação, além de questões familiares, como revelou a delegada Barbara Lomba, titular da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), em entrevista ao RJ2 nesta sexta-feira (21).
Todas as pessoas que estavam na casa no dia do crime estão sendo investigadas, inclusive a deputada Flordelis, segundo os investigadores.
“Não podemos descartar ninguém que estava próximo da cena do crime. Provavelmente, a motivação do crime é relacionada a uma questão que envolve a família, mas não se sabe de que natureza. Tudo indica que tem relação com as relações familiares, quem convivia com a vítima”, disse a delegada Barbara Lomba.
Na quinta-feira (20), a Justiça aceitou o pedido de prisão temporária dos filhos do casal Lucas dos Santos e Flávio dos Santos Rodrigues pela morte de Anderson. Os dois eram apontados como os principais suspeitos e já tinham sido presos no início da semana por possuírem mandados de prisão por outros crimes.
Filho acredita em envolvimento de mãe e irmãs no crime
Um dos filhos da deputada Flordelis (PSD) contou na quinta-feira (20) à Polícia Civil que suspeita do envolvimento da mãe e de três irmãs na morte do pai, o pastor Anderson Carmo. Segundo o jovem, uma delas ofereceu R$ 10 mil ao irmão Lucas dos Santos para matar o pastor. Lucas, de 18 anos, está preso, assim como Flávio dos Santos, que confessou o crime e disse ter dado seis tiros no padrasto.
O RJ2 teve acesso a novo trecho do depoimento do filho de Flordelis. Ele conta que Flávio dos Santos pediu para o irmão guardar um documento de um carro dentro de um cofre no quarto dele. Lá, ele viu um saco com munição de pistola, a arma usada no crime.
A assessoria de imprensa da deputada Flordelis disse que ela não vai se pronunciar.
G1
O Papo de Fogão continua com os programas de São João e neste sábado terá o Trio Alegria e banda, formado por crianças, o Chef Felipe Kalckmann do Mangai, que vai preparar a famosa canjica e Bia Ubarana do Bolo da Vovó vai fazer o tradicional bolo preto na Dica Rápida.
O Papo de Fogão é exibido amanhã na TV Ponta Negra/SBT, 9h e na Band Nordeste: Alagoas, 10h; Maranhão, 10h; e Piauí, 10h30.
A defesa de Lula rebateu, em nota, manifestação da PGR pela rejeição do habeas corpus que pede sua soltura e anulação da condenação pelo triplex por suposta suspeição de Sergio Moro.
Os advogados dizem que o pedido “não está amparado nas reportagens divulgadas pelo The Intercept”, mas sim em diversos outros atos do ex-juiz durante a investigação.
Cita a interceptação de telefones da defesa, a condução coercitiva de Lula, a atuação para impedir sua soltura pelo desembargador Rogério Favreto, a divulgação da delação de Antonio Palocci no ano passado e a nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça.
“Em 13/06/2019 fizemos apenas o registro nos autos daquele habeas corpus de que as reportagens publicadas pelo “The Intercept” a partir de 09/06/2019, cujo conteúdo é público e notório — e nessa condição independe de qualquer demonstração (CPC, art. 374, I. c.c. CPP, art.
3º) —, remetem à “conjuntura e minúcias das circunstâncias históricas em que ocorreram os fatos comprovados nestes autos e sublinhados desde a sustentação oral realizada pelo primeiro subscritor em 04/12/2018”, diz a defesa de Lula.
Sem ler HC de Lula, Dodge opina contra pedido para anular ação do caso do tríplex e diz que é preciso confirmar a autenticidade dos diálogos divulgados pelo Intercept. O pedido de liberdade não se baseia nas reportagens. Moro é uma doença contagiosa. Dodge pegou.
É pra cachorro mesmo.
E esse alvoroço todo é o quê??
Viram que a estratégia de desmoralizar nosso herói nacional Sérgio Moro foi pro brejo né??
Pois saibam que não tem motivos pra anulação.
Vai e deve continuar preso.
Bandido tem que tá preso, pea não traquinar aqui fora.
Felizmente é sólida a condenação do ex-presidente e presidiário enganador da população, Eu fui um dos que acabei votando no Lulinha paz e amor.
Repetir esse mantra conta o juiz que julga é normal, assim como é normal aquele que sai vitorioso e/ou é absorvido em um processo fazer elogios diversos ao julgador.
