Política

Estamos mobilizando os senadores, diz Bolsonaro sobre MP do pente-fino no INSS

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (2) que o governo está articulando para que o Senado aprove, nesta segunda-feira (3), a MP (medida provisória) para combater fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A proposta do pente-fino nos benefícios da Previdência Social precisa ser votada nesta segunda, ou então irá perder a validade.

“Estamos mobilizando os senadores para comparecer. Se Deus quiser, vai dar certo”, afirmou Bolsonaro ao entrar no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, após passar parte do fim de semana na Granja do Torto, propriedade oficial da Presidência com características de casa de campo.

No Palácio da Alvorada, o presidente recebeu a visita do filho e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A equipe econômica espera economizar R$ 9,8 bilhões neste ano ao estabelecer regras mais rígidas para ter direito ao auxílio-reclusão, benefício pago ao dependente de presidiário; com os programas de combate a fraudes e demais medidas da MP.

O governo está confiante para a votação desta segunda e estima que haverá número suficiente de senadores para a sessão.

“Temos trabalhado para assegurar o quórum”, disse o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Ele estima que cerca de 60 senadores comparecerão à Casa e, desse total, mais de 41 votarão pela aprovação da medida provisória.

Bezerra Coelho espera ainda que o Senado não aprove mudanças na versão que recebeu aval da Câmara. Se os senadores alterarem o texto, a MP precisará voltar para o plenário da Câmara.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que a oposição tentará derrubar a medida provisória, pois considera que a proposta retira direitos dos trabalhadores do campo.

Um dos pontos mais discutidos nesta MP é a vedação de que sindicatos rurais emitam documento para atestar a atividade no campo para quem deseja pedir a aposentadoria rural. O documento, segundo a proposta, seria obtido em órgãos públicos.

“Não vamos fazer acordo. Vamos votar contra a MP e, se possível, derrubar a sessão”, declarou o senador. A estratégia é não marcar presença no plenário da Casa. Assim, o governo precisaria mobilizar 41 senadores para dar início à votação.

Para o pente-fino, está previsto um bônus para servidores do INSS que buscam irregularidades em benefícios.

Essa força-tarefa, contudo, ainda não foi iniciada, pois, antes de pagar os bônus, o governo precisa de autorização do Congresso para incluir essa despesa no Orçamento.

Apesar do aumento de despesas com o bônus, o ministro Paulo Guedes (Economia) espera que a identificação de fraudes compense os gastos e, assim, haja uma redução nos desembolsos da Previdência.

A medida provisória de combate a fraudes no INSS é um dos pilares da reforma da Previdência, cujo principal projeto é uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que endurece as regras para aposentadorias e pensões de trabalhadores da iniciativa privada e do setor público.

A MP foi aprovada na Câmara na madrugada de quinta (30). A ideia do governo era conseguir aprovar o texto no Senado na tarde do mesmo dia, mas não houve acordo.

Agora, o Palácio do Planalto precisa conseguir mobilizar sua base de senadores na segunda para não deixar a medida provisória perder a validade.

Ao chegar ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro cumprimentou apoiadores. Duas crianças pediram para conhecer a residência oficial. O presidente atendeu ao pedido. A visita durou cerca de 30 minutos.

Folhapress

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Religião

Papa pede para políticos não semearem ódio e medo

Foto: Yara Nardi/Reuters

O papa Francisco disse neste domingo (2) que os políticos não devem “nunca semear ódio e medo” ao responder uma pergunta sobre Matteo Salvini, homem forte da Itália e líder da extrema direita

O pontífice disse aos jornalistas, no voo de volta de uma viagem de três dias à Romênia, que seria “muito imprudente” de sua parte expressar uma opinião sobre o vice-primeiro-ministro e ministro do Interior, líder do partido anti-imigração Liga.

Francisco insistiu que não recebeu Salvini – que sempre carrega um terço católico em seus comícios – apenas porque o ministro não solicitou uma audiência privada.

“Rezo por todos, para que os italianos avancem, para que se unam”, disse, dias depois de os partidos de extrema direita da Itália ganharem mais 40% dos votos nas eleições europeias, em grande parte graças a sua mensagem contra a imigração.

“Devemos ajudar os políticos a serem honestos (…) Um político nunca deve semear ódio e medo, nunca”, declarou.

Francisco também repetiu seu pedido para que a Europa “supere as divisões e as fronteiras”.

“Vemos fronteiras na Europa e não servem para nada. Por favor, não deixem que a Europa seja derrotada pelo pessimismo ou pelas ideologias”.

“A Europa não está sendo atacada por armas, ou bombas, mas por ideologias”, concluiu.

AFP

Opinião dos leitores

  1. comunista argentino. va tratar da alma e deixe a politica de lado. A pedofilia é coisa de policia, nao de igreja julgar; nao deve ser acobertado os crimes.

  2. Luladrão semeou muito disso, e também que iria tirar o país da corrupção. Pelo contrário, sistematizou a corrupção em todos os setores do governo, e montou um exército acéfalo que o defende, com muito ódio, que intimida e até ataca quem não coadunar com seu apoio a bandidos prisioneiros.

  3. Papa Chico, é bom o sr falar isso pra Jararaca, Luizinho Lula da silva. Pede pra ele parar de pensar na organização e pensar mais no Brasil.

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Economia

Desempregado sem formação não consegue nem trabalhos básicos

No início deste ano, a Atento, empresa de telemarketing e a maior empregadora privada do País, ofereceu 1,2 mil vagas no Mutirão do Emprego, promovido pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Com 600 interessados, só conseguiu contratar 7 operadores de telemarketing – menos de 1% do que precisava. No mesmo evento, o Grupo Pão de Açúcar abriu 2 mil postos, aprovou 700 candidatos, mas, até agora, apenas 32 estão trabalhando, segundo os organizadores do evento.

