Política

30 medidas do governo já são alvo de ações no STF em apenas 4 meses de gestão

Medidas provisórias ou decretos elaborados pelo governo de Jair Bolsonaro acumulam, já nos primeiros 135 dias de governo, 30 contestações no Supremo Tribunal Federal. Entre as normas que são alvo de contestação estão o decreto que determinou o contingenciamento das universidades federais, os decretos polêmicos, como o que trata de posse e porte de armas, e a medida provisória que proíbe desconto de contribuição sindical em folha.

Para técnicos e ex-ministros, as regras propostas pelo governo Bolsonaro mostram açodamento e falta de rigor técnico, que se traduz em maior judicialização. Analistas também criticam a falta de “qualidade logística”, ou seja, a forma como uma norma é elaborada – separada em artigos, parágrafos, alíneas e incisos, visando a clareza.

Um dos casos é o do decreto que ampliou o direito de porte e posse de armas, assinado na última semana e questionado até pelo Ministério Público Federal (MPF). A possibilidade de que o decreto das armas tenha itens inconstitucionais não foi descartada pelo chefe de assuntos legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Vladimir Passos de Freitas. “Foi tudo muito rápido. Não houve a oportunidade de um aprofundamento”, afirmou ele nesta semana ao UOL, ao comentar a legalidade do decreto.

O texto publicado não leva a assinatura do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, um dos principais responsáveis pelo processo de elaboração normativa do governo.

“O atual chefe da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça deu uma declaração dizendo que o decreto de armas estava cheio de inconstitucionalidades, mas, como era um desejo do presidente, não tinha o que fazer. É uma omissão da sua missão de chefe de Secretaria de Assuntos Legislativos para contemplar o chefe porque ele quer. Como é um compromisso de campanha, quer que saia assim mesmo. Fazem isso apressadamente, não têm cuidado. Não há nenhuma preocupação com aspecto formal”, disse o jurista Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça.

Segundo Oscar Vilhena, professor de Direito Constitucional da FGV, uma norma que entra em conflito com uma regra superior vai ser derrubada pelo Congresso ou pelo Poder Judiciário. “A técnica jurídica do governo deixa a desejar. O governo vem incidindo em dois erros: usa decretos e MPs (medidas provisórias) para elaborar normas que teriam que passar pelo Congresso – na forma de projetos de lei ou propostas de emenda constitucional – e atropela órgãos técnicos responsáveis pela qualidade técnica das regras.”

Secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça entre 2014 e 2016, o advogado Gabriel Sampaio disse que, naquela época, o trâmite era bem mais lento para que o debate pudesse ser ampliado.

“Tínhamos uma proposta de trabalho que implicava a abertura à participação da sociedade civil, ampliação do envolvimento da academia por meio de editais de estudos normativos e consultas públicas”, afirmou.

Para Torquato Jardim, ex-ministro da Justiça de Michel Temer, o processo era mais apurado na gestão anterior. “Cada governo tem um estilo. No governo Temer, as matérias vinham dos ministérios especializados e passavam pela Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, sob o comando de Gustavo Rocha. Ele fazia a coordenação e verificava se era preciso ouvir outro ministério.”

Comparação

O número de contestações no STF já supera a quantidade de ações propostas no início de mandato – considerando o mesmo período de tempo – da petista Dilma Rousseff (2) e do emedebista Michel Temer (6). Bolsonaro editou mais decretos que seus dois antecessores (135, ante 78 de Temer e 55 de Dilma) na comparação com os primeiros 135 dias de governo. No mesmo período, o atual presidente editou 13 MPs, ante 21 do emedebista e 12 da petista.

Segundo a Casa Civil, no governo Bolsonaro os atos normativos são propostos pelos ministérios setoriais, que encaminham à Presidência da República um parecer de mérito que atesta a constitucionalidade da proposta.

Esses pareceres são encaminhados à Casa Civil, que dá a palavra final para mérito e para constitucionalidade dos atos. Questionada sobre as contestações, a assessoria do ministério respondeu que “contestação de atos normativos é algo corriqueiro e faz parte da dinâmica política”.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Viver em una Democracia realmente nao e facil pra quem está acostumado a mandar, impondo o que quer do jeito que quer.
    Era assim nos antigos Impérios. A Idade Média está cheia de exemplos para nos mostrar que as Monarquias atuavam sem respeitar nada é nem ninguém.
    O Nazi Fascismo retomou essa ideia e deu forma a uma experiência que a humanidade não deve esquecer, sob pena de termos a sua volta por meio de pessoas que não aceitam conviver com as formas que a democracia propicia para discutir e compartilhar decisões que afetaram todos no pais inteiro.
    Somente os ignorantes, inocentes ou estúpidos, e também os realmente ditadores (que tantos criticam quando nos países dos outros) acreditam que esse é a melhor maneira de se resolver as coisas num Estado de Direito regido por uma Constituição construída por hoje s e mulheres representando os interesses desejos e necessidades da nação .
    Bolsonaro e sua equipe precisam aprender muito, ou sua assessoria é muito despreparada e incompetente.
    Muita coisa poderia ser evitada ou corrigida com uma simples análise feita por um simples estagiário de Direito ainda no primeiro ano.

  2. Claro, o nosso mito acabando com a farra dos petistas e bando de funcionários públicos que acabam com o Brasil. Os Ptralhas vai a loucura.
    Peia neles Bolsonaro.

    1. Acabando com qual farra? Ele mesmo fez farra por 28 anos, ensinou aos filhos como fazer farra e está demonstrando que o importante é falar sem saber o que está dizendo.

  3. A sua hora tá chegando familicia bozonaro em breve fazendo companhia a Lula e Dirceu. Sim, já ia me esquecendo manda um beijo a carluxo e leo indio. Peça ao seu guru uma mantra bem forte pra vocês rezarem na prisão, tipo: Ommmm laranjommm, ommmm to doidommmm ommmm.

    1. Bolsorola vai fazer companhia ao coroné Cirola no manicômio!
      Estamos perdidos!

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Política

PACOTE ANTICRIME: Após série de derrotas, Moro tenta salvar principal bandeira

Após sucessivas derrotas, a mais recente envolvendo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o ministro Sergio Moro (Justiça) intensificou a agenda política para tentar acelerar a tramitação no Congresso daquela que é considerada sua principal iniciativa, o pacote anticrime.

Na manhã de quinta-feira (16), Moro foi à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir o apoio do parlamentar ao avanço do projeto na Casa.

Alvo da resistência de vários políticos por personificar a Lava Jato, a operação que dizimou integrantes de diversas legendas nos últimos anos, o ex-juiz federal tem buscado auxílio de Maia para tentar vencer esses obstáculos.