Os petistas, a defesa do Lulinha paz e amor e seus seguidores não externam, mas, já percebem que o Glen Gringo é uma espécie de rato urbano que sabe exatamente a hora de adentrar ao restaurante chique ao invés de comer os restos jogados ao lixo.
O mantra do juiz parcial, do juiz perseguidor, do juiz estrela, do juiz da CIA, do juiz político de direita, do juiz…isso e aquilo é algo a ser revisto pelos defensores do condenado haja vista o reconhecimento das instâncias superiores.
O deputado Rodrigo Maia falou a VEJA, na quarta-feira 19, na residência oficial do presidente da Câmara. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Depois de quase seis meses de governo, o senhor consegue dizer qual é a agenda do presidente Jair Bolsonaro para o país? O presidente tem uma agenda muito voltada para os segmentos da sociedade que o levaram ao Palácio do Planalto. Ele fala a nichos bem específicos. Fala ao caminhoneiro, ao pessoal das armas, aos evangélicos, aos militares. Foca muito esses temas que são mais do cotidiano e não olha para uma agenda de longo prazo. Já a sociedade tem outra pauta. Está preocupada com o desemprego, a conta de luz, a violência nos bairros. A gente precisa ter responsabilidade com a recomposição dos serviços públicos e a geração do emprego. É essa a intenção da agenda que está sendo proposta pelo Congresso.
O governo não está preocupado com isso? O presidente representa setores da sociedade com estabilidade no emprego, como as Forças Armadas e os policiais militares. Bolsonaro nunca falou aos brasileiros mais simples. O ministro Paulo Guedes menos ainda. Acho que está faltando alguém que consiga elaborar uma política para a base da sociedade, para as famílias que ganham dois ou três salários mínimos. A situação social no Brasil é de tamanha calamidade, a ponto de eu chamá-la de colapso social, que não dá para ficar perdendo tempo com uma agenda transversal. Quero priorizar uma agenda para o emprego e para a redução de desigualdade.
O senhor não teme que sua iniciativa seja interpretada como uma disputa de poder? Não há aqui nenhuma intenção de que a Câmara e o Senado ocupem o espaço do governo, até porque muitos temas são de exclusividade do Poder Executivo. A democracia é um espaço onde se constroem maiorias. As vitórias absolutas existem em ambientes autoritários. Queremos trabalhar de forma integrada com o governo. Onde houver convergência, ótimo, mas também atuaremos com independência. E independência, como a própria palavra diz, não é submissão.
Há convergência sobre a necessidade de uma reforma da Previdência, mas o governo não gostou das mudanças feitas pela Câmara no texto. O ministro Paulo Guedes nunca participou da política. Ele sempre foi um operador de mercado, e operador de mercado atua sozinho, ganha e perde sozinho. Quando você legisla, legisla em nome de terceiros e representa setores da sociedade que muitas vezes pensam de forma diferente da do ministro e do presidente. Nós respeitamos as opiniões dos dois e achamos importante o governo participar dos esforços pela aprovação da matéria, mas a reforma será majoritariamente o texto construído pelos líderes de partido, até porque a articulação política do governo é precária. Se o governo insistir na antipolítica e bater toda vez que o resultado da votação não for 100% o que ele quer, paciência, a gente vive numa democracia, graças a Deus. Podem fazer o discurso que quiserem, mas o Parlamento tem autonomia para, de maneira respeitosa e harmônica, organizar a pauta.
Quantos votos o governo tem hoje na Câmara? Com o governo trabalhando bem, telefonando para deputado e fazendo política, deve ter entre 100 e 150 votos. No osso, pode ser que tenha menos.
A mudança da articulação política da Casa Civil para a Secretaria de Governo pode melhorar esses números? O problema da articulação política não é do ministro, mas do governo. O presidente Bolsonaro fez grandes ministérios e delegou poderes a esses ministros, acreditando que eles conseguiriam organizar a administração. A gente sabe que isso não é tão fácil sem a participação direta do presidente.
A reclamação do ministro Guedes, então, não faz sentido? Eu não entendi. O texto apresentado pelo relator é inimaginável para um governo que não tem base e para um tema tão difícil. Não sei se o que incomodou o Guedes foi a retirada do regime de capitalização ou o fato de ele pensar que poderia ter uma vitória absoluta no Congresso. As vitórias, como eu disse, são construídas em conjunto.