Diante da estagnação da economia, do desemprego em alta e do avanço da tecnologia, os casos acima são um retrato nítido da dificuldade que o trabalhador sem qualificação tem enfrentado para voltar ao mercado. Nos últimos dois anos, 60% das 11,8 mil vagas ofertadas nos mutirões do emprego, que reuniram grandes empresas, não foram preenchidas. Dificuldade de se expressar, de fazer contas, falta de conhecimentos básicos em informática e inglês e poucos anos de estudo são obstáculos às contratações.

De acordo com o presidente do Sindicato e da União Geral do Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, no último mutirão foram ofertadas cerca de 2 mil vagas para caixa de supermercado, com salário perto de R$ 1.100. Metade delas ficou em aberto por falta de qualificação dos candidatos. Operador de caixa e de telemarketing são geralmente a porta de entrada para o mercado de trabalho, especialmente para os mais jovens.

Segundo empresas de recrutamento, a recolocação tende a ser mais difícil para quem tem até o ensino fundamental, menos de 20 e mais de 45 anos e está há mais de um ano fora do mercado. Entre os 13,4 milhões de desempregados no primeiro trimestre deste ano, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), 635 mil são considerados de difícil recolocação pelos recrutadores, nas contas do economista Cosmo Donato, da LCA. É o dobro do registrado no mesmo período de 2014, antes da recessão.

O abismo entre a qualidade da mão de obra desempregada e o que as empresas procuram não deve se resolver nem mesmo com a retomada da economia, prevê o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fabio Bentes. Ele estima que dois, em cada dez desocupados, devem ficar fora do mercado na próxima década por falta de qualificação. Isso significa que a massa de trabalhadores sem chances de se recolocar pode saltar dos atuais 635 mil para 1,4 milhão, em dez anos.

De acordo com as estimativas de Bentes, se a economia crescer em média 2,5% ao ano até 2030, a procura por trabalhadores não deve ser suficiente para recuperar os 8,8 milhões de empregos destruídos pela maior recessão da história. As projeções foram feitas, a pedido do Estado, levando em conta dados da Pnad e projeções do Boletim Focus do Banco Central.

“Não vai ter (crescimento do) PIB suficiente para incorporar essa massa de desempregados com baixa qualificação”, afirma. Em 2014, antes da recessão, o mercado de trabalho estava tão aquecido que até profissionais com pouca qualificação eram facilmente absorvidos. Na crise, o quadro se inverteu.

Para Hélio Zylberstajn, professor sênior da FEA/USP e coordenador do projeto Salariômetro da Fipe, os trabalhadores sem preparo podem ter destino diferente, dependendo de qual área leve adiante a retomada da economia. “Essa proporção de dois em cada dez poderá ser menor se o modelo for puxado pelo investimento em infraestrutura, que incorpora trabalhadores na construção civil de baixa qualificação”, diz.

Treinamento

A conhecida baixa produtividade do trabalhador brasileiro só vai ser resolvida, segundo Bentes, da CNC, com treinamento, o que depende de investimentos. No setor público, diante da pressão por cortes e contingenciamento de gastos, será difícil que o orçamento cresça nos próximos anos na velocidade necessária para suprir essa necessidade de qualificação dos trabalhadores. Por iniciativa própria, só uma parcela muito pequena deles consegue bancar os estudos. “A maioria vende o almoço para comprar o jantar”, afirma.

Segundo o economista, a iniciativa privada é a ponte principal para melhorar a produtividade. Ele adverte, no entanto, que existe um risco de o trabalhador desqualificado ser substituído por uma máquina. “Quando a economia voltar a crescer e o investimento retornar, o empresário vai se perguntar se faz sentido contratar, por exemplo, um caixa de supermercado com baixa produtividade ou se é mais barato comprar uma caixa registradora automática que faça esse serviço a um custo menor e sem encargos trabalhistas”, afirma.

Tecnologia deixa empregador mais seletivo na hora de contratar

Foi-se o tempo que máquina registradora do supermercado fazia só as quatro operações matemáticas. Hoje, na prática, ela é um computador que tem conexão direta com cerca de 40 mil itens do estoque e é capaz de determinar, ao fim do dia, quanto foi vendido de cada produto. “O operador de caixa tem de ter 2.º grau e conhecimentos básicos de informática. A exigência é grande para uma remuneração na faixa de R$ 1,1 mil”, diz o presidente do Sindicato dos Comerciários e da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah.

De fato, com a grande oferta de mão de obra e a evolução tecnológica, as exigências das empresas na hora de contratar têm aumentado. Nos últimos 12 meses até março, 12% dos contratados para a função de vendedor de loja estavam cursando faculdade ou tinha já concluído o curso superior e 76% tinham ensino médio completo, aponta levantamento feito com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados pelo professor sênior da FEA-USP Hélio Zylberstajn. O quadro se repete para balconista de farmácia, outra ocupação que, teoricamente, não exigiria tanta qualificação, já que o salário médio é de R$ 1,3 mil.

Nesse caso, 83,2% dos admitidos nos últimos 12 meses até março têm ensino médio completo e quase 10% estão cursando ou concluíram a universidade.

Deslocamento

“Quem tem pouca escolaridade neste momento está tendo muita dificuldade de encontrar emprego porque parte das vagas que poderia ocupar está sendo preenchida por pessoas que têm formação maior do que a necessária”, afirma Zylberstajn. Ele diz que esse movimento de deslocamento da mão de obra ocorre em períodos de recessão prolongada.

Para Lucila Sciotti, superintendente de operações do Serviço Nacional do Comércio (Senac) São Paulo, é preciso haver esforço maior, por parte do poder público, de aproximar a capacitação que é oferecida aos estudantes das necessidades das empresas. “Muitas vezes, a formação dos profissionais é deficitária. Alguns alunos chegam até nós sem saber fazer contas simples ou têm dificuldade em interpretar textos”, diz. “É preciso direcionar as políticas públicas para resolver esses gargalos.”

