Uma aeronave de pequeno porte caiu, na tarde deste sábado (13), no bairro Caiçara, na Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma pessoa morreu no acidente.
A queda ocorreu na Rua Minerva próximo ao cruzamento com a Rua Anadir. A aeronave, que pegou fogo, bateu no portão de uma casa. A fiação da rede de energia elétrica também foi atingida.
Equipes de militares foram mobilizadas para atuar no resgate. Segundo os bombeiros, testemunhas relataram que viram explosões. A aeronave foi destruída pelo fogo. As chamas e a fumaça puderam ser vistas de longe.
Por volta das 16h15, a Polícia Civil informou que a perícia seguia para o local do acidente.
A safra ruim de indicadores do primeiro trimestre tem levado parte de bancos e consultorias a promover um novo movimento de corte nas projeções de crescimento econômico para o Brasil neste ano.
Ao longo de 2019, os analistas têm piorado de forma seguida as projeções para a economia. No início do ano, havia a expectativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) poderia crescer até 3%. Essas projeções iniciais foram revisadas para uma alta de 2%, e agora os novos números são ainda mais fracos: indicam um crescimento próximo 1,5%.
Na sexta-feira (12), os dois maiores bancos privados do país deram o tom desse maior pessimismo com a economia brasileira neste ano. O Itaú reduziu a previsão para o PIB de 2% para 1,3%, e o Bradesco diminuiu a projeção de 2,4% para 1,9%.
“O ritmo de retomada da economia brasileira tem sido inferior ao esperado neste início de ano”, escreveu o banco Bradesco em relatório.
Há uma série de fatores que explicam o fraco desempenho da economia brasileira:
“Os índices de confiança apresentaram recuo generalizado em março e indicam risco de arrefecimento adicional da atividade à frente”, disse o Itaú.
Os números mais fracos para a economia já estavam ficando evidentes no relatório Focus, do Banco Central. A pesquisa semanal, que colhe a avaliação de uma centena de economistas, já estava indicando um quadro de maior fraqueza com as projeções para o crescimento indo abaixo de 2%.
Se confirmados, os números de 2019 vão marcar mais um ano de frustração. Depois da queda do PIB em 2015 e 2016, o Brasil cresceu apenas 1,1% em 2017 e 2018.
O atacante brasileiro Lucas Moura viveu neste sábado um dia especial para a sua carreira. O ex-jogador do São Paulo e do Paris Saint-Germain substituiu o ídolo Harry Kane na partida do Tottenham contra o lanterna e já rebaixado Huddersfield Town, em Londres, pela 34.ª rodada do Campeonato Inglês, e não decepcionou os mais 60 mil torcedores que lotaram o recém-inaugurado Tottehham Hotspur Stadium ao marcar três gols na goleada por 4 a 0.
Com o feito, o primeiro “hat-trick” com a camisa do clube inglês, Lucas Moura se torna o maior artilheiro do novo estádio do Tottenham. Em três jogos, o time venceu os três – os outros triunfos foram contra o Crystal Palace, pelo Campeonato Inglês, e contra o Manchester City, pela rodada de ida das quartas de final da Liga dos Campeões da Europa -, com 100% de aproveitamento, e ainda não sofreu gol.
Em toda temporada – contando jogos pelo Campeonato Inglês, Liga dos Campeões, Copa da Inglaterra e Copa da Liga Inglesa -, Lucas Moura chegou neste sábado à marca de 12 gols e ainda busca um espaço no time titular com o técnico argentino Mauricio Pocchetino. Mas sempre é requisitado para ajudar o ataque do Tottenham, que volta a assumir o terceiro lugar na tabela de classificação.
Com a goleada sobre o Huddersfield Town, o Tottenham atingiu os 67 pontos e ultrapassou o Chelsea, que tem um a menos e entra em campo neste domingo no clássico contra o Liverpool, no estádio Anfield Road, em Liverpool. O time visitante, de volta à segunda divisão inglesa após duas temporadas na “Premier League”, segue com 14 pontos.
Por uma coincidência de tabela, o Tottenham terá agora duas partidas seguidas contra o Manchester City no Etihad Stadium, em Manchester. Nesta quarta-feira, o duelo será pela rodada de volta das quartas de final da Liga dos Campeões e o clube inglês joga com vantagem por ter vencido na ida por 1 a 0. No sábado, o jogo acontecerá pela 35.ª rodada do Campeonato Inglês.