O ministro chegou à casa do presidente da Câmara, no Lago Sul de Brasília, no momento em que dezenas de deputados, grande parte de partidos do chamado centrão, discutiam com Maia a agenda de votações desta semana.

A conversa girava em torno da votação da medida provisória da reestruturação do governo. Eles defendiam que Maia só colocasse o texto em votação no plenário se o Palácio do Planalto e seus aliados não forçarem a derrubada do trecho que tira o Coaf das mãos de Moro.

O ministro cumprimentou os deputados —muitos deles protagonistas da batalha para transferir o órgão para o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia)— e seguiu com Maia para uma ala reservada.

A conversa não durou mais do que 15 minutos. Entre outros pontos, o ministro queria saber se havia disposição na Câmara para suprimir uma das etapas de tramitação da proposta —o que levaria o texto mais rapidamente ao plenário.

Ouviu que tudo depende de diálogo com os partidos e da convergência do grupo de trabalho que analisa o projeto.

O centrão é um grupo informal de partidos formado por DEM, PSD, PTB, PP, PR, entre outros, e liderou a derrota aplicada ao ministro.

Tendo vários filiados implicados nas investigações da Lava Jato, esse partidos resistem a dar mais poder a Moro. E são refratários também a muitas das propostas do pacote anticrime do ministro. Para vários desses parlamentares, o ex-juiz representa a ponta de lança do movimento que nos últimos anos buscou, segundo eles, criminalizar a política.

Embora aliados do presidente da Câmara afirmem que Maia e Moro superaram os atritos e hoje mantêm bom diálogo, o avanço do pacote na Casa depende da disposição do ministro em abrir mão de trechos considerados polêmicos pelos parlamentares.

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro não era do PP?
    E ainda fica pousando como uma virgem dentro desse cabaré que é o Centrão, do qual fez parte por mais de 20 anos?

  2. Bolsonaro não era do PP?
    E como como virgem dentro desse cabaré que é o Centrão, do qual fez parte por mais de 20 anos?

  3. Os frequentadores de cabaré e puteiro ficam desqualificando o local q frequentam comparando com os politicos, isso não é adequado; lá nesses recintos as goratas são assumidas diferentes dos politicos e tem mais é muito organizado, ético e aceita qualquer um.

  4. Isso mostra a corja q os eleitores brasileiros elegem, alguns até semialfabetizados, para legislarem (fazerem lei) em prol (ou contra) o país.
    Merece uma renovação total.
    Magote de calhordas.

  5. O Sérgio Moro, largou a magistratura pra botar moral nesse puteiro, ai vem esses desgraçados congressista emperra o projeto. O Rodrigo Maia sequer bota em votação, são uns canalhas esses caras.
    Não verem?? Querem lançar uma reforma paralela do jeito deles e não o jeito do governo. O povo brasileiro, o eleitor tem que saber separar o joio do trigo, fica claro, quem quer o bem do país e quem quer tirar proveitos proprios.
    Fora centrão.

  6. Pode deixar moro, será sua bandeira de campanha em 2022. Vamos eleger uma bancada que defenda sua aprovação. Moro, bancada e Brasil 2022!

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Política

CASO COAF: Investigações contra Flávio Bolsonaro também atingem deputados do PT e PSOL

O relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) que deu origem à quebra de sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e preocupa todo o governo federal também ameaça parte da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde o filho do presidente da República foi deputado de 2003 a 2018.

A apuração avançou contra o presidente da Casa, André Ceciliano (PT), e outros sete deputados cujos nomes são mantidos sob sigilo. Treze dias antes da decisão referente a Flávio, o Tribunal de Justiça do Rio autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos parlamentares e de seus assessores citados no documento.

Há ainda procedimentos sobre ao menos outros 12 políticos em andamento na 24ª Promotoria de Investigação Penal e no Gaocrim (Grupo de Atribuição Originária Criminal) da Procuradoria-Geral de Justiça do estado do Rio.

A lista inclui membros de partidos como PSOL, PDT, DEM, PSB, Solidariedade, PHS, PSDB, MDB, PRB, Avante e PSC (esse último do governador Wilson Witzel e do vereador Carlos Bolsonaro).

Todos os procedimentos têm como origem o relatório do Coaf produzido no âmbito da Operação Furna da Onça, que prendeu dez deputados estaduais em novembro passado sob acusação de envolvimento no esquema de corrupção do ex-governador Sérgio Cabral (MDB).

O relatório foi elaborado a pedido do Ministério Público Federal, que solicitou todas as comunicações de movimentações atípicas envolvendo pessoas nomeadas na Assembleia. O órgão federal fez comunicações sobre 85 funcionários de 21 gabinetes da Assembleia, boa parte sem relação com o caso Cabral, incluindo o de Flávio, filho mais velho de Jair Bolsonaro (PSL).

Essas informações foram enviadas também ao Ministério Público estadual em janeiro de 2018, para que apurasse eventuais crimes sem relação com o ex-governador. Inicialmente, todos os procedimentos estavam sob responsabilidade do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, em razão do foro especial dos deputados estaduais.

Em fevereiro, nove deixaram de ser deputados e tiveram os casos enviados para a primeira instância. Isso incluiu o hoje senador Flávio Bolsonaro, sem direito a foro especial neste caso após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) segundo a qual o benefício se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Presidente da Assembleia, Ceciliano ocupa um cargo cujos três últimos antecessores foram presos —Cabral, Jorge Picciani e Paulo Melo (todos do MDB). O petista encabeça lista dos deputados envolvidos com maiores movimentações bancárias atípicas. São quatro assessores dele com movimentações que, somadas, chegam a R$ 49,3 milhões.

Opinião dos leitores

  1. O André Miliciano do PT encabeça a lista com o maio valor, contudo a imprensa só divulga o nome do Flávio Bolsorola.
    Tem que dar nome aos bois e colocar todos os corruptos na cadeia.

  2. Tudo que cai na mão Moro, ele usa pra defender o Brasil. Por isso que o crime organizado não o perdoa, e tudo que ele propõe e faz, eles combatem. Da-le Ministro Moro!

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Política

Apoiadores de Bolsonaro convocam atos pró-governo no dia 26

Perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro iniciaram, na quarta-feira, 16, um movimento nas redes sociais para promover atos a favor do governo no dia 26. No Twitter, ao menos 12 contas ligadas à rede bolsonarista usaram a hashtag #dia26nasruas para convocar simpatizantes do presidente à manifestação.

O texto disparado por Bolsonaro no WhatsApp nesta sexta-feira, 17, é visto por esses apoiadores como sinal de motivação para a realização dos atos. Partidos integrantes do Centrão e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), classificados pelos organizadores como “inimigos do Brasil”, estão na mira dos manifestantes. Eles também defendem o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a Medida Provisória 870 (da reforma administrativa) e a reforma da Previdência.