Diante da falta de qualificação barrando as contrações, Patah diz que no último Mutirão do Emprego promovido pelo sindicato foram ofertados também cursos gratuitos de qualificação em parceria com Senai, Senac e Centro Paula Souza. Ao todo foram cerca de 1, 3 mil vagas. Das mil vagas oferecidas pelo Centro Paula Souza, 450 pessoas se matricularam nos cursos de estoquista, assistente administrativo, confeiteiro, cuidador de idosos, maquiagem, recepção e atendimento e vitrinista. “Pela primeira vez fizemos mutirão com capacitação: mais do que aumento salarial, o importante hoje é qualificar o trabalhador”, afirma.

No próximo evento programado para julho, Patah diz que devem ser oferecidas, no mínimo, 10 mil vagas. A intenção é atender também aos trabalhadores em situação vulnerável, com vagas para ocupações que exigem menos qualificação, como na área de limpeza, por exemplo.

Frustração

Após horas de espera para deixar um currículo no último mutirão do emprego, no qual uma fila interminável serpenteava o Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, os candidatos a uma vaga voltaram para casa frustrados. Eles não sabem qual foi o real motivo para terem sido rejeitados.

“É o currículo ou alguma coisa que está acontecendo com a minha vida. Até na igreja já fui”, diz Renata Cristina Gama, 35 anos e mãe de dois filhos. Desempregada há quatro anos, ela não terminou a faculdade de pedagogia e o seu último emprego foi numa escola. No mutirão, deixou currículos em cinco grandes empresas que estavam no evento. Chegou a participar de minientrevistas, mas o processo seletivo não avançou.

No momento, faz um curso gratuito de auxiliar administrativo, mas não acha que vai conseguir alguma coisa por conta disso.

Já a ascensorista Rosemeire Soares Ayres, de 41 anos, sem emprego há mais de um ano, acredita que quanto mais qualificação, maior a chance de recolocação. Com o segundo grau completo, hoje faz curso de atendimento ao público. Mas coleciona pelo menos sete cursos rápidos. Deixou vários currículos no mutirão e não foi chamada. “Acho que é por causa dessa crise mesmo. Abre uma vaga e vêm mil pessoas para concorrer.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Facilitaram o acesso ao diploma de nivel superior a pessoas que concluiram o nivel fundamental sem saber interpretar um texto ou fazer calculos basicos; Cotas etc. O resultado é mao-de-obra de "nivel superior" desempregada e desqualificada, ja que o ensino basico e fundamental foi pessimo. E agora a crise dos doutores; um monte de pos sem resultado. Viva os estudantes uteis e felizes. Mas dinheiro nao falta, ver o exemplo da funpec.

  2. Eis uma realidade frustrante experienciada por milhões de brasileiros, e agora aferida pelo PNAD. O que ainda falta para que o famigerado Sistema S (que é mantido com recursos do contribuinte repassados pela União) proponha ao governo uma força-tarefa visando à qualificação profissional da massa desempregada?
    Os cursos oferecidos por entidades como Senai e Senac, só para ficar nesses dois, cobram preços praticamente proibitivos para quem não tem renda básica e almeja ingressar no mercado de trabalho.

  3. Pátria educadora petista, fábrica de analfabetos funcionais. Destruíram inclusive as universidades. Agora se dizem e em defesa da educação. E os zumbis seguem os chamados em defesa do caos.

  4. É impressionante como a desgraça da humanidade a culpa é do PT. Parece até que antes do PT tudo no Brasil era as mil maravilhas. Ora essa, me poupem dessas idiotices e falta de conhecimento histórico.

  5. Esse é o saldo desses governos maravilhosos, universidades formando aos tubos, pronatecs idem, e o desemprego mandando todos para o lixo. Culpa de políticas desastradas, e de políticos que só querem jogar para a mídia, sem se importar com as consequências, provocando no povo , desespero e desilusão. Infelizmente nem todos conseguem ser Ronaldinhos como o filhotinho do Lula.

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Política

Não há acordo para excluir Estados e municípios, garante relator da reforma

Foto: Agência Cânara

O relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse neste sábado, 1º, em sua conta no Twitter que ainda não bateu o martelo sobre a permanência ou não de Estados e municípios na proposta. Como mostrou o Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado, a equipe econômica pode abrir mão desse ponto diante da resistência de parlamentares em assumir o ônus da aprovação da reforma no lugar de governadores e prefeitos.

“Importante deixar claro: não firmei nenhum acordo com o governo para excluir Estados e municípios da reforma da Previdência. Também não bati o martelo sobre nenhum ponto dessa questão. Seguimos estudando as várias possibilidades”, disse o relator na rede social.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Os governadores do PT doidos para o Congresso aprovar a reforma da previdência.
    Mas nos palanques e na frente dos eleitores dizem que são contra, que Bolsonaro é mau.
    Seria ótimo que deixasse o abacaxi nas mãos dos governadores.
    Aprovava só para a União e os governadores populistas que se virassem e arcassem o ônus da impopularidade.
    Em 1998, o PT disse que FHC colocar a idade mínima em 48 e 53 anos e taxar os inativos era retirar direitos dos trabalhadores.
    Em 2003, mal sentou na cadeira, Lula aumentou a idade mínima dos servidores públicos em 55 e 60 e criou a conta previdência para os inativos.
    Caras de pau esse pessoal.
    Posam de bonzinhos, mas quando assumem o poder fazem igual ou pior.
    No Brasil, falam de direitos do trabalhador.
    Nos países onde governam, os trabalhadores não têm emprego, ganham mal e não tem direito a greve.
    Em anexo o salário de um médico é de 200 reais.
    O comunismo é muito bom…
    Para os outros…

  2. Vamos chamar Lula, Dilma e Temeroso para resolver isso, eles são os responsaveis por essa situação de calamidade em que vivemos, triste país que teve a sorte de ter tantos ladroes inocentes como presidentes.