Em campo, o Tottenham foi soberano e não deu qualquer chance ao Huddersfield Town. No primeiro tempo, em um intervalo de três minutos, o time da casa abriu 2 a 0. Aos 24, o meia queniano Victor Wanyama passou por um zagueiro e o goleiro para abrir o placar. Depois, Lucas Moura fez seu primeiro gol após cruzamento de Sissoko.
Na segunda etapa, o jogo se arrastou até os minutos finais, quando o atacante brasileiro resolveu mostrar o seu faro de artilheiro. Aos 42, chutou de primeira dentro da área após cruzamento do meia dinamarquês Christian Eriksen. Nos acréscimos, aos 48, recebeu passe do sul-coreano Son Heung-min e bateu no ângulo direito do goleiro Ben Hamer para decretar a goleada do Tottenham e deixar o estádio ovacionado por mais de 60 mil torcedores.
Crítico do que chama de “toma lá, dá cá” e das negociações por cargos, o presidente Jair Bolsonaro recebeu nas últimas duas semanas um total de 57 políticos, entre líderes partidários, deputados e senadores. Nesses encontros, Bolsonaro fez acenos aos parlamentares e atendeu, inclusive, o pequeno varejo. As reuniões representaram o gesto mais explícito do presidente ao Congresso desde a sua posse.
Bolsonaro vinha sendo cobrado a participar mais ativamente da articulação política e fez uma investida que tem como principal meta consolidar uma base parlamentar aliada para aprovar a reforma da Previdência.
Do total de 57 políticos recebidos – entre eles um senador do PT -, só quatro ex-colegas de Câmara tiveram acesso exclusivo ao presidente, em reuniões particulares, sem a presença dos ministros da articulação no Congresso. Encontraram um Bolsonaro relaxado, que contou piadas, prometeu acatar alguns pedidos e chegou a se comprometer a visitar seus Estados. “Eu pego o helicóptero e vou lá”, disse ao deputado José Nelto (Podemos-GO), que o convidou para participar de uma audiência pública em Porangatu (GO), para tratar da rodovia Belém-Brasília.
Sempre sentado no sofá e sem computador ou bloco de anotações por perto, Bolsonaro não tem o hábito de registrar os diálogos. Raramente mantém o celular ao lado. Um ajudante de ordem – que acompanha praticamente todas as reuniões – se encarrega de passar o telefone quando alguma ligação não pode esperar. Já os convidados deixam os celulares do lado de fora, em uma gavetinha, e carregam as suas listas de pedidos.
José Nelto disse ter aconselhado o presidente a não enviar para os governadores os recursos do pré-sal e usar o dinheiro para atender as prefeituras. “Estou sendo muito pressionado, viu”, rebateu Bolsonaro ao deputado. O parlamentar então sugeriu usar os recursos do pré-sal na educação de tempo integral. “Nessa hora, ele mandou o ajudante anotar a ideia. Acho que vai acatar”, relatou Nelto.
O perfil amistoso e divertido de Bolsonaro nas reuniões surpreendeu até mesmo o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, que ouviu ter recebido o voto dele para presidente em 2006. “Votei em você, duas vezes”, brincou Bolsonaro, quebrando o gelo com o tucano. A conversa se enveredou para Juiz de Fora, onde nasceu o secretário nacional do PSDB, Marcus Pestana, e cidade onde Bolsonaro foi esfaqueado.
Na transmissão ao vivo pelo Facebook, nesta quinta-feira, 11, Bolsonaro elogiou a sugestão do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), de liberar emendas parlamentares para municípios endividados. Os débitos travavam a entrada de recursos, com base em entendimento da Advocacia-Geral da União (AGU). “Foi uma ideia trabalhada pelo líder e pelo ministro André (Luiz Mendonça, da AGU)”, disse o presidente.
Cada contato é vital para Bolsonaro, que contabiliza votos para a reforma da Previdência. A forma de trabalhar por esses votos contrasta com a dos últimos ocupantes do Palácio do Planalto. Parlamentares afirmam que Michel Temer era o presidente do “vamos conversar, veja bem”. Dilma dificilmente recebia. Lula fazia com que todos saíssem com a certeza de que seriam atendidos. Pouco, de fato, ocorria.