Por que o senhor reagiu à crítica dele? Respondi em nome do Parlamento, e a minha voz não mudou de tom em nenhum momento. Se a reforma da Previdência for aprovada, o protagonismo será do presidente da República e dos deputados, que foram eleitos. O ministro não foi eleito, foi escolhido. A Câmara e o Senado estão conseguindo gerar um mínimo de estabilidade necessária, enquanto o Executivo fabrica as próprias crises.
Antes das votações que considera prioritárias, o governo costuma estimular as redes sociais a pressionar os parlamentares. Essa estratégia incomoda o senhor? Não dá para ficar preocupado com redes sociais. Se elas estivessem certas, o decreto de armas não teria caído no Senado, como aconteceu. A representação média da sociedade não está nas redes sociais, mas no Parlamento. É ali que se constroem as maiorias, sem vitórias absolutas. A pressão faz parte da democracia. O que não é democrático é ameaçar, agredir verbalmente. É até interessante. Eles (os bolsonaristas) divulgam os nossos números de celular sem nossa autorização, mas alegaram que houve invasão de privacidade quando revelaram as conversas do ministro Sergio Moro.
Se concluir a transposição do São Francisco, entrgar a transnordestina e distribuir bujao de gas apenas para o norte e nordeste ( agregando ao bolsa família ) . Tá resolvido.
Sobre emprego Paulo Guedes, vocé e Alcolumbre resolvem .
A pauta é de reforma, de aprovar o projeto ant crime e corrupção do ministro Sérgio Moro, que sequer esse enquadrado da justiça presidente da Câmara Rodrigo Centrão Maia bota em votação. Fala uma coisa e faz ao contrário.
O ministro Sergio Moro (JUstiça) embarca neste sábado (22) para uma agenda nos Estados Unidos e deverá retornar a Brasília somente na próxima quarta-feira, dia em que está prevista sua participação em audiência na CCJ da Câmara.
Segundo o site Valor Econômico, em razão dessa curta agenda, ministro da Justiça está tentando negociar uma nova data para falar aos deputados sobre as mensagens roubadas envolvendo a Lava Jato.
Moro já depôs no Senado essa semana sobre das conversas interceptadas supostamente entre ele e o procurador Deltan Dellagnol, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato, que foram divulgadas nos últimos dias pelo site The Intercept Brasil.
Suspeito de fraude contra Lula, Moro vai aos EUA e visita agências de espionagem.
Alguém ainda tem dúvida em relação a qual país esse cidadão verdadeiramente serve e presta contas?
Moro vá relaxar no EUA, deixe os babacas do Brasil saber que vc está pagando as despesas da viagem com imposto do povo brasileiro, quando voltar preste conta divirta-se. tem um bocado de idiotas que vão dizer que é viaje a trabalho.
Enquanto isso, a estocadora de vento, mulher sapiens e sua cupanheira presidenta da ceita vermelha estão de volta de longa viagem a Russia. A primeira deve ter feito um curso de línguas. Já a outra deve ter ido conhecer os misseis russos da cabeça vermelha e/ou segurar os coturnos brancos do bico vermelho!
Antes, ele passa em Cuba e Venezuela cobrar alguns bilhões q os petralhas luladrão/Dilmanta emprestaram (deram, porquê tinham certeza que eles não pagariam, em contra partida recebiam propinas). Enquanto isso o país perdia competitividade pois o governo na investia em infraestrutura, pra tornar o país mais competitivo na economia global.
Influenciado sobretudo por um enfraquecimento global, o dólar fechou o dia com a terceira queda consecutiva, em R$ 3,8252, em baixa de 0,62% e no menor patamar desde 10 de abril. Com isso, na semana, a moeda acumulou queda de 1,90% ante o real. A perda de fôlego tem como principal pano de fundo a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de quarta-feira, que indicou que os EUA podem não estar longe de um novo corte na taxa de juros, confirmando uma expectativa do mercado e retirando pressão principalmente sobre moedas emergentes.
A queda ante o real foi mais intensa nesta sexta-feira, 21, do que em relação à maioria dos outros emergentes, em uma correção aos movimentos de quinta-feira dos mercados globais, feriado de Corpus Christi no Brasil. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas emergentes, tinha queda de 0,48% no fim da tarde desta sexta.