“Bolsonaro sangrou por este País, mas seus inimigos acham pouco. Querem enterrá-lo. No dia 26, vamos às ruas em protesto contra o Centrão, o STF, e todos os inimigos do Brasil e deste governo, que se faz tão necessário”, diz uma mensagem do Movimento Brasil Conservador (MBC) no Twitter.

A iniciativa é uma resposta às manifestações contra o governo na última quarta-feira, 15. O movimento, porém, não tem a adesão dos principais grupos que lideraram os atos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff: Vem Pra Rua, NasRuas e MBL. Memes anônimos com o logotipo dessas organizações circularam pelas redes sociais convocando para uma marcha em defesa do governo em Brasília dia 26.

“Apoiamos a nova Previdência, a reforma tributária e o pacote anticrime. Como a grande maioria dos brasileiros queremos que o País dê certo e se desenvolva. Não estamos aderindo a esta manifestação pois achamos as pautas confusas e dispersas. Somos apartidários”, disse Tomé Abduch, porta-voz do movimento NasRuas.

A ativista Adelaide Olivira, porta-voz do Vem Pra Rua, conta que o grupo defende a reforma da Previdência e o pacote anticrime elaborado por Moro, mas não apoia o presidente Jair Bolsonaro. “O Vem Pra Rua não defende a política do governo e o partido dele, mas ideias e iniciativas como a reforma da Previdência”, afirmou.

Um dos principais temas no Twitter é a oposição do MBL, que afirmou por meio de sua conta no Twitter não estar na organização do ato. Apoiadores de Bolsonaro como Pedro Medeiros, aluno de Olavo de Carvalho e seguido por 11 mil pessoas, criticaram a postura do movimento. Já o economista Leandro Ruschel, com 240 mil seguidores, também citou o movimento. “O MBL é oposição ao governo, só não entendo por que não declararem abertamente”, disse.

Notícias ao Minuto

Opinião dos leitores

  1. As Olavetes vão pra rua defender o Laranjal do Queiroz?
    Mas não diziam que se há indicios a respeito de qualquer pessoa, deve haver investigação doa a quem doer?
    "NAO TEMOS BANDIDOS DE ESTIMAÇÃO!"
    Não era esse o lema?
    E as loucuras do Capetão com o fiasco na economia, entrega de nosso patrimônio a preço de banana aos Estados Unidos com submissão humilhante, reforma cruel da previdência e cortes nos orçamentos das Escolas e Universidades, ao mesmo tempo que perdoa dívidas dos partidos e da dinheiro aos deputados?
    É isso mesmo?
    Vcs vão pra rua defender isso?

  2. A luta é grande contra a esquerda doentia, mas vamos salvar nosso país!!! Vamos pra rua sim, nosso presidente merece !!!

    1. E aí!? Vai lá defender o teu mito? Aproveita a camisa da cbf do camelô e o pato amarelo.

      Não esqueça de fazer elogios para a reforma trabalhista e da previdência.

      Enalteça o preço da gasolina, do gás e não esqueça de falar da balbúrdia das universidades.

      Lembre de seguir o exemplo do capitão e sonegue tudo que puder.

    2. Vá mesmo! Não se esqueça de levar o suco de laranja e o boneco inflávio também.

  3. Bom pessoal vc acham que o centrão, MBL,o movimento vem pra ruas ,STF,vai resolver o problema do Brasil? Os brasileiro se quiserem um país melhor tem que ir a luta . O povo não quer leva sol ,chuva e espera um super herói pra resolver tudo sem mão abri mão do assistencialismo? Sem luta estaremos caminhando pra Venezuela.

  4. Vão comemorar o q? A gasolina a R$5,00; O desemprego aumentando e o presidente disse q não tem nada a ver; a família envolvida em corrupção; os privilégios dos políticos continuam; cortes na educação; a saúde e segurança um caos… Enfim, propostas concretas para os reais problemas do Brasil nenhuma. Povo sem noção os q ainda apoiam esse desgoverno.

  5. Ele quer que vamos a rua para que ? Até agora ele não assumiu o posto de presidente , parece ainda esta em campanha eleitoral, e agora quer que o povo faça vistas grossas para os erros dos filhos , homem faça – me um favor esqueça as cores e trate de governar esse pais cuide principalmente da massa que acreditou no senhor

  6. Vamos se juntar a Bolsonaro, contra o esse congresso e membros do STF, suas mordomias, decisões e assaltos intermitentes ao dinheiro público da nação.

  7. Se eu fosse o "capitão américa" não me atreveria a mexer neste assunto.
    O tal do Collor começou a descer a ladeira com uma convocação dessas, lembram?
    Pedir para o povo ir às ruas de verde e amarelo e o país vestiu-se de preto e deu um tiro de misericórdia no governo dele.
    Te cuida, capitão!!! Pense direitinho….

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Educação

Decreto de Bolsonaro cria polêmica em universidades

Decreto assinado nesta semana pelo governo Jair Bolsonaro tem causado polêmica sobre possíveis implicações nas escolhas para funções de direção dentro das universidades federais. O texto se refere a nomeações para cargos em comissão e funções de confiança em órgãos ligados à administração federal. Segundo o governo, o decreto não altera os procedimentos nas instituições de ensino.

Embora não mencione explicitamente as instituições de ensino superior, um dos artigos do decreto dá poder ao ministro da Casa Civil para fazer nomeações dos chamados cargos de nível 5 e 6 do grupo DAS (Direção e Assessoramento Superiores). Nas universidades, estes são cargos de alto escalão.

Até então, essas nomeações eram de competência do reitor. Especialista em Direito Constitucional, a professora da Universidade de São Paulo (USP) Nina Ranieri diz que o decreto altera a forma de nomeação de lideranças nas universidades.

“Reitores e diretores (de faculdades) não estão no decreto, mas qualquer outra nomeação para função ou cargo de confiança é alcançada (pelo texto).” Segundo ela, especialista em autonomia universitária, o decreto pode mudar a forma de escolha de nomes para cargos como os de coordenadores de cursos e pró-reitores, que são os responsáveis por coordenar áreas como a pesquisa e a graduação.

O decreto também dá poderes à Secretaria de Governo (Segov), hoje comandada pelo ministro Santos Cruz, para avaliar as indicações aos cargos e “decidir pela conveniência e oportunidade administrativa quanto à liberação ou não das indicações submetidas à sua avaliação”.