    1. Vc, Pedro, não consegue enxergar um palmo adiante do nariz. Coitado de vc.

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Saúde

Liberar venda de cigarro eletrônico será retrocesso, diz especialista

Os efeitos positivos no Brasil do combate ao tabagismo podem se perder, em parte, caso os cigarros eletrônicos tenham a venda liberada no país. A coordenadora do Comitê de Controle do Tabagismo da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Jaqueline Scholz, disse que é preciso manter a proibição, porque os impactos desse produto são maiores do que os dos cigarros convencionais. Para a médica, seria um grande retrocesso a abertura do mercado a esses produtos.

“Toda essa política antitabaco, de prevenção e de cessação poderia ser perdida, na medida em que você vem com outros produtos que ainda não estão queimados porque não existe trabalho do ponto de vista de saúde pública mostrando o impacto do real dano que isso vai provocar”, disse em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com a médica, o Juul, que é tipo de cigarro aquecido no formato de um pen drive, vendido nos Estados Unidos, além de causar mais dependência, libera uma quantidade maior de nicotina. Segundo a coordenadora, lá, a FDA [Food and Drug Administration], agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos está preocupada com os jovens que são a maioria dos consumidores desse produto.

“Para nós é de assustar ver no mundo, por exemplo, o juul, o cigarro aquecido, que desde 2015 quando foi lançado é líder de mercado. O FDA está desesperado com o número de usuários com dificuldade de cessação, porque o produto libera mais nicotina. Um pen drive pequeno libera mais nicotina do que quase dois maços de cigarro convencional, e os adolescentes são aprisionados na dependência à nicotina”, disse. Segundo ela, na Universidade na qual esteve na semana passada para a formatura do seu filho, um colega dele foi expulso após ser flagrado três vezes com um juul.

De acordo com Jaqueline Scholz, essa expulsão é apenas um dos casos que têm preocupado diretores de escolas americanas por causa do uso de cigarros eletrônicos entre os alunos. “Há relatos de diretores de escola solicitando auxílio porque os adolescentes não conseguem se privar. Eles têm abstinência rápida. É uma forma de nicotina diferente dos outros cigarros ou mesmo dos outros cigarros eletrônicos. Isso faz com que a absorção seja maior e a concentração do produto também é maior, então, o impacto cerebral é muito grande. É impressionante. A gente não quer isso aqui”.

A médica fez questão de acentuar os efeitos nocivos sobre a saúde de quem faz uso do juul, que atinge também o lado emocional da pessoa. “O custo psicoemocional é muito grande. A pessoa precisa ser medicada em uma crise de abstinência, porque se privou do produto, não consegue ter controle emocional e tem sintomas como irritabilidade, falta de concentração, angústia por não ter o produto. Isso destrói o cérebro”, disse. “Essa para mim é a grande questão. A questão da dependência e de como o indivíduo depende da droga a cada momento para poder pensar, raciocinar e viver”, completou.


Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Liberado já é! Vende em todas as…
      Só não é regulamentado.

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Política

Eleitor de 2º turno descola mais rápido de Bolsonaro, diz pesquisa

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Desde que o presidente Jair Bolsonaro tomou posse, há cinco meses, pesquisas mediram aumento em sua taxa de desaprovação. O mais recente levantamento do instituto Ideia Big Data mostra que o desembarque do bolsonarismo tem sido mais significativo em parte expressiva do eleitorado que votou no então candidato do PSL apenas no segundo turno da eleição presidencial de 2018. Essa parcela de eleitores, em tese, aderiu a Bolsonaro com o objetivo de evitar a volta do PT ao governo federal.

A desaprovação da atual administração tem como eixo central a persistência da crise econômica e do desemprego em níveis elevados.

Segundo a pesquisa da Ideia Big Data, a maior parte dos eleitores que optaram por Bolsonaro e hoje rejeita o governo é formada por mulheres com idade entre 25 e 40 anos, integrantes das classes B e C, não evangélicas e que vivem em cidades com mais de 200 mil habitantes nas regiões Norte e Nordeste.

Eles votaram no presidente apenas no segundo turno e representam cerca de 10 pontos porcentuais dos 18 que Bolsonaro perdeu desde a posse, conforme a série mensal de pesquisas do Ideia Big Data.

Um dos argumentos apresentados para o recuo no apoio a Bolsonaro é o desconhecimento das propostas do então candidato durante a campanha eleitoral, segundo o economista e pesquisador Maurício Moura, fundador do instituto.De acordo com Moura, a este argumento se somam outros fatores: os ruídos provocados por integrantes do governo nas redes sociais e a ausência de medidas para gerar empregos e combater a crise econômica.

Moradora da Lomba do Pinheiro, bairro periférico de Porto Alegre, a empreendedora Elaine Lima, de 36 anos, votou no 17 (o número do PSL) de Bolsonaro em busca de mais segurança. Mas se diz agora decepcionada. “O que me atraiu, principalmente, foi o discurso do Bolsonaro de combate à violência. Ele parecia ser porreta naquilo que falava. Aqui na região a criminalidade tomou conta, é um bangue-bangue diário. Eu tenho medo de andar nas ruas e acreditei nele durante as eleições. Mas o Bolsonaro assumiu como presidente e a gente não vê nada. Eu já perdi as esperanças. Não vejo um bom futuro para nós”, afirmou.

Para Moura, essa camada da população, que ele chama de “classe média-média”, é “mais sensível às questões econômicas”. “Muito do apoio que Bolsonaro teve no segundo turno foi mais por rejeição ao PT do que por identificação com a plataforma dele. Bolsonaro não expôs de maneira plena suas plataformas durante a campanha e muitos estão conhecendo só agora as propostas do presidente para diversas áreas.”

O pesquisador reiterou que muitos eleitores votaram em Bolsonaro sem conhecer bem as ideias do presidente. “Isso dá um apoio muito frágil.” Um exemplo disso é o decreto que facilita o acesso a armas de fogo. Nos últimos dias, Bolsonaro passou a reforçar a ideia de que, no Planalto, não vai abandonar as promessas de campanha.