“Lá fora temos o dólar perdendo força, num processo de inflexão global. Isso é o pano de fundo. Junta com otimismo do mercado interno e a gente vê o dólar caindo ante o real”, apontou o diretor da Wagner Investimentos, José Faria Junior. Ele ressalta que a decisão do Fed de quarta-feira “mostrou que falta muito pouco para o corte de juros”, o que retira pressão do dólar sobre moedas emergentes, à medida que diminui o risco de uma migração de fluxo estrangeiro para os Estados Unidos.
Ele aponta que mesmo a queda da taxa de juros no Brasil, que na interpretação do mercado foi sinalizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) também na quarta-feira, não tem força suficiente para amenizar o enfraquecimento do dólar frente ao real. “O Copom vai cortar juros, vamos dizer 1,50 ponto até o fim do ano após aprovar a reforma da Previdência, mas Fed corta 0,75 ponto. O 1,50 ponto aqui perto dos 0,75 ponto nos Estados Unidos não são nada”, disse.
O operador de câmbio da CM Capital, Thiago Silêncio, destaca que contribuiu para a perda de fôlego do dólar nesta sexta, ainda, números acima do esperado do setor industrial alemão.
O indicador atingiu os 45,4 pontos na leitura preliminar de junho, maior nível em quatro meses, ainda que permaneça abaixo dos 50 pontos, que indicam contração da atividade.
Além disso, um dos pontos de tensão que pesava sobre os ativos globais foi aliviado após o presidente Donald Trump ter cancelado ataque autorizado quinta à noite ao Irã. “O mercado deixou o lado geopolítico de lado e ficou olhando os números que justificavam dólar para baixo”, disse. Ajuda o real ainda uma alta no preço do barril de petróleo.
Internamente, favorece o real um clima de otimismo de que será viável aprovar a reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados antes do recesso de meio de ano. A notícia, de quinta-feira, de que o presidente Jair Bolsonaro estaria disposto a tentar uma reeleição não chegou a impactar os ativos.
O Rio Grande do Norte vai expandir a área livre da praga mosca-das-frutas (Anastrepha grandis), num projeto que visa incluir os municípios de Apodi, Governador Dix-Sept Rosado, Felipe Guerra, Caraúbas, Macau, Pendências, Jandaíra e Pedro Avelino. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 21, em nota, pelo Ministério da Agricultura.
O projeto de expansão foi entregue pelo diretor-geral do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária (Idiarn) do Estado, Mário Manso, ao superintendente federal de Agricultura, Roberto Papa.
A área, por enquanto, é integrada pelos municípios de Mossoró, Tibau, Grossos, Areia Branca, Serra do Mel, Baraúna, Assu, Afonso Bezerra, Alto do Rodrigues, Ipanguassu, Porto do Mangue e Upanema, que abrange um total de 8.409 quilômetros quadrados. Com a ampliação a área de abrangência passará para 15.077 quilômetros quadrados, praticamente dobrando a atual
A expansão beneficiará produtores para atender às exigências de países importadores que caracterizam a espécie como praga quarentenária, impondo restrições fitossanitárias a produtos como melão, melancia e, também, abóbora e pepino.
Estadão Conteúdo
A força-tarefa da Lava Jato emitiu uma nota acerca do novo vazamento de informações envolvendo integrantes da operação. No documento, os integrantes afirmam que as informações são mentirosas, fora de contexto e publicadas sem a devida apuração.
Confira nota na íntegra
“A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) vem a público repudiar notícia falsa sobre troca de procuradores em audiência do caso Triplex por meio de publicação rasa, equivocada e sem checagem dos fatos pelo blogueiro Reinaldo Azevedo.
Conforme é público, a procuradora da República Laura Tessler participou, na manhã de 13/03/2017, de audiência em ação penal em que acusado o ex-ministro Antônio Palocci (autos nº 5054932-88.2016.404.7000). Além de seguir realizando a audiência na tarde do mesmo dia, a procuradora participou de todas as subsequentes do caso, nos dias 14/03/2017, 15/03/2017, 21/03/2017, e 22/03/2017.