Ao anunciar o fim do horário de verão, na semana passada, o presidente disse ter atendido ao desejo de um parlamentar. A proposta surgiu do deputado João Campos (PRB-GO) e foi discutida com o Ministério de Minas e Energia. A justificativa seria a redução na economia gerada, de R$ 405 milhões para R$ 159 milhões.
Numa audiência privada que durou uma hora e meia, o deputado Sargento Fahur (PSD-PR) pediu que o governo reforçasse a segurança nas fronteiras do Paraná, especialmente com a Argentina e o Paraguai. “Há muito armamento pesado que entra por lá”, afirmou Fahur.
Enquanto esteve no gabinete presidencial, Sargento Fahur permitiu que Bolsonaro recebesse o governador do Pará, Helder Barbalho, com deputados e senadores do Estado, que pediam pela reconstrução da ponte do Rio Moju, no município do Acará. O senador Paulo Rocha (PT-PA) disse ter saído do encontro convencido de que o presidente vai se empenhar para resolver a situação. “Ele imediatamente mandou que olhassem se há recursos disponíveis para enviar ao Estado. Achei muito boa a conversa”, contou o petista.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara e filho do presidente Jair Bolsonaro, reagiu neste sábado, 13, às declarações do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, sobre o pai. Ele associa as críticas ao “globalismo”.
Na sexta, o prefeito pediu que uma homenagem a Bolsonaro no Museu de História Natural do EUA, prevista para 14 de maio, fosse cancelada, e disse que o presidente brasileiro é “um ser humano perigoso”.
No Twitter, Eduardo replicou uma publicação do também deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR) em que ele escreve: “É a prova que ‘o idiota’ não habita somente a América Latina. “O idiota’ está por toda parte.”
Eduardo complementou: “O movimento cultural que ocorre no Brasil ocorre da exata mesma e mesma forma no Chile, Inglaterra, França e, claro, nos EUA. Isso visa a construção de um novo mundo suprimindo as culturas locais. Depois falamos que são GLOBALISTAS e ainda há quem queira fazer chacota conosco.”
Ser criticado por um comuna-sandinista, como esse prefeito de NY, só mostra que Bolso tá certo.
Assim como ser atacado por Maduro e pela esquerda-caviar.
A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) fez críticas ao próprio partido neste sábado, 13, pelo Twitter. Ela criticou uma possível mudança no nome da sigla de “Partido Social Liberal” para “Partido Conservador Liberal (PCL)”.
Ela ainda criticou o presidente Jair Bolsonaro, que na sexta, interferiu na política de preços de combustíveis da Petrobras. Para ela, uma atitude que mostra que “o L de liberal já não é tão liberal assim”.
“Todos sabem que sou favorável às candidaturas avulsas (independentes de Partidos). Mas, por enquanto, a lei exige que eu esteja atrelada a um Partido, sob pena de perder o mandato. Pois bem, sendo assim, digo logo que sou contra trocar o nome do PSL para PCL”, escreveu.
“Eu sei que o C significaria Conservador, mas, historicamente, o C remete a Comunista”, continuou Janaina. “Era só o que me faltava! Ademais, com a decisão de ontem do nosso Presidente, o L de liberal já não é tão liberal assim. O PSL está cada vez mais parecido com o PT. Eu digo e repito, Partidos são verdadeiras prisões. Uma lástima!”
O concurso 2.142 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (13) em Botucatu (SP).
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Morreu na manhã deste sábado (13) o menino Hilton Guilherme Sodré Souza, de 12 anos, resgatado com vida dos escombros dos prédios que desabaram na Muzema, Zona Oeste do Rio. Ele havia sido socorrido por volta das 23h de sexta-feira, mas não resistiu e morreu no hospital. Os pais dele, Hiltonberto de Souza e Maria de Nazaré Sodré tiveram os corpos reconhecidos por parentes no Instituto Médico-Legal.
Com a morte de Hilton, já são sete o número de mortos na tragédia, ocorrida no começo da manhã de sexta-feira. Outras nove pessoas foram resgatadas com ferimentos e pelo menos 13 ainda continuam desaparecidas.
Hilton foi retirado dos escombros com fratura em uma das pernas e ferimentos no rosto. Segundo os Bombeiros, ele estava consciente e foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Os pais do garoto também foram vítimas do desabamento. Maria Nazaré e Hiltonberto Rodrigues Souza foram retirados já sem vida dos escombros. Os corpos deles, no entanto, só foram reconhecidos por parentes na manhã deste sábado. A caçula da família, Isabele, escapou ilesa porque foi retirada do prédio pelo pai instantes antes do prédio vir abaixo.