Moura afirmou que a aprovação ao governo sofreu uma queda abrupta nos dois primeiros meses de mandato e, agora, se estabilizou. Mas a dificuldade em cumprir promessas de crescimento econômico a médio prazo e as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) podem causar um descolamento ainda maior, atingindo o núcleo duro do bolsonarismo.

A Ideia Big Data vem consultando eleitores sobre o desempenho do governo desde o início do ano, sempre entre os dias 3 e 6 de cada mês. O acompanhamento mostra forte queda na aprovação do presidente. A soma dos eleitores que aprovam ou aprovam totalmente o governo era de 49% em janeiro. Hoje, é de 31%.

Já a soma dos que desaprovam ou desaprovam totalmente o governo subiu de 21% para 36% entre janeiro e maio. A Ideia Big Data ouviu 1.660 pessoas. A margem de erro é de 3,2 pontos, para mais ou para menos.

‘Antissistema’. Para o publicitário Renato Meirelles, presidente do instituto Locomotiva, especializado na classe C, o eleitorado que votou em Bolsonaro no segundo turno não era apenas antipetista, mas antissistema. “É um voto que foi para Bolsonaro a partir da facada”, afirmou ele, numa referência ao atentado sofrido por Bolsonaro durante campanha de rua em Juiz de Fora (MG), em setembro passado.

Segundo ele, presidente e governo entram na zona de risco ao optar por um discurso no qual mantêm os ataques a adversários e fazem acenos à sua base fiel. “A população está cansada desse processo de divisão e o governo perde todas as oportunidades de sair dele. No governo, Bolsonaro mantém o discurso de candidato a deputado, em que o apoio de apenas uma parcela da sociedade já é suficiente.”

A insatisfação de Elaine aumentou com a decisão tomada pelo governo, em março, de não renovar a permanência do efetivo da Força Nacional no Rio Grande do Sul. Ela deixou de acompanhar o noticiário político. “A política me deixa muito triste e irritada. Não vejo mais televisão e, quando escuto no rádio as notícias de política, não consigo mais acompanhar. Olha o que o aconteceu com a Educação? É só besteirol.”

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. O presidente, seu filhos, os ministros aloprados (educação e relações exteriores) e o guru precisam parar de criar polêmicas e trabalharem.

  2. Engraçado, será que esse povo que tá decepcionado com Bolsonaro não está vendo o monte de esquerdista votando contra e segurando braços e mãos do presidente? Se não fosse a oposição atrapalhando o Brasil ja seria outro!! Mesmo assim vai ser !!

    1. A culpa nunca é do presidente. É sempre das "forças ocultas", ou do Lula, ou do PT… coitadinho do Boso. Chega de desculpa. Tem que governar e pronto!

  3. ótimo, parabéns a brasileiros que não se iludem, muito menos são aliados cegos, e conseguem ver os defeitos de quem não está fazendo o melhor pra o país. Se a maioria dos brasileiros fossem assim, com certeza éramos um país melhor e mais justo.

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Economia

Maioria dos usuários do cheque especial é de baixa renda

A maioria dos usuários do cheque especial é da faixa renda mais baixa, de até dois salários mínimos, concluiu o Banco Central (BC) no Relatório de Economia Bancária, divulgado na última semana.

Segundo o BC, 44% dos usuários do cheque especial têm renda de até dois salários mínimos. Acima de dois salários mínimos até cinco, são 33,5% dos usuários dessa modalidade de crédito. Entre mais de cinco até 10 salários mínimos, 13,8%, e acima de 10 salários mínimos, 8,8%.

No relatório, o BC diz que “o cheque especial se destaca não apenas por ser um produto com taxas de juros elevadas (média de 312,6% ao ano nas operações concedidas em dezembro de 2018), mas também pelo fato de sua oferta ocorrer de forma praticamente automática nos casos de limite de crédito pré-aprovado. Essas características proporcionam ao usuário maior facilidade, agilidade e conveniência de acesso, ao contrário de outras modalidades de crédito, tais como empréstimos e financiamentos, em que o processo de análise de risco e aprovação geralmente demanda maior tempo. Por outro lado, surge a dúvida se os usuários realmente internalizam, em suas decisões de tomada de crédito, os custos envolvidos nessa conveniência de acesso ao crédito por meio do cheque especial”.

Na última segunda-feira (27), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que o cheque especial, com seu custo alto, “penaliza mais a parte da população de renda baixa”. Ele enfatizou a importância da educação financeira para ajudar os superendividados.

Os dados por escolaridade indicam que os brasileiros com ensino médio completo são os que mais usam o cheque especial (46,3%). O uso por outras faixas de escolaridade são: Fundamental incompleto, 7,5%; Fundamental completo,7,5%; Médio incompleto, 4,8%; e a partir de superior incompleto, 34%. “Os usuários com nível mais alto de escolaridade – a partir de ensino superior incompleto – endividam-se menos no cheque especial em relação ao total das suas dívidas no Sistema Financeiro Nacional”, diz Banco Central.

Inadimplência

Em dezembro de 2018, o saldo total do cheque especial totalizou R$ 21,98 bilhões, dos quais R$ 3,38 bilhões estavam inadimplentes. Esse nível de inadimplência de 15,36% é bem superior à média do total de operações de crédito para pessoas físicas, 3,25%, destacou o BC.

Segundo o BC, no final do ano passado, aproximadamente 16,8% dos usuários de cheque especial estavam inadimplentes em pelo menos um produto de crédito e 8,8% estavam inadimplentes no próprio cheque especial. “Os percentuais de inadimplência caem quanto maiores os níveis de escolaridade, de renda e idade dos tomadores. Uma vez que baixa escolaridade e baixa renda estão interligadas, é difícil saber se a maior inadimplência é resultado do não entendimento das características do produto (questão educacional) ou do seu custo elevado (questão de renda) ou ainda de uma combinação dos dois”.