Como sempre, sua atuação firme, técnica e dedicada contribuiu decisivamente para a condenação, somente nesse caso, de 13 réus acusados de corrupção e lavagem de dinheiro a mais de 90 anos de prisão, incluindo o ex-ministro Antônio Palocci. Integrante da Lava Jato no MPF desde 2015, a procuradora Laura Tessler seguiu e segue responsável por diversas investigações e ações criminais, realizando todos os atos processuais necessários, incluindo audiências, contando com toda a confiança da força-tarefa na sua condução altamente profissional, cuidadosa e obstinada no combate à corrupção.
Ou seja, não houve qualquer alteração na sistemática de acompanhamento de ações penais por parte de membros da força-tarefa. Assim, os procuradores e procuradoras responsáveis pelo desenvolvimento de cada caso acompanharam as principais audiências até o interrogatório, não se cogitando em nenhum momento de substituição de membros, até porque todos vêm desenvolvendo seus trabalhos com profissionalismo, competência e seriedade.
Também como é público, os procuradores da República Júlio Noronha e Roberson Pozzobon, que participaram em 11/05/2017 do interrogatório de Lula na ação penal sobre o triplex no Guarujá (autos nº 5046512-94.2016.404.7000), foram os mesmos que estiveram presentes nas principais medidas investigatórias do caso em 04/03/2016 (como na oitiva do ex-presidente no aeroporto de Congonhas e na busca no Instituto Lula), na exposição pública do conteúdo da denúncia em 14/09/2016, e em 16 das 18 audiências judiciais do caso realizadas no ano de 2017.
Além de desrespeitosa, mentirosa e sem contexto, a publicação de Reinaldo Azevedo não realizou a devida apuração, que, por meio de simples consulta aos autos públicos acima mencionados, evitaria divulgar movimento fantasioso de troca de procuradores para ofender o trabalho e os integrantes da força-tarefa. Como o site “The Intercept Brasil”, de quem se diz parceiro, Reinaldo Azevedo, de modo tendencioso, tentou criar artificialmente uma realidade inexistente para dar suporte a teses que favoreçam condenados por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato.
Para suas absurdas conclusões, o blogueiro usou material cuja autenticidade não foi confirmada, reforçando o aparente intuito de criar notícias às custas de publicações que distorcem supostas conversas entre autoridades, atacando o Sistema de Justiça e as instituições da República, na mesma linha do que verificado nos ataques cibernéticos. A suposta versão, que não resiste a uma mínima análise crítica diante dos fatos públicos, indica que a fábrica de narrativas político-partidárias baseadas em supostos diálogos sem autenticidade e integridade comprovadas somente leva à perda de credibilidade de quem delas se utiliza sem a devida apuração.
Todas as informações sobre as ações penais referidas podem ser consultadas no site da Justiça Federal:
a) Ação penal sobre o triplex no Guarujá: autos nº 5046512-94.2016.404.7000 (Chave eletrônica: 162567218816);
b) Ação penal envolvendo o ex-ministro Antônio Palocci: autos nº 5054932-88.2016.404.7000 (Chave eletrônica: 111718380216).”
Os procuradores tratam a todos como imbecis. Coloca vários casos que a procuradora atua, mas no depoimento do Lula que era a que o moro não a queria, ela não foi, pois segundo o moro era muito fraquinha na inquirição. Pediu para mudarem a escala para ela não participar. Fora isso ela pode até ter ido ao banheiro, mas ao depoimento do Lula, ela não foi conforme orientou o moro.
Não é somente eles, é todo o povo brasileiro, queremos devolução dos 200 bilhões de reais afanados dos cofres públicos da nação e roubado pelos petralhas.
Essa turma usando a lava jato pra justificar o golpe que queriam dar nos 4 bilhões controlados por Daganol
Ao anunciar mudanças em sua equipe ministerial, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) reconheceu que seu governo tinha problemas na articulação política. “Tínhamos problema na articulação política em parte sim”, afirmou em entrevista no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (21).
Por meio de medida provisória publicada na quarta-feira (19), Bolsonaro transferiu a articulação política de Onyx Lorenzoni (Casa Civil) para o general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).
Esta foi a primeira vez que ele falou sobre a mudança. Segundo ele, os ministros que ocupam as pastas do Planalto são “fusíveis” e se queimam para proteger o presidente.
Ele minimizou o fato de ter retirado de Onyx a tarefa de diálogo com o Congresso e disse que a função dele “é a mais ingrata”.