Segundo Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da Fundação Getulio Vargas (FGV), “o impacto do decreto é tornar mais eficiente e sistematizado o controle político sobre a burocracia das universidades”. Ele entende que, por meio do decreto, a Segov ou o Ministério da Educação (MEC) poderão avalizar nomes indicados para cargos de gestão – até mesmo para reitor – e vetá-los.

Caso o decreto seja aplicado às universidades, pode ser considerado inconstitucional, segundo especialistas. A Carta de 1988 garante que as instituições tenham autonomia administrativa e de gestão. “É um nível de controle altíssimo. Toda a administração pública no mundo vai se descentralizando e aqui vemos um movimento contrário, que é a centralização na Presidência de todos os funcionários em cargos de confiança do governo federal, incluindo os da universidade”, diz Nina.

Até então, os nomes escolhidos para cargos de chefia dentro das universidades não passavam pelo crivo do governo federal. As instituições de ensino têm órgãos internos para avaliar as nomeações.

Já o secretário executivo do MEC, Antonio Vogel, afirmou anteontem que o texto não muda a prática – apenas regulamenta procedimentos que já existem. “Os sistemas para nomeações de pessoal já existiam. A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e CGU (Controladoria-Geral da União) já são consultadas há anos para nomeações, elas fazem análise formal. Já passa na Segov há anos, inclusive nos governos anteriores. É rigorosamente a mesma coisa.”

Medo

O decreto trouxe apreensão aos reitores. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) informou que ainda analisará os detalhes do texto.

“Se algo desse tipo for implementada vai causar desestruturação geral na gestão das instituições. Como liderar uma equipe se você não a nomeia? Mas não tenho como fazer juízo de valor porque ainda não fizemos uma análise”, disse Reinaldo Centoducatte, presidente da Andifes e reitor da Federal do Espírito Santo (Ufesc).

Partidos de oposição também questionam a medida. Anteontem, o PSB, o PDT, o PT e o PSOL apresentaram projetos de decreto legislativo para suspender o decreto, que deve entrar em vigor em 25 de junho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Combater o desemprego, a paralisação da economia, o aumento da pobreza, os baixos salários, isso ele não sabe o que fazer. Não é a toa que vai de mal a pior. Resta saber se ele será getulio, Jânio ou Collor.

    1. Ele está tentando arrumar a merda que seu pt fez em 16 anos
      Onde você estava ???? “Mamando tambem

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Economia

Autônomos usam aplicativos para driblar crise financeira no RN

Nem só de grupos, influenciadores e jogos vivem os aplicativos. Com a queda do número de vagas formais no mercado de trabalho, as pessoas vem buscando novas fontes de renda, alternativas fora do mercado formal para vender seus produtos e serviços, e os aplicativos vem sendo uma delas. Pelas plataformas, muitos conseguem divulgar seu trabalho e, pelos próprios aplicativos, gerenciam as relações com clientes, inventário de produtos, vendas e entregas.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE, relativa ao 4o trimestre de 2017, 50,7% dos potiguares utilizavam a internet somente por telefone celular, superando o número de acessos por meio de computadores e tablets (47,9%), o que revela o potencial de crescimento dos aplicativos no Estado para geração de trabalho e serviços.
Se, por um lado, as novas plataformas propiciam um espaço para que as pessoas possam obter uma nova fonte de renda, além de fomentar o mercado da tecnologia da informação criando novas oportunidades, por outro, geram também questões inerentes ao século XXI, sobre transformação das relações de trabalho, qualidade de vida e saúde.

No novo modelo, o cliente passa a ter um papel mais ativo, no qual a sua avaliação pode interferir diretamente na continuidade do serviço oferecido. Reduzem-se, também, a necessidade de espaços físicos, e o trabalhador tem mais autonomia sobre seu processo produtivo e horários de trabalho, além da forma como são administrados os lucros e rendimentos obtidos pelo serviço prestado.

Para isso, no entanto, muitos abrem mão de direitos garantidos pela CLT: 13o, férias e, em muitos casos, para manter uma renda mínima, até mesmo fins de semana. Contribuições para aposentadoria também ficam de fora para muitos. O fenômeno já tem nome, e está sendo estudado por áreas que vão do direito às ciências sociais: “uberização do trabalho”.

No Brasil, segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, 5,5 milhões de profissionais estão cadastrados nas plataformas do Uber, 99, Cabify e IFood, todos aplicativos relacionados ao transporte de passageiros ou entregas. Na Região Metropolitana de Natal, somente a plataforma Uber, há dois anos e meio no Estado, tem cerca de 11 mil motoristas cadastrados. O dado é da Cooperativa de Motoristas de Aplicativo de Mobilidade Urbana (Compar/RN).

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Nos países desenvolvidos o empreendedorismo é muito forte. Profissionais geram renda com seus talentos e entendem que precisam ser cada vez melhor. Sem mamatas, regalias, benefícios pagos pelo governo e empresas privadas (onde inviabilizaram seus negócios). Torço que esse mercado cresça cada vez mais!

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Economia

Informalidade sobe 15,88% no RN

O número de trabalhadores informais no Rio Grande do Norte cresceu 15,88% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o primeiro trimestre de 2018. De janeiro a março do ano passado, 321 mil pessoas atuavam no setor. No mesmo período deste ano, o número saltou para 372 mil, o que perfaz o ingresso de 51 mil trabalhadores na informalidade. Os números constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD C Trimestral) publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Rio Grande do Norte, das 209 mil pessoas desocupadas no primeiro trimestre deste ano na semana de referência da pesquisa, 44 mil esperaram menos de um mês para conseguir um emprego. Outras 89 mil aguardaram entre um mês e menos de um ano. De um ano a menos de dois anos, esperavam 30 mil pessoas no Estado. Esperando há dois anos ou mais por um vaga, estavam 46 mil.

Tribuna do Norte

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Economia

Projeto de LDO do RN para 2020 estima rombo em R$ 230 milhões

Em 2020, o Estado deverá continuar gastando mais do que arrecada, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que a governadora Fátima Bezerra (PT) enviou à votação na Assembleia Legislativa. A previsão do governo para as diretrizes ao Orçamento Geral do Estado (OGE) do próximo ano – que será o primeiro elaborado pela atual gestão — é de que haverá haverá um resultado primário negativo de R$ 230,9 milhões, pois enquanto as receitas primárias são estimadas em R$ 12,19 bilhões, as despesas primárias importarão em R$ 12,421 bilhões.

O secretário estadual Planejamento e das Finanças, José Aldemir Freire, disse que “a questão fundamental, é que resolvemos praticar o que poderemos chamar de realismo orçamentário, não vamos maquiar os números”.

Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 que terá de ser votada até o fim de junho – para então a Assembleia Legislativo entrar em recesso de meio do ano, o governo aponta que a arrecadação total do Tesouro Estadual deve chegar a R$ 12.859.048,00 no próximo ano, enquanto as despesas totais serão de R$ 13.073.341,00 em valores correntes. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias trabalha com a hipótese de que a partir de 2021, ocorra superávit financeiro entre as receitas primárias, previstas em R$ 12,756 bilhões e uma despesa primária de R$ 12,413 milhões, com um resultado primário de R$ 342,36 milhões.

Em relação ao cumprimento das metas fiscais de 2018, os anexos da LDO/2020 a receita primária chegou a R$ 10,28 bilhões e a despesa primária a R$ 9,79 bilhões, com resultado primário de R$ 488,54 milhões.

Aldemir Freire afirma que se o Estado é deficitário e é preciso“demonstrar nas peças orçamentárias, a situação, trabalhar o mais próximo possível da realidade, as peças orçamentárias deixarão de ser peças de ficção”. Segundo Aldemar Freire, os orçamentos anteriores do Estado “sempre foram artificialmente equilibrados”.

Aldemir Freire informa que o Estado precisa, hoje, ter um superávit primário de R$ 600 milhões a R$ 700 milhões só para pagar as despesas financeiras e o Proadi, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial.

Integrante da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, o deputado José Dias (PSDB) prefere não avaliar o dado numérico do resultado primário negativo para 2020, porque não sabe o que o governo colocou de despesas e se estão incluídos todos os débitos do Estado.
No entanto, o deputado José Dias afirma que “a única solução que tem para o Estado é reduzir despesas, que não sei como vão reduzir”. Para José Dias, no que o governo está insistindo “é que em vez de criar condições para reduzir gastos, estão criando condições para aumentar despesas”.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Interessantes essas redes sociais. Muita gente desinformada dando opinião errada pensando que dá abafando.

  2. Todos sabiam que Fátima iria acabar com o resto do estado em menos de 4 anos, elegeram ela, agora aguentem.
    Já aumentou os salários de muitos magistrados, dessa forma ela cria uma defesa contra ela.
    Na doutrina marxista, dê aumentos e atraia para si, os que tem poder de decisões. É o que ela tá fazendo.

    1. E, era para deixar um ROBISON da vida que acabou com ESTADO em todos os sentidos. Diga um mérito desse PICARETA!
      Veja o estrago que ELE fez na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.

  3. Os miseráveis – essencialmente ingênuos que são – ainda acreditam nessas coisas de "redução de despesas" na gestão petista do RN.
    E, de certo modo, isso é até bom: a desgraça se lhes torna menos desgraçada.
    Uma desgraça esperançosa, típica de um Pedro Pedreiro… esperando o trem que não vem.

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Economia

Ministro comemora registro de primeira aérea 100% estrangeira no Brasil

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, comemorou neste sábado (18) o registro da primeira companhia aérea 100% estrangeira no país.

Em publicação nas redes sociais, o ministro disse que a entrada da companhia no mercado doméstico trará novos investimentos ao país, com a contratação de pilotos e tripulação brasileira, além de criar mais concorrência no setor.

Ainda de acordo com Freitas, isso é importante para equilibrar oferta de voos e reduzir preço da passagem.

Neste sábado, a coluna Painel S.A. antecipou que a medida provisória que permite o controle de companhias aéreas no Brasil por estrangeiros começou a dar frutos.

Às vésperas do prazo final para aprovação no Congresso, definido para quarta (22), a Globalia Linhas Aéreas, grupo da Air Europa, deu entrada no processo na Junta Comercial de São Paulo. O próximo passo é pedir à Anac a autorização para operar no país. O movimento do grupo estrangeiro é visto no setor como um estímulo à aprovação da MP.

Folhapress

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Política

MAIS UMA: Tribunal de Justiça determina acesso a notas fiscais de Flávio Bolsonaro

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A quebra do sigilo fiscal do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, determinada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) no fim do mês passado, foi ampliada. A Receita Federal terá que encaminhar ao Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) todas as notas fiscais de bens e serviços adquiridos entre 2007 e 2018 pelo senador, por Queiroz e por mais seis pessoas e uma empresa que já tinham tido o sigilo fiscal quebrado em decisão anterior.

Para a defesa de Queiroz, que na sexta-feira entrou com um habeas corpus contra a quebra do sigilo, a ampliação da medida reforça seu caráter “desproporcional”. Em nota, o senador Flávio, filho do presidente Jair Bolsonaro, chamou a investigação de “campanha caluniosa” e se disse “vítima de seguidos e constantes vazamentos”.

A autorização para ampliar a quebra do sigilo fiscal se deu no mesmo processo, no âmbito das investigações do MPRJ sobre movimentações financeiras atípicas envolvendo ex-funcionários do gabinete parlamentar de Flávio Bolsonaro quando era deputado estadual no Rio.

As suspeitas surgiram porque, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, Queiroz movimentou em uma conta mais de R$ 1,2 milhão, quantia considerada incompatível com a renda do ex-assessor. Oficialmente, Queiroz trabalhava no gabinete parlamentar como motorista. A movimentação – revelada pelo Estado – foi detectada pelo Coaf em relatório preparado na Operação Furna da Onça, do Ministério Público Federal (MPF), que investigou corrupção na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

A decisão de ampliar a quebra do sigilo fiscal foi tomada na última quarta-feira pelo juiz Flávio Itabaiana Nicolau, da 27ª Vara Criminal do TJRJ, e revelada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo. Na decisão, à qual o Estado teve acesso, o juiz Itabaiana considera a obtenção das notas fiscais como “imprescindível” para o procedimento investigatório. O objetivo é “possibilitar o cruzamento com os dados bancários”, escreveu o juiz.

No pedido ao juiz, ao qual o Estado também teve acesso, os promotores do MPRJ fazem referência à autorização para a quebra dos sigilos bancário e fiscal, dada no fim do mês passado. Pela decisão anterior, terão vasculhadas as contas bancárias, além de Flávio e Queiroz, a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro, e de uma empresa deles, a Bolsotini Chocolates e Café Ltda. As duas filhas de Queiroz, Nathalia e Evelyn, além da mulher dele, Márcia, também tiveram os sigilos quebrados, assim como 88 ex-funcionários do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Opinião dos leitores

  1. Família arrumada, 01 02 03 só tem ladrão, porque entram na justiça para não ter o sigilo quebrado, se são honestos, porque o honesto pediria para ser investigado ou não

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Política

Governo vai defender reforma enviada ao Congresso, diz porta-voz

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira, 17, que o governo vai continuar defendendo integralmente a proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso. Mais cedo, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo Executivo.