O valor médio de utilização do cheque foi de cerca de R$1.310 em dezembro de 2018, valor inferior ao registrado em dezembro de 2016 (R$1.410) e em dezembro de 2017 (R$1.359). Em dezembro de 2018, o gasto médio mensal com juros ficou em R$ 136,00, valor 5,9% superior ao registrado em dezembro de 2017 (R$128,40).

Em relação à recorrência na utilização do cheque especial, ao longo de 2018, 19,5% do total de usuários do período utilizaram o cheque especial em todos os 12 meses do ano. O BC destacou ainda que mais de 50% dos usuários desse instrumento tomaram esse crédito em mais de seis meses. Os que utilizaram somente uma vez no ano correspondem a 12,2% do total de usuários.

Participação no crédito

Segundo o BC, o cheque especial tem “participação modesta” na carteira de crédito do sistema bancário, com menos de 1% do total, mas foi responsável por aproximadamente 10% da margem de juros líquida (descontada a provisão para inadimplência). “Por outro lado, mesmo existindo a possibilidade de redução de margens de juros por parte das instituições financeiras, enfatiza-se a importância de os usuários bancários adequarem a utilização do cheque especial ao perfil emergencial dessa modalidade, tendo consciência dos custos gerados diante de suas características e, sempre que possível, selecionar alternativas de crédito “não rotativo”, orienta o BC.

Agência Brasil

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Política

Flávio Bolsonaro empregou assessores sem crachá funcional

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro (RJ). Segundo o jornal O Globo, quatro deles não tinham crachá funcional da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O vendedor aposentado José Procópio Valle e Maria José de Siqueira e Silva, pai e tia de Ana Cristina, trabalharam cinco e nove anos, respectivamente.

O senador disse que os parentes da ex-mulher do presidente foram nomeados porque eram “qualificados para as funções que exerciam”.

Em abril, Queiroz, Flávio Bolsonaro e outras 84 pessoas e 9 empresas tiveram o sigilo fiscal e bancário quebrados pela Justiça do Rio a pedido do Ministério Público. Segundo o jornal O Globo, os promotores encontraram indícios robustos de uma organização criminosa no gabinete do atual senador quando ele era deputado na Alerj por recolher parte do salário dos assessores, prática conhecida como “rachadinha”, e fazer transações imobiliárias com valores fraudados para “lavar dinheiro”.

O ex-assessor alega que arrecadava o dinheiro dos colegas de gabinete para contratar outros assessores externos para aumentar a capacidade eleitoral de Flávio Bolsonaro, mas que o então deputado estadual não tinha conhecimento.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Basicamente, bandido bom é bandido julgado e preso. Pouco me dá se é do meu viés político, sem tem sobrenome ou história, o fim é cadeia.

    1. Quem tem bandido de estimacao, se acha "util"…. Se tiver culpa, vai preso igual ao lula.

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Política

Bolsonaro lamenta morte MC Reaça, músico que fez canções de apoio ao presidente durante a campanha

Morreu neste sábado (1º) o músico MC Reaça, 26, que ganhou notoriedade na internet durante a última campanha presidencial, quando criou jingles apoiando Jair Bolsonaro. O presidente se manifestou prestando solidariedade à família do rapaz e aos amigos.

A notícia foi informada nas redes sociais de Tales Volpi, seu nome verdadeiro.

“Venho aqui comunicar a partida de um herói. Tales Volpi, o grande MC Reaça”, diz a publicação, acompanhada de uma foto do artista em uma manifestação.

“Ele queria mudar esse país, ele fez a sua parte com todo o talento, sabedoria e humildade. Aos amigos verdadeiros, quero pedir que orem por ele. Ele está nos braços do Pai. Um cara grande demais para um mundo tão pequeno.”

Ainda segundo a postagem, o velório será às 12h deste domingo (2), em Indaiatuba, interior de São Paulo. Não foram divulgadas informações sobre a causa da morte.

​Bolsonaro usou as redes sociais para lamentar a morte de MC Reaça. “Tales Volpi, conhecido como MC Reaça, nos deixou no dia de ontem. Tinha o sonho de mudar o país e apostou em meu nome por meio de seu grande talento”, escreveu.

“Será lembrado pelo dom, pela humildade e por seu amor pelo Brasil. Que Deus o conforte juntamente com seus familiares e amigos.”

As canções de MC Reaça geraram controvérsia na internet devido às letras que ofendiam diversos setores da população. Em “Proibidão Bolsonaro”, por exemplo, cantava contra políticos como Jean Wyllys, Jandira Feghali, Luciana Genro e Ciro Gomes.

Chegou a dizer, na mesma música, que o educador Paulo Freire deveria ser mandado “para a estratosfera”.

Em outro trecho, diz: “Dou pra CUT pão com mortadela e para as feministas, ração na tigela. As minas de direita são as top mais bela, enquanto as de esquerda têm mais pelo que cadela”.

Opinião dos leitores

  1. Rapaz ou estou ficando louco ou não sei o que tá havendo, um artista morre e é tratado como um lixo, o numero de msg de ódio aqui é espantoso!! Artista de verdade é O Pablo Vitar né? Exemplo para nossos filhos e netos, tenha paciência bando de comunista!!

  2. Menino bom, só espancou a namorada grávida e se matou em seguida. Quando o exército matou um músico o mito calou.

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Polícia

[FOTOS] Equipe da InterTV Cabugi é socorrida pela PM após ficar presa em atoleiro de “região muito perigosa”

Uma equipe de reportagem da InterTV Cabugi ficou presa em um atoleiro de uma estrada carroçável na noite deste sábado (1) na região metropolitana de Natal e foram socorridos por policiais militares. O local é considerado de alta periculosidade por ser conhecido por desova de cadáveres e ainda como rota de fuga de criminosos.

O repórter Acson Freitas fez o relato do caso no Facebook. Leia o relato:

“Ontem a noite durante a cobertura de uma reportagem, ficamos atolados por horas. Eu e meu cinegra Samuel tentamos de todas as formar retirar o carro da reportagem do atoleiro, mas não deu. Estávamos sem sinal e longe de qualquer coisa, no meio do nada em uma região muito perigosa.