O presidente comparou o trabalho a de jogadores de futebol dizendo que quando um centroavante erra, sua falha é esquecida, mas que um goleiro nunca é perdoado por tomar um gol.
Desde o início do governo, deputados e senadores se queixavam do tratamento dado por Onyx às bancadas e aos partidos.
A relação entre o Legislativo e o Executivo é vista como frágil e, na última terça-feira, o Senado impôs nova derrota ao Planalto ao derrubar decreto de Bolsonaro que flexibiliza porte e posse de armas. O assunto ainda precisa ser analisado pela Câmara.
Nesta sexta, Bolsonaro disse ainda que acredita que as coisas agora estão adequadas no Planalto. “Aqui não tem ministro fraco ou forte, todo mundo tem que jogar junto nesse time”, afirmou.
Além de mudanças feitas na Casa Civil e na Secretaria de Governo, Bolsonaro anunciou nesta sexta a ida de Jorge Oliveira Francisco para a Secretaria-Geral no lugar de Floriano Peixoto, que vai presidir os Correios. Segundo ele, não haverá mais mudanças em sua equipe.
Ainda bem que a Vaza Jato caiu na mão de um americano frio tal qual Glenn Greenwald porque o sangue não sobe pro olho e ele vai fritando o Moro lentamente, slow cook
Porque se fosse a gente latino já tinha soltado TUDO no primeiro momento que Moro tivesse dito TRUCO
Kkkkkk, fritou tanto que os senadores petralhas, saíram envergonhados, com o rabinho entre as pernas diante do baile que Moro deu na comissão do senado
Em parecer enviado ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira, 21, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, manifestou-se contrária ao pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a ação penal que o condenou seja anulada.
A defesa de Lula incluiu no pedido de habeas corpus apresentado ao Supremo na semana passada a transcrição de mensagens que teriam sido trocadas entre o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e integrantes da força-tarefa da Lava Jato Os advogados de Lula afirmaram que as supostas mensagens mostram “completo rompimento da imparcialidade objetiva e subjetiva”.
O pedido de habeas corpus acusa Moro de ter agido com parcialidade ao condenar Lula no caso do triplex do Guarujá, quando ainda era juiz federal em Curitiba, e depois assumir cargo no primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro. O recurso será julgado no próximo dia 25 pela Segunda Turma da Corte.
Para Raquel Dodge, no entanto, “há fundadas dúvidas jurídicas” em relação às supostas mensagens trocadas e que foram anexadas ao processo. “É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida”, argumenta a procuradora-geral.
“Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada. Tampouco foi devidamente aferido se as referidas mensagens foram corrompidas, adulteradas ou se procedem em sua inteireza, dos citados interlocutores. Estas circunstâncias jurídicas têm elevado grau de incerteza neste momento processual, que impede seu uso com evidência a corroborar a alegação de suspeição feita pela defesa do paciente neste autos.”
No documento enviado a Fachin, a chefe do Ministério Público Federal também manifestou preocupação com a possibilidade de as supostas mensagens terem sido obtidas “de maneira criminosa”.
Se for o caso, continua Raquel, trata-se de um “grave atentado às autoridades constituídas brasileiras”. “É possível que, com o furto e uso de identidade, tais mensagens tenham sido adulteradas ou de alguma forma manipuladas. Trata-se de grave e criminoso atentado contra o Estado e suas instituições, que está sob a devida apuração pelos órgãos competentes.”
Cancelar pq processo foi fraudado por um juiz que agora se viu que nao foi imparcial, só por isso. Ai que burro , dá zero pra eles !!! Como diria o chaves .
Anular pra quê, esse caso já passou por duas é instância e STF em todos o bandido segue condenado, então não exister porque anular. Deixe ele preso que não está roubando nem lavando dinheiro. Lugar de bandido é na cadeia, ainda mais de alta periculosidade.
Como anular um processo com centena de recursos, julgado em 1a e 2a instância, no STJ, confirmado em todas elas que o condenado era um ladrão corrupto. Ninguém forjou provas, seu direito de defesa foi mais do que respeitado. Nunca um réu teve tanto direito e número de recursos julgados como esse patife petralha. É um absurdo perder tanto tempo e dinheiro com esse escremento de gente, deveriam colocá-lo na cadeira elétrica.