A busca pelos desaparecidos entrou no segundo dia nesta manhã. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil trabalham no local, que foi isolado devido ao risco de desabamentos de construções vizinhas às que desabaram.
Por volta das 10h, o Corpo de Bombeiros atualizou a lista de vítimas resgatadas e de desaparecidos. Segundo a corporação, 15 pessoas foram retiradas dos escombros, das quais cinco já estavam mortas. Das dez que foram resgatadas com vida, duas morreram em hospitais da cidade. Com isso, chegava a sete o número de mortos na tragédia.
Até o fim da noite de sexta, os bombeiros consideravam haver ainda ao menos 12 desaparecidos. Nesta manhã, a lista foi revista e as equipes creem que há 17 pessoas ainda em meio aos escombros.
Prédios que desabaram foram autorizados por Juíza que criticou menina com síndrome de Daw e Marielle, e pertence aos milicianos ligados à Queiroz e a família Bolsonaro.
Um levantamento da fundação Perseu Abramo, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra uma diminuição em dois anos de 67 mil trabalhadores associados a sindicatos no Rio Grande do Norte. É uma das maiores quedas proporcionais ao número de empregados entre os estados brasileiros, ficando atrás somente de Roraima e Paraná. O período analisado é entre 2015 e 2017, a partir da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
Segundo os dados compilados, a quantidade de associados em sindicatos no estado passou de 268 mil em 2015 para 200 mil em 2017. Proporcionalmente, 3,7% dos trabalhadores se retiraram dos sindicatos no período. Em 2017, a massa de sindicalizados significou 15,5% dos trabalhadores no Rio Grande do Norte, contra 19,2% no período anterior. A taxa local ainda é superior à nacional, de 14,4%. A variação é que foi maior: entre 2015 e 2017, 1,5% dos trabalhadores do Brasil se desassociaram dos sindicatos.
No levantamento da Perseu Abramo, os pesquisadores ressaltam que o total de ocupados no país era praticamente o mesmo entre o último trimestre de 2015 (92,2 milhões de pessoas no Brasil) em comparação ao último de 2017 (92,1 milhões de pessoas), segundo a Pnad Contínua Trimestral. Eles não especificam, entretanto, o número de trabalhadores em empregos formais (que possuem representação sindical) e informais.
José Teixeira, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte), com 50 mil associados, e filiado a Central Única dos Trabalhadores (CUT), afirma que a queda de filiados se deu a partir da geração de trabalhadores mais nova e afeta principalmente nos sindicatos de trabalhadores de empresas privadas, principalmente depois das mudanças da nova legislação trabalhista, em 2017. “Os sindicatos públicos não são tão afetados quanto os trabalhadores privados, então não sentimos essa queda”, explica.
Um dos pontos alterados da nova legislação é o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Na visão de Eduardo Martins, presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio do Estado (Sicomerciorn), a retirada dessa contribuição gera um desinteresse por parte dos trabalhadores de conhecer as atividades dos sindicatos. “Hoje, essa contribuição não é mais descontada do contracheque, você tem que pagar em boleto. Ou seja, muito trabalhador novo não tem interesse de conhecer o que é essa contribuição, o que é o sindicato”, afirma.
Entretanto, Eduardo não considera que a queda é um efeito exclusivo da reforma trabalhista. Ele acredita que hoje as empresas buscam aproximar o funcionário, e estes são mais “conciliadores” hoje. “A empresa chama ele de ‘colaborador’, ‘líder’, é uma estratégia para ser mais conciliadora. A nova geração entrou nessa desestimulação que é feita pelos empresários em torno dos sindicatos e acabam sendo mais conciliadores de classe”, afirma. Se trata de um antagonismo à chamada “luta de classes”, termo denominado por Karl Marx que se refere a uma tensão de interesses entre duas classes sociais diferentes.
Ao contrário do Sinte, o sindicato presidido por Eduardo tem como filiados trabalhadores de empresas privadas. Hoje, eles possuem 2 mil associados. Esse número chegou a ser cinco vezes maior dez anos atrás, quando haviam 10 mil. Uma consequência dessa queda é a diminuição das receitas dos sindicatos. Em reação, hoje existem campanhas nacionais pela sindicalização. A estratégia é mostrar que os sindicatos são responsáveis por conquistas trabalhistas, como aumento de salário, e asseguram direitos coletivos.