Conseguimos contato com a CIPAM Cipam através do TenCel. Eduardo Franco que nos enviou a ajuda necessária. Graças aos policiais militares, depois de muito trabalho, conseguimos sair ainda com dificuldade do local. Quero agradecer a PMRN por representar tão bem o seu papel de servir e proteger a sociedade. Que Deus recompense cada um”.

Opinião dos leitores

  1. Não Faz sentindo só está do lado da Polícia quando precisa dela, maior parte da imprensa apoia a esquerda que pede o fim da Polícia. Pimenta no ** é refresco.

  2. Parabéns a todos que estavam realizando seus trabalhos, em Especial a nossa Gloriosa PMRN, que estão todos os dias entrando em vias e vielas, comunidades entre outros, para manter a Segurança de todos.

  3. Na próxima avisa onde é esse local, da forma que vocês ficaram no atoleiro, outras pessoas podem ficar também.

  4. A Polícia Militar deveria ser uma categoria muito bem remunerada.
    Infelizmente, remuneram muito bem, os políticos, que nada fazem pela sociedade.

  5. Policia perto incomoda, longe faz falta. Agora uma pergunta se fosse o carro particular de um policial, e a imprensa ficasse sabendo que uma viatura foi usada para tirar o carro do atoleiro, qual seria a manchete?

  6. Parabéns aos jornalistas por buscarem notícias onde elas estiverem. Parabéns a PM/RN. Por servirem a população. PARABÉNS por cumprirem seu papel.

  7. Parabéns aos jornalistas q fazem de tudo para trazer uma boa informação. Acredito que eles estavam indo aonde o telespectador não poderia ir, só pra trazer a notícia. Parabéns a InterTV por procurar atender sempre os interesses da população e mostrar os problemas do nosso rn. Parabéns a PM por esse gesto e por apoiar os profissionais, eu também já precisei da pm e sei o quanto os policiais do nosso estado são eficientes apesar das muitas dificuldades.

  8. Com essa é bom botar sal na moleira e parar de derrubar a polícia.
    Esses pms potiguares trabalham, são uns heróis.

  9. Aí amanhã vão e metem o Pau na Polícia, a PM fez uma gentileza em ir prestar socorro a essa equipe de reportagem, pois não é seu papel ir desatolar carro de seu ninguém, agora basta amanhã um soldado dar um tapa em um vagabundo atrevido que a mesma equipe estará no ar chamando a polícia de despreparada, violenta, omissa e outros adjetivos depreciativos.

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Política

Senadora Zenaide confere novidades da 46ª Exposição Agropecuária do Seridó

Na tarde deste sábado (01), a senadora Zenaide Maia foi conferir as novidades da 46ª Exposição Agropecuária do Seridó, que acontece até este domingo no Parque de Exposições Walfredo Gurgel, em Caicó. O evento reúne o que há de melhor na agropecuária da região.

Durante a visita a exposição, Zenaide Maia deu entrevista para rádio, fez fotos, provou da culinária e fez questão de passar por todos os estandes e cumprimentar expositores, artesãos e visitantes. “As exposições agropecuárias são de fundamental importância para o desenvolvimento da economia e do turismo de Caicó e de toda região Seridó, pois envolve o agricultor, o artesão e toda classe produtora do Estado”, destacou a senadora.

Zenaide Maia estava acompanhada da governadora do Estado, Fátima Bezerra, dos deputados federal, Rafael Mota e estadual, Francisco do PT, do secretário estadual do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, e do secretário Fernando Mineiro, além de secretários municipais.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Aliados de Dodge fazem campanha por recondução junto ao presidente do Senado

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Emissários de Raquel Dodge fizeram uma visita ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), na semana passada. De acordo com relatos, os auxiliares da procuradora-geral da República falaram muito claramente sobre a possibilidade de ela ser reconduzida.

Segundo aliados de Alcolumbre, os assessores de Dodge fizeram questão de repisar o que consideram marcas da atual gestão. Disseram, por exemplo, que ela mudou o padrão do MPF ao retomar a discrição como regra no órgão.

Relatos da conversa chegaram a integrantes da PGR. Alcolumbre teria se limitado a dizer que o pleito de Dodge é legítimo, assim como o dos outros integrantes do MPF que disputam o posto por meio da lista tríplice. O escolhido de Bolsonaro terá que ser sabatinado e aprovado pelo Senado.

Painel/Folha de S.Paulo

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Política

Hermano comunica a Garibaldi que vai deixar o MDB

Como já era esperado, o deputado estadual Hermano Morais confirmou ao ex-senador Garibaldi Alves Filho que vai deixar o MDB. A pessoas próximas, ele confirmou que a saída ocorrerá de forma tranquila, na base do diálogo e somente após autorização judicial para saída sem perda do mandato.

Hermano já havia externado sua insatisfação de permanecer na legenda há tempos e tem mantido diálogos com o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, sobre a possível ida dele para o PDT.

Mesmo com esse caminho mais provável, Hermano não confirmou para qual partido vai se filiar.

O MDB vive um enfraquecimento em seus quadros de parlamentares nos últimos anos. O partido que já chegou a ter a maior bancada com cinco representantes, hoje só tem dois: Hermano Morais, que confirmou a saída; e Nélter Queiroz, que estuda deixar o partido há algum tempo, mas que segue na legenda.

Opinião dos leitores

    1. Pois é, também torço por isso! Tive oportunidade de conhecê-lo, e sei do seu caráter, embora nunca tenha votado nele. Dentre as muitas convicções que tenho, uma é de não votar no PMDB, e por isso ele nunca teve meu voto. Espero que ele não vá pra esquerda, como vc bem disse, que aí terei a oportunidade votar nele pela primeira vez!