Um dos destaques da 21ª edição do Arraiá Quatrocentão é a ‘praça do forró’ montada na lateral do Ginásio de Esportes Senador Luiz de Barros, em São Gonçalo do Amarante/RN. O espaço foi criado para acolher e entreter os quadrilheiros durante o festival. Nesta quinta-feira (20), dez quadrilhas se apresentaram. Em quatro dias, 33 grupos, entre estilizados e tradicionais, já passaram pela cidade.
“Sentimos a necessidade de colocar atrações para receber os quadrilheiros e, ao mesmo, movimentar o comércio local, os vendedores ambulantes. Enquanto uma quadrilha está em quadra, se apresentando, as demais estão se divertindo, dançando, bebendo, comendo. E as atrações são todas locais, nossos artistas da terra”, afirmou secretário municipal de Comunicação Eventos, Rodolfo Maia.
Sonho de Luar (São Bento do Norte), Nova Geração (Parnamirim), Jeito Matuto (Macaíba), Quebra Coco (Ceará Mirim), Flor de Mandacaru (Ceará Mirim), Brilho da Lua (Natal), Paixão Matuta (Mossoró), Rei Do Baião (Natal) e 100% Ferroviário (Lajes) foram os destaques da quarta noite.
Sumido desde que suas movimentações financeiras viraram um problema para a família Bolsonaro, no final do ano passado, o policial militar reformado Fabrício Queiroz tem muito o que explicar. VEJA apurou que na longa ficha corrida do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) há um homicídio ocorrido em 2003 em que ele está envolvido ao lado de Adriano Magalhães da Nóbrega, o temido chefe da milícia de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, foragido desde janeiro.
Em meio aos mais de 20 boletins de ocorrência e à dezena de inquéritos em que Queiroz aparece, há pelo menos dois supostos autos de resistência com sua participação. Um ocorrido em 2002 e o outro em maio de 2003, pouco depois dele conhecer Adriano nas fileiras do 18º Batalhão, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos por apenas seis meses. Os laços de amizade daquela época, no entanto, foram intensos: anos mais tarde, Queiroz recrutou a mãe e a esposa do miliciano, que à época já era notório no submundo do crime, para trabalharem com ele no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. Ambas são suspeitas de fazerem parte do esquema investigado pelo Ministério Público que apura se Queiroz comandava um esquema de coleta e repasse de dinheiro público dentro do gabinete do “01”.
Queiroz não está foragido, não há contra ele qualquer ordem de prisão, mas seu sumiço alimenta dúvidas e reforça especulações sobre seu papel na vida dos Bolsonaro. Enquanto a Justiça se movimenta vagarosamente para definir o seu futuro, a edição de VEJA desta semana traz detalhes de seu passado e de seu currículo, que além dos vínculos com o mais procurado miliciano do Rio, transparece a imagem de um homem temido, violento até com a mulher, e que tem diversos “rolos” a explicar.
Esperando sentado o dia em que fanáticos vão finalmente entender que crime é algo que não acontece apenas de um lado e que não importa a orientação ideológica de quem cometeu, ele precisa ser punido.
Será se foi ele que assassinou Celso Daniel e Toninho do pt? e o pessoal fica incriminando luladrão e seus comparsas. Bom investigar isso, pois o pt nunca quis saber dessa investigação, só a de mariele.
O que é que o presidente Jair Messias Bolsonaro tem haver com o queiroz?? O presidente Jair responde algum processo nesse caso queiroz??
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Responda aqui nessa linha viu patético do nome FAKE. Ou vc se chama o mito?? Homi vá desentortar chifre de touro guzerá com a arruela até da prumo homi, pula fora dessa barca furada PT, a boquinha acabou.
Kkkkkkkkkkk
É bom mesmo fazer exames psicológicos em toda a tropa, porque uma pessoa que se sujeita a defender a população com o risco da própria vida, com salarios baixos, ha CINCO (5) anos sem reajuste, com Dois (2) meses em atraso, pior salário da segurança publica.
Tem que fazer exame mesmo e aposentar , porque deve ser doido mesmo.
Antes, deveria fazer um exame psicológico em todos eles, melhor, em todos os funcionários públicos, principalmente juízes, pois como na maioria das vezes, decidem o destino das pessoas, tem que ter equilíbrio.
um exame toxicologico anual tambem seria bom.