A vagabundagem desses aproveitadoresligados a sindicatos vai acabar já, já, pois a boquinha acabou. Esses vagabundos que eram sustentados por trabalhadores de verdade, ou voltam a trabalhar de verdade ou irão passar necessidades. Acabou a boquinha de vender cargos dentro desses sindicatos perebas que só atrapalham a economia do Brasil e a vida do verdadeiro trabalhador.
Bando de vagabundos a serviço de SUGAR o real trabalhador , se fosse uma coisa lícita , o trabalhador fazia a sua contribuição espontânea e não abaixo de obrigatoriedade
Problema é que salvo raríssimas exceções, os sindicatos confundem política sindical com política partidária quando se transformam em instrumentos de lutas de candidatos e de bandeiras de partidos de esquerda,tais como PT, PSOL, PCdoB e outros. Esquecem dos dirigentes sindicais que as categorias que eles representam, os sindicalizados não são em sua totalidade eleitores ou simpatizantes de candidatos ou das ideais esquerdistas.
Essa tal de terceirização no serviço público quebrou o Ipern. Segundo Nereu Linhares presidente um funcionário terceirizado custa três vezes de um concursado e contribuição vai pra INSS
Terceirização e a explosão de contratações temporárias tem colaborado para a precarização do trabalho e enfraquecimento da luta dos profissionais que se formaram e passaram em concurso público.
O problema foi a ganância do parasitismo sindical. Criaram mais de 15 mil sindicatos no Brasil e ainda tem uns milhares esperando para abrir. Sindicato se tornou um meio de vida. Porém foram longe demais e a casa naturalmente caiu.
Sindicato só quer saber do trabalhador quando ele tá trabalhando, quando perde o emprego não aparece nenhum sindicato pra pagar água, luz, telefone, a feira…. Já passei por isso indo na onde de sindicato.
Um homem de 41 anos foi preso na manhã deste sábado (13) sob suspeita de ter matado o próprio pai, que tinha 65 anos de idade. O crime aconteceu na noite desta sexta-feira (12), na cidade de Almino Afonso, interior do Rio Grande do Norte.
Segundo a Polícia Militar, o assassinato ocorreu na casa do idoso, que fica no bairro Açude. Os dois bebiam no local, quando iniciaram uma discussão. Em seguida, o filho pegou uma faca e golpeou o pai.
Os vizinhos ainda socorreram a vítima até o hospital da cidade, no entanto o idoso não resistiu e morreu na unidade hospitalar. Já neste sábado, policiais militares encontraram o suspeito escondido em um matagal na zona rural do município.
Ouvido pela polícia, ele disse que não lembrava de nada do que aconteceu na noite anterior. O homem permanece preso.
Após três dias de julgamento, foram condenados na madrugada de hoje, 13, os dois acusados de planejarem o assassinato do hoteleiro Ademar Miranda Neto, de 58 anos.
O crime ocorreu em junho de 2016, em Natal. Martha Renatta Borsatto Messias Miranda, viúva da vítima e considerada a autora do homicídio, pegou 20 anos de prisão. Antônio Ribeiro de Andrade Neto, namorado dela e filho do ex-deputado Tarcísio Ribeiro, o coautor do crime, condenado 14 anos de reclusão.
O secretário de Previdência, Rogério Marinho, corre o risco de chegar em casa e não ser reconhecido nem pelo cachorro da família. Somente sábado passado ele conseguiu voltar a Natal para curtir os familiares, após cerca de 90 dias sem aparecer, com dedicação integral à defesa e ao esclarecimento da reforma da Previdência. Ele não se queixa: “Estamos cumprindo uma missão, eu e os companheiros de trabalho”.
O secretário de Previdência atende a todos os pedidos de entrevista e convites para debates, no cumprimento da sua missão.
Com sua equipe, o secretário chega a marcar presença em dois estados, três se próximos, esclarecendo o projeto.
Marinho se emociona quando cita a equipe: “São servidores dedicados ao País, mesmo sabendo que serão atingidos pela Nova Previdência”.
A "derrota" de Rogério Marinho nas urnas em 2018 revelou-se afinal uma vitória de Pirro ao contrário.
Em vez de repetir a frase célebre de Pirro ("Mais uma vitória como está e estou perdido"), por ter conduzido a controvertida reforma trabalhista do governo Temer, Rogério terminou agraciado com um cargo cujo status equivale ao de ministro do Trabalho e Previdência Social.