“Retomamos o posicionamento. A proposta que foi enviada ao Congresso é a proposta que nós entendemos como a melhor. O presidente compreende e, por diversas vezes já vos falou entender que o Congresso Nacional fará o seu melhor trabalho para entregar à sociedade essa questão previdenciária, que hoje quase inviabiliza a manutenção da administração federal e de outros poderes”, disse.

Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

De acordo com Ramos, a decisão tem conotação basicamente política, levando em consideração a relação completamente desgastada entre o Legislativo e o Executivo. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

Petrobrás

Rêgo Barros também afirmou que Bolsonaro não pretende atuar pessoalmente na definição de preços da Petrobras. “O presidente reafirma a importância que atribui às decisões administrativas da Petrobras no que se refere a essas questões de controle de preço”, disse.

Nesta quinta, Bolsonaro afirmou que poderia rever a política de preços da estatal “se não houver prejuízos” para a empresa. “O que ele falou ontem é em tese uma possibilidade de encontrarmos uma solução para um combustível mais barato. Não tem nenhum interesse do presidente e ele já demonstrou isso em momentos anteriores de não incidir com decisões pessoais sobre a administração da empresa”, disse Rêgo Barros.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

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Política

Assessor de Mourão também é alvo de quebra de sigilo na investigação de Flávio Bolsonaro

A quebra de sigilo bancário e fiscal decretada pela Justiça do Rio na investigação envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) alcançou um assessor direto do vice-presidente Hamilton Mourão, o advogado João Henrique Nascimento de Freitas, que também é o atual presidente da Comissão de Anistia.

Freitas entrou na lista das 86 pessoas atingidas pela medida solicitada pelo Ministério Público do Rio porque trabalhou durante sete anos como assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), entre 2005 e 2012. Promotores investigam um suposto esquema de desvio de dinheiro no gabinete do ex-deputado estadual conhecido como “rachadinha”, no qual funcionários são obrigados a devolver parte do salário ao parlamentar.

A suspeita é de que a prática tenha ocorrido entre 2007 e 2018 e a arrecadação tenha sido coordenada por Fabrício Queiroz, ex-motorista de Flávio que teve uma série de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em dezembro passado.

Outros seis investigados estão lotados no Senado, sendo que cinco continuam no gabinete de Flávio Bolsonaro: Fernando Nascimento Pessoa, Lygia Regina de Oliveira Martan e Miguel Ângelo Braga Grillo, ganhando cada um R$ 22,9 mil de salário em Brasília, e Alessandra Esteves Marins e Juraci Passos dos Reis, que recebem R$ 8,9 mil cada no escritório político no Rio.

 

O sexto é Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio. Primo de Flávio, ele trabalhou no gabinete do ex-deputado entre 2006 e 2012 e hoje está lotado no gabinete do senador Chico Rodrigues (DEM-RR).

O assessor de Mourão é o único dos 86 alvos da quebra de sigilo decretada pela Justiça do Rio que ocupa cargo no governo federal, segundo levantamento feito pelo jornal no Diário Oficial da União. Em seu perfil divulgado na internet, Freitas afirma ter atuado como assessor jurídico e chefe de gabinete de Flávio na Alerj. Em janeiro, Freitas foi nomeado assessor especial do vice general Mourão, com remuneração bruta de R$ 13,6 mil, despachando no anexo II do Palácio do Planalto. Em março, foi nomeado pela ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) como presidente da Comissão de Anistia, instituída em 2002 com o objetivo de reparar as vítimas de atos de exceção ocorridos entre 1946 e 1988 no País.

O Ministério Público Federal pediu a anulação da nomeação na Justiça por causa da ação de Freitas contra determinadas anistias no passado. O pedido foi negado pela Justiça neste mês.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Vice-Presidência da República informou que o assessor João Henrique Nascimento de Freitas não se manifestaria sobre a quebra de sigilo e que o vice Hamilton Mourão estava em viagem oficial ao Líbano.

Em nota, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que todos os assessores citados “têm reputação ilibada, larga e comprovada experiência” e que “o fato de ter sigilo quebrado não torna ninguém criminoso”.

Ele disse repudiar que “setores da imprensa” que são “abastecidos por vazamentos ilegais” pelo Ministério Público “insistam em criar polêmicas e atribuir falsas irregularidades onde não há para atingir ele e o governo de Jair Bolsonaro”. Os assessores dele e o primo Léo Índio não quiseram se pronunciar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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Política

Brasil só muda com apoio de vocês, afirma Bolsonaro após texto sobre país ingovernável

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou na tarde deste sábado (18) aos seus seguidores numa rede social que “somente com o apoio de todos vocês poderemos mudar de vez o futuro do nosso Brasil”. A manifestação ocorre um dia após ter compartilhado texto sobre as dificuldades de seu mandato dizendo que o Brasil “é ingovernável” sem os “conchavos” que ele se recusa a fazer.

Antes, pela manhã, o presidente não quis explicar o que quis dizer com a distribuição da mensagem em grupos de WhatsApp na sexta-feira (17). “O texto? Pergunta para o autor. Eu apenas passei para meia dúzia de pessoas”, disse, na porta do Palácio da Alvorada.

A mensagem, atribuída por ele a um autor desconhecido, diz que o mandatário estaria impedido de atuar por não concordar com os interesses das corporações.

Neste sábado, a internet ficou dividida entre apoio a Bolsonaro e a pressão pelo impeachment do presidente. À tarde, a hashtag mais compartilhada no Twitter nacional era #BolsonaroNossoPresidente. Mas, logo em seguida, estava #Impeachmentbolsonaro.

Às 14h40, o próprio presidente tuitou comentando a repercussão da hashtag favorável a ele e disse a seguidores que precisava do apoio deles para governar.

“Tomei conhecimento e agradeço imensamente a todos pela hashtag #BolsonaroNossoPresidente, que chegou a nível mundial no Twitter. Retribuo e ressalto que somente com o apoio de todos vocês poderemos mudar de vez o futuro do nosso Brasil!”, escreveu o presidente.

Às 15h47, a hashtag já não aparecia na lista dos dez assuntos mais comentados no mundo.

Apoiadores de Bolsonaro também foram às redes sociais prestar homenagem ao presidente.

“Até hoje no Brasil os grupos políticos lutavam pelo controle da máquina. O governo Bolsonaro quer desligar a máquina e jogar a chave fora. Pois essa maldita máquina só fabricou estagnação, desemprego, corrupção e descaso pelos valores do povo brasileiro”, escreveu o chanceler Ernesto Araújo.

O chefe do Ministério das Relações Exteriores disse estar fazendo a parte dele “promovendo parcerias que ajudem o povo brasileiro a renovar o seu destino”.