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Política

MPF diz que STJ deve decidir sobre progressão de regime de Lula

A subprocuradora-geral Aurea Maria Etelvina Nogueira defendeu, no parecer sobre o recurso do ex-presidente Lula que tramita no Superior Tribunal de Justiça, que cabe à Corte decidir se o petista tem ou não direito à progressão de regime, como demanda a defesa. Os advogados do petista querem que ele passe para o regime aberto.

Por lei, condenados a menos de oito anos podem ter a pena fixada diretamente no regime semiaberto. Em caso de condenação superior a 8 anos, o preso deve cumprir um sexto da pena antes da troca de regime.

Se tiver que cumprir um sexto da pena, que agora é de 8 anos e 10 meses, Lula, que está preso desde abril do ano passado, poderia deixar a prisão em meados de setembro deste ano – se não for condenado em segunda instância em nenhum outro processo até lá.

Opinião dos leitores

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Política

Proposta quer limitar medidas provisórias editadas pelo presidente em 5 ao ano

Antigo desejo de deputados e senadores, a restrição ao uso pelo presidente da República de medidas provisórias está no topo da lista de ações do parlamentarismo branco que o Congresso promove em meio à inicial desarticulação política do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Criadas pela Constituição de 1988 em substituição aos decretos-lei da ditadura, as MPs são o principal instrumento do governo para legislar. Elas têm força de lei, mas precisam ser aprovadas em até 120 dias pelo Congresso para virarem, de fato, uma lei.

As MPs são fonte constante de críticas de congressistas porque não há limite ao seu uso pelo presidente, ocupam parte relevante da agenda do Congresso e, em alguns casos, não atendem aos critérios de relevância e urgência exigidos pela Constituição.

A tentativa de restringir o mecanismo conta com o aval de parte da cúpula da Câmara e do Senado e é tratada em duas frentes.

A mais importante delas está no Senado.

No início de abril foi apresentada uma proposta de emenda à Constituição (PEC 43/2019), de autoria dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Antonio Anastasia (PSDB-MG), que conta com a assinatura de 28 dos 81 integrantes da Casa.

Ela está em análise pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que é o primeiro passo da tramitação, e estabelece regras duríssimas para o uso das medidas provisórias.

Só cinco poderiam ser editadas pelo presidente a cada ano, e não seria permitido que abordassem temas já tratados em projetos em tramitação no Congresso.

Uma das intenções dos defensores da medida é forçar o Palácio do Planalto a conduzir suas propostas por meio de projetos de lei, que só passam a vigorar depois de cumprir toda a tramitação no Congresso e serem sancionadas pelo presidente, ou encampar propostas de parlamentares já em tramitação.

Hoje não há limite para a edição de MPs. Só nos seus primeiros meses de mandato, Bolsonaro editou 14 medidas provisórias. O número é menor do que o de Michel Temer (MDB) em igual período de sua gestão (23), mas supera os de Dilma Rousseff (PT) nos cinco primeiros meses de seus dois mandatos –13 e 9, respectivamente.

Sem uma base formal de apoio no Congresso, Bolsonaro tem encontrado dificuldade em fazer valer suas propostas.

Na semana que passou, o governo conseguiu aprovar no Congresso a MP que reduziu o número de ministérios, mas perto do prazo de 120 dias e com alterações, como a retirada do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) da alçada do Ministério da Justiça de Sergio Moro —o órgão fiscalizador voltou para a pasta da Economia.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Cada governo que toma posse reacende esse assunto. Nos trinta anos de constituição esse tema foi conversado. Os governos anteriores conseguiram engavetar o estudo e esfriar o ânimo do congresso e o assunto morreu. Claro que agora, com um novo presidente, o assunto haveria de dar o seu ar da graça. Com tantos parlamentares jogando no time adversário ao do presidente, possivelmente consigam concluir o assunto agora, nesta legislatura. É para acompanharmos.

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Cidades

Parnamirim reduz para 48% percentual de despesas com pessoal

A Prefeitura de Parnamirim publicou no último dia 30 de maio, em seu Diário Oficial do Município, o relatório de gestão fiscal que trouxe uma excelente notícia, resultado de um amplo esforço de ajuste fiscal. O município conseguiu reduzir para 48,39% o percentual de despesas com pessoal em sua receita corrente líquida, que era de 58,4%, passando a fazer parte de um seleto grupo de municípios brasileiros que conseguem cumprir à risca o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, ao fazer um grande ajuste fiscal e controlar as contas públicas.

Fruto de diversas medidas, como o corte de cargos em comissão e a redução de despesas de custeio da máquina pública, a redução do referido percentual permite que o município priorize investimentos em saúde, educação, infraestrutura e segurança, como é o caso, por exemplo, da Guarda Municipal, cujo processo de implantação já está em andamento.

Por causa deste rígido controle nas contas públicas, feito nos dois primeiros anos da gestão do prefeito Rosano Taveira, o município estará recebendo ainda este ano diversas obras de pavimentação e recapeamento, além e melhorias no sistema de saúde e diversas outras obras e ações por toda a cidade. Para o prefeito Rosano Taveira, “o resultado de todo o esforço que fizemos mostra-se gratificante, pois com a redução de pessoal realizada e o controle das contas, liberamos recursos para cumprimento de prioridades em segurança, saúde e educação, que são áeras essenciais para a população”.

Opinião dos leitores

  1. Prefeito, venha dar um passeio aqui na Alameda Nélio Dias ao lado da Farmácia Pague Menos. Está uma LÁSTIMA

  2. Ajeite as ruas prefeito, Parnamirim tá parecendo uma tábua de pirulito, principalmente as ruas quê dão acesso a UPA.

  3. E podia melhorar ainda mais se cumprisse a sentença que determinou o recálculo do IPTU de 2012 e consequentemente, dos anos seguintes.
    O contribuinte quer pagar mas a SEMUT e seu "corpo político" resiste. Que bom que existem Auditores concursados e que por isso mesmo pensam, que concordam com essa medida.
    Falta apenas a "velha guarda" aceitar.

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