O neto de Djalma Marinho deve estar morrendo de rir da sindicalha pelega da terra de Macunaíma.
A frase dele" mesmo sabendo que serão atingidos pela nova previdência" mostra o quanto é bom para o trabalhador Brasileiro. Políticos que se locupletaram a vida inteira do dinheiro público,são milionárias e não precisam de previdência,mas quem paga a conta é o assalariado do Brasil. Resumo da ópera" TRABALHA O FEIO PARA O BONITO GASTADOR!!!
O porteiro José Carlos Dantas de Souza tinha se mudado para seu novo apartamento havia seis meses, depois de seis anos economizando cada centavo para realizar o sonho da casa própria, e sair do aluguel que pagava na Rocinha.
Na semana passada, Souza comemorou seu aniversário de 49 anos com a esposa e seus dois filhos no apartamento da família, no prédio recém-erguido na rua Figueira do Itanhangá, o 93-B – que ruiu na manhã desta sexta-feira, carregando seus investimentos de vida e móveis recém-comprados para o chão.
“Aquele foi um dia feliz”, diz, mostrando as fotos da família, sorridente, antes de ele soprar a vela do bolo na frente das novas paredes, pintadas de azul claro.
“Era um sonho. Comprei o apartamento no tijolo e paguei para fazer todo o acabamento. Fiz ele todo no porcelanato, ficou um ouro, um brinco. Você via até o reflexo do rosto no chão”, descreve. “Era um show o apartamento. Era o 402. Era”, enfatiza.
Desespero em busca de sobreviventes
O desabamento de dois prédios adjacentes na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio, ocorreu após as fortes chuvas do início da semana, que colocaram a cidade em estágio de crise e levaram o prefeito a decretar calamidade pública.
Ao longo do dia na sexta, vizinhos e familiares desesperados em busca por notícias dos moradores se aglomeravam na rua, afastados do local por um cordão de isolamento, aguardando ansiosamente notícias sobre as vítimas, e trocando informações sobre seus conhecidos. Até o meio da tarde, os bombeiros confirmavam três mortos e dez feridos no desabamento.
Uma mulher implorava para que bombeiros a deixassem passar porque queria poder gritar o nome da irmã e ver se ela respondia.
Uma família se abraçava aguardando notícias de um casal de moradores, pais de quatro filhos pequenos. Um grupo de amigos conversava sobre os prédios erguidos recentemente no local, conhecido como condomínio Figueira. “É tudo clandestino”, dizia um, balançando a cabeça.
O impacto do temporal foi tão grande na cidade toda que acabou por impedir Souza de voltar do serviço, na zona sul do Rio, para casa – o que salvou sua vida e a de sua família.
Desde terça-feira ele, a mulher e a filha de 11 anos haviam dormido no prédio onde ele trabalha como porteiro em Ipanema. Estavam tomando café da manhã quando um amigo mandou uma foto avisando que havia caído um prédio na Muzema. Era a sua própria casa.
“Seis anos de trabalho estão ali embaixo”, diz à BBC News Brasil apontando em direção ao prédio. Ele queria ver o que sobrou mas era impedido de se aproximar por causa do cordão de isolamento com que as autoridades fecharam a área. A seu redor, outros moradores da rua e parentes desesperados de pessoas que estavam no prédio aguardavam a evolução dos trabalhos de resgate.
Souza investiu cerca de R$ 90 mil no imóvel – R$ 60 mil para comprar o apartamento “no tijolo” e outros R$ 30 mil para o acabamento interno. Vem pagando R$ 1 mil por mês com o dinheiro que ele e a esposa, empregada doméstica, conseguiam economizar.
Teve dia de eu ficar no trabalho para economizar no dinheiro da passagem para vir para casa, com fé em Deus em sair do aluguel”, diz. “Mobiliei todo, parcelando tudo no cartão. Estava realizado. Mas o sonho da casa própria foi por água abaixo. Mas graças a Deus que a gente sobreviveu. A vida continua”, afirma, sem ideia, no entanto, do que vai fazer agora.
Souza é da Paraíba, chegou ao Rio há sete anos e até o ano passado morava em um imóvel alugado na Rocinha.
O número de servidores públicos federais na ativa registrou em 2018 a primeira redução em 11 anos, de acordo com o Painel Estatístico de Pessoal, mantido pelo Ministério da Economia.