O empresário Luciano Hang também escreveu em apoio a Bolsonaro e convocou internautas para uma manifestação em apoio ao presidente. “Precisamos apoiar nosso presidente para mudar o nosso país. O mais difícil fizemos que foi ganhar as eleições agora precisamos fazer as grandes mudanças e a previdência é a mãe de todas. #Dia26NasRuas”.

Filho do presidente da República, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) escreveu mais cedo em alusão ao aumento do número de ministérios que acontecerá se o Congresso deixar caducar a medida provisória que estabelece a atual configuração ministerial do governo.

“Ninguém vota pela criação de mais 7 ministérios pensando no Brasil. #BolsonaroNossoPresidente”, postou Eduardo.

Bolsonaro está encurralado por uma relação desgastada com o Congresso, suspeitas que atingem um de seus filhos e manifestações populares contra seu governo.

O compartilhamento do texto elevou a tensão dentro do governo, entre aliados e representantes de outros Poderes, com interpretações divergentes sobre as intenções do presidente ao endossar a mensagem —publicada no sábado anterior (11) em rede social por um filiado ao Novo-RJ e replicada em outros grupos.

Na sexta-feira (17), ao comentar o texto por meio de seu porta-voz, Bolsonaro afirmou que, “infelizmente, os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor”.

Parte dos auxiliares do presidente no Palácio do Planalto diz que ele se deixa levar por teorias da conspiração espalhadas pelo grupo que segue o escritor Olavo de Carvalho e por influência de seus filhos —o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) já havia exposto conceitos do tipo em rede social.

A mensagem chegou a motivar boatos acerca de eventual renúncia do presidente —alguns aliados viram nela um arcabouço narrativo para uma saída do cargo por culpa de resistências à suposta agenda antiestablishment de Bolsonaro.

Seria, para eles, uma espécie de “cenário Jânio Quadros” no mundo político, segundo o qual Bolsonaro poderia emular o presidente que renunciou em 1961 após oito meses de inação, colocando a culpa em supostas “forças terríveis”.

Integrantes do Judiciário e do Legislativo dizem que o presidente recorreu à estratégia do ataque ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar “sair das cordas” naquele que é considerado o pior momento de seu governo.

Também viram no gesto dele uma tentativa de “jogar para a plateia” e se eximir da responsabilidade de governar, transferindo para os demais Poderes a causa dos problemas enfrentados pelo país.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Não sabe ser presidente como não soube ser deputado. Passou três décadas sendo inútil, útil apenas para família entrar e mamar também. Fez parte do apoio ao impeachment de Dilma, junto com Cunha, Maia e Cia. Então, sabia onde estava entrando, sempre soube. Fez parte do toma lá dá cá e agora finge que é vítima disso. Sei…

  2. Quem fala mal do Rodrigo Maia hoje,são os mesmos que elogiavam o Eduardo Cunha a 3 anos atrás. Vai entender….

  3. Desde a eleição que Bolsonaro avisou, todo Brasil sabe, tudo que era entrevistas era perguntado, e o toma lá dá cá que o centrão liderado por Rodrigo Maia exige?? , essa turma é mal viciada, gosta do peitão pra mama, Bolsonaro respondia, o que eles querem não vão ter, sendo assim tô fora.
    Então tá na hora dos apoiadores do governo ir pras ruas pedir que Rodrigo Maia e sua trup renuncie para o país ter as reformas que precisa, o governo tá disposto a fazer, mas esses FDP não deixa.
    O povo tem que entender isso, sem reformas, não há mudanças.

  4. Se ele continuar copiando as coisas sem saber a origem vai demonstrar que é inútil do que já sabe.

  5. A Folha sendo a Folga. Fomentando ilações que não existem. Escrotos. Estão desesperados. A fonte fácil de dinheiro público foi fechada.

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Educação

Enem 2019 recebe mais de 6 milhões de inscrições

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) recebeu mais de seis milhões de inscrições para a edição deste ano.

O número final de inscrições confirmadas será conhecido somente quando terminar o prazo para pagamento da taxa de inscrição, que vai até o próximo dia 23. O valor é de R$ 85.

O balanço foi divulgado no começo da noite de sexta (17) pelo Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pela prova, que seleciona calouros para universidades.

O número final de inscritos ainda não estava fechado porque faltavam algumas horas para o fim das inscrições.

O número deste ano (na casa dos 6 milhões) é semelhante ao de 2018, quando 6,7 milhões se inscreveram e 5,5 milhões de estudantes foram confirmados (pagaram a taxa ou tiveram isenção).

Nesta edição de 2019, São Paulo (16,11%), Minas Gerais (10,24%) e Bahia (7,67%) tiveram o maior número de participantes inscritos (dado provisório).

As provas do Enem 2019 serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro. O cronograma está confirmado, apesar das constantes mudanças na chefia do Inep.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. "o pior momento de seu governo"… Essa Folha se supera, o presidente tem 5 meses de mandato. Dia 26 vamos manifestar nosso apoio e repudiar o que o sistema tem feito pra sufocar o governo. Afinal de quem é esse país?

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Geral

Bolsa de Valores atinge 1 milhão de investidores pessoa física

No mês de abril, a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) alcançou mais de 1 milhão de investidores pessoa física no mercado de renda variável. Foram 1.046.244 investidores, mais de 63 mil novos CPFs quando comparado ao número de março. Em abril no ano passado, eram 663.270 investidores pessoa física.

De acordo com Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes Brasil da B3, não se pode ignorar que há uma mudança em curso no mercado financeiro. Além dos investimentos em produtos de bolsa, o Tesouro Direto também atingiu a marca de mais de 1 milhão de investidores. Já o Ibovespa, índice do mercado, atingiu os 100 mil pontos neste ano.
“Esse número é o resultado, em primeira instância, da questão do cenário macroeconômico; então, a questão da taxa de juros em um dígito, os contratos futuros apontando a manutenção dessa taxa de juros em um dígito, têm feito as pessoas que têm recursos em poupança a sair da zona de conforto, eles não têm mais aqueles rendimentos garantidos que tinham no passado, esse é um movimento constante”, disse Paiva.

Para ele, as pessoas estão percebendo outros instrumentos financeiros que trazem retornos melhores do que a poupança, por exemplo. “O resultado de 1 milhão é muito positivo nesse sentido, de que está havendo uma mudança comportamental no país em relação a comprar investimentos”.

Paiva destaca que o crescimento é uma tendência e não apenas um fenômeno isolado. “Mês a mês, vem crescendo, então é uma tendência sim de crescimento no número de pessoas físicas, também em outros produtos, não só em bolsa”.

No início deste mês, a B3 apresentou o resultado de uma pesquisa que fez com mais de mil pessoas sobre “Ecossistema do Investidor Brasileiro”. A bolsa ressalta que os dados coletados retratam a relação que os investidores brasileiros estabelecem com os variados produtos financeiros e ajudam os agentes financeiros – corretoras e bancos -, além da B3, a identificar oportunidades na prestação de serviços para os diferentes perfis e comportamentos.

A pesquisa mostrou que um dos mitos dos investidores iniciantes sobre o mundo dos investimentos é a percepção de que, para iniciar suas aplicações, é necessária grande quantidade de dinheiro. Nesse ponto, a B3 identificou que é preciso aumentar o nível de conhecimento das pessoas sobre o tema. “Assim, é possível entender que começar a investir com pouco, diversificar logo no início e aplicar além da poupança são pontos imprescindíveis para a jornada do investidor”, divulgou a B3.

Os resultados indicam que a decisão sobre quais investimentos comprar segue tendências, ou seja, produtos que estão em alta são aqueles atrativos ao investidor que tem a intenção de diversificar sua carteira de investimentos, ou mesmo para iniciantes. Foram citados pelo público o Tesouro Direto, a LCI e LCA, as ações, os fundos de investimento, a previdência privada e até os bitcoins.

Apesar de haver ainda, segundo o estudo da B3, um déficit muito grande em relação aos investimentos, existe uma parcela das pessoas (51% dos entrevistados) que admite que gostaria de ter algum expert em investimentos apoiando suas decisões.

Para Paiva, a pesquisa comprova que as pessoas estão mudando a forma de encarar investimentos, por isso seria o momento de aproveitar para desmistificar as crenças em torno do assunto.

Agência Brasil

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Política

Centrão teme que Bolsonaro escolha nome mais “linha-dura” para PGR

Parlamentares do Centrão passaram a defender, em conversas reservadas, a recondução da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao cargo. O motivo é o temor de que o presidente Jair Bolsonaro escolha um nome mais “linha-dura” para a sua sucessão.

Desde que assumiu a Procuradoria-Geral da República, em setembro de 2017, indicada pelo ex-presidente Michel Temer, Raquel desacelerou a homologação de acordos de delação premiada e pediu a rescisão do que foi feito com executivos da J&F. O grupo também vê a “discrição” como “atributo” da procuradora-geral.

Com uma base de apoio de 230 deputados na Câmara, o Centrão tem emparedado o governo sucessivamente. A lógica seria pressionar o Executivo até que comece a atender aos pleitos dos parlamentares.

A escolha da chefia do Ministério Público Federal é um tema sensível ao grupo, pois parlamentares de siglas que compõem o bloco, como PP e PSD, são alvo da Lava Jato e outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal. O nome indicado por Bolsonaro precisará ser aprovado pelo Senado.

O mandato de Raquel vai até setembro. Embora não tenha submetido seu nome para compor a lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), ela continua no páreo, pois o presidente já indicou que não pretende seguir a sugestão da entidade.

Denúncia

Pesa contra Raquel, porém, o fato de ter denunciado Bolsonaro por racismo. O motivo foi uma declaração do presidente de que “quilombolas não servem nem para procriar”. A acusação, apresentada no ano passado, foi arquivada. Ela também apresentou denúncia contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, por ameaçar uma jornalista em mensagens trocadas por um aplicativo.

A reportagem ouviu dois ministros que acompanham as discussões e têm aconselhado Bolsonaro. Um deles diz que Raquel é um nome a ser considerado. Outro vai além e afirma que a atual PGR é uma candidata forte e natural à recondução.

Para o advogado-geral da União, André Mendonça, a discussão sobre a sucessão da procuradora-geral da República é prematura. “No momento oportuno, certamente isso vai ser discutido e o presidente Bolsonaro vai tomar uma decisão que considere os interesses do País”, disse.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro afirmou que seu único critério para a escolha seria o de um nome sem “viés ideológico de esquerda”.

“O critério é a isenção. É alguém que esteja livre do viés ideológico de esquerda, que não tenha feito carreira em cima disso. Que não seja um ativista no passado por certas questões nacionais”, disse ele, em outubro passado.

Nessa linha, corre por fora da lista da ANPR o subprocurador-geral Augusto Aras, que fez acenos a Bolsonaro em entrevistas recentes. Em outra frente, também está na lista o nome do procurador regional Vladimir Aras, que atuou como coordenador de cooperação internacional na gestão de Janot.

A eleição da lista tríplice da ANPR está marcada para 18 de junho. Os candidatos farão o primeiro debate público na sede da Procuradoria Regional da República no Pará, em Belém, na próxima segunda-feira.

Regra

Desde 2003, primeiro ano da era Lula, o nome mais votado da lista tríplice é escolhido para comandar o Ministério Público. A regra, que não está prevista em lei, só foi quebrada em 2017, pelo ex-presidente Michel Temer, ao indicar Raquel, a segunda colocada na lista da associação.

Também estão no páreo neste ano, o ex-presidente da ANPR José Robalinho, os procuradores regionais Lauro Cardoso e Blau Dalloul, além dos subprocuradores Mário Bonsaglia, Paulo Bueno, Antonio Carlos Fonseca e Nívio de Freitas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. O paciente político, Brasil, tem diagnóstico de Carcinoma grave, com metástase em diversos órgãos da União é originado no Congresso. O problema está na mesa, pois neste mês de maia, ao calombro acompanha.

  2. Bota pra lascar nesses desonestos meu presidente, bota uma pessoa de sangue no olho, que não abra nem pro trem carregado de pólvora e um maquinista fumando no cachimbo, o povo verde e amarelo tá com vc.
    Muda Brasil!!!
    Urgente.

  3. Não esquecer que o Centrão apoiou Bolsonaro, que fazia parte dele nos seus mais de 20 anos inúteis no congresso.

    1. O seu centrão pensava que iria poder saquear junto com o presidente, como fizeram no governo luladrão, entretanto o mito não entregará o dinheiro do povo pra esses larápios surrupiar em. E é por Isso que tentam atrapalhar qualquer ação de governo, pois sabem que em momento algum não terão direito a roubar os cofres públicos.

  4. Podem ficar tranquilos, o Bozo não vai nomear linha dura, pq o 02 tá com o dele na reta..ele não seria burro de colocar alguém que poderia chegar a si próprio (pois compartilharam assessores)…
    Aliás, vcs vão pra rua defender o 02 no dia 26?

  5. Quando se tem temor de um representante de linha dura, com certeza esse indivíduo é um transgressor de leis, ladrão ou faz parte de quadrilha. Portanto, Bolsonaro falo só verdade no seu manifesto. Temos que apoia-lo pra destruir essa quadrilha que tanto leva o país ao caos

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