Em 2017, o governo federal tinha 634.157 servidores na ativa. No ano passado, esse efetivo passou para 630.689. O total de servidores (que inclui aposentados e instituidores de pensão), entretanto, continuou crescendo: passou de 1.271.462, em 2017, para 1.272.847, em 2018.
De acordo com o Ministério da Economia, o número deve continuar caindo nos próximos anos. Para especialistas ouvidos pelo G1, essa redução pode ser preocupante se atingir funções importantes e não houver reposição adequada – eles defendem uma melhor gestão dos cargos públicos
Nos dez anos consecutivos de aumento do número de servidores ativos (de 2008 a 2017), a máquina pública federal ganhou 113.390 novos funcionários.
No mesmo período, a despesa líquida com pessoal aumentou de R$ 137,45 bilhões em 2008 para R$ 304,61 bilhões em 2019.
Se considerados os últimos 20 anos (1999 a 2018), são 172.661 funcionários públicos a mais no governo federal (aumento de 15,7%).
Nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu “travar” os concursos públicos como medida para reduzir o número de servidores e permitir uma redução nos gastos.
“Grande notícia: 50% do funcionalismo público se aposenta nos próximos cinco anos. A primeira coisa, concursos públicos. Trava esse negócio aí. Quero saber por que precisa, tem que ver os atributos”, declarou o ministro.
Mas Rogério Marinho recebe R$18.000,00 do ministério da economia e mais R$22.000,,00 do conselho do sistema S, trabalhando poucas horas um dia por mês. Isso tá correto?
O Ministério Público Federal pediu o arquivamento, por prescrição e falta de provas, de ao menos cinco casos delatados pela Odebrecht que envolvem políticos, enviados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) à Lava Jato de São Paulo em 2017.
Antes dos pedidos, a Polícia Federal já havia se manifestado pela prescrição desses casos. Na maioria deles, os envolvidos já completaram 70 anos e, por isso, tiveram o prazo de prescrição de supostos crimes reduzidos pela metade.
Os repasses da empreiteira foram feitos, segundo os colaboradores, em 2010.
Houve pedido de arquivamento nas investigações que citam o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo Barros Munhoz (PSB), o atual secretário municipal da saúde Edson Aparecido (PSDB), o ex-deputado estadual Ricardo Montoro (PSDB) e o candidato à Presidência da República por cinco vezes José Maria Eymael (DC).
À exceção de Aparecido, todos já completaram 70 anos.
A Polícia Federal também relatou pela prescrição do inquérito que envolve o presidente do Instituto Teotônio Vilela, do PSDB, José Aníbal, mas a Lava Jato afirma que o caso dele ainda é investigado.
As petições do Supremo com esses casos foram enviadas à Justiça Federal de São Paulo há dois anos e ficaram sob a responsabilidade da então recém-formada força-tarefa paulista da Lava Jato do Ministério Público Federal. Os procuradores encaminharam o material para investigação da Polícia Federal.
A intenção era descobrir se havia indícios de crimes relacionados à corrupção, embora os delatores afirmassem que se tratavam de caixa dois —à época, o STF ainda não havia decidido que esse tipo de investigação devia tramitar na Justiça Eleitoral, o que ocorreu apenas no mês passado.
A PF, segundo a Folha apurou, não encontrou no material apresentado pela Odebrecht elementos que indicassem suspeitas de corrupção. Nos depoimentos não são apontados pelos executivos que havia expectativa de contrapartidas por parte dos políticos.
Essas investigações também não foram consideradas prioritárias pela Polícia Federal porque os valores envolvidos eram menores (de R$ 30 mil a R$ 50 mil para cada político) em relação a outros inquéritos que apontavam desvios milionários ou de centenas de milhares de reais.
Nos depoimentos, muitas vezes os delatores não são claros sobre os motivos de terem feitos os pagamentos para os políticos.
Mesmo se a PF tivesse encontrado indícios de corrupção, a maioria das acusações prescreveriam em 2018. Isso porque o prazo de prescrição máximo para o crime se reduz de 16 para oito anos quando o envolvido chega aos 70.
“Há dois meses, mandei mensagem para o presidente dizendo que ele não me devia nada em relação a honorários. E também pedi que ele indicasse um advogado para substabelecer os processos. A Karina Kuffa já integrava a equipe de Tiago Ayres, que eu indiquei como coordenador da parte eleitoral.